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F. Mota

[FM22] Champion from A to Z

Publicações recomendadas

Estratégia interessante de afunilar o jogo com os lateriais e dar largura com os extremos. Vais usar os laterais com os pés trocados?

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Os teus jogadores ficaram surpreendidos quando apareceste com uma bola redonda no treino e perguntaram onde está aquela quadrada com que costumam jogar? Jesus, isso é terrível. Mais vale meteres os putos e esperares que evoluam.

O puto zuca é super bom, o argentino parece-me o teu único extremo porreiro. Vais ter ai um belo trabalho.

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Mercado feito, plantel equilibrado e pré-época positiva pois defrontaste equipas complicadas. 

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Nao esta mal de amigaveis para uma equipa desse estatuto...vamos ver como correm as coisas por esses lados quando for a doer!

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Que excelente conquista da Liga Europa perante a Roma, num jogo verdadeiramente eletrizante e apenas decidido da marca dos 11 metros. Paralelamente, conseguiste chegar à final da Taça de França, onde deste uma boa réplica perante os suspeitos do costume. Mesmo na Ligue 1, foste uma equipa muito digna e que realizou um campeonato seguro e tranquilo... Infelizmente os de Paris são como nós sabemos e valem o que valem. Pouco mais há a dizer quando é assim. É o que é!

Nova temporada em curso, vários milhões metidos ao bolso com a venda de jogadores e também alguns gastos na aquisição de reforços. Depois de uma pré-temporada positiva, acabou por ocorrer um pequeno grande desastre nas duas Supertaças disputadas... foste goleado por PSG e pelo Manchester United... Pensei que a equipa se deixasse afetar mais do que aquilo que acabou por acontecer. Porquê? Porque era normal se assim tivesse sido. Ainda assim, entraste muito bem na Ligue 1 e a dar uma boa resposta, mostrando aos críticos que o plantel tem qualidade. Estiveste sempre na frente do campeonato nacional e isso é um excelente, pois acabaste por trazer o título para o Norte de França! Na UCL, bom trabalho, num grupo extremamente equilibrado e onde me admira que os alemães tenham feito tão pouco... Passaste o Liverpool, mas depois surgiu a infelicidade perante o Dortmund...

A vida segue no Chipre, no Atromitos! Após um mercado cirúrgico e uma pré-época difícil, estou tremendamente curioso por perceber (e ver) o que aí vem 😉

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A ida ao Mercado de Transferências foi bom e deu um certo equilíbrio a equipe. Tanto que fez uma boa pré-temporada. Agora é ver como a equipe reage nos jogos da Liga. Boa sorte.

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A pré-época começou bem e começou a decair, esperemos que nos jogos a doer não seja igual

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Citação de Tuckius, Em 08/09/2023 at 15:43:

Estratégia interessante de afunilar o jogo com os lateriais e dar largura com os extremos. Vais usar os laterais com os pés trocados?

A ideia inicial que tinha sim, contemplava essa troca de pés, mas depois pus-me um bocado a pensar sobre quem jogava assim na vida real. Lembrei-me do Grimaldo no Benfica, que jogava imensas vezes por dentro sendo canhoto, e quis aproveitar isso - e o facto de não haver laterais de pés trocados em abundância por aí - para tentar fazer o mesmo. Como o lateral vai subir no terreno, pisando mais no centro, caso lhe caia alguma bola para remate convém que o consiga fazer cruzado, com o seu melhor pé. So far so good, mais abaixo dá para ver, mas os laterais têm-se portado bem.

Citação de Maffu, Em 08/09/2023 at 17:16:

Os teus jogadores ficaram surpreendidos quando apareceste com uma bola redonda no treino e perguntaram onde está aquela quadrada com que costumam jogar? Jesus, isso é terrível. Mais vale meteres os putos e esperares que evoluam.

O puto zuca é super bom, o argentino parece-me o teu único extremo porreiro. Vais ter ai um belo trabalho.

Sabes que grande parte deles ficou mais admirado quando lhes disse que no futebol é suposto correr. A parte física é uma desgraça overall, nunca tinha visto tanta gente de cadeira de rodas em campo e não participar nos paralímpicos.

Há aqui dois ou três porreiros, o resto é para ajudar a superar as expetativas e criar bases para crescer e investir no próximo ano.

Citação de cadete, Em 08/09/2023 at 18:01:

Mercado feito, plantel equilibrado e pré-época positiva pois defrontaste equipas complicadas. 

Fiquei contente com a pré-época, sem duvida! Quero é replicar na liga agora

Citação de Burkina2008, Em 08/09/2023 at 22:29:

Nao esta mal de amigaveis para uma equipa desse estatuto...vamos ver como correm as coisas por esses lados quando for a doer!

Tudo o que seja acima de 7º está dentro das nossas expetativas e acima das previsões. Objetivo definido!

Citação de Martini Branco, Em 09/09/2023 at 12:00:

Que excelente conquista da Liga Europa perante a Roma, num jogo verdadeiramente eletrizante e apenas decidido da marca dos 11 metros. Paralelamente, conseguiste chegar à final da Taça de França, onde deste uma boa réplica perante os suspeitos do costume. Mesmo na Ligue 1, foste uma equipa muito digna e que realizou um campeonato seguro e tranquilo... Infelizmente os de Paris são como nós sabemos e valem o que valem. Pouco mais há a dizer quando é assim. É o que é!

