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Statement from the Danish FA on the World Cup in Qatar

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DBU apresenta novas medidas críticas antes da Copa do Mundo no Catar

 
Após a Seleção Masculina ter jogado suas últimas eliminatórias da Copa do Mundo, DBU apresenta várias jogadas críticas antes da Copa do Mundo no Catar no próximo ano.
 
Já a seleção masculina disputou as últimas partidas de qualificação para a Copa do Mundo do próximo ano, no Catar, e a seleção já se classificou em outubro como uma das primeiras seleções do mundo.
 
Na continuação da qualificação recorde, o DBU está lançando uma série de iniciativas críticas para marcar a luta contínua pela melhoria dos direitos humanos no Catar. Isso significa, entre outras coisas, que os parceiros comerciais da seleção masculina não participam das atividades oficiais no Catar, e que os dois patrocinadores das camisas, Danske Spil e Arbejdernes Landsbank, ao mesmo tempo abrem mão de sua exposição na roupa de treino dos jogadores a favor de mensagens e marcações críticas.
 
Além disso, o DBU vai minimizar o número de viagens ao Catar para funcionários e parceiros, entre outros, para que a participação nas finais da Copa do Mundo seja principalmente voltada para a participação esportiva e não para a promoção dos eventos dos organizadores da Copa. Isso é o que Jakob Jensen, CEO da DBU, diz: “A seleção masculina fez uma bela e excelente qualificação e, em tempo recorde, garantiu a classificação da Dinamarca para a Copa do Mundo. Há muito tempo, a DBU critica fortemente a Copa do Mundo no Catar, mas agora estamos intensificando ainda mais nossos esforços e um diálogo crítico para aproveitarmos o fato de estarmos qualificados para trabalhar por mais mudanças no país. Além disso, há muito tempo chamamos a atenção para os desafios que a FIFA e o Catar enfrentam e continuaremos fazendo isso ”, disse Jakob Jensen.
 
Elogios aos parceiros comerciais
 
O diretor da DBU, Jakob Jensen, está satisfeito que os parceiros comerciais da seleção masculina e a DBU juntos possam aumentar a pressão sobre os organizadores da Copa do Mundo para melhorar as condições para os trabalhadores migrantes. Ao mesmo tempo, ele elogia os parceiros por deixarem seu lugar na roupa de treino por uma mensagem que apóia a luta por melhores direitos humanos no Catar: “É um sinal muito forte quando nossos parceiros também se engajam na luta por melhores condições no Catar. Os parceiros apóiam o futebol dinamarquês, a seleção masculina e a participação esportiva no Campeonato Europeu e na Copa do Mundo - não o anfitrião individual ”, explica Jakob Jensen.
 
O trabalho da DBU com a Copa do Mundo no Catar
 
Desde 2015, a DBU tem conduzido ativamente um diálogo crítico, que inclui várias visitas ao Catar, reuniões com ONGs e, por meio de cartas e encontros com, entre outros, a FIFA chamou a atenção para os desafios no Catar. Tudo isso para melhorar as condições dos trabalhadores migrantes e os direitos humanos em geral - o mais tardar em setembro, com uma convocação nórdica conjunta.
 
DBU agora apresenta novas iniciativas críticas para e durante a rodada final no Catar:
 
Movimento da DBU em direção e durante as finais da Copa do Mundo no Catar Os parceiros comerciais da seleção masculina não participam e não realizam atividades comerciais no Catar - a menos que as iniciativas sejam ativistas e integrem o diálogo crítico.
Os parceiros comerciais da seleção masculina abrirão mão de seu lugar nas roupas de treino da seleção em favor de mensagens de direitos humanos.
A DBU irá minimizar significativamente sua própria atividade de viagens para o Catar e só participará de atividades no Catar relacionadas a esportes ou quando puder contribuir politicamente para melhorar as condições dos trabalhadores migrantes.
DBU está em diálogo com fãs e ONGs sobre a presença de fãs dinamarqueses no Catar, para que eles sejam informados sobre a situação no Catar e saibam como reagir quando a venda de ingressos começar.
O DBU continuará o diálogo crítico com a FIFA e os organizadores no Catar e continuará a trabalhar em todos os contextos para melhorar e respeitar os direitos dos trabalhadores migrantes.
A DBU conduzirá continuamente a devida diligência em nossa escolha de hotel e outros serviços no Catar para garantir que os direitos trabalhistas aplicáveis sejam respeitados.
A DBU também está continuando sua colaboração com a Anistia Internacional e considerará continuamente a possibilidade de novas iniciativas para melhorar as condições no Catar em direção à rodada final no próximo ano.
Além disso, o DBU fará o acompanhamento do último relatório da Anistia Internacional, para que as reformas sejam totalmente implementadas e aplicadas no Catar - mesmo após o término da Copa do Mundo.

