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Descartes

[Tenis Manager] Rocking Rackets

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Houve um jogador que não é do nosso clube que foi contratar o Burt McMorris que eu dispensei, mas foi tão nabo que não conseguiu nada de jeito com ele, então o saldo de pontos gasto e pontos conquistados deve ter sido muito negativo. Entretanto o nigeriano já está no desemprego outra vez.

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Descartes, explica-me como é que o Sosa venceu o Daman no torneio CMPT? :mrgreen:

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Diria que fiquei desolado ao ver o encontro ao vivo do Deng no seu primeiro GS, onde perdeu ao fim de 5 sets, mas presenciar quatro breaks em branco consecutivos nos últimos jogos de serviço foi interessante :lol:

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Descartes, explica-me como é que o Sosa venceu o Daman no torneio CMPT? :mrgreen:

 

A questão é que ganhaste ao meu Schliemann e foste perder com o Sosa :lol:

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Descartes, explica-me como é que o Sosa venceu o Daman no torneio CMPT? :mrgreen:

 

Não faço a mínima ideia. Nem sequer sei como foi que aconteceu a vitória dele na 1ª ronda em 5 sets com o Frohlander, quanto mais a vitória sobre o Daman por 3-0... :confuso:

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Alguém quer fazer dupla no sv4 com Ehrenburg em juniores? Neste momento é nº1 no ranking de juniores, mas não por muito tempo que vai ser já ultrapassado.

Editado por Inka

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Alguém quer fazer dupla no sv4 com Ehrenburg em juniores? Neste momento é nº1 no ranking de juniores, mas não por muito tempo que vai ser já ultrapassado.

 

O japonês do João Pedro seria um bom parceiro para o Ehrenburg.

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SERVER 4

 

 

Sosa226_zpsgpvdfieu.png

 

Foi um bom ano para o Sosa. Cumpriu absolutamente as minhas expetativas, entrando no Top 50 e, até, no Top 40. Ganhou 7 Challengers. E já ganhou ao Cea...:mrgreen:

 

Para o próximo ano o obetivo é entrar no Top 30 e começar a disputar os principais torneios. É um dos anos mais difíceis do jogo e o risco de "andar para trás" é grande.

 

 

Sprat226_zpsc91spsqt.png

 

Confesso que fiquei um bocadinho desiludido. Mas se calhar não devia. Afinal ele ganhou o US open e acabou o ano como nº 2 nos juniores. Mas eu esperava um pouco mais. Principalmente em Wimbledon e nos 3 torneios em piso duro no final do ano e aí ele baqueou frente a adversários que estariam ao seu alcance. Mas lá está! o atraso nos treinos paga-se aqui: no último ano de júniores.

 

O próximo ano é a entrada no circuito sénior. O objetivo realista passa pelo Top 300 no final do ano, mas eu penso que vai dar para os primeiros 200.

 

 

Verdoza226_zps5jthmu6j.png

 

O comentário ao Sprat aplica-se sem tirar nem pôr ao Verdoza. Igualzinho. Com a diferença que o torneio importante que ele ganhou foi a Copa Gerdau no Brasil e que a desilusão maior ocorreu nos resultados em Roland Garros e no Open de Itália. Terminou o ano em pior posição, apenas 7º, o que se explica pelo facto do seu piso predileto ser a terra batida e de eu ter colocado de parte a sua inscrição em torneios de categoria 1, privilegiando os torneios de prática.

 

Para o ano que vem os objetivos são idênticos aos do Sprat.

 

 

Hao226_zpsi6ixjgbj.png

 

 

Há pouco a dizer sobre o Hao. Ganhou 5 torneios de categoria 4 e treinou bastante.

 

Agora vai para o seu penúltimo ano de júnior, passará a jogar preferencialmente em torneios de categoria 2 e 3 e espero concluir o ano dentro do Top 30.

