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Descartes

[2026] ATP World Tour 250

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Boa vitória do Coric perante o Ramos. Vesely e Kohlschreiber também nas SF.

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O encontro entre o Escobedo e o Isner parece estar interessante. O Escobedo venceu o 1º set por 7-6, teve match point no tie-break do 2º set, mas acabou por ser o Isner a levar a melhor.

Editado por Peplin

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O Isner já salvou 4 match points. O 3º set também será resolvido no tie-break.

 

O Escobedo já conseguiu uns quantos winners na resposta.

 

Ao 7º match point (embora o 1º no seu serviço), o Escobedo venceu mesmo o Isner! 7-6, 6-7 e 7-6 para o jovem norte-americano.

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1º título ATP para o Coric! Venceu a final por 5-7, 7-6 e 7-5.

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Alguém tem informação sobre a atribuição dos WC para o qualifying do Estoril Open?

 

É que eu estive a olhar com mais atenção para isto e julgo que a organização tem um escolha difícil a fazer. Com as novas regras de qualificação para os ATP 250 só há 2 WC disponíveis. Um deles está destinado ao português com melhores resultados nos 4 Futures que antecedem o torneio (já não deverá fugir ao João Domingues). Fica um para atribuir. Para o Pedro Sousa ou para o Frederico Silva. Não vai ser uma decisão fácil. O Fred está numa forma miserável. O Pedro também. Acho que a decisão será tomada no torneio de Carcavelos onde o Pedro entrou com WC e assume o lugar de 1º CS. Se o torneio lhe correr bem deve ser para ele o 2º WC.

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O Pedro, sendo 4º alternate, talvez tenha chance de entrar directo no qualifying.

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Acho que sendo para qualificação e sendo o maior torneio português, o critério seria atribuir a um português. O dos melhores resultados nos Future, não disse nada mas sempre soube que seria certinho e direitinho para o Domingues, espero que lhe seja útil. Talvez não a nível de pontos, mas talvez mais pela experiência. Passar o primeiro jogo seria ótimo.

 

O 2º, aposto no Pedro Sousa, se não entrar diretamente (devem estar à espera para saber): é o terceiro melhor português, para todos os efeitos. O Fred Silva está numa forma miserável e os últimos dois anos dele apontam para ter estagnado e não ter correspondido ao hype e às expetativas que lhe fizeram, se não tiver melhorias, está a caminho de ser um "flop". A alternativa que acho que seria mais viável e proveitosa para o 2º WC do Qualifying, mantenho que seja o Gil. (EDIT: a melhor prestação de sempre do Frederico Silva nos Estoril Open foi sacar um set ao Gilles Muller, e tem um record de 0-7 no Estoril Open, não acho que mereça mais um WC)

 

Não acho que o Pedro Sousa esteja em má forma - talvez seja o caso de outro jogador com uma má transição de Futures para Challengers. Pontuou bem em Hammamet, mas está em contra-relógio para defender aquelas finais e títulos todos do ano passado. Bastante bom para Futures, mediano para Challengers, o que é insuficiente para conseguir subir mais.

Editado por Ricardo Gouveia

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O Fred não estagnou como estás a fazer querer. Estava a dar o salto para os Challengers onde teve quadros surreais em semanas seguidas (quase sempre apanhou o 1.º CS ou parecido) e depois teve uma lesão complicadíssima no pulso desde aí. Ainda hoje está a sofrer da mesma.

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GAZPROM HUNGARIAN OPEN – BUDAPESTE – HUNGRIA

 

1ª RONDA

 

Lucas Pouille FRA [1] d. BYE 0 |

Jiri Vesely CZE d. Borna Coric CRO | h2h: 1-3 | 76 64

Martin Klizan SVK d. Maximilian Marterer GER [Q] | h2h: 1-0 | 62 63

Bjorn Fratangelo USA [Q] d. Gilles Simon FRA [5] | h2h: 1-0 | 64 61

 

Fabio Fognini ITA [3, WC] d. BYE 0 |

Andrey Kuznetsov RUS d. Ryan Harrison USA | h2h: 2-2 | 76 63

Sergiy Stakhovsky UKR [LL] d. Florian Mayer GER | h2h: 1-0 | 64 30 ret

Paolo Lorenzi ITA [6] d. Mikhail Kukushkin KAZ | h2h: 1-0 | 64 75

 

