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[FM'11] O Regresso ao Topo [Bayern de Munique]

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Villarreal C.F.

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O mercado de transferências de Janeiro abriu e nós já tínhamos garantido a contratação de Pjanic. Fui informado assim que cheguei que era prioritário arranjar alguém capaz de substituir Cani a longo prazo, e vi no bósnio capacidade suficiente para tal. Veio do Lyon a troco de €10,75M. No sentido inverso foram os bielorussos da equipa, Varankov e Rodionov. O primeiro foi para o Wolfsburgo por €5.75M e o segundo para o Sunderland por €6.5M. Manuel Arana também saiu para o Schalke numa transferência que rondou os €2.1M. E, já agora, aproveito também para dizer que garanti a custo zero para a próxima época o avançado do Ajax Luis Suárez.

 

O primeiro jogo do ano era complicado, tínhamos uma deslocação difícil ao terreno do Sevilla. Vencemos por apenas um golo de diferença, o que até nem considero mau. Nilmar foi o autor do golo. Nós até podíamos ter goleado no Ramón Sánchez Pizjuán, não estivesse o Rossi tão perdulário. Já perto do fim foi Pekhart que, sem ninguém à frente (nem sequer o guarda-redes), conseguiu acertar no poste.

 

Mais um grande jogo de futebol este frente ao Málaga. Ambas as equipas fizeram um jogo muito bom, o que deu aos adeptos presentes no estádio uma alegria imensa com toda a certeza. Foi o nosso salva-vidas que marcou a nosso favor, enquanto que Pocognoli foi o autor do golo (e que golo...) do Málaga. Saio do La Rosaleda com aquele sentimento de que poderia ter sido melhor, mas nada de grave. Está tudo em aberto para a segunda mão no El Madrigal.

 

Sorte. Melhor, muita sorte. Este jogo diante do Espanyol foi de loucos! Nós mal conseguíamos respirar, ainda estou sem saber como vencemos por 2-0. Os nossos golos apareceram logo a seguir ao intervalo por intermédio de Nilmar, a bisar nos primeiros dois remates que o Villarreal fez à baliza. Os nossos adversários durante o jogo tiveram a infelicidade de ter um Diego López em grande forma à frente deles. Quando não estava ele, estava lá o poste para nos ajudar (e foi por duas vezes). Não só pela fantástica nota que "sacou", um 9.3, mas por ter defendido uma grande penalidade em cima do intervalo que nos podia ter deixado numa situação nada agradável. Parabéns a ele! Já agora, o Nilmar ainda conseguiu ser expulso a 10' do término do encontro.

 

O Málaga entrou muito bem no jogo da segunda mão, marcaram cedo e enviares duas bolas ao poste de rompante. Temi o pior quando me dei conta que eles tinham entrado no jogo tão bem... Giuseppe Rossi ainda o relógio não marcava 23' e tinha rematado de uma forma fenomenal à entrada da área, a bola fez um arco perfeito e entrou na baliza Galatto sem tocar em ninguém. Ora ia o Málaga à nossa baliza, ora íamos nós à baliza deles. O jogo foi assim, basicamente, só que com os forasteiros a dispor de mais oportunidades de golo que nós. Valeu-nos, mais uma vez, o grande Diego López!

 

Com 20 dias de Janeiro passados, chegou um novo jogador ao clube. Daniel Carriço veio do Sporting e custou aos cofres do Villarreal €6M. Não havia nenhum central na equipa que me desse confiança, à excepção de Gonzalo Rodríguez, e tive de procurar outro. Vejo no Daniel Carriço um jogador com vontade de evoluir, margem de progressão tem ele, e que veio a um preço acessível a nós. Tem tudo o que é preciso para ficar na história deste clube. No mesmo avião veio também Rodrigo, o avançado espanhol que estava no Benfica. Custou-nos €350 mil euros. Veio para ser 4º avançado, com a saída mais do que certa do árabe Al-Qahtani para o Porto e, ainda com o Pekhart à frente dele.

 

Aprendam, meus meninos! É assim que se roubam pontos! Não sei como fiz, foi pura sorte! O Mallorca foi superior a nós durante todo o jogo, estiveram a ganhar por duas vezes e deixaram-se empatar em duas ocasiões. Pekhart ainda nos marcou o terceiro já perto do fim, mas Balitsch fez justiça aos 90'+3'. O resultado foi injusto, a turma da casa merecia mais. No Villarreal o meu destino não é perder.

 

O Valencia passou muito mal connosco, na primeira parte mal se via a bola na posse deles. Contudo, foi o clube da casa que marcou primeiro. Era injusto dada a altura em que isto aconteceu. Estávamos por cima do jogo e foi um balde de água fria. A partir daí tivemos de nos recompor e, aos poucos, chegámos à baliza deles. Já me estava a fartar do Nilmar, o homem esteve sozinho à frente do guarda-redes em duas ocasiões e em nenhuma delas marcou. Tirei o Mariga de campo, desci o Pjanic para médio-centro e coloquei o Rossi a jogar a 10, com Nilmar e Pekhart na frente de ataque. Foi remédio santo, no primeiro remate que o Tomas fez à baliza marcámos e garantimos um empate precioso no Nuevo Mestalla.

 

O Racing, para mim, é uma das equipas mais complicadas de enfrentar no campeonato espanhol, seja ao comando de que equipa for dão-me sempre problemas. Ao intervalo estávamos a perder por 3-0 e eu não estava muito animado. Fiz as três substituições e fui jantar. Quando regressei já o jogo tinha acabado e tinha ficado 4-3 para a equipa da casa. A equipa foi atrás do prejuízo e por pouco não conseguiu empatar. Nilmar, Cani e Carriço marcaram para nós. Deixo em anexo as estatísticas do jogo para tirarem as vossas próