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[Geral] Ranking UEFA

Publicações recomendadas

Ranking de 2025/26 a 21 de janeiro

  1. Inglaterra - 16,152
  2. Polónia - 13,625
  3. Alemanha - 13,285
  4. Espanha - 12,937
  5. Itália - 12,178
  6. Chipre - 11,406
  7. Portugal - 11,400
  8. França - 10,928
  9. Grécia - 9,900
  10. Dinamarca - 9,750

 

Ranking de 5 anos a 21 de janeiro

  1. Inglaterra - 106,991
  2. Itália - 93,124
  3. Espanha - 87,890
  4. Alemanha - 84,402
  5. França - 76,105
  6. Países Baixos - 66,095
  7. Portugal - 64,066
  8. Bélgica - 58,150
  9. Turquia - 48,325
  10. Chéquia - 46,075

 

Ranking Clubes de 5 anos a 21 de janeiro

  1. Real Madrid - 136,250
  2. Bayern Munique - 133,000
  3. Inter de Milão - 122,250
  4. Liverpool - 120,250
  5. Manchester City - 119,750
  6. Paris St. Germain - 111,500
  7. Arsenal - 102,250
  8. Barcelona - 100,250
  9. Bor. Dortmund - 98,750
  10. Bayer Leverkusen - 98,250

     14. Benfica - 87,750

     19. Sporting - 73,500

     27. FC Porto - 65,750

     48. Braga - 46,000

 

Mudanças com os resultados de hoje só aconteceram no ranking de clubes. O Liverpool subiu ao 4º lugar passando o City e o Barcelona subiu para 8º passando o Dortmund e o Leverkusen.

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Ranking de 2025/26 a 22 de janeiro

  1. Inglaterra - 16,847
  2. Alemanha - 14,035
  3. Polónia - 13,625
  4. Espanha - 13,312
  5. Itália - 13,071
  6. Portugal - 13,050
  7. França - 12,071
  8. Chipre - 11,406
  9. Grécia - 10,650
  10. Dinamarca - 10,500

 

Ranking de 5 anos a 22 de janeiro

  1. Inglaterra - 107,686
  2. Itália - 94,017
  3. Espanha - 88,265
  4. Alemanha - 85,152
  5. França - 77,248
  6. Países Baixos - 66,429
  7. Portugal - 65,716
  8. Bélgica - 58,800
  9. Turquia - 48,375
  10. Chéquia - 46,325

 

Ranking Clubes de 5 anos a 22 de janeiro

  1. Real Madrid - 136,250
  2. Bayern Munique - 133,000
  3. Inter de Milão - 122,250
  4. Liverpool - 120,250
  5. Manchester City - 119,750
  6. Paris St. Germain - 111,500
  7. Arsenal - 102,250
  8. Barcelona - 100,250
  9. Bor. Dortmund - 98,750
  10. Bayer Leverkusen - 98,250

     14. Benfica - 87,750

     19. Sporting - 73,500

     26. FC Porto - 68,500

     46. Braga - 51,500

 

Várias alterações hoje.

No ranking anual recuperámos uma posição, para o 6º lugar, ultrapassando o Chipre.

No ranking a 5 anos já estamos apenas a cerca de 0,7 pontos dos Países Baixos.

No ranking de clubes o Porto subiu um lugar ultrapassando o Milão e o Braga subiu 2 estando agora à frente do Shakhtar Donetsk e do Galatasaray.

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É bem possível que 5/6 equipas neerlandesas sejam eliminadas.

Na Champions o PSV está na zona de qualificação mas só com 8 pontos e vai receber o Bayern. O Ajax precisa de ganhar mas também tem de esperar que 7 das 10 equipas acima deles percam.

Na Liga Europa o Utrecht está eliminado, o Feyenoord e o Go Ahead Eagles precisam de ganhar (Betis fora e Braga em casa) para entrar na zona de qualificação mas também de esperar que os outros à frente deles percam.

O AZ Alkmaar passou na Conference e deve ir longe.

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Estamos a fazer uma época anormalmente boa, à data de hoje já é superior a 21/22, 22/23 e 23/24, e por enquanto é superior à da França (que entretanto com PSG na Champions, Lyon na Liga Europa e Strasbourg na Conference, nos deve ultrapassar).

