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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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fazem tantas CIs de m*rda e para esta ninguém vai pedir/fazer? 

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E o tal professor irritado que afinal é ex candidato do BE as eleições? Porque não identificam todos os que criticam o processo se estiverem ligados a cargos politicos ?

Porque o governo e o ministro tem toda a CULPA neste processo, mas fazer-se passar por independente quando não se o é..

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Citação de Axadrezado, há 1 hora:

Muito se gosta dos termos reformas e mudanças.

Eu diria que muda-se e reforma-se para melhor, para ficar pior é natural que haja resistência.

E todas as reformas e mudanças que estes imbecis apresentaram foi para piorar.

Reformar, no mundo português neo-liberal, signifca apenas despedir, cortar e transferir recursos para o cu dos amigos. 

Aquilo que o governo realmente queria já foi conseguido: cerca de 50% dos trabalhadores do ME já foram cortados. E as 18 entidades que agora passam a 7. Colocando muitos dos trabahadores que ficam a fazer o trabalho de dois. Mais os novos contratos para empresas externas. Poupas num lado e depois pegas nesse dinheiro e dás aos teus amigos. =reformas

Depois atiram-nos areia para os olhos dizendo que a grande novidade é um simples processo de digitalização e correcção via plataforma. 

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Citação de Scirea, há 41 minutos:

Essa gostava que fosse a questão a ser colocada ao Ministro e não foi. Qual foi o processo de desenvolvimento da aplicação desde o seu inicio? Quando e quem a desenvolveu? Que testes foram feitos e durante quanto tempo? Quais foram os resultados desses testes? Com que resultados entraram no teste piloto de filosofia? Quais as conclusões da auditoria ao exame quer do processo de digitalização quer dos corretores ou dos resultados obtidos e quais as mudanças sugeridas para melhorar a aplicação que este ano foi colocada em utilização global? Depois gostaria de saber se entre o ano passado e este foram feitos mais testes (e quantos) e quais os erros encontrados, as correções feitas e as garantias de falibilidade da aplicação numa organização nacional e não de pequena escala. Em suma, qual era a garantia dada pela empresa de que todos os passos foram cumpridos até à massificação do processo e a fiabilidade das plataformas (que já percebemos serem várias) até ao momento atual onde temos a absoluta ideia de que foi tudo feito em cima do joelho, sem preparação, a correr atrás do erro e onde é um sucedâneo de problemas a surgir porque nunca nada foi acautelado.

Mas ele já respondeu a essa questão da mesma forma que o patrão médio em Portugal com o 6° ano responde "Se estivermos à espera que tudo esteja conforme e em ordem antes de avançar nunca se faz nada". O que me admira vindo de um suposto académico respeitado.

Epá claro que nunca vai estar tudo a 100% antes de lançar alguma produto/novo processo, etc. Mas uma coisa é estar a 20% antes de avançar e outra é estar a 95%.

Editado por challenger

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O Ministro disse isto em Março:

«Todas as semanas temos coisas que eram feitas por imensas pessoas e estão a ser redefinidas e, em alguns casos, eliminadas porque não era necessário» ... «vamos conseguir ter um sistema digitalizado e que faça uma efectiva gestão de recursos humanos. Dessa forma, nós vamos conseguir fazer as coisas de forma muito mais eficiente»

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Citação de aarao73, há 3 minutos:

E o tal professor irritado que afinal é ex candidato do BE as eleições? Porque não identificam todos os que criticam o processo se estiverem ligados a cargos politicos ?

Porque o governo e o ministro tem toda a CULPA neste processo, mas fazer-se passar por independente quando não se o é..

Não sei que professor é esse, mas era meter-lhes uma estrela no peito a todos

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Citação de challenger, há 9 minutos:

Mas ele já respondeu a essa questão da mesma forma que o patrão médio em Portugal com o 6° ano responde "Se estivermos à espera que tudo esteja conforme e em ordem antes de avançar nunca se faz nada". O que me admira vindo de um suposto académico respeitado.

Epá claro que nunca vai estar tudo a 100% antes de lançar alguma produto/novo processo, etc. Mas uma coisa é estar a 20% antes de avançar e outra é estar a 95%.

