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Guest Dpitz

Tópico da Política e Economia

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Assim, já se passaram oito dias, e o palonso que temos em Belém nem sequer começou ainda a ouvir os partidos representados na Assembleia da República, nem nomeou ainda o primeiro-ministro, tendo em conta, como o reclama a norma constitucional, os resultados eleitorais.

 

Alguém lhe diga que só a partir de hoje é que o PR pode ouvir os partidos, porque só se apuraram ontem os resultados finais das legislativas.

 

Moody's levantou perspetivas negativas sobre a banca portuguesa, considerando-a como "estável".

Editado por Vaart

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E o facto de ter escrito mal palonço ainda é mais engraçado. Agora a melhor parte é quando começa a destilar ódio pelo PC e pelas meninas do Bloco, demasiado bom.

 

Para ilustrar o estado de coisas actual, estou a ver o Assis nestes modos:

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A sério que há pessoas a apelidar do possível governo de esquerda como "golpe de estado"? :lol: Isso e fazer circular petições pelas redes sociais.

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PR recebe partidos nos dias 20 e 21 (terça e quarta-feira próximos) de outubro.

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O melhor seria a realização de eleições o mais cedo possível para clarificar esta situação. Tenho a certeza que o eleitorado tomaria opções diferentes com estas alianças do PS

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O melhor seria a realização de eleições o mais cedo possível para clarificar esta situação. Tenho a certeza que o eleitorado tomaria opções diferentes com estas alianças do PS

Pois..., mas como o Presidente da Republica está nos últimos 6 meses do mandato não pode dissolver a Assembleia da Republica e convocar eleições. Na melhor das hipóteses daqui a mais ou menos 1 ano.

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Cavaco recusará dar posse a governo de esquerda

 

O Presidente prepara-se para indigitar Passos como primeiro-ministro. Se o governo cair no parlamento, Cavaco mantém Passos em gestão. Batata quente fica para o próximo PR.

 

O Presidente da República vai indigitar Pedro Passos Coelho para formar governo. É isso que Passos irá pedir a Belém e que Cavaco fará. E, se o executivo de Passos Coelho for derrubado por uma moção de rejeição ao programa de governo, Cavaco Silva recusar-se-à a dar posse a um governo PS/BE/PCP que lhe seja apresentado por António Costa, soube o i.

 

A lógica da indigitação de Passos Coelho como líder da formação mais votada é uma regra que Ramalho Eanes, enquanto Presidente da República, inaugurou exactamente no primeiro governo de Cavaco Silva. Na altura, o PSD era o partido mais votado, com 29,8%, e Eanes não teve dúvidas: indicou Cavaco Silva para formar governo.

 

Ora, esta mesma regra seguiu Cavaco Silva, agora já enquanto Presidente da República, em 2009, dando posse ao governo minoritário de José Sócrates que, saído de uma maioria absoluta, não foi além de 36,5% dos votos, contra 29,8% alcançados então pelo PSD. Cavaco Silva não quebrou essa regra com José Sócrates e não a irá quebrar agora com Passos Coelho, apurou o i.

 

A dificuldade está em saber se o novo governo da coligação PSD/CDS passa no parlamento. Mas Cavaco exigirá o teste, mesmo já conhecida a vontade do PS de não deixar passar o programa do governo, no caso de ter um governo de esquerda pronto a entrar em funções. O Presidente da República disse isso mesmo na sua comunicação a propósito dos resultados eleitorais de 4 de Outubro: “Que fique claro: nos termos da Constituição, o Presidente da República não pode substituir--se aos partidos no processo de formação do governo e eu não o farei”, disse Cavaco Silva na sua comunicação, a 6 de Outubro. Quer dizer que transferirá para o parlamento a responsabilidade da aprovação ou do chumbo do executivo que indigitará.

 

Mas o chumbo não irá determinar necessariamente a indigitação de um novo primeiro-ministro, face a uma solução governativa de esquerda. Recorde-se o que se passou com o chumbo do primeiro governo de Cavaco Silva.

