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F. Mota

[FM22] Champion from A to Z

Publicações recomendadas

A equipa continua a não conseguir lidar com muitos momentos do jogo e novamente acabas longe do top-2 principalmente.

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Cada vez mais próximo. O gap está se encurtando para os 3 grandes, que ainda vão vencendo.

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Dispensa os extracomunitários todos e trás novos, parece-me simples 😂

De resto, excelente nas competições a eliminar. Fantástico contra o Braga e na taça estás a ter uma bela caminhada. Agora não vás perder contra o penúltimo... A liga tem tido mais tropeções, esta fase final acaba por ter demasiados deslizes e anda a custar caro. Esperemos que sejas capaz de, na fase final, encontrar a regularidade para chegares ao top-3.

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Boa vitoria com o Braga e vens bem na taca, no campeonato 'e que a coisa continua com falhas...

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Tens uma oportunidade de ouro para vencer a taça, os astros estão alinhados para isso! 

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Citação de Banks29, há 22 horas:

A equipa continua a não conseguir lidar com muitos momentos do jogo e novamente acabas longe do top-2 principalmente.

Verdade, ainda estamos a ter dificuldades em dominar todos os aspetos do jogo, e isso está a afastar-nos do topo. É para tentar corrigir já nesta fase de campeão e, principalmente, na próxima temporada.

Citação de cadete, há 21 horas:

Cada vez mais próximo. O gap está se encurtando para os 3 grandes, que ainda vão vencendo.

A 4ª força somos nós, parece cada vez mais claro. Falta agora intrometermo-nos melhor nos outros 3 estarolas.

Citação de Maffu, há 18 horas:

Dispensa os extracomunitários todos e trás novos, parece-me simples 😂

De resto, excelente nas competições a eliminar. Fantástico contra o Braga e na taça estás a ter uma bela caminhada. Agora não vás perder contra o penúltimo... A liga tem tido mais tropeções, esta fase final acaba por ter demasiados deslizes e anda a custar caro. Esperemos que sejas capaz de, na fase final, encontrar a regularidade para chegares ao top-3.

Quase isso ahah a ideia poderá passar por 1) vendas altas no próximo ano, já que são os mais valorizados e 2) melhor gestão dos emprestados. 

O penultimo é um dos grandes históricos, vamos por as coisas assim que é para a malta não stressar em demasia. A ver até onde chegamos na Liga, ideal o top-3.

Citação de Burkina2008, há 11 horas:

Boa vitoria com o Braga e vens bem na taca, no campeonato 'e que a coisa continua com falhas...

Falta consistência na liga. Quando é mata-mata temos uma postura mais assertiva do que num campeonato, já tinhamos visto o mesmo nos grupos da Conference. Temos de melhorar e ser mais consistentes.

Citação de Tuckius, há 3 horas:

Tens uma oportunidade de ouro para vencer a taça, os astros estão alinhados para isso! 

É a grande oportunidade para o museu do Atromitos receber o seu primeiro grande troféu!

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CONFERENCE LEAGUE

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Aqui a conversa é, infelizmente, curta. Voltámos a jogar contra um adversário holandês, algo que tinha acontecido no grupo (Groningen) e que nos tinha posto em dificuldades. Ainda assim, o Vitesse parecia ser uma equipa ao nosso nível e a qual poderíamos conseguir eliminar para seguir em frente.

Começávamos em nossa casa e queríamos dominar a partida. Entrámos com um 11 mais ofensivo, num meio-campo com Fabrício e Niang (Wideroe como pivot atrás deles, sempre), para procurar a inspiração ofensiva desta dupla. Conseguimos criar várias situações, tivemos 19 remates com 10 deles na direção da baliza, mas a bola teimou em não entrar - Cálix, guarda-redes do Vitesse, foi o MOTM. Aos 90min ainda vimos a bola entrar na nossa baliza e ser anulado o golo por fora de jogo, dando o aviso à navegação para a segunda mão: dá para vencer, mas não é tarefa fácil.  

E o jogo na Holanda foi, de facto, diferente. O Vitesse entrou mais destemido e a querer equilibrar mais as contas, e isso fez-nos recuar um bocado ao longo do jogo. Apesar da nossa entrada forte, com o 0-1, dava para perceber que a toada seria outra. O Vitesse reagiu muito bem e, galvanizado por alguns lances de perigo, virou o jogo de 0-1 aos 14min para 3-1 aos 44min. Que desnorte nosso em campo! Uns valentes berros e 3 subs feitas logo ali e entrámos com vontade de empatar isto, e Bento fez mesmo o 3-2 aos 61min. Parecia que iria dar, tínhamos voltado a ser a equipa que fomos na primeira mão, mas o Vitesse soube jogar com isso: retranca segura e contra-ataque venenoso, 4-2 e eliminatória fechada. Acabava assim a nossa participação na Conference League.