Nova temporada em curso, vários milhões metidos ao bolso com a venda de jogadores e também alguns gastos na aquisição de reforços. Depois de uma pré-temporada positiva, acabou por ocorrer um pequeno grande desastre nas duas Supertaças disputadas... foste goleado por PSG e pelo Manchester United... Pensei que a equipa se deixasse afetar mais do que aquilo que acabou por acontecer. Porquê? Porque era normal se assim tivesse sido. Ainda assim, entraste muito bem na Ligue 1 e a dar uma boa resposta, mostrando aos críticos que o plantel tem qualidade. Estiveste sempre na frente do campeonato nacional e isso é um excelente, pois acabaste por trazer o título para o Norte de França! Na UCL, bom trabalho, num grupo extremamente equilibrado e onde me admira que os alemães tenham feito tão pouco... Passaste o Liverpool, mas depois surgiu a infelicidade perante o Dortmund...

A vida segue no Chipre, no Atromitos! Após um mercado cirúrgico e uma pré-época difícil, estou tremendamente curioso por perceber (e ver) o que aí vem 😉

Em França foi um valente quebra-cabeças para vergar o PSG, estava a ver que ia demorar muito mais tempo... principalmente tendo perdido um ou outro jogador-chave e não saber se os seus substitutos iam render a um nivel parecido. E as supertaças só aumentaram ainda mais essas mesmas dúvidas.

Depois a coisa encarrilou desde início, conseguimos logo mostrar quem mandava! Foi complicado manter sempre o nível lá em cima porque o PSG demorava a escorregar, ainda desperdiçámos algumas dessas escorregadelas, mas lá caiu para o nosso lado. Trabalho feito, PSG no tapete - e lá ficou na temporada sabática que tirei.

Atenção a essa geografia, isto aqui é Grécia 😅

Citação de LUIZ CESAR, Em 09/09/2023 at 14:18:

A ida ao Mercado de Transferências foi bom e deu um certo equilíbrio a equipe. Tanto que fez uma boa pré-temporada. Agora é ver como a equipe reage nos jogos da Liga. Boa sorte.

O mercado foi o possível tendo em conta a vertente financeira do clube, e a pouca reputação. Ainda temos muitos jogadores de nível médio-baixo, mas já dá para trabalhar!

Citação de Banks29, Em 11/09/2023 at 11:28:

A pré-época começou bem e começou a decair, esperemos que nos jogos a doer não seja igual

É o normal, entre adversários mais fortes, jogadores a entrar e sair, cansaço... nada preocupante na pré-época, desde que a liga corra melhor!

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SETEMBRO E OUTUBRO

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O pontapé de saída nesta aventura grega dava-se frente ao Aris, apontado ao 4º lugar. Era uma prova interessante, que nos ia permitir perceber desde cedo se nos conseguíamos posicionar acima ou abaixo do esperado. Foi um jogo interessante, onde conseguimos impor respeito ao adversário e onde até marcámos primeiro! O problema foi que o nosso golo parece ter acordado o Aris, que decidiu marcar 2 no tempo que faltava para que não começássemos com o pé direito esta aventura.

Apesar da derrota, tinha gostado do que tinha visto da equipa. Fomos atrevidos durante o jogo, tivemos aqui e ali oportunidades para marcar mais cedo, mas simplesmente faltou arcaboiço para aguentar uma vantagem curta. Portanto, tinha boas expetativas para os jogos que se seguiam frente a OFI e Veroia, antes de ir ao peixe graúdo da Grécia. Era possível vencer o OFI, mas era preciso tomar as rédeas do jogo e marcar cedo, para evitar os mesmos problemas do jogo de abertura. Bem tentámos de tudo, alugou-se meio-campo durante o jogo todo, mas pura e simplesmente a bola não entrava! Coulibaly esteve muito desinspirado neste jogo e os seus colegas não conseguiram fazer melhor, nem mesmo a jogar com mais um durante 30min. Foram dois pontos mal perdidos aqui, num início que começava a preocupar um pouco: jogar até jogávamos, marcar é estava mais difícil... seriam as peças que tínhamos em campo, ou a tática montada que não estava a resultar no último terço? Também continuava a ter muitas dúvidas sobre quem por a jogar, o que estava a dificultar a criação de laços dentro do campo... E tudo isto se manteve 95% verdade na visita ao Veroia, pouco tempo depois: voltámos a atacar bastante mais do que o nosso adversário, em termos estatísticos éramos os maiores - incluindo no xG - mas a bola teimava a não entrar. Conseguimos, ainda assim, a nossa primeira vitória ao leme do Atromitos! Golo solitário de Serjão, a aparecer de rompante vindo da direita para se isolar e não falhar no remate cruzado!

Uma vitória motiva sempre até a equipa mais em baixo. No nosso caso, a equipa estava com a moral em alta, sentindo as coisas a fluir e faltando apenas um acerto maior na hora de finalizar. Ou seja, faltava-nos lapidar o detalhe mais importante do futebol, mas tudo o resto estava a sair bem. Era uma boa altura para defrontar equipas grandes, com esperança de lhes conceder pouca bola e poucas oportunidades, e tentar explorar algumas saídas perigosas quando eles menos esperarem. Vinha, então, o Asteras a nossa casa (o lindíssimo Angelos Ramfos, com capacidade para 9 mil pessoas) para por à prova esta teoria. Num jogo muito equilibrado, conseguimos responder ao golo sofrido aos 23min ainda na primeira parte, na melhor altura para o fazer: Serjão apareceu isolado aos 45min para fazer o empate, obrigando ambos os treinadores a riscarem o que já tinham escrito nos papéis para o intervalo - claro que eu preferi riscar os meus, agora que tinha conseguido empatar o líder do campeonato. Com o entusiasmo a percorrer-me as veias, depois de 1 ano parado, queria voltar a ter impacto nas palestras à minha equipa. Queria a vitória! E assim foi, entrada de rompante para a segunda parte, pressão asfixiante e golo! Oikonomopoulos a aparecer na esquerda e a responder da melhor forma ao cruzamento de Serjão, para fazer o 2-1 final! 

