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"Maioria das escolas manipula as notas dos alunos." CNE

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Tenho um amigo meu que não entrou em medicina porque a nossa professora lembrou-se que não queria dar mais de 15 a ninguém. Noutra turma havia malta que ia às aulas mas não faziam nada, ficavam só lá a ver e tiraram 18.

Ridículo é isto, não sou eu. Já nem posso basear a minha opinião em casos verídicos?

Reitero o que disse, a culpa não é da disciplina, é dos professores.

Sim, porque eu tive um professor excelente no secundário, que dava as notas de forma justa. Um gajo que se esforçava e trabalhava para ter o melhor rendimento possível nos diferentes desportos tinha melhor nota do que aqueles que não faziam um cu, mesmo que fossem mais dotados que esses "esforçados".

 

No 12º ano não vou falar, porque eu efetivamente pouco ou nada fazia (a turma era só gajas praticamente, o nível competitivo era baixíssimo), mas no 11º era maioritariamente constituída por gajos e quase todos tinham jeito para o desporto, mais do que eu. Mas como tinham aquela sobranceria de que eram muita bons e o crl, acabaram o ano a tirar 14 ou 15. Eu, que efetivamente era pior, mas que mostrava sempre evolução à medida em que ia praticando as diferentes modalidades, acabei com 18.

As gajas que não mexiam o cu e tinham grandes notas? No 1º período tiraram notas de m*rda, tipo 11 ou 12... No 2º e 3º período pareciam outras, já corriam pa crl.

 

Para mim é assim que isto deve ser avaliado. Claro que nas disciplinas normais, o mais premiado é aquele que tem mais capacidades, mas no caso de Educação Física, claro que as capacidade motoras tem de ter influência, mas a evolução do aluno, a capacidade de trabalho e aprendizagam dos diferentes conceitos anerentes a qualquer desporto deve ser a parte mais valorizada. Um misto dos 2, no fundo.

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E é mesmo essa a mentalidade que faz com que exista so um desporto em Portugal. "Se as pessoas não se interessam, porque raio é que eu me vou interessar"

 

E as especificas ja tem mais importância. Quando concorres ao ensino superior e usas os exames nacionais, ja são mais importantes que as outras disciplinas. Mais que isso é absolutamente ridiculo fazer e essa ideia que certas disciplinas são mais importantes que PORTUGUES, mesmo em Humanidades, revela uma grande ignorância, deixa-me que te diga

ignorante es tu pelos visto...eu disse que geografia e macs deviam ter um peso MENOR que português.

 

E não quer dizer que um aluno que tenha 20 a Matemática tire 20 no exame.

Imagina que nesse ano o exame é difícil e ele tira 18.Ou pior,sendo isso UM único momento de avaliação,pode acusar stress nesse momento e com isso baixar a nota,pois é mais dificil um aluno de 20 tirar 18 no exame que um aluno de 12 tirar 12 no exame.

Editado por kazzanova

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Li mal ai, admito. Mas o resto. Português devia ser a disciplina mais importante em todos os cursos. Todos. Sem excepção

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No fundo, o kazzanova só está a exprimir revolta porque queria ter um programa curricular só para ele apenas abordando os seus gostos e interesses. Com jeitinho e algumas das opiniões que por aqui deixaste, talvez consigas no Ensino Especial :)

Aposto que eras um dos gordos que tinha 5 no básico, 20 no secundário só porque os profs não te queriam estragar a média

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ignorante es tu pelos visto...eu disse que geografia e macs deviam ter um peso MENOR que português.

 

E não quer dizer que um aluno que tenha 20 a Matemática tire 20 no exame.

Imagina que nesse ano o exame é difícil e ele tira 18.Ou pior,sendo isso UM único momento de avaliação,pode acusar stress nesse momento e com isso baixar a nota,pois é mais dificil um aluno de 20 tirar 18 no exame que um aluno de 12 tirar 12 no exame.

 

Não consigo perceber a lógica deste raciocínio. É que até acho que é mais ao contrário.

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ignorante es tu pelos visto...eu disse que geografia e macs deviam ter um peso MENOR que português.

 

E não quer dizer que um aluno que tenha 20 a Matemática tire 20 no exame.

Imagina que nesse ano o exame é difícil e ele tira 18.Ou pior,sendo isso UM único momento de avaliação,pode acusar stress nesse momento e com isso baixar a nota,pois é mais dificil um aluno de 20 tirar 18 no exame que um aluno de 12 tirar 12 no exame.