Em simultâneo, os Países Baixos e a Bélgica estão a fazer épocas anormalmente más, em 12º e 13º no ranking anual, respetivamente.

Assim sendo, algo que parecia impossível no início da época - ultrapassarmos os Países Baixos ainda esta época - está perfeitamente ao nosso alcance. E neste momento também já estamos à frente da Bélgica na grelha de partida para a época seguinte.

Editado por Quan Chi
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Never forget. Aquece Dani, vais fazer um vídeo com umas holandesas.

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Ranking de 2025/26 a 28 de janeiro

  1. Inglaterra - 20,069
  2. Alemanha - 15,285
  3. Portugal - 14,700
  4. Espanha - 14,375
  5. Itália - 14,250
  6. Polónia - 13,625
  7. França - 12,714
  8. Chipre - 11,906
  9. Grécia - 11,400
  10. Dinamarca - 10,500

 

Ranking de 5 anos a 28 de janeiro

  1. Inglaterra - 110,908
  2. Itália - 95,196
  3. Espanha - 89,328
  4. Alemanha - 86,402
  5. França - 77,891
  6. Portugal - 67,366
  7. Países Baixos - 66,429
  8. Bélgica - 59,900
  9. Turquia - 48,625
  10. Chéquia - 46,325

 

Ranking Clubes de 5 anos a 28 de janeiro

  1. Real Madrid - 137,500
  2. Bayern Munique - 135,500
  3. Inter de Milão - 127,000
  4. Liverpool - 126,500
  5. Manchester City - 125,500
  6. Paris St. Germain - 114,000
  7. Barcelona - 106,750
  8. Arsenal - 104,500
  9. Bayer Leverkusen - 102,500
  10. Bor. Dortmund - 100,750

     14. Benfica - 90,000

     18. Sporting - 79,500

     26. FC Porto - 68,500

     46. Braga - 51,500

 

Com os resultados de hoje Portugal subiu a 3º no ranking anual, ultrapassando a Polónia, a Itália e a Espanha.

No ranking a 5 anos concretizámos a ambicionada ultrapassagem aos Países Baixos e passámos a ocupar o 6º posto.

No ranking de clubes o Barcelona passou o Arsenal no 7º lugar e o Leverkusen passou pelo Dortmund para o 9º posto. Mas a grande notícia é a subida do Sporting para o 18º lugar tendo ultrapassado... o Manchester United. ch*pa Amorim!

 

Editado por Descartes
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Ranking de 2025/26 a 29 de janeiro

  1. Inglaterra - 20,958 (9/9)
  2. Portugal - 16,600 (4/5)
  3. Alemanha - 16,214 (6/7)
  4. Espanha - 15,531 (6/8)
  5. Itália - 15,500 (6/7)
  6. França - 13,750 (5/7)
  7. Polónia - 13,625 (3/4)
  8. Grécia - 12,100 (4/5)
  9. Chipre - 11,906 (2/4)
  10. Dinamarca - 11,750 (1/4)

 

Ranking de 5 anos a 29 de janeiro

  1. Inglaterra - 111,797
  2. Itália - 96,446
  3. Espanha - 90,484
  4. Alemanha - 87,331
  5. França - 78,927
  6. Portugal - 69,266
  7. Países Baixos - 66,595
  8. Bélgica - 60,850
  9. Turquia - 49,075
  10. Chéquia - 47,225

 

Ranking Clubes de 5 anos a 29 de janeiro

  1. Real Madrid - 137,500
  2. Bayern Munique - 135,500
  3. Inter de Milão - 127,000
  4. Liverpool - 126,500
  5. Manchester City - 125,500
  6. Paris St. Germain - 114,000
  7. Barcelona - 106,750
  8. Arsenal - 104,500
  9. Bayer Leverkusen - 102,500
  10. Bor. Dortmund - 100,750

     14. Benfica - 90,000

     18. Sporting - 79,500

     21. FC Porto - 74,750

     44. Braga - 54,750

 

Assim fico mal habituado. Mais um dia extremamente positivo para as nossas cores.

No ranking anual subimos ao 2º lugar por troca com a Alemanha. E recordo que os 2 primeiros lugares no final da época se traduzem num lugar adicional para a Champions.

