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Sumudica by Night

Superliga Europeia confirmada, (NÃO) arranca em Agosto

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Citação de Che, há 8 horas:

Mas não deviam lá estar. Se os critérios se aplicassem no antigamente o Di Stéfano teria 20 Champions. 

O Benzema tem o mesmo número de Champions que o Di Stéfano e o mesmo número de Lá Ligas que o Pablo Aimar do Valencia. Um legado absolutamente banal no Real Madrid. 

é verdade, mas não vamos agir como se não tivesse ganho para ai uns 15 títulos individuais. se não acreditarem em mim procurem no google "benzema 15"

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Anas Laghrari, um dos principais responsáveis pela criação da Superliga Europeia, assegurou que já tem vinte equipas "preparadas e muito motivadas" para participarem naquela competição, assim como outras 30 "quase convencidas".

Em declarações ao jornal 'Ouest-France', Laghrari referiu que a Superliga está de tal maneira bem encaminhada que os jogos "poderiam começar amanhã". O principal objetivo, acrescenta ainda, passa por "arrancar em setembro de 2025 com as melhores equipas da Europa, inclusive as inglesas".

Além destas garantias, Laghrari - que não revelou os nomes das equipas envolvidas - frisou também que alguns dos emblemas que, em público, se mostraram contra o projeto, estão na verdade a apoiá-lo em privado e dispostos a participar.

"Não podemos dar nomes [dos participantes] para não os expormos à UEFA", disse ainda.

https://www.record.pt/internacional/competicoes-de-clubes/superliga-europeia/detalhe/superliga-europeia-pode-arrancar-em-2025-ja-ha-20-equipas-preparadas-e-30-quase-convencidas?ref=DET_Recomendadas_pb

 

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O Sporting não tinha feito um comunicado contra a Super Liga há uns meses, junto com o Porto, Benfica e Braga?

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Publicado (editado)
Citação de Lebohang, Em 09/02/2023 at 10:39:

A Superliga já está aqui

Foi um dos principais motivos para a ideia orquestrada por Florentino Perez y Andrea Agnelli e não sem lógica. A Superliga existe e chama-se Premier League como o defeso de inverno volta a provar.

Longe vão os dias em que o mercado de inverno servia para fazer pequenos ajustes nos planteis. Quando foi instituido pela FIFA o calendário fechado de mercado - algo que só aconteceu a finais dos anos noventa, até então cada federação tinha diferentes regras para a inscrição de jogadores - o espaço dedicado ao mês de Janeiro foi uma concessão àqueles clubes que pretendiam ter uma segunda vida no caso da temporada estar a correr tão mal que o habitual despedimento do treinador não fosse solução suficiente para eventualmente dar a volta aos acontecimentos. Durante mais de duas décadas foi assim. Alguns negócios míticos acabaram por se realizar nessa janela mas quase sempre consequência de contextos particulares - lesões prolongadas, jogadores perto do fim de contrato, futebolistas que surpreenderam na primeira parte da época muito acima do esperado - e nunca por política sistémica.

A situação económica dos clubes e a quase auto-regulação do mercado a esse propiciava. Os orçamentos eram calibrados no arranque das temporadas e quase nunca um grande clube tinha capacidade para esticar a corda em Janeiro. Os poucos que eventualmente o faziam moviam a primeira ficha de um dominó que ia caindo e afectando outros clubes paralelamente deixando algumas vitimas colaterais pelo caminho. Mas sempre de forma residual até porque a planificação desportiva combinava a pensar em Junho como o melhor momento para tomar decisões importantes como um investimento financeiro de calibre. Essa regra continua aparentemente válida para todos menos para os clubes ingleses, os protagonistas da genuina Superliga que ameaça com arrasar com tudo à sua volta.

Durante os últimos cinco anos o salto da Premier League como liga primordial no ecossistema financeiro dos clubes revelou-se determinante. A tal ponto que hoje quase nenhum clube está imune ao seu poder asfixiante, um poder que vai da cúpula até à base e que alimenta igualmente o secundário Championship, um torneio com maior poder aquisitivo hoje em dia que algumas das principais ligas do continente.

