Rōnin Publicado 29 Setembro 2009 Tennis player Querrey hurts arm in freak accident NEW YORK — Sam Querrey cut his right forearm in a freak accident after practicing for the Thailand Open in Bangkok and will be out at least four to six weeks, the U.S. Tennis Association says. USTA spokesman Tim Curry says the 21-year-old Querrey sat on a glass table after practice Monday and fell through, hurting his arm. The injury required emergency surgery. A right-hander from Thousand Oaks, Calif., Querrey is No. 25 in the ATP rankings. :lol: Não me lixes o prognóstico :( Compartilhar este post Link para o post
Guest LeoDB Publicado 29 Setembro 2009 LOL Quem o mandou sentar-se numa mesa de vidro? Compartilhar este post Link para o post
Peplin Publicado 1 Outubro 2009 Nadal cleared to play, will participate in China Open Rafael Nadal has recovered from an abdominal injury and made himself available for Spain’s Davis Cup final against the Czech Republic in December. Nadal said in an e-mail that medical tests he had in Barcelona on Wednesday showed his stomach muscle had healed. He hasn’t played since losing in the U.S. Open semifinals to eventual champion Juan Martin del Potro. Nadal plans to resume playing at next week’s China Open, before traveling to the Shanghai Masters, the Paris Masters and the ATP World Tour finals in London. Defending champion Spain hosts the Czechs from Dec. 4-6. Nadal also voiced his support for Madrid’s 2016 Summer Olympics bid, which is being voted on Friday with Rio de Janeiro, Chicago and Tokyo the other contenders. _________________ Frederico Gil poderá treinar-se na Alemanha DEPOIS DE SEPARAÇÃO DO TÉCNICO JOÃO CUNHA E SILVA Frederico Gil está a equacionar a possibilidade de ir treinar-se para a Alemanha, depois de há um mês se ter separado do técnico João Cunha e Silva. O melhor tenista português de sempre chegou ao 66.º posto na lista ATP em maio último, mas agora encontra-se na 100.ª posição. Gil, de 24 anos, encontra-se em Nápoles, onde decorre um Challenger e terá como adversário nos quartos-de-final o espanhol Marcel Granollers. É a empresa norte-americana Best que medeia os contactos para arranjar uma solução técnica para Frederico Gil. ______________________________________ Alemanha? Hum, parece-me bem. Resta saber o nome do treinador. Compartilhar este post Link para o post
Peplin Publicado 6 Outubro 2009 ENTREVISTA COM ANTÓNIO VAN GRICHEN Natural de Lisboa, António Van Grichen tem um percurso sem precedentes entre os treinadores lusos nos respectivos circuitos. Após uma carreira como jogador, no qual somou triunfos na variante de pares, o actual treinador de Victoria Azarenka (nº 9 WTA) também deu nas vistas ao defender as cores lusas na Taça Davis no ano de 2001 frente à Grã-Bretanha. Actualmente, o treinador português encontra-se radicado nos Estados Unidos (reside em Scottsdale), isto depois de uma experiência enriquecedora igualmente em Espanha. Jovem, simpático e disponível, António Van Grichen concedeu-nos uma interessante entrevista na qual nos fala da sua experiência como profissional de ténis, traça-nos a sua experiência com V. Azarenka e dá-nos a sua perspectiva sobre o ténis português. Neste momento encontra-se em Tóquio, local onde acompanha a sua pupila no WTA da capital japonesa, onde respondeu às nossas perguntas e no qual agradecemos aqui publicamente a sua disponibilidade. A Carreira Pessoal O que o motivou a experimentar o ténis e com que idade o fez? Comecei a jogar ténis aos 6 anos e, para ser sincero, com essa idade não me lembro que tipo de motivação tinha, mas sei que foi principalmente através dos meus pais que me incentivaram a ter aulas de ténis. O António como jogador, destacou-se por vencer um campeonato absoluto na variante de pares além de defender as cores lusas na Taça Davis. Como se definia como atleta e como tenista em particular? Como atleta era bastante versátil, rápido e polivalente, ou seja, saí-me bem em vários desportos. Como tenista era um jogador com bastante talento (como se viu o talento não é tudo), bastante agressivo, gostava de ser ofensivo, por vezes revelava-me um pouco impaciente; gostava de utilizar os meus “volleys” para acabar os pontos, por isso mesmo jogava mais na variante de pares. Sempre tive melhores resultados nessa variante. Qual foi o melhor momento enquanto tenista e por que razão abandonou a carreira de tenista profissional com 23 anos? O melhor momento foi sem dúvida ter jogado a Taça Davis frente à Inglaterra, mas não posso esquecer o “satélite” que venci com o Nuno Marques (deu-me um enorme prazer jogar ao seu lado), isto sem esquecer alguns títulos em “futures” de 15.000 dólares, sempre na variante de pares. Decidi abandonar a carreira de tenista profissional por várias razões: a primeira foi o facto do “ATP” na altura em que