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[FM'11] O Regresso ao Topo [Bayern de Munique]

Publicações recomendadas

Mês com resultados positivos e com uma grande decepção...

 

E ainda está tudo em aberto. Podes passar ao lado de tudo, mas espero que não :biggrin:

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Eish, tenho o pressentimento que tudo pode correr mal. Era muito mau perderes a Liga e a UCL para o City, BOA SORTE!

Mau? Mau é favor! Obrigado pela força! ;)

 

Mês com resultados positivos e com uma grande decepção...E ainda está tudo em aberto. Podes passar ao lado de tudo, mas espero que não :biggrin:

True, tanto posso fazer o triplete como o trinada. :mrgreen:

 

Obrigado aos dois, vou preparar a nova actualização agora.

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Man Utd

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Sofri muito nesta partida. A expulsão prematura de Vidic dificultou-nos imenso, e se já era difícil ganhar então agora a probabilidade disso acontecer descia muito. A nossa sorte foi ter um Adler mais do que inspirado entre os postes! Apesar do golo de Tevez aos 31', o gigante alemão esteve sempre muito bem. Os citizens podiam ter marcado mais dois ou três se não tivesse sido ele. Ao intervalo o resultado não era bom para nós, e já estava a ficar arrependido de ter tirado o Chicharito em vez do Rooney para meter um defesa aquando da expulsão, portanto disse ao Rooney que era ele quem tinha de empatar. Dei-lhe tempo e espaço, sozinho lá na frente, que numa outra situação não teria dado, e ele correspondeu às expectativas. Após um pontapé de canto M'Bengué recolheu a bola e imediatamente a colocou no meio-campo adversário, onde só habitavam três jogadores: Rooney, van der Wiel e Marcelo. O nosso jogador puxou a bola para o lado direito e, ao entrar na área, rematou ao canto superior esquerdo sem dar hipótese a Hart. Não é uma vitória, mas temos a vantagem do golo fora.

 

Não conseguimos pegar no jogo e o Everton aproveitou isso. Na primeira parte não fizemos praticamente nada, tendo sido só a equipa forasteira a mostrar serviço. Marcaram um golo, por intermédio de Fellaini. Não podia perder, isto fazia parte daquela sequência de jogos com o City. Eles enfrentavam o Liverpool e ainda estavam empatados, o que ainda assim nos deixava em primeiro. Mas não queria isso, queria mais. Ao intervalo a equipa ouviu das boas e, no segundo tempo, conseguimos dar a volta em 5'. Stanislas empatou após um grande cruzamento de Di María e Viegas consumou a cambalhota no marcador com uma assistência de Macheda. Já perto do fim Javier Hernández aumentou a vantagem. Após o jogo vi que o Man City tinha perdido 2-0 com o L'pool, com golos de Cole (85) e Kalou (90'+1).

 

A segunda mão não podia ter começado de forma pior. Lembram-se da vantagem que tinha da primeira mão devido ao golo que marcámos fora? Essa vantagem foi anulado logo nos instantes iniciais desta partida. Hamsik rematou forte ao poste da nossa baliza e a bola ressaltou nas costas de Adler, só parou lá dentro. Fiquei um pouco assustado porque não sabia se o Man City voltava tão forte como na primeira mão, mas felizmente não. Se eles tivessem marcado outro a eliminatória ficava por ali, porque precisaríamos de marcar três. Mas eles não o conseguiram, fomos nós. Vertonghen marcou um belo golo de pé esquerdo à entrada da área, mas mesmo assim isso não me chegava. Não queria ir a prolongamento, só em último caso, e Jonny Evans tratou de me ajudar a concretizar o meu desejo. Aos 64', após cabeceamento falhado de Phil Jones, o norte irlandês colocou-nos a vencer. Fantástico, estamos nas meias!

 

Parece que a UEFA não gosta de nós, suspendeu-nos o Vidic por mais dois jogos, ou seja, só jogará mais nesta edição da Liga dos Campeões se conseguirmos chegar à Final. Na meia-final vamos defrontar o Atlético de Madrid, e no outro jogo Valencia e Real Madrid encontram-se.

 

Estávamos numa série infernal de jogos, e para continuar seguiu-se o poderoso Chelsea de Alan Shearer. Não contava com uma partida fácil, afinal de contas já tinham sido demasiadas as vezes que o Chelsea esteve em baixo contra nós. Wayne Rooney abriu o marcador aos 11', mas não demorou 10' até Edin Dzeko colocar tudo novamente na estaca zero. Em Stamford Bridge eram os donos da casa que criavam mais perigo, mas fomos nós que no segundo tempo conseguimos ir para a frente do jogo mais uma vez. Um belo golo do Rooney valeu-nos os três pontos.

 

O Wigan era um alvo fácil tendo em conta aquilo que matámos nos últimos tempos. Desde cedo se viu quem ia ganhar. Macheda marcou por duas vezes antes do relógio marcar 10', deixou-nos numa situação bastante vantajosa e só tivemos de tirar partido disso. Stanislas viria ainda a aumentar a vantagem perto do intervalo, mas em cima da hora Gianni Bruno reduziu para o conjunto visitante. No segundo tempo baixámos um pouco o rendimento mas eles continuavam a não conseguir avançar no terreno. Estamos quase a garantir o título!

 

Fantástico! Conseguimos vencer o Bolton por uns expressivos 3-0 e, assim, chegar à Final da FA Cup. Os golos foram todos no primeiro tempo, por Rooney, Stanislas e Viegas. Mais um jogo de grande nível, e desta vez não sofremos. Na final vamos jogar com o Manchester City.

 

Não entrámos bem e o Atlético aproveitou-se disso. Aos 10' a equipa de Madrid já vencia com um golo apontado por José Antonio Reyes. Nós, aos poucos, fomos ganhando força e quando fizemos o nosso primeiro remate marcámos. Vargas colocou a bola na cabeça de Evans e este só teve de a encostar para o fundo da baliza de De Gea. Logo após o intervalo Vargas tabelou com Rooney e, só com o guarda-redes espanhol pela frente, não desperdiçou a oportunidade de marcar. Pouco tempo depois Rooney fez o 3-1 na sequência de uma grande penalidade sofrida pelo próprio. Estamos com um pé na final, mas temos de ter cuidado com este golo sofrido.