Quando nasceu a Premier League já anunciava ao que vinha. O capitalismo tatcheriano transformado num conceito desportivo, perfeitamente inspirado pelo modelo norte-americano da NBA ou NFL. Jogos segunda à noite (o mítico Monday Night Football em versão inglesa), cheerleaders que felizmente duraram pouco, estádios renovados - o grande motor da transformação social do futebol inglês após Hillsborough através do relatório Taylor - e uma constante cobertura televisiva que ia contra a identidade de um país que sempre tinha olhado de lado para o poder da televisão de tal forma que mesmo nos anos oitenta a maioria dos jogos televisados só o eram em diferido para não ameaçar as receitas de bilheteira. Os donos por detrás da mudança, orquestrada em parceria com o magnata Rupert Murdoch e o seu falido, até então, projecto BskyB, eram todos ingleses, homens da velha guarda mas com uma ambição financeira que acompanhava a evolução dos tempos na cultura liberal e conservadora inglesa.

Foram os jogadores estrangeiros que, no entanto, permitiram o salto que todas essas mudanças estéticas e de produção mediática só por si não eram capazes de provocar. A chegada de Cantona, Zola, Gullit, Vialli, Bergkamp, Ginola, Di Canio, Henry entre tantos outros, foram mudando o paradigma do jogo, misturando a essência clássica britânica com o perfume de qualidade continental numa mistura irresistível.

Ainda assim, durante vinte anos a Premier não se diferenciou excessivamente da elite continental e sofreu permanentemente do peso emocional que os grandes clubes europeus ainda detinham sobre jogadores e treinadores, o que provocou que as suas maiores estrelas fossem, quase todas, finalmente capturadas pelas galáxias de vedetas que pululavam em Espanha ou Itália, sobretudo. Esse momento antecipou o início de um curto ciclo depressivo na Premier League, perfeitamente resumido na vitória do Leicester, um título muito ao estilo da First Division, mas que chegou na altura em que tudo estava a mudar de novo graças à influência continental. Desta vez, dos treinadores continentais.

Sim, tanto Arsene Wenger como José Mourinho e, em menor medida, Gerard Houllier, Gianluca Vialli e Rafa Benitez já tinham causado um impacto relevante na competição mas foi a aposta diferenciada em treinadores fora do circuito britânico e da velha escola dos Managers que mudou de novo a face do futebol inglês. As chegadas de Jurgen Klopp a Liverpool, de Louis van Gaal, Pep Guardiola e Erik Ten Haag a Manchester, de Unai Emery, Mikel Arteta, Antonio Conte, Thomas Tuchel e até o regresso de Mourinho a Londres alterou o paradigma e veio acompanhado de uma mudança radical nas estruturas de poder.

Durante os primeiros dez anos da Premier League todos os donos dos clubes eram britânicos. A chegada a Londres, em 2003, de Roman Abramovich, foi devastadora para uma forma de gerir os clubes que até então se regia pelos mesmos códigos. Sete anos depois os Emirados Árabes Unidos entraram em jogo da mesma forma e recapitalizaram o Manchester City, entregando um novo player à elite. Os vai e vens dos donos americanos do Arsenal e Liverpool levou a um período oscilante de ambos clubes mas a partir de 2015 a metamorfose completou-se com a chegada massiva de donos estrangeiros não só à Premier League como também ao Championship e até a clubes da League One e Two. Estes novos donos traziam o que mais ninguém na Europa parecia ter disponível: dinheiro.

A crise económica do futebol espanhol, alimentado artificialmente com ajudas políticas durante a primeira década do século e sustentada futebolisticamente por uma geração de elite na segunda, secundou a italiana, que viu o seu império de duas décadas desfazer-se entre bancarrotas sucessivas dos seus clubes mais simbólicos no virar do século. A regra 50+1 impedia os clubes alemães de entrar em loucuras enquanto que em França a chegada do Qatar ao controlo do PSG mudou as regras do jogo mas não teve sucedâneos. Nesse sentido todo o dinheiro confluiu directamente para os cofres dos clubes ingleses. Estes punham o prestigio da competição e os seus donos, na esmagadora maioria dos casos americanos, a política desportiva que incluía pertencer a conglomerados que contavam com representantes inclusive de outros desportos. A chegada dos fundos de investimento, que entenderam que o futebol era um mercado apetecível, fez apertar ainda mais a corda. A roleta russa parou no momento exacto em que a bala foi desferida ao futebol da velha guarda continental.

