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[FM2012] Operação Pentágono : THE END

Publicações recomendadas

Pelo menos por agora a situação financeira nao tem sido impedimento para um belo inicio de temporada!

Se continuar sempre assim não me poderei queixar D:

 

Estás até bem classificado na liga!

Boa sorte para os próximos jogos.

Obrigado ;)

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Cá estou eu com mais novidades desta aventura que me está a dar uma pica enorme. Despedimo-nos de Agosto com uma derrota como devem ter visto na actualização anterior mas no geral acho que tivemos um excelente inicio neste campeonato. Sem mais demoras, aqui está o resto da temporada, iniciada ontem, terminada hoje...

 

Apesar da derrota frente ao Dusseldorf, a equipa não se foi abaixo e voltou a entrar num ciclo de vitórias, ciclo esse que significou um novo recorde para o clube, foram seis jogos sem sofrer golos. Batemos equipas que eram fortes candidatas ao titulo, falo do Frankfurt que foi apontado ao 1º lugar e do Hoffenheim, um das mais poderosas equipas deste escalão. Ainda assim, espetámos seis bolas nos homens.

 

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Até meio de Outubro, tudo corria bem, até que recebemos o St. Pauli em jogo a contar para a taça e fomos afastados da mesma depois de um encontro equilibrado. Depois disto, não conseguimos reagir da melhor maneira e isso ficou demonstrado com mais duas derrotas nas jornadas seguintes. Tanto o Wolfsburgo como o Mainz têm bastante qualidade mas o 3-0 sofrido no Coface-Arena foi dificil de digerir. Ainda por cima, era o 200º jogo da minha carreira de treinador.

 

O regresso às vitórias aconteceu na recepção ao Friburgo, equipa que veio do escalão superior, aliás, tal como o Munique 1860, que derrotámos logo na jornada seguinte. Acabámos a primeira volta a vencer mas sem antes termos sofrido a segunda derrota diante do St. Pauli em menos de um mês, estava encontrado o meu carrasco.

 

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Entrámos em 2017 e abriu uma nova janela de transferências. No Aachen não houve qualquer alteração, infelizmente. A situação financeira do clube continuava mal e de mês para mês parecia pior. Felizmente, até esta altura, o curto plantel estava a dar conta do recado. O campeonato só regressou em Fevereiro e para manter a forma dos jogadores organizei cinco jogos amigáveis.

 

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Após longa paragem, entrámos em Fevereiro a vencer mas o pior estava para vir. Apareceu uma espécie de virus que trouxe lesões e expulsões a vários jogadores do plantel. Cheguei mesmo a ir para os jogos com apenas dois ou três jogadores no banco. Abateu-se uma má sorte em cima de nós, tudo corria mal e com isso veio a nossa pior fase da época, quatro jogos consecutivos sem vencer.

 

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Em inicio de Março estávamos em segundo logo atrás do Dusseldorf. Chegámos a ter uma boa vantagem em relação ao terceiro classificado mas depois desta série negativa, começei a temer o pior. Tanto podia ser campeão como nem sequer ser promovido.

 

À 26ª jornada, no jogo com o Hoffenheim, pude finalmente voltar a contar com a maioria dos jogadores que tinham estado lesionados e isso fez toda a diferença em campo. Os bons resultados voltaram enquanto víamos os nossos adversários a perder pontos, tanto o líder Dusseldorf como as outras equipas que lutavam pela promoção. As cinco vitórias consecutivas colocaram o Aachen no primeiro lugar da tabela e dependíamos apenas de nós para vencer a competição. Podíamos ter resolvido logo a coisa se tivessemos derrotado o Mainz, coisa que estivemos perto de fazer, não o conseguimos, e tal é a minha sorte, mais um campeonato que foi decidido na última jornada.

 

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Perder um campeonato na última jornada já custa mas perder um campeonato devido à diferença de golos ainda custa mais. Como já tinha acontecido com o Beijing, se o jogo acabasse ao intervalo, éramos campeões. Na segunda parte, nós sofremos o empate e o Dusseldorf colocou-se em vantagem na sua partida.

 

Fica um sabor amargo mas esta recta final foi brutal. Deu-me ainda mais gosto pois sei que superei todas as expectativas tendo em conta as condições que tinha à minha disposição.

 

 

ESTATISTICAS 2016/2017

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Aqui estão os números referentes a esta temporada. No geral, os jogadores corresponderam às minhas expectativas. Se não tivesse sofrido aquelas saidas no inicio da época, tínhamos sofrido menos e acho que teríamos sido campeões.

 

Adlung é o jogador que merece todo o destaque neste grupo. O médio alemão de 29 anos fez aqui a melhor época da sua carreira, foram 11 golos marcados e 14 assistências, nada mau para quem actuou quase sempre a nº10.

 

Visto que perdi este campeonato por diferença de golos, vale a pena olhar para os números dos nossos avançados. Os três pontas-de-lança juntos marcaram 15 golos durante este ano o que ficou muito abaixo do que eu estava à espera. Se tivesse um matador no plantel, toda a história teria sido diferente.