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Citação de Sumudica by Night, há 2 horas:

Dinamarca excluída do Mundial, e Portugal repescado apesar de ter falhado no playoff.

Genial jogada, Engenheiro do Tenta.

E ganhamos o Mundial como a Dinamarca no Euro de 92.

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Entre as diversas leis do Catar que vão contra os direitos humanos está a homossexualidade ser ilegal. Com isso em mente, um grupo de federações de futebol europeias decidiram que os seus capitães vão usar uma braçadeira onde aparece desenhado um coração preenchido com as cores do arco-íris, símbolo da comunidade LGBTQI+, e as palavras “1 Love”. O gesto faz parte de uma campanha contra a discriminação que vai ter lugar durante os jogos do Mundial 2022.

A Federação de Futebol dos Países Baixos, que desempenhou um papel de liderança na campanha, revelou que oito equipas europeias que se qualificaram para a competição no Catar vão participar na ação, e que outras duas vão usar as braçadeiras nos próximos jogos das equipas nacionais na Liga das Nações. O grupo de federações inclui também a Alemanha, Bélgica, Dinamarca, França, Inglaterra, Noruega, País de Gales, Suécia e Suíça.

Portugal não surge entre os países que abraçaram esta iniciativa. Esta quarta-feira, Bruno Fernandes foi questionado sobre este e os outros problemas que caracterizam o Catar, mas mostrou-se convencido de que não está nada nas mãos dos jogadores: “São coisas que nos ultrapassam um bocadinho. Nós, como jogadores, não há muito que possamos fazer. Há jogadores que já se exprimiram em relação a isso e nada mudou”.

https://tribuna.expresso.pt/mundial-2022/2022-09-21-Uma-bracadeira-diz-mais-do-que-mil-palavras.-E-o-que-esperam-as-selecoes-que-vao-defender-os-direitos-dos-homossexuais-no-Catar-ada39de1

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Espanha também de fora.

Todos os votos contam para organizar o Mundial, até os dos racistas.

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Mais valia termos feito como a Itália e ficado em casa.

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Ui, cuidado que vão usar uma braçadeira. O Qatar deve ter ficado cheio de medo lol.

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Citação de Banks29, há 2 minutos:

Ui, cuidado que vão usar uma braçadeira. O Qatar deve ter ficado cheio de medo lol.

A burrice do teu post está ao nível da do Bruno Fernandes 

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Citação de Gilberto Carlos, há 1 minuto:

A burrice do teu post está ao nível da do Bruno Fernandes 

A burrice está que acham que uma braçadeira vai mudar alguma coisa, todos usam a braçadeira preta por causa do Racismo na Premier e ele continua a existir e pouco se fala, os jogadores até se começaram a recusar ajoelhar porque fazia 0 sentido.

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Estes pequenos gestos, normalmente, não são inúteis. O problema é que esses países não disseram nada de especial, não fizeram nada para se opor à realização do Mundial no Qatar e, mesmo após as inúmeras notícias relacionadas com a morte dos trabalhadores, pouco mudou. Por isso, não passa de um gesto hipócrita. Mas pronto, um gajo já devia estar habituado a isto no mundo do futebol.

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Citação de Banks29, há 6 minutos:

A burrice está que acham que uma braçadeira vai mudar alguma coisa, todos usam a braçadeira preta por causa do Racismo na Premier e ele continua a existir e pouco se fala, os jogadores até se começaram a recusar ajoelhar porque fazia 0 sentido.

Não tens noção do peso que os pequenos gestos simbólicos podem ter.

Neste caso ainda mais, já que será uma competição vista por milhões.

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Há tantos níveis de palhaçada na realização deste Mundial no Qatar, vou sentir vergonha alheia com o nível de hipocrisia a que vamos assistir em Novembro. 