Não é assim tão difícil de entender isto que escreves. E também não se entende que seja assim tão difícil haver testes ou exames corrigidos de forma digital quando eu, e não sou nenhum caso excepcional, quando entrei na faculdade, infelizmente há mais de 20 anos, já tinha alguns testes e exames corrigidos digitalmente, nomeadamente escolhas múltiplas e verdadeiros ou falsos e testes feitos online e não tenho memória de qualquer problema comigo ou com os meus colegas. Mais a mais, corrigir escohlas múltiplas manualmente era uma forma terrível de gastar horas de trabalho a docentes universitários, bem pagos e com capacidade para fazerem coisas bem mais interessantes e úteis para a sociedade do que fazer trabalho mecânico que uma criança de 12 anos faria sem qualquer problema, se não fosse ilegal...

Não devia ser uma coisa assim tão difícil de implementar, mas deu nesta cagada épica.

Editado por Tio Hans
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Citação de dpitz, há 6 minutos:

Não sei que professor é esse, mas era meter-lhes uma estrela no peito a todos

O tiago castelhano. 

Também houve uma mãe e professora, que era do movimento stop e outro que foi candidato/apoiante da CDU. 

Dá igual se fosse PS, PSD, Chega, o importante seria não se marcarem como independentes, quando claramente não o são.

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Citação de aarao73, há 6 minutos:

O tiago castelhano. 

Também houve uma mãe e professora, que era do movimento stop e outro que foi candidato/apoiante da CDU. 

Dá igual se fosse PS, PSD, Chega, o importante seria não se marcarem como independentes, quando claramente não o são.

É investigar aquela professora de geografia que disse estar tudo maravilhoso.

Editado por Mayday

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Citação de Tio Hans, há 11 minutos:

Não é assim tão difícil de entender isto que escreves. E também não se entende que seja assim tão difícil haver testes ou exames corrigidos de forma digital quando eu, e não sou nenhum caso excepcional, quando entrei na faculdade, infelizmente há mais de 20 anos, já tinha alguns testes e exames corrigidos digitalmente, nomeadamente escolhas múltiplas e verdadeiros ou falsos e testes feitos online e não tenho memória de qualquer problema comigo ou com os meus colegas. Mais a mais, corrigir escohlas múltiplas manualmente era uma forma terrível de gastar horas de trabalho a docentes universitários, bem pagos e com capacidade para fazerem coisas bem mais interessantes e úteis para a sociedade do que fazer trabalho mecânico que uma criança de 12 anos faria sem qualquer problema, se não fosse ilegal...

Não devia ser uma coisa assim tão difícil de implementar, mas deu nesta cagada épica.

Claro que sim, mas a desculpa do ministro é desculpa de burro (deve ter sido o briefing que agência de comunicação lhe deu). Se não correu bem a Filosofia o ano passado, verificava-se tudo o que correu mal, corrigia-se e este ano fazia-se em Filosofia e mais uma ou duas disciplinas. Correndo bem para o ano alargava-se ainda mais. E assim sucessivamente. Fazer-se um plano a 3/4/5 anos para quando se implementa-se definitivamente estivesse testado e verificado a 95% ou algo do género. Isto é uma m*rda básica, quando um respeitado académico e o seu secretário de estado que é outro "respeitado académico" cronista do Observador fazem o mesmo que qualquer empresa de vão de escada faria algo vai mal.

Editado por challenger
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Citação de challenger, há 30 minutos:

Claro que sim, mas a desculpa do ministro é desculpa de burro (deve ter sido o briefing que agência de comunicação lhe deu). Se não correu bem a Filosofia o ano passado, verificava-se tudo o que correu mal, corrigia-se e este ano fazia-se em Filosofia e mais uma ou duas disciplinas. Correndo bem para o ano alargava-se ainda mais. E assim sucessivamente. Fazer-se um plano a 3/4/5 anos para quando se implementa-se definitivamente estivesse testado e verificado a 95% ou algo do género. Isto é uma m*rda básica, quando um respeitado académico e o seu secretário de estado que é outro "respeitado académico" cronista do Observador fazem o mesmo que qualquer empresa de vão de escada faria algo vai mal.