 

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E como não podia deixar de ser, as finanças do Aachen no final da época. Irei deixar o clube e irei sair de cabeça levantada pois fiz o meu trabalho. O clube que apresentou quase 6M de euros de prezuizo na última temporada, acabou esta com um prejuizo que nem chega aos 200 mil euros. Ainda assim, está longe de sair do buraco e por isso vou abandonar o Aachen à sua sorte. Deixei-os na 1. Bundesliga, espero que isso me traga trabalho.

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Como disseste as finacas nao estao bem mas seguiste para cima e agora vamos melhorar certament!

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Absolutamente excecional a tua conquista da liga dos campeoes asiatica, a eliminatoria contra o Guanghzou deve ter sido das mais emocionantes e épicas da história e foste um justissimo vencedor uma vez que venceste até equipas sauditas, muitos muitos parabens.

 

Viajando para a europa, já começas a trilhar o caminho do sucesso novamente na Alemanha muitos parabens :)

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Como disseste as finacas nao estao bem mas seguiste para cima e agora vamos melhorar certament!

Boa sorte para o Aachen. Eu vou fazer-me à vida :D

 

Absolutamente excecional a tua conquista da liga dos campeoes asiatica, a eliminatoria contra o Guanghzou deve ter sido das mais emocionantes e épicas da história e foste um justissimo vencedor uma vez que venceste até equipas sauditas, muitos muitos parabens.

 

Viajando para a europa, já começas a trilhar o caminho do sucesso novamente na Alemanha muitos parabens :)

Sim essa eliminatória de que falas foi qualquer coisa brutal. Não estava nada à espera mas o futebol é assim mesmo. Obrigado ;)

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Sai do Aachen com a esperança de que o meu trabalho na última época me trouxesse a possibilidade de treinar um clube de outro calibre. Vi muitos clubes sem treinador mas nenhum deles era aquilo que eu procurava. Apontei as minhas atenções para o México e Brasil. Foi apenas quase dois meses depois de me ter demitido que apareceu a oportunidade de que eu andava à procura.

 

Não foi a primeira vez que enviei o curriculo para o América, já tinha tentado antes de ir para o Aachen mas na altura não tive sucesso. O América parece-me o clube ideal para atacar a Liga dos Campeões Norte-Americana, não foi por acaso que a venceram em 2013 e 2014. É neste momento, um dos melhores clubes mexicanos e conta com um museu recheado de títulos. As finanças encontram-se bem de saude, as estruturas do clube são excelentes apesar do estádio ter feito 50 anos recentemente. O Estadio Azteca tem uma lotação de 105 mil lugares e espero que encha para ver o América a levantar troféus.

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Boa sorte nesse novo desafio :compinchas:

Obrigado ;)

 

Epa agora para o Mexico...isso é que é viajar...BS para este novo desafio

Não consigo parar quietinho :D Obrigado ;)

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Foi-me oferecido um contrato até Junho de 2021 e passarei a receber 66 mil euros por mês. Quando cheguei, faltava menos de um mês para o campeonato começar e por isso, já tinham sido feitas várias alterações no plantel a nível de transferências. Desse orçamento só me restava cerca de 4M de euros para ir ao mercado, mas por outro lado, tinha uma grande margem de manobra no orçamento salarial.

 

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Gostei do que vi no plantel de uma maneira geral, qualidade e quantidade. Apenas fiquei triste porque percebi que não tinha jogadores que executassem a minha táctica preferida, o 4-5-1. Podia ter vendido e comprado homens que pusessem o América a jogar assim, mas devido à falta de tempo, optei por implementar o 4-4-2 clássico.

 

Para cada posição, tinha dois ou três jogadores que a podiam desempenhar, excepto o lugar de médio esquerdo. Por isso fui buscar o Muñoz ao Seattle naquela que foi a minha primeira actuação no mercado. O avançado Asprilla já veio a poucos dias de fechar a janela de transferências, foi recomendado por um dos olheiros do clube mas não foi fácil trazê-lo. Tive que enviar o Aceves para o Benfica por empréstimo para ir buscar os 600 mil euros que faltavam para pagar o Asprilla e tive ainda de afastar um dos melhores jogadores do plantel devido ao limite de estrangeiros que posso inscrever. Por azar, esse estrangeiro que queria vender lesionou-se com gravidade e agora ninguém o quer.

 

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Na minha opinião, a baliza é o sector mais frágil do plantel. Tentei contratar um mas o que viesse teria de ser mexicano e, pelo dinheiro disponivel, não encontrei nenhum que trouxesse mais qualidade. A luta será entre Muñoz e González.

 

No centro da defesa não me irão faltar opções. Vai ser é uma dor de cabeça escolher os titulares entre estes quatro centrais. Apenas acho que deviam ter mais uns cinco centimetros em cima pois medem todos à volta do 1,84m. O brasileiro Luan Teixeira e o mexicano Briseño levam uma ligeira vantagem em relação à concorrência.