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SERVER 4

 

Eis a lista do Top 10 CMPT em cada um dos rankings:

 

Singulares

 

1 (5º) - Friederich Schliemann - Koper [+6]

2 (18º) - Steffen Eppstein - Bazemore [-1]

3 (33º) - Yves Cea - João Pedro [+12]

4 (40º) - Agusto Sosa - Eu [+46]

5 (41º) - Rob Culbertson - Danskin [+24]

6 (44º) - Gregory Samarani - Daniel Nogueira [-14]

7 (47º) - Ross Gent - Danskin [+41]

8 (54º) - Ruben Riva - Daniel Nogueira [NOVO]

9 (59º) - Oscar Chalk - Peplin [=]

10 (69º) - Kurt Guggenberger - castano [NOVO]

 

 

Pares

 

1 (133º) - Karel Radvanec - Ronin [+406]

2 (193º) - Vassili Daman - João Pedro [+504]

3 (208º) - Jan Zelenohorsky - Koper [NOVO]

4 (275º) - Oscar Chalk - Peplin [+239]

5 (298º) - Emil Frohlander - Koper [NOVO]

6 (350º) - Ignaci Zabaloa - LeMatadore [+303]

7 (453º) - Ruben Riva - Daniel Nogueira [+757]

8 (468º) - Gregory Samarani - Daniel Nogueira [NOVO]

9 (605º) - Yves Cea - João Pedro [+509]

10 (661º) - Victor Dolgopolov - Quicanga [-369]

 

 

Juniores

 

1 (2º) - Pierce Sprat - Eu

2 (4º) - Stephen Withrow - treinadordebancada

3 (6º) - Joseph Oelsner - bobzz

4 (7º) - Andres Verdoza - Eu

5 (10º) - Valentin Brassard - treinadordebancada

6 (16º) - Udo Ehrenburg - Inka

7 (17º) - Josh Waggoner - Bazemore

8 (25º) - Rynosuke Shichirobei - João Pedro

9 (28º) - Octavi Vergel - Peplin

10 (29º) - Hugo Abend - Mesut Ozil

 

 

Treinadores

 

1 (13º) - Koper [+1]

2 (35º) - Daniel Nogueira [+8]

3 (36º) - João Pedro [+9]

4 (41º) - Bazemore [+5]

5 (42º) - Descartes [+9]

6 (45º) - Danskin [+4]

7 (52º) - Peplin [=]

8 (60º) - treinadordebancada [+11]

9 (62º) - ElMartins [-9]

10 (64º) - Mesquita [-3]

11 (65º) - Ronin [+16]

12 (85º) - bobzz [+14]

13 (74º) - Inka [-2]

14 (75º) - Castano [+12]

15 (80º) - LeMatadore [=]

16 (83º) - Mesut Ozil [-9]

17 (93º) - Quicanga [-15]

18 (96º) - rmmp [-10]

19 (99º) - BRCC [-10]

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Top100 é para meninos, terminou no Top60 (59º)! Para tal, contribuíram 5 títulos em Challengers. A partir daqui é que a coisa vai complicar um pouco, mas acredito que possa terminar o ano no Top40. Dependerá um pouco do sucesso que tenha até à semana 38. Aí (e na semana 41) caem 90 pontos.

 

O Vergel continuou o seu caminho de amealhar muitos pontos, deixando o ranking para 2º plano. De qualquer forma, foi possível conquistar 2 títulos em JG4 e atingir as meias-finais num torneio JG2. Entra no ano em 63º e a partir de agora darei maior importância aos torneios. Assim, acho que há condições de terminar o ano no Top40.

 

Andou longe, muito longe. O melhor que conseguiu durante o ano foi o 53º lugar. Acabou por terminá-lo na exacta posição do ano anterior. Os 3 títulos Challenger conquistados foram insuficientes para progredir no ranking. Para este ano vou ser mais modesto e colocar o objectivo no Top50.

