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Os Portugueses em Acção

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Jaime Faria passa a 3º português no ranking 😊

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Plot Twist: Gonçalo Oliveira apura-se para os Jogos Olímpicos e elimina um tenista português na prova

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Citação de Lleyton, há 13 minutos:

O Gonçalo Oliveira acusou metanfetaminas. 😂

Contaminação via massagista?

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Continua em grande.

Eu já desconfiava que alguma coisa se passava quando vi que ele não tinha sido convocado para a seleção da Venezuela na Davis. Mas pensava que era mais uma vez devido ao seu feitio.

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Citação de Descartes, há 1 hora:

Continua em grande.

Eu já desconfiava que alguma coisa se passava quando vi que ele não tinha sido convocado para a seleção da Venezuela na Davis. Mas pensava que era mais uma vez devido ao seu feitio.

Ainda bem que não cheiraste o que se passou. 

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Racquet sport Tennis player Tennis--Equipment and supplies Sports Tennis

O Gonçalo Oliveira num story do Kyrgios não estava nas minhas previsões para 2025.

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O Tiago Torres é o novo campeão nacional, tendo derrotado o Francisco Rocha na final.

Os principais favoritos ficaram-se pelas meias finais. O Jaime Faria perdeu com o Rocha e o Gastão Elias com o Torres.

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Aqui fica uma síntese sobre os feitos dos tenistas portugueses em 2025. Centrando a análise nas finais disputadas e títulos conquistados nas várias categorias desde os SUB-12.

  • CIRCUITO ATP

Começamos com uma fácil. Em 2025 não houve nada. Nem uma final para amostra. O melhor que se conseguiu foram as meias finais do Nuno Borges em Auckland, logo no início do ano.

Confirmou-se um padrão que se apresenta desde 2018. Só temos portugueses em finais nos anos pares. O que é um bom prenúncio para o próximo ano.

 

  • CIRCUITO CHALLENGER - ATP

Nos Challengers tivemos um ano muito fraco. Apenas duas finais disputadas, ambas pelo Henrique Rocha (em Oeiras e Matsuyama), e um título conquistado no Japão no final da temporada.

Para encontrarmos pior temos que recuar até 2014 (duas finais perdidas pelo Gastão Elias). Em 2016 também só estivemos em 2 finais, mas nesse ano o Gastão ganhou as duas. E com menos finais disputadas temos que recuar a 2007, quando o Fred Gil ganhou o seu 2º Challenger da carreira em Sevilha.

 

  • CIRCUITO FUTURE - ITF

Quatro portugueses estiveram presentes em 11 decisões em 2025, conquistando 4 títulos.

O Tiago Pereira foi o principal protagonista com 7 presenças em finais mas apenas ganhou uma delas, na Figueira da Foz.

O Gastão Elias esteve em 2 finais ganhando ambas. Em Vila Real de Santo António no início do ano e no Porto no Verão.

O quadro fica completo com o Frederico Silva, que ganhou um título também em Vila Real de Santo António e com o Tiago Torres que perdeu uma final em Pontevedra.

Não foi mau, mas ficámos muito aquém dos números de 2024 (12 títulos em 17 finais) e de 2023 (16 títulos em 22 finais).

 

  • CIRCUITO JÚNIOR (SUB 18) - ITF

Foram 7 os portugueses que estiveram em 11 finais, conquistando 5 títulos.

O Ricardo Leal, com 4 finais e 2 títulos (em Leiria e Vilamoura), foi a principal figura, seguido pelo João Morgado, com 3 finais e 1 título (em Bejar).

O João Luís Silva (em Setúbal) e o Gonçalo Quintela (no Porto) ganharam as finais que disputaram, ao contrário do Martim Bernardo e do Duarte Lima Sanches que perderam as suas.

De assinalar que a final de Setúbal, entre o João Luís Silva e o João Morgado, foi a única entre 2 portugueses.

Apesar deste ter sido um ano com números comparáveis aos últimos anos (2024 - 10 finais e 7 títulos; 2023 - 18 finais e 5 títulos; 2022 - 12 finais e 4 títulos; 2021 - 14 finais e 5 títulos), temos que recuar a 2020 para encontrar o último em que nenhum português esteve numa final numa categoria acima das 2 mais baixas (J30 ou J60). Entre 2021 e 2024 nomes como o Jaime Faria, o Gonçalo Marques ou o João Dinis Silva estiveram pelo menos numa final de J100.

 

  • CIRCUITO SUB 16 - TENNIS EUROPE

Houve 7 portugueses a disputar 8 finais, conquistando 5 títulos.

O único repetente, ganhando as duas finais que disputou, foi o Tiago Korrodi Ritto, que venceu no Porto e em Sintra, em 2 semanas consecutivas de setembro.

Os outros campeões foram o Tomás Tocha (em Coimbra), o Afonso Coutinho (em Aviles) e o Tomás Vilaça (em Waterloo).

Como finalistas derrotados ficaram o Duarte Lima Sanches, o Lourenço Correia e o Gonçalo Caramelo.

Finais entre portugueses houve duas. A que opôs o Tocha ao Sanches em Coimbra e a que teve como protagonistas o Ritto e o Correia em Sintra.

Esta geração não foi das mais bem sucedidas dos últimos tempos. Temos que recuar a 2018 para encontrar um ano com menos finais disputadas, apenas 6.

 

  • CIRCUITO SUB 14 - TENNIS EUROPE

Quatro portugueses disputaram 10 finais conquistando apenas 2 títulos.

O único a celebrar no final foi o Luís Bernardo Saraiva que ganhou 2 das 3 finais em que participou (Larnaca e Manacor). No entanto, quem mais finais registou foi o Francisco Sardinha com 4, sempre nos principais torneios, destacando-se a final de Barcelona (um dos "Slams" da categoria) em que só soçobrou frente ao n.º 1 deste escalão, o grego Rafael Pagonis.