Já começava a sair melhor, confesso. As coisas estavam a começar a endireitar-se, duas vitórias seguidas, três jogos invicto... Hora de visitar o AEK. Um dos grandes da Grécia, um dos que luta pelo título todos os anos. Venha quem vier, a ideia é nunca nos encolhermos! Quem diria que o AEK sairia vergado do seu próprio estado, numa exibição pobre cujo único highlight foi um golo anulado a Stan (melhor marcador do campeonato)? À partida, ninguém fora do nosso balneário. Mas toda a gente no nosso balneário tinha essa convicção! O golo solitário da vitória veio do pé esquerdo do nosso lateral esquerdo, num movimento interior perfeito para combinar com o ponta-de-lança e rematar cruzado! Muito bem, Petrenko!

Seguiu-se a taça e a rotação total do 11. Um golo de Dorisley - nos primeiro minutos nesta temporada - foi mais do que suficiente para levar de vencida um adversário bastante inferior a nós. E, por falar em adversário inferior, o que dizer do lanterna vermelha Niki Volou? Que tareia das antigas, com golos para todos os gostos e sem tirar o pé do acelerador na segunda parte - que incluiu ainda um golo anulado. Novamente a evidenciarem-se os laterais, com um golo de Klonaris (em tudo semelhante ao de Petrenko no jogo frente ao AEK) e duas assistências de Petrenko, em mais uma demonstração tática perfeita. Quando a qualidade não abunda, tem de se compensar noutros lados.

Fechámos esta série de dois meses frente a outro dos grandes, o PAOK. Maior do que o AEK, foi um jogo de maior dificuldade para nós. O PAOK conta nas suas fileiras com um dos melhores jogadores do campeonato, formado no Dortmund e Bayern de Munique mas internacional português, Sérgio Pacheco. Comparem o jogador e o salário com aquilo que nós temos e logo se perceberá o quão díspar é este campeonato. Esteve na minha mira quando andei pelo Marseille, acabou por confirmar o que eu esperava dele: golos. Fez-nos um bis e deu muito trabalho o jogo todo, com a pressão forte que também exerce na hora de recuperar a bola. Na verdade, a primeira parte fomos apenas e só uma equipa defensiva, com poucas ou nenhumas saídas do nosso meio-campo. Foi complicado de aguentar e fomos a perder por 1-0 para o intervalo. Uns bons berros acordaram a malta, que sofreu, injustamente, o 2-0 aos 62min, mas teve alma para reduzir para 2-1 por Serjão e deixar o resultado incerto até ao final. Não deu para o empate, mas deixámos uma bela imagem na segunda parte.     

 

CLASSIFICAÇÃO

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Com muito calendário por acertar, fruto da Taça da Grécia aqui metida pelo meio na última jornada, estamos a superar todas as expetativas e encontramo-nos no segundo lugar! O objetivo é entrar nos 6 primeiros, para ir à fase de campeão, portanto é estar atento às linhas verdes. Preocupa um pouco a vertente ofensiva, já que metade dos golos vieram de um só jogo, mas 1-0 para já vai sendo suficiente para nós! Ainda é muito cedo, Olympiakos e Panathinaikos entraram mal na época, mas serão ossos duros de roer.

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Início contra o Aris não foi dos melhores, mas recuperaste bem. Tirando o PAOK, que se passa com os grandes?

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Admira-me ver as melhores equipas nacionais um pouco abaixo daquilo que seria esperado (pelo menos para mim). A entrada na época desportiva foi boa e creio que tens equipa para fechar o campeonato no top3. A ver vamos o andamento que a equipa terá, quando os jogos mais sérios começarem a aparecer.

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A meu ver foi um bom arranque apesar de puderes ficar a 6 pontos da liderança mas este campeonato não se ganha depois no play-off ? Se assim for o importante é não ir muito atrasado do Paok porque eles podem escorregar lá.

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Citação de cadete, há 23 horas:

Início contra o Aris não foi dos melhores, mas recuperaste bem. Tirando o PAOK, que se passa com os grandes?

O nosso arranque está acima dos objetivos, logo é bom! Os grandes tiraram férias prolongadas, ao que parece 😅

Citação de Martini Branco, há 23 horas:

Admira-me ver as melhores equipas nacionais um pouco abaixo daquilo que seria esperado (pelo menos para mim). A entrada na época desportiva foi boa e creio que tens equipa para fechar o campeonato no top3. A ver vamos o andamento que a equipa terá, quando os jogos mais sérios começarem a aparecer.

Entraram quase todas mal, o que pode significar duas coisas: 1) temos uma oportunidade de ouro para surpreender; 2) vão recuperar e fazer-nos cair vários degraus. A ver qual delas se torna realidade. Top-3 parece-me dificil, quero mesmo top-6 para ir a fase de campeão, e aí conseguir um brilharete (como costumo fazer nos playoffs) e garantir uma qualificação europeia.

Citação de Burkina2008, há 17 horas:

Nao foi o melhor inicio mas inda vai dar para uma boa epoca!

Desde que esteja naquelas linhas verdes, está tudo bem!

Citação de Banks29, há 4 horas:

A meu ver foi um bom arranque apesar de puderes ficar a 6 pontos da liderança mas este campeonato não se ganha depois no play-off ? Se assim for o importante é não ir muito atrasado do Paok porque eles podem escorregar lá.

Sim sim, isto vai a playoff! E é super irrealista pensar no titulo, o Atromitos nunca foi campeão grego, dificilmente seria/será na minha primeira época aqui. O importante é subir degraus e ficar acima das expetativas iniciais de 7º lugar.