Ou usavam as provas de aferição, se ainda existirem, como teste. Coisas simples que estão à vista de qualquer mortal.

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Citação de Mayday, há 41 minutos:

É investigar aquela professora de geografia que disse estar tudo maravilhoso.

essa metia-se-lhe uma seta a apontar para o céu na testa 

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Citação de Tio Hans, há 26 minutos:

Ou usavam as provas de aferição, se ainda existirem, como teste. Coisas simples que estão à vista de qualquer mortal.

As do 9º ano ainda contam para alguma coisa?

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Citação de rcoelho14, há 1 minuto:

As do 9º ano ainda contam para alguma coisa?

Não sei.

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Citação de rcoelho14, há 13 minutos:

As do 9º ano ainda contam para alguma coisa?

 

Citação de Tio Hans, há 12 minutos:

Não sei.

Salvo erro, para alunos que acabam o ciclo e têm de mudar de escola para fazer o secundário os exames contam para a média e seriar e classificar os alunos aquando das inscrições na nova escola. Mas nao tenho a certeza

Editado por Abraxas

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Citação de Mayday, há 1 hora:

É investigar aquela professora de geografia que disse estar tudo maravilhoso.

Para ambos os lados.. é obvio. O desonesto é não se identificarem com o partido que defendem e dizerem que são independentes.

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Citação de aarao73, há 4 minutos:

Para ambos os lados.. é obvio. O desonesto é não se identificarem com o partido que defendem e dizerem que são independentes.

Mas não podem ser só professores que por acaso também têm vida politica?

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Citação de toze2, há 4 horas:

Imagina que tens uma nota melhor porque tinhas uma folha de outro exame. Quando encontram o erro, vão mudar a tua nota? Então e se o aluno deixou de ir à segunda fase porque a nota estava bem e era suficiente para o que queria?

É injusto ele entrar com uma nota errada? Sim. Mas também é injusto que ele confie na nota que recebeu e tome decisões em conformidade e depois muda tudo.. 

Excelente suposição. Sinceramente, não sei como vão descalçar esta bota.

E não esquecer que vai dar m*rda na segunda fase de exames. Os problemas não vão simplesmente desaparecer.

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Citação de rcoelho14, há 3 horas:

Ensino superior: ministro mantém calendário da 1.ª fase de acesso, mas cria época especial na 2.ª fase

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O ministro da Educação, Fernando Alexandre, não vê necessidade de alterar o calendário da 1.ª fase da candidatura ao concurso nacional de acesso ao ensino superior, que decorre entre esta segunda-feira e até 6 de Agosto. Mas, no tocante à 2.ª fase, e a pensar nos alunos que não dispõem de "toda a informação para decidir se devem ir à 2.ª fase dos exames nacionais", será dada a possibilidade de realização de exames numa época especial, a realizar no início de Setembro.

"Estão em causa, por exemplo, os alunos cuja classificação venha a ser alterada em resultado das desconformidades da digitalização", precisou o ministro, remetendo para depois a divulgação dos termos em que decorrerá esta época especial, que será articulada com o Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas e com o Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos.

Depois de as últimas semanas terem sido marcadas por uma sucessão de polémicas relacionadas com o processo de classificação digital dos exames do ensino secundário, o ministro da Educação, Ciência e Inovação convocou os jornalistas para uma conferência de imprensa nesta segunda-feira.

As notas começaram a chegar na sexta-feira às escolas, depois de os resultados do 9.º ano terem sido adiados. Mas pelo menos 1400 alunos viram nas pautas notas suspensas. Explicação: extravio de provas ou itens que não foram integralmente classificados no novo processo de avaliação digital dos exames que dura há semanas.

Depois de uma sexta-feira de nervos, o ministério de Fernando Alexandre garantiu, na noite de sábado, que as falhas detectadas estavam resolvidas e que as novas pautas seriam disponibilizadas nas horas seguintes. Mas algumas só terão chegado segunda.

Pedindo desculpa pela "perturbação causada" a alunos e respectivas famílias, o ministro sustentou que as falhas nas notas afixadas estão resolvidas, pelo que "não é expectável que nas pautas esta manhã subsistam classificações em suspenso".