Nos últimos cinco anos a Premier League tem assumido de forma insultante a hegemonia de todas as operações económicas. À medida que a geração de ouro cristalizada à volta de Lionel Messi e Cristiano Ronaldo foi chegando ao fim, e com ela uma série de nomes ilustres de fundo que permaneceram fieis aos seus clubes, uma série de novos jogadores e promessas foram gravitando para os clubes ingleses que pagavam mais e melhor que ninguém.

Desde 2018 nenhum clube, com a excepção do PSG, consegue vencer um clube britânico na luta por um objectivo de mercado. Nem mesmo Barcelona, Real Madrid, Bayern Munich ou Juventus estão imunes a esse duelo quase desigual, sendo forçados a recorrer quase sempre a futebolistas veteranos - que olham nesta etapa da carreira mais para o prestigio que para a parte económica - para organizar os seus planteis. No passado defeso o Barcelona recrutou dois descartes da defesa do Chelsea (Christiansen e Marcos Alonso) enquanto que o Real Madrid conseguiu fazer-se com os serviços de Rudiger. Todas as operações foram de agentes livres. Enquanto isso o clube inglês, agora nas mãos de um conglomerado norte-americano, contratou o melhor central da Serie A e uma das maiores promessas da Ligue 1 em cifras, juntas, que somam o total das operações dos dois gigantes espanhóis.

Mas se essa superioridade já era evidente no mercado do verão, momento em que clubes como o Bournemouth, Brighton, Leeds ou Aston Villa conseguem mover cifras superiores à dos clubes que acederam à Champions League nas principais ligas do continente, agora torna-se mais aterradora quando chega o mercado de inverno. A novela Enzo Fernandez fez lembrar a venda de Luis Diaz por parte do FC Porto no ano passado. Os encarnados resistiram ao acosso inglês mas o mesmo não se pode dizer dos ucranianos do Shaktar que tiveram a sua maior promessa num leilão público entre gunners e blues num negócio que superar os 100 milhões de euros, números que raramente sequer eram igualados no mercado de verão. O negócio de Mudryk foi apenas um exemplo de como o joelho da Premier está a esmagar o futebol europeu.

Nas últimas três semanas os clubes da Premier League bateram sucessivamente os seus recordes de transferências para este mercado. O Leeds contratou Georgino Rutter por 40 milhões de euros, precisamente um ano depois deste se ter juntado ao Hoffenheim alemão por menos de 2 milhões de euros. Uma inflação estratosférica de um jogador que não foi sequer valorizado por um Mundial ou uma temporada estelar. Simplesmente o clube podia pagar aquilo que o Hoffenheim achava que era uma petição louca o suficiente para dissuadir os ingleses de levar um dos seus melhores jogadores a meio da temporada. E esse é um dos grandes problemas.

Estes negócios não se limitam a destruir o mercado com uma inflação que ninguém pode acompanhar mas também deixam um efeito devastador na forma como podem eventualmente mudar o curso das ligas continentais da noite para o dia, podendo desfazer uma equipa bem sucedida nos meses anteriores ou através de um negócio permitir a uma outra ir ao mercado, reforçar-se e inverter uma tendência menos positiva. De certa forma países como Portugal estão cada vez mais expostos a essa crua realidade e os adeptos vivem com a corda ao pescoço até ao fim do mercado para tentar entender se o seu clube foi ou não victima da horda dos milhões de libras. Mas como os adeptos de clubes alemães (o caso Rutter), espanhóis (Alex Moreno, do Bétis para o Aston Villa ou João Félix, cedido ao Chelsea pelo Atlético de Madrid), holandeses (Codey Gakpo, a versão 2023 de Luis Diaz para Jurgen Klopp) ou franceses (Badiashile que deixa o Monaco pelo Chelsea) sabem bem, o drama é transversal.

Esse poder que a Premier League conseguiu à custa das injeções milionárias dos seus donos não difere muito do impacto que a Champions League teve nos anos noventa - quando os prémios da “Liga milionária” permitiram a criação de autênticas dinastias em muitos campeonatos por dar a alguns clubes um poderia económico que não tinha rival - e como poderá vir a ter a ideia de Superliga que continua a defender Perez, agora em solitário depois da desbandada da direção da Juventus em vésperas de mais um caso de polícia bianconero.