 

Quanto ao Vergel, esteve em excelente plano e terminou o ano dentro do Top30, com alguns resultados de grande qualidade, de que são exemplo 3 títulos em JG2. Na transição para último ano de júnior, arrancou no 6º lugar e o meu objectivo é que consiga o Top5, embora o Top3 não me pareça impossível se estiver a grande nível nos principais torneios de terra batida.

Editado por Peplin

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Server 4

 

OzqYuZB.png

 

Foi uma transição tranquila para os séniores da parte do Conlan. Começou com duas vitórias em amadores (e um estoiro na forma :lol: ) e acabou com 10 vitórias em Futures. Este ano vai ser passado maioritariamente nos Challangers portanto prevejo algumas dificuldades. Ainda assim, ficar entre os 150 primeiros parece-me realista q.b.

 

xoE0QcG.png

 

Tive o croata Kasikovic neste lugar a maior parte do ano, mas aproveitei para contratar este espanhol assim que vi a fornada em que saiu. Fisicamente, não está muito mal (a resistência é o atributo mais fraco e aí vai ter 3,2) mas em termos de treinos está meio atrasado. O próximo ano já será o último em júniores e dado o seu factor de idade parece-me improvável conseguir alguma coisa de revelevante (e, se conseguir, só se for a partir do US Open mas dado que a sua praia é a terra batida...) . Assim sendo, o seu foco principal este ano será o treino. Talvez dê para o top50 em júniores, com jeitinho.

Editado por ElMartins995

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Partidazo entre o meu Culbertson e o Schliemann do Koper no Open da Austrália! :prayer: 7-5, 3-6, 4-6, 6-3, 9-7 a meu favor. :)

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Server 4

 

24o6b9z.jpg

Este ano o francês sentiu as maiores dificuldades desde que chegou a sénior e saiu do Top 30 acabando o ano na 44ª posição.

Obrigado a participar nos GSL e MST, o Samarani não esteve à altura. Nos GSL não passou da 2ª ronda e nos MST não conseguiu melhor que a 3ª.

O melhor resultado da época foi a final no ATP250 Open Sud de France logo na semana 7. Até ao final juntou mais 4 titulos CH.

 

Este ano vai batalhar por subir novamente no ranking, participando em CH e em alguns torneios mais importantes.

 

15dnn76.jpg

Representou Porto Rico só com vitórias,ajudando a chegar aos QF do nível 3 do WTC.

A sua entrada nos CH não correu mal, acabando o ano com 7 títulos e em 54º.

 

Vai continuar nos CH e não espero muito, aponto ao top 40 e à aproximação ao top 30.

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o jogo atrasou-se umas horas.

pela vossa experiência, isto vai continuar como se nada tivesse acontecido e segue assim, ou vai acontecer alguma coisa?

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o jogo atrasou-se umas horas.

pela vossa experiência, isto vai continuar como se nada tivesse acontecido e segue assim, ou vai acontecer alguma coisa?

 

Acho que vai continuar normalmente. Com alteração das horas de mudança das semanas, claro.

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Com o Brassard e o Withrow quero ver até onde vão. O objectivo é top150 no primeiro ano e parece estar bem encaminhado porque já ganharam alguns Futures. Vou ver no que dão até ter os créditos suficientes para criar 2 jogadores.

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Está a correr bem a chegada do Sosa aos torneios principais. Já foi finalista em Barcelona. Subiu ao 26º lugar do ranking.

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Qual é a estratégia que usam quando os vossos jogadores estão naquele vai-não-vai quando entram no Top100?

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Depois de quê? Quando entram no Top 30? Aí é entrar em torneios ATP.

 

E, claro, qualquer que seja a posição há que ter sempre controlados os níveis de forma, força e piso.

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Sou ingénuo por pensar que introduzirias um esquema complexo de treinos e inscrição de torneios mas não é o caso. :/

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Não faço nada de extraordinário.