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NOVEMBRO

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A temporada tinha arrancado bastante bem, mas havia muito para jogar. Os grandes começaram quase todos mal e isso podia significar que vinha aí uma fúria geral para galgar posições na tabela. E nós tínhamos jogo grande em Novembro...

A Taça tem pouco a contar, porque também tem pouco de objetivo para nós: é mesmo ir jogando até onde der, dando sempre prioridade ao campeonato em casos de gestão física. Foi o que aconteceu aqui, com troca de jogadores devido ao jogo com o Olympiakos poucos dias depois. Ia dando chatice e tivemos de ir ao banco buscar o golo, já no prolongamento: Oikonomopoulos, que tem brilhado, saltou do banco para fazer o golo solitário da partida.

Vinha, então, o jogo grande! Olympiakos em crise e a querer recuperar contra um Atromitos sensação, que queria continuar lá no topo. Em nossa casa, ainda por cima, a confiança era muita! Entrámos determinados a vencer o jogo e assumimos desde cedo as rédeas das operações, não deixando o Olympiakos ter bola. Com o jogo da taça a poder pesar na segunda parte, quis entrar forte e resolver a partida mais cedo, porque foi-me impossível rodar 11 jogadores, e tive de recorrer aos titulares durante o jogo contra o PAS. Infelizmente, as nossas investidas da primeira parte não deram frutos, e fomos para o intervalo empatados e bastante cansados. O Olympiakos conseguiu aproveitar isso para subir um pouco a zona de ação do jogo, e ficou tudo ali no meio-campo durante grande parte do tempo. Até que, num dos raros momentos de saída do crónico candidato ao título, Colorado aparece na esquerda para fazer o 0-1! Resultado super injusto que se manteve até ao final... Reparem bem como vulgarizámos o Olympiakos e, ainda assim, saímos derrotados do jogo. Apenas 1 remate enquadrado e deu logo golo! Era jogo para empate, sem dúvida.

Como um resultado injusto nunca vem só, apresento-vos o jogo contra o Xanthi. Acho que não há muito a falar, aqui ainda é mais escandaloso porque atacámos muito mais, criámos muito mais perigo, e eles passaram de 1 remate enquadrado para apenas 1 remate no jogo todo, o suficiente para empatarem. E ainda deu para ter um expulso, nós falharmos um penalti... moving on.

Fecho de Novembro trouxe uma novidade no 11 titular: Coulibaly estava a ser uma nulidade e tinha apenas 1 golo marcado, logo no jogo de estreia, pelo que Chaintoutis mereceu a oportunidade. E correspondeu, marcando o golo que abriu o resultado frente ao Panetolikos! Rotação por performance pura e dura, nada a dizer: Coulibaly levou um aviso por falta de resultados e aceitou-o, prometendo trabalhar no duro.

 

DEZEMBRO

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Mês só com jogos da liga e a ir de 80 a 8. Em tudo, não só nos resultados, como também na capacidade para marcar golos e na solidez defensiva para não os sofrer. 

Aquele jogo com o Kalamata foi um belo mote para o último mês do ano civil! Golos, golos e mais golos, numa partida super interessante para quem estava a ver na bancada e em casa. Chegou a estar 1-6, acabámos por relaxar e ir para o 3-6, mas foi um bom pontapé na crise de não saber acertar na baliza. Chaintoutis, mais uma vez, repetiu a titularidade e agradeceu-a com um golo! 

E deu sequência a essa boa forma, resolvendo sozinho o jogo frente ao Larisa. Com muito pouca inspiração de parte a parte, coube ao avançado emprestado pelo AEK dar uma alegria aos nossos adeptos e mais 3 valiosos pontos na nossa caminhada. E, acima de tudo, dar alento e moral à equipa para defrontar o grande que tardava em acordar: o Panathinaikos. Outrora um dos maiores clubes gregos, o último título remonta a 2009/2010, há mais de 30 anos. Ao mesmo tempo, desde 2029/2030 que o clube falha o top-3 da Liga Grega, portanto é um gigante bastante adormecido. E ficou comprovado em campo, com uma exibição de encher o olho da nossa parte, vergando-os por completo por 4-0 na sua própria casa. Um jogo de sentido único que voltou a provar a supremacia tática dos nossos laterais: Bento (adaptado neste jogo) marca a abrir o jogo, Petrenko fecha as contas.

Depois... bem, depois veio a descida à terra. O Aris comandava (e comanda, ainda) a liga e está numa forma assustadora. Eles que apadrinharam a minha estreia e nos venceram de forma fortuita na primeira jornada, desta vez não deixaram qualquer espaço para dúvidas no resultado, com um 3-0 mais do que justo e que, a certa altura, parecia pecar por escasso. Tendo ido de forma tão forte ao tapete, era crucial responder frente ao OFI, que está a lutar pela 6ª posição, sendo, assim, um adversário direto. Num jogo fraco da nossa parte, mas em que não merecíamos perder, fomos surpreendidos logo aos 4min por Darcy e ficámos em desvantagem, tendo 86min para reverter a situação. Com muito pouco acerto ofensivo (novamente...), falhámos esse objetivo e sofremos a segunda derrota consecutiva, acabando mal o ano de 2040.

 

CLASSIFICAÇÃO

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Estamos numa boa posição, mas podia ser bem melhor não fosse este final de ano mais fraquinho. Ainda assim, são já 4 os pontos de vantagem para o OFI, primeira equipa fora do grupo de playoff onde queremos estar, há espaço para gerir. O Panathinaikos e o AEK estão muito underperforming, novamente, e são um caso a observar para evitar surpresas vindas de baixo (ou será para espreitar uma outra cadeira mais confortável?...) 

