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PCP também apoia software livre

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Mas em que estado é que o PS e o PSD nos meteram, alguma vez estivemos melhor que o que estamos agora em toda a nossa História?

LOL. era lixado estarmos pior do que o que estavamos no Estado Novo

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Mas em que estado é que o PS e o PSD nos meteram, alguma vez estivemos melhor que o que estamos agora em toda a nossa História?

 

O que é que isso interessa? Se o Olivais comprar o Ronaldo e o Messi, e em vez de ficar em 3º na sua série, melhor resultado de sempre na história do clube, ficar em 2º, não criticavas o treinador?

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O que é que isso interessa? Se o Olivais comprar o Ronaldo e o Messi, e em vez de ficar em 3º na sua série, melhor resultado de sempre na história do clube, ficar em 2º, não criticavas o treinador?

 

Já não é a primeira vez que fazes comparações com futebol sem qualquer lógica. 'Ca raio de analogia.

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LOL. era lixado estarmos pior do que o que estavamos no Estado Novo

:mrgreen:

 

Por isso é que eu digo que há uma grande diferença entre "bom" e "melhor". Eu pessoalmente prefiro estar sempre bem, mesmo que esteja pior ou na mesma que antes ;)

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ah ok. entãoi quem tomou as medidas, quem governou o país está ilibado de todas as culpas. Está certo. É que já nem tento, mas não consigo: Farto-me de rir à medida que bato nas teclas...

 

que fantochada lol

:lol:

Es tão parvo!

Então o povo não tem responsabilidades em democracia?

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Li o tópico atentamente e só tenho a comentar o seguinte:

 

Nao vale a pena fazer comparacoes com o passado, a menos que seja para aprender com os erros cometidos e para os reparar. A máxima "deve-se aprender com os erros" existe para alguma coisa.

É facto que estamos num buraco mas temos uma escada ao lado para começar a subir. Claro que alguns terao de ficar para trás a segurar a escada, mas nao se ganha uma guerra com todos os homens vivos. A escada que refiro são as pessoas! Aqueles que não têm estigma para trabalhar. Aqueles que, por terem um diploma, se acham no direito de apenas trabalhar na área que lá está escrita. Aqueles que se dizem preguicosos. Nestes deve ser incutido o TRABALHO. Por mais que um emprego seja pouco rentável, este ajuda a mudar o país. Grão a grão enche a galinha o papo. E depois admiram.se que os brasileiros e os romenos e os indivuiduos de raça negra tomam conta dos empregos. Eles fazem aquilo que os portugueses nao querem fazer: lavar escadas, trabalhar na construcao civil, etc. Quando os portugueses que emigraram durante o Estado Novo chegaram a França, foram fazer o quê? Lavar escadas, ser porteiras e trabalhar nas fábricas. Por amor de Deus, nao sejamos hipócritas. Há trabalho para toda a gente (pequena generalização), é preciso é quem queira trabalhar.

 

Quanto à questao explicita neste tópico: sou completamente a favor do open-source, desde que este seja executável e permita o rendimento e a rendibilidade. Andar a formatar milhares de computadores e instalarem-lhe open-source-software deve ser pouco rentável. Mas no que se puder usar, força nessa!

 

PS: E sim, sou de Direita, para os que ainda nao perceberam.

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Li o tópico atentamente e só tenho a comentar o seguinte:

 

Nao vale a pena fazer comparacoes com o passado, a menos que seja para aprender com os erros cometidos e para os reparar. A máxima "deve-se aprender com os erros" existe para alguma coisa.

É facto que estamos num buraco mas temos uma escada ao lado para começar a subir. Claro que alguns terao de ficar para trás a segurar a escada, mas nao se ganha uma guerra com todos os homens vivos. A escada que refiro são as pessoas! Aqueles que não têm estigma para trabalhar. Aqueles que, por terem um diploma, se acham no direito de apenas trabalhar na área que lá está escrita. Aqueles que se dizem preguicosos. Nestes deve ser incutido o TRABALHO. Por mais que um emprego seja pouco rentável, este ajuda a mudar o país. Grão a grão enche a galinha o papo. E depois admiram.se que os brasileiros e os romenos e os indivuiduos de raça negra tomam conta dos empregos. Eles fazem aquilo que os portugueses nao querem fazer: lavar escadas, trabalhar na construcao civil, etc. Quando os portugueses que emigraram durante o Estado Novo chegaram a França, foram fazer o quê? Lavar escadas, ser porteiras e trabalhar nas fábricas. Por amor de Deus, nao sejamos hipócritas. Há trabalho para toda a gente (pequena generalização), é preciso é quem queira trabalhar.