As restantes finais foram atingidas pelo João Deus (2) e pelo Nuno Graça Moura.

Esta categoria não tem evidenciado resultados significativos, pelo menos desde 2010 (até onde vão os meus registos e a base de dados do Tennis Europe). No ano passado só tivemos 3 finais e apenas uma em 2023. As 10 finais disputadas em 2025 estabelecem um novo recorde, ultrapassando as 9 que aconteceram em 2013.

 

  • CIRCUITO SUB 12 - TENNIS EUROPE

Apenas 4 finais e 2 títulos. O Alexandre Calheiros ganhou as 2 que disputou e o Alex Gameiro perdeu as 2 em que esteve. No mês passado, em Ponta Delgada, estiveram os 2 frente a frente. A outra vitória do Calheiros aconteceu em Carcavelos. O Gameiro foi o único que chegou à final num torneio no estrangeiro, em Granada.

Em todo o caso, não foi nada mau. Melhor que 4 finais só encontramos em 2015, com 5. E desde 2017 que não se chegava às 4.

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O Francisco Cabral e o Miedler separaram-se.

O português vai fazer parceria com o Joe Salisbury. É sabido que estamos a falar de ex-n.º1 com um grande currículo, mas não entendo a decisão.

Editado por Lleyton

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Citação de Lleyton, há 9 minutos:

O Francisco Cabral e o Miedler separaram-se.

O português vai fazer parceria com o Joe Salisbury. É sabido que estamos a falar de ex-n.º1 com um grande currículo, mas não entendo a decisão.

Deve ter sido uma decisão do Miedler que vai retomar a parceria com o Erler.

O Salisbury é uma excelente opção, mas tem que estar na plena posse das suas faculdades e ele está afastado do circuito desde o ano passado com problemas de ansiedade.

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Citação de Descartes, há 9 horas:

Deve ter sido uma decisão do Miedler que vai retomar a parceria com o Erler.

O Salisbury é uma excelente opção, mas tem que estar na plena posse das suas faculdades e ele está afastado do circuito desde o ano passado com problemas de ansiedade.

Não tenho assim tanta certeza sobre a primeira frase. O Miedler estava na melhor fase da carreira com o Cabral e iria desfazer a dupla para se juntar a um antigo parceiro com quem teve menos sucesso? 

Faz-me um pouco mais de sentido que tenha sido o Salisbury a convidar o Francisco e este tenha tomado a decisão - boa ou má, o futuro nos dirá - de aceitar porque acha que vai dar um salto.

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Parece que segundo este artigo num site de notícias austríaco, foi mesmo o Francisco a decidir a separação por ter recebido o convite do Salisbury.

Usando o tradutor, pode ler-se o seguinte: "It's part of the business that everyone constantly decides what the best setup is for them at any given time. Francisco had a great offer from Joe Salisbury, and I'm very happy that the timing worked out so well for Alex and me," said the 29-year-old from Lower Austria.

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Pois, assim parece. Esperemos que não se arrependa.

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Salisbury costumava fazer dupla com o Ram não era ?

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Citação de FabioK, há 11 minutos:

Salisbury costumava fazer dupla com o Ram não era ?

Sim. Foram dupla n.º1 do mundo e ganharam 4 grand slams.

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Citação de Lleyton, há 2 minutos:

Sim. Foram dupla n.º1 do mundo e ganharam 4 grand slams.

Tenho ideia de os ter visto no Estoril se a minha memoria não me está a atraiçoar

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Citação

Francisco Cabral separa-se de Luís Faria e aborda época de relva “com a melhor equipa do mundo”

PARIS — Sensivelmente um ano e meio depois de contratar o amigo e ex-parceiro de treinos Luís Faria para treinador, Francisco Cabral decidiu cessar a ligação profissional. O especialista de pares português tem aproveitado o acompanhamento técnico do parceiro Joe Salisbury enquanto persegue outra opção.

“Havia ideias e caminhos a seguir que se calhar não estavam a apontar na mesma direção e decidi tomar essa decisão. Já estava a pensar nela há algum tempo e surgiu-me depois de Hamburgo. Continuamos amigos. Decidi preservar um amigo em vez de um treinador”, contou em exclusivo ao Raquetc esta quinta-feira depois da derrota na primeira ronda de Roland-Garros.

Para já sem técnico individual, Francisco Cabral explicou que “já trabalhava de igual maneira com a equipa dele [o parceiro, Joe Salisbury] e vou acabar por fazer igual. Em princípio, devo passar o mês inteiro da relva em Inglaterra e o meu objetivo passa por arranjar alguém para me acompanhar para trabalho mais específico, mais one-on-one como tinha com o Luís. Por enquanto estou bem servido, a trabalhar com a melhor equipa do mundo, mas continuo à procura de alguém para estar mais atento a mim.”

A ligação profissional de Cabral a Faria começou no final de 2024 e coincidiu com o melhor ano da carreira do portuense, que conquistou quatro títulos ATP (em seis finais) e chegou ao 19.º lugar do ranking mundial de pares desde então.

Em março, o português decidiu separar-se de Lucas Miedler para aceitar o desafio de Joe Salisbury. O britânico apresenta um currículo de luxo em que se destacam seis títulos em torneios do Grand Slam (quatro em pares masculinos e dois em pares mistos), dois no ATP Finals e três ATP Masters 1000, além da chegada ao topo da hierarquia em abril de 2022. No final de 2025 fez uma pausa na carreira para lidar com a ansiedade.

Resultados não estão a ser os melhores mas pelos vistos a parceria com o Salisbury continua de pedra e cal até Wimbledon

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