 

Para o lado direito da defesa, o mexicano Ibáñez é o preferido. Para o lado esquerdo falta-me uma segunda opcão de qualidade, Aldrete é o único homem que faz a posição naturalmente.

 

No meio-campo irei jogar com um médio mais defensivo e outro mais virado para o ataque. Patricio Araujo será o jogador que irá desempenhar a tarefa mais defensiva mas terá que ter cuidado com a concorrência. Salinas irá ter tarefas mais ofensivas apesar dele ser também médio defensivo. Aliás, este plantel conta com cinco médios, todos eles são médios defensivos de raiz. Irei alterar isso no futuro.

 

Ainda no meio-campo mas agora nos extremos, tanto na esquerda como na direita, irei ter dois jogadores à minha disposição, a luta pela titularidade será renhida. No lado direito, o Hobbit parece ser mais equilibrado nos seus atributos mas o jovem brasileiro Adilson tem o que se pede num extremo, velocidade e acelaração, é pena não ter um bom nível no que toca a cruzamentos para a área. Diego Rodriguez e o costa riquenho Muñoz, o menino que eu fui buscar, irão jogar na esquerda.

 

E se a baliza é o sector mais fraco desta equipa, o ataque é o mais forte. Tanto o Benitez como o Asprilla são excelentes avançados, nunca poderia deixar um deles no banco. O Benitez já toda a gente deve conhecer pois nas últimas edições do FM vai sempre parar a grandes clubes europeus. Quanto ao Asprilla, nunca me tinha cruzado com ele e foi amor à primeira vista. Para além de ter tudo o que um avançado precisa, é uma máquina nas bolas paradas, o que fazia falta neste plantel. Estou à espera de muitos golos desta dupla.

 

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Não foi só o plantel que sofreu alterações, o staff também foi melhorado pois dou bastante importância aos treinos dos meus jogadores seja em que equipa for. O ideal era ter contratado preparadores mexicanos mas os que encontrei não tinham a qualidade que eu procurava. Optei por trazer uma mistura de malta brasileira e argentina, afinal de contas, é tudo das Américas.

 

PRIMEIRA LIGA MEXICANA

Não sei se a maioria costuma treinar no México, eu cá nunca o tinha feito. A estrutura da competição tem tudo a ver com o campeonato argentino por exemplo. O campeonato é dividido em duas fases, a Fase de Abertura e a Fase de Encerramento. Por cada fase, joga-se um jogo contra cada equipa e no final, as primeiras oito classificadas apuram-se para os quartos-de-final. O sorteio dos quartos é feito da seguinte forma: a equipa que ficou no primeiro lugar joga com a equipa que ficou em oitavo, a que ficou em segundo joga com o sétimo classificado e por ai adiante. São jogos a eliminar disputados a duas mãos. A equipa que chegar à final e vencer é o campeão da respectiva fase. Isto foi o que percebi até ao momento mas penso que no final da Fase de Encerramento, cruzam-se os resultados de ambas as fases para se descobrir quem é o verdadeiro campeão.

 

O América é apontado ao primeiro lugar da competição. Veremos se não acuso a pressão.

 

Para além disto, temos uma Champions para ganhar!

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Antes da actualização propriamente dita, quero rectificar um dado que referi no último post. No final das duas fases, os resultados não são cruzados como eu tinha falado. Afinal, a Fase de Abertura não tem nada a ver com a de Encerramento. É como se fossem dois campeonatos diferentes. Quem vencer a primeira é o campeão do Abertura, quem vencer a segunda é o campeão do Encerramento. Agora, o que interessa...

 

Foi uma pré-época curta devido ao pouco tempo que tinha até começar o campeonato. Realizei apenas três jogos amigáveis onde contámos apenas com vitórias. 3-0 e 3-1 diante de equipas mais acessivéis e para fechar demos 4-0 ao Dorados, uma equipa do nosso campeonato.

 

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Em inicio de Agosto a bola começou a rolar nos relvados mexicanos e o arranque que tivemos não podia ter sido pior. Encaixámos duas derrotas logo nas primeiras duas jornadas. Frente ao San Luis massacrámos, dos nossos 20 remates entrou um golo, eles fizeram três e venceram por 2-1. Diante do Chivas, ai sim, não jogámos bem e a derrota ajustou-se à exibição. Foi apenas à terceira jornada que os resultados positivos começaram a aparecer e até ao final do mês já não perdemos mais pontos.

 

Nesta altura estávamos em 2º logo atrás do Tigres. Ainda havia muito para se jogar mas não me estava a agradar a facilidade com que os adversários chegavam ao golo.

 

Em Setembro não estivémos bem nos jogos fora. Se o empate no terreno do Tigres ainda se pode considerar normal, não gostei de termos sofrido a terceira derrota diante de uma equipa da segunda metade da tabela, isto apesar do Atlas estar a fazer uma época acima das expectativas. O destaque do mês vai para a vitória na recepção ao Pumas e aos quatro golos marcados por Benitez.

