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Carlos Gouveia

Cientificamente falando...

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Basta comparar a tecnologia de há 10 anos com a de agora. Meter um topo de gama (portátil) de 2006 e um de agora e já vemos uns 2/3Kg de diferença, uns 6 cm de diferença e uma qualidade de processamento muito maior... Em 4016 vai ser tudo feito de robots e não vai existir raça humana :mrgreen:

Mas o cmpt continuará nesta versão e nós a pedir-mos para o Silvares melhorar as coisas :mrgreen:

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Não vamos passar de 2100. Será interessante ver como será a tecnologia em 2050.

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Parece tão pouco mas depois penso e lembro-me que desde que "Jesus nasceu" até hoje só passaram 2000 :lol:

 

Se considerarmos que só há História desde que surgiram os primeiros registos, isto é, desde que a humanidade começou a fazer registos sistemáticos de acontecimentos e feitos, sejam eles escritos ou orais, então estamos a falar de mais do dobro e quase do triplo da história da nossa civilização. Ou seja, somas o tempo que passou desde as primeiras civilizações do médio oriente, os sumérios, Mesopotâmia, Egipto, Grécia e Roma, Idade Média até aos dias de hoje, e dá aí um período de 6, talvez 7 mil anos.

 

Isto visto por este prisma dá para ter noção de duas coisas: o quão insignificante somos nós na imensidão do espaço; e o quão jovem é a nossa civilização, por mais que pareça que cá estamos há muito e que houve muita coisa a acontecer. No contexto do Universo, as conquistas de Alexandre Magno ocorreram há poucos minutos, se não segundos.

Editado por Black Hawk

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Luva eletrónica permite pegar em objetos até 40 quilos sem fazer força

Empresa portuguesa desenvolveu solução para devolver a função da mão a idosos e pessoas com dor ou falta de força

 

Uma 'startup' do Porto desenvolveu uma luva eletrónica que permite a pessoas com problemas nos músculos e nas articulações da mão pegar em objetos pesados, que podem chegar aos 40 quilos, com a mão "relaxada" e sem fazer força.

 

Esta solução tecnológica, "segura" e "leve", utiliza têxteis finos, respiráveis, flexíveis, inteligentes e personalizáveis e possibilita devolver a função da mão a pessoas com dor ou falta de força, disse à Lusa o responsável pelo projeto, Filipe Quinaz.

 

A solução da 'startup' NUADA baseia-se, principalmente, "em componentes de baixo consumo energético, criados para lidar com suporte de peso pesado, mantendo a sensibilidade ao toque e uma relação não intrusiva com o corpo".

 

A NUADA, que conta, atualmente, com sete elementos das áreas das engenharias Informática, Mecânica, Eletromecânica e Bioengenharia e um profissional da indústria, está integrada no Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto (UPTEC).

 

De acordo com o empreendedor, uma das utilizações principais é na área médica, sendo o produto, nesse caso, orientado para pessoas idosas ou que tenham artrite e pacientes que tiveram um acidente vascular cerebral (AVC).

 

O sistema permite também um acompanhamento holístico da função da mão, em tempo real, e os planos de tratamento subsequentes que agilizam a maneira como os dados dos pacientes são "recolhidos, acessados, compartilhados e aprendidos" pelos profissionais de saúde, acrescentou.

 

Outro dos focos é o setor que engloba atividades exigentes (trabalhadores em linhas de montagem ou na construção civil, por exemplo), podendo a luva ser utilizada para aumentar o conforto, a segurança e a produtividade desses profissionais.

 

Segundo Filipe Quinaz, este é o mercado que a equipa prevê entrar com mais facilidade devido à maior simplicidade de certificação e ao facto de, por se tratar de empresas, terem um processo de venda mais simples e comprarem o produto em maior quantidade.

 

A tecnologia é equipada com componentes de rastreamento que coletam dados como a força utilizada, a estabilidade, a mobilidade, entre outros, e compartilha-os com os utilizadores e os profissionais de saúde, podendo estes verificar se estão a usar muita força, a levantar demasiado peso, se estão com a mão numa posição ergonomicamente errada ou se o plano de exercícios está executado da melhor forma.

 

Segundo o jovem, a ideia para a criação da tecnologia surgiu quando fraturou a mão e ficou "completamente limitado". Do ponto de vista muscular, "mesmo depois de o osso ter recuperado", ficou com uma lesão, tendo demorado "imenso tempo" até voltar a ter a funcionalidade toda do membro.