 

TAÇA DA GRÉCIA: FINAL

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Nunca tínhamos ganho uma taça da Grécia. Aliás, para se ter noção do quão grande e importante este jogo era na nossa história, tínhamos ido à final apenas por duas vezes, em 2010/11 e 2011/12, nos nossos 119 anos de existência. Do outro lado, dispensa apresentações: outrora um dos grandes gregos, passa por muitas dificuldades nos tempos que correm (safou-se no playoff de descida!), mas tem 20 taças da Grécia e 19 Superligas no seu palmarés, às quais ainda junta 3 Supertaças. Eram estes os dados que queríamos respeitar ao máximo, ignorando o estado atual do Panathinaikos. 

Agora... sabíamos que éramos os favoritos. Na fase regular, vencemos 3-2 em nossa casa e empatámos a 0 na casa deles, mas fomos sempre superiores em ambos os jogos. Iríamos abordar este jogo com uma tática diferente à usada nesses dois embates, como falado acima, mas o objetivo era o mesmo: vencer e festejar! 

Não foi o jogo mais bem jogado do mundo, diga-se já. Ainda assim, foi visto por 31 mil pessoas, 50% de cada clube, e era o jogo que fechava a temporada oficial na Grécia. Para nós, era a oportunidade perfeita para vencer o primeiro grande troféu do clube. Para eles, uma oportunidade de ouro para irem às competições europeias e salvarem, dentro do possível, a temporada terrível que fizeram. Com um domínio claro da nossa parte, o golo tardou muito (demasiado) a chegar, e a ansiedade na primeira parte foi notória: por 3 vezes aparecemos na cara do guarda-redes, as 3 foram rematadas para fora, não acertando sequer com o alvo. Era preciso calma e foi isso que transmiti ao intervalo, estávamos melhores e o golo iria surgir.

O que eu não contava era que surgisse do jogador menos provável. Wideroe tinha, até este jogo, 43 jogos feitos e apenas 1 golo nesta temporada. Era o nosso pendulo maior na nossa abordagem tática mais usada, e pouco se aventurava no ataque. Ora, com as alterações feitas, apesar de jogar como trinco, passou a aparecer um pouco mais adiantado no terreno, porque deixou de baixar para o meio dos centrais no momento com bola. E, graças a isso, teve a possibilidade de rematar aos 56min à baliza do Pana e acabou mesmo por contar! 1-0, justiça reposta no marcador! Só nos faltava gerir para podermos celebrar, portanto foi exatamente isso que fizemos: refrescar posições core para gestão do ritmo de jogo, trocar a bola com mais paciência e menos verticalidade, e tirar a bola ao Pana. Aguentámos neste registo até ao final para celebrar a vitória na Taça da Grécia! 

Não festejámos sozinhos. Isso nunca aconteceu neste clube, nunca houve falta de apoio durante toda a temporada, portanto adeptos e direção ficaram eufóricos com esta conquista inesperada! A malta da receção teve de arranjar à pressa uma vitrine para o troféu, porque não havia muito a mostrar aos adeptos até agora: na verdade, esta torna-se na primeira grande conquista do clube!

 

SUPERLIGA GREGA: FASE DE CAMPEÃO

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A palavra que define esta fase de campeão é inconsistência. Aliás, tal como respondido acima, essa palavra foi o nosso lema durante toda a temporada. Queríamos chegar ao terceiro lugar e almejar ser top 3 ou mesmo top 2, mas era preciso melhorar muita coisa. E isso começava logo com o AEK, o jogo que definiria a nossa forma de estar nesta fase final. 

Foi complicado... AEK e Asteras fizeram de nós uma equipa banal e deitaram-nos ao tapete. As exibições foram bastante fracas e os 6 pontos perdidos significaram a aproximação do Veroia e uma nova luta: segurar o quarto lugar, o último com acesso às competições europeias. O próprio Asteras poderia entrar nesta discussão, não estavam assim tão longe quanto isso. Foi, depois da derrota frente a este Asteras, que tive de repensar a abordagem aos jogos que faltavam. Faria sentido, nesta fase e com tanta falta de confiança, alterar a tática? Ou "bastaria" um abanão aos titulares regulares, com uma palestra de incentivo e alguma rotação agressiva no 11? Optei pela primeira opção e resolvi regressar ao 433 usado na temporada passada, com os laterais invertidos e os extremos colados à linha. Afinal, tinha dado bom resultado no ano anterior, a equipa tinha continuado a trabalhar este plano tático durante este ano, fazia todo o sentido voltar a usá-lo. E, além disso, seria uma surpresa para os nossos adversários, que sempre nos viram a jogar da mesma maneira toda a época.. 

Acabou por resultar bastante bem, a verdade é essa, e fez-me pensar como teria sido a temporada (até mesmo a campanha europeia) se tivesse feito esta alteração mais cedo. Com maior solidez defensiva e saídas mais rápidas e menos pensadas para o ataque, acabámos por nos bater de frente contra todos os nossos adversários. Vitórias contra o Olympiakos, PAOK e AEK deixam ainda mais dúvidas de "e se...", porque batemos o top-3 com esta alteração. Foi, sem dúvida, crucial para alcançar o "sucesso" nesta reta final e assegurar um lugar europeu que, durante o final da fase regular e início da fase de campeão, parecia estar em risco. Nota para Delfino, que sobressaiu com esta alteração, e para Kokollari, que encontrou a sua terceira posição na temporada, desta feita a extremo direito.

 

CLASSIFICAÇÃO

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Deu para os gastos. A verdade é que não fomos a equipa que eu esperava, mas continuámos a cimentar a nossa posição como quarto grande do futebol grego. Acredito que, ainda assim, demos mais uns passos largos para essa afirmação, e que a nossa temporada poderá trazer uma aproximação ao top-3. A nossa reputação irá aumentar, os nossos orçamentos também, falta o mais importante: a minha capacidade de construir um plantel forte e montar uma tática que o favoreça ao máximo!

 

PLANTEL 2041/42

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Foram estes os obreiros desta temporada, que culminou com a conquista da Taça da Grécia! Há muito por onde falar, portanto vamos por setores ver o que se passou, quem se destacou, seja pela positiva, seja pela negativa.

  • Guarda-Redes: Henry foi dono e senhor do lugar, sendo que Katsaris teve direito a estrear-se na final da taça, para receber a medalha justa. Henry é um bom guarda-redes mas que fica curto nesta fase descendente da carreira (tem 36 anos) e sairá no próximo ano, a custo zero. Haverá, portanto, novidades aqui;
  • Defesa: A linha, seja de 4 alinhados, ou 2 centrais com 2 alas, teve sempre dois jogadores comuns: Hooi e Bento foram, sempre que possível, opção para mim. São dois jogadores acima da média e com interessados nos seus serviços, e poderão vir a abandonar caso as cláusulas de rescisão sejam ativadas. Petrenko jogou bastante do lado esquerdo, embora não seja brilhante, ao passo que o lado direito viu vários intervenientes: Bento, Klonaris (que desiludiu bastante) e Kokollari (a surpresa na posição de ala). Será um setor com mudanças, também ele. 
  • Meio-Campo: Wideroe foi uma das contratações do ano, liderando o nosso meio-campo na parte defensiva. É um jogador de outros voos, sem dúvida, que caiu aqui por acaso e que será muito difícil conseguir sequer renovar o empréstimo junto do Benfica. A dupla que mais companhia lhe fez foi Georgijevic e Fabricio, dois jogadores em fases diferentes da carreira: o sérvio veio, aos 32 anos, adicionar experiência e cérebro ao nosso meio-campo, ao passo que o jovem brasileiro é irreverente e imprevisível, ao bom estilo sul-americano, e poderá ambicionar, também ele, outros voos. Niang foi uma excelente adição em Janeiro e uma confirmação do que eu já achava, é um diferenciado que veio para ficar.
  • Ataque: Os extremos do lado direito portaram-se muito bem o ano todo, com Maliaritis e Serjão a terem bons números e boa participação ativa no jogo da equipa, pese embora o brasileiro se alheie demasiado do jogo. O lado esquerdo esteve deficitário durante 6 meses, já que Kokollari não rendeu o esperado,  Oikonomopoulos entrou em colisão comigo por pouco tempo de jogo e Coulibaly não conseguia fazer mais do que ser mediano ali, até que Delfino chegou em Janeiro e revolucionou a posição por completo. Um belíssimo extremo argentino que quero tentar manter connosco mais um ano. A frente de ataque contou com Coulibaly em boa forma, Tubaly a sair do banco para mostrar bom serviço e Icaza a entrar também bem no ritmo de golos. São 3 opções extra-comunitárias que raramente se encontravam nas convocatórias, portanto terá de haver ajustes neste tema, não posso continuar a ter de prescindir de 2 dos meus 3 pontas-de-lança em todos os jogos. Acaba por ser injusto para eles e prejudicial para a equipa.
Editado por F. Mota

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Aqui e ali já vais te intrometendo entre os 3 estarolas...e parabéns pelo sucesso na Taça.

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Ter perdido com o Asteras no primeiro jogo e depois empatar com o Veroia custou-te o 3º lugar mas nota-se uma clara aproximação ao top-3, resta saber se dá para reduzir para o título.

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Nao estava a espera que perdesses com o Vitesse nem que estivesse assim tao complicado no campeonato...acho que vai ter de ser para o ano...

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Podia ter cirrido melhor frente aos holandeses, paciência. Valeu pela conquista da Taça da Grécia, uma enorme oportunidade que não foi desperdiçada! 

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Bem, chegaste longe na Europa. É focar nisso. Focar nos positivos. É bom ver que ganhaste a final, as taças podem ser bem complicadas de resolver.

Mantiveste o 4º lugar. Não saltas para o top3 mas consegues, pelo menos, não descer. Vamos lá ver agora esse mercado.

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Citação de cadete, Em 25/10/2023 at 13:52:

Aqui e ali já vais te intrometendo entre os 3 estarolas...e parabéns pelo sucesso na Taça.

