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Red Prince

Saúde

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O Vaart vai-me matar (ou não), mas acho que um psiquiatra te ajudaria melhor do que um psicólogo. Vai à tua médica de família, explica tudo direitinho e se ela não se armar em esperta passa-te um P1 para psiquiatria no hospital de referência.

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Porque dizes isso Red?

Eu até fiquei com a sensação que ela nem deu muita importância a isto quando viu que os exames não acusavam nada. Disse que poderia estar relacionado com ansiedade e pronto. Eu é que tive de lhe perguntar se valeria a pena ir a um psicólogo. Esta semana tenho consulta outra vez e vou insistir um bocado mais com ela.

Obrigado desde já a todos.

Editado por jplobo

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Provavelmente porque o psiquiatra te pode receitar ansiolíticos dos que funcionam mesmo :mrgreen:

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Não, mas há casos em que é preciso um "suporte" para aguentar a terapia que o Psicólogo faz, e o Psicólogo não podendo receitar medicamentos convém ter contacto com um Psiquiatra para facilitar as coisas.

 

No meu caso tenho melhorado bastante somente com a ajuda da Psicóloga que me está a acompanhar, já conseguindo fazer a maioria das coisas básicas do dia-a-dia que tinha deixado de conseguir fazer, mas agora quando for testar coisas mais dificeis e ligadas directamente ao meu problema não sei se conseguirei aguentar só com a ajuda da terapia psicológica.

Editado por Rugido

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Uma coisa é complementar psicoterapia com um psicofármaco (em casos com severidade grave), outra é só utilizar a medicação como solução.

 

E a medicação não é para aguentar a terapia do psicólogo :mrgreen:

 

Rugido, no teu caso, é uma perturbação de ansiedade? Em que fase do processo de intervenção estás? Aprendizagem de técnicas de relaxamento, reestruturação cognitiva ou exposição imagética/in vivo?

Editado por trz

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E vai tomar isso a vida toda?

calma 13

 

É óbvio que não pode, mas parece-me que por agora precisa. Até que há gente para quem a terapia não resulta. No meu caso por exemplo não me fez grande diferença

Editado por Grillo

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Não precisa de fazer medicação para o resto da vida, mas parece-me pelo relato que neste momento não lhe fazia mal certamente ser avaliado por um especialista. Aliás, o psiquiatra não tem necessariamente de prescrever nada, a diferença é que pode fazê-lo. E mais ainda: pode, pelo que interpreto pelas últimas linhas do texto, haver um componente depressivo associado à eventual sintomatologia neurótica.

 

Só uma coisa: alguma vez foste visto por otorrino ou neurologia na idas à urgência?

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Uma coisa é complementar psicoterapia com um psicofármaco (em casos com severidade grave), outra é só utilizar a medicação como solução.

 

E a medicação não é para aguentar a terapia do psicólogo :mrgreen:

 

Rugido, no teu caso, é uma perturbação de ansiedade? Em que fase do processo de intervenção estás? Aprendizagem de técnicas de relaxamento, reestruturação cognitiva ou exposição imagética/in vivo?

 

Expliquei-me mal :mrgreen:

 

Opah eu não percebo bem isso e termos técnicos não é comigo, mas o que eu tenho é Agorafobia e o que tenho feito além das consultas com a Psicóloga é exposição às situações dificeis para mim e tentar ultrapassá-las, na última sessão comecei com as técnicas de relaxamento.

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Porque dizes isso Red?

Eu até fiquei com a sensação que ela nem deu muita importância a isto quando viu que os exames não acusavam nada. Disse que poderia estar relacionado com ansiedade e pronto. Eu é que tive de lhe perguntar se valeria a pena ir a um psicólogo. Esta semana tenho consulta outra vez e vou insistir um bocado mais com ela.

Obrigado desde já a todos.

 

Quanto a isto... pá, não quero de todo generalizar. Mas tenho pena que apesar da imensa oferta formativa das farmacêuticas (até eu como IAC tenho um livrinho já super-útil de saúde mental em cuidados de saúde primários...) acho que é das vertentes mais negligenciadas em MGF. E é-o em todos os sentidos. Seja em modificar medicação psiquiátrica sem profundo conhecimento, seja por negligenciar sintomatologia depois de excluir eventual doença orgânica mais grave - que parece ter acontecido contigo. E é pena, porque a saúde mental afecta grande parte da população e se são tão bons - e são! - a seguir, por exemplo, as últimas guidelines de hipertensão, diabetologia, doença renal crónica... podiam ser também assim tão bons no capítulo da saúde mental.