 

Durante esse período, no qual estava a acabar o doutoramento em Biomedicina, na Universidade da Beira Interior, reparou que "uma simples diminuição" da força da mão tem "consequências muito graves" e, com o auxílio de dois professores, decidiu criar um protótipo do que seria, no futuro, esta solução e participar no concurso tecnológico Microsoft Imagine Cup.

 

Com a ideia já patenteada, o passo seguinte foi formar uma equipa e tornar o protótipo funcional, tendo vencido a versão europeia do mesmo concurso e, em agosto de 2014, chegado à final do Microsoft Imagine Cup a nível mundial, onde só eram selecionadas dez equipas em todo o mundo.

 

Participaram ainda no StartupBraga, tendo, em janeiro de 2015, criado a empresa. Nessa altura, o produto começou a ser desenvolvido com parceiros portugueses, estando, neste último ano, a realizar testes que permitem a industrialização.

 

A empresa está também representada nos Estados Unidos, num programa de aceleração denominado UTEN, com a Universidade do Texas, estando agendada para 2017 o início da atividade em Londres, Inglaterra.

 

Para além disso, foram convidados para serem uma das dez empresas-bandeira da Entiq, uma plataforma de inovação, que vai abrir em Londres.

 

Tem como parceiros o Instituto de Engenharia Mecânica e Gestão Industrial (INEGI), do Porto, o Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologia (INL), de Braga, o Centro Tecnológico das Indústrias Têxtil e do Vestuário de Portugal (CITEVE), o Centro de Nanotecnologia e Materiais Técnicos, Funcionais e Inteligentes (CeNTI), a Universidade da Beira Interior, a Microsoft e a StartupBraga.

Editado por Peplin

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A fissão nuclear deveria terminar. Ninguém merece nascer com 3 braços e cancro nas pálpebras.

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Descobertos sete planetas "terrestres" fora do Sistema Solar

 

Uma equipa internacional de astrónomos, incluindo a portuguesa Catarina Fernandes, detetou fora do sistema solar sete planetas semelhantes à Terra, onde a água poderá existir em estado líquido.

 

 

Os sete exoplanetas (planetas fora do Sistema Solar) têm um tamanho e uma massa aproximados ao da Terra e orbitam uma estrela anã extremamente fria, a TRAPPIST-1, localizada a cerca de 39 anos-luz do Sol, revela o estudo da equipa, divulgado hoje pela revista científica "Nature".

 

Apesar de a estrela ser 'ultrafria', o estudo sugere que em seis dos planetas extrassolares potencialmente habitáveis, os que estão mais perto da TRAPPIST-1, a temperatura à superfície pode oscilar entre os 0ºC e os 100ºC.

 

O grupo de cientistas estima que estes seis planetas sejam rochosos como a Terra.

 

A investigação surge na continuidade de uma outra, em que a equipa de astrónomos, liderada por Michaël Gillon, da Universidade de Liège, na Bélgica, concluiu haver três exoplanetas em torno da estrela anã, mais pequena do que o Sol.

 

Motivado pela descoberta, anunciada em maio, o grupo, do qual faz parte Catarina Fernandes, encetou uma campanha de monitorização fotométrica (medição da luz) da estrela, a partir de telescópios espaciais, como o Spitzer, e terrestres, que permitiu identificar mais quatro exoplanetas no sistema estelar TRAPPIST-1.

 

No trabalho agora publicado, e que levou a agência espacial norte-americana NASA, que opera o telescópio Spitzer, a convocar uma conferência de imprensa para hoje, Michaël Gillon e colegas ressalvam que são necessárias mais observações para caraterizar em pormenor os planetas, em particular o sétimo, o mais afastado da estrela e cujo período orbital e interação com os restantes planetas continua a ser um mistério.

 

A estrela anã deve o seu nome ao telescópio belga TRAPPIST, instalado no Chile.

 

Em agosto, uma outra equipa internacional de investigadores, liderada pelo astrónomo Guillem Anglada-Escudé, da universidade britânica Queen Mary, anunciou a descoberta de um planeta extrassolar a orbitar a estrela mais perto do Sol, a Próxima de Centauro, uma anã vermelha relativamente fria localizada a 4,22 anos-luz da Terra.

 

De acordo com o grupo de cientistas, o planeta em causa, o mais próximo da Terra, o Próxima b, tem uma temperatura adequada para ter água líquida à sua superfície, pelo menos nas regiões mais quentes, e eventualmente vida tal como se conhece.

 

Ao contrário dos exoplanetas do estudo hoje divulgado, o Próxima b tem uma massa 1,3 vezes superior à da Terra. O clima do Próxima b é igualmente muito diferente do do 'planeta azul', sendo pouco provável que tenha estações devido à sua rotação e à forte radiação emitida pela sua estrela.