eu estava a registar bons resultados na variante de pares ter alterado o sistema de rankings, fazendo com que os jogadores que se dedicavam à variante de pares e não tivessem pontos em singulares, não tivessem prioridade na “entrada” dos quadros. Uma outra razão foi devido à existência dentro de mim de um “bichinho” que me motivava a dedicar-me a treinador a tempo inteiro para evoluir com o objectivo de estar ligado ao top do ténis mundial um dia. Ainda que tenha competido até aos 23 anos, começou a treinar muito cedo (penso que o fez ainda com 17 anos). O que o motivou a enveredar por uma carreira de treinador? Desde muito novo já me interessava em treinar e ajudar jogadores apesar de não o fazer. Aos 17 anos foi quando tudo começou com o Pedro Bivar no Ace Team com atletas mais novos ligados à competição. O que mais me motivou em ser treinador foi o sentimento que poderia tirar melhor rendimento dos atletas e sendo simultaneamente uma satisfação enorme vê-los evoluir. Essa motivação também veio muito do próprio Pedro Bivar com quem aprendi muito. Como foi o trajecto como treinador até resolver emigrar para os Estados Unidos? Como disse anteriormente comecei aos 17 anos no Ace Team. Dos 17 aos 23 anos fui alternando a minha vida de treinador e de jogador profissional. Como treinador dei treinos de competição, como também dava aulas de mini-ténis, a adultos, etc, em vários clubes de Lisboa como o Ginásio Clube Português, o Colégio Pina Manique, a escola de ténis Nuno Café na Boa Hora e também no Ace Team (Alfragide). Nesse período houve momentos (cerca de 2 anos) que estive em Espanha a treinar e competir, mas foi aos 23 anos que tomei a decisão de me tornar treinador a tempo inteiro, altura que regressei a Alfragide (Ace Team) para começar um caminho que tanto queria seguir. Chegou a treinar numa academia em Espanha frequentada entre outros por J. C. Ferrero ou D. Ferrer. Porquê a opção de ir para os Estados Unidos uma vez que a Espanha era já um ícone do ténis mundial? Sim, treinei em Espanha com o D. Ferrer entre outros que estão no top do ténis mundial. O André Lopes também estava nessa mesma academia na altura. A minha ida para os Estados Unidos foi simplesmente porque queria ter uma experiência nova de vida num país onde pouco conhecia da sua metodologia/sistema de treinos e mentalidade. Como já tinha estado em Portugal e Espanha (potência do ténis mundial) e sentia que já tinha absorvido bastante informação do ténis europeu, queria obter mais conhecimento de outra potência, até para enriquecer como treinador, ganhando mais experiência e evoluir. Não posso deixar de referir que a nível monetário era também bastante aliciante Como foi a adaptação nos Estados Unidos quer ao país quer em termos profissionais? A adaptação foi bastante positiva já que estava disponível mentalmente para qualquer tipo de oportunidade e experiência a nível profissional ou pessoal. A mentalidade americana é algo “capitalista” mas a capacidade de trabalho é fundamental. Foi então que compreendi que para fazer a diferença no mundo do ténis tinha que ser melhor e mais eficiente no que estava a fazer. A bielorrussa V. Azarenka é a sua primeira pupila profissional. Como surgiu essa oportunidade? Quer dizer, antes da Victoria já tinha trabalhado com outros jogadores profissionais. Jennifer Capriati como hitting partner (parceiro de treino) e outros americanos “rankeados” dentro do Top 300. A oportunidade surgiu em Tampa onde eu estava instalado, na Academia Harry Hopman@Saddlebrok Resort. Nessa altura eu não estava a trabalhar para a academia e por isso estava disponível para trabalhar só com um jogador a tempo inteiro. Por essa razão, os patrocinadores da Victoria (eu treinava a filha deles ocasionalmente) perguntaram-me se estaria interessado em experimentar durante sensivelmente 2 meses, viajar com ela, antes e durante o US Open Juniors, e a seguir ao Open viajar para a Ásia para outros torneios. Na mesma altura tinha a oportunidade de ser o “hitting partner” da Justine Hénin, durante esse mês, mas como a Victoria era ainda muito jovem e com margem de progressão enorme seria mais aliciante para a minha carreira como treinador, por isso tomei essa mesma opção. É ainda um treinador muito jovem. Tem pretensões um dia treinar em Portugal ou trabalhar com um tenista português? As minhas portas estão sempre abertas para ouvir propostas, projectos, etc ; portanto, pode acontecer treinar em Portugal bem como treinar um tenista português. No entanto, se isso acontecer um dia seja como treinador, consultor ou director técnico o projecto terá de ser profissional e bem planeado. Isto para que as pessoas envolvidas, eu próprio e o jogador não percam nem tempo nem dinheiro para que atinjam os objectivos passo a passo. Não se considera um pouco esquecido