JPNG Publicado 11 Novembro 2015 Não sei se já foi aqui postado, mas ri-me :lol: Compartilhar este post Link para o post
JackBauerPT Publicado 11 Novembro 2015 Eu considero-me de centro-esquerda, mas vejo cada comentário no facebook que só faz despertar em mim um animal estalinista. :mrgreen: Compartilhar este post Link para o post
Marlo Stanfield Publicado 11 Novembro 2015 Poderiam dar, sim. Mas a que prazo? E partindo do pressuposto que a EDP se manteria sempre no lucro até ao fim dos tempos? Mantendo um monopólio que prejudicava os consumidores? Obrigando os consumidores a pagar as ineficiências e projectos falhados da empresa? E essa conclusão teve em conta o impacto da receita imediata da venda da participação? Teve em conta o aumento da receita fiscal do Estado com a liberalização do mercado da energia e entrega da EDP a uma gestão de um grupo internacional bem sucedido capaz de expandir a empresa? Como em todas as privatizações, é dificil fazer o benchmarking entre a realidade pós-privatização e o que seria se a empresa tivesse continuado a operar sob a participação do Estado. Mas a verdade é que eu vejo, neste caso em específico, indícios fortes para que estejamos melhor após a privatização ter tido lugar ;) Ah, e o custo de oportunidade aí é no mínimo discutível. Ok, têm razão quando dizem que a empresa foi vendida numa altura em que o mercado estava em baixo e que poderiam ter obtido mais no futuro (vamos esquecer aqui que a privatização não foi feita apenas com base no melhor preço). E o facto de ter sido numa altura em que Portugal precisava de financiamento urgente (e estava obrigado pelo troika), tiveram isso em conta? É que se tivessem esperado, Portugal teria de ter arranjado uma fonte de receita alternativa (impostos ftw) e mais tarde quando já pudessem realizar um bom negócio, já não seria preciso vender. É preciso ter em conta também este facto quando se fala em custo de oportunidade :) É uma conclusão do Tribunal de Contas, parto do princípio que ponderaram bem sobre aquilo que tiveram em conta e que não tiveram. Como tu dizes fazer o Benchmarking pode ser muito complicado, e não vou ser eu com a minha pouco sabedoria na área a fazê-lo. Mas o que me parece lógico é que quando mostramos muito a necessidade de vender algo, vamos vender isso ao desbarato e as propostas vão ser baixas porque sabem que temos toda a vontade em vender. E foi aí que erramos. Claro que podes-me dizer que a nossa situação era pública... mas dúvido que não houvesse outra maneira de contornar o problema de forma a não parecer tão urgente a privatização de empresas que geram muito dinheiro e de enorme potencial. Nem falo da EDP em si, a EDP Renováveis é um sucesso claro de ano para ano, por exemplo, com cada vez mais parcerias com os EUA e recentemente com a Google. Mas tu tocas num ponto importante que é aquilo que eu sublinho. Tu falas que se não vendêssemos teríamos que ir buscar receita de forma alternativa (e dizes impostos ftw). Eu pergunto-te, onde iremos no futuro buscar receita quando precisarmos e já não houver mais nada para ser privatizado? Acho que deste tua a resposta, e aí a carga vai ser ainda maior sobre o povo. Parece-me claro que houve privatizações precipitadas e que foram feitas para interesse de privados (basta ver a quantidade de potenciais compradores que apareceram, eles não são burros, viram uma enorme oportunidade de negócio por algum motivo). Mas atenção, não vejam isto como um ataque exclusivo à coligação. Porque no tempo do Sócrates também houve situações ruinosas como as Parceria Publico Privadas, em que apesar de no papel e na sua definição terem todo o potencial para serem vantajosas se forem bem estruturadas, quando são assinadas por 1 parte que se deixa levar por luvas que vêm do privado é normal que acabem como ruinosas para o Estado. Porque se fossem negociadas de boa vontade, tinham potencial para ser positivas para ambas as partes. Compartilhar este post Link para o post