Estamos ali à porta deles, este ano ainda não deu para os chatear muito, vamos ver na próxima temporada! A taça tem um grande valor para nós.

Citação de Banks29, Em 25/10/2023 at 15:12:

Ter perdido com o Asteras no primeiro jogo e depois empatar com o Veroia custou-te o 3º lugar mas nota-se uma clara aproximação ao top-3, resta saber se dá para reduzir para o título.

Acho que a mudança tática tinha de ter vindo mais cedo, demorei a reagir aos maus resultados e às más exibições, o que nos custou nesseses dois jogos. Agora é aprender com isto e atacar em força a nova temporada.

Citação de Burkina2008, há 19 horas:

Nao estava a espera que perdesses com o Vitesse nem que estivesse assim tao complicado no campeonato...acho que vai ter de ser para o ano...

Eu tenho a liga holandesa carregada e isso aumenta o nível das equipas de lá, portanto o Vitesse está mais forte do que o nome sugere. AInda assim, concordo que tinha tudo para os passar. Andamos nessa onda de "para o ano é que é" mas a verdade é que não andamos assim tão longe...

Citação de Tuckius, há 17 horas:

Podia ter cirrido melhor frente aos holandeses, paciência. Valeu pela conquista da Taça da Grécia, uma enorme oportunidade que não foi desperdiçada! 

Exatamente, internamente fomos competentes com o quarto lugar e conquistámos a primeira grande taça do clube. Na Europa, valeu a experiência, temos nova presença garantida e queremos fazer igual ou melhor,

Citação de Maffu, há 17 horas:

Bem, chegaste longe na Europa. É focar nisso. Focar nos positivos. É bom ver que ganhaste a final, as taças podem ser bem complicadas de resolver.

Mantiveste o 4º lugar. Não saltas para o top3 mas consegues, pelo menos, não descer. Vamos lá ver agora esse mercado.

Para primeira tentativa, chegar onde chegámos foi bastante bom, e ainda subimos mais de 100 lugares no ranking de clubes, tudo graças a esta prestação. Sobre a taça, aprendeste alguma coisa? 😎

O 4º grande já somos, bora lá agora atacar o top-3.

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MERCADO DE TRANSFERÊNCIAS

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É um mercado onde, claramente, sofremos as consequências do nosso sucesso. Depois de dois anos a bom nível, este último coroado com a taça e com uma boa prestação europeia, os nossos principais ativos começaram a querer mais do que ficar no Atromitos. É compreensível, mas custa ter de começar de novo em certas posições por causa do sucesso que tivemos. Nesta onda, saem Bento, Geffson e Divisek por valores perto da cláusula, três jogadores que forçaram a saída e que não tive como dizer que não - ainda nos encheram bem os bolsos. Depois, Oikonomopoulos entrou em rota de colisão comigo e, estando listado, o Kavala espetou aqui 3.2M por ele, um ótimo negócio para nós!

O resto das saídas foi uma limpeza a quem tinha pouca qualidade para fazer parte do plantel: Henry, Serpano, Tubaly e Icaza, que foram todos substituídos por malta melhor e que nos ajudará a chegar aos nossos objetivos. Todas as outras saídas são jovens sem potencial.

Um último ponto antes de passar à apresentação do plantel, tivemos de abrir os cordões à bolsa para renovar contratos com alguns dos nossos craques: Fabrício, Coulibaly, Hooi e Niang renovaram todos com um aumento substancial de ordenado. É o preço a pagar pelo crescimento do clube. Tivemos, ainda, vários jogadores à experiência que, por uma ou outra razão, acabaram por não ficar.

 

PLANTEL 2042/43

Com todos os setores a precisarem de ser renovados, acaba por haver uma mini revolução no nosso plantel. Algo previsto assim que começaram os boatos da saída de alguns dos principais ativos, e, acima de tudo, porque queremos atacar mais do que o quarto lugar e precisamos de qualidade para o fazer.

Sai Henry, com o peso da idade a começar a fazer-se notar, entra Trinidad vindo do Benfica a custo zero. Um claro upgrade ao que tínhamos, um guarda-redes bastante seguro.

Klonaris continua a ser curto para a posição, portanto mantém o papel de suplente. O novo titular passa a ser Balázs, emprestado pelo AEK, com muita qualidade. Queria tê-lo contratado em definitivo mas o AEK esticou-se no preço, portanto é um empréstimo com intenção de compra.

O que foi escrito sobre Klonaris é aplicável a Petrenko, não me tem convencido desde que cá cheguei. Mais um emprestado que chega para as laterais, Saidi parece ser o concorrente ideal pela posição.

Sai o grande patrão da defesa, Bento, o que faz com que Hooi seja promovido a esse papel. O holandês é super seguro e cumprirá sem sobressaltos a nova tarefa de liderança. Ao seu lado, Carvalho e Fati irão lutar pela posição. E vão três emprestados.