Grande parte da nossa falta de sucesso justifica-se pela pouca produção ofensiva. Temos 26 golos marcados, sim, mas há muitos jogos onde é um sacrifício lá chegar... Os nossos avançados não estão em boa forma, sendo, até agora, ofuscados pelos extremos na hora de marcar golos. Algo terá de mudar em Janeiro...

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Bem, continua a ser uma bela caminhada e temos o Olympiakos a recuperar...

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A equipa continua nos lugares de play-off o que é super importante mas claramente na próxima época é preciso dar um passo acima.

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O Petrenko e o Markos estão a realizar épocas estrondosas e a contribuir muito para a boa época da equipa. Nesta fase, apareceram algumas derrotas e uma descida na tabela classificativa. Não é propriamente bom, mas também ninguém pode apelidar de "Mau" aquilo que tens sido capaz de fazer. Creio que o top2 será difícil, no entanto, creio que alinhando os astros a equipa pode conseguir chegar ao 3º/4º lugar. É só a questão de haver mais regularidade em termos de resultados 😉

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Pensei que tinhas aprendido com a passagem no Atl. Nacional que perder jogos pode levar a despedimentos. Andas ai a brincar com o fogo...

Contrata o PLC do Aris. Aparentemente os gajos descobriram qualquer coisa que te faz falta.

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Antes de mais, pedir desculpa pela demora nas atualizações. Estive fora do país em trabalho e o FM não veio comigo. Agora devo conseguir voltar ao ritmo.

Citação de cadete, Em 14/09/2023 at 09:35:

Bem, continua a ser uma bela caminhada e temos o Olympiakos a recuperar...

Eles seriam sempre uma força a ter em conta, nunca nos passou pela cabeça que continuassem lá em baixo. Já o Panathinaikos...

Citação de Banks29, Em 14/09/2023 at 10:51:

A equipa continua nos lugares de play-off o que é super importante mas claramente na próxima época é preciso dar um passo acima.

Este ano é um bom ano 0 para superarmos as expetativas. Para o ano já teremos outras, mais altas e ambiciosas, seguramente.

Citação de Martini Branco, Em 14/09/2023 at 11:52:

O Petrenko e o Markos estão a realizar épocas estrondosas e a contribuir muito para a boa época da equipa. Nesta fase, apareceram algumas derrotas e uma descida na tabela classificativa. Não é propriamente bom, mas também ninguém pode apelidar de "Mau" aquilo que tens sido capaz de fazer. Creio que o top2 será difícil, no entanto, creio que alinhando os astros a equipa pode conseguir chegar ao 3º/4º lugar. É só a questão de haver mais regularidade em termos de resultados 😉

O Petrenko é uma agradável surpresa e a prova de que a tática resulta (ou, pelo menos, aquilo que pensei que pudesse fazer aos laterais). É isso mesmo, estamos a ser melhores do que o esperado, mas as derrotas aparecerem - e continuarão a aparecer - porque estamos longe de ser uma mega potência nacional (para já!). Queremos a fase de apuramento de campeão, era um bom prémio já.

Citação de Burkina2008, Em 14/09/2023 at 17:49:

Caminhada penosa mas vais la chegar mai cedo ou mai tarde!

Step by step!

Citação de Maffu, Em 15/09/2023 at 17:04:

Pensei que tinhas aprendido com a passagem no Atl. Nacional que perder jogos pode levar a despedimentos. Andas ai a brincar com o fogo...

Contrata o PLC do Aris. Aparentemente os gajos descobriram qualquer coisa que te faz falta.

Ia dizer que na Grécia são mais calmos, mas a fama deles... ao menos o meu presidente ainda não entrou com uma arma relvado adentro. 

Não foi o do Aris, mas Janeiro trouxe novidades na frente.

Citação de LUIZ CESAR, Em 15/09/2023 at 22:34:

Continua nos lugares de play-offs e isso é importante, mas poderia ser melhor. Boa sorte na sequência.

Melhor do que o esperado, portanto temos de considerar, até ao momento, que é uma temporada positiva.

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JANEIRO, FEVEREIRO E MARÇO - SUPERLIGA

Temos sempre de começar Janeiro a falar do mercado. Sabíamos que nos estava a faltar poder de fogo na frente, além de mais opções de qualidade no meio campo. Portanto, foi isto que aconteceu. Saíram Dorisley, avançado que pouco acrescentou à equipa e rendeu bom dinheiro, Evangelou, extremo com pouca importância, e Oikonomikos, um jovem que amuou e pediu para sair. Já nas entradas:

  • Fabrício, MOC: o mercado de brasileiros livres estava super apetecível, e tínhamos identificado alvos para todos os setores. Infelizmente, a nossa reputação não permite grandes aventuras aos jogadores, portanto muitos recusam-se sequer a entrar em negociações. Fabricio foi uma exceção a essa regra e assinou muito cedo (pese embora, devido a compromissos com a seleção sub-21 do Brasil, só possa jogar em Fevereiro) e vem ser um diferenciado no nosso meio campo.
  • Maliaritis, MOD: já o tinha sondado no início da temporada, na altura quis o seu empréstimo e esbarrei nas suas pretensões de ganhar espaço no AEK. Depois de 6 meses encostado, e estando em final de contrato e sem renovação à vista, abordei o próprio AEK para uma transferência sem custos. Aceitou vir e vem fazer concorrência a Serjão, que tem sido muito inconstante a temporada toda - e Kazalas não consegue fazer-lhe sombra nenhuma.
  • Tubaly, PLC: mais um sondado há muito tempo, estava em final de contrato com o Maccabi, e a jogar sem receber desde 1 de Janeiro. Foi um mês praticamente inteiro de namoro e a tentar convencê-lo a dar este passo até à Grécia, mas lá conseguimos! Vem para lutar com Coulibaly por um lugar na nossa frente de ataque.