 

Outubro foi mais um mês de saldo positivo para as nossas aspirações. Fizemos apenas três jogos a contar para o campeonato e vencemos dois deles mas mais uma vez a nossa defesa voltou a fazer das suas no jogo com o Morelia. Massacrámos e vencemos com justiça mas quando se vê o nosso adversário marcar quatro golos quando apenas remataram três vezes à baliza, tudo pode acontecer.

 

Entrámos em Novembro apresentando o melhor ataque da prova mas estávamos no 4º lugar com menos um jogo jogado relativamente ao líder, o Monterrey. A faltar quatro partidas para o fim desta fase regular, ainda tinha esperanças de alcançar o primeiro lugar. A verdade é que estivémos pertissimo de o conseguir e apenas nos podemos queixar de nós próprios. Fomos ao terreno do Monterrey derrotá-los para na jornada seguinte deitarmos tudo a perder ao empatarmos com o Querétaro, numa partida onde podíamos ter espetado umas cinco bolas lá dentro. Foi tudo decidido na última jornada, mas não a nosso favor.

 

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Não sei se hei-de ficar contente ou chateado com esta classificação. Fomos apontados ao primeiro lugar no inicio da época e isso deve-se em grande parte ao poder finaceiro que o América tem. De facto, a diferença é grande em relação às outras equipas. No entanto, os nossos adversários têm em mãos planteis recheados de qualidade o que torna este campeonato super competitivo e inesperado, nunca se sabe quem sairá vencedor de determinado jogo.

 

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Bem, ficámos em segundo e por isso, foi o Pumas, sétimo classificado, a medir forças com a nossa equipa. Fizemos uma primeira mão horrivel e acabámos por sofrer a pior derrota da época até à altura. Não reconheci a equipa. Recebemos os gajos para a 2ª mão sabendo que a tarefa era dificil. O dificil tornou-se impossivel aos 12 minutos do encontro, altura em que já perdiamos por 2-0, ficando o agregado em 6-1 para o Pumas.

 

O que aconteceu depois fez-me lembrar aquele jogo da Champions asiática onde o meu Beijing enfrentou o Guangzhou. Nos últimos 15 minutos da primeira parte virámos o jogo para 3-2. Após o intervalo, em sete minutos chegámos ao 5-2, o agregado estava em 6-6 mas a vantagem era do Pumas. Ainda tínhamos mais de meia hora para jogar e só precisávamos de um golo. Tentámos, tentámos e nada, o golo não aparecia. Já estava resignado com a derrota quando o Benitez fez levantar quase 80 mil adeptos das bancadas aos 93 minutos. 6-2, resultado final, hat-trick de Benitez e hat-trick de Asprilla, estávamos na meia-final.

 

Recuperados do susto, o momento era de concentração pois ainda tinhamos de derrotar o Cruz Azul para chegarmos à final. Apesar da sua má classificação, o Cruz Azul é um dos maiores clubes mexicanos tendo ganho esta competição várias vezes nos últimos anos. E não foi por acaso que derrotaram o Monterrey nestes quartos de final. E também não foi por acaso que repetiram o feito connosco. Voltámos a entrar mal na eliminatória e era dificil voltar a acontecer um milagre. Diante de dois resultados destes não há nada a dizer. O Cruz Azul encontrou o Tigres na final e venceu por 4-1 no conjunto das duas mãos.

 

 

LIGA DOS CAMPEÕES

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Primeiro objectivo para esta competição alcançado com sucesso. Éramos de longe a melhor equipa deste grupo que contava com o Saprissa de Costa Rica, com o Fort Lauderdale dos Estados Unidos e com o Metapan de El Salvador. Ainda assim, não me livrei do susto depois de termos empatado nas primeiras duas jornadas. A coisa entrou nos eixos, passámos em primeiro com seis pontos de avanço, melhor ataque e melhor defesa.

 

Os quartos de final terão lugar em Março onde temos encontro marcado com os americanos do San Jose.

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Bons resultados obtidos na Champions!

Obrigado. Grupo fácil ;)

 

O campeonato mexicano é muito esquesito...entao o 9º é que foi campeao?

Não foi o 9º, foi o 8º, mas sim, basicamente não importa em que lugar se acabe desde que seja nos primeiros oito lugares. A única coisa é que se recebe mais dinheiro dependendo da posição.

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O campeonato mexicano pára durante cerca de mês e meio depois da Fase de Abertura. É a altura para as equipas recuperarem as forças e irem ao mercado caso queiram. Durante esse longo período, organizei seis partidas de carácter amigável não só para manter a forma dos jogadores, mas também para subir a moral da equipa que ficou em baixo depois dos resultados do Abertura. Foram seis partidas diante de adversários fáceis, conseguimos seis vitórias onde marcámos mais de 30 golos.