 

Quanto à questao explicita neste tópico: sou completamente a favor do open-source, desde que este seja executável e permita o rendimento e a rendibilidade. Andar a formatar milhares de computadores e instalarem-lhe open-source-software deve ser pouco rentável. Mas no que se puder usar, força nessa!

 

PS: E sim, sou de Direita, para os que ainda nao perceberam.

 

Alem dos custos e dificuldades de formação

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Já não é a primeira vez que fazes comparações com futebol sem qualquer lógica. 'Ca raio de analogia.

 

Se estavas só a embirrar com a expressão até compreendo. Agora se é para retirar responsabilidades a PS e PSD, porque nunca tivemos melhor...

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Li o tópico atentamente e só tenho a comentar o seguinte:

 

Nao vale a pena fazer comparacoes com o passado, a menos que seja para aprender com os erros cometidos e para os reparar. A máxima "deve-se aprender com os erros" existe para alguma coisa.

É facto que estamos num buraco mas temos uma escada ao lado para começar a subir. Claro que alguns terao de ficar para trás a segurar a escada, mas nao se ganha uma guerra com todos os homens vivos. A escada que refiro são as pessoas! Aqueles que não têm estigma para trabalhar. Aqueles que, por terem um diploma, se acham no direito de apenas trabalhar na área que lá está escrita. Aqueles que se dizem preguicosos. Nestes deve ser incutido o TRABALHO. Por mais que um emprego seja pouco rentável, este ajuda a mudar o país. Grão a grão enche a galinha o papo. E depois admiram.se que os brasileiros e os romenos e os indivuiduos de raça negra tomam conta dos empregos. Eles fazem aquilo que os portugueses nao querem fazer: lavar escadas, trabalhar na construcao civil, etc. Quando os portugueses que emigraram durante o Estado Novo chegaram a França, foram fazer o quê? Lavar escadas, ser porteiras e trabalhar nas fábricas. Por amor de Deus, nao sejamos hipócritas. Há trabalho para toda a gente (pequena generalização), é preciso é quem queira trabalhar.

 

Quanto à questao explicita neste tópico: sou completamente a favor do open-source, desde que este seja executável e permita o rendimento e a rendibilidade. Andar a formatar milhares de computadores e instalarem-lhe open-source-software deve ser pouco rentável. Mas no que se puder usar, força nessa!

 

PS: E sim, sou de Direita, para os que ainda não perceberam.

 

Quando acabares o curso (que isso não aconteça, obviamente) e não arranjares emprego, e veres que o "esforço" de 3/4 anos a estudar resultou em 0, eu quero ver se mantens esse discurso de " há trabalho para toda a gente, é preciso é quem queira trabalhar".

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Quando acabares o curso (que isso não aconteça, obviamente) e não arranjares emprego, e veres que o "esforço" de 3/4 anos a estudar resultou em 0, eu quero ver se mantens esse discurso de " há trabalho para toda a gente, é preciso é quem queira trabalhar".

Quando acabei o meu fui trabalhar como operário, não me fez mal nenhum. E hoje estou muito melhor que os meus colegas que preferiram esperar por um emprego de engenheiro. Trabalhar não é vergonha nenhuma, já viver à conta dos pais que já pagaram o curso...

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Quando acabares o curso (que isso não aconteça, obviamente) e não arranjares emprego, e veres que o "esforço" de 3/4 anos a estudar resultou em 0, eu quero ver se mantens esse discurso de " há trabalho para toda a gente, é preciso é quem queira trabalhar".

Ele queria dizer que há trabalho para toda a gente não diz que é na área dele ;)

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Quando acabei o meu fui trabalhar como operário, não me fez mal nenhum. E hoje estou muito melhor que os meus colegas que preferiram esperar por um emprego de engenheiro. Trabalhar não é vergonha nenhuma, já viver à conta dos pais que já pagaram o curso...

Claro que não. Eu quando acabar o curso não vou logo para chefe de uma agência de viagens, ou wtv. Mas a verdade é que também não quero ter de ir trabalhar para o Pingo Doce ou ir trabalhar para as obras - com muto respeito por estas profissões, pq eu acho que todos somos úteis na sociedade. Quero começar uma carreira no Turismo, porque foi isso que eu escolhi, porque foi isso que eu achei melhor para o meu futuro, e para poder ajudar Portugal numa área como estas, ainda tão pouco 'educada' e 'formada'.

O que estava a dizer era no sentido do "ha trabalho para toda a gente", mas toda a gente deve ter um trabalho condigno e meritório. E a verdade, é que isso nem sempre se processa.