em Portugal, tendo em conta que poderia constituir uma mais-valia para o ténis luso? Talvez não se fale tanto do meu trabalho em Portugal, mas eu pessoalmente prefiro que o meu trabalho seja mais valorizado a nível internacional do que a nível nacional apesar de achar que posso ser uma mais-valia para o ténis nacional, sem menosprezar os treinadores portugueses que tem também capacidades para fazer com que o ténis português evolua. A Carreira de Azarenka Como foi a sua adaptação com uma tenista originária de uma cultura completamente diferente da nossa? Foi bastante fácil já que a Victoria era bastante nova e já tinha viajado bastante. Mas por ser bastante jovem tentei educá-la da melhor maneira até porque estava mais tempo comigo do que em casa com os pais. Apesar dos russos, e neste caso a bielorrussa serem bastante “frios”, como treinador tive de me adaptar da melhor maneira, já que essa “frieza” os ajuda muito a ganhar encontros. Quais as características que aponta como mais relevantes no jogo de Victoria? É a sua esquerda e a sua competitividade. O serviço também mas ainda lhe faltam ajustes para que se torne uma arma. Em Maio de 2007 (por altura do Estoril Open numa entrevista ao DN) dizia que seria muito bom colocar a Victoria no Top-10 mundial. Passados dois anos e pouco ela ocupa a 9ª posição WTA. Até onde pode ir a bielorrussa? No meu ponto de vista, tem potencial para estar dentro do Top-10 de forma consistente e um dia quando ganhar mais maturidade e experiência poderá chegar ao Top-5 mundial. No ano de 2009 a sua pupila venceu 3 torneios do WTA Tour, entre os quais o WTA Mandatory de Miami. Que momento realça na actual temporada? Sem dúvida tenho que realçar o WTA Mandatory de Miami pela importância do torneio (considerado o 5º torneio mais importante logo a seguir aos Grand Slams), mas não posso esquecer o primeiro título em Brisbane, onde lhe deu muita confiança e lhe fez acreditar que podia vencer mais torneios. Com a retirada de J. Hénin (curiosamente a voltar à competição em Janeiro de 2010), não houve até agora uma tenista que “vincasse” a sua superioridade no circuito. Como vê o actual circuito feminino? O circuito feminino está bastante forte e mais homogéneo em relação há alguns anos. É verdade que dentro das Top-10 o nível não está tão elevado em relação ao período em que Justine, Clijsters ou Hingis faziam parte dessa elite. Mas ao mesmo tempo, na minha opinião, o nível subiu bastante entre as jogadoras que estão no top-40 mundial. Melhoraram muito comparativamente a vários anos atrás. Agora estas jogadoras podem vencer qualquer tenista do Top-10, como aliás se tem verificado nos últimos torneios. Para si quem são os tenistas mais talentosos no circuito ATP quer no circuito WTA? E os tenistas emergentes no actual panorama do ténis internacional? Para ser sincero tem de ser quase todos talentosos, mas os que me “saltam” mais à vista é o Roger Federer, Andy Murray, T. Haas e T. Berdych. No circuito WTA gosto muito da Clijsters, Ivanovic, Kuznetsova e Hénin se voltar em 2010. Como vê os repetidos regressos que tem acontecido no circuito feminino. Clijsters e Hénin são os mais recentes exemplos disso mesmo. Acha que esse fenómeno vai continuar a acontecer e quais são as razões para tal? Sim, esse fenómeno vai continuar a acontecer… não podemos deixar de referenciar a Kimiko Date (ex-nº 4 mundial) que voltou ao circuito este ano com cerca de 38 anos. São várias as razões. Os tenistas habituam-se a uma vida “nómada” e quando decidem deixar de jogar no circuito o estilo de vida muda completamente. Outra das razões pode ser a falta de competição, ou seja atletas de alta competição gostam de competir, vencer até mesmo sentir a pressão antes e durante os encontros. O Ténis Português Em Maio de 2007 considerava o futuro do ténis luso algo sombrio. Ainda pensa o mesmo? O ténis português melhorou bastante devido aos bons resultados do Frederico Gil, Rui Machado, Michelle Brito e da Neuza Silva. Com estes resultados, o ténis português deixou de ser “sombrio”, e fez com que tantos os jogadores mais jovens como os treinadores adquirissem mais confiança nas suas possibilidades e trabalho. Espero que o trabalho desenvolvido pelos treinadores e toda a confiança e positivismo que existe à volta da modalidade continue, para que deixe de ser “sombria”, e passe a ser “iluminada” durante vários anos, só isso irá produzir jogadores de top. Como vê a evolução de F. Gil e R. Machado no circuito ATP e de Michelle Brito no circuito feminino? A evolução do Frederico tem sido incrível e com muito mérito para ele e para o seu ex-treinador, João Cunha e Silva. Principalmente tem vindo a melhorar bastante o seu jogo e mentalmente ficou muito forte. O Rui merece tudo o que lhe está a acontecer, já que esteve parado durante um