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Amigo não empata amigo

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Amigo não empata amigo

 

Benfica e Braga disputam o jogo grande da jornada (hoje, 20h) que opõe dois presidentes próximos e mais parecidos um com o outro do que gostam de reconhecer

 

Às tantas, Jorge Jesus desistiu. Não estava mais para aquela conversa de quem lhe devia o quê, e desistiu dos 200 mil euros. Custou-lhe. É que se o dinheiro é um assunto sério para qualquer homem, é seríssimo para Jesus, que veio de baixo, perdeu um milhão de euros no BPP, e depois se transformou num hábil negociador (e renovador) de contratos. Mas, naquela altura, Jesus não conseguiu bater Luís Filipe Vieira, nem António Salvador.

 

Aconteceu no verão de 2009: o Benfica queria contratar J.J., o Sporting de Braga queria receber os 700 mil euros da cláusula de rescisão, o treinador exigia outros 200 mil euros que contratualmente lhe tocavam; o Benfica dizia que pagaria os 700 mil euros, mas que os 200 mil eram com o Braga e o Braga respondia que eram com o Benfica. Vieira e Salvador sacudiram a água do capote, sabendo que Jesus queria dar o pulo e que, por isso, quando chegasse o dia, deixaria cair o assunto. “Simularam um conflito para não terem de lhe pagar”, diz alguém próximo das duas estruturas.

 

A transferência de Jorge Jesus do Sporting de Braga para o Benfica é apenas uma entre estes clubes nos últimos anos: ao Minho já chegaram mais 23 milhões de euros provenientes da Luz; FC Porto e Sporting gastaram 11,625 milhões e 10,250 milhões, respetivamente. A última troca teve contornos estranhos, porque se prolongou no tempo, durante muito tempo, até ao limite, e envolveu uma verba recorde. Rafa começou por ser negociado com o FC Porto em janeiro de 2016; no verão, o Benfica pôs-se na corrida, os rivais andaram taco a taco e o empresário António Araújo esteve a um passo de dizer a Vieira que estava tudo feito com os dragões.

 

Mas, depois, o paradigma mudou: Pinto da Costa disse que não entrava em leilões, Vieira reposicionou-se, o Sporting pressionou, o Benfica mandou dizer que desistia, acabou por não desistir, e pagou mais de 16 milhões de euros ao Braga pelo futebolista. Contra a vontade de Rui Vitória, Luís Filipe Vieira cedeu Rui Fonte (e Benítez) ao Sporting de Braga como contrapartida, porque tinha dado a palavra a Salvador que o faria. Ficou tudo acertado entre eles e é aqui que tudo bate certo: os negócios entre os encarnados de Lisboa e de Braga intensificaram-se, porque à frente dos clubes estão dois homens que se conhecem há muito. São amigos e parceiros, numa relação que, garante quem os conhece, “é próxima”. Eles não desmentem.

 

“A relação com Vieira é anterior à convivência enquanto presidentes do Benfica e do Braga. Mantenho contactos quer profissionais quer pessoais, que vão além dos que estabelecemos enquanto representantes de duas grandes instituições”, diz Salvador ao Expresso. Vieira exclui as questões pessoais quando lhe perguntamos sobre o que o une a Salvador: “O Benfica procura ter sempre as melhores relações institucionais com todos. E o Braga é um bom exemplo, através de uma defesa eficaz dos interesses mútuos das instituições.” A expressão chave é “interesses mútuos”. Isto é verdade para o futebol e para a vida.

 

Uma relação de betão

 

Luís Filipe Vieira tem 67 anos e António Salvador 45, o que faz dele seis anos mais velho do que Tiago, o filho varão de Vieira. Numa realidade alternativa e em circunstâncias muito peculiares, Luís Filipe podia ser o pai e António o filho, porque têm idade para isso e são mais parecidos um com o outro do que gostariam de admitir — acontece em todas as relações entre pais, mães, filhos e filhas. E são ambos teimosos e orgulhosos, nenhum dá o braço a torcer nas negociações e os dois acham sempre que saíram vitoriosos das mesmas e não os apanharão a reconhecer a derrota, mesmo que seja tão evidente como o sol num dia de sol e a chuva num dia de chuva. Além disso, têm cuidado com o que comem e com o que vestem, querem andar sempre na linha e apresentáveis. Diferem nos hóbis: Vieira não dispensa uma boa cartada com os amigos, Salvador é capaz de passar um fim de semana a ver futebol pela TV e sabe os nomes, um por um, dos jogadores dos plantéis das grandes ligas europeias.