  • MÉDIO DEFENSIVO: Moyo

Não conseguimos renovar o empréstimo de Wideroe, o Benfica pedia demasiado dinheiro para que ele ficasse por cá mais uma temporada. Fomos junto do West Ham buscar Moyo - quarto emprestado - para segurar as tropas ali. Falta-lhe uma alternativa clara, é o dono do lugar e tem tudo para singrar aqui.

Uma cara nova, Essende, que apenas chega devido à saída de Divisek, não estava nos planos mexer neste quarteto. Fabrício e Niang partem como titulares, dois criativos com muita margem de progressão que renovaram o contrato connosco, dando-me mais margem de mabora (retiraram ambos as cláusulas de rescisão).

Vlist chega a custo zero para ser um autêntico abre latas do lado direito. Muito rápido e ágil, é a nossa versão do Capel. Maliaritis e Serjão transitam do ano passado para lhe fazer concorrência - sendo que Serjão poderá deambular por outras posições, nomeadamente ponta de lança. 

Renovámos o empréstimo de Delfino até final até dia 1 de Janeiro, dia em que o contrato dele com o Boca Juniors acaba. Tentámos abordá-lo para ficar connosco depois disso mas preferiu o Ajax e, portanto, fará apenas meia temporada. Temos Christodoulou como alternativa super credível, e estaremos atentos a oportunidades de negócio para atacar no mercado de inverno. 

Can tem muita experiência e, apesar de já não ser o mesmo jogador do passado, é bom salientar que movimentou 35M em transferências: custou 2.3M ao Leverkusen, que depois o vendeu por 7.25M ao Mainz, e este conseguiu encaixar 25M pagos pelo Hoffenheim. Chega agora a nós a custo zero e poderá ser bastante útil, ajudando inclusive Coulibaly no seu processo de crescimento.    

 

PRÉ-ÉPOCA

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Sempre com importância muito relativa para mim, apenas salientar as vitórias frente a Arsenal e Atalanta! 

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Mercado como gosto trazendo lucro para o clube Resultados interessantes na pré-época.

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Fim de ciclo para vários jogadores no plantel, pela pré-época a mini revolução correu bem, vamos ver nos jogos a valer. 

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Muitas mudancas que parecem pelo menos a nivel de amigaveis, ser satisfatorias, mas nao vamos ja deitar foguetes

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Bem, que limpeza e a julgar pela pré-época quem veio também tem qualidade

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Citação de cadete, Em 27/10/2023 at 13:16:

Mercado como gosto trazendo lucro para o clube Resultados interessantes na pré-época.

Crescimento desportivo e financeiro, é a receita para o sucesso!

Citação de LUIZ CESAR, Em 28/10/2023 at 14:42:

Boas contratações e que já dão bons furtos, basta ver a pré época. Boa sorte nos jogos a valer.

Do que deu para ver, pode ser a nossa temporada! Venham os jogos a sério agora

Citação de Tuckius, Em 28/10/2023 at 17:42:

Fim de ciclo para vários jogadores no plantel, pela pré-época a mini revolução correu bem, vamos ver nos jogos a valer. 

Temos de saber subir degraus, e isso inclui cortar laços com alguns jogadores que já não tem nível para a nossa equipa e projeto.

Citação de Burkina2008, Em 29/10/2023 at 00:09:

Muitas mudancas que parecem pelo menos a nivel de amigaveis, ser satisfatorias, mas nao vamos ja deitar foguetes

A mini revolução está a dar frutos, é trabalhar em cima desses bons primeiros sinais!

Citação de Banks29, há 23 horas:

Bem, que limpeza e a julgar pela pré-época quem veio também tem qualidade

Teve de ser, não podemos ser a quarta grande força e ter um plantel de metade inferior.

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CONFERENCE LEAGUE

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A liga grega está muito mal classificada no ranking, mas isso vai mudar graças à nossa prestação o ano passado. No próximo ano teremos duas equipas na Champions, uma na Liga Europa e uma na Conference, ao passo que este ano temos apenas uma na Champions e três na Conference. 

Mas isso é só no próximo ano. Este ano passámos pelo mesmo do ano passado, um caminho penoso de três eliminatórias até à fase de grupos da Conference. E foi um caminho que ameaçava ser mais complicado este ano, porque enfrentámos o FH, equipa de topo da Finlândia que tem 10 campeonatos finlandeses, logo a abrir. O que podia ser complicado rapidamente Delfino tornou fácil, liderando a equipa para uma segunda parte de sonho na primeira mão, com 3 golos de rajada que apenas ficam manchados pelo golo sofrido perto dos 90min. A segunda mão seguiu a toada da primeira, com o FH em casa a rematar o dobro do que tinha feito no primeiro jogo: 4 remates, contra 2. Nós não fomos tão fortes ofensivamente, mas Delfino voltou a liderar e fechou as contas ainda antes do primeiro quarto de hora. One down, two to go.