longo período de tempo devido a lesões, e teve a “CORAGEM” e a força de vontade para voltar a treinar e agora os resultados estão a aparecer, quase com a entrada no Top-100 mundial. Em relação à Michelle a nível de ranking tem melhorado bastante, a nível de jogo (técnico-táctico) evoluiu, mas acredito que poderia tê-lo feito mais neste último ano. Ainda é muito nova e os resultados levam algum tempo a aparecer. A Michelle está num processo de evolução e para isso é preciso ser paciente e acreditar. Como vê o trabalho desenvolvido por Cunha e Silva e Nuno Marques até traçando um paralelo com o seu trajecto? O João tem feito um trabalho muito positivo com o Frederico e com o Rui. O Nuno pelo que sei é o treinador da Maria João Kohler que tem ganho alguns “10.000 dólares”, e como treinador do Leonardo Tavares acho que tem feito um óptimo trabalho considerando todas as lesões que o “Leo” tem vindo a ter. Tanto o João como o Nuno tem muita experiência como jogadores e isso é sem dúvida uma mais-valia. Na chamada segunda linha do ténis português existem jovens bastante talentosos. Tem acompanhado a evolução de algum em particular e se sim qual considera estar nas “pisadas” de uma grande carreira no futuro? Para ser sincero não estou muito por dentro das camadas mais jovens, mas sei que existem jogadores em Portugal com potencial para ser trabalhado. Nomes esses como Maria João Kohler, Patrícia Martins, Vasco Mensurado, Frederico Silva… com certeza existem mais uns quantos… No contexto do desporto em Portugal o ténis tem vindo a ganhar algum espaço. Considera o ténis em Portugal um desporto elitista, só possível para aqueles que possuem grandes condições económicas? Até tendo a sua experiência como tenista, primeiro, e agora como treinador ainda que à distância? Apesar de já ter sido, neste momento não considero o ténis um desporto elitista em Portugal. Para se jogar “ténis social”, para ter aulas de iniciação ou pré-competição não é muito caro e parece-me que seja acessível em termos financeiros. Por outro lado, para se investir numa carreira profissional é bastante dispendioso e para isso é sem dúvida preciso ter condições económicas para sustentar as despesas quer sejam viagens, alimentação, treinador, preparador físico, etc. O que pensa sobre o momento actual do ténis português no que diz respeito ao seu dirigismo e das infra-estruturas abrigadas em solo luso? Em relação ao dirigismo não sei se tem vindo a ser o melhor, mas como não tenho estado em Portugal não posso falar muito desse aspecto. Existem boas condições em Portugal de infra-estruturas, agora ainda para mais com o novo complexo coberto no Jamor. Temos as infra-estruturas necessárias para produzir jogadores de alta competição. Como vê o Complexo de Alto Rendimento abrigado no Jamor, e a sua importância para o futuro da modalidade em Portugal? O Complexo é sem dúvida uma mais-valia para o ténis nacional e ainda mais para os tenistas profissionais portugueses e para as jovens promessas nacionais. Foi basicamente importante porque não existem muitos complexos de ténis cobertos nessa superfície na área de Lisboa. Compartilhar este post Link para o post
ricardo1993 Publicado 6 Outubro 2009 Quando é o próximo Open ? (feminino) .. Caroline Wozniacki :heart: Compartilhar este post Link para o post
Peplin Publicado 6 Outubro 2009 Quando é o próximo Open ? (feminino) .. Caroline Wozniacki :heart: Não percebi a pergunta (este tópico também não é o melhor sítio para colocar esse tipo de perguntas ;)). Compartilhar este post Link para o post
ricardo1993 Publicado 7 Outubro 2009 Eu não sabia onde colocar, por isso postei aqui .. só queria saber quando é o próximo torneio feminino Compartilhar este post Link para o post
Rōnin Publicado 7 Outubro 2009 Na chamada segunda linha do ténis português existem jovens bastante talentosos. Tem acompanhado a evolução de algum em particular e se sim qual considera estar nas “pisadas” de uma grande carreira no futuro? Para ser sincero não estou muito por dentro das camadas mais jovens, mas sei que existem jogadores em Portugal com potencial para ser trabalhado. Nomes esses como Maria João Kohler, Patrícia Martins, Vasco Mensurado, Frederico Silva… com certeza existem mais uns quantos… Do Frederico Silva já se fala muito. Quem é o Vasco Mensurado? Compartilhar este post Link para o post
Peplin Publicado 7 Outubro 2009 Eu não sabia onde colocar, por isso postei aqui .. só queria saber quando é o próximo torneio feminino Esta semana decorre um dos principais eventos do WTA Tour: WTA de Pequim. A Wozniacki esteve lá, mas foi eliminada logo na 1ªronda. Tópico do WTA Tour: http://www.cmportugal.com/index.php?showto...116321&st=0 ;) Do Frederico Silva já se fala muito. Quem é o Vasco Mensurado? É um jovem tenista de 16 anos (creio), que se tem destacado, essencialmente, a nível nacional. Por razões que desconheço, raramente compete no circuito júnior internacional. Compartilhar este post Link para o post