antifa Publicado 11 Novembro 2015 Morreu esta madrugada o Paulo Cunha e Silva, vereador da cultura da Câmara do Porto. Quem é da cidade, simpatizando ou não, sabe a importância que teve na mudança de paradigma em relação às artes e até na imagem que o Porto projeta nos últimos 2 anos. A noticia é realmente um choque. Já agora e porque trabalho com gente que era muito próxima dele, posso confidenciar que era o mais que provavel futuro ministro da Cultura de um governo PS. Compartilhar este post Link para o post
Tio Hans Publicado 11 Novembro 2015 Foi o homem que ressuscitou a cultura no Porto, após 12 anos de extermínio do Rui Rio. Uma enorme perda para a cidade. Adicionalmente, e a título de curiosidade, foi o primeiro tipo a tirar uma foto ao Casillas no Porto. Compartilhar este post Link para o post
Thor Odinsson Publicado 11 Novembro 2015 (editado) Eu acho é que isto não vai mudar nada, das duas uma, ou vamos ficar na mesma ou vamos ficar pior :mrgreen: Estar vivo é o contrário de estar morto. E vice-versa! Perguntam-me se conhecia pessoas que tiveram melhorias ao nível da qualidade de vida em algum aspecto, disse que conhecia casos, entre eles, na educação, e agora parecem querer meter-me na "boca" que a educação melhorou de uma forma geral. Não sei se interpretaram mal ou se foi da maneira que quiseram. O teu erro foi teres partido de um caso especifico (a realidade que conheces, as pessoas que conheces) e avaliares esse caso especifico como se fosse a globalidade. Pronto, parece que descambou. Estava-se aqui a debater e a trocar umas ideais até chegar a oposição com as suas ironias, sarcasmos e afins, tudo típico dos "debates" actuais. Pela última vez, estava-se a discutir casos concretos da vida de pessoas em particular, não a situação geral do país. No caso da educação, onde eu vivo fecharam meia dúzia de escolas já antigas para serem agrupadas num novo centro escolar. Num cenário antigo, numa escola algo deslocalizada e com poucas condições, os pais iam levar os filhos de manhã, iam buscá-los na hora do almoço, voltavam a levá-los no fim do almoço e iam buscá-los ao final da tarde. Neste novo cenário, os pais levam-nos de manhã, podem lá almoçar e vão buscá-los ao final da tarde. Caso não tenham aulas de tarde, têm assegurado transporte gratuito para quem ande no infantário/centro de estudos. Isto tudo para não falar das melhores condições para alunos, professores e funcionários, para além das vantagens de ter refeitório e de estar melhor localizado. Agora pergunto, há ou não pessoas com melhores condições ao nível da educação? O que é que interessa para os críticos? A educação está pior porque fecharam muitas escolas. Depois não nos venham pedir ajuda!!! :mrgreen: Editado 11 Novembro 2015 por Túrin_Turambar Compartilhar este post Link para o post
Ghelthon Publicado 11 Novembro 2015 O Aníbal já mostrou que está aziado. Compartilhar este post Link para o post
explosive Publicado 11 Novembro 2015 Governo corta verbas a Observatório por ter revelado números da emigração O relatório estava concluído desde Julho mas a sua publicação foi adiada pelo Governo para depois das eleições de Outubro. Mesmo assim, Observatório da Emigração antecipou os números. O Governo decidiu acabar com o financiamento do Observatório da Emigração (OEm) uma semana depois da divulgação no seu site dos números relativos á emigração em 2014, que se manteve nos níveis elevados de 2013, resultando numa notícia no PÚBLICO com data de 29 de Setembro, poucos dias antes das legislativas de 4 de Outubro. A decisão de pôr fim ao acordo (que estabelece esse financiamento) foi formalmente tomada pelo director-geral dos Assuntos Consulares e das Comunidades Portuguesas (DGACCP), o embaixador João Maria Cabral, que depende directamente do Secretário de Estado das