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Longineu

O "Jogo das 72" que está a aterrorizar os pais franceses

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Uma adolescente de 13 anos desapareceu durante três dias, no norte da França, na semana passda. Decorridas as 72 horas, Emma reapareceu em casa e recusou-se a dizer aos pais ou à polícia onde tinha estado, limitando-se a dizer que tinha cumprido o desafio do "Jogo das 72".

 

O alegado jogo está a preocupar os pais e a deixar as autoridades francesas intrigadas - até agora não conseguiram encontrar nas redes sociais prova da existência do desafio, que terá ainda versões inferiores de 12 e 24 horas. A polícia adianta que as únicas provas que tem, além do caso de Emma, são os avisos de pais, em pânico, alertando-se uns aos outros através do Facebook.

 

No ano passado, as autoridades francesas estiveram a braços com outro desafio igualmente perigoso: os participantes tinham de se atirar para rios ou para o mar se não quisessem pagar uma refeição a quem os tivesse nomeado. O "jogo" resultou na morte de um adolescente, que se afogou depois de saltar para um rio preso a uma bicicleta.

 

 

Visão

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O que se passa por aqui realmente é pussy a mais comparado ao que se lembram lá.

O melhor de tudo é que depois de aparecerem, passados dois dias os pais nem querem saber de nada..

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Fosse eu a fazer e jogava o "Jogo dos 365" ou o "Jogo dos 366"...dias de castigo só com casa - escola e escola-casa.

 

Esta geração dos até aí aos seus 15 anos anda meia marada dos cornos. Quando tinha esta idade bastava-me um par de estalos e não me voltava a meter em mais m**** nenhuma...

 

Mas agora há pais que estão mais interessados em ser os/as amigos/as mais velhos/as dos filhos/as do que em impor regras, depois dá nestas cenas e noutras, como crianças que, mal saíram da creche já andam a fazer figurinhas tristes no meio da rua, podres de bêbedos e a vomitar pelas orelhas.

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Fosse eu a fazer e jogava o "Jogo dos 365" ou o "Jogo dos 366"...dias de castigo só com casa - escola e escola-casa.

 

Esta geração dos até aí aos seus 15 anos anda meia marada dos cornos. Quando tinha esta idade bastava-me um par de estalos e não me voltava a meter em mais m**** nenhuma...

 

Mas agora há pais que estão mais interessados em ser os/as amigos/as mais velhos/as dos filhos/as do que em impor regras, depois dá nestas cenas e noutras, como crianças que, mal saíram da creche já andam a fazer figurinhas tristes no meio da rua, podres de bêbedos e a vomitar pelas orelhas.

É isto.

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Se um filho meu fizesse isso, eu tinha outro jogo para ele: as 72h metido no quarto sem electricidade.

O dinheiro que metias ao bolso com a electricidade depois gastavas com o psiquiatra.

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Porquê?

Então se o miudo tiver 72 horas sem electricidade fica maluco!

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Mas agora há pais que estão mais interessados em ser os/as amigos/as mais velhos/as dos filhos/as do que em impor regras, depois dá nestas cenas e noutras, como crianças que, mal saíram da creche já andam a fazer figurinhas tristes no meio da rua, podres de bêbedos e a vomitar pelas orelhas.

 

Os pais não estão interessados em nada disso. Estão é completamente soterrados com as "novas" teorias educacionais impingidas por pedo-psicoqualquercoisa, associadas a ideias de liberdade e livre arbítrio direcionadas a camadas geracionais cada vez mais novas e censura social generalizada em relação a qualquer manifestação pública de autoridade, principalmente paternal. Se uma criança faz uma birra num restaurante incomodando toda a gente à sua volta a níveis comparáveis ao fumo de 10 charutos, 2 cachimbos e 20 cigarros acesos ao mesmo tempo, toda a gente atribui a culpa aos pais devido ao seu óbvio défice de capacidade educativa. Se o pai ou a mãe assentam uma bela duma nalgada no catraio ou se lhe mandam um berro, toda a gente se escandaliza porque isso não é maneira de educar uma criança.

 

Resultado: o segredo para se ser bom pai, nos dias de hoje, é ser o/a amigo/a mais velho/a do/a filho/a. E depois dá nisto. Temos bons pais e filhos idiotas e irresponsáveis.