E mais um adversário complicado para esta realidade. O Goztepe é uma equipa forte da Turquia e poderia criar mais dificuldades do que o FH. Novamente a teoria foi contrariada pela prática, e repetiu-se a história: Delfino liderou a equipa para uma primeira mão de alto nível, que praticamente fechou a eliminatória. O argentino sairá para o Ajax em Janeiro mas quer garantir que nos deixa nas melhores condições possíveis antes de sair. Na segunda mão, um jogo aborrecido que deu em empate, já que toda a gente sabia que as contas estavam fechadas. 

O último degrau foi o mais fácil de subir. O Tobyl, do Cazaquistão, surpreendeu ao chegar a esta fase, mas tinha poucos argumentos para nos aguentar. A primeira mão foi... isto. 35 remates!! 1 golo apenas, muito perdulários e a deixar o trabalho por concluir, obrigando-nos a uma segunda mão séria e capaz. Foi exatamente isso que fizemos e não deixámos os nossos créditos em mãos alheias: com 34 remates fizemos, desta vez, 6 golos, com Can a ser o grande herói ao fazer um hattrick! Estávamos nos grupos, novamente!

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Este é o nosso grupo, e já jogámos toda a primeira volta. 2 vitórias e 1 derrota, novamente contra uma equipa holandesa, algo que já se anda a tornar um hábito. O Dinamo Batumi, da Geórgia, é o grande outsider do grupo, mas as outras 3 equipas estão a lutar por apenas 2 vagas. Será super equilibrado até ao fim, há pouco a diferenciar-nos do AZ e do Basileia, e aquela vitória final frente aos suíços pode vir a ser crucial! Coulibaly começou a aparecer na competição, depois de estar mais calmo nas eliminatórias.

 

TAÇA DA GRÉCIA

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É um orgulho poder dizer que começámos a defesa do título! O Atromitos nunca tinha ouvido e/ou escrito esta frase, mas a realidade é que somos detentores do troféu. O ano passado tivemos um caminho facilitado, evitando os clubes de topo durante toda a prova. Será que seria igual este ano?

Claro que não. À primeira oportunidade, o sorteio ditou um escaldante PAOK vs Atromitos, para a 4ª eliminatória. Era complicado de aceitar a ideia de que o campeão em título poderia ser eliminado logo na primeira eliminatória em que participava. Foi um jogo muito equilibrado, que começou da melhor forma para o PAOK: 6min e já a equipa da casa celebrava o 1-0, de penalty cometido por Fati. Um arranque com o pé esquerdo que podia ser catastrófico. Felizmente soubemos reagir e assumimos o jogo, empatando com toda a justiça à passagem da meia hora de jogo! O intervalo fez-nos ainda melhor e entrámos com tudo, marcando na bola de saída da segunda parte! A partir daí, gestão completa da nossa parte, pressão forte do PAOK que Katsaros (sim, Trinidad lesionou-se antes do jogo...) foi aguentando como pode. A verdadeira cereja no topo do bolo foi a expulsão aos 80min de Simaioforidis, o lateral esquerdo que esteve cá emprestado um ano e pouco e que o PAOK acabou o empréstimo, de forma abrupta e sem aviso prévio, e que, depois de o dar como dispensado, renovou-lhe contrato quando nos viu a negociar com o jogador. O tiro saiu-lhes pela colatra e, agora, foi o lateral quem os tramou e nos ajudou a seguir em frente!

Depois do PAOK, estávamos prontos para tudo. O Xanthi era um adversário mais acessível e contra o qual rodei a equipa praticamente toda. Acabámos por vencer 2-1 num jogo amorfo, mas que teve o resultado que queríamos: estamos nos quartos de final, onde já não estão nem o PAOK nem o AEK, mas ainda está Olympiakos. Queremos revalidar o nosso título!

 

SUPERLIGA GREGA

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Os nossos planos para o campeonato são simples: queremos atacar o título. Para isso, montámos um plantel francamente melhor que os dois anos anteriores e vamos com tudo para cima deles!

Foram dois meses iniciais a meio gás. Temos três vitórias tranquilas (Panetolikos marcou já depois do nosso 2-0), onde se destaca o 6-1 ao PAS, na melhor exibição da temporada, mas que trouxe uma notícia muito negativa: a lesão grave de Saidi, o nosso lateral esquerdo titular, por meio ano... Estava a jogar muito bem, tínhamos a intenção de o contratar a título definitivo, mas tudo isso fica agora on hold até ele recuperar e voltar à ação.

Depois temos dois empates claramente injustos. A visita ao campo do OFI valeu-nos um jogo super físico, cheio de faltas do lado adversário (16) e muito parado, com poucas oportunidades, mas que podia e devia ter caído para o nosso lado. Depois, o PAOK, a quem tínhamos vencido 8 dias antes para a taça, que veio a nossa casa jogar para o pontinho. Foram dois jogos algo secantes e que nos atrasam na nossa luta, mas que também prova que somos uma força mais temida este ano e que procuram defender antes de nos atacar.

A grande mancha destes dois meses foi o jogo com o AEK. Fomos demasiado inferiores o tempo todo e, nem jogando com mais um durante 30min, conseguimos criar o mínimo perigo. Muito amorfos e inertes num jogo que vale sempre mais do que 3 pontos... 