Se um dos principais argumentos contra a Superliga, além do circuito fechado que será facilmente substituido por um modelo mais simpático em futuras propostas, foi o de criar uma elite económica que ia asfixiar o resto dos clubes, a realidade demonstra que isso já existe hoje e que faz de um Southampton em decadência uma equipa mais poderosa no mercado que um Atlético de Madrid ou um Aston Villa, um clube que há poucos anos andou pela segunda divisão, a investir em solitário mais do que todos os clubes que vão às provas europeias da Serie A.

O passo seguinte já está a ser dado com a aquisição por parte de clubes continentais por parte dos mesmos conglomerados que vão crescendo na Premier League. O Lorient francês foi o mais recente exemplo de um clube com boas sensações no futebol nacional que acaba por ser adquirido pelos mesmos donos do Bournemouth com um plano desportivo que visa transformar a entidade gaulesa numa especie de ponte de jogadores da liga francesa e satélites à volta para a entidade britânica, já que o mercado inglês ainda tem algumas limitações a futebolistas não britânicos, reforçada pela situação política do Brexit.

O caso do Lorient é em tudo similar ao do Union Saint-Gilloise, que pertence ao mesmo grupo do Brighton, ou do Midjtylland, cujos donos são os mesmos que adquiriram posteriormente o Brentford. Nenhum desses projectos assenta numa política global de identidade estatal como o City Group que controla uma dezena de clubes além do Manchester City ou do que a Arábia Saudita pretende num futuro fazer com o Newcastle e no entanto resumem perfeitamente aquilo que se tornou o futebol inglês, um espaço centrifugo capaz de absorver tudo à sua volta de uma forma destructiva.

Ninguém duvida que, além de continuar bater recordes nas diferentes janelas de mercado que se vão seguir, sugando o maior talento das ligas europeias e sul-americanas (a contratação de adolescentes precoces no Brasil e Argentina é já prática corrente dos grandes clubes ingleses há algumas temporadas e segue bem em activo), os conglomerados que controlam os principais clubes ingleses vão continuar a absorver entidades de outros países em ligas onde o talento bruto e o desenvolvimento comercial faça sentido. Portugal não está imune a ambas as situações - já se fala há vários anos num investimento patrocinado pelo Tottenham ou Chelsea num clube do Algarve - e tal como sucederia com uma eventual Superliga, acaba por ficar condenado a ser um espectador passivo do que sucede à sua volta.

O que era a ideia da Superliga - a tentativa desesperada da velha elite continental em manter o seu estatuto de superioridade - existe já na prática com outro disfarce mas com consequências similares para a esmagadora maioria dos clubes e adeptos que existe fora da elite. Se os seguidores do Real Madrid, Barcelona, Juventus, AC Milan, Inter, Bayern podem sentir uma inveja especial porque clubes de menor prestigio e perfil estão a roubar o seu lugar na escada económica do jogo, para os restantes a sensação de serem meros peões num jogo manobrado por mãos alheias não traz muita diferença se quem move as peças é o Brentford ou a Juventus. Na prática somos já todos vitimas da Superliga, um fantasma do futuro que já é bem presente.

https://decalcanhar.substack.com/p/a-superliga-ja-esta-aqui

hoje em dia é inegável esta realidade. Eu sou contra a Super Liga, mas entre uma superLiga com 20 clubes de vários países  ou uma superLiga com 20 clubes do mesmo país, eu prefiro a primeira opção.

Indo por outro lado: eu acho mais desejável uma superLiga onde o clube vermelho e preto listrado que figura proeminente é o Milan do que uma em que esse clube é o Bournemouth.

Este estado de factos, em que qualquer Crystal Palace tem mais capacidade de investimento que uma Lázio e que já não estará muito longe - passe um certo exagero - da capacidade de investimento de um Barcelona - just you wait - é uma aberração, se não maior, pelo menos do mesmo nível de uma SuperLiga Europeia. Esta SuperLiga unicamente Inglesa ainda vai dar cabo do futebol europeu. De uma coisa já deu cabo: do meu entusiasmo por acompanhar com assiduidade o futebol europeu.