 

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Três meses para definir quem ia a que fase. Estávamos numa boa posição, mas nada era certo, havia pouca margem de manobra para o sétimo lugar - que era, exatamente, o lugar que nos era apontado no início da temporada. O melhor dos piores... ninguém quer ser isto! Portanto, era hora de trabalhar no duro para mostrar que estavam a ser pouco otimistas em relação a nós, e dar dinheiro a quem apostou que iríamos à fase de apuramento de campeão.

A verdade é que vinha aí uma sequência de jogos que assustava. AEK; PAOK, Olympiakos, tudo muito seguido, e com jogos da taça à volta (mostrada depois), era o suficiente para perder pontos e embalo, numa equipa pouco habituada a lutar por objetivos altos. O meu maior medo era, depois de perder pontos naturais nessa sequência, não conseguir voltar ao nível apresentado anteriormente. 

Antes de chegar a essa fase diabólica, conseguimos duas vitórias muito importantes: Veroia e Asteras, sendo que o Asteras luta pelos mesmos objetivos que nós, portanto foi fundamental. Seguiu-se o AEK e.... bem, jogo sem grande história. Tem uma história, na verdade, a sentença de morte de Evangelou na nossa equipa, expulso por vermelho direto ainda na primeira parte e que não ajudou em nada a tarefa que tínhamos em mão. O que vale é que se seguia a equipa mais fraca da competição, o Niki Volou (relembro que foi uma das opções para eu entrar na Grécia. Do que me livrei...) e conseguimos uma ótima vitória, 3-0, sem espinhas!

Depois veio o PAOK e o Olympiakos. E pelo meio havia um AEK para a taça! Entre dia 27/1 e dia 3/2 havia PAOK, AEK, Olympiakos. O plantel não aguenta isto... procurei dar minutos a quem estivesse mais fresco em cada jogo, porque todos eram importantes: na taça havia a oportunidade de chegar à meia-final, no campeonato era a luta para não sair dos 6 primeiros. Acabou por, no campeonato, correr bastante mal... Duas derrotas, a do PAOK que parece que equilibrámos, mas fomos amplamente dominados, e a do Olympiakos, na qual equilibrámos mas o resultado foi super desnivelado. Foram os resultados mais naturais, mas que fizeram a equipa abanar um bocado... a malta nova estava agora a entrar no ritmo (Fabricio ainda de fora) e seriam, sem dúvida, fundamentais daqui para a frente, para entrarem frescos fisica e mentalmente nos jogos que faltavam disputar da fase regular.

E acabaram por fazer isso mesmo! Depois do Olympiakos ainda tivemos dois empates seguidos, mas onde se notava que a equipa estava a voltar ao que era. O do Xanthi, por exemplo, voltou a ser um recital de futebol ofensivo, misturado com uma total desafinação na hora de marcar - basta ver as estatísticas desse 0-0. O Panetolikos era o sétimo classificado e nós, por esta altura, o sexto, pelo que o empate foi um bom resultado dentro daquilo que pretendemos - e nota para Tubaly se estrear a marcar, ele que tem tudo para ser a nossa referência ofensiva na fase final!

Daí para a frente, apesar do futebol menos vistoso, conseguimos reencontrar o caminho das vitórias. Foram 9 pontos seguidos frente a adversários da metade inferior e a certeza de que o pior, aquela fase de jogos, já estava para trás das costas. Era hora de voltar a remar em frente e somar pontos na tabela! Uma nota importante para Coulibaly, que parece ter sentido o peso de ter concorrência e, além de estar muito bem nos jogos - boa veia goleadora ultimamente - tem sido dos melhores nos treinos. Quando a concorrência aperta, ou se descansa, ou se trabalha. Ele escolheu trabalhar!

 

JANEIRO, FEVEREIRO E MARÇO - TAÇA DA GRÉCIA

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Ambas as eliminatórias vieram na pior altura possível. Juntou-se tudo a volta das mesmas semanas, impressionante como não dava para descansar os melhores jogadores! A verdade é que a festa da Taça é maravilhosa e sempre uma oportunidade para ganhar um troféu, mesmo quando se não é favorito. Eliminatórias são sempre vividas de forma diferente, mas quando começa a chegar a fase de ser a duas mãos, as surpresas diminuem, porque obriga a ser surpresa em dois jogos diferentes...

Frente ao AEK soubemos perfeitamente o que fazer: aguentar fora para trazer a eliminatória para nossa casa. Fomos amplamente dominados na primeira mão, mas saímos de lá vivos graças a Serjão! Isso fazia com que em nossa casa, um simples golo (a regra de golos fora continua ativa) nos fizesse avançar para o top-4! Petrenko vestiu a capa de herói e apareceu de forma perfeita ao segundo poste para por justiça no marcador aos 31min! Faltavam 60min de possível sufoco do AEK, portanto fizemos uns ajustes táticos para os conseguir suster. A verdade é que foram muito amorfos e deixaram-nos controlar o jogo todo, passando assim o Atromitos à meia-final!

E que meia final que vinha aí... o PAOK é, de longe, a melhor equipa grega da atualidade. No campeonato, domina a seu belo prazer, no mercado de inverno estoiraram 15M num extremo, é um nível diferente. Ainda assim, não foi uma eliminatória nada fácil para eles. Em nossa casa primeiro - algo que prefiro que seja o inverso, como com o AEK - soubemos ser nós a mandar mais no jogo e a querer ficar na frente da eliminatória, mas o golo deles estragou um bocado a pintura. Na segunda mão a história já foi outra. Quiseram mandar no jogo e virar a eliminatória ainda na primeira parte, e conseguiram, aos 42min, mas o que nos matou mesmo foi a expulsão de Klonaris aos 63min... tinha estado a fazer subs dois minutos antes, a tentar puxar pela equipa, porque estavamos fora da final assim mas a 1 golo de tudo isto alterar! Mas Klonaris... estive mesmo para o tirar, deixei-o em campo e desiludiu. Com 1-0 e mais um jogador, acabaram por matar o jogo e a eliminatória aos 90min, connosco já a jogar em 3-1-1-3-1. Ficamos muito perto da final, mas fora dela...