 

Man Utd: Classificação - Primeira Liga

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Anexos: Man City x Man Utd, Man Utd x Man City, Chelsea x Man Utd, Man Utd x At. Madrid, Plantel - At. Madrid

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Man Utd

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O Arsenal pegou melhor no jogo e nós tivemos de ir atrás deles, literalmente. Ramsey colocou a equipa da casa a vencer aos 6' e estavam a gerir o resultado, provavelmente a pensar que nós não seríamos capazes de voltar a lançar a partida. Rooney trinta minutos após o primeiro golo do jogo, estabeleceu a igualdade no marcador. Era ele também que viria a consumar a reviravolta, ao fazer um remate potentíssimo sem hipótese de defesa para o romeno dos Gunners. A estrela maior da noite, e do Arsenal, voltava a marcar em cima do apito final tirando-nos a vitória. Refiro-me ao Ramsey, claro. O City ganhou 3-2 em caso frente ao Tottenham, após ter começado a perder.

 

Primeiro que tudo tenho a referir que íamos bastante limitados para esta segunda mão da meia-final da Champions League. Vidic estava suspenso, Rafael encontrava-se lesionado, Stanislas, Phil Jones, Vargas e Rooney a rebentarem de tanto cansaço. Estávamos, sem dúvida, limitados. Quando vi que a única opção para este jogo era meter o Smalling a titular vi a minha vida a andar para trás, não por ele ser mau mas sim por ter pela frente dois dos avançados mais rápidos do Mundo, Neymar e Agüero, e ele ser lento que nem uma pedra. O Atlético entrou bem, sem dúvida à procura do resultado que os fazia passar à grande Final, e até conseguiram assustar-me ao colocarem-se em vantagem aos 24'. Nós criávamos poucas oportunidades, na verdade mal saíamos do nosso meio-campo porque preferia segurar lá a bola em vez de arriscar ir para a frente e num contra-ataque eles aproveitarem. Mas temos de referir que, apesar das poucas oportunidades de atacar, sempre que lá íamos eles tremiam bastante. Wayne Rooney aproveitou um erro defensivo para igualar a partida ao minuto 17 da segunda parte. Diego Forlán, que entrou no segundo tempo, ainda voltou a dar esperança aos Colchoneros para levar o jogo a prolongamento. Coloquei a equipa mais junta na defesa e eles não criaram mais perigo. O Real Madrid espera por nós na Final após ter eliminado o Valencia (4-2 no total). O último jogo da edição 2013/2014 da Liga dos Campeões vai ser disputado na Arena de Amesterdão a 24 de Maio.

 

Ora mais um empate na EPL, agora temos obrigatoriamente de vencer o último jogo para não ser necessário estar à espera que o City perca. O Sunderland, que está num belíssimo 5º lugar, abriu o activo aos 8' por Asamoah Gyan. A verdade é que eles estavam a jogar um pouco melhor, mas na altura do golo do empate o jogo tomou outro rumo. Passámos nós para cima e rapidamente fizemos outro por intermédio de Di María. Tudo estava a correr bem até que, ao minuto 55, Vidic viu o segundo amarelo e foi expulso. Passei a jogar apenas com um avançado na frente e a equipa manteve o equilíbrio defensivo, mas em cima do apito final Mirel Rãdoi (jogador emprestado pelo Man City) fez com que só conseguíssemos conquistar um ponto. Com os 88 pontos que temos até agora teríamos conquistado todas as outras edições da EPL à excepção da última, em que o primeiro classificado acabou com 90 pontos. Aliás, "teríamos conquistado" não, conquistámos mesmo.

 

Jogámos muito e jogámos bem, se bem que estava um pouco receoso no primeiro tempo. Tinha medo que a equipa sofresse primeiro, como tem vindo a acontecer nos últimos encontros, e optei por uma estratégia mais defensiva. Ao intervalo vi que o Man City já vencia com um golo de Adebayor e, com o nosso resultado fixado em 0-0, seriam eles os campeões. Não podia ser, mudei de estratégia e passei a jogar num 4-1-3-2 mais ofensivo, com um número 10. Nani marcou primeiro, 20' depois foi Evans, com Poepon a dar esperança ao Stoke para evitar a despromoção mas logo de seguida Vertonghen deu a machadada final.

 

 

Man Utd: Classificação - Primeira Liga

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Classificação - Casa | Classificação - Fora

 

 

 

WE ARE UNITED! WE ARE THE CHAMPIONS!

 

Adeptos, direcção, equipa técnica, jogadores, todos eles ficaram bastante felizes com esta vitória no campeonato. Também não é para menos. Mesmo assim a época ainda não acabou, podemos fazer o triplete se vencermos as duas finais que nos faltam. A 17/05 em Wembley enfrentamos o Man City e, a 24/05 na Arena de Amesterdão vamos estar frente-a-frente com o Real Madrid.

 

Anexos: Arsenal x Man Utd, At. Madrid x Man Utd

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Epá....já mudaste de clube outra vez...tenho que começar a tentar vir cá assiduamente :mrgreen:

 

Bom em terras de sua majestade e ao serviço do grandioso United foste campeão. De qualquer das maneiras ainda há mais competições para ganhar, e espero que as 2 sejam conquistadas por ti.