Editado por Descartes

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<br>Os pais não estão interessados em nada disso. Estão é completamente soterrados com as "novas" teorias educacionais impingidas por pedo-psicoqualquercoisa, associadas a ideias de liberdade e livre arbítrio direcionadas a camadas geracionais cada vez mais novas e censura social generalizada em relação a qualquer manifestação pública de autoridade, principalmente paternal. Se uma criança faz uma birra num restaurante incomodando toda a gente à sua volta a níveis comparáveis ao fumo de 10 charutos, 2 cachimbos e 20 cigarros acesos ao mesmo tempo, toda a gente atribui a culpa aos pais devido ao seu óbvio défice de capacidade educativa. Se o pai ou a mãe assentam uma bela duma nalgada no catraio ou se lhe mandam um berro, toda a gente se escandaliza porque isso não é maneira de educar uma criança.<br><br>Resultado: o segredo para se ser bom pai, nos dias de hoje, é ser o/a amigo/a mais velho/a do/a filho/a. E depois dá nisto. Temos bons pais e filhos idiotas e irresponsáveis.<br>
Eu costumava ser daqueles que censurava em surdina algumas atitudes de alguns pais. Agora que sou pai, tenho noção que fazer isso é um acto de pura ignorância. Não porque tenha passado a achar, de forma muito conviniente, que não se deva censurar um pai ou um filho, mas simplesmente porque não conhecemos nenhum dos dois para fazer juízos de valor. Editado por 13thReverend

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Fosse eu a fazer e jogava o "Jogo dos 365" ou o "Jogo dos 366"...dias de castigo só com casa - escola e escola-casa.

 

Esta geração dos até aí aos seus 15 anos anda meia marada dos cornos. Quando tinha esta idade bastava-me um par de estalos e não me voltava a meter em mais m**** nenhuma...

 

Mas agora há pais que estão mais interessados em ser os/as amigos/as mais velhos/as dos filhos/as do que em impor regras, depois dá nestas cenas e noutras, como crianças que, mal saíram da creche já andam a fazer figurinhas tristes no meio da rua, podres de bêbedos e a vomitar pelas orelhas.

 

A mim bastava a minha mãe olhar-me com "aquele ar".

Ou então, quando ela entoava mais forte as silabas do meio do meu nome.. "FreDERIco"! Já sabia que havia m*rda.

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Em minha casa usarem o meu segundo nome era sinal internacional de que era melhor dar ao sapato.

 

NUNO MIGUEL!!!

 

roadrunner1.png

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Visitante

Lido com muitas crianças diariamente e mais alarmante do que estarmos a falar de uma geração de crianças estúpidas que nem uma porta é falarmos dos pais deles que ainda conseguem ser piores pois esses já são adultos, alguém me disse que os miúdos não saem à pedra da calçada e quem o disse tinha razão. Ás vezes tenho de falar com encarregados de educação e é cada gentinha claramente mais preocupada em prejudicar o próximo do que se ajudar a si próprio, em suma é uma geração de gente má e com maus valores. As modas renovam-se e que se renovou nos últimos anos é ser pai e mãe aos 18 (muitas vezes antes disso), como disseram em cima tudo isso resulta em crianças com liberdade a mais.

 

Eu tenho uma colaboradora que os filhos a tratam pelo nome (a mais velha tem 11 anos), isso a mim faz-me uma confusão enorme mesmo não sendo nada de grave.

Editado por Visitante

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Modas destas acontecem e são cíclicas. Mas tal como hoje há crianças a fazer porcaria e a esticar a corda, não há-de ser muito diferente (enquadrando as épocas) ao que os nossos pais, tios e avós faziam na altura deles.

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Modas destas acontecem e são cíclicas. Mas tal como hoje há crianças a fazer porcaria e a esticar a corda, não há-de ser muito diferente (enquadrando as épocas) ao que os nossos pais, tios e avós faziam na altura deles.

 

Não pode, os putos hoje são todos uns estafermos mal-educados arrogantes, e "naquele tempo" eram todos bem comportadinhos e com respeito pelos outros sem excepção. Era pô-los a todos de fila no infantário a levar com a régua todos os dias porque assim é que aprendem.

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Deve haver uns poucos casos isolados; mas imagino que esteja muito longe de ser uma tendência generalizada.

Tem mesmo pinta de noticia do face lol

Editado por G1njas

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