Um aluno de 20 tirar 18 faz com que ele acabe com 19. Não é uma diferença gigantesca

 

E não, não é. Se um aluno tem 20 durante 3 anos, deve perceber bem a materia, logo, tirar um 18 deve ser simples para ele. Um aluno de 12 tirar 12 é MUITO mais dificl, porque obviamente ha partes da materia onde ele não esta bem preparado

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Li mal ai, admito. Mas o resto. Português devia ser a disciplina mais importante em todos os cursos. Todos. Sem excepção

 

Porquê?

 

E quanto a esta discussão de EF, já existiu várias vezes cá no fórum, mas enquanto não existir uma maior uniformização no programa da disciplina, não devia contar para a média.

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Porquê?

 

E quanto a esta discussão de EF, já existiu várias vezes cá no fórum, mas enquanto não existir uma maior uniformização no programa da disciplina, não devia contar para a média.

Porque não?

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Porquê?

 

E quanto a esta discussão de EF, já existiu várias vezes cá no fórum, mas enquanto não existir uma maior uniformização no programa da disciplina, não devia contar para a média.

Porque é a nossa lingua, e sem um bom entendimento de português, em qualquer area, estas um bocado f*dido. O problema é que o programa a partir do secundario é uma piada (tal como é em Inglês), não se focando tanto em interpretação de textos que podem vir a ser uteis e na repetição de gramatica que esta dada e mais que dada.

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Porque é a nossa lingua, e sem um bom entendimento de português, em qualquer area, estas um bocado f*dido. O problema é que o programa a partir do secundario é uma piada (tal como é em Inglês), não se focando tanto em interpretação de textos que podem vir a ser uteis e na repetição de gramatica que esta dada e mais que dada.

 

Estava a ver. É que com português no secundário (com este programa), não dá para aprender grande coisa da nossa língua.

Editado por Kratosthegod

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Dude tu és rídiculo..Não é suposto escolher o que gostas na área do ensino secundário? wtf.

 

Tu não fazes ideia do que é um sistema de ensino. Ia ser bonito se a malta escolhesse só "o que gosta". Newsflash: há conhecimentos transversais a todos os sectores da sociedade, e isso é válido no Básico, Secundário e Ensino Superior. Até no teu trabalho futuro, muito provavelmente. E sim, acho explicitamente que EF é a cadeira ideal para, além de incentivar a prática do exercício físico de forma global, promover algumas coisas de forma mais palpável para o público alvo do que na maioria das outras, nomeadamente a importância do trabalho colectivo em torno de um objectivo comum.

 

Não retirava nenhuma cadeira do programa que tive (ainda deve ser o mesmo) e adicionava uma obrigatória de Ciência Política em todos os agrupamentos (é assim que se chama ao Científico-Tecnológico, Humanidades, Artes e por aí fora?) do secundário.

 

O resto, se é bem dado ou não e etcs é óbvio que tem de ser normalizado em todo o lado, seja por cima ou por baixo, mas isso são outros 500s.

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Estava a ver. É que com português no secundário (com este programa), não dá para aprender grande coisa da nossa língua.

Exato. O programa neste momento é uma m*rda, e daquelas das grandes.

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Tu não fazes ideia do que é um sistema de ensino. Ia ser bonito se a malta escolhesse só "o que gosta". Newsflash: há conhecimentos transversais a todos os sectores da sociedade, e isso é válido no Básico, Secundário e Ensino Superior. Até no teu trabalho futuro, muito provavelmente. E sim, acho explicitamente que EF é a cadeira ideal para, além de incentivar a prática do exercício físico de forma global, promover algumas coisas de forma mais palpável para o público alvo do que na maioria das outras, nomeadamente a importância do trabalho colectivo em torno de um objectivo comum.

 

Não retirava nenhuma cadeira do programa que tive (ainda deve ser o mesmo) e adicionava uma obrigatória de Ciência Política em todos os agrupamentos (é assim que se chama ao Científico-Tecnológico, Humanidades, Artes e por aí fora?) do secundário.

 

O resto, se é bem dado ou não e etcs é óbvio que tem de ser normalizado em todo o lado, seja por cima ou por baixo, mas isso são outros 500s.

És portanto, de certa forma, contra os cursos profissionais?

 

Eu defendo esse modelo de escolher o que queremos aprender (no ensino secundário e superior apenas). Um modelo onde houvesse um tronco comum obrigatório e depois disciplinas opcionais que tu escolherias consoante a área onde te queiras "profissionalizar". Claro, nunca haverá uma estrutura suficientemente sólida que faça funcionar esse sistema.

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É só na minha escola que nos cursos profissionais é obrigatório ter Português e Inglês?

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És portanto, de certa forma, contra os cursos profissionais?