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Sempre que cá vens tens uma surpresa, não é? :mrgreen:

 

É verdade, finalmente consegui alguma coisa! Ainda bem que foi ao serviço do meu United. :heart: Ainda há a FA Cup e Champions League. Será que vamos conseguir duas Champions no mesmo dia? 8)

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680.png Man Utd x Man City 679.png | Wembley 1301426.png

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A primeira final era, como já tinha dito, diante do nosso rival da cidade. Refiro-me, obviamente, ao Manchester City. Eles entraram em campo com o habitual 4-3-3 que têm usado contra nós, com Hart; Marcelo, Chygrynskyi, Burdisso e Micah Richards; Touré, Ganso e Hamsik; David Silva, Tevez e Sánchez. Nós também utilizámos a táctica habitual, um 4-1-3-2 esquisito em que jogo com um trinco mais puxado para o lado direito, um médio-centro mais para o lado esquerdo, dois extremos e dois avançados. A equipa inicial era: Adler; Vargas, Vertonghen, Phil Jones e Rafael; Ancelotti, Fletcher, Di María e Stanislas; Macheda e Rooney.

Tinha o Chicharito apto mas o Macheda tem feito os jogos todos da Taça e tem jogado bastante bem, por isso optei por colocar o italiano a titular. No banco temos Kameni, M'Bengué, Nani, Evans, Smalling, Mário Viegas e Chicharito, enquanto que eles têm Diallo, Adam Johnson, Milner, Adebayor, Scott Dann, Farfán e Park Chu Young.

 

Em Wembley o Man City conseguiu fazer aquilo que não tinha conseguido na segunda mão dos quartos de final da Liga dos Campeões. Desde o apito inicial que eles nos saltaram para cima, mas ainda assim o primeiro tempo foi aquele em que achei o jogo mais equilibrado. Sánchez abriu o activo à passagem do minuto 12, e Angelito viria a empatar apenas aos 43'. No início da segunda parte o City agarrou de vez no jogo. Pouco ou nada fizemos a partir daí. Alexis Sánchez bisou 15' após o descanso, mas pouco tempo de pois Di María voltava a empatar. Nesta altura o nosso jogo já era algo injusto e, na verdade, apareceu devido a um golpe de sorte. Os citizens souberam responder mas só conseguiram colocar-se na frente do marcador já na etapa final do encontro.

 

Não ganhámos, não conseguimos vencer a FA Cup. Era um objectivo da direcção chegar à Final, mas era um objectivo pessoal vencê-la. Não conseguimos vencer a Carling Cup e esta também não. As situações foram diferentes, mas deixou-me à mesma com um sabor amargo na boca. Ainda para mais esta foi perdida para o nosso rival, o Man City. Ao longo de toda a época foram um adversário e tanto, deram-nos sempre imensos problemas e só não venceram o campeonato devido ao jogo com o Liverpool. Bem, mas isso é algo relativo, se nós tivéssemos vencido o Arsenal também teríamos conseguido garantir o título mais cedo. Esta Taça fica para a próxima época.

 

 

 

1736.png Real Madrid x Man Utd 680.png | Arena de Amesterdão 1301394.png

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A Final da Liga dos Campeões estava aí à porta. Recebi o relatório do adjunto e vi que Cristiano Ronaldo estava lesionado, tive um sentimento de alegria e tristeza ao mesmo tempo. Tristeza porque gostava que estivessem todos os jogadores a 100%, alegria porque eles não podiam contar com o seu melhor jogador. Jogámos com um esquema táctica igual ao do jogo anterior, mas com um onze um pouco diferente. Adler; M'Bengué, Evans, Vidic e Rafael; Jones, Viegas, Vargas e Stanislas; Rooney e Chicharito, eram os escolhidos. O Real entrava em campo em 4-5-1. Casillas; Arbeloa, Pepe, Ranocchia e Sergio Ramos; Khedira, Canales, Özil, Kaká, Pedro León e Higuaín. No banco eles tinham Adán, Garay, Albiol, Marko Marin, Benzema, Fernando Zaldua e Xabi Alonso, e nós contávamos com Kuszczak, Vertonghen, Fletcher, Anderson, Gibson, Nani e Macheda caso fosse necessário.

 

Logo no início os adeptos presentes no estádio viram um Man Utd mais atacante, com mais à vontade a trocar a bola e pronto, a qualquer altura, para marcar ao Real. Numa manobra conduzida por Özil, Pedro León fez o primeiro da noite. Sabia que mais tarde ou mais cedo a minha equipa ia responder, pois a diferença do brilhantismo exibicional apresentado por ambas as equipas era gritante. Wayne Rooney fez com que fossemos para intervalo empatados. Estávamos a jogar muito melhor, a dar pouco espaço aos merengues, podem verificar isso aqui.

 

No regresso do descanso o Chicharito vinha embalado e fez com que virássemos a partida a nosso favor. A vantagem não durou muito porque, do meio da rua, Canales conseguiu bater Adler. A nossa superioridade cheirava-se, estava no ar, só não sentia quem não queria. Conseguimos colocar-nos em vantagem novamente com um grande golo de Rooney, que rematou com imensa força para não dar hipótese a San Iker, que estava a fazer uma exibição de encher o olho a qualquer adepto de futebol. Higuaín ainda conseguiu levar o jogo a prolongamento ao fazer o 3-3 ao cair do pano.

 

Na fase complementar do jogo, os 30' adicionais que foram dados para a grande Final se decidir, o Real Madrid entrou melhor mas fomos nós quem marcámos por intermédio de Nani que tinha entrado aos 86'. A assistência de Fletcher, por si só, já valia meio golo. O Real estava com menos um devido à lesão de Özil numa altura em que eles já tinham esgotado as substituições, e para azar deles ainda viram o segundo cartão amarelo ser exibido a Sergio Ramos. Eu, sinceramente, pensava que eles não iam fazer mais nada. Passaram a jogar com apenas três homens à frente do guarda-redes e o resto atrás de Benzema e Higuaín. Aos 112' Sergio Canales voltou a estabelecer a igualdade, levando assim o jogo ao desempate das grandes penalidades.