"Às 11h30 minutos, encontravam-se distribuídas cerca de 180 mil das 290 mil provas realizadas na primeira fase dos exames nacionais", adiantou.

“Ninguém gostaria que tivessem existido erros”, disse ainda o ministro, esperando que não se repitam na segunda fase. Um dos erros foi conhecido nas últimas horas. Um problema de classificação do exame de Física e Química que afectou 12.613 alunos, dos quais 11.496 viram a sua nota já recalculada e aumentada, revelou.

Também houve notas a baixar: 1117, "uma vez que não tinham seleccionado a resposta certa".

Apesar destes constrangimentos, o ministro adiantou que "este modelo inovador de classificação electrónica representa um avanço" no sistema educativo, "trazendo mais equidade, mais qualidade, mais rigor e mais transparência à avaliação externa."

"A digitalização de provas e exames e a sua classificação em formato digital são um passo importante para a modernização do sistema educativo português. A transição para o digital acarreta um enorme potencial, melhorando as condições de classificação e introduzindo ferramentas monitorizar a qualidade dos processos de avaliação externa", declarou, voltando a lembrar que será realizada uma auditoria externa para identificação das falhas e dos erros reportados, "para que no próximo ano lectivo este processo decorra com toda normalidade e tranquilidade".

 

Posso estar enganado, mas não alargando a 1ª fase e a criação da 2º fase não vai criar mais "injustiça" a nível de preenchimento das vagas?

Se as X vagas, do curso Y, na universidade Z, ficarem totalmente preenchidas na 1ª fase, um aluno que se inscreva na 2ª fase - porque ficou com a nota do exame suspensa - vai conseguir ter vaga para esse curso (primeira opção), mesmo que tenha nota para isso?

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No telegram as mensagens são encriptadas/bué seguras né?

Non related, aquelas lojas de comércio por grosso, vendem balaclavas? Quanto sairia a unidade por "cabeça"?

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Há quase 16 anos comecei a namorar com a minha atual esposa porque ela não entrou no ISCTE por uma décima. Ainda bem que na altura ainda não existiam filhos da p*ta como o Fernando Alexandre, senão se calhar ela tinha-me fugido para Lisboa.

O impacto desta aberração em centenas de milhares de vidas é incalculável. Desde a perturbação e ansiedade que os miúdos estão a sentir agora, ao facto de conseguirem ou não entrar no curso que sonharam, este ano, numa universidade "melhor" ou "pior", ou até saberem se conseguiram ou não concluir o 12º ano ou se vão ter que ficar mais um ano a repetir disciplinas.

E os impactos na saúde mental de tudo isto, em miúdos inocentes e naturalmente imaturos, seja no momento atual como no resto da vida deles. Pois entrar no curso A ou B na universidade X ou Y é um preditor muito forte para o "sucesso" na vida futura de uma pessoa.

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Citação de aarao73, há 3 horas:

Para ambos os lados.. é obvio. O desonesto é não se identificarem com o partido que defendem e dizerem que são independentes.

Desonesto é descredibilizar quem quer que seja pelas suas afiliações.

Farias bem melhor em assinalar o que disseram de errado o professor do BE ou a professora do STOP em vez dessas parvoíces sobre se as pessoas são do Benfica ou do Sporting.

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Alguém sabe onde o Seguro? Se calhar está na hora de vir a público falar.

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Citação de depina, há 6 minutos:

Alguém sabe onde o Seguro? Se calhar está na hora de vir a público falar.

Já falou.

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Citação de aarao73, há 5 horas:

E o tal professor irritado que afinal é ex candidato do BE as eleições? Porque não identificam todos os que criticam o processo se estiverem ligados a cargos politicos ?

Ser candidato ao quer que seja não é um cargo politico. 

Mas esta ideia de que se alguém tem vida politica então deixa de ter opinião própria em toda e qualquer circunstância e em todas as suas intervenções está a representar o partido é fascinante.

Tivesse esse professor dito que o Fernando Alexandre era o maior da rua dele e que só não chegou à lua porque calçava o 45 e eu queria ver a tua preocupação pela filiação politica do mesmo. 

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