 

Estamos a falar de jogadores que se encontram entre as posições 40 e 100 do ranking numa altura ascendente da sua carreira. Terão entre 20 e 23 anos. Estão no topo das suas condições físicas. Com 100% no factor de idade (alguns com 101%) ou pouco menos (entre 97% e 99% se já começaram a sua curva descendente). Na técnica estarão entre 4.0 e 4.5 e no serviço entre 3.5 e 4.0, depende da estratégia aplicada até aí de valorização da técnica ou do serviço.

 

Caso o jogador tenha uma resistência razoável (acima de 3.2 no seu topo), o que acontece na maioria dos casos, a fadiga não é importante nesta fase da carreira. Os jogadores raramente descem abaixo dos 100% pelo que estão sempre em condições.

 

A gestão faz-se pelos níveis de forma e piso. Quando a forma está baixa, inscreve-se os jogadores em Challengers, quando está alta colocam-se nos torneios de prática. Eu só os inscrevo em torneios a sério no seu piso preferido. Faço a gestão do piso nos torneios de prática. Quando estão nos 60% vão praticar para o 2º piso preferido, quando estão abaixo dos 60% vão para o 1º piso preferido.

 

E além disso procuro colocá-los sempre nos torneios do seu país para utilizar a vantagem de jogarem em casa.

 

Sigo esta estratégia para tentar maximizar os pontos recebidos e ir subindo no ranking.

 

Quando chegam ao Top 40 há duas hipóteses: continuar nos Challengers até poder (do 31º lugar para cima já não dá) ou começam a entrar em torneios ATP, preferencialmente nos Grand Slam do seu piso preferido e nos ATP 250 disputados no seu país de origem. A decisão de optar por um caminho ou por outro é quase instintiva. Depende da sensação que temos em cada momento se o jogador está preparado para ter bons resultados e chegar longe nesses torneios. Se acharmos que ainda está verde é continuar em Challengers até ao fim.

 

No Top 30 não há grande folga. É entrar nos principais torneios. E gerir a forma com os torneios de prática. Nesta fase há dois resultados possíveis: ou o jogador continua a evoluir e a subir no ranking e aí é continuar; ou ele começa a perder nas primeiras rondas, não defende os pontos do ano anterior e desce no ranking para fora do Top 30 em que volta a poder entrar em Challengers.

 

A única estratégia nesta fase é decidir onde se gastam os pontos de xp. Em técnica ou serviço? Queremos a técnica acima dos 5.0 com o serviço controlado a rondar os 4.0 ou apostamos no serviço até aos 4.2 ou 4.3 mantendo a técnica abaixo de 5.0? Aqui é uma questão de gosto pessoal, de experiência face a resultados anteriores ou de teorias que podem ou não dar resultado. Eu opto por decidir face à relação entre força e velocidade. Jogadores com mais força aposto no serviço, jogadores com mais velocidade aposto na técnica; jogadores com força e velocidade equilibrados opto por uma diferença de 8 décimas entre técnica e serviço.É uma estratégia tão válida como qualquer outra, acho eu. Mas dá-me jeito e como já a tenho mais ou menos mecanizada nem perco muito tempo a "complexificar" as coisas.

Editado por Descartes

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Era um posts desses que eu esperava :mrgreen:

 

Já pensei em colocar os meus jogadores a treinar nas superfícies piores em torneios de prática, variando depois com as melhores superfícies. Os encontros seriam mais equilibrados e a experiência ganha maior, mas não sei se compensaria.

 

Tentar subir duas superfícies ao mesmo tempo é suicídio, porque acabam por se anular uma outra à outra em vez de as duas superfícies secundárias perderem percentagens para as principais.

 

Analisando os meus jogadores, que achas do trajecto do Radvanec e do Deng?

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O Sosa ganhou agora o Estoril Open. :celebracao:

 

 

PS: Já te respondo Ronin.

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