 

Nas grandes penalidades assustei-me e não foi pouco. Nani e Rooney falharam as duas primeiras oportunidades e, para o Real, Garay tinha marcado enquanto que Higuaín fez o mesmo que os nossos dois jogadores. No terceiro penalty Vargas marcou e Benzema falhou. Nesta altura estávamos iguais. Fletcher e Xabi Alonso marcaram a quarta, e, na quinta grande penalidade o Chicharito fez questão de me pregar uma valente partida. O mexicano falhou e eu estava de mãos na cabeça a pensar no que tinha acabado de acontecer. Para nossa satisfação Sergio Canales também a falhou. Na última, e já na morte súbita, Vidic concretizou e Khedira rematou para Adler protagonizar uma enorme defesa.

 

Os melhores da noite foram, da parte do Real, Iker Casillas, Canales e Özil, e da nossa equipa foram Rooney, Vargas e Chicharito. San Iker venceu o prémio de melhor jogador em campo com todo o mérito, fez uma exibição fantástica. O Man Utd já tinha chegado à final em duas ocasiões antes da minha chegada ao clube e desde que iniciei esta aventura. Em 2011 perderam com o Real Madrid em Wembley, e em 2012 o Bayern Munique venceu na Allianz-Arena.

 

O que aconteceu no seguimento da vitória no campeonato aconteceu agora também. A direcção, adeptos, staff, jogadores ficaram, mais uma vez, felicíssimos com a conquista deste troféu. É a maior competição a nível Europeu e nós conseguimos conquistá-la!

Editado por Tikz™

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Grandes conquistas..campeonato e a champions!!

Pena é teres perdido aquela final com o Man. City mas msm assim fizeste um excelente campeonato...

 

Boa Sorte

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Estiveste muito bem com uma época recheada, conseguiste vencer o campeonato e levar o Man Utd também à glória europeia num jogo repleto de emoções :handclap:

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Só por perderes frente ao Shity devias ser despedido :mrgreen: Ganhaste a Champions naquela que foi certamente uma das finais mais marcantes de sempre, com muitos golos e espectáculo e com a decisão a ser tomada nos penalties. Caiu a teu favor e és campeão da Europa :prayer: É para continuar a limpar Inglaterra ou vais para outras paragens? 8)

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Muito dinheiro investido pelos red devils no mercado de transferências, mas também acabas por fazer uns bons trocados nas vendas.

O investimento avultado acaba por ser recompensado com algunsbons resultados, como aqueles registados na primeira sequência de jogos.

Em outubro, és naturalmente batido em White Hart Lane, naquela que acabou por ser a única derrota da tua equipa até final do ano. Spurs são tramados!

Em 2014 mantiveste a série de vitórias, cedendo apenas diante do improvável WBA. Consegues a vingança perante os spurs, mas até agora não vi nenhuma humilhação, tal como dizias :mrgreen:

Em março perdes, novamente de forma estranha, diante de uma equipa inferior, num resultado que te tira a hipótese de conquistar a Taça da Liga, porém o objetivo principal mantinha-se intacto e acabaste mesmo por não vacilar, pese embora a diferença mínima para o City.

Nas Taças acabas por perder de Inglaterra, mas conquistas a maior da Europa nos penáltis :compinchas:

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Muito obrigado aos quatro pelo vosso comentário. Sois uns amores. :heart:

 

Pessoal, já estou a iniciar a nova época e não ando com muita vontade para jogar. Tenho já mais duas actualizações quase prontas mas não tenho vontade para as terminar. Está mau isto. Não sei se uma mudança de ares não me faria bem, mas quero ficar pelo menos mais um ano em Manchester. Vou iniciar um save novo, seguindo o desafio "O Pentágono" e jogar offline para ver se a motivação para este regressa. Eu sei que vocês compreendem. Mais uma vez obrigado, um abraço.

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Foi uma época bastante boa na minha óptica. Jogámos em quatro competições distintas, a Carling Cup, FA Cup, Champions League e o Campeonato Inglês. Vencemos duas dessas competições, as mais importantes, tanto para mim como para qualquer adepto de futebol. No campeonato foi à tangente, com apenas um ponto de vantagem sobre o segundo classificado, Man City, que deu imensa luta ao longo de toda a temporada. Na Champions League passámos a fase de grupos com relativa facilidade, ainda que só tenhamos vencido metade dos jogos também não perdemos nenhum. O adversário na fase a eliminar que mais dores de cabeça me deu foi, como não poderia deixar de ser, o nosso rival de Manchester. Pensei para mim mesmo que se tinha conseguido ultrapassar aquele obstáculo era capaz de vencer a competição. Na fase seguinte o Atlético de Madrid, apesar da vontade em chegar à Final não conseguiu mostrar isso em campo. Em Amesterdão defrontámos e vencemos o Real Madrid num jogo que foi até à marcação de grandes penalidades. Esta foi uma final épica que nunca vou esquecer.

As competições que não ganhámos não eram as mais importantes, se bem que a FA Cup era um objectivo pessoal e da direcção. Caímos na grande Final de Wembley aos pés do Man City. Na Carling Cup foi azar. O Wolves conseguiu a vitória no final dos 90', e apesar de me ter deixado um pouco triste na altura depois acabou por passar. Foi uma época fabulosa que nunca irei esquecer. Na minha primeira temporada em Inglaterra ao serviço de um dos meus clubes de coração consegui mostrar serviço. Ao fim de 63 jogos marcámos 141 golos e sofremos 49. As médias não são as melhores, 2.2/jogo e 0.8/jogo respectivamente, mas deram para conquistar o que pretendia. Na próxima temporada tenho de levantar uma e baixar a outra.

 

Manchester United 2013/2014 - Estatísticas do Plantel

 

Agora vamos falar um pouco do plantel. Como esperado, René Adler foi dono e senhor da nossa baliza deixando apenas os colegas de posição Kameni e Kuszczak fazerem em conjunto cinco jogos. Sofreu 47 golos ao longo da época mas em 28 jogos não deixou o adversário fazer a festa.