No ranking a 5 anos abrimos um fosso enorme para os Países Baixos que agora, tendo apenas um representante em prova, vê a recuperação do 6º lugar como praticamente impossível.

Finalmente, no que respeita ao ranking de clubes, o FC Porto subiu 5 posições, ultrapassando o West Ham, a Fiorentina, o Feyenoord, o PSV e a Juventus para se "sentar" no 21º lugar.

Quanto ao Braga subiu 2 posições e é 44º. Deixou para trás o Marselha e o Copenhaga.

 

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Só hoje 3 equipas dos países baixos foram com o crl. Ontem foram as 2, só sobra o az, é importante ganharmos na liga Europa e esperar que o Noah dê a vida 

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Fizémos a nossa parte e é virtualmente impossível que o 6° lugar nos fuja no final da época.

Mas é muito importante que continuemos a somar muitos pontos, para aumentar a almofada para o ciclo de épocas em que teremos +1 equipa na Champions e os Países Baixos +1 na Liga Europa, em que muito provavelmente farão mais pontos que nós.

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Citação de Quan Chi, há 54 minutos:

Fizémos a nossa parte e é virtualmente impossível que o 6° lugar nos fuja no final da época.

Mas é muito importante que continuemos a somar muitos pontos, para aumentar a almofada para o ciclo de épocas em que teremos +1 equipa na Champions e os Países Baixos +1 na Liga Europa, em que muito provavelmente farão mais pontos que nós.

Não, não é impossível. Se as equipas portuguesas perderem todos os jogos e o AZ ganhar a liga conferência, a Holanda volta a ficar em 6º. Portugal precisa de mais 0,800 pontos para ter o 6º lugar garantido.

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Citação de Diecastt, há 1 hora:

Não, não é impossível. Se as equipas portuguesas perderem todos os jogos e o AZ ganhar a liga conferência, a Holanda volta a ficar em 6º. Portugal precisa de mais 0,800 pontos para ter o 6º lugar garantido.

Por isso disse "virtualmente impossível".

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Citação de Quan Chi, há 2 horas:

Por isso disse "virtualmente impossível".

Embora esta época esteja a ser extremamente positiva, não me parece que estejamos (já) no cenário do "virtualmente impossível". Com o nível atual da conference league e o sorteio atual, não é assim tão improvável quanto isso o AZ Alkmaar ganhá-la.

Do lado das equipas Portuguesas na CL, vai ser bastante complicado o Sporting e o Benfica conseguirem fazer ainda pontos. Ora, visto que precisamos de duas vitórias para garantir os 0,800 pontos, dependendo do que aconteça na Liga Europa, as coisas podem ficar complicadas, dado que uma das equipas portuguesas irá muito provavelmente apanhar o Estugarda.

Editado por Diecastt

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Citação

mw-320

António Salvador - Presidente do SC Braga

Ranking UEFA: não é tempo de celebrar, mas de agir

Este tempo não é de celebração e peço perdão por estragar a narrativa, mas faço já spoiler: o regresso de Portugal ao 6º lugar do ranking da UEFA não provém de qualquer ação ou compromisso coletivo, pelo que nada nos diz que haja mais clubes preparados para o sustentar, daí decorrendo uma inevitável queda. Isto é certo como a chuva no inverno

A jornada europeia desta semana concretizou a ultrapassagem de Portugal aos Países Baixos no ranking UEFA e o regresso do nosso País ao 6º lugar, que precisa de ser confirmado no final da temporada para produzir efeitos em 2027/28.

Ainda que à condição, esta subida merece ser destacada e representa um potencial ganho de enormes proporções para todo o futebol português, que rapidamente saiu a público para multiplicar os méritos por detrás deste feito. Assim será ao longo dos próximos dias, como inevitavelmente acontece sempre que há boas notícias e, com elas, oportunidades de capitalização política.

É aqui que se torna imprescindível perceber, de facto, o que permitiu estes resultados, questionando também a solidez dos mesmos e a previsível trajetória futura. Perdão por estragar a narrativa, mas faço já spoiler: o regresso ao 6º lugar não provém de qualquer ação ou compromisso coletivo, pelo que nada nos diz que haja mais clubes preparados para o sustentar, daí decorrendo uma inevitável queda. Isto é certo como a chuva no inverno.