 

Em relação ao mercado, houve mudanças no nosso plantel. Consegui arranjar clube para o avançado Aristeguieta que rendeu 2,6M de euros aos cofres do América. Quanto a caras novas, apresentámos duas. O defesa lateral Cercado que apesar de ter sido um negócio feito pelo antigo treinador, foi bastante útil para mim. Chegou ainda o mexicano Carlos Vela que se encontrava livre no mercado e foi sem dúvida um grande reforço de Inverno.

 

Não posso deixar de falar das finanças do clube que atravessam um mau momento por esta altura. O América apresenta um prejuizo de mais de 11M de euros nesta temporada e não percebo o porquê disto. Os salários dos jogadores estão muito abaixo do limite imposto pela direcção, o problema é que prémios em dinheiro, nem vê-los. É estranho mas aqui não se ganha nada pelas vitórias na Liga dos Campeões.

 

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Entrámos muito bem na segunda fase da época alcançando três vitórias nas primeiras três jornadas. O reforço Vela entrou também muito bem no plantel deixando a sua marca com três golos, confirmando ter sido uma boa aposta.

 

Em Fevereiro continuámos com os bons resultados, apenas temos a lamentar o empate injusto na recepção ao Pachuca. Na verdade, posso dizer que as exibições foram melhor do que os resultados tal foi o nosso dominio dentro de campo. Neste mês alcançámos vitórias de grande importância diante do Cruz Azul e do Pumas e à oitava jornada estávamos isolados na liderança do campeonato.

 

Foi também nesta altura que perdi dois jogadores que estavam a ser importantes para a equipa mas achei que os negócios eram bons para o América. Adilson e o central Luan Teixeira sairam por empréstimo por cerca de 2,5M de euros e eu acabei a receber criticas por isso. Continuei a ter opções pois fui à equipa B buscar dois jogadores.

 

Em Março voltou-se a jogar a Liga dos Campeões o que preencheu o nosso calendário mas isso acabou por não afectar a nossa boa forma. Respirávamos saude mas ainda não sei como fomos sofrer a primeira derrota diante de uma equipa como o Morelia. Acabou por ser apenas um acidente de percurso pois regressámos logo às vitórias e a liderança do campeonato ainda era nossa. Continuávamos com três pontos de vantagem em relação ao Toluca que estava a fazer uma época muito acima das expectativas. A entrada no play-off foi garantida neste mês, restáva-nos segurar o primeiro lugar.

 

Aqui no México, Abril é mês de decisões. Já percebi que tanto faz ficar em primeiro ou em oitavo na classificação, a única diferença é o prémio monetário que se recebe no final, pois em relação ao título de campeão, até uma equipa que acabe em oitavo pode recebê-lo. Mas é claro, o primeiro lugar foi sempre o meu objectivo e depois de passar toda esta fase na liderança, não fazia sentido perdê-la agora. Assim sendo, traduzimos em vitórias as últimas quatro jornadas do campeonato e partimos para o play-off na máxima força.

 

 

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A classificação final ditou que jogássemos os quartos de final com o Puebla. Isso agradou-me pois nas duas partidas onde os enfrentámos antes, eles mostraram que não tinham argumentos para nos vencer. Tal não foi o meu espanto quando apenas conseguimos um empate na primeira mão da eliminatória. O pior é que eles foram melhores que nós que nem uma defesa forçámos o guarda-redes adversário a fazer. Felizmente, voltámos a mostrar o nosso valor e arrumámos a questão no nosso estádio facilmente.

 

O Pumas foi o adversário que se seguiu o que me trouxe à lembrança a eliminatória da Fase de Abertura. Já os tínhamos enfrentado nestas circunstâncias e na altura apenas um milagre fez com que seguissemos em frente. Aqui a coisa voltou a ficar feia pois, mais uma vez, não conseguimos vencer a primeira mão. O pior foi que tivemos a ganhar por 2-0 e deixámos o passarinho fugir. Uma exibição mais conseguida na segunda mão fez com que conseguissemos dar a volta à eliminatória. Foi mais um susto.

 

Em Maio marcámos presença na grande final tendo como adversário o Cruz Azul, a equipa que nos afastou da Fase Abertura e que a acabou por vencer. Não há duas sem três mas parece incrivel que não tenhamos conseguido vencer uma vez sequer a primeira mão de uma eliminatória. A mesma equipa que apenas sofreu uma derrota em toda a fase regular parece que não é a mesma quando disputa estes play-offs. Voltámos a complicar todas as contas ao perdermos por 3-1 num jogo que até foi equilibrado. Tivemos a perder por 3-0 e mesmo a jogar com menos um homem conseguimos reduzir o que trouxe esperança à equipa para a segunda mão.