Peplin Publicado 8 Outubro 2009 Valencia or Barcelona to host Davis Cup final The Davis Cup final between Spain and the Czech Republic in December will be played in either Valencia or Barcelona. The Spanish tennis federation said Wednesday the ITF had rejected bids by Tenerife and Malaga to host the best-of-five series from Dec. 4-6 because they were open-air venues. Malaga’s stadium also fell under the 12,000-seating capacity minimum. Paul Smith, the International Tennis Federation’s executive director, said on his organization’s Web site that Valencia’s bid still needed to be analyzed. The ITF said Barcelona’s Palau Sant Jordi could host again after being the site of Spain’s first win in 2000. The federation will announce its choice on Saturday. Spain is the defending Davis Cup champion. Compartilhar este post Link para o post
Peplin Publicado 10 Outubro 2009 O terrível pai de Jelena Dokic GREVE DE FOME COM FORMA DE PROTESTO Tudo começou quando Jelena Dokic, tenista de 26 anos que nasceu na ex-Jugoslávia e se mudou ainda criança para a Austrália, revelou em maio à revista "Sport & Style" que o pai, Damir Dokic, a violara nos primeiros anos da sua carreira profissional. Damir negou as acusações e ameaçou a embaixadora australiana em Belgrado, Claire Birgin, de fazer explodir o seu carro caso não parassem com a publicação de artigos que incluíssem declarações da sua filha sobre o caso. Neste cenário, as forças policiais detiveram Damir Dokic e, mais tarde, procederam a buscas na sua casa, tendo encontrado armas para as quais não existia qualquer licença, pelo que acabou condenado a uma pena de prisão correspondente a 15 meses. Agora, depois de o seu advogado ter surgido a desmentir que ele alguma vez tenha violado a filha, Damir entrou em greve de fome como forma de protesto por o tribunal ter confirmado a sentença lavrada em 1.ª instância. Jelena Dokic, atual 68.ª do ranking mundial, ganhou notoriedade com 16 anos ao entrar no quadro principal de Wimbledon. Esteve nos Jogos Olímpicos de Sydney em 2000, chegou ao 4.º posto WTA em 2002 e já venceu 5 títulos em singulares... Que palhaço... Mauresmo considering retiring from tennis Former No. 1 Amelie Mauresmo is considering retiring from tennis. The Frenchwoman, who is currently ranked No. 20, decided Thursday to scratch her last two tournaments of the season, at Linz and Luxembourg. Mauresmo said on her Web site: “Since I came back from the U.S. Open, I’ve been trying to practice but I can’t find again the desire to come back to competition. I don’t want to rush or force things. (I will take) some time to think before making a decision regarding the remainder of my career.” The 30-year-old Mauresmo won two Grand Slam titles in 2006, at the Australian Open and Wimbledon. Mauresmo! :prayer: Compartilhar este post Link para o post
Krepster Publicado 11 Outubro 2009 Algarve: Participava em torneio em Vila Real de Santo António Tenista morre em pleno jogo Um ataque cardíaco fulminante provocou ontem a morte a um tenista argentino, em pleno jogo, quando participava num torneio de veteranos em Vila Real de Santo António (VRSA). Carlos Ferreti tinha 40 anos, estava a disputar o 2º set, em vantagem, depois de ter vencido a 1ª partida do jogo. Sem aviso, "caiu para o lado inanimado", recordou ao CM o médico José Maria Conde, que estava a disputar uma partida no court ao lado e lhe prestou os primeiros-socorros. "Tentei reanimá-lo com massagens cardíacas, mas ele não reagiu", contou abalado o atleta espanhol, que lamenta não existirem desfibriladores junto aos campos desportivos. "Com um aparelho aqui ao lado ele podia ter sido salvo", assegura. O tenista ainda foi transportado ao Serviço de Urgência Básica. Segundo o comandante dos Bombeiros de VRSA, Paulo Simões, a vítima "entrou em paragem cardíaca e, apesar das tentativas de reanimação, não foi possível evitar a morte". O torneio, em que estavam inscritos 80 jogadores, "foi suspenso por respeito à vítima", confirmou Vítor Palma, juiz da prova organizada pelo Clube de Ténis de VRSA nos campos do complexo desportivo. Compartilhar este post Link para o post
Peplin Publicado 11 Outubro 2009 Que cena... :( Descanse em paz. Compartilhar este post Link para o post