Na defesa, os jogadores que normalmente jogavam eram Rafael, Vidic, Jones e M'Bengué. Numa segunda fase da época Jones e Evans acabaram por rodar um pouco. Outra das opções para o centro da defesa era Vertonghen, assim como Smalling. O primeiro, devido à sua polivalência jogou mais, visto que o Chris apenas servia para ocupar uma posição no centro. Kieran Gibbs apesar da média jogava sempre bem quando era chamado. O Vidic e o Rafael foram os melhores do sector, e por isso vão ver os seus contractos renovados.

Seguidamente vem o meio-campo. Habitualmente era constituído por Ancelotti, Fletcher, Vargas e Stanislas. O italiano já foi garantido para a próxima época, por uma verba a rondar os €25M. É jogador para valer isso e muito mais, é uma besta dentro de campo apesar da sua baixa estatura. O Fletcher sofreu uma lesão grave a meio da época e fui obrigado a inscrever Gibson, que diga-se estava sempre em grande quando era chamado, e tive de jogar com o Mário Viegas no centro. Gostei muito do português, apesar da tenra idade e ser a sua época de estreia em Inglaterra não se deixou intimidar. Ao longo de 22 jogos, mais 14 em que entrou como suplente, fez seis golos, seis assistências e foi considerado melhor jogador em campo numa ocasião. Espero muito dele. O Vargas foi dos melhores este ano, ao fazer 24 assistências para golo. Na segunda metade da época, com a chegada do Di María, em alguns jogos colocava-o a jogar a lateral-esquerdo mas aí também jogava muito bem. No outro lado, e a que foi para mim a contratação da época, estava Junior Stanislas. Quando o contratei já sabia que vinha bom jogador, apesar de nunca o ter treinado até então. Afirmou-se desde logo como titular roubando o lugar a Nani, fez 14 assistências e 9 golos durante a época. Foi, também ele, um dos melhores este ano. O Anderson, Steven Davis e o Nani também não comprometiam quando eram chamados à titularidade. O argentino Di María é que fez poucos jogos, menos de 18, esteve um pouco em baixo mas espero que na próxima época isso melhore.

Para a frente de ataque tínhamos inicialmente quatro jogadores e, posteriormente, Welbeck integrou a equipa principal. Robbie Keane veio para ganhar uns trocos, porque jogos só fez 4. Até mesmo o Welbeck só actuou em seis partidas. E isto porquê? Bem, os números são explícitos. Rooney marcou 29 golos em 43 jogos como titular, Chicharito fez 25 golos em 42 partidas como titular, e Federico Macheda fez 18 golos em 32 partidas como titular. Este trio foi fantástico ao longo da época. O Rooney e o Javier lesionaram-se durante esta última época, como vocês devem saber, mas Macheda estava lá sempre pronto a tapar o lugar e a nem deixar saudades dos outros avançados. Foi simplesmente fantástico, daí o meu destaque especial a ele.

 

Falando agora de prémios, cinco dos nossos jogadores fizeram parte da Dream Team da Liga dos Campeões, nomeadamente Adler, M'Bengué, Phil Jones, Vertonghen e Chicharito. Vertonghem porquê? Porque o Ancelotti não pôde ser inscrito nas competições europeias. Vargas foi eleito o Jogador do Ano dos adeptos. Um prémio que acabei de inventar, o Jogador do Ano do Treinador, foi sem dúvida o experiente Nemanja Vidic. O Jogador do Ano dos jogadores ingleses foi Wayne Rooney, seguido por Vargas. O Rooney foi também o terceiro melhor marcador do campeonato, atrás de Defoe e, o vencedor, Tevez que fez 35 golos. Época brilhante do mágico argentino. O prémio de Treinador do Ano foi entregue a Mick McCarthy do Wolves, ficando eu em segundo classificado e Steve Bruce, do Sunderland, no terceiro posto. Na Premier League, a equipa do ano foi composta por quatro jogadores nossos como titulares e um suplente. Adler, Vidic, Rafael, Rooney e Vargas, respectivamente. O Vargas só não faz parte da equipa titular porque Ashley Young que actuou na mesma posição que ele fez uma época fantástica a todos os níveis.

 

Foi, também, anunciado planos de expansão do estádio. Vai custar €24.5M e vai durar cerca de 4 meses para aumentar a lotação do estádio em mais 16 mil lugares sentados. Na próxima época a direcção quer novamente o campeonato e coloca à minha disposição €70M para eu fazer as contratações que ache necessárias, assim como €8.5M/mês para pagar salários. Já sabemos o calendário da época 2014/2015 e não vai ser fácil, com os primeiros jogos da época a ser diante do Man City, Tottenham, Liverpool e Chelsea. O primeiro e o último são a contar para a Supertaça Inglesa e Europeia, respectivamente.

 

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Bem, e por fim, mas não menos importante, recebi um convite por parte da Federação Argentina para substituir Sergio Batista como seleccionador nacional. 2014 foi ano de Mundial no Brasil e as coisas não correram muito bem aos argentinos. Eles esperam, apenas, que honre a nação em todos os jogos. Aceitei a proposta porque não é todos os dias que se pode treinar jogadores como Mascherano, Messi, Pastore, Tevez e Higuaín. Aliás, não ando muito longe de cometer uma loucura para o Pastore ingressar no Man Utd, é uma questão de necessidades. Logo se verá. Aqui fica o plantel que o ex-seleccionador escolheu para o último jogo ao comando do conjunto albiceleste. Para já, tenciono ganhar a Copa América.

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Argentina? f*da-se levavas um beijo na boca :prayer: :prayer: Argentina :heart:

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Época em cheio. As finais perdidas acontece. Não se pode ganhar tudo. Argentina é um bom desafio! Boa sorte nas pampas.

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Argentina? f*da-se levavas um beijo na boca :prayer: :prayer: Argentina :heart:

Já me arrependi de ter aceite o convite. emot-colbert.gif :mrgreen:

 

Época em cheio. As finais perdidas acontece. Não se pode ganhar tudo. Argentina é um bom desafio! Boa sorte nas pampas.