Viktor Troicki SRB [7] d. Evgeny Donskoy RUS [LL] | h2h: 2-0 | 61 62

Laslo Djere SRB [Q] d. Daniil Medvedev RUS | h2h: 1-0 | 60 55 ret

Marton Fucsovics HUN [WC] d. Mikhail Youzhny RUS | h2h: 1-0 | 62 62

Fernando Verdasco ESP [4] d. BYE 0 |

 

Robin Haase NED d. Diego Schwartzman ARG [8] | h2h: 4-0 | 61 63

Aljaz Bedene GBR [Q] d. Marius Copil ROM [LL] | h2h: 1-0 | 75 62

Damir Dzumhur BIH d. Steve Darcis BEL | h2h: 2-0 | 36 62 62

Ivo Karlovic CRO [2] d. BYE 0 |

 

 

2ª RONDA

 

Lucas Pouille FRA [1] d. Jiri Vesely CZE | h2h: 1-0 | 63 46 76

Martin Klizan SVK d. Bjorn Fratangelo USA [Q] | h2h: 1-0 | 63 62

Andrey Kuznetsov RUS d. Fabio Fognini ITA [3, WC] | h2h: 1-0 | 63 36 76

Paolo Lorenzi ITA [6] d. Sergiy Stakhovsky UKR [LL] | h2h: 1-0 | 64 36 63

 

Laslo Djere SRB [Q] d. Viktor Troicki SRB [7] | h2h: 1-0 | 75 62

Fernando Verdasco ESP [4] d. Marton Fucsovics HUN [WC] | h2h: 1-0 | 76 63

Aljaz Bedene GBR [Q] d. Robin Haase NED | h2h: 2-1 | 64 64

Ivo Karlovic CRO [2] d. Damir Dzumhur BIH | h2h: 2-0 | 61 36 64

 

 

QUARTOS DE FINAL

 

Lucas Pouille FRA [1] d. Martin Klizan SVK | h2h: 1-0 | 64 63

Paolo Lorenzi ITA [6] d. Andrey Kuznetsov RUS | h2h: 1-0 | 64 64

Laslo Djere SRB [Q] d. Fernando Verdasco ESP [4] | h2h: 1-0 | 26 76 62

Aljaz Bedene GBR [Q] d. Ivo Karlovic CRO [2] | h2h: 3-0 | 64 63

 

 

MEIAS FINAIS

 

Lucas Pouille FRA [1] d. Paolo Lorenzi ITA [6] | h2h: 3-0 | 62 75

Aljaz Bedene GBR [Q] d. Laslo Djere SRB [Q] | h2h: 1-0 | 62 64

 

 

FINAL

 

Lucas Pouille FRA [1] d. Aljaz Bedene GBR [Q] | h2h: 2-0 | 63 61

Editado por Descartes

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A vinda do Murray tornou-se complicada a partir do momento em que escolheu disputar Barcelona. Todavia, e como o Gastão muito provavelmente acabará por entrar no quadro principal (falta uma desistência para tal), a organização ainda terá outro WC disponível. Torce para que o Murray perca logo. :mrgreen:

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Meh. É um dos jogadores em actividade mais titulados, mas este último ano e meio tem sido miserável, ainda hoje levou na boca do Kevin Anderson em Barcelona.

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Sim, o Murray é para esquecer. Só se ele perder muito cedo em Barcelona.

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O Albert Ramos desistiu.

 

E o Pedro Sousa ficou com o wildcard do Gastão.

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Entretanto, pus-me a fazer uma tabela com base nas últimas 10 edições. Mas com o sono com que fiquei, estou com medo de ter deixado escapar alguma coisa, porque olhando bem há ali uns números que fazem um pouco de confusão, mas talvez pode ser derivado à quantidade de portugueses que participavam nas antigas provas de qualificação (do Estoril Open do João Lagos, com cerca de 48 jogadores, grande maioria portugueses)

 

De um lado, as prestações separadas pelo Quadro Principal e pela Qualificação, contando as participações, melhor resultado e ordenado pelo número de pontos ATP correspondentes (mediante a atribuição de pontos ATP 250 atual). Marquei cortes entre quem participou no quadro principal, última ronda de qualificação, segunda e quem nunca passou da primeira. Aqui vê-se um grande domínio do Fred Gil e do Rui Machado, com o Gastão e o João Sousa logo a seguir - uma metáfora do ténis portugueses nas últimas gerações.