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Citação de Banks29, há 1 hora:

A burrice está que acham que uma braçadeira vai mudar alguma coisa, todos usam a braçadeira preta por causa do Racismo na Premier e ele continua a existir e pouco se fala, os jogadores até se começaram a recusar ajoelhar porque fazia 0 sentido.

Achar que há acções mais eficazes, é uma coisa. Achar que estas acções são inúteis é só estar 100% alheado da realidade.

Dando como exemplo a F1, o Vettel e o Hamilton são muito vocais em relação a estas coisas em certos países onde correm. Tem algum impacto? Tem, claro. Tem tanto impacto como se, por exemplo, se recusassem a correr nesse país? Não, claro que não.

No final do dia, há sempre uma hipocrisia relativa, porque as pessoas que se manifestam não deixam de tomar parte nos eventos. Mas sem dúvida que é útil para chamar a atenção para o assunto, quanto mais não seja.

Editado por Ghelthon

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Citação de Ghelthon, há 1 minuto:

Achar que há acções mais eficazes, é uma coisa. Achar que estas acções são inúteis é só estar 100% alheado da realidade.

Dando como exemplo a F1, o Vettel e o Hamilton são muito vocais em relação a estas coisas em certos países onde correm. Tem algum impacto? Tem, claro. Tem tanto impacto como se, por exemplo, se recusassem a correr nesse país? Não, claro que não.

No final do dia, há sempre uma hipocrisia relativa, porque as pessoas que se manifestam não deixam de tomar parte nos eventos. Mas sem dúvida que é útil para chamar a atenção para o assunto, quanto mais não seja.

A questão é que este tipo de ações tem eficácia por 1/2 jogos, nas ligas talvez por 1/2 semanas máximo. Depois disso já não há efeito nenhum e 90% da malta já nem se lembra porque por exemplo eles se ajoelham ou usam uma braçadeira. Uma das maiores ações seria impugnar o Mundial ou mudar de lugar, simples. Mas novamente mete-se o dinheiro a frente do que se passa e siga que no final já ninguém se vai lembrar das braçadeiras ou das situações que acontecem lá

O Vettel e o Hamilton são uma voz constante em relação a isto e outros assuntos e fazem bastantes "campanhas" (não é bem a palavra que procuro) e os próprios já não é a primeira vez que se recusam a correr num país. Se o acabam a fazer ? Claro, estão ligados a um contrato e em geral as marcas acabam por dar tentar dar a volta e participar até em algumas ações com eles como forma de "compensar". Ainda no último gp da árabia saudita por exemplo, eles os 2 foram um enorme porta-voz contra terem de correr ali por causa das desigualdades gerais entre as comunidades.  

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Citação de Banks29, há 1 minuto:

A questão é que este tipo de ações tem eficácia por 1/2 jogos, nas ligas talvez por 1/2 semanas máximo. Depois disso já não há efeito nenhum e 90% da malta já nem se lembra porque por exemplo eles se ajoelham ou usam uma braçadeira. Uma das maiores ações seria impugnar o Mundial ou mudar de lugar, simples. Mas novamente mete-se o dinheiro a frente do que se passa e siga que no final já ninguém se vai lembrar das braçadeiras ou das situações que acontecem lá

O Vettel e o Hamilton são uma voz constante em relação a isto e outros assuntos e fazem bastantes "campanhas" (não é bem a palavra que procuro) e os próprios já não é a primeira vez que se recusam a correr num país. Se o acabam a fazer ? Claro, estão ligados a um contrato e em geral as marcas acabam por dar tentar dar a volta e participar até em algumas ações com eles como forma de "compensar". Ainda no último gp da árabia saudita por exemplo, eles os 2 foram um enorme porta-voz contra terem de correr ali por causa das desigualdades gerais entre as comunidades.  

Qual é a diferença entre o ajoelhar dos jogadores ou o Vettel e Hamilton virem dizer coisas mas depois correrem igual? Pela tua lógica são iguais, nenhum deles tem consequências concretas.

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Citação de Ghelthon, há 10 minutos:

Qual é a diferença entre o ajoelhar dos jogadores ou o Vettel e Hamilton virem dizer coisas mas depois correrem igual? Pela tua lógica são iguais, nenhum deles tem consequências concretas.

Claro que não concordo que corram na mesma mas entendo que o façam porque tem obrigações de o fazer. Os jogadores não tem a obrigação contratual de se ajoelhar ou usar uma braçadeira que são gestos bem mais pequenos e que passado pouco tempo perdem efeito e  nem simbólico é. 

