El Shafto Publicado 7 Maio 2010 obrigado aos dois. :D um dia terei um best seller :mrgreen: Compartilhar este post Link para o post
infinito Publicado 7 Maio 2010 Shaft, o meu poema é sobre quem vive à noite e dorme de dia... --- De resto, eu não gosto muito desse género de poesia, mas o poema em si está engraçado. Principalmente a ultima estrofe. Muito boa. Compartilhar este post Link para o post
The_Killer Publicado 7 Maio 2010 Qualquer coisa de fantástico Shaft! Parabéns e obrigado pelo comentário Já agora, ainda tens o poema que falavas? Gostava de o ler se ainda o tiveres e se não te importares O primeiro era capaz de ficar bastante engraçado em musica e gosto bastante do segundo, lembra-me algo que escrevi há uns anos. Compartilhar este post Link para o post
Jone Sampaoli Publicado 7 Maio 2010 Agora que disseste o significado, Infinito, gostei bastante. Estava a ter dificuldade a chega lá. Compartilhar este post Link para o post
El Shafto Publicado 15 Maio 2010 Não deixem isto morrer! :mrgreen: Ardem as pontes entre nós Prendendo o tempo, tornando o futuro no passado As lágrimas de uma criança Molhando o sangue que jaz no chão das ruas Pisado pelas pessoas sem pudor Ignorando a dor dos imortais que mataram Sem a ponte, Sem o futuro, O céu chora violentamente, Como se um mar caísse sobre a terra, tentando lavar os pecados. Pelo menos, não choro sozinho. Compartilhar este post Link para o post
Perdigas Publicado 15 Maio 2010 Perdi uma caneta lá prós lados da Várzea. Se lá fores e a vires, trazeá. Compartilhar este post Link para o post
Castle Publicado 15 Maio 2010 Infinito, no teu poema, o que é o " óleo moderno " ? Compartilhar este post Link para o post
infinito Publicado 16 Maio 2010 Electricidade/Luz eléctrica... Compartilhar este post Link para o post
El Shafto Publicado 9 Junho 2010 Não deixem isto morrer. :happy: Eu, vivendo sem saber Caminhando de um jeito desengonçado Tipico de quem não sabe viver Voando apenas para morrer Trocando um sonho por miséria Sem levar a vida alheia à séria. Eu, sendo apenas um pedante Governado pelo tempo Que nada me paga E tudo me deve Sendo miserável e vil Um vilão patético que nem tem covil Desde os nove Um protótipo de Kasparov Mas insuficiente Um plágio do verdadeiro Apenas mais um demente Para estar na linha da frente Pronto para disparar mais um morteiro E o idiota Que sem saber Se irá matar primeiro. Compartilhar este post Link para o post
Boo Riquelme Publicado 9 Junho 2010 tem musicalidade, tá engraçado. Mas já te vi fazer muito melhor. Compartilhar este post Link para o post
O Iluminado Publicado 29 Julho 2010 Ando-me a interessar pelos poemas do António Aleixo. É de uma genialidade incrível, mais a mais quando alguns são puro improviso vindo de um homem semi-analfabeto. Certo dia, um sujeito, a quem a veia fulminante de António Aleixo não agradava muito, perguntou ao poeta quem era ele afinal. E António Aleixo, num dos seus brilhantes improvisos, respondeu, com toda a clareza e malícia: Fui polícia, fui soldado, Estive fora da Nação, Vendo jogo, guardo gado, Só me falta ser ladrão. Noutra ocasião, respondendo às acusações que certos “meninos fúteis” lhe faziam, António Aleixo definiu-se da seguinte maneira: Não sou esperto nem burro Nem bem nem mal educado Sou apenas o produto Do meio onde fui criado. E a quem, uma vez, pôs em causa a sua honestidade, ou simplesmente o quis julgar pela aparência, o poeta popular replicou: Sei que pareço um ladrão... Mas há muitos que eu conheço, Que, sem parecer o que são, São aquilo que eu pareço. Um homem sonha acordado, Sonhando, a vida percorre, E deste sonho dourado Só acorda quando morre. Neste carro de burgueses, Comodamente instalados, Parecemos dois marqueses Com os brasões empenhados. Na sociedade dos ricos, Movidos pela vaidade, Há quem faça do cú três bicos, Para entrar na sociedade. Compartilhar este post Link para o post
joe Publicado 29 Julho 2010 (editado) Quando morrer nao havera tiros nem choros nem gritos apenas um imenso nada, a celebrar esta vida apagada Estava a ler este topico penso que pela primeira vez, a ler os ultimos do shaft e o "nao deixem morrer isto" e isto saiu-me assim durante os 20 segundos que tive a janela do reply aberta :mrgreen: Editado 29 Julho 2010 por joe Compartilhar este post Link para o post
Klebergol Publicado 13 Setembro 2010 Desculpem o desenterro, mas encontrei um "poema" que escrevi há algum tempo e decidi partilhá-lo (pensei que já tinha postado aqui, mas não encontrei nada) Para que conste, este texto é inspirado num desenho (abstracto). Um mundo fantástico, mas também complexo que estava organizado... uma organização sem nexo. Ruas tristes perdidas no Mundo Ruas esquecidas Ruas sem futuro Ruas em que tudo muda em menos de um segundo Ruas sem protecção desprotegidas de tudo Ruas perdidas a cair num poço sem fundo Ruas separadas em que não se sabe nada Ruas silenciosas Ruas infelizes Ruas amarguradas Ruas sem piada Ruas que se definem, com a palavra NADA! São ruas libertas estreitamente amplas com uma luz brilhante apagada onde as estrelas são permanentes porque a noite não acaba são Ruas onde o silêncio diz tudo e as vozes não dizem anda São Ruas barulhentas de um silêncio ensurdecedor onde a noite não tem fim são Ruas sem valor são Ruas sem beleza são Ruas sem esplendor. :) Como podem ver, a parte a bold soa muito a... cliché :mrgreen: Compartilhar este post Link para o post