 

CLASSIFICAÇÕES

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Lembram-se de ter dito que o Dinamo era a equipa mais fraca, e que as outras três iriam lutar pelas duas vagas? Não dava para estar mais bem demonstrado na tabela. Todos com 6 pontos, e Dinamo com 0. Será uma segunda volta escaldante, onde é imperativo vencer o AZ para evitar problemas de confronto direto!

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Com menos um jogo, mas já podemos ficar longe do Olympiakos, caso estes vencam os dois jogos em atraso. Poderão ser já 5 pontos de distância, temos de trabalhar para encurtar o gap rapidamente. De resto, estamos alinhados com toda a malta da frente, estando ali tudo meio misturado ainda. 

Editado por F. Mota

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A meu ver, foi uma entrada positiva, mas tudo muito equilibrado a nível europeu e nacional, com OFI a surpreender.

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Estás outra vez na 5ª posição. Foi um arranque assim-assim, dá ideia que dava para mais e, ao mesmo tempo, estás numa posição em que, com alguns deslizes, vai dar para subir.

Bom trabalho na Taça Euro II, apesar da derrota acredito que dê para passar.

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Caminhada tranquila até aos grupos da Conferência, grupo muito complicado com 3 equipas a lutar pela qualificação, tens de vencer os 2 jogos em casa, fazer 12 pontos e qualificação dificilmente escapa. 

No campeonato é que ainda não estás a ter a regularidade de vitórias que precisas para mostrar que estás na luta pelo título. 

Boa estreia na Taça já a eliminar um histórico. 

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Tudo muito junto até nas CES mas se a equipa mantiver este ritmo acredito que poderá ter grandes hipóteses.

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Citação de cadete, Em 31/10/2023 at 16:52:

A meu ver, foi uma entrada positiva, mas tudo muito equilibrado a nível europeu e nacional, com OFI a surpreender.

Sim, embora talvez se esperasse mais estabilidade da nossa equipa. Ainda assim, não estamos nada mal.

Citação de Maffu, Em 31/10/2023 at 20:22:

Estás outra vez na 5ª posição. Foi um arranque assim-assim, dá ideia que dava para mais e, ao mesmo tempo, estás numa posição em que, com alguns deslizes, vai dar para subir.

Bom trabalho na Taça Euro II, apesar da derrota acredito que dê para passar.

Tá dificil aproximar dos da frente, temos de fazer melhor. Na Europa, grupo em aberto mas somos favoritos à passagem.

Citação de Tuckius, Em 01/11/2023 at 10:04:

Caminhada tranquila até aos grupos da Conferência, grupo muito complicado com 3 equipas a lutar pela qualificação, tens de vencer os 2 jogos em casa, fazer 12 pontos e qualificação dificilmente escapa. 

No campeonato é que ainda não estás a ter a regularidade de vitórias que precisas para mostrar que estás na luta pelo título. 

Boa estreia na Taça já a eliminar um histórico. 

Exato, vencendo em casa estamos safos! É focar nisso mesmo. 

Internamente a coisa podia estar melhor, o Olympiakos este ano volta a não estar para brincadeiras mas queria estar mais perto do segundo lugar. É muito cedo ainda, vamos à luta!

Citação de Burkina2008, Em 01/11/2023 at 16:53:

Entada razoavel come espaco (e necessidade) de crescer!

Nem mais!

Citação de Banks29, há 1 hora:

Tudo muito junto até nas CES mas se a equipa mantiver este ritmo acredito que poderá ter grandes hipóteses.

Na Europa temos tudo para passar em frente, se possível em primeiro para evitar mais uma eliminatória.

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Um clube tem de crescer em todas as vertentes, para que dentro de campo as coisas possam acontecer de forma mais natural e planeada. A verdade é que tinha chegado ao clube numa altura complicada, longe da ribalta, e, acima de tudo, com algumas dívidas por pagar. As boas prestações internas, aliadas à boa prestação europeia do ano passado e ao sucesso na Taça, levou-nos a uma situação financeira muito estável

Com dinheiro, com bons ativos, e com um plano de curto, médio e longo prazo de conquistas e títulos, o clube tinha de mostrar que estava capaz de sustentar essas ambições. Temos contratado muitos jogadores jovens para desenvolver e valorizar, mas qualquer clube quer ter uma boa base interna com a qual trabalhar, portanto a Direção acedeu ao nosso pedido de melhorar as condições das camadas jovens. Mas eu queria mais, porque eu trabalho no presente enquanto preparo o futuro, portanto também preciso de boas condições de treino para levar o clube ao sucesso, e para tirar o máximo partido da matéria-prima a que tenho acesso. E a Direção voltou a ter noção da importância disto mesmo, acedendo ao meu pedido de melhoria das instalações de treino. Estamos a preparar o futuro e o presente para que o Atromitos se mantenha no topo do futebol grego.