Peplin Publicado 15 Outubro 2009 Minar banned for positive illegal substance test Czech player Ivo Minar was banned for eight months on Wednesday after testing positive for a banned substance following a Davis Cup match. A sample taken after the Davis Cup quarterfinal against Argentine on July 11 contained the banned stimulant methylhexanamine, the International Tennis Federation said. The 25-year-old Minar claimed he had taken a food supplement that contained the substance and did not intend to cheat. The ITF said the ban will end on March 10, 2010, and ruled that Minar’s results this year from tournaments in Stuttgart, Hamburg and Gstaad should be disqualified. “The ITF accepted Mr. Minar’s account of the background to his positive test,” the federation said in a statement. “Under the Tennis Anti-Doping Program, however, it is a player’s strict personal duty to ensure that no prohibited substance enters his or her body, whether as an ingredient in a nutritional supplement or otherwise.” Czech tennis federation president Ivo Kaderka said Minar has no plans to appeal the ban, in order to avoid being hit with a longer ban. “I don’t agree with a punishment for someone who has not been doping, but just purchased a food supplement which was supposed to be a drug-free,” Kaderka told The Associated Press. “That’s a problem for me.” Compartilhar este post Link para o post
Baggy_Baghdatis17 Publicado 17 Outubro 2009 Nomes de tenistas e suas pronúncias http://colunas.globoesporte.com/saqueevole...uas-pronuncias/ Xárápuva :lol: Compartilhar este post Link para o post
Peplin Publicado 20 Outubro 2009 Martina Hingis fecha portas ao regresso TENISTA SUIÇA NÃO SEGUE EXEMPLO DE CLIJSTERS E HENIN A antiga tenista Martina Hingis colocou de parte esta terça-feira a hipótese de regressar aos campos de ténis, não seguindo o exemplo das belgas Kim Clijsters e Justine Henin, que voltaram recentemente a jogar. A suiça, de 29 anos, havia abandonado a carreira em 2002 para voltar apenas quatro anos depois, recuperada de um longo calvário motivado por lesões nos joelhos. Contudo, em 2007, Hingis anunciava nova retirada ao acusar cocaína num controlo anti-doping, sendo suspensa por um período de dois anos. Cumprida a suspensão, a antiga estrela do ténis mundial - venceu o Open da Austrália, Wimbledon e US Open em 1997, com apenas 17 anos - recusou, ainda assim, voltar a jogar. "Não se pode estalar os dedos e dizer 'vou regressar e jogar o Open da Austrália'", frisou Hingis, que dominou o ténis mundial entre 1997 e 1999, conquistando 5 torneios do Grand Slam. Compartilhar este post Link para o post
Lleyton Publicado 20 Outubro 2009 Passou ao lado duma ainda maior carreira. É pena. Aquela final de Roland Garros contra a Steffi Graf :prayer: Compartilhar este post Link para o post
Peplin Publicado 22 Outubro 2009 Exit Strategy: Q&A With Marat Safin (Part 1) Though at times this year his play has been underwhelming, the ever enigmatic and entertaining Marat Safin has been able to use his 2009 campaign as an opportunity to say goodbye to the world of professional tennis. We sat down with the two-time major champ the day before the start of this year’s U.S. Open, where Safin, the 2000 titlist, lost in the first round. Safin, 29, held forth on topics ranging from the tour, his career, his ego, the mountains, religion, marriage, children—everything except kickboxing. Here’s part one of the interview; check back tomorrow, October 22, for part two. What did you want from your last season? Marat Safin: First of all, you need to enjoy because it's been 12 years on tour. Some people they continue playing more than 12 years, they like it so much. I just realized that it was starting to get tougher and tougher, all the things, to travel and to play and to practice, and having matches and to travel again. It got too heavy for me, so I decided to move on to something different, something else. I think it's the right decision and I don't regret anything. Just to enjoy the last year, nice atmosphere around the courts, not to forget this feeling. Has the farewell tour been what you expected, then? MS: I thought it would be a little bit slightly different, all these feelings toward the tournaments. It's a little bit different, different from what I thought—it's difficult to explain. The feeling that I thought I would get from coming back for the last time to the tournaments, I don't get this particular feeling that I was hoping to get. But of course it's nice, it's nice to know that it's over—last time [at the U.S. Open], last time in L.A., last time in Cincinnati—just enjoy it. I don't want to have any more stress. Everyone knows Safin the pro. Not as many people know where you came from. How would you describe it? MS: started from zero, from scratch, no money—not a beautiful story coming from the Soviet Union that had been stuck for 70 years with communism. There was no cash, nothing to play with, no racquets, no balls, it was terrible and not really simple to break through. I was lucky that some of the sponsors appeared in Moscow, they were trying to break into the Russian market. They just took care of me without any questions, they just gave me the money and hoped