Comunidades, José Cesário, nos primeiros dias de Outubro, logo a seguir às eleições. João Maria Cabral, enquanto director-geral, denunciou o protocolo estabelecido em 2008 entre a Direcção-Geral dos Assuntos Consulares e das Comunidades e o CIES – IUL (Centro de Investigação e Estudos de Sociologia – Instituto Universitário de Lisboa), numa carta que dirigiu ao reitor do ISCTE – IUL, na qual apontava os acontecimentos da semana anterior como uma “quebra de confiança”. O coordenador científico do OEm, Rui Pena Pires, não tem dúvidas de que a razão para a denúncia do protocolo de 2008 e o fim do financiamento ao OEm “foi exclusivamente a divulgação daqueles dados” da emigração que não favoreciam a tese do Governo ao mostrarem uma tendência para a emigração se manter em 2014 e não para abrandar como seria de esperar em ano de retoma económica, disse ao PÚBLICO. O académico e sociólogo entende a medida como uma retaliação do Governo perante a publicação das estatísticas, no final de Setembro, que mostravam que a emigração se mantinha num patamar elevado. Esses dados levavam o OEm a descrever um quadro preocupante apenas semelhante ao que Portugal viveu nas décadas de 60 e 70, quando os números anuais aumentavam ou estabilizavam em níveis elevados, durante anos seguidos. “Este protocolo está terminado”, confirmou ao PÚBLICO o secretário de Estado das Comunidades. José Cesário admite que “houve coisas que não correram bem” e que “o fluxo de informação várias vezes criou mal-estar”, mas não atribui directamente o fim do protocolo à divulgação, pelo OEm, de estatísticas que não beneficiavam o Governo, antes das eleições e antes da publicação do relatório na íntegra, ao expor os elevados números da emigração. O protocolo estabelece, desde 2008, que a DGACCP assegura as condições financeiras e outras necessárias ao seu funcionamento do Observatório; e que o CIES se responsabiliza cientificamente pela produção dos dados do Observatório, lembra Rui Pena Pires. A Lei do Sistema Estatístico, também de 2008, garante a todas as entidades que produzem estatísticas autonomia para decidir quando divulgar os dados. O OEm divulgou esses números, enquanto esperava pela publicação do relatório na íntegra, pela Secretaria de Estado, o que só viria a acontecer em 28 de Outubro. Em 2014, o relatório relativo a 2013 foi publicado em Julho. O mesmo estava previsto em 2015. Mas a publicação foi adiada, ficando prevista para meados de Setembro, o que novamente não aconteceu por decisão da DGACCP e da Secretaria de Estado das Comunidades. Rui Pena Pires defende que os dados foram divulgados em período eleitoral não para condicionar os resultados das eleições, mas a bem da transparência. “O que seria um tratamento eleitoral seria ocultar os dados por se estar em período eleitoral”, argumenta. O secretário de Estado das Comunidades tem outro entendimento. “[O protocolo] era para ter acabado há mais tempo. Foi feita uma reestruturação muito grande. Havia uma situação muito vantajosa para o ISCTE, que foi corrigida em 2012”, diz José Cesário em referência ao “apoio anual de 100 mil euros” depois reduzido em 2012. Desde então, passou a ser financiado com menos de 15 mil euros por ano, garantindo apenas uma bolsa de pós-doutoramento e meia bolsa de doutoramento a dois investigadores com os quais estavam agora três investigadores a produzir trabalho não remunerado. “Continuará a haver uma verba para um observatório externo”, diz José Cesário. “Mas agora o objectivo é dar continuidade ao observatório em articulação eventualmente com outras instituições de investigação sobre as migrações. O objectivo é não ficar confinado a apenas uma instituição. Abrir a outras instituições de ensino superior, que também possam concorrer.” E conclui: “Esta é a razão de fundo” para o fim do acordo. A actividade do OEm, iniciada em Janeiro de 2009, tinha como objectivos