 

Embora tenham chegado à liderança dos clubes na mesma altura, em 2003, os primeiros contactos entre um e outro começaram muito antes, no mundo do betão. Luís Filipe Vieira é detentor da Promovalor e António Salvador da Britalar, a empresa que constituiu no regime da era autárquica socialista de Braga para se emancipar ao pai, um pequeno empreiteiro local. Foi a Britalar que construiu, aliás, o Centro de Estágios do Seixal do Benfica , uma obra de 16 milhões de euros que acabou com um acordo extrajudicial, porque Salvador acusou o Benfica de lhe ter ficado a dever 1,7 milhões de euros.

 

Mas há mais. Salvador e Vieira terão tido, em 2011, um princípio de entendimento para que o primeiro liderasse o consórcio de Braga para um gigantesco empreendimento de 250 milhões de euros no Sotavento algarvio, que não saiu do papel. Há informações, finalmente, de que ambos têm negócios em Moçambique, e que Salvador poderá estar a tentar parcerias na promoção (ou de venda) de terrenos seus com a Promovalor. O presidente do Braga confirma o contacto, mas descola duas realidades: “São muitos anos de convivência e de amizade que não se sobrepõem ao lado institucional, quando defendemos os nossos clubes.” É uma lei da física: cargas opostas atraem-se, cargas iguais, repelem-se. E o Benfica e o Braga querem coisas iguais.

 

Não agressão

 

Na segunda-feira, as direções do Benfica e do Braga vão lanchar antes do jogo (20h, BenficaTV), a convite do clube da Luz. Os arrufos gerados pelo caso Rafa já lá vão e é tempo de reequilibrar as forças. Outra vez.

 

António Salvador e Luís Filipe Vieira têm um acordo implícito — se percebem que a coisa pode azedar, deixam que os clubes se resolvam, se entendam ou se chateiem por outros intervenientes. E isso não é difícil de acontecer, porque há gente no Benfica que não pode com Salvador e gente no Sporting de Braga que não pode com Vieira. E como eles podem um com o outro, afastam-se se o tema é quente — preservam-se desde aquele episódio da Britalar com o Seixal. “A proximidade com o Jorge Mendes também ajudou a serenar, porque o Jorge é um fazedor de pontes”, diz ao Expresso uma fonte próxima dos dois presidentes.

 

“Não minto se disser que há uma grande estima e consideração de parte a parte”, confessa Salvador ao Expresso, a propósito da sua relação com o superagente. Trocas como as de Tiago, Armando Sá, Ricardo Rocha e Amorim são patrocinadas por Mendes. E também é com ele que são feitos negócios peculiares: o de Danilo, o médio que chegou à Luz por empréstimo do Braga com opção de compra de 50% do passe (15 milhões de euros), após uma passagem pelo Valência; e o de Pizzi, que foi vendido pelo Braga ao Atlético de Madrid por 13,5 milhões de euros e comprado pelo Benfica, em duas fases (6 milhões, em 2013, mais 8 milhões, em 2015).

 

O Valência e o Atlético de Madrid são emblemas com a impressão digital da Gestifute, pelo que Mendes funciona como facilitador para Vieira e Salvador. E quando assim é, todos parecem sair a ganhar, mesmo que este seja um jogo em que só um pode ser declarado vencedor.

 

Quem fica a ganhar na «balança comercial» entre a Luz e a Pedreira?

 

Rafa, a maior transferência de sempre entre clubes portugueses, é o símbolo maior da «troca de camisolas» entre Benfica e Sp. Braga. Mas ao longo de 13 anos de presidência de Vieira e Salvador já é possível estabelecer um padrão nos negócios entre os dois emblemas.

 

Benfica e Sp. Braga voltam a defrontar-se esta segunda-feira (20h00), na Luz, para o jogo grande que encerra a 5.ª jornada da Liga.

 

Na última vez que o campeão nacional e o vencedor da Taça de Portugal se encontraram, há cerca de um mês e meio na decisão da Supertaça, no jogo que abriu a temporada (e que as águias venceram por 3-0), Rafa Silva ainda representava a equipa arsenalista e ainda não se tinha tornado na contratação mais sonante do defeso.

 

Agora, o extremo internacional português de 23 anos não vai defrontar a sua antiga equipa, já que por estar lesionado não é opção para Rui Vitória no Benfica. Ainda assim, aquela que foi a transferência mais cara de sempre entre clubes portugueses, no valor de 16,4 milhões de euros, é um dos motes para uma abordagem sobre do duelo que tem quase moldes de clássico.

 

António Salvador e Luís Filipe Vieira levam quase o mesmo tempo à frente dos dois clubes. O empresário da construção civil minhoto tornou-se presidente do Sp. Braga em fevereiro de 2003 e Vieira tornar-se-ia seu homólogo nos encarnados em outubro desse ano.