for a breakthrough. Your mother started you in tennis. Was there a lot of pressure on you? MS: There was no pressure, how can you have pressure? To get better at what? There is no chance to break through anywhere. No one believed in something, that [we] would end up playing tournaments and winning the Grand Slam—nobody even thought about it, not even close. In the 90s we broke the wall, so basically the first trips to normal, decent countries was in the 90s. How do you expect someone who saw maybe Wimbledon 30 minutes a day would be here? Was the 1998 French Open a big moment for you? [safin made the fourth round as an 18-year-old.] Was that a point when you realized you could go places? MS: I realized a little bit earlier, when I became Top 200 after three months. I'd been traveling on the Challengers, which was something new. I was stuck in the satellites. My sponsor dropped me. So actually I got some money from IMG, they supported me for three or four months. I was ranked 460 in the world and then I ended up the year Top 200. So then I realized I had some game, I just need to develop it, and I need to work on it and I can manage to get somewhere near Top 100 and then we will see. But I never expected to be Top 50 at all. What happened when you got there? MS: Appetite comes with food. When you are Top 50, you want to see what will be the next step. I'd like to get Top 40, Top 30, closer, closer. You realize that you're a pretty good tennis player and you just hang in there and see how long you're going to stay there. Was your 2000 U.S. Open victory over Pete Sampras a curse as much as a blessing? MS: It was unexpected for me in the first place, because I didn't think that I would get close to the finals, and to go to the finals and beat Sampras on his home ground—I don't think so. And then I ended up in the situation where I was fighting for No. 1 in the world and I made it. I was kind of struggling—you know, what's next? I won a Grand Slam, I ended up No. 1 in the world, I never in my life would have dreamed about it and I made it. I was like, '"Game over." I achieved everything I wanted, what's next?' It's difficult when you're 20 years old to understand what you want and what you're aiming at. And also it was a problem that there wasn’t a real person who could guide me. I was guessing; I was a little bit stubborn. But anyway, for good or for bad, I did what I did, and I don't really actually regret. I probably would approach the situation slightly different [now], but that's okay. I would never exchange my life for anybody else's life. I'm grateful and I'm lucky and I'm blessed for the experiences I had throughout my life, and I would never, ever change my life. Compartilhar este post Link para o post
Lleyton Publicado 22 Outubro 2009 WTA investiga desistência de Wozniacki TINHA GRANDE VANTAGEM SOBRE KREMER NO LUXEMBURGO Neil Robinson, porta-voz do WTA, revelou esta 5.ª feira que o órgão regulador do circuito profissional feminino está a investigar a desistência de Caroline Wozniacki na partida frente a Anne Kremer, no torneio do Luxemburgo, quando vencia por 5-0 no 2.º "set", e depois de ter fechado o primeiro com 7-5 a seu favor. A dinamarquesa, finalista do Open dos Estados Unidos, desistiu com supostos problemas físicos e a polémica instalou-se. "Estamos apenas a investigar o que aconteceu nesse jogo. Penso que esse é o caminho a seguir", afirmou Robinson. Logo após a desistência, Kremer ficou com uma maior cotação nas casas de apostas, enquanto Wozniacki abdicava dos pontos e do dinheiro da vitória que estava a uma curta distância. "As pessoas apostam nos meus jogos, umas ganham, outras perdem. Sei apenas que estou de consciência tranquila, isso é o mais importante para mim. E se alguém tem dúvidas em relação a minha lesão, posso mostrar os exames e pedir o relatório do fisioterapeuta do torneio", afirmou Wozniacki. Por outro lado, o pai da tenista número 6 do mundo, Piotr Wozniacki, acrescentou que aconselhou a filha a desistir quando o segundo "set" estava em 3-0: "Disse-lhe: 'Não importa se está 5-0, 4-1 ou 3-2. Tu não consegues jogar na próxima ronda, por isso não vale a pena'. Estou muito orgulhoso dela." Compartilhar este post Link para o post
