MichaelAndrews
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Mlynarczik, Danilo, Ricardo Carvalho, Aloísio, Branco; Costinha, Lucho, Deco; Hulk, Futre, Jardel Suplentes: Baía, Paulo Ferreira, Couto, J. Costa, Alex Sandro, Maniche, Moutinho, António Oliveira, Seninho, Drulovic, Falcao, Gomes
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É tudo jovens por aqui, ninguém se lembra, ninguém refere o Mlynarczyk. E já deixo de parte o Fonseca e o Zé Beto
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Não me preocupa se o Diogo sair. Certo que é top mundial mas, como qualquer outro jogador, não joga sozinho, rende mais quanto mais render o coletivo...e bons guarda-redes arranjam-se.
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Acalmem a passarinha e deixem o André trabalhar, bendito o momento em que assumiu as rédeas do mercado.
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Não acredito que nem o Zaidu nem o Eustáquio estejam para sair, salvo uma proposta que o André considere muito boa. Os restantes, só se for mais em cima do fecho do mercado. Quanto aos restantes, estarão sujeitos ao veredicto do Francesco.
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Aqui estão ambas 433VillasBoas.fmf433Farioli.fmf
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O Borges é uma boa venda, considerando (1) o contexto muito complicado da equipa e (2) a idade que avança num jogador que não mostrou capacidade para conquistar o lugar como titular e pouco mostrou como alternativa. À margem disto, acho estranho o trato das pessoas para com o jogador que, independentemente da sua qualidade, deve ser tratado dignamente...enfim, se calhar nem é estranho.
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O que vale é já não faltar muito para o próximo Football Manager, isto já é desesperante!!! Primeira época no FC Porto, com o plantel atual e início de save na época 2025/2026, limpou-se tudo com o 433 do Farioli. Segunda época, mudei para o 433 da época 2010-2011 do AVB, continuamos a limpar tudo. Na 2.ª feira, deixo aqui ambas as tácticas para quem quiser experimentar.
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Sim, isso percebo que queres mais reforços e, havendo arcaboiço financeiro, estou nessa também 🙂 O meu comentário teve a ver com a parte que coloquei a bold: um extremo clássico não é esse tipo de jogador de diagonais interiores, um extremo clássico é aquele jogador bem aberto na linha, a oferecer profundidade e a cruzar bolas, isto sim, era o extremo clássico, antigo, vintage, como lhe quiseres chamar.
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Há qualquer coisa que não faz sentido.
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Espero que sim, ainda seria mais fantástico do que a wwe andar a alterar planos por causa da lesão.
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Tiveram de antecipar o regresso do Reigns, sendo que assim depreende-se que a lesão do Seth seja real e grave 🙄
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A SportTV está a anunciar que a venda do Chico vai avançar com a Juventus.
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Isso de ser lateral invertido ou não ser lateral invertido não é melhor, nem é pior. Não jogas só com 2 laterais invertidos, certo?! Jogas com 11 jogadores, portanto, depende do que pretendes e seja o que for convém que haja equilíbrio nas opções. Os laterais invertidos fazem diagonais interiores e/ou ocupam zonas centrais. O que não deve acontecer é 2 jogadores ocuparem o mesmo espaço, portanto é uma opção que te permite libertar mais os médios para outras zonas. Para que zonas? Pois, depende dos restantes. Por outro lado, a opção de dois laterais a oferecer largura também é válida, não convém é ter os médios a ir para outros espaços. Certo, o Mezzala (atacar) pode criar o vazio, mas se for compensado pelo lateral... O mesmo para o avançado, ou seja, tens de pensar no que pretendes que os jogadores façam / executem em campo. Queres um avançado que seja um criador de jogo? ou queres um finalizador? E se for um criador, quem é que vai ter a tarefa de finalizar mais? Quem e quantos, claro!
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A ideia passa por criares superioridade numérica no centro, a largura mais estreita facilita e potencia isso, assim como ajuda às triangulações. Pretende-se atrair o adversário ao centro e no momento oportuno, surgindo o espaço, explorar o flanco. Daí que pode ser benéfico a utilização do passe para o espaço vazio.
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Acho que é contraditório, por um lado estás a pedir aos jogadores que estejam mais afastados, por outro lado pedes para utilizarem um passe mais curto. Nesse caso, usa o passe normal. Por outro lado, a largura também é alcançada por instruções aos jogadores, podes pedir aos teus extremos para se manterem abertos.
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A mentalidade funciona apenas como um fator de risco nas decisões dos jogadores, quanto mais alta, mais riscos os jogadores assumem. (Não sei qual a correspondência para Segundo Atacante). A nível de instruções é importante manter os jogadores juntos, portanto, largura mais baixa, promover o passe curto em detrimento do drible. Daí que quanto mais jogadores tiveres em apoio, menos a equipa vai apostar em explorar a profundidade, nem sequer é isso que se pretende. No entanto, com equipas que se fecham muito podes notar dificuldades em furar a muralha defensiva e os jogadores optarem por remates de longe, portanto, a instrução do passe para o espaço vazio ser importante.
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Não foi nada disse que referi. As palavras desnecessárias tiveram a ver com eventuais futuras abordagens a transferências de mercado, algo completamente fora do contexto de um momento como aquele.
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A questão de tornar sócios os dois irmãos não me causa confusão nenhuma, achei um gesto bonito enquanto dois atletas que representaram o clube. A partir daí, a parte do trabalho com o Jorge Mendes para o regresso do Diogo Jota era desnecessária, não era preciso falar nisso naquele momento, nem daqui a um mês, nem daqui a um ano... é um não-assunto.
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Não era o momento para dar destaque que estava a trabalhar para o Jorge Mendes para o regresso do Diogo Jota
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Parece que o Lucho não está descartado, apesar do tal Lino Godinho
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Um gajo de férias, faz uma ultrapassagem, rebenta um pneu... e já foste 😕
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Sai Conceição, entra o VB; sai VB, entra Anselmí; sai Anselmí, entra Farioli (?); sai o diretor de scouting; sai o diretor desportivo... mais um ou outro que me está a escapar Dança de treinadores, ok, ainda percebo... num ano sair o diretor do scouting e diretor desportivo (e sei que saiu pelo menos mais um) acho esquisito.
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Já o escrevi noutra plataforma, também escrevo aqui: mais do que a conversa sobre o Francesco e sobre os reforços, acho duplamente estranho tantas saídas da equipa do André num espaço de tempo tão curto... duplamente pelas saídas em si e por ninguém falar sobre o assunto.
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O último período do parágrafo não faz qualquer sentido.