Mas para já, e antes de tudo, há uma evidência que precisa de ser sublinhada: esta ultrapassagem momentânea é consequência exclusiva do extraordinário trabalho dos clubes, dos seus jogadores, treinadores, dirigentes e adeptos. Os clubes portugueses a competir na UEFA, tantas vezes com recursos inferiores aos dos seus adversários, são exemplos de competência, de ambição e de superação.

O 6º lugar recuperado esta semana tem nomes e não são outros se não estes: SL Benfica, Sporting CP, FC Porto e SC Braga, os únicos que pontuaram em todas as cinco épocas que contam para o ranking. A eles há que juntar o Vitória SC e a sua extraordinária, ainda que excecional, campanha na UEFA Conference League 2024/25. Os restantes clubes nacionais envolvidos não foram além das rondas de qualificação.

Os quatro melhores clubes nacionais projetam na Europa aquilo que constroem em Portugal e isso é verdadeiramente notável, porque este também é o País que vive de e para a exportação. Ou seja, os resultados são alcançados apesar da contínua e recorrente fuga de talento.

Nada se fez ao longo dos últimos anos para impedir que assim seja.

Nada se fez para dar aos clubes portugueses melhores condições competitivas.

Ao nível político, não se diminuíram custos de contexto, nem se potenciaram fontes de receita.

Nas instâncias desportivas não se alteraram quadros competitivos, nem se manipularam as ferramentas existentes com vista à finalidade, no interesse geral, do rendimento europeu.

Estruturalmente, nada aconteceu para que Portugal recuperasse o 6º lugar do ranking, pelo que apenas a competência individual dos clubes suportou um sucesso que, está bom de ver, será tão frágil quanto frágeis são os alicerces que os suportam.

O tempo não é, pois, de celebração.

O tempo tem de ser de inquietude e de antecipação, porque de outra forma há uma conclusão óbvia e inevitável: mais cedo do que tarde, Portugal vai perder o 6º lugar e com ele vai perder dinheiro.

Não é um problema particular ou de uma elite, é um problema coletivo.

A receita combinada da participação nacional nas provas europeias está em vias de se tornar a mais importante fonte de rendimentos do futebol profissional em Portugal – com a exceção da transferência de jogadores, altamente dependente dessa mesma performance internacional. Estando a UEFA em negociações de direitos para o ciclo 2027-2030 e com sólidas perspetivas de um crescimento na casa dos 20%, é fácil de compreender que em causa estão muitos milhões de euros que o nosso futebol não pode desperdiçar.

É hora de enfrentar as evidências: só potenciando as condições dos clubes que têm suportado a competitividade de Portugal na Europa e incrementando exponencialmente as hipóteses daqueles que a estes se juntarem nos próximos anos será possível consolidar o nosso País junto dos Big-5, que é onde queremos e podemos estar.

Ora, nada disto se faz com discursos de circunstância, mas com cedências e compromissos.

Aqueles que prometerem tudo a todos acabarão por não servir ninguém.

Ser competente na UEFA, com isso gerando uma cadeia de valor que beneficia o todo, deveria ser assumido coletivamente como o desígnio n.º1 do futebol português e do futebol profissional em específico. Esteve bem a Liga Portugal ao posicionar o tema através do “Meta 2028”, mas falta passar do plano à ação e que as grandes opções estratégicas reflitam de facto esse compromisso.

Se assim for, o óbvio e natural é que se usem as ferramentas à disposição e aqui é impossível não considerar à cabeça a centralização dos direitos audiovisuais e os quadros competitivos, como de resto venho reclamando há largos anos.

Se o futebol português estiver realmente alinhado com o objetivo da sua competitividade externa, há que refleti-lo nas opções a tomar. Tal passará por não abalar significativamente as condições de que os nossos principais clubes beneficiam, em concreto o SL Benfica, o Sporting CP e o FC Porto; mas terá forçosamente de contemplar a quebra do fosso que existe para o grupo que se segue, encabeçado pelo SC Braga, cujos resultados raramente se apreciam com base na desproporção dos seus recursos face aos três maiores clubes.

Um estudo realizado pela EY para o nosso clube, em 2022, concluiu de forma taxativa que já então o SC Braga pontuava acima do expectável na Europa, considerado o desequilíbrio da sua capacidade de investimento comparativamente com a dos clubes que vinha defrontando na UEFA.