 

No derradeiro jogo lá mostrámos do que é que somos feitos e transformámos o Cruz Azul numa equipa comum. A partida foi completamente dominada por nós. 21 remates à baliza e 60% de posse de bola mostram bem o quero dizer. Venciamos por 3-0 aos 80 minutos e caminhávamos a passos largos para o título quando a defesa resolveu adormecer num lance de bola parada. O Cruz Azul reduziu e empatou a eliminatória. Não conseguimos desfazer o empate durante o prolongamento e a decisão foi para as grandes penalidades. Ai a sorte sorriu-nos finalmente, apenas o avançado Benitez foi infeliz nas cobranças, mas acabámos a levantar o caneco. CAMPEÕES!!!

 

 

LIGA DOS CAMPEÕES

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Regressamos agora a Março para falarmos numa coisa muito importante: a Liga dos Campeões. O México estava bem representado na competição pois para além de nós, o Cruz Azul e o Toluca também marcavam presença nesta fase. Os norte-americanos do San Jose foram uma presa fácil para a nossa equipa. A passagem à fase seguinte nunca esteve em causa desde o primeiro minuto da primeira mão.

 

O adversário seguinte já pedia mais respeito. O Cruz Azul já nos causou vários problemas mas aqui a conversa foi outra e acho que o factor chave foi termos jogado a primeira mão no nosso estádio. Ainda assim, o resultado não foi o melhor tendo em conta o que se passou dentro de campo. Já venciamos por 2-0 aos 15 minutos do encontro e deixámo-nos adormecer concedendo o empate ao adversário no inicio do segundo tempo. O pior é que o Cruz Azul pouco tinha feito para o merecer. Felizmente, tivemos um Edgar Andrade em grande, um dos jogadores que fui buscar à equipa B a meio da época, foi ele o autor dos outros dois golos. O nosso adversário fez quatro remates e marcou três golos.

 

Estava com algum receio quando fomos jogar no Estadio Azul a segunda mão desta eliminatória. Foi apenas com mais uma grande exibição que resolvemos esta disputa já na segunda parte quando o marcador estava 1-1. Nessa altura estávamos em vantagem numérica o que nos deu uma ajudinha. De qualquer maneira, fomos a melhor equipa em ambos os jogos e seguimos para a final.

 

Final esta que foi jogada a duas mão também. O Toluca foi o nosso inesperado adversário, fizeram um bom campeonato e alcançaram a final da Liga dos Campeões, estão de parabéns pois as previsões nem os colocavam na primeira metade da tabela. O Toluca nunca foi equipa capaz de nos criar dificuldades no campeonato e aqui a coisa não foi diferente. Uma final a duas mãos é sempre bom no caso de precisarmos de corrijir um primeiro mau resultado mas aqui nem foi preciso. Obtivemos duas vitórias repletas de justiça.

 

Esta verdadeira conquista deve-se sobretudo a dois homens. Primeiro ao Benitez que marcou 10 golos tornando-se no melhor marcador da competição. E depois ao Asprilla não só pelos 8 golos marcados mas também pelas 11 assistências que fez. Uma dupla de ouro.

 

ESTATISTICAS DA ÉPOCA 2017/2018

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Meus senhores, estes são os números por detrás de uma época de sucesso. Não consigo deixar de salientar a enorme época que a minha dupla de avançados fez. A melhor coisa que fiz foi ter abdicado de um bom avançado que já tinha no plantel para trazer este talento colombiano chamado Asprilla. O homem fazia tudo em campo, só um grande jogador marca 35 golos e ainda arranja tempo para oferecer outros 38 aos colegas. Asprilla foi considerado o Avançado do Ano, o Jogador do Ano e foi o segundo melhor marcador do campeonato. Claro, o melhor marcador foi o Benitez que também não teve nada mal.

 

Diego Rodriguez recebeu também o prémio de Médio Ofensivo do Ano. A Equipa do Ano conta com cinco jogadores do nosso plantel: Reyes, Bermudez, Diego Rodriguez, Benitez e Asprilla. Eu cá podia ter ganho o prémio de Treinador do Ano que não fazia mal...

 

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Como já tinha mencionado, a situação financeira do América vinha a degradar-se de mês para mês e no final da época os números chegaram aos 16M de euros negativos. É incrivel que mesmo no mês onde fomos campeões do México e onde vencemos a Liga dos Campeões, o saldo seja negativo. Os prémios que o plantel recebeu por ter ficado em segundo na Fase de Abertura e em primeiro na Fase de Encerramento foram superiores ao dinheiro que o clube recebeu pelos dois títulos...

 

Estava à espera de continuar aqui mais uma época pois não pensei que fosse possivel vencer logo a Champions, até já tinha assegurado a contratação de três jogadores para a próxima temporada. Superei as minhas próprias expectativas e por isso vou-me fazer à estrada. Ainda tenho três Ligas dos Campeões para vencer.