principais produzir e disponibilizar informação sobre a evolução e as características da emigração e das comunidades portuguesas; e contribuir para a definição de políticas nesse domínio. Rui Pena Pires garante que vai continuar, com ou sem financiamento público. O coordenador científico do OEm lembra que, ao contrário do que sugere o secretário de Estado, no modelo corrente de uma entidade que produz estatísticas sobre uma determinada área, é estabelecido um protocolo com uma universidade, mas não com várias universidades. E nota que o CIES foi escolhido por ter uma longa tradição de estatísticas sobre migrações, reconhecida pela avaliação da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT). Ver Mais: "Decapitar" o Observatório da emigração é um acto de vingança. Fonte: Publico Compartilhar este post Link para o post
Enzo Dios Perez Publicado 11 Novembro 2015 O Observador hoje esmerou-se. Compartilhar este post Link para o post
Sumudica by Night Publicado 11 Novembro 2015 Mesmo. Já ninguém acredita naquelas tretas dos truques para prolongar a bateria do smartphone. Compartilhar este post Link para o post
whatever Publicado 11 Novembro 2015 O Observador hoje esmerou-se. JMF a chamar jovens turcos à direcção do PS. :prayer: Compartilhar este post Link para o post
Marlo Stanfield Publicado 11 Novembro 2015 http://p3.publico.pt/actualidade/politica/18851/ate-ao-fim Compartilhar este post Link para o post
Vaart10 Publicado 11 Novembro 2015 JMF a chamar jovens turcos à direcção do PS. :prayer: Sabes que há uma fação no PS chamada jovens turcos, certo? Uma coisa comum a todos os elementos desse grupo é que apoiam António Costa. Compartilhar este post Link para o post
aarao73 Publicado 11 Novembro 2015 (editado) Boa mentira essa do observatório de emigração , atirar areia para os olhos da pessoas é feio. Editado 11 Novembro 2015 por aarao73 Compartilhar este post Link para o post
aarao73 Publicado 11 Novembro 2015 Onde está a mentira? Na cronologia dos acontecimentos, e o observátorio já tinha conhecimento que iria perder verbas, tal como muitos outros centros de investigação em portugal por exemplo(não sendo comparavel em certos casos). Noticia pa chafurdar e para dizer mal, apenas. Compartilhar este post Link para o post
whatever Publicado 11 Novembro 2015 Sabes que há uma fação no PS chamada jovens turcos, certo? Uma coisa comum a todos os elementos desse grupo é que apoiam António Costa. Mas eles chamam-se a eles próprios jovens turcos? Muito bom. :lol: Compartilhar este post Link para o post
Vaart10 Publicado 11 Novembro 2015 Mas eles chamam-se a eles próprios jovens turcos? Muito bom. :lol: Não sei se eles se apelidam de jovens turcos ou se os apelidaram. Vê estas notícias. Citação do jornal "Sol" online Jovens turcos do PS em contenção São relativamente jovens (na casa dos trinta anos), apoiaram todos António Costa contra Seguro e alinham ideologicamente na ala esquerda do PS. O vereador Duarte Cordeiro e os deputados João Galamba, Pedro Nuno Santos e Pedro Delgado Alves (por ordem, na foto, a comemorar em selfie a vitória de Costa nas primárias) são referência obrigatória quando se fala do futuro do PS. Mas, no presente haverá menos espaço para as suas posições inflamadas em matéria económica. A oposição interna ao segurismo ficou para trás e os socialistas precisam agora de um discurso mais moderado no ataque às legislativas. Ascenso Simões, ex-dirigente socialista, apoiante de Costa, indica ao novo líder a ‘linha justa’: “O PS confirma-se como uma força política moderada, distante dos “espirros gauchistas”. Em artigo de opinião, publicado no i, sob o título Costa e os 10 Compromissos para o Futuro, Ascenso é directo, no que toca às finanças públicas, recomendando que Costa se encaminhe para “uma não reivindicação absurda da renegociação ou da reestruturação da dívida”. Os ‘jovens turcos’ têm marcado terreno