Seja bem aparecido! É verdade, mas sabe sempre bem quando se ganha tudo. :grin:

 

Obrigado aos dois! Vou agora começar a escrever a próxima actualização, que é referente ao mercado de transferências. Amanhã à tarde devo colocar aqui o início da época.

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Mercado de Transferências - Verão 2014

Mal abriu o mercado de transferências já tinha muita coisa definida. Os reforços já estavam a ser analisados desde Janeiro e estou convicto de que ao preço que foram não conseguia arranjar melhor. Isto tirando o jovem Fitzgibbon, que não tinha sequer conhecimento da sua existência até ao início do mês de Julho.

Apesar de ter introduzido primeiro os reforços, vou começar por falar dos jogadores que foram no sentido inverso, i.e., que rumaram a outras paragens. No dia 14 de Junho Carrick, Cleverley e Steven Davis deixaram o clube. Só com estes três conseguimos juntar aproximadamente €17M. Eram jogadores que não faziam falta. A maior fatia desta quantia veio do Steven (€12.5M). Robbie Keane e Omrani também deixaram o clube, ambos com o vínculo a terminar, o Robbie ficou sem trabalho e o Billel assinou pelo Vannes OC. Carlos Kameni também já tinha a sua situação definida desde Abril, altura em que o Hoffenheim me ofereceu €8.25M pelo seu passe. A título de empréstimo foram quatro jogadores. Fábio, Thorgan Hazard, John Fleck e Stefano Trombetta. Os dois últimos ficaram em Inglaterra, no Wolves e Aston Villa respectivamente. O Hazard rumou à Alemanha para jogar no Karlsruhe e o Fábio voltou a Espanha onde já tinha jogado na época passa, mas desta vez ao serviço do Sevilla. Com o dinheiro da cedência dos passes a título definitivo e dos empréstimos, conseguimos juntar qualquer coisa como €33M. Não foi nada por aí além mas deu praticamente para cobrir os gastos que fizemos.

Cristian Ancelotti foi o primeiro reforço, veio do Inter a troco de €25M. Já tinha feito uma época e meia a meu comando e jogou quase sempre bem. Apesar de não ser um típico trinco, que prima pela sua componente física, tem uma enorme agilidade a jogar a seu favor. Gosto muito dele, será certamente titular tal como na época passada. No ano passado tive vários problemas no lado direito da defesa. O Rafael não aguentava muitos jogos seguidos e por isso o Phil Jones teve de actuar muitas vezes no seu lugar. Este ano o Phil vai começar a época ao lado de Vidic, com o Rafael a ter como suplente Kyle Walker, que veio do Tottenham por €4.9M. Já em Janeiro o tinha tentado contratar, mas os Spurs pediam €9.5M. Nem era por aí, o ordenado que ele pedia é que era bastante alto para um jogador que ia sentar no banco. Após uma longa espera de seis meses voltei à carga e a sua ex-equipa foi confrontada com a sua vontade de sair para um clube maior. O jovem Will Fitzgibbon despertou-me à atenção devido ao seu perfil. Cheira-me que vai ser craque. Daqui a uns anos o ataque do Man Utd vai ser com este inglês e o italiano Trombetta. Para já fica nos juniores, mas na próxima temporada vai rodar num clube modesto da EPL. Por último, mas não menos importante, chegou Fraizer Campbell, proveniente do Sunderland. O Welbeck saiu do clube no final do mês de Julho, e era importante ter na equipa um quarto avançado. Trocou-nos pelo Aston Villa, que nos deu €5.75M. Foi para lá na categoria de suplente, pois o ataque deve ser entregue a Lavezzi e ao Trombetta. Eu, pelo menos, optaria assim. O Campbell veio, tal como já referi, para ser uma ajuda preciosa no balneário. Apesar de ter apenas 26 anos já tem muita experiência, e é sempre bom ter alguém assim com quem contar. O valor que o Sunderland pedia também não era nada impeditivo, cerca de €2.7M, é mais simbólico do que outra coisa. E pronto, foi isto. Sinceramente estou a gostar das minhas movimentações no mercado de transferências. Já no ano passado tinha contratado alguns jogadores de nacionalidade inglesa de grande qualidade e não me arrependi, duvido que este ano isso aconteça.

 

Quanto à pré-época, não foi nada por aí além. Fizemos poucos jogos e foi o adjunto que esteve ao comando da equipa. Sinceramente não gostei do que ele fez. Houve jogadores do plantel principal que nem sequer tocaram na bola e isto pode dar mau resultado. Espero que não, mas estou com algum receio.

 

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Aqui fica a equipa-tipo que entrará de início sempre que as condições necessárias estejam preenchidas. Pode sofrer alguma alteração consoante a forma de alguns jogadores, claro.

 

Anexos: Cristian Ancelotti, Kyle Walker, Will Fitzgibbon, Fraizer Campbell | Manchester United - Plantel @ 2014/2015

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Pareces ter ai um belo plantel e esse puto italiano o Ancellotti parece ser promissor. Comecei por abrir as SS's e digo-te, não estão um bocado pequenas? Eu sou um bocado para o cego, mas quase não consigo ver os atributos.

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Esses quatro reforços que chegaram demonstram potencial, o Ancelotti tem um futuro promissor, já o Kyle, tenho boas recordações dele no Fm'10, é bom jogador.

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Contratações essencialmente para dar mais profunidade ao plantel e parece-me que fizeste bem. Gosto muito do puto de 16 anos com nome esquisito parece ter imenso potencial. Já o Ancelotti madre mia, que bicho com apenas 19 anos!

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Pareces ter ai um belo plantel e esse puto italiano o Ancellotti parece ser promissor. Comecei por abrir as SS's e digo-te, não estão um bocado pequenas? Eu sou um bocado para o cego, mas quase não consigo ver os atributos.

O Ancelotti é mesmo muito bom. Agora vendo bem secalhar até estão. Queres ver alguma em particular um pouco maior? ;)

 

Esses quatro reforços que chegaram demonstram potencial, o Ancelotti tem um futuro promissor, já o Kyle, tenho boas recordações dele no Fm'10, é bom jogador.