 

Ainda assim, a «balança comercial» entre a Luz e a Pedreira demorou até começar a funcionar.

 

Desde os primeiros tempos de Salvador em Braga que o parceiro principal nas cedências e empréstimos foi o FC Porto. No entanto, ao longo do tempo, o Benfica foi ganhando preponderância e nos últimos anos e dois dos raros alvos que Vieira conseguiu desviar das garras de um dragão que foi sendo mais voraz na abordagem ao mercado durante anos vieram de Braga: Lima, em 2012/13, e agora Rafa Silva.

 

Os dois clubes que, em diferentes patamares, se tornaram principais parceiros no mercado nacional do «superagente» Jorge Mendes foram-se aproximando nos tempos mais recentes, a tal ponto que é possível estabelecer um padrão nos negócios entre si.

 

Djavan foi o único investimento bracarense

 

Nestes cerca de 13 anos da era Salvador-Vieira sete jogadores rumaram de Braga para Lisboa. Em sentido contrário, seguiram onze jogadores.

 

Nessas mais de duas mãos cheias de reforços Salvador gastou quase nada. O único reforço contratado ao Benfica por um valor significativo foi Djavan, que faz parte do plantel atual de José Peseiro, onde estão os ex-benfiquistas Rui Fonte e Benítez, cedidos a título definitivo e por empréstimo, respetivamente, no negócio de Rafa.

 

Em agosto de 2014, Djavan custou um milhão de euros por 60 por cento do passe aos cofres da SAD arsenalista, porém, os restantes jogadores provenientes da Luz foram cedidos por empréstimo ou chegaram em final de contrato. Ou seja, chegaram a «custo zero».

 

Isso quer dizer que o Sp. Braga ficou a ganhar na relação de mercado que teve com o Benfica? Não propriamente…

 

É verdade que os bracarenses quase não investiram nas contratações de ex-benfiquistas, mas também é um facto que esses faziam quase sempre parte da lista dispensáveis na Luz e em Braga não foram muitos os que fizeram carreira.

 

Rafa: a fatia de leão num bolo de 23 milhões

 

Por seu lado, o Benfica contratou em Braga apenas sete jogadores desde que Vieira é presidente e na grande maioria das vezes pagou pela transferência. A fatia de leão dos quase 23 milhões de euros investidos pelas águias corresponde precisamente ao negócio de Rafa, cobiçado por FC Porto e ainda por Sporting.

 

Ao longo dos tempos, foram raras as compras na capital minhota que se podem chamar de maus negócios. A primeira venda de Salvador para o Benfica foi Quim por 1,4 milhões de euros. A verdade é que o guarda-redes, que voltaria a Braga (a custo zero, lá está) sete épocas depois, seria uma peça importante logo na sua primeira época na conquista do campeonato de 2004/05.

 

Tal como o foi, embora com menor preponderância, no título encarnado de 2009/10 César Peixoto, o único reforço que Jorge Jesus levou consigo quando trocou de banco. Ou sobretudo Lima, avançado brasileiro que chegou a troco de quatro milhões de euros em 2012/13 e foi determinante para o bicampeonato do Benfica em 2013/14 e 2014/15.

 

Já neste defeso, enquanto Benítez e Rui Fonte seguiam para Lisboa, do Minho para a capital registaram-se a sonante e dispendiosa contratação de Rafa e a estranha, porque inédita, cedência do médio-defensivo brasileiro Danilo Barbosa, que é representado pela Gestifute de Jorge Mendes.

 

Esta época ajudará a perceber ainda melhor quem fica a ganhar na balança comercial entre a Luz e a Pedreira.

 

DA PEDREIRA PARA A LUZ

 

Quim (2004/05) - 1,4 M€

Luís Filipe (2007/08) - 0,5 M€

César Peixoto (2009/10) - 0,4 M€

Artur Moraes (2011/12) - Custo zero

Lima (2012/13) - 4 M€

Danilo (2016/17) - Empréstimo

Rafa Silva (2016/17) - 16,4 M€

 

DA LUZ PARA A PEDREIRA

 

Marcel (2006/07) - Empréstimo

Jaílson (2007/08) - Empréstimo

Miguelito (2007/08) - Custo zero

Quim (2010/11) - Custo zero

Nuno Gomes (2011/12) - Custo zero

Michel (2012/13) - Empréstimo

Hugo Vieira (2013/14) - Empréstimo

Djavan (2014/15) - 1 M€

Dolly Menga (2014/15) - Não divulgado

Rui Fonte (2015/16) - Empréstimo

Rui Fonte (2016/17) - Cedido a título definitivo no negócio Rafa

Óscar Benítez (2016/17) - Empréstimo no negócio Rafa

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Quando acabei de colocar a notícia do MF no primeiro post é que reparei que faltavam vários negócios entre Braga e Benfica. Também não está aí o empréstimo do Rúben Amorim.