 

Eu defendo esse modelo de escolher o que queremos aprender (no ensino secundário e superior apenas). Um modelo onde houvesse um tronco comum obrigatório e depois disciplinas opcionais que tu escolherias consoante a área onde te queiras "profissionalizar". Claro, nunca haverá uma estrutura suficientemente sólida que faça funcionar esse sistema.

 

É claro que tem de haver especialização mas não se pode banalizar o essencial do conhecimento. Hoje em dia parece que às vezes se quer apostar tanto na especialização que as pessoas são extremamente ignorantes relativamente a coisas básicas. É essencial o Português como já se disse por aqui, como também acho que seja extremamente importante a Filosofia - porque é essencial saber pensar e ser-se incentivado a isso, como é importante EF pelo que já referi e como acho que seria muito importante Ciência Política, sempre com paralelismos históricos entre o passado e o presente. E isto falando assim por alto e sem aprofundar muito o tema. Depois, apostar em cadeiras mais específicas num ensino mais profissionalizante ou de preparação para uma nova etapa, como o Ensino Superior.

 

A especialização é importante, mas acho que é muito triste, apesar de se poder saber muito sobre algo, não saber nada de nada sobre tudo o resto e a verdade é que vejo muito isso a acontecer hoje em dia, sobretudo nas gerações mais novas mas também na minha e até superior.

 

O caminho tem de ser incutir a noção de que o conhecimento básico e alargado só pode ser uma coisa boa, sobretudo porque suscita o interesse de procurar informação antes de não ter opinião (ou, mais grave, debitar m*rda a torto e a direito) sobre a maioria dos assuntos.

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É claro que tem de haver especialização mas não se pode banalizar o essencial do conhecimento. Hoje em dia parece que às vezes se quer apostar tanto na especialização que as pessoas são extremamente ignorantes relativamente a coisas básicas. É essencial o Português como já se disse por aqui, como também acho que seja extremamente importante a Filosofia - porque é essencial saber pensar e ser-se incentivado a isso, como é importante EF pelo que já referi e como acho que seria muito importante Ciência Política, sempre com paralelismos históricos entre o passado e o presente. E isto falando assim por alto e sem aprofundar muito o tema. Depois, apostar em cadeiras mais específicas num ensino mais profissionalizante ou de preparação para uma nova etapa, como o Ensino Superior.

 

A especialização é importante, mas acho que é muito triste, apesar de se poder saber muito sobre algo, não saber nada de nada sobre tudo o resto e a verdade é que vejo muito isso a acontecer hoje em dia, sobretudo nas gerações mais novas mas também na minha e até superior.

 

O caminho tem de ser incutir a noção de que o conhecimento básico e alargado só pode ser uma coisa boa, sobretudo porque suscita o interesse de procurar informação antes de não ter opinião (ou, mais grave, debitar m*rda a torto e a direito) sobre a maioria dos assuntos.

Não podes aprender tudo em 12 anos de estudo (+3 ou 5). E também não podes pensar que a aprendizagem termina quando a escola termina. Muito menos pensar que todas as pessoas têm a mesma capacidade de aprendizagem que tu terás.

 

É exactamente por isso que eu defendo que cada pessoa deveria escolher a sua formação consoante a sua capacidade e ambições. Ser um modelo de perfeição racional e integral de ser humano é muito giro mas nem todos o podem ser e não podemos obrigar ninguém a sê-lo. Já nem falo do processo cognitivo para assimilar e raciocinar sobre o que aprenderam; mas hoje principalmente nem todas as pessoas têm condições para estudar determinada disciplina (vamos supor a Filosofia) com o tempo que é obrigatório com prazos estimulados, e porque estudar Filosofia não é só sentar e ouvir, é preciso ler (comprar livros?), pesquisar (ter computador e internet?), etc. O que é que fazias ás pessoas que não conseguissem acompanhar o teu ritmo de aprendizagem? Enfiavas nos bairros sociais?

 

Eu concluí o 9º ano ao lado de pessoas com imensas dificuldades de aprendizagem e se não fosse a especialização que eles próprios escolheram não sei o que seriam hoje em dia.

 

Há quem defenda também que olhando para o mundo de hoje deveria ser obrigatório ter disciplinas obrigatórias como a politica e economia. Mais Filosofia, mais Ciência Politica, mais tudo aquilo que já é obrigatório. Ensino obrigatório até aos 30? Vendo bem não é mal pensado porque hoje aos 30 ainda somos uns jovens.

 

E a opinião é como o olho do cu. Toda a gente tem uma. Ser m*rda ou não é uma questão de personalidade de quem ouve/lê.

Editado por Mayday

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É só na minha escola que nos cursos profissionais é obrigatório ter Português e Inglês?