Não diria potencial, porque na verdade só dois é que ainda têm margem de evolução. O Kyle e o Fraizer, apesar de não estarem na fase decrescente da carreira também não vão subir muito mais. Nunca o treinei, espero que seja tão bom aqui como foi no teu FM10. :grin:

 

Contratações essencialmente para dar mais profunidade ao plantel e parece-me que fizeste bem. Gosto muito do puto de 16 anos com nome esquisito parece ter imenso potencial. Já o Ancelotti madre mia, que bicho com apenas 19 anos!

Tem mesmo. Ele e o Trombetta, daqui a uns anos, vão destruir a defesa das equipas que se atravessarem no caminho no Man Utd. 8) O Ancelotti é muito bom, como já disse ao 27th. Para além de ter umas características muito próprias, dentro de campo faz tudo como eu quero: Passes curtos para melhor circulação de bola, não rematar de longe, mexe-se pouco em relação à sua posição de origem.

 

Grandes reforços :compinchas:

:fixe:

 

Vou tratar das imagens agora para actualizar, o texto já está pronto. Até já e obrigado a todos! :compinchas:

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Man Utd

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O primeiro jogo oficial da época era a contar para a Supertaça, mais conhecida como FA Community Shield. Em Wembley teríamos pela frente o Man City, que tal como nós não fizeram grandes mexidas no plantel. Entrámos melhor, apesar dos primeiros remates terem sido dos citizens, e conseguimos encostá-los à parede durante algum tempo. O primeiro golo da temporada apareceu aos 30', por intermédio de Phil Jones com uma grande assistência de Vargas. Ao intervalo estávamos a vencer mas não fiz questão de jogar mais à defesa, voltámos para cima deles e Di María aumentou a contagem após um primeiro remate ao poste. Era o argentino que viria a cruzar para Chicharito fazer o terceiro da noite e, por fim, já ao cair do pano, Hamsik reduziu para o City. Acabou, conquistámos a Supertaça. Di María e Adler foram os homens da noite.

 

No campeonato a primeira jornada era frente ao Tottenham. O início não foi dos melhores, dando até algumas chances aos Spurs de progredir no terreno. Acertaram no poste bem cedo e só voltaram a aparecer na altura do nosso segundo golo, em que Barreto fez questão de reduzir, na altura, para 2-1. Wayne Rooney marcou o primeiro e o último da noite, e Macheda aumentou a vantagem aos 63'. Não fossem as quatro bolas ao poste e teríamos conseguido um resultado bem melhor.

 

O Liverpool foi um adversário bastante difícil de enfrentar. Fizeram uma primeira parte assombrosa, nós apenas conseguimos rematar em duas ocasiões, e podiam ter chegado ao golo em mais do que uma ocasião. Ao intervalo disse à equipa que tínhamos de reagir, e assim foi. Acordámos, começámos a jogar futebol e, aí, a equipa da casa começou a chegar-se para trás. Foi por sorte que não conseguimos marcar. Mário Viegas acertou na barra num lance que só tinha de terminar em golo. Nos últimos 5' eles nem respiraram, só não vencemos esta partida por falta de sorte.

 

O Chelsea por norma não nos dá grandes problemas, e esta partida seguiu a tradição. Os vencedores da Liga dos Campeões e da Liga Europa defrontavam-se no Estádio Louis II, no Mónaco. Entrámos bem, logo com um golo de Vidic, e aos 20' ainda o nosso adversário não tinha sequer rematado. Estavam a jogar em 5-3-2, com medo de alguma coisa suponho eu. O sérvio aumentou a vantagem aos 27' e foi aí que os Blues acordaram, acordaram mas não criaram perigo. No início do segundo tempo Junior Stanislas fixou o resultado em 3-0 e até ao término do encontro o marcador não se alterou em mais nenhuma ocasião. Ainda agora a época começou e já conquistámos dois troféus. Só faltam cinco!

 

Sorteio da Fase de Grupos da Liga dos Campeões

 

Não gosto, assim não. Quero ganhar mas sem sofrer golos. Adler, sem culpa, fez a bola entrar na própria baliza e em cima do minuto 90 Sam Vokes marcou para o Blackburn. Mais dois golos sofridos do nada. A nossa sorte foi ter um Federico Macheda inspirado que bisou. Chicharito também fez a festa ao apontar o nosso terceiro golo. Não fizemos um jogo por aí além, mas muito menos o nosso adversário fez para nos assustar desta maneira.

 

Fizemos um jogo razoável, não criámos muitas oportunidades mas também não prevaricámos defensivamente. Aos 17' ainda nenhuma das equipas tinha rematado, estava a ser uma partida bastante dividida a meio-campo, mas foi a partir dessa altura que tomámos as rédeas do jogo. À passagem do minuto 36 Macheda marcou o único golo do encontro. Valeu-nos três preciosos pontos. Na segunda parte tentámos jogar no erro do adversário mas eles também não deram hipóteses lá atrás. Wayne Rooney saiu ao intervalo devido a lesão e vai parar durante três semanas no máximo.

 

Esperava vencer o Lyon no seu novo estádio, o OL Land. No ano passado vencemos o conjunto francês nas duas vezes que nos enfrentámos, e já em 2011 o Man Utd tinha conseguido duas vitórias diante do OL. Infelizmente não fomos além do empate a zero, o que me deixou um pouco zangado. Os donos da casa ficaram reduzidos a dez elementos aos 11' do encontro, quando Efraín Juárez viu o cartão vermelho directo. Eles souberam jogar com menos um, sempre na defesa fazendo o impossível para nós não progredirmos. A melhor ocasião foi nossa, aos 60', em que Macheda atirou com força ao poste esquerdo da baliza de Lloris.