 

CLASSIFICAÇÃO

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Aquela boa sequência final acaba por nos catapultar para o quarto lugar! É uma classificação muito merecida e que premeia a regularidade que conseguimos apresentar durante a temporada, pese embora alguns momentos menos bons. Temos um plantel abaixo do que qualquer outra equipa do top-6 mas estamos na luta. Agora é aproveitar a experiência ao máximo e tentar fazer umas gracinhas aqui e ali...

Editado por F. Mota
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Só perdes contra os grandes, mas mesmo assim, fizeste uma gracinha contra o Panathinaikos e outra na taça. Até agora, no bom caminho.

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Embora tenham existido alguns momentos menos bons, acabas por subir ao quarto lugar e isso premeia uma época em que existiu alguma regularidade. Fico com pena que a vitória na primeira mão da Taça perante o PAOK, não tenha sido suficiente para seguir em frente...

Penso que se deve pedir que consigas acabar a época com dignidade e a lutar por pontos na fase de apuramento de campeão.

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Citação de cadete, Em 28/09/2023 at 10:57:

Só perdes contra os grandes, mas mesmo assim, fizeste uma gracinha contra o Panathinaikos e outra na taça. Até agora, no bom caminho.

Derrotas normais de acontecer, não beliscam o nosso caminho.

Citação de Burkina2008, há 20 horas:

Perdes contra os grandes que e normal...

Exato, onde temos armas para lutar temos sido bastante competentes!

Citação de Martini Branco, há 6 horas:

Embora tenham existido alguns momentos menos bons, acabas por subir ao quarto lugar e isso premeia uma época em que existiu alguma regularidade. Fico com pena que a vitória na primeira mão da Taça perante o PAOK, não tenha sido suficiente para seguir em frente...

Penso que se deve pedir que consigas acabar a época com dignidade e a lutar por pontos na fase de apuramento de campeão.

Exatamente, é importante relembrar que éramos apontados aos 7º, fora deste grupo de playoff de campeão. Ficar em quarto, intrometido no meio dos grandes da Grécia, é um grande feito.

A taça foi justo, embora complicado de aceitar... ver-nos em vantagem só aumentou a ilusão e, depois, a desilusão.

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PLAYOFF DE APURAMENTO DE CAMPEÃO

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A lutar contra os titãs... quem diria, depois de um ano de fora dos relvados e com dificuldades em arranjar um novo clube, que nos sairíamos tão bem logo na primeira temporada? O objetivo principal estava cumprido, mas agora era hora de sonhar mais um bocado. Os 3 primeiros vão às competições europeias, o quarto também poderá ir, dependendo do desfecho da taça da Grécia. A final era entre PAOK e Aris, portanto o Aris podia sonhar com uma conquista e tirar a competição europeia a quem ficasse em quarto lugar no playoff. Era tricky, porque sabíamos da força de AEK, PAOK e Olympiakos, que deveriam ficar com o top-3. Se desse para surpreender e manter o quarto lugar com que chegámos aqui, poderíamos na mesma ficar a ver navios europeus, caso o Aris fizesse uma gracinha na final da Taça.

O calendário voltava a não ser mega amigável. Já na fase regular tivemos AEK, PAOK e Olympiakos tudo de seguida, e neste playoff a história repetiu-se. Eram 3 jogos de morte, onde deveríamos perder pontos, mas que não podiam mandar-nos abaixo nos restantes jogos. Depois de batermos o Aris por 2-0, naquele que poderia ser um jogo decisivo tendo em conta a final da Taça, começávamos então nesta série negra de jogos:

  • vs AEK: Não fomos a jogo? Mais valia, 0-3 é melhor que 1-5. Exibição qb na primeira parte, com poucas oportunidades de lado a lado, mas onde foram para o intervalo a vencer, mas a segunda parte... que atropelo. Aquele Andre tinha 3 golos até este jogo em toda a temporada, meteu mais 3... foi muito mau, mas era o primeiro dos 3 jogos que sabíamos que era provável perder;
  • vs PAOK: a coisa foi bem melhor frente ao praticamente coroado campeão. Num jogo super disputado em nossa casa, foi sempre jogado mais a meio-campo do que junto das balizas, e grande parte dos remates foram de longe. Ainda assim, sentia-se que o golo poderia aparecer a qualquer instante, e para qualquer lado! Infelizmente para nós, caiu para o lado deles... Já perto do fim do jogo, quando já me contentava com o empate, Frembs apareceu a cabecear e a dar os 3 pontos ao PAOK, e um balde de água fria a nós. Fomos de 8 para 40, mas ainda não foi suficiente para pontuar;
  • vs Olympiakos: estávamos a meio do caminho. 8 -> 40 -> 80? Sim, 80! Com uma pontada de sorte, mas conseguimos a vitória em pleno estádio do Olympiakos! Deu para dividir o jogo, o que já foi uma melhoria grande vs o que foi a fase regular, mas, desta vez, fomos nós com a estrelinha, e caiu para o nosso lado em vez de ser para o lado contrário! Em 9 pontos que aceitávamos perder, fizemos 3, perdendo 6. Não foi mau, e dava muito alento para o que vinha aí.