Se a centralização não encurtar radicalmente a distância entre o top-3 nacional e o SC Braga – ou qualquer outro clube que se consolide na posição que historicamente temos ocupado – será muito improvável que Portugal não veja comprometida a sua performance internacional.

E se isto é válido para o SC Braga, será igualmente válido para os emblemas nacionais que se têm classificado atrás, ou seja, aqueles que têm disputado eliminatórias de acesso às competições europeias, infelizmente sem capacidade para alcançarem as rondas principais, como se verifica pelo facto de em cinco edições da UEFA Conference League apenas por uma vez termos tido um emblema nacional na fase de grupos ou de liga.

Se as nossas opções estratégicas e coletivas não privilegiarem estes clubes, é inverosímil que Portugal consiga ter seis equipas a pontuar na UEFA e é fatal que isso conduza à perda de posições no ranking, logo à perda de atratividade e de valor para a nossa Liga. Ou seja: todos saem prejudicados.

Parece-me óbvio que a centralização é um instrumento extraordinário para alinharmos o nosso futebol com os seus objetivos. Esta é uma oportunidade única, diria até imperdível, para chamarmos mais clubes para a causa europeia, mas isso só é válido se a distribuição das receitas privilegiar, com intenção e propósito, o top-6 ou top-7 da nossa Liga, criando condições para que mais equipas gerem retorno para o coletivo.

Se houver visão, liderança e coragem, não se me afigura que o caminho possa ser outro que não este, como também não me ocorre que seja possível ignorar um debate profundo sobre quadros competitivos.

Por fim, convém igualmente que se concretizem os programas que recentemente elegeram os presidentes da Federação Portuguesa de Futebol e da Liga Portugal, havendo nele muitas rubricas que vão garantir a redução dos custos de contexto e o incremento de receitas e de condições competitivas.

A força política do nosso futebol não se pode esgotar nas grandes cerimónias e nas fotos de ocasião.

Este é não momento para ilusões, mas para ações.

Se nada estruturalmente mudar, o 6º lugar europeu não será mais do que uma circunstância.

Pela última vez, os nossos responsáveis são chamados a decidir, o que forçosamente obriga ao desconforto.

É preciso sair do meio da ponte.

É urgente optar.

Qualquer inação ou incapacidade terá consequências que não poderão deixar de ser assacadas aos seus verdadeiros responsáveis.

Sendo um otimista, cumpre-me acreditar que o talento português nos permitirá construir o futuro que podemos alcançar.

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Ranking de 2025/26 a 17 de fevereiro

  1. Inglaterra - 20,958 (9/9)
  2. Portugal - 16,600 (4/5)
  3. Alemanha - 16,500 (6/7)
  4. Espanha - 15,781 (6/8)
  5. Itália - 15,500 (6/7)
  6. França - 14,035 (5/7)
  7. Polónia - 13,625 (3/4)
  8. Grécia - 12,100 (4/5)
  9. Chipre - 11,906 (2/4)
  10. Dinamarca - 11,750 (1/4)

 

Ranking de 5 anos a 17 de fevereiro

  1. Inglaterra - 111,797
  2. Itália - 96,446
  3. Espanha - 90,734
  4. Alemanha - 87,617
  5. França - 79,212
  6. Portugal - 69,266
  7. Países Baixos - 66,595
  8. Bélgica - 60,850
  9. Turquia - 49,475
  10. Chéquia - 47,225

 

Ranking Clubes de 5 anos a 17 de fevereiro

  1. Real Madrid - 137,500
  2. Bayern Munique - 135,500
  3. Inter de Milão - 127,000
  4. Liverpool - 126,500
  5. Manchester City - 125,500
  6. Paris St. Germain - 114,000
  7. Barcelona - 106,750
  8. Arsenal - 104,500
  9. Bayer Leverkusen - 102,500
  10. Bor. Dortmund - 100,750

     14. Benfica - 90,000

     18. Sporting - 79,500

     21. FC Porto - 74,750

     44. Braga - 54,750

 

Hoje só houve alterações marginais até porque os resultados desta ronda de play-offs só contam para os rankings dos países e não contam para o ranking dos clubes.