Editado por IlidioMA
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Se calhar quem está na frente das restantes ligas deveria fazer um exercício de reflexão do porquê da Premier League ser esta SuperLiga. Quando não são apenas 2 ou 3 estarolas a comer o bolo todo e a deixar migalhas para os pequenos estes são os resultados em que um Aston Villa ou Crystal Palace podem ganhar titulos europeus porque têm a capacidade financeira para atrair jogadores de qualidade. 

 

 

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Citação de IlidioMA, há 6 horas:

hoje em dia é inegável esta realidade. Eu sou contra a Super Liga, mas entre uma superLiga com 20 clubes de vários países  ou uma superLiga com 20 clubes do mesmo país, eu prefiro a primeira opção.

Indo por outro lado: eu acho mais desejável uma superLiga onde o clube vermelho e preto listrado que figura proeminente é o Milan do que uma em que esse clube é o Bournemouth.

Este estado de factos, em que qualquer Crystal Palace tem mais capacidade de investimento que uma Lázio e que já não estará muito longe - passe um certo exagero - da capacidade de investimento de um Barcelona - just you wait - é uma aberração, se não maior, pelo menos do mesmo nível de uma SuperLiga Europeia. Esta SuperLiga unicamente Inglesa ainda vai dar cabo do futebol europeu. De uma coisa já deu cabo: do meu entusiasmo por acompanhar com assiduidade o futebol europeu.

Curiosamente a diferença é que esta tal superliga actual aparece porque os gigantes concordam em distribuir pelos pequenos e elevar o futebol do país como um todo.

Já a superliga sonhada, eram uns gigantes a tentarem manter-se à força como gigantes e atirando umas migalhas para os "pequenos".

Isto quando muito devia servir de lição aos restantes campeonatos e tentarem torná-los mais interessantes e apelativos que a premier league. E 2 deles até já foram no passado. Mas claro, estão todos mais interessados em ser corruptos, em ter gestões danosas ou em garantir domínios absolutos.

Editado por smashing_pumpkin
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Citação de smashing_pumpkin , há 2 horas:

Curiosamente a diferença é que esta tal superliga actual aparece porque os gigantes concordam em distribuir pelos pequenos e elevar o futebol do país como um todo.

Já a superliga sonhada, eram uns gigantes a tentarem manter-se à força como gigantes e atirando umas migalhas para os "pequenos".

Isto quando muito devia servir de lição aos restantes campeonatos e tentarem torná-los mais interessantes e apelativos que a premier league. E 2 deles até já foram no passado. Mas claro, estão todos mais interessados em ser corruptos, em ter gestões danosas ou em garantir domínios absolutos.

Este ponto parece que é esquecido, por vezes.

A Série A nos anos 90 tinha equipas a lutar pela manutenção com craques de nível mundial, por exemplo. As equipas gastavam dinheiro a um nível algo desproporcional para o resto da Europa.

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Citação de smashing_pumpkin , há 2 horas:

Curiosamente a diferença é que esta tal superliga actual aparece porque os gigantes concordam em distribuir pelos pequenos e elevar o futebol do país como um todo.

Já a superliga sonhada, eram uns gigantes a tentarem manter-se à força como gigantes e atirando umas migalhas para os "pequenos".

Isto quando muito devia servir de lição aos restantes campeonatos e tentarem torná-los mais interessantes e apelativos que a premier league. E 2 deles até já foram no passado. Mas claro, estão todos mais interessados em ser corruptos, em ter gestões danosas ou em garantir domínios absolutos.

É isto. Acrescento que, na Premier League joga quem tem mérito desportivo para o conseguir. O Tottenham esteve a um pelo de descer de divisão, por exemplo. Na Superliga iam jogar os amigos. O mérito? Vai no Batalha.

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Citação de DS7, há 10 horas:

Se calhar quem está na frente das restantes ligas deveria fazer um exercício de reflexão do porquê da Premier League ser esta SuperLiga. Quando não são apenas 2 ou 3 estarolas a comer o bolo todo e a deixar migalhas para os pequenos estes são os resultados em que um Aston Villa ou Crystal Palace podem ganhar titulos europeus porque têm a capacidade financeira para atrair jogadores de qualidade. 

 

 

em espanha é tipo real e barça que têm os direitos televisivos quase todos. 

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