Klebergol Publicado 24 Fevereiro 2011 Diz apenas diz só diz Diz o que sentes o que queres sentir só se não tentares não vais conseguir Diz fala transmite por favor não cales o que o coração não omite Palavras frases mas diz em verso rimando apenas diz será tão difícil dizer o que se sente? Ou será um previlégio ao alcance do boa gente? Tu sabes que é Mas que não invejo são as minhas palavras as gotas do Tejo sempre em caminho sempre a procurar sempre a desejar saber o que é saber amar Falta a pontuação e tal, mas pronto. Compartilhar este post Link para o post
Blast Publicado 16 Março 2011 (editado) Delírios Escuridão apazigua o mundo, perigo delirante e fundo Tento vir a tona provar a vida mas nunca funciona não encontro a saída O anoitecer deixa-me moribundo vejo a minha vida a passar a cada segundo, Será vida ou será delírio? Não te sei dizer Por ventura só saberei instantes antes de morrer A minha existência excedeu o prazo, Esperei por carinho, amor e um abraço. Fui feliz sem saber, alegre sem perceber Quando dei por mim já estava a sofrer Quando dei por mim já estava a sofrer E assim permaneci relutante sem entender. Algures no caminho desviei-me do trilho O ódio já cá estava, eu só acendi o rastilho. feito numa aula de filosofia xD Editado 16 Março 2011 por Blast Compartilhar este post Link para o post
C-4 Publicado 5 Abril 2011 (editado) Feito para a 15.ª edição do concurso "Dar Voz à Poesia": Título Deixo-o sempre para o fim. Pobre coitado que não tem culpa De ser criado por mim. Não se trata de discriminação. Simplesmente não consigo ser regrado Por outras normas que não as do coração. E não é que não o imagine primeiro. A questão é que começo um texto por Março Quando o devia iniciar por Janeiro. (Mas que indisciplina mostro? Obsoleto, eu, Por não escrever com minúscula as iniciais dos meses? Criação de quando a burrice teve o seu apogeu!) Reconheço contudo a sua importância. Funciona como uma máscara Que disfarça a pútrida ganância. Não vem nos braços de um quiasmo. Mas pode abraçar uma metáfora ou uma hipérbole, Fazendo de mim um perfeito asno. Ainda bem que não sou um. Já me basta escrever isto Sem que isto tenha nexo algum. Mas não o desejo mal. Ele ainda não chegou ao cúmulo De magoar o meu Portugal. (Esses, responsáveis pelo degredo Com que ferem o meu já triste país, Nunca me irão calar pelo medo.) Caramba, que ironia das ironias… Hoje foste a primeira palavra que escrevi, título. Há quanto tempo de mim não te rias? Editado 5 Abril 2011 por C-4 Compartilhar este post Link para o post
Hansu Publicado 5 Agosto 2011 Fica aqui umas coisas que escrevi hoje. Aqui falo de guerra , falo de dor Aqui Falo de magoa , falo de amor Não carrego todas as verdades do mundo Por isso ouço com mente incerta qualquer vagabundo Meu pai chama-me Daniel , Outros chamam-me Mc Para policia chamo-me marginal, mas mesmo assim Querido para muitas, mas amado apenas para ti Podia dizer que não mas desculpa ao mentir sei que errei prometo a partir de hoje para ti sincero sempre serei não sei o que queres mas, a vida para frente mas do estou lado juro que sempre estarei és a minha unica certeza para além da morte no meio azar e do escuro es a a minha sorte A luz no fundo no tunel, és o que me guia meu sul e norte, Quem tem , tem quem nao tem ,tem de fazer para ter Por isso ves-me sempre 24\7 a escrever Porque não tenho e atrás do meu sonho vou a correr Não corro atrás da grana corro na esperança De espalhar minha mensagem e unir rap numa aliança Não existe melhor e pior ,cada um contrubui com sua parte Corro pela espalhar e contrubuir para mundialização da arte Não gozes como eu escrevo , faz uma critica construtiva poruqe nao ajudas só a mim , meu problema é o problema de outro alguém mas se for para chingar estás a vontade , apenas largo mais uma ogiva ou melhor apenas dou desprezo a quem degenera a minha imagem Mas ao menos mostra a cara não sejas mais um zé ninguém Trabalha para teres o que queres , mas não esperes Que vida te sorria , pq enquanto esperavas por algo Havia alguem que atrás dela corria, agora que agarrou não a largou Compartilhar este post Link para o post
Koper Publicado 5 Agosto 2011 Não pertencem ao mesmo poema, certo? Tem uns quantos erros, a construção das frases está má (toma mais atenção às vírgulas) e as dicas são muito clichés e algumas demasiado batidas e usuais. Mas se tiveres a iniciar, é normal isso acontecer. Força nisso. Compartilhar este post Link para o post
Hansu Publicado 5 Agosto 2011 (editado) Não pertencem ao mesmo poema, certo? Tem uns quantos erros, a construção das frases está má (toma mais atenção às vírgulas) e as dicas são muito clichés e algumas demasiado batidas e usuais. Mas se tiveres a iniciar, é normal isso acontecer. Força nisso. Não são do mesmo poema , obrigado pela opinião :) Editado 5 Agosto 2011 por Hansu Compartilhar este post Link para o post
Hawkeye Publicado 25 Agosto 2011 (editado) Edit: nvm Editado 29 Dezembro 2013 por Hawkeye Compartilhar este post Link para o post