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Ranking de 2025/26 a 18 de fevereiro

  1. Inglaterra - 21,180 (9/9)
  2. Alemanha - 16,785 (6/7)
  3. Portugal - 16,600 (4/5)
  4. Espanha - 15,906 (6/8)
  5. Itália - 15,500 (6/7)
  6. França - 14,035 (5/7)
  7. Polónia - 13,625 (3/4)
  8. Grécia - 12,100 (4/5)
  9. Chipre - 11,906 (2/4)
  10. Dinamarca - 11,750 (1/4)

 

Ranking de 5 anos a 18 de fevereiro

  1. Inglaterra - 112,019
  2. Itália - 96,446
  3. Espanha - 90,859
  4. Alemanha - 87,902
  5. França - 79,212
  6. Portugal - 69,266
  7. Países Baixos - 66,595
  8. Bélgica - 61,050
  9. Turquia - 49,475
  10. Chéquia - 47,225

 

Ranking Clubes de 5 anos a 18 de fevereiro

  1. Real Madrid - 137,500
  2. Bayern Munique - 135,500
  3. Inter de Milão - 127,000
  4. Liverpool - 126,500
  5. Manchester City - 125,500
  6. Paris St. Germain - 114,000
  7. Barcelona - 106,750
  8. Arsenal - 104,500
  9. Bayer Leverkusen - 102,500
  10. Bor. Dortmund - 100,750

     14. Benfica - 90,000

     18. Sporting - 79,500

     21. FC Porto - 74,750

     44. Braga - 54,750

 

HHoje houve apenas uma alteração nas tabelas. Fomos ultrapassados pela Alemanha no 2º lugar do ranking anual.

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Ranking de 2025/26 a 19 de fevereiro

  1. Inglaterra - 21,513 (9/9)
  2. Alemanha - 17,071 (6/7)
  3. Portugal - 16,600 (4/5)
  4. Espanha - 16,156 (6/8)
  5. Itália - 16,071 (6/7)
  6. Polónia - 14,125 (3/4)
  7. França - 14,035 (5/7)
  8. Grécia - 12,300 (4/5)
  9. Chipre - 11,906 (2/4)
  10. Dinamarca - 11,750 (1/4)

 

Ranking de 5 anos a 19 de fevereiro

  1. Inglaterra - 112,352
  2. Itália - 97,017
  3. Espanha - 91,109
  4. Alemanha - 88,188
  5. França - 79,212
  6. Portugal - 69,266
  7. Países Baixos - 66,595
  8. Bélgica - 61,450
  9. Turquia - 49,875
  10. Chéquia - 47,625

 

Ranking Clubes de 5 anos a 19 de fevereiro

  1. Real Madrid - 137,500
  2. Bayern Munique - 135,500
  3. Inter de Milão - 127,000
  4. Liverpool - 126,500
  5. Manchester City - 125,500
  6. Paris St. Germain - 114,000
  7. Barcelona - 106,750
  8. Arsenal - 104,500
  9. Bayer Leverkusen - 102,500
  10. Bor. Dortmund - 100,750

     14. Benfica - 90,000

     18. Sporting - 79,500

     21. FC Porto - 74,750

     44. Braga - 54,750

 

A única alteração de hoje foi a subida da Polónia para o 6º lugar do ranking anual por troca com a França.

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Ranking de 2025/26 a 24 de fevereiro

  1. Inglaterra - 21,902 (9/9)
  2. Alemanha - 17,428 (6/7)
  3. Portugal - 16,600 (4/5)
  4. Espanha - 16,593 (6/8)
  5. Itália - 16,071 (5/7)
  6. Polónia - 14,125 (3/4)
  7. França - 14,035 (5/7)
  8. Grécia - 12,500 (3/5)
  9. Chipre - 11,906 (2/4)
  10. Dinamarca - 11,750 (1/4)

 

Ranking de 5 anos a 24 de fevereiro

  1. Inglaterra - 112,741
  2. Itália - 97,017
  3. Espanha - 91,546
  4. Alemanha - 88,545
  5. França - 79,212
  6. Portugal - 69,266
  7. Países Baixos - 66,595
  8. Bélgica - 61,450
  9. Turquia - 49,875
  10. Chéquia - 47,625

 