com posições mais radicais. Pedro Nuno Santos (o mais político do grupo) chegou a defender em 2011 a ‘insubordinação’ face aos credores. “Estou marimbando-me para os bancos alemães que nos emprestaram dinheiro nas condições em que nos emprestaram. Estou marimbando-me que nos chamem irresponsáveis. Nós temos uma bomba atómica que podemos usar na cara dos alemães e dos franceses. Ou os senhores se põem finos ou nós não pagamos a dívida”. O discurso, perante militantes do PS, fez com que o vice-presidente da bancada do PS, então liderado por Seguro, ficasse em causa. Acabaria por se demitir, meses depois, por “divergências” com a direcção do partido. Sem chegar ao ‘não pagamos’, Pedro Nuno Santos, que voltou agora a vice-líder do grupo parlamentar, continuou a pedir a reestruturação. “Com a resposta política que está a ser dada ao país, não haverá alternativa à reestruturação da dívida”, dizia, ao lado de Luís Fazenda e Francisco Louçã, na antepenúltima rentrée do Bloco de Esquerda. João Galamba, também economista, é outra voz que ousava pronunciar palavras tabus ao ‘centrão’ político, como haircut (um não pagamento parcial aos credores). “Qualquer alteração às condições do pagamento da dívida aos credores – sejam juros, sejam prazos, sejam montantes – é tudo haircut”, afirmava ao SOL, em Abril. Os conselheiros de Seguro e Costa Nos quatro longos meses de campanha eleitoral interna do PS, os dois candidatos escolheram a tropa. Seguro manteve a direção do partido (quase) unida e Costa recrutou no Parlamento. Ao telefone, por sms, pessoalmente, em reuniões, em comícios, na rua ou na internet, Seguro e Costa reuniram o pessoal de confiança, muitos amigos de longa data, para preparar estratégias, alinhar discursos e definir programas. Passaram quatro meses desde que António Costa desafiou a liderança de António José Seguro. O líder do PS respondeu com a marcação de eleições primárias e os dois candidatos estão desde então em campanha para convencer militantes e simpatizantes. Para o conseguir, juntaram uma equipa mais ou menos presente nas relações do dia-a-dia com os candidatos. António José Seguro manteve em linha aberta a maior parte dos membros da direção do partido, que continuam fiéis ao líder do partido. Álvaro Beleza, Eurico Brilhante Dias e Óscar Gaspar são uma espécie de três mosqueteiros em defesa do secretário-geral. Na guarda na Assembleia da República, com uma bancada parlamentar fragmentada nos apoios nestas primárias, está Alberto Martins. Ainda no Parlamento, Seguro tem o deputado João Soares – bastante ativo também nas redes sociais – e Francisco Assis. Seguro escolheu ainda dois pesos pesados para o ajudarem a dar a voz pela candidatura: Manuel Machado, presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses, é o mandatário da campanha e João Proença, o diretor. No terreno e na organização de estruturas, o líder do PS conta com o apoio de Miguel Laranjeiro (também deputado) e António Galamba. Nesta equipa, que funciona como o conselho de opinião do secretário-geral, está ainda Isabel Coutinho, líder das mulheres socialistas. António Costa reuniu uma equipa próxima maior que a de António José Seguro. No núcleo duro de apoio tem os “jovens turcos”, que ficaram assim apelidados quando mostraram discordância com o líder do PS, António José Seguro, no início de 2013. Os deputados Pedro Nuno Santos (também líder da Federação de Aveiro), Pedro Delgado Alves, João Galamba estão no núcleo de “jovens turcos” a que se junta também o deputado e líder da distrital de Lisboa, Marcos Perestrello. Nos pesos pesados, António Costa tem Carlos César, o mandatário de campanha e Ana Catarina Mendes como diretora de campanha. Pedro Silva Pereira, Ferro Rodrigues, Vieira da Silva e Fernando Medina são os outros quatro nomes mais fortes do núcleo de apoio ao autarca. Na estrutura conta com Marcos Perestrello e Duarte Cordeiro. E Maria Manuel Leitão Marques tratou do programa “Agenda para a década” No domingo, enfrentam-se nas urnas as duas estratégias e as duas equipas e se saberá quem irá disputar as legislativas contra o PSD de Passos Coelho. @Observador.pt Penso que o nome esteja, de alguma forma, relacionado com isto: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jovens_Turcos Compartilhar este post Link para o post