Depois desta sequência infernal, de onde saímos bem vivos, havia apenas 2 jogos antes de voltarmos ao ciclo quente. Era importante manter o ritmo de vitórias e foi isso mesmo que fizemos, num 3-2 suado frente ao Asteras, com Serjão a resolver já para lá da hora! Seguia-se o Aris e foi... mau. Para quem viu, seja de que lado for, foi mau. 0-0 sequíssimo que fez muita gente perder tempo. 

Vamos lá novamente? Vamos sim sr. Mais 9 pontos para lutar, mas sabendo que o histórico pendia para o lado de os perder. 

  • vs AEK: o pior resultado da temporada, aquele 1-5, era para evitar repetir. Aliás, sendo em nossa casa, era legítimo termos outras aspirações do que perder por poucos. Entrámos fortes, mas também o AEK entrou, e, depois de 20min de ataque e contra-ataque, lá conseguiram abrir o marcador, pelo inevitável Stan - melhor marcador do campeonato grego. A nossa reação fez-se sentir já na segunda parte, a sufocar o AEK até conseguir penetrar na área e, aí, já dentro das linhas brancas que a delimitam, conseguimos ganhar um penalti que Coulibaly não desperdiçou. Stan ainda fez questão de tentar estragar a festa, mas a estreia a marcar de Maliaritis, ainda por cima frente ao seu ex-clube, deu em divisão de pontos!
  • vs PAOK: se antes eram praticamente campeões, neste segundo jogo já tinham confirmado o título e estavam em modo de gestão até à final da taça. Com algumas peças importantes de fora do 11, permitiram-nos ter o domínio do jogo praticamente todo, ameaçando aqui e ali mas sempre de forma muito tímida. Foi já perto do final que Tubaly nos deu os mais do que justos 3 pontos e a celebração de uma vitória arrancada a ferros, mas justíssima;
  • vs Olympiakos: o PAOK era campeão, o Olympiakos já era segundo classificado. Estava tudo fechado no top-2, mas 3º, 4º e 5º lugar estavam ao rubro. Se nós vencêssemos aqui, era garantido que fazíamos top-4, mas a derrota metia-nos em risco de ficar completamente de fora dos lugares europeus e a depender de terceiros na última jornada. Ora... yes, foi isso mesmo. Fui muito naive, porque aos 75min arrisquei na abordagem tática para tentar ir atrás dos 3 pontos, quando o mais lógico era segurar o empate. Correu mal e sofremos aos 80min, não tendo tempo para responder. 

Era o tudo ou nada no último jogo. Dava para ir de 5º a 3º, sempre dependendo do que fariam as outras equipas. Nós tínhamos, na teoria, o jogo mais fácil, frente ao 6º classificado, Asteras. Num jogo que, ainda assim, foi no limite dos limites, conseguimos os 3 pontos graças a uma entrada forte no jogo, e deu...

 

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Deu para ficar em 3º! Uma classificação muito acima do esperado, super disputada, mas que tem um gosto muito especial! O nosso plantel era bastante abaixo do plantel das restantes equipas deste top-6, mas o que conseguimos fazer com tão pouco... grande trabalho de todos, com pouco toque de mercado, mas o suficiente para que funcionasse muito melhor do que deveria. Aquela última jornada de loucos mandou o AEK (que teve um final de temporada para esquecer, 2E e 3D) para fora das competições europeias. O Aris venceu mesmo a taça e vai também às competições europeias! A última vez que estivemos no pódio foi em 2012/13, também em 3º lugar. É bom voltar aqui, mas queremos mais no próximo ano!

 

ANÁLISE AO PLANTEL

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Foi um plantel muito limitado aquele que foi à luta este ano. A qualidade não era mega abundante, apesar de haver alguns jogadores super interessantes para esta realidade. Ainda assim, e por falta de dinheiro, não deu para cobrir todas as lacunas, sendo relativamente fácil atacar-nos e ferir-nos. 

É preciso dar alguns destaques. A baliza foi bem entregue a Henry, que foi chamado a intervir demasiadas vezes, enquanto que na defesa destacaram-se praticamente todos pela positiva! Mostra que sofremos muito, mas que se portaram bem em campo. Bento e Hoi são uma dupla acima da média (até mesmo para o campeão PAOK) e estão a ser assediados - Hoi foi, inclusive, considerado talento do ano e jogador estrangeiro do ano. As laterais foram bastante ofensivas, como a tática pedia, e todos estiveram a bom nível: Petrenko e Simaioforidis na esquerda, Klonaris na direita. 

O meio-campo não esteve fantástico. O tridente acabou por ser discreto em grande parte da temporada, cumprindo o seu papel sem nunca se destacarem por aí além. Mesmo Fabricio, que vinha com rótulo de craque, esteve uns furos abaixo do que era esperado.

O ataque esteve, também ele, tímido, mas tem alguns destaques. Oikonomopoulos foi considerado o terceiro jogador nacional do ano, jogando bastante pelo lado esquerdo, enquanto Serjão esteve em boa forma do lado direito - se bem que peca muito na parte técnica, fazendo-se valer da velocidade que tem. É limitado. Os pontas-de-lança também tiveram uma relação complicada com o golo, sendo pouco regulares a marcar. Coulibaly vinha como o craque da equipa, mas não conseguiu sê-lo, ficando apenas como um bom jogador que precisa de mais tempo para explodir. Tubaly entrou bem no esquema e gostei bastante do que vi dele, poderá ser ainda melhor no próximo ano.

Haverá mexidas, isso é certo. Depois de um terceiro lugar, e com presença europeia confirmada, temos de dar o salto qualitativo. Há jogadores que não poderão mais fazer parte de um plantel deste calibre, portanto espera-se um mercado intenso por estes lados...

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Falta pouco para ombreares com os grandes mas parabéns pela bela época. 

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