Ranking Clubes de 5 anos a 24 de fevereiro

  1. Real Madrid - 137,500
  2. Bayern Munique - 135,500
  3. Inter de Milão - 127,000
  4. Liverpool - 126,500
  5. Manchester City - 125,500
  6. Paris St. Germain - 114,000
  7. Barcelona - 106,750
  8. Arsenal - 104,500
  9. Bayer Leverkusen - 104,000
  10. Bor. Dortmund - 100,750

     14. Benfica - 90,000

     18. Sporting - 79,500

     21. FC Porto - 74,750

     44. Braga - 54,750

 

O dia de hoje não trouxe nenhuma alteração. A notícia são as eliminações do Inter, do Olympiakos, do Club Brugge e do Qarabag que deixam a Itália, a Bélgica, a Grécia e o Azerbaijão com menos uma equipa para contribuir.

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Ranking de 2025/26 a 25 de fevereiro

  1. Inglaterra - 21,902 (9/9)
  2. Alemanha - 17,428 (5/7)
  3. Espanha - 17,031 (6/8)
  4. Itália - 16,857 (4/7)
  5. Portugal - 16,600 (3/5)
  6. França - 14,535 (4/7)
  7. Polónia - 14,125 (3/4)
  8. Grécia - 12,500 (3/5)
  9. Chipre - 11,906 (2/4)
  10. Dinamarca - 11,750 (1/4)

 

Ranking de 5 anos a 25 de fevereiro

  1. Inglaterra - 112,741
  2. Itália - 97,803
  3. Espanha - 91,984
  4. Alemanha - 88,545
  5. França - 79,712
  6. Portugal - 69,266
  7. Países Baixos - 66,595
  8. Bélgica - 61,450
  9. Turquia - 50,175
  10. Chéquia - 47,625

 

Ranking Clubes de 5 anos a 25 de fevereiro

  1. Real Madrid - 139,000
  2. Bayern Munique - 135,500
  3. Inter de Milão - 127,000
  4. Liverpool - 126,500
  5. Manchester City - 125,500
  6. Paris St. Germain - 115,500
  7. Barcelona - 106,750
  8. Arsenal - 104,500
  9. Bayer Leverkusen - 104,000
  10. Bor. Dortmund - 100,750

     14. Benfica - 90,000

     18. Sporting - 79,500

     21. FC Porto - 74,750

     44. Braga - 54,750

 

Hoje fomos ultrapassados pela Espanha e pela Itália no ranking anual. Descemos para 5.º.

A França recuperou o 6.º lugar passando a Polónia.

 

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Ranking de 2025/26 a 26 de fevereiro

  1. Inglaterra - 22,291 (9/9)
  2. Alemanha - 17,571 (5/7)
  3. Espanha - 17,406 (6/8)
  4. Itália - 17,357 (4/7)
  5. Portugal - 16,600 (3/5)
  6. Polónia - 15,250 (2/4)
  7. França - 14,964 (4/7)
  8. Grécia - 12,900 (2/5)
  9. Chipre - 11,906 (1/4)
  10. Dinamarca - 11,750 (1/4)

 

Ranking de 5 anos a 26 de fevereiro

  1. Inglaterra - 113,130
  2. Itália - 98,303
  3. Espanha - 92,359
  4. Alemanha - 88,688
  5. França - 80,141
  6. Portugal - 69,266
  7. Países Baixos - 67,012
  8. Bélgica - 61,850
  9. Turquia - 51,075
  10. Chéquia - 48,325

 

Ranking Clubes de 5 anos a 26 de fevereiro

  1. Real Madrid - 139,000
  2. Bayern Munique - 135,500
  3. Inter de Milão - 127,000
  4. Liverpool - 126,500
  5. Manchester City - 125,500
  6. Paris St. Germain - 115,500
  7. Barcelona - 106,750
  8. Arsenal - 104,500
  9. Bayer Leverkusen - 104,000
  10. Bor. Dortmund - 100,750

     14. Benfica - 90,000

     18. Sporting - 79,500

     21. FC Porto - 74,750

     44. Braga - 54,750

 

Muito interessante a luta pelo 6º lugar do ranking anual. Hoje a Polónia recuperou essa posição passando a França.