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Não li isto tudo mas os últimos posts. So quero deixar a minha experiência.

 

 

O meu pai tem uma padaria que emprega 15 padeiros, mais 3 para fazer a distribuição. Padeiros não duram 3 meses, e encontrar alguem para trabalhar tá bom tá...Estamos á procura de pessoal para a distribuição(mais uma) e á 3 meses que não recebemos feedback...Ninguem quer o trabalho.

 

Das 1h ás 9h, Segunda a Sábado,950€

 

Agora sobre haver ou não trabalho...fica a vosso criterio.

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O que estava a dizer era no sentido do "ha trabalho para toda a gente", mas toda a gente deve ter um trabalho condigno e meritório. E a verdade, é que isso nem sempre se processa.

Quando chegares ao mercado de trabalho vais-te aperceber de uma coisa que te vai ser útil para o resto da vida: o "deve" não existe, estás na vida real. Temos que fazer pela vida, como fizeram as gerações anteriores e farão as seguintes.

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Claro que não. Eu quando acabar o curso não vou logo para chefe de uma agência de viagens, ou wtv. Mas a verdade é que também não quero ter de ir trabalhar para o Pingo Doce ou ir trabalhar para as obras - com muto respeito por estas profissões, pq eu acho que todos somos úteis na sociedade. Quero começar uma carreira no Turismo, porque foi isso que eu escolhi, porque foi isso que eu achei melhor para o meu futuro, e para poder ajudar Portugal numa área como estas, ainda tão pouco 'educada' e 'formada'.

O que estava a dizer era no sentido do "ha trabalho para toda a gente", mas toda a gente deve ter um trabalho condigno e meritório. E a verdade, é que isso nem sempre se processa.

Conselho, de quem já vai mais à frente no curso.

Começa numa Agência pequena, se trabalhares bem, como precisam de gente vão chama-te.

Eu estagiei num Operador pequeno e ainda hoje me ligaram a perguntar se não queria ir para lá

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Não li isto tudo mas os últimos posts. So quero deixar a minha experiência.

 

 

O meu pai tem uma padaria que emprega 15 padeiros, mais 3 para fazer a distribuição. Padeiros não duram 3 meses, e encontrar alguem para trabalhar tá bom tá...Estamos á procura de pessoal para a distribuição(mais uma) e á 3 meses que não recebemos feedback...Ninguem quer o trabalho.

 

Das 1h ás 9h, Segunda a Sábado,950€

 

Agora sobre haver ou não trabalho...fica a vosso criterio.

 

Se for como uma oferta que tive de uma empresa de venda de pizzas, que tinha de usar o meu carro e pagar a gasolina...

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Quando acabares o curso (que isso não aconteça, obviamente) e não arranjares emprego, e veres que o "esforço" de 3/4 anos a estudar resultou em 0, eu quero ver se mantens esse discurso de " há trabalho para toda a gente, é preciso é quem queira trabalhar".

Eis a mentalidade que vejo na sociedade de hoje em dia...

 

Quando acabei o meu fui trabalhar como operário, não me fez mal nenhum. E hoje estou muito melhor que os meus colegas que preferiram esperar por um emprego de engenheiro. Trabalhar não é vergonha nenhuma, já viver à conta dos pais que já pagaram o curso...

E a mentalidade que quero ver.

 

Posso andar 3/4/5/6/7 anos, quantos forem, a estudar e não me envergonhará nada ir trabalhar seja para o que for no final do curso.

Eu não me alimento de aparências, nao arranjo casa se nao fizer nenhum da vida.

Se tiver de viver em casa dos meus pais até aos 30 ou quantos forem, não me vai cair nada e é garantia que respeito os que me são queridos e não os atiro para os caixotes do li...lares onde se colocam os idosos, e com os quais nao se quer saber nada depois da colocação.

As aparencias podem valer muito neste mundo, e eu que o diga, mas lá por aparecer num BMW à frente dos amigos num café XPTO na marginal não quer dizer que tenha uma casa na Quinta da Marinha. Posso até viver dentro do carro.

As pessoas devem viver dentro das suas capacidades e procurar sempre melhor, mas sempre tendo os pés bem assentes na terra, não se colocando em utopias e designios exagerados.

Ainda no tópico dos carros, se dizia ao Lemos para não contrair um empréstimo para comprar uma casa, que a alugasse e renderia mais! Para quê entrar na vida com a corda já no pescoço? Com uma dívida que há-de chegar aos nossos filhos e netos?