 

Ou então fui eu que tive sempre algum azar em todas as consultas que acompanhei de vários especialistas de MGF. Ou ser eu a estar errado :mrgreen: mas por incoerente que pareça como futuro ortopedista sempre gostei de saber e ler até de forma autodidacta sobre saúde mental.

 

Expliquei-me mal :mrgreen:

 

Opah eu não percebo bem isso e termos técnicos não é comigo, mas o que eu tenho é Agorafobia e o que tenho feito além das consultas com a Psicóloga é exposição às situações dificeis para mim e tentar ultrapassá-las, na última sessão comecei com as técnicas de relaxamento.

 

Atenção! Só para que fique bem claro, há variadíssimas terapias não farmacológicas com efectividade mais do que comprovada! A saúde mental é um excelente exemplo de cooperação, de equipas multidisciplinares, quando, naturalmente, bem implementada.

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jplobo parece-me que pelos teus sintomas também possa ser sindrome vertiginoso, mas não sou médico :mrgreen: eles provavelmente sabem melhor que eu

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Já que estamos a falar disto... apetece-me lançar um outro tema. Há um desconforto generalizado na população com psicofármacos. Nota-se claramente uma reacção diferente na prescrição de um anti-hipertensor, de um protector gástrico, de um analagésico para qualquer tipo de psicofármaco! Um exemplo evidente é a prescrição de psicofármacos com efeito de relaxante muscular (objectivo) numa lombalgia aguda, que é extremamente frequente na sequência de contracturas musculares. É raro o dia que num serviço de urgência não seja prescrito um valium (diazepam) e que as pessoas associam ao seu uso como ansiolítico ou sedativo. "Oh dr, mas eu durmo bem e não tenho problema nenhum de cabeça, porquê isto?!". Claro que é a nossa função explicar o porquê de cada prescrição, mas estranho que seja um assunto quase tabu, em que é preciso recorrentemente explicar e é aceite com tão pouca naturalidade pelo doente. Ao contrário dos outros exemplos que citei antes, em que o doente aceita com a maior das tranquilidades o medicamento do colesterol, e da tensão, e da protecção do estômago, ou até o que pede o antibiótico sistematicamente mesmo quando não é, de todo, necessário e é uma trabalheira para explicar o porquê - é a situação diametralmente oposta...

 

Aliás, isto é tão frequente que até eu andei, na última semana, à rasca, todo torto (literalmente, com uma escoliose aparente brutal, verdadeira torre de Pisa andante), com uma dor muito intensa e incapacidade ao ponto de me demorar 5 ou 10 minutos a levantar de uma cadeira ou da cama, fruto de uma contractura, provavelmente por um esticão a transportar um saco mais pesado de compras. Ataquei com Flexiban que é um relaxante muscular cujas substância activa é uma parente muito próxima de ansiolíticos e antidepressivos e Valium 10 (que é uma viagem do crl, nunca tinha tomado, tomei 3 noites seguidas e jesus, tiro e queda :mrgreen:), além de analgésico e anti-inflamatório (Zaldiar e Exxiv, já agora fica a informação completa). Melhorei substancialmente em cerca de dia e meio e ao fim de 3 dias estava completamente assintomático.

 

Já vi, por outro lado, muita gente em situações semelhantes a recorrer sistematicamente em períodos de 5-7 dias aos serviços de urgência porque a situação se arrasta e, investigando, percebe-se que não aviou os psicofármacos prescritos, ou porque não percebeu o porquê, ou porque não foi explicado (ou foi mal feita a expicação), mas na maioria das vezes por receio de tomar psicofármacos apesar de lho ter sido explicado o porquê.

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Só uma coisa: alguma vez foste visto por otorrino ou neurologia na idas à urgência?

Não. Os únicos médicos com que estive para além da de família foi com os que me atenderam nas urgências.

 

jplobo parece-me que pelos teus sintomas também possa ser sindrome vertiginoso, mas não sou médico :mrgreen: eles provavelmente sabem melhor que eu

Na vez em que tive as vertigens eles falaram-me em hipotensão ortoestatica. Porque já desde miúdo que às vezes quando estou sentado e me levanto fico com a vista turva durante uns segundos. Mas dizem que é um coisa a que me tenho de habituar e ter mais cuidado a levantar.

Editado por jplobo

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Isso já não faço ideia. Fiz apenas o procedimento normal de ir à triagem e depois ser chamado a um dos gabinetes

Editado por jplobo

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Boas pessoal. Não tenho onde mais ir senão aqui... cheguei à 30 minutos da clinica, e pelos vistos, tenho uma colite Ulcerosa, doença crónica incurável.