Em 1987, PRD, PS e CDS ajudaram o governo a cair e negociaram uma solução governativa, mas Mário Soares preferiu a dissolução do parlamento a dar posse a um governo que saísse da maioria parlamentar. Esta solução não está nas possibilidades do actual Presidente que, por força de estar nos últimos seis meses da sua magistratura, tem os seus poderes limitados. Ora essa circunstância, associada ao facto de, entretanto, se ter iniciado um período de campanha eleitoral para a Presidência da República, levará a que Cavaco Silva desencadeie uma outra solução.

 

O Presidente da República irá deixar para o próximo inquilino de Belém a solução do problema. E, para isso, terá de manter o governo indigitado, mas não empossado na Assembleia da República, como governo de gestão, até que o novo Presidente, já na posse de todas as suas competências, decida o que fazer.

 

E mantendo Cavaco o governo Passos-Portas em gestão, caberá ao novo Presidente saído dessa eleições indigitar um novo primeiro-ministro, ou então dissolver o parlamento.

 

Teremos, assim, umas eleições presidenciais desde já condicionadas pelos resultados de umas legislativas. E isso pode marcar toda a campanha. Uma vitória na segunda volta de um Presidente à esquerda pode significar, aí sim, um governo à esquerda. Isso significará que os portugueses podem determinar, através do voto presidencial, que os ovos caiam no mesmo cesto.

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Este comunicado da Presidência da República deve servir para contrapor essa notícia e outras do género.

 

Comunicado da Presidência da República

A Presidência da República procede à divulgação do seguinte comunicado:

 

“Como costuma acontecer em épocas de decisões políticas de maior importância, os órgãos de comunicação social procuram antecipar as decisões do Presidente da República, invocando fontes da mais diversa ordem.

 

O Presidente da República reafirma que as decisões que vier a tomar transmiti-las-á diretamente aos Portugueses ou através do Chefe da sua Casa Civil.”

 

Palácio de Belém, 15 de outubro de 2015

 

@Presidencia.pt

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Estou fascinado. Só faltou indicarem o que os camaradas e simpatizantes do partido haveriam de almoçar no sábado.

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Esse texto do sr. Arnaldo está incrível :lol:

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Tendo em conta o ressurgimento momentâneo do interesse na figura do camarada Arnaldo Matos, deixo aqui um vídeo de uma das suas prelecções à classe operária:

 

Editado por whatever

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Se nestas condições objectivamente favoráveis o Partido não alcançou nenhum dos objectivos políticos imediatos ao seu alcance - aumento substancial da votação nas listas do Partido e eleição de uma representação parlamentar - tal fica unicamente a dever-se à incompetência, oportunismo e anticomunismo primário do secretário-geral do Partido e dos quatro membros do comité permanente do comité central, que tudo fizeram para sabotar a aplicação do comunismo, do marxismo-leninismo, dos métodos de trabalho, do programa político e da linha de massas que sempre caracterizaram a vida e luta do Partido.

 

Garcia Pereira com os porcos.

 

 

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O Woyzeck sugeriu que fosse aberta uma nova votação:

 

Qual a melhor solução governativa tendo em conta os resultados eleitorais?

 

 

 

 

Quais são as soluções mais plausíveis de irem a votação para depois se abrir?

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Governo PSD/CDS com acordos pontuais com o PS

Governo PSD/CDS/PS

Governo PS com apoios pontuais (não rejeição) da esquerda

Governo PS/BE/CDU

 

Não há mais nenhuma, acho.

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Governo PS com apoios pontuais (não rejeição) da esquerda

 

Vuk, neste caso terá de ser sempre com votação a favor dos projetos do PS, uma vez que se abstiverem, o que também é uma forma de não rejeição, estes projetos podem ser chumbados pela coligação. Portanto penso que ficaria melhor: Governo PS com apoios pontuais (votações a favor) da esquerda.

Editado por Vaart

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Deixa ver o que o Vuk e o resto da malta diz, dado que eu posso estar enganado no raciocínio que fiz.

Editado por Vaart

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