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Alguém bom a matemática que me ajude aqui. A percentagem dos pontos de coeficiente é muito substancialmente ganha nas fases de liga em comparação com as eliminatórias, em termos percentuais? I.e., para ter bons coeficientes é muito mais importante estar bem nessa fase do que as rondas que se passam a seguir?

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Citação de Wincing Hálldor, há 28 minutos:

Alguém bom a matemática que me ajude aqui. A percentagem dos pontos de coeficiente é muito substancialmente ganha nas fases de liga em comparação com as eliminatórias, em termos percentuais? I.e., para ter bons coeficientes é muito mais importante estar bem nessa fase do que as rondas que se passam a seguir?

Depende.

No cenário extremo de um vencedor da Champions que faça o seu percurso só com vitórias teremos:

8 vitórias na fase de Liga: 16 pontos;

7 vitórias na fase a eliminar: 14 pontos;

Bónus pela 1ª posição na fase de Liga: 12 pontos;

Bónus pelas eliminatórias atingidas até à presença na final: 6 pontos.

 

Por aqui chegamos à conclusão que a tua hipótese é verdadeira mas há nuances.

Imagina um cenário ainda mais extremo em que o Benfica, este ano, faria um percurso imaculado na fase a eliminar. Na fase de grupos conquistou apenas 6 pontos pelas vitórias que obteve e 6,25 pontos de bónus.

E há todos os cenários pelo meio. E ainda pormenores como as rondas de play-off contarem para o ranking dos países e não contarem para o ranking de clubes; as fases de qualificação valerem apenas 1 ponto por vitória e 0,5 por empate; a distribuição dos bónus na Liga Europa e Conference ser substancialmente inferior aos da Champions (máximo de bónus: Champions - 18; Liga Europa - 10; Conferência - 6).

 

Em suma: depende. Basicamente ganham-se mais pontos onde existirem melhores performances. E, como é óbvio, as boas performances são mais comuns nas fases de liga do que nas fases a eliminar.

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Ranking de 2025/26 a 12 de março

  1. Inglaterra - 22,847 (9/9)
  2. Espanha - 18,406 (6/8)
  3. Alemanha - 18,142 (5/7)
  4. Itália - 17,928 (4/7)
  5. Portugal - 17,000 (3/5)
  6. França - 15,678 (4/7)
  7. Polónia - 15,250 (2/4)
  8. Grécia - 13,700 (2/5)
  9. Dinamarca - 12,250 (1/4)
  10. Chipre - 12,156 (1/4)

 

Ranking de 5 anos a 12 de março

  1. Inglaterra - 113,686
  2. Itália - 98,874
  3. Espanha - 93,359
  4. Alemanha - 89,259
  5. França - 80,855
  6. Portugal - 69,666
  7. Países Baixos - 67,345
  8. Bélgica - 62,250
  9. Turquia - 51,475
  10. Chéquia - 48,525

 

Ranking Clubes de 5 anos a 12 de março

  1. Real Madrid - 141,000
  2. Bayern Munique - 137,500
  3. Inter de Milão - 127,000
  4. Liverpool - 126,500
  5. Manchester City - 125,500
  6. Paris St. Germain - 117,500
  7. Barcelona - 107,750
  8. Arsenal - 105,500
  9. Bayer Leverkusen - 105,000
  10. Bor. Dortmund - 100,750

     14. Benfica - 90,000

     18. Sporting - 79,500

     19. FC Porto - 76,750

     44. Braga - 54,750

 

Muitos dados a registar na jornada desta semana, sendo, naturalmente, o mais relevante o facto de Portugal ter assegurado matematicamente o 6º lugar no ranking a 5 anos que permitirá regressar à possibilidade de colocar 3 equipas na Champions na época de 2027/28.

Temos ainda a subida de 2 lugares do FC Porto no ranking de clubes, entrando no TOP 20 e colando-se ao Sporting. Ultrapassou o Manchester Utd e o Club Brugge.

No ranking anual houve uma alteração muito importante: a Espanha roubou o 2º lugar à Alemanha. Nunca devemos esquecer que os 2 primeiros classificados neste ranking anual terão direito a uma equipa adicional na Champions na próxima temporada.

Além disso a França voltou a ultrapassar a Polónia na luta pelo 6º lugar e a Dinamarca ficou com o 9º lugar que era do Chipre.

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