Vou andar acompanhado com umas consultas de vez em quando para ver como estou, para já não é grave, tenho 21 anos. Mas claro, vim para a internet ler mais acerca do tema e não sei se deva ficar assustado ou se estou a alarmar sem razão. :confuso:

Peço a quem esteja a passar pelo mesmo que me aconselhe, ou o que me possa dizer para lidar com este problema diariamente. Já li por aqui o Red Prince a dizer que a Colite ulcerosa é forte percursor do cancro que mais mata, entre outros...

 

Também tenho desde 2009, se não estou em erro. Foi descoberto porque eu comia e tinha que ir logo para a casa de banho. Fiz análises, seguido de colonoscopia e biópsia e foi detetada a inflamação, penso que transição entre intestinos ou similar.

 

Basicamente comecei a tomar Salofalk 3x por dia e a ser monitorizado de ano a ano (fazer análises). Como nunca tive problemas e a inflamação foi melhorando fui diminuindo a dose. Primeiro para 2x, depois para 1x e desde há dois anos para zero.

Fui aconselhado a fazer desporto e meti-me na natação (que só cumpri fielmente talvez em 2 anos) e dar umas voltas a pé/bicicleta.

 

Só tens que ter em atenção algumas coisas e ter a noção que agora neste primeiro/segundo ano vais ter que mudar algumas rotinas. Uma delas é o que comes, tentando evitar comer carnes vermelhas e fritos (normalmente abusava/abuso no Natal), ter atenção para não fumar, não beber alcool, não beber refrigerantes e não tomar drogas. Podes comer quase tudo, tens é que ir aprendendo o que não te faz mal e jogares com isso. Aconselharam-me a usar um diário, nunca o fiz :mrgreen:, onde escreves o que comeste e se sentiste alguma diferença. Para além disso, é ter em atenção se tens algum agravamento/aparecimento de sintomas: dores abdominais, fezes pretas ou sangue ou muco.

 

Não cumpri tudo fielmente e por isso não sou um bom exemplo mas alguma questão diz :compinchas:

 

PS: Quanto ao factor cancro, quando tive o diagnóstico também fui pesquisar essa questão e pelo historial familiar a coisa ainda agrava mais. O melhor conselho que tenho é aproveitares a vida e não sofreres por antecipação o que não podes controlar. O que tiver que ser, será.

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Pegando no que referiste acima, "não fumar":

 

Curiosamente, a evidência científica parece apontar o tabaco como protector contra agudizações na colite ulcerosa caso o doente já fosse fumador antes do diagnóstico, ao contrário da doença de Crohn (que é a outra "grande" doença inflamatória intestinal). Claro que não se aconselha a manter o tabagismo por todos os outros malefícios que provoca, mas creio até que a indústria farmacêutica olha para a nicotina como uma substância interessante para se investigar como possível terapêutica futura na CU.

 

Não se aplica à doença de Crohn porque os receptores onde a nicotina actua se encontram só no cólon (intestino grosso) que é afectado pela CU, e não no intestino delgado que é afectado pela doença de Chron mas não pela CU.

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Não fumava antes, apesar de poder ser considerado fumador passivo. Mas foi o que o médico me aconselhou.

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Isso já não faço ideia. Fiz apenas o procedimento normal de ir à triagem e depois ser chamado a um dos gabinetes

 

Epá "normal" é como quem diz, aqui por exemplo funciona de forma diferente, aliás até há uma diferença significativa até entre HUC e Covões e Pediátrico, que são todos do mesmo centro hospitalar, no funcionamento do serviço de urgência.

 

Devem ter-te dado uma carta cada vez que lá foste no momento da alta, normalmente endereçada ao médico de família. Não sei se acontece com todos os sistemas informáticos, mas pelo menos com as várias versões do ALERT aparece nome e especialidade do médico pelos quais foste visto, bem como referenciações e transferências de responsabilidade, ou até urgência básica no caso das pulseiras verdes. Foste visto num hospital pequeno ou num mais diferenciado?

 

Estou a perguntar isto porque efectivamente como já aqui foi referido o que relatas pode ser enquadrado como parte de síndrome vertiginoso que pode ser central ou periférico, sendo da responsabilidade na maioria das unidades de saúde da Neuro e da Otorrino, respectivamente.