 

CONFERENCE LEAGUE

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Tal como toda a gente tinha dito aí em cima, a qualificação era bem possível e estávamos numa luta a três por duas vagas. Nesta competição o primeiro lugar vai uma eliminatória à frente do segundo, portanto era fundamental atacar a liderança do grupo para que pudéssemos evitar jogar dois jogos extra - e igualávamos, assim, a presença do ano passado.

Os dois primeiros jogos decidiam o rumo do grupo. Tínhamos ficado com o Dinamo para o fim, e havia dupla jornada fora contra Basileia e AZ Alkmaar. Sabíamos que os nossos adversários diretos deveriam vencer o Dinamo, portanto havia margem de erro 0! O Basileia deu-nos um grande jogo dividido, equilibrado mas com maior domínio nosso. Aos 18min fizemos o 2-0 mas foi anulado, e o Basileia cresceu a partir daí, virando para 2-1 logo após o intervalo. Tivemos de reagir, fizemos uma alteração tática - voltando ao sistema do ano passado, mais ofensivo - e conseguimos empatar de penalti, mas daí não passámos. No outro jogo, o AZ venceu o Dinamo facilmente e assumiu a liderança do grupo C. 

Seguia-se uma viagem até à Holanda, onde não temos sido nada felizes desde que chegámos à Grécia. Mas, desta vez, a história foi completamente diferente. Rodámos um pouco a equipa, surpreendendo com Christodoulou na esquerda em vez de Delfino, e isso fez a diferença toda: 2 golos em 21min a darem tranquilidade para o que restava do jogo. Depois disso veio um autêntico vendaval grego e só parámos nos 5-0! Que exibição de luxo, com Mete Can a bisar e, juntando a assistência que fez, a ser MOTM. 

Restava-nos fazer o nosso trabalho frente ao Dinamo e seríamos primeiro no grupo. A bola ainda teimou a não entrar, tivemos de carregar mais na parte final do que aquilo que tínhamos idealizado, mas Coulibaly e Delfino finalmente deram razão ao domínio estatístico do jogo (29 remates contra 2 do Dinamo). Estava feita a nossa parte, daria para a liderança?

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Deu sim senhor! E, connosco, vem o Basileia, que se deu ao luxo de perder com o Dinamo, dando 3 pontos à equipa da Geórgia, mas não deu hipóteses ao AZ na ultima jornada (onde os holandeses só precisavam do empate), vencendo por 3-1 em casa e garantindo a qualificação. Como foi dito acima, eles terão de passar por uma eliminatória extra para que possam estar ao nosso nível.

 

SUPERLIGA GREGA

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Se na Conference e na Taça andávamos bem, a verdade é que o campeonato está demasiado instável da nossa parte. São muitos jogos em pouco tempo, porque mistura todas as competições, mas temos obrigação de fazer melhor do que esta primeira metade de 42/43 mostra. Se já tínhamos escorregado demasiado nos dois primeiros meses de competição, Novembro e Dezembro trouxeram mais pontos perdidos sem necessidade.

Se a derrota frente ao Olympiakos é qb aceitável, pela temporada assombrosa que eles estão a fazer, todos os outros pontos perdidos são parvos. Os empates com Asteras, Veroia e Panetolikos, e a derrota frente ao Aris, são tudo jogos ao nosso alcance e que deveríamos vencer com relativo à vontade. Há várias razões para cada jogo ter sido como foi, como no caso do Asteras, onde a estratégia foi de parar o jogo de forma sucessiva: 20 faltas, 6 amarelos, ou no caso do Aris, onde carregámos imenso e pecámos na finalização, acabando ainda por sofrer ao minuto 90 o 1-2. A verdade é que temos sido pouco consistentes - porque pelo meio goleamos 2x por 3-0 e 1x por 5-0 - e temos pagado caro essa instabilidade

Nada disto tem beliscado a minha confiança no plantel. A verdade é que temos muitas caras novas a entrar nas nossas rotinas e, apesar das escorregadelas, estamos a fazer uma temporada ao nível das duas anteriores. Está é a ficar aquela sensação de querer mais e não estar a conseguir, o que se pode tornar frustrante. 

Vem aí o mercado de Inverno e, com ele, teremos mudanças obrigatórias. Delfino sairá a 1 de Janeiro para o Ajax e abre um buraco no lado esquerdo para ser preenchido, Saidi está lesionado há muito tempo e tem de ser reavaliado, Coulibaly e Niang estarão na CAN e poderão ser necessários ajustes para este tempo sem eles... Será um Janeiro mexido, para tentar que a equipa ainda consiga subir na classificação geral e aproximar-se dos lugares de topo, já que agora estamos...

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...assim. Um terceiro lugar que pode ser quarto, mas já longe do Olympiakos e, portanto, já longe do objetivo de ser campeão grego. Podem ficar a 12 pontos caso vençam o jogo em atraso, estão imparáveis rumo ao título.   

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Pois, Olympiakos imparável, mas estás em grande, principalmente a nível europeu.

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