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12 dias. Foi esse o tempo que estive sem trabalho, foi esse o tempo que demorou até aparecer a proposta que eu tanto esperava. Depois de sair do América, a minha vontade estava em seguir para a Argentina, Brasil ou África do Sul. Qualquer um destes países servia para atacar a próxima Liga dos Campeões. Não me cheguei a candidatar a nenhum lugar mas estive quase a enviar o curriculo para o Velez, clube argentino que se encontrava sem treinador. Não o fiz, e pouco tempo depois apareceu o convite do São Paulo do Brasil. Depois de uma rápida visita ao clube, aceitei o desafio.

 

O São Paulo é um clube histórico no Brasil, disso ninguém tem dúvidas, mas nos últimos anos perdeu um pouco da sua mistica e os resultados obtidos nas últimas épocas provam isso mesmo. A última vez que venceu o Brasileirão foi em 2011. Em 2012 ficou em segundo e a partir dai tem acabado a meio da classificação. Apesar destes resultados, o São Paulo tem estabilidade financeira e por isso, potencial para voltar à ribalta do futebol brasileiro.

 

Quanto ao contrato que me foi oferecido, irei receber 69 mil euros por mês durante os próximos quatro anos.

 

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À minha chegada ao clube, a vida não estava fácil para o São Paulo que ocupava quase o último lugar da classificação. Apenas tinham sido jogadas sete jornadas e por isso haverá mais do que tempo para dar a volta à situação.

 

O meu principal objectivo para esta primeira temporada será conseguir colocar o clube na Copa Libertadores, o que significa que teremos que alcançar pelo menos o 5º lugar. Isso irá dar-nos acesso à Fase Preliminar da competição. Se olharmos com atenção para a classificação, é um objectivo que não é em nada impossivel pois apesar da posição que ocupamos, estamos apenas a 5 pontos do 5º lugar.

 

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Este é o plantel que encontrei à minha disposição. Não vai ser fácil subir a auto-estima destes jogadores mas penso que com tempo, iremos lá. É um plantel com uma média de idades um pouco alta mas é maioritariamente brasileiro, o que vai ajudar na comunicação treinador-jogadores.

 

Encontrei aqui alguns jogadores que conheci nesta minha curta carreira de treinador. Temos o Luan Teixeira, defesa central do América que foi emprestado por mim mesmo ao São Paulo. Conheço ainda o avançado Muriqui que jogava no Guangzhou quando eu treinava o Beijing. Deu-me grandes dores de cabeça na altura, espero que agora me seja útil.

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Estou de volta para apresentar mais uma época que passou a fugir. Aceitei este desafio aliciante que era pegar na equipa do São Paulo, na altura muito mal classificada, e trazê-la de novo ao topo do futebol brasileiro. Foi uma temporada longa mas que deu os seus frutos.

 

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Começando pelos primeiros jogos onde estive à frente do clube, quem diria que o São Paulo vinha de uma chicotada psicológica. A minha estreia no Brasil foi diante do Grêmio, uma equipa que apesar de ter qualidade, passou quase toda a época abaixo da linha de água escapando à despromoção apenas na recta final. O adversário foi o ideal para regressar às vitórias. Os dois primeiros meses no clube correram de feição, apenas perdemos 4 pontos entre Junho e Julho e posso dizer que foram pontos perdidos com injustiça. Esta sequência de resultados positivos levou-nos até ao 3º lugar logo atrás do Internacional e do líder Corinthians. O mais dificil estava feito, agora só tinhamos de nos manter por ali.

 

Agosto colocou-nos à prova pois enfrentámos equipas com bastante história na Série A. Conseguimos passar o mês sem qualquer derrota, o que é óptimo, mas a equipa pareceu ter entrado num estado a que vou chamar de serviços minimos. Foi uma fase onde não gostei do futebol jogado. Tirando o empate em casa do Internacional, dominámos as outras partidas de tal maneira que podiam ter acabado sempre em goleada. No entanto, parecia que era preciso aparecer um central num lance de bola parada para resolver o jogo a nosso favor ou às vezes, até mesmo um auto-golo do adversário.

 

Foi em Setembro que chegámos pela primeira vez à liderança do campeonato apesar de termos apenas aguentado lá uma jornada. Foi depois de uma histórica vitória diante do Santos onde ainda alinha o Neymar. O São Paulo já não os vencia havia seis jogos. O calendário não perdoava e na jornada seguinte visitámos o Corinthians, empatámos a duas bolas e voltámos ao segundo lugar. Também não durámos lá muito tempo pois as três vitórias nas três jornadas seguintes voltaram a colocar o São Paulo em primeiro com dois pontos de vantagem em relação à concorrência. Foi também neste mês que iniciámos o nosso percurso na Taça Sul-Americana e as semanas começaram a parecer curtas para tantos jogos. Ainda bem que tinha um plantel cheio de opções à minha disposição.

 

A luta no topo da classificação continuou renhida durante o mês de Outubro. Voltámos a sofrer uma derrota no campeonato, coisa que não acontecia desde Julho. Foi em casa na recepção ao Botafogo, e não me posso queixar pois não jogámos nada. De resto, só vitórias com boas exibições à mistura. Quando o mês acabou faltavam seis jornadas para o final da competição e a liderança ainda era nossa. Estávamos 4 pontos à frente do Internacional, o 2º classificado, e tínhamos 7 pontos de vantagem em relação ao Corinthians, 4º classificado, entre eles estava o Santos.