Os portugueses, bem como todos os outros, têm de ser contidos no que fazem e no que dizem, mudando assim esta sociedade retrógrada e que vive de ilusões e falsas utopias, mostrando o que tem e o que não tem, arranjando-o por meios lícitos ou ilícitos para uma sociedade livre, que sabe aceitar a diferença e que nao exclui A ou B por nao ter X ou Y.

Editado por nunocspinto

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Se for como uma oferta que tive de uma empresa de venda de pizzas, que tinha de usar o meu carro e pagar a gasolina...

 

Claro que não...Btw pagavam quanto? :mrgreen:

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Li o tópico atentamente e só tenho a comentar o seguinte:

 

Nao vale a pena fazer comparacoes com o passado, a menos que seja para aprender com os erros cometidos e para os reparar. A máxima "deve-se aprender com os erros" existe para alguma coisa.

É facto que estamos num buraco mas temos uma escada ao lado para começar a subir. Claro que alguns terao de ficar para trás a segurar a escada, mas nao se ganha uma guerra com todos os homens vivos. A escada que refiro são as pessoas! Aqueles que não têm estigma para trabalhar. Aqueles que, por terem um diploma, se acham no direito de apenas trabalhar na área que lá está escrita. Aqueles que se dizem preguicosos. Nestes deve ser incutido o TRABALHO. Por mais que um emprego seja pouco rentável, este ajuda a mudar o país. Grão a grão enche a galinha o papo. E depois admiram.se que os brasileiros e os romenos e os indivuiduos de raça negra tomam conta dos empregos. Eles fazem aquilo que os portugueses nao querem fazer: lavar escadas, trabalhar na construcao civil, etc. Quando os portugueses que emigraram durante o Estado Novo chegaram a França, foram fazer o quê? Lavar escadas, ser porteiras e trabalhar nas fábricas. Por amor de Deus, nao sejamos hipócritas. Há trabalho para toda a gente (pequena generalização), é preciso é quem queira trabalhar.

 

Quanto à questao explicita neste tópico: sou completamente a favor do open-source, desde que este seja executável e permita o rendimento e a rendibilidade. Andar a formatar milhares de computadores e instalarem-lhe open-source-software deve ser pouco rentável. Mas no que se puder usar, força nessa!

 

PS: E sim, sou de Direita, para os que ainda nao perceberam.

 

 

Pera ai que andei a estudar durante anos e anos, a gastar dinheiro a dar cum pau, a sacrificar noites de borga que não tive com amigos, a recusar fazer coisas bem mais agradáveis para depois ir lavar escadas e ser porteiro...

 

Fiz sacrificios, reservo o direito de recusar um trabalho que não considero ser nem sequer perto daquilo que mereço.

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Fiz sacrificios, reservo o direito de recusar um trabalho que não considero ser nem sequer perto daquilo que mereço.

O direito tens sempre. Como eu também tive. A diferença é que podes decidir ir à luta, no meu caso valeu bem a pena, principalmente quando me comparo com quem acabou o curso no mesmo ano que eu. Opções...

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O direito tens sempre. Como eu também tive. A diferença é que podes decidir ir à luta, no meu caso valeu bem a pena, principalmente quando me comparo com quem acabou o curso no mesmo ano que eu. Opções...

 

 

Ir à luta é uma coisa, aceitar qualquer emprego é outra.

 

O caso de um amigo meu. Formado em economia, estágio na CGD e estagio numa empresa na Turquia através da AESEC. Sempre estudou muito, trabalhou que se fartou para a universidade porque sabia que se fosse dos melhores teria o futuro que queria.

 

Foi a dezenas e dezenas de entrevistas. Sempre lhe perguntei porque razão recusava trabalhos do estilo vender telemoveis, ele que era uma pessoa que tinha algumas dificuldades financeiras. A resposta dele é simples. "Há quem tenha estudado para vender telemoveis. Eu não andei a desperdiçar noites de estudo enquanto os outros bebiam e fodiam nas queimas para trabalhos desses." Hoje em dia, com 29 anos, é sub-gerente de um BPI.

 

Todo o trabalho é digno. Mas tenho em conta o esforço que faço enquanto estudante e quero que esse trabalho me seja recompensado mais tarde. De novo... andar a ter médias de 17 na universidade para depois não trabalhar na area a que me dediquei com salário minimo? Não, isso não é para mim. É para os gajos que estavam mais preocupados com as saidas à noite.

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Claro que um gajo quando passa noites e noites a estudar merece trabalhar na área em que se formou, com todo o esforço interente a isso. Mas isso não significa que dai para baixo seja lixo e que sejam trabalhos menores. Se for preciso € para (sobre)viver acho que nao se deve esperar que a (sobre)vivencia apareça...

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