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E o pack Armando + Tiago + Ricardo Rocha? :mrgreen:

 

Uma bela de uma enrabadela, diga-se de passagem :mrgreen: Mas julgo que o Braga na altura estava apertado financeiramente, e sempre foi dinheiro fresco a entrar para dar início ao projecto.

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E o pack Armando + Tiago + Ricardo Rocha? :mrgreen:

 

Melhor 3 em 1 de sempre que fizemos, dado ao "nosso" futebol da altura.

Editado por ventura21

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Uma bela de uma enrabadela, diga-se de passagem :mrgreen: Mas julgo que o Braga na altura estava apertado financeiramente, e sempre foi dinheiro fresco a entrar para dar início ao projecto.

O Ricardo Rocha saiu a mal de Braga?

É que ainda me lembro de ele nos primeiros tempos marcar contra o Braga no Axa e nos festejos foi insultar oa adeptos do Braga. Alias, acho que foi o primeiro golo dele no Benfica.

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Uma bela de uma enrabadela, diga-se de passagem :mrgreen: Mas julgo que o Braga na altura estava apertado financeiramente, e sempre foi dinheiro fresco a entrar para dar início ao projecto.

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:mrgreen:

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O Ricardo Rocha saiu a mal de Braga?

É que ainda me lembro de ele nos primeiros tempos marcar contra o Braga no Axa e nos festejos foi insultar oa adeptos do Braga. Alias, acho que foi o primeiro golo dele no Benfica.

 

Não me recordo, mas o RR era um badalhoco, não me surpreende que fosse uma reacção dele a alguns assobios :mrgreen:

 

 

Foi quase isso, mas debaixo do hipopótamo, estava um pequeno bacorinho :lol:

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What, nessa foto a Popota ainda não era conhecida.

 

Estava longe de ser famosa.

 

Ainda não tinha entrado no Secret Story. Agora até pelo francês anda.

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What, nessa foto a Popota ainda não era conhecida.

 

Estava longe de ser famosa.

:lol: :prayer:

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Esse pack dos 3 foi uma pechincha. Lembro-me que na altura os adeptos do Braga levaram cartazes para o estádio a dizer "pague1, leve 3". Mas já não me lembro quanto custaram.

Mas isso já foi há muito tempo, não sei se o Salvador era o presidente.

Editado por Enzo Dios Perez

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Esse pack dos 3 foi uma pechincha. Lembro-me que na altura os adeptos do Braga levaram cartazes para o estádio a dizer "pague1, leve 3". Mas já não me lembro quanto custaram.

Mas isso já foi há muito tempo, não sei se o Salvador era o presidente.

 

600 mil euros e o empréstimo do Ricardo Esteves e do grande Mawete Junior :lol:

http://www.maisfutebol.iol.pt/geral/sp-braga/tiago-armando-e-ricardo-rocha-no-benfica

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Não me recordo, mas o RR era um badalhoco, não me surpreende que fosse uma reacção dele a alguns assobios :mrgreen:

 

 

 

Foi quase isso, mas debaixo do hipopótamo, estava um pequeno bacorinho :lol:

É o mais provável, ele estava bem longe se ser um santinho :lol:

Btw:

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What, nessa foto a Popota Fanny :mrgreen: ainda não era conhecida.

 

Estava longe de ser famosa.

 

fixed

 

600 mil, mel. Hoje infelizmente jánão fazemos negócios desses

Editado por ventura21

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600 mil contos... 3 milhões de euros.

 

Pois é, não tinha reparado. Mesmo assim, foi miserável :lol:

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Ricardo Rocha :heart:

 

Aquele jogo na Luz para a Liga dos Campeões onde limpou o Ronaldinho Gaúcho. :prayer:

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A melhor coisa do Ricardo Rocha foi mandar o Liedson puxar ferro :lol:

 

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Também vinha postar isso :lol:

 

Não conhecia esse pacote que comprámos ao Braga, que mel :carinhoso:

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Esse pack dos 3 foi uma pechincha. Lembro-me que na altura os adeptos do Braga levaram cartazes para o estádio a dizer "pague1, leve 3". Mas já não me lembro quanto custaram.

Mas isso já foi há muito tempo, não sei se o Salvador era o presidente.

 

Para os bracarenses ver um jogador ir para o Benfica é a coisa mais tranquila do mundo!

É como para um portista ver um jogador sair do Porto B para jogar no Porto :twisted:

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