 

O ritmo não abrandou em Novembro, ainda estávamos na Taça Sul-Americana e a luta pelo título estava ao rubro. A derrota inesperada no terreno do Atl. Paranaense deixou a concorrência mais perto e na jornada seguinte, quando cedemos um empate em casa diante do Internacional, segundo classificado, o Corinthians aproveitou para reentrar na luta a duas jornadas do fim. Os primeiros três lugares estavam separados apenas por três pontos e nós éramos o alvo a abater.

 

Com duas jornadas apenas por disputar, tínhamos boas hipóteses de alcançar o título mas o calendário não era pêra doce. Visitávamos o Cruzeiro e recebíamos o Palmeiras na jornada final. Frente ao Cruzeiro conseguimos uma vitória um pouco folgada num jogo que até foi equilibrado. Estava tudo em aberto à entrada para a 38ª e última jornada, aliás, como tem acontecido em quase todos os campeonatos deste save. Uma coisa era certa, o título iria ser decidido na cidade de São Paulo pois para além do nosso jogo, o Corinthians iria receber o Internacional. Uma derrota diante do Palmeiras nunca nos iria servir e o empate apenas serviria no caso de haver também empate no outro jogo mas não podíamos ficar à espera disso.

 

Aos 20 minutos já o Elkeson tinha colocado o Corinthians a vencer. Aos 32 foi a vez do central Luan Teixeira fazer o mesmo por nós. Estávamos a jogar bem e tínhamos o adversário controlado. Ao intervalo, o 1-0 mantinha-se nas duas partidas, nós continuávamos na liderança. Logo após o reinicio das partidas, o Corinthians alargou a vantagem para 2-0 e já jogava com mais um homem, aí percebi que não podíamos mesmo perder pontos. O balde de água fria chegou aos 61 minutos quando Méndez conseguiu o empate para o Palmeiras no seguimento de um canto, foi o único remate que fizeram na direcção da nossa baliza em todo o jogo. Nesta altura já o Corinthians vencia o Internacional por 3-0 e nós tinhamos apenas meia hora para desfazer o empate. Fomos para cima com tudo mas nunca encontrámos o caminho para a vitória. Fizemos 22 remates, eles fizeram apenas três, 1-1 foi o resultado final e foi assim que perdi mais um título. O Corinthians venceu o campeonato graças à diferença de golos e parece-me que já vi isto em qualquer lado.

 

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Quando aqui cheguei, o clube já tinha sido afastado da Copa do Brasil, curiosamente, pela equipa equipa do Palmeiras, o nosso carrasco no campeonato. Na Copa Libertadores nem chegou a entrar devido à má classificação da época passada. Restava-me a mim esta Taça Sul-Americana para disputar para além do campeonato. O objectivo era chegar o mais longe possivel na competição sabendo que podia encontrar boas equipas pelo caminho como o River ou o Boca Juniors da Argentina. Um facto a nosso favor: Nas últimas sete edições este troféu foi ganho por equipas brasileiras.

 

Entrámos nesta competição numa altura em que a equipa apenas estava a cumprir os requisitos minimos, como já disse anteriormente. Prova disso foi o empate caseiro a zero diante de uma equipa acessivel como o Atl. Paranaense. A eliminatória apenas foi decidida na 2ª mão aos 92 minutos quando um dos nossos centrais foi lá à frente resolver o problema.

 

A partir daqui acho que tivemos bastante sorte nos sorteios. Para chegar à final eliminámos o Oriente Petrolero da Bolivia, o Alianza do Perú e o Argentinos da Argentina, este último talvez o adversário mais complicado que encontrámos. Na grande final tivémos encontro marcado com o Deportivo Táchira da Venezuela numa eliminatória jogada a duas mãos. Como já tinha referido uns tópicos antes, uma final jogada a duas mãos é sempre bom no caso de querermos rectificar um primeiro mau resultado. Foi o que aconteceu aqui depois de um mau jogo na Venezuela. Já no nosso recinto não demos qualquer hipótese a este desconhecido adversário e a superioridade da nossa equipa foi notável. Com dois golos em cada parte, vencemos e levantámos o caneco.

 

Não me irei alongar muito em relação às estatiscas desta temporada. Apenas não posso deixar de salientar a importância que teve o Lucas Moura no nosso trajecto durante esta época. É o melhor jogador do plantel, facto de que fui logo avisado quando cheguei ao São Paulo.

 

Os objectivos foram alcançados, agora irei rever alguns contratos, dispensar quem não faz falta e tentar melhorar a equipa para que possamos atacar a Libertadores já no próximo ano.

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Bem mas ja mudaste de pais...bem GL em SP

Missão cumprida no América, siga viagem. Obrigado ;)

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