 

Do outro, uma simples contagem de Wild Cards atribuídos - indo o grande prémio para o Gastão.

 

Olhando para isto, confesso que dá uma saudade ver tantos miúdos e talentos portugueses com o objetivo de vir jogar ao Estoril Open, infelizmente a maioria nunca ter visto a 2ª ronda.

 

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Já nem me lembrava que a malta do Gonçalo Andrade e do Tiago Lourenço tinham chegado a jogar. Há aí tanto jogar que foi desperdiçado pelo caminho.

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Já há quadro de qualificação. Novidades nos Wild Cards: Frederico Ferreira Silva no Quadro Principal, João Monteiro e Gonçalo Oliveira no Qualifying.

No qualifying: João Domingues - Ernests Gulbis, João Monteiro - Elias Ymer, Gonçalo Oliveira - Iñigo Cervantes. Não houve nenhum sorteio fácil, mas seria de esperar.

 

Em relação à desistência do Nick Kyrgios, louvo a vontade que tinha de vir cá jogar, o que não é frequente. Os cabeças-de-série costumam vir cá recolher cachets e fazer frete, não foi o caso do Nick e apesar do azar das circunstâncias, é uma perda forte para o torneio, mas retiro que foi a desistência mais justificável. Aos outros casos, é importante a ATP começar a rever os regulamentos para desistências nos ATP 250, 10 desistências com pouca antecedência no quadro principal do Estoril Open - custa-me a crer que sejam todas justificáveis por questões médicas, de fadiga, desgaste, etc. - acho que são de alguma falta de respeito pela inscrição e para o torneio. Todos os anos temos um número elevado de desistências, este ano calhou ser o cabeça-de-série nº2 Albert Ramos (vou excluir o Nick Kyrgios por ter considerado justificável), mas poderia ter sido uma "cara" do torneio, ou alguém mais carismático que apareça em todos os posters. Comparando com os outros torneios da mesma semana, tem sido sempre o torneio com mais desistências, parece um frete.

 

Sobre os Wild Cards, mantenho a minha posição e fico algo feliz por ver a minha opinião validada nas caixas de comentários de sites de ténis: o João Domingues merecia o WC para o Quadro Principal. Fica em demérito em comparação com o Frederico Silva - comparando as prestações nas épocas de 2016 e 2017, ou até mesmo a forma geral e recente, é injusto. Não é que acredite que algum deles passe a primeira ronda dos respetivos quadros, mas seria uma questão de premiação. Compreendo a argumentação de assim podermos ter 7 portugueses em prova, agora mencionar a proximidade do agente e o facto de ter chegado à final de pares do Future de Carcavelos, acho de péssimo tom em comparação com um nº4 nacional em clara ascensão com 6 Futures ganhos e 6 finais de Futures nas contas atuais. Também não acho que seja um grande favor ou apoio ao próprio Frederico Silva.

 

De qualquer forma, estou ainda com alguma esperança de ver amanhã alguma vitória portuguesa surpresa nos três jogos.

Editado por Ricardo Gouveia

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Já nem me lembrava que a malta do Gonçalo Andrade e do Tiago Lourenço tinham chegado a jogar. Há aí tanto jogar que foi desperdiçado pelo caminho.

 

O Gonçalo Andrade é ainda um miúdo. Não é dele com certeza que estás a falar. Deves estar a referir-te ao Gonçalo Loureiro. Esse sim, chegou a ser uma promessa (é da geração do Fred Silva e chegou a fazer dupla com ele nas camadas jovens) mas resolveu a certa altura trocar o ténis pelo padel. Tal como o Diogo Rocha (e a este está a correr-lhe muito bem).

 

Já há quadro de qualificação. Novidades nos Wild Cards: Frederico Ferreira Silva no Quadro Principal, João Monteiro e Gonçalo Oliveira no Qualifying.

No qualifying: João Domingues - Ernests Gulbis, João Monteiro - Elias Ymer, Gonçalo Oliveira - Iñigo Cervantes. Não houve nenhum sorteio fácil, mas seria de esperar.