Não. É obrigatório em todos os cursos profissionais (pelo menos nível III e nível IV) e fazem parte do tronco comum da área teórica. Mas o peso dessas disciplinas em relação ás disciplinas da área técnica é menor (na prática).

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É óbvio que não podes aprender tudo nem é isso que está em causa, está sim dares o mínimo de bases, que criem vontade e despertem curiosidade sobre os temas em questão. A igualdade de oportunidades é essencial, defendes então que nem na escola onde supostamente todos devem ir se deve abrir essas portas e janelas? Segregar negativamente quem não tem meios para eventual aprofundamento posterior das matérias de lhes dar sequer um cheirinho do básico? E as próprias escolas, não possuem bibliotecas e computadores, hoje em dia arrisco a dizer que todas elas, que providenciem isso gratuitamente? Cabe aos educadores (onde englobo professores e coordenadores dos programas das cadeiras) estimular a vontade de ter mais conhecimento, seja em que aluno for! Se consegue ou não logo se verá, mas discordo veementemente de excluir à partida quem quer que seja.

 

Sei, evidentemente, que há pessoas com maiores e menores capacidades cognitivas, mas sou a favor de um ensino de inclusão e não de exclusão à partida. Não acho que a especialização exclua o conhecimento alargado, ou pelo menos a oportunidade de ter esse conhecimento.

 

Claro que opiniões há muitas e todas podem ser válidas. Têm é de ser minimamente fundamentadas e falares com conhecimento de causa. Se um indivíduo não percebe nada sobre um determinado assunto não é preferível ter instituída a vontade de se informar antes de opinar sobre o mesmo, se o deseja fazer? É que basta dares uma voltinha nas redes sociais nas caixas de comentários de páginas de imprensa e vês imensa gente a falar de tudo e mais alguma coisa sem qualquer tipo de conhecimento de causa. Na minha opinião, num sistema educativo a roçar o ideal isso não aconteceria porque a pessoa teria a vontade de se informar sobre um determinado assunto antes de emitir opinião sobre o mesmo.

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Deve ter sido das coisas mais mal feitas por este governo no ensino secundário. Educação Física não contar para a média é pura e simplesmente ridículo. E os argumentos que já vi aqui apresentados para isso são de rir.

 

Caricaturando um pouco:

"Ah e tal, eu só gosto de futebol", ora porra, há quem só goste de Fernando Pessoa, mas teve má nota a Português porque também tinha de saber de Saramago, a nota de português devia ser só Fernando Pessoa :(

"Ah, mas as notas de educação física são inflacionadas", ehehehehehe, o que não falta por aí são filósofos então, quantos e quantos professores têm 16 como nota mais baixa a Filosofia

 

Deixem-se de m*rda, é patético Educação Física não contar. Ah, e nem sequer me beneficiou particularmente, graças a Educação Física fiquei com a nota de entrada 3,3(3) centésimas mais alta. Hurray!!! :partyman:

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Bem me f*di no 10º ano a educação física, com natação. Nunca soube nadar e tive um 11 a estragar a média.. :estrelas: Eu acho que Ed. Física devia ser obrigatório, mas contar para a média devia ser opcional.

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Bem me f*di no 10º ano a educação física, com natação. Nunca soube nadar e tive um 11 a estragar a média.. :estrelas: Eu acho que Ed. Física devia ser obrigatório, mas contar para a média devia ser opcional.

Espera lá... Natação? A tua escola tinha piscina?

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Espera lá... Natação? A tua escola tinha piscina?

Há várias, acho. Pelo menos tenho colegas que já estiveram em escolas com piscinas.

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Não se trate de exclusão Red. Quando um aluno escolhe um curso profissional não se está a excluir, está simplesmente a fazer uma escolhe sensata. E essa escolha prevê que o aluno possa estudar e aprender parte daquilo que quer.

 

Concordo inteiramente que se deve estimular todos os alunos para todas as coisas (aliás este ponto para mim é o alicerce fundamental da educação escolar) mas não de forma obrigatória que é isso que deu azo a esta discussão. Até ao 9º ano os alunos ao invés de ter uma carga lectiva excessiva deveriam ter um programa mais leve mas mais variado de modo a permitir ao aluno escolher no secundário onde é que se quer especializar e o que quer aprender.

 

As escolas têm bibliotecas e as bibliotecas têm livros e computadores. Têm. Mas um aluno do básico por exemplo hoje passa cerca de 8/9 horas por dia na escola. Com intervalos de 10 a 15 minutos. Muitas das bibliotecas fecham antes do fim das aulas do dia. Onde é que está o tempo para o aluno estudar convenientemente? E mesmo que fechasse depois, qual era a criança que iria sair de casa ás 8 da manhã e voltar ás 19h/20h da noite?

Editado por Mayday

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