 

Agora jogámos muito e jogámos bem. O Wigan nem sequer teve hipótese de mostrar o que valia, tal não foi a tareia que levaram. Toda a equipa jogou bem, e isso fez com que o jogo tivesse apenas um rumo. Chicharito e Macheda marcaram os golos da partida, não deixando margem para dúvidas quanto ao justo vencedor.

 

O jogo a contar para a Taça da Liga diante do Hartlepool serviu, essencialmente, para dar minutos aos menos utilizados até agora. Entrei com uma equipa totalmente diferente da que inicia os jogos do campeonato, apenas com dois jogadores habituais: M'Bengué e Fletcher. Estivemos em grande plano, com os nossos centrais a marcar um golo cada nos primeiros 45'. No segundo tempo, e já a vencer devido ao Vertonghen e ao Smalling, Will Fitzgiboon estreou-se pela equipa principal do Man Utd e marcou. Aliás, foi o seu primeiro jogo oficial. Já perto do apito final Mário Viegas aumentou a vantagem. Isto serviu de pouco, apenas para observar alguns jogadores. Bébé, Viegas, Fitzgibbon e Gibbs fizeram uma grande exibição. O Will foi o jogador mais jovem de sempre a marcar pelo Man Utd, com 16 anos e 348 dias.

Sorte ou azar, segue-se o Chelsea na quarta eliminatória da Taça da Liga.

 

Mas que jogo diante do Birmingham! Foi uma vitória sacada a ferros! Sofremos muito para sair do St. Andrews vencedores. A equipa da casa estava a jogar claramente à defesa e isso estava a dificultar bastante a nossa vida - i.e., construção de jogo. Numa fase mais avançada do encontro coloquei Nani e Vargas a jogar muito à frente, o que nos dava alguma vantagem no um-para-um com o adversário. Havia sempre espaços abertos e que, a 3' do fim, foram bem utilizados. Nani, da direita, presenteou Macheda com uma bola para a sua frente. O italiano agradeceu da melhor forma possível. Vitória suada em terreno complicado.

 

Era importante vencer os jogos em casa a contar para a Liga dos Campeões, principalmente porque a deslocação à Turquia não vai ser fácil e o jogo caseiro com o Lyon também não aparenta facilidades. Entrámos bem, fortes e com vontade de vencer, tal e qual como eu pretendia. O resultado só se alterou perto do intervalo devido a um forte remate de Rooney que regressou à competição. No segundo tempo Vargas, na sequência de uma grande penalidade, e Phil Jones, após a cobrança de um pontapé de canto, deram-nos maior conforto ao colocar a fasquia bastante alta.

 

Mesmo após o regresso do Wayne não quis deixar de fora o Macheda, que tem vindo a fazer um início de época bastante bom. Ainda bem que a minha decisão foi esta, pois o bom início de jogo não bastou para nos colocar a vencer. O Fulham defendia com unhas e dentes e se não fosse o italiano com uma ajuda do Di María não sei que caminho isto tomaria... O importante é que vencemos. Federico Macheda é, neste momento, o nosso melhor marcador com 7 golos no campeonato.

 

A jogar com o último classificado a nossa obrigação era vencer. O West Ham nunca deu grandes problemas a Adler e, naturalmente, o resultado começou a pender para o nosso lado. No primeiro tempo foi um, no segundo tempo foram três. Macheda, Stanislas, Rooney e Nani. Três golos tiveram o mesmo nome associado: Mário Viegas. O português assistiu os três primeiros da noite! Uma das decisões que tomei antes do jogo foi deixar o gigante sérvio, o Vidic claro, no banco. Não é que andasse a jogar mal, mas psicologicamente não estava bem. Evans tomou partido disso e fez uma grande exibição, que para já lhe vai valer a titularidade no jogo da Champions.

 

Na terceira jornada do Grupo F da Liga dos Campeões íamos defrontar o AA Gent, que só tinha três jogadores razoáveis no plantel. Resolvi rodar a equipa, podia ser arriscado mas a jogar em casa éramos claramente favoritos. Apenas com o guarda-redes, com Phil Jones, Rafael e Ancelotti do onze habitual espetámos seis nestes meninos. O grande culpado por isto foi Javier Hernández. O Chicharito mostrou que também tem capacidades para jogar a titular ao fazer balançar as redes em quatro ocasiões nesta noite. Bebé e Macheda trataram dos outros dois, e apenas para ficar registado o Gibson fez três assistências.

 

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Até agora as coisas estão a correr muito bem. Dos 14 jogos que realizámos conseguimos vencer 12 deles. Os outros dois foram empates, um frente ao Liverpool em Anfield e outro em França diante do Lyon. Houve uma altura em que estava a duvidar um pouco da equipa que no ano anterior conquistou o campeonato e a Champions League, muito devido à falta de concentração na nossa defesa. Isso custou-nos golos que, embora não nos tenham prejudicado, fizeram mossa. Isto numa fase inicial, porque ultimamente temos estado muito bem. O Adler já não sabe o que é sofrer golos desde 3 de Setembro, já vai quase para dois meses! No ataque o Macheda tem sido o nosso matador de serviço. Já marcou 9 golos, 8 deles no campeonato, e em três ocasiões foi ele que nos garantiu os três pontos (contra o Wolves, Birmingham e Fulham). Estou a gostar muito do italiano, tem sido sempre titular nas partidas do campeonato exceptuando o jogo com o Liverpool, só na Champions é que entrou quase sempre após o intervalo.

 

Man Utd: Classificação - Primeira Liga

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Man Utd: Classificação - Liga dos Campeões @ Grupo F

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Anexos: Man City x Man Utd, Man Utd x Tottenham, Liverpool x Man Utd, Man Utd x Chelsea, Man Utd x AA Gent

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Fdx e perderes jogos? :o Grande fase essa empatando apenas em Anfield e em França frente ao Lyon. No entanto parece-me que dos jogos que venceste o teste mais a sério foi com o Tottenham, tirando as duas supertaças...

 

Falando nisso parabéns por mais 2 canecos! :mrgreen:

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