O próprio Zaha foi contra isto passado um tempo

https://observador.pt/2021/03/13/zaha-o-primeiro-jogador-que-nao-se-ajoelhou-na-premier-league-mudem-isto-assim-nao-significa-nada/

É preciso atos e não ações. E quando me refiro a atos, não é como os do EUA que é logo a ferro e fogo. O povo tem de ser ensinado semanalmente e ser lembrado das coisas e ai aos poucos as coisas mudam. 

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A questão é que isto não é uma posição de "isto não vai servir de muito" mas sim uma posição de "não vamos irritá-los porque queremos organizar um Mundial".

Acham coincidência os únicos países importantes no futebol Europeu a rejeitarem isto serem Portugal e Espanha?

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Citação de Banks29, há 55 minutos:

Claro que não concordo que corram na mesma mas entendo que o façam porque tem obrigações de o fazer. Os jogadores não tem a obrigação contratual de se ajoelhar ou usar uma braçadeira que são gestos bem mais pequenos e que passado pouco tempo perdem efeito e  nem simbólico é. 

O próprio Zaha foi contra isto passado um tempo

https://observador.pt/2021/03/13/zaha-o-primeiro-jogador-que-nao-se-ajoelhou-na-premier-league-mudem-isto-assim-nao-significa-nada/

É preciso atos e não ações. E quando me refiro a atos, não é como os do EUA que é logo a ferro e fogo. O povo tem de ser ensinado semanalmente e ser lembrado das coisas e ai aos poucos as coisas mudam. 

Então é preciso atos tipo não jogarem em vez de se ajoelharem? Mas estão ligados contratualmente e não é assim tão fácil.

Eu concordo com o teu ponto mas a tua comparação com a F1 não faz sentido nenhum. É exatamente a mesma coisa.

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Citação de Ghelthon, há 1 hora:

Achar que há acções mais eficazes, é uma coisa. Achar que estas acções são inúteis é só estar 100% alheado da realidade.

Dando como exemplo a F1, o Vettel e o Hamilton são muito vocais em relação a estas coisas em certos países onde correm. Tem algum impacto? Tem, claro. Tem tanto impacto como se, por exemplo, se recusassem a correr nesse país? Não, claro que não.

No final do dia, há sempre uma hipocrisia relativa, porque as pessoas que se manifestam não deixam de tomar parte nos eventos. Mas sem dúvida que é útil para chamar a atenção para o assunto, quanto mais não seja.

O próprio Vettel já admitiu numa entrevista que, de certa forma, é hipócrita ao usar bandeiras LGBT+ e depois correr lá.

Mas é como diz o @migxstoper, é a profissão deles, há contratos pelo meio. Fazem o máximo que conseguem, dando voz pública a quem sofre anonimamente.

Se 32 capitães com a braçadeira fizerem 1 pessoa no Mundo que ser homofóbico não é assim tão certo, já valeu a pena.

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Citação de migxstoper, há 1 hora:

Então é preciso atos tipo não jogarem em vez de se ajoelharem? Mas estão ligados contratualmente e não é assim tão fácil.

Eu concordo com o teu ponto mas a tua comparação com a F1 não faz sentido nenhum. É exatamente a mesma coisa.

Não diria não jogarem visto que novamente tal como na F1 estão presos por contratos mas é necessário que os principais responsáveis das ligas/federações com os clubes, jogadores e dirigentes tomem medidas  para mostrar ao mundo que o que quer que se defenda naquele momento tem de ser forte e mesmo que ocorra durante várias semanas não perca o efeito que perdeu o ajoelhar que passado umas semanas todos nós pensamos, comecem mas é o jogo. 

A comparação da F1 não é ajustada porque tomam outros contornos mas usar o capacete ou uma t-shirt torna novamente as coisas irrelevantes e foram várias as vezes que estiveram para não correr mas como disse, existem contratos e nesses aspetos a situação tem outros contornos portanto apesar de achar que não deviam correr, entendo porque o fazem.

O discurso e as medidas que tomam a seguir são mais importantes. O Hamilton é um próprio defensor dos direitos (sejam eles da LGBT ou do Black Lives Matter por exemplo) e as vezes até organiza manifestações de apoio sem contar com a quantidade de aparições públicas que faz e fala das coisas. 

 

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