 

Pelo que contaste, deduzo que tenhas sido visto pela medicina interna e a preocupação (e bem) foi excluir doença cardíaca, porque é o mais urgente. Agora excluindo isso, e havendo facilidade em pedir opinião a um colega das especialidades que referi atrás, eu preferiria fazê-lo antes de dar alta. A não ser que to tenham feito e nem te tenhas apercebido :p

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Na vez em que tive as vertigens eles falaram-me em hipotensão ortoestatica. Porque já desde miúdo que às vezes quando estou sentado e me levanto fico com a vista turva durante uns segundos. Mas dizem que é um coisa a que me tenho de habituar e ter mais cuidado a levantar.

 

A segunda parte deste post passou-me despercebida há pouco.

 

Hipotensão ortostática é física pura, se te levantares muito depressa a pressão com que o sangue chega ao cérebro é muito menor porque é debitado menos sangue do coração, visto que a gravidade faz com que este se acumule na parte inferior do corpo. Por isso podes ter essa tontura, quase desmaiar ou desmaiar mesmo, por momentânea dificuldade de irrigação cerebral. A resposta fisiológica do organismo para aumentar a pressão sanguínea no cérebro é colocar o cérebro ao nível do coração para elevar a pressão arterial, minimizando o efeito da gravidade. Trocando por miúdos, cair!

 

Não é preocupante, e como te disseram, e bem, podes tentar controlar isso. Possivelmente acontece contigo porque poderás ter uma pressão arterial baixa normalmente. É perigoso nos idosos porque as quedas provocam mais facilmente complicações graves do que nos jovens, nomeadamente fracturas, hemorragias em anticoagulados, etc etc etc.

 

 

Não fumava antes, apesar de poder ser considerado fumador passivo. Mas foi o que o médico me aconselhou.

 

Naturalmente :) Perante toda a evidência científica dos malefícios do tabaco aos mais diversos níveis, nunca nenhum médico te dirá para fumares, por motivos que me parecem óbvios. Bem pelo contrário.

 

Mas deve perguntar-se se o doente fuma. E, caso a resposta seja afirmativa, diz-se que não deve deixar repentinamente de o fazer porque, como referi, há evidências de poder provocar uma agudização ("crise"). Isto está relacionado com o consumo de nicotina e acho que a explicação é demasiado científica para valer a pena referenciá-la aqui em pormenor (até porque o meu último contacto com gastroenterologia fez ontem ou anteontem um ano e antes disso tive a cadeira há 3 anos e não quero cometer nenhum erro científico), mas pode-se exemplificar com os tais receptores de nicotina do cólon deixarem de se ligar à nicotina e em vez disso ligarem-se a substâncias que provocam a inflamação e, por isso mesmo, a crise.

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Foste visto num hospital pequeno ou num mais diferenciado?

Hospital da Luz.

 

Já agora Red, pelo que percebi eles ficam com informação das outras idas às urgências registada. Os médicos que me viram nas vezes seguintes já conheciam o meu historial. Achas que poderá ser qualquer outra coisa que não do foro psicológico? Isto porque depois de ter sido visto por uns 4 médicos e ninguém me conseguir dizer o que tenho de mal é chato :mrgreen:

E obrigado pela ajuda :compinchas:

Editado por jplobo

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Desde ontem que estou com umas cólicas horríveis. Isto volta e meia parece que tenho um nó no baixo ventre e quando vou ao wc as fezes são liquidas praticamente. Não dormi nada à pala disto.

 

Valerá a pena tomar alguma coisa (tenho aqui Buscopan, não seio se servirá), ir à farmácia/hospital ou só uma alteração de alimentação chega para isto passar?

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Desde ontem que estou com umas cólicas horríveis. Isto volta e meia parece que tenho um nó no baixo ventre e quando vou ao wc as fezes são liquidas praticamente. Não dormi nada à pala disto.

 

Valerá a pena tomar alguma coisa (tenho aqui Buscopan, não seio se servirá), ir à farmácia/hospital ou só uma alteração de alimentação chega para isto passar?

Loperamida.

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Também tens vómitos e náuseas? Parece uma gastroenterite. Hidratação e esperar que passe, se for esse o caso. Sinais de alarme como febre alta, dor incontrolável em qualquer posição, agravamento progressivo, ida ao SU.

 

:)

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O chamado "pulso aberto" é o quê? Este f.d.s foi a festa da Comunidade Vida e Paz e, como sempre, os putos rebentam-me todo. Pelo meio de carregar caixas, cadeiras, mesas e o diabo a 4, sinto uma dor no pulso esquerdo junto ao osso. Seja a conduzir, seja a rodar a mão, seja a segurar em algo mais pesado que umas 500g, já sinto uma picada.

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