 

Em relação à desistência do Nick Kyrgios, louvo a vontade que tinha de vir cá jogar, o que não é frequente. Os cabeças-de-série costumam vir cá recolher cachets e fazer frete, não foi o caso do Nick e apesar do azar das circunstâncias, é uma perda forte para o torneio, mas retiro que foi a desistência mais justificável. Aos outros casos, é importante a ATP começar a rever os regulamentos para desistências nos ATP 250, 10 desistências com pouca antecedência no quadro principal do Estoril Open - custa-me a crer que sejam todas justificáveis por questões médicas, de fadiga, desgaste, etc. - acho que são de alguma falta de respeito pela inscrição e para o torneio. Todos os anos temos um número elevado de desistências, este ano calhou ser o cabeça-de-série nº2 Albert Ramos (vou excluir o Nick Kyrgios por ter considerado justificável), mas poderia ter sido uma "cara" do torneio, ou alguém mais carismático que apareça em todos os posters. Comparando com os outros torneios da mesma semana, tem sido sempre o torneio com mais desistências, parece um frete.

 

Sobre os Wild Cards, mantenho a minha posição e fico algo feliz por ver a minha opinião validada nas caixas de comentários de sites de ténis: o João Domingues merecia o WC para o Quadro Principal. Fica em demérito em comparação com o Frederico Silva - comparando as prestações nas épocas de 2016 e 2017, ou até mesmo a forma geral e recente, é injusto. Não é que acredite que algum deles passe a primeira ronda dos respetivos quadros, mas seria uma questão de premiação. Compreendo a argumentação de assim podermos ter 7 portugueses em prova, agora mencionar a proximidade do agente e o facto de ter chegado à final de pares do Future de Carcavelos, acho de péssimo tom em comparação com um nº4 nacional em clara ascensão com 6 Futures ganhos e 6 finais de Futures nas contas atuais. Também não acho que seja um grande favor ou apoio ao próprio Frederico Silva.

 

De qualquer forma, estou ainda com alguma esperança de ver amanhã alguma vitória portuguesa surpresa nos três jogos.

 

Quanto às desistências: o Kyrgios não há mais nada a dizer. O Ramos-Vinolas inscreveu-se quando ainda não sabia que ia disputar a final de Monte Carlo (com vitória sobre o Murray) e os QF de Barcelona (com derrota com o Murray no tie-break do 3º set) nem que ia estar no Top 20 mundial. Ele optou por descansar esta semana para preparar o Masters de Madrid onde pode ter uma palavra a dizer. É compreensível. O Nishioka foi operado recentemente. O Delbonis tem desistido de todos os últimos torneios em que se tem inscrito. O Monaco quase não jogou este ano. O único que não encontro justificação óbvia (talvez esteja com uma lesão) é o Medvedev.

 

Estes são os 6 desistentes do grupo que tinha entrada direta no quadro principal na altura em que saiu a Entry-List.

 

Quanto aos wildcards, percebo a opção da organização. Não discuto que o Domingues merecia a entrada no quadro principal pelo que tem feito a mais do que o Fred nos últimos meses mas não confundamos as coisas. Nenhum dos dois passaria a 1ª ronda em condições normais e o Fred tem mais potencial mediático. Continua a ser uma das maiores promessas nacionais para chegar longe. É uma opção legítima. E ainda por cima abriu mais uma porta a outro português. O Monteiro e o Gonçalo também merecem este prémio.

 

 

Mesmo com todas as desistências temos um quadro de qualificação muito interessante. Um ex-Top 10 mundial e semi-finalista em Roland Garros e três jovens que vão rapidamente escalar posições no ranking e tornar-se presença habitual nos grandes palcos (Escobedo, Ymer e Rublev). Junte-se um ex-campeão de Roland Garros júnior (Fratangelo), dois espanhóis e um chileno de qualidade acima da média (Cervantes, Lopez-Perez e Jarry), dois servebots (Groth e De Schepper) e os 3 portugueses. Só os 2 italianos e o Lamasine me deixam indiferente.

 

Quanto às possibilidades dos portugueses seguirem em frente, só me atrevo a esperar uma surpresa por parte do Domingues. O Gulbis não atina e pode ser que ele tenha passado por cá apenas para conhecer a Costa do Sol...

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E ainda por cima abriu mais uma porta a outro português. O Monteiro e o Gonçalo também merecem este prémio.

De facto, até é um ponto de vista que não tinha considerado. Apesar de muito provavelmente não terem grande andança para o qualifying de um 250, vão certamente ganhar uma experiência valiosa.

 

O quadro de qualificação tem tido uma boa qualidade ao longo das últimas edições. O que se perde em número, ganhou-se em qualidade e temos tido alguma sorte nesse aspeto - têm andado por lá jogadores de grande nível.

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