Peplin Publicado 23 Outubro 2009 Exit Strategy: Q&A With Marat Safin (Part 2) Tell me about the Himalayan hike. Are you going to go again sometime? MS: It's a little bit funny that people paid so much attention to that. I'm not going into space. I bought the ticket, I went to Himalaya, I had fun with my friends, that's it. I never thought it would make such a big noise—all the people, 'Wow, you went to Himalaya?' Yeah, well, buy the ticket, the ticket costs 600 bucks, you get your ass on the plane, and you go there. You spend two thousand dollars on the whole trip, even less. Thousand, it's enough. Don't be so, 'Oh how is it, how was that?' Get on the plane and spend two weeks of your time, just go there. A lot of people, they just talk, but they don't really do things. So you’ll be doing a lot of traveling next year? MS: Yeah, I will, I like it, why not? We travel only to tournaments—we don't see much of the world, even though we've been everywhere, we don't see anything except hotels and tennis courts. Does that get annoying? MS: We get paid pretty well, so [smiles]. That's our job. You used to travel with a kickboxing champ? MS: Well, let's skip this part, OK? When you got to Wimbledon this year you had no racquets. What happened? MS: Yeah, well, I forgot them in the airport. It happens. So I had to send. You’ve been a pro for 12 years. How has it been different than you thought it might be? MS: Actually, you go through phases. First, everything is new, it's interesting—you are enjoying the ride and the results they come easily. Second part, of course, is when you try to maintain yourself and the third part is basically the downhill, but you know it's not going to last long and you just need to enjoy as much as you can and stick around and see what happens and prepare your last year. Who were some of your most difficult opponents? MS: [Fabrice] Santoro was tough for me to play against, any of the guys with really great hands who could read my game. Some of your favorites? MS: [Roger] Federer of course because he can do anything he wants with the ball. He makes you play all different kinds of shots, slices, high balls, slow balls, low balls, topspin—you cannot really get a grip on the ball, which makes it complicated. You are out of rhythm all the time. Would you have retired last year if you had won the Kremlin Cup? MS: I kind of did, but then I got an offer and I couldn't really refuse it [from his manager]. A lot of people don't believe that I'm going to retire this year, but I can assure you, I've decided, yes, it's enough. Your win over Federer in the semis at the 2005 Australian Open: Would you rate that match as more important than your victory over Sampras at the U.S. Open? [safin went on to beat Lleyton Hewitt in the final.] MS: I think it was probably the biggest match, but it was a different year, different circumstances, different time of career. I achieved the first Grand Slam, and the second Grand Slam, a lot of people were expecting it. “Is he going to win another one or not, or just stick with one and not do much about it?” So for me it was very important to win the second one—it was important for my ego. I had to go through tough moments, I had two finals before I won the Australian, and playing against Federer, of course—look at him now, he's the best player in the history of tennis. To play against him is not really easy, especially if he's in the semifinals it means that he's playing well, he's in perfect timing, perfect condition. What are you going to do with your life after tennis? MS: I have things to do, but I don't want to share. You're not going to run a tennis academy, are you? MS: No, something outside of tennis, but definitely something that will bring money. Why not? Otherwise it doesn't make any sense, otherwise it's a hobby and it's not as fun as work or doing something productive for which you get appreciated. You are Muslim. Are you religious? MS: Everybody’s got to believe in something. I'm not a fanatic, that's for sure. Is the rumor true that you are engaged? MS: No, no it's not true, not true. I don't really believe in marriage, but never say never. I just don't think marriage is for me. What about kids? MS: Of course, kids, but you don’t have to be married. Kids I would love to, as many as I can. Would you raise them to play tennis? MS: Definitely not, something more—something different. From what I see, kids from ex tennis players, nobody really plays good tennis, so it's not gonna happen. Either they don't play tennis or if they play, they're pretty bad players. So why destroy my kid if he can do something good and something different that I'll be excited to see, instead of coming to tennis and seeing my son or daughter suffer on the court? Will you play exhibitions? MS: Of course, it will take me some time to get out of it, to enjoy a little bit my life, but definitely, of course, I'll come back to play some senior events, just to keep my butt in shape and remember the good times. How many months off do you plan to take? MS: I think six months is pretty—it's enough. And then you need to start to move, to move a little. Compartilhar este post Link para o post
Jone Sampaoli Publicado 23 Outubro 2009 Safin :prayer: Dos jogadores mais inconsistentes que me lembro, mas quando em forma, era deus. Compartilhar este post Link para o post