whatever Publicado 11 Novembro 2015 (editado) Jovens turcos é uma expressão muito usada e obviamente decalcada do movimento reformista que substituiu a monarquia absolutista no Império Otomano no princípio do século XX. Eu sei que é usada como uma expressão 'inócua' mas tendo em conta que, apesar de todas as reformas sociais, políticas e militares que levaram a cabo no país, o tal movimento dos jovens turcos acabou com o envolvimento do Império Otomano na 1ª Guerra Mundial pelo lado dos vencidos e numa operação de limpeza étnica que culminou com o genocídio de 1,5 milhões de arménios fico sempre desconfiado quando a expressão é usada por gente menos séria como é o caso do JMF. Já que se fala em história, ontem faleceu o Helmut Schmidt aos 96 anos: https://en.wikipedia.org/wiki/Helmut_Schmidt Editado 11 Novembro 2015 por whatever Compartilhar este post Link para o post
Mayday Publicado 11 Novembro 2015 Alguém que diga à coligação que eles já não são governo. Parece que hoje ainda achavam que estavam em funções. Compartilhar este post Link para o post
inacion Publicado 11 Novembro 2015 Alguém que diga à coligação que eles já não são governo. Parece que hoje ainda achavam que estavam em funções. São Governo até que haja um novo para assumir funções. Até lá são eles que têm que tomar decisões sobre o que acontece no dia à dia. Compartilhar este post Link para o post
Enzo Dios Perez Publicado 11 Novembro 2015 De certa forma até continuam, pelo menos quando o Cavaco anunciar o governo de gestão. Compartilhar este post Link para o post
Tio Hans Publicado 11 Novembro 2015 Alguém que diga à coligação que eles já não são governo. Parece que hoje ainda achavam que estavam em funções. São Governo e, legalmente, estão em pleno exercício de funções. Moralmente, é outra conversa. De certa forma até continuam, pelo menos quando o Cavaco anunciar o governo de gestão. O Cavaco não se pode sobrepor, em questões de governo, à AR. Seja governo de gestão ou não, tem que ser aprovado pela AR. Ora, o governo actual não pode voltar a ser nomeado porque foi chumbado pela AR. Um governo de iniciativa presidencial é perfeitamente legítimo e legal, mas, lá está tem que ser aprovado pela AR. E a esquerda já disse que tudo o que não seja um governo PS do AC, que o chumba. E voltamos ao mesmo. No máximo, o que o Cavaco pode fazer é tentar empatar o assunto. Nomeando um governo de iniciativa presidencial, para ser chumbado, pedindo mais garantias de comprometimento aos partidos de esquerda (e fazer isto até seria bastante coerente da parte dele), demorando a decidir, convocando personalidades, conselho de Estado e blá, blá, blá, depois mete-se Natal e Ano Novo, presidenciais etc e tal e quando se for a ver já a AR pode ser dissolvida. Mas era muito, muito feio. Compartilhar este post Link para o post
inacion Publicado 11 Novembro 2015 (editado) Uma grande lição que se retira desta situação é que devem ser evitadas eleições legislativas quando o Presidente da Republica tem os seus poderes limitados. Porque a melhor decisão era convocar novamente eleições para saber se a maioria das pessoas concordam com esta coligação de Esquerda, mas não é possível para já. Editado 11 Novembro 2015 por inacion Compartilhar este post Link para o post
Vaart10 Publicado 11 Novembro 2015 Alguém que diga à coligação que eles já não são governo. Parece que hoje ainda achavam que estavam em funções. Eles ainda estão em funções. Compartilhar este post Link para o post