 

 

 

Fonte JN

 

Os portugueses sempre metidos ao barulho :)

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Discussão bem interessante. Aconselho a quem viu Westworld e ficou fascinado pelo tema.

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Mysterious object seen speeding past sun could be 'visitor from another star system'

 

If its origins are confirmed, the asteroid or comet, named A/2017 U1, will be the first object known to come from elsewhere in the galaxy, say astronomers

 

A mysterious object detected hurtling past our sun could be the first space rock traced back to a different solar system, according to astronomers tracking the body.

 

While other objects have previously been mooted as having interstellar origins, experts say the latest find, an object estimated to be less than 400m in diameter, is the best contender yet.

 

“The exciting thing about this is that this may be essentially a visitor from another star system,” said Dr Edward Bloomer, astronomer at the Royal Observatory Greenwich.

 

If its origins are confirmed as lying beyond our solar system, it will be the first space rock known to come from elsewhere in the galaxy.

 

Published in the minor planet electronic circulars by the Minor Planet Center at the Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics, the observations reveal that the object is in a strong hyperbolic orbit – in other words, it is going fast enough to escape the gravitational pull of the sun.

 

Objects originating from, and on long-period orbits within, our solar system can end up on a hyperbolic trajectory, and be ejected into interstellar space – for example if they swing close by a giant planet, since the planet’s gravity can cause objects to accelerate. But Dr Gareth Williams, associate director of the Minor Planet Center, said that wasn’t the case for the newly discovered body.

 

“When we run the orbit for this [object] back in time, it stays hyperbolic all the way out – there are no close approaches to any of the giant planets that could have given this thing a kick,” he said. “If we follow the orbit out into the future, it stays hyperbolic,” Williams added. “So it is coming from interstellar space and it is going to interstellar space.”

 

“If further observations confirm the unusual nature of this orbit, this object may be the first clear case of an interstellar comet,” the report notes. A second report, published later the same day, redesignated the object as an asteroid on account of new analysis of its appearance, giving it the handle A/2017 U1.

 

According to observations made by astronomers, the object entered our solar system from above, passing just inside Mercury’s orbit and travelling below the sun, before turning and heading back up through the plane of the solar system towards the stars beyond. At its closest, on 9 September, the object was 23.4m miles from the sun.

 

First spotted earlier this month by a telescope at an observatory in Hawaii, astronomers around the world are now following the path of the object. Among them is Professor Alan Fitzsimmons from Queen’s University Belfast.

 

“It is fairly certain we are dealing with our first truly identified alien visitor,” he said. Fitzsimmons added that his team is currently working on measuring the objects’ position better to improve calculations of its trajectory, and to gather information relating to its chemical makeup, and size.

 

Early results, he said, suggest that the object might be similar in make-up to many of those of the Kuiper belt – a region past Neptune in our solar system that contains myriad small bodies.

 

Bloomer says we should not be too surprised if it does indeed turn out to have come from elsewhere in the galaxy.

 

“Beyond the planets and past the Kuiper belt we think there is a region called the Oort cloud, which may be home to an astonishing number of icy bodies,” he said.

 

“Computer models have suggested that disturbances to the Oort cloud do send some stuff in towards the inner solar system, but it would also send stuff outwards as well – so we might be throwing out icy bodies to other star systems.”

 

If so, Bloomer said, there is no reason to suspect that disturbances to other star systems, as a result of gravitational interactions or other processes, wouldn’t throw material out too. “Just statistically, some of them are going to reach us,” he added.

 

Williams noted that objects could also be thrown out from the inner region of other solar systems as a result of gravitational interactions with giant planets, casting them into interstellar space.

 

And Fitzsimmons added that there was another possibility – that the object had been thrown out during the planet-forming period of another solar system.

 

“We know now that many stars, probably the majority of stars in our galaxy, have planets going around them, and we know from studying those stars but also primarily from studying our own solar system, that planet building is a very messy process,” he said.

 

With large quantities of material thrown out into interstellar space, said Fitzsimmons, is was expected that there would be objects travelling between the stars.

 

“This object itself could have been between the stars for millions or billions of years before we spotted it as it plunged into our solar system,” he said.

 

But, he noted, puzzles remain, not least that Kuiper belt bodies, which are believed to be icy, would give rise to an atmosphere and tail if brought close to the sun.

 

“There is no evidence that this object has behaved like that, all our data show it as an unresolved point of light, implying it is more like a rocky asteroid than an icy comet,” he said. “There are mysteries to be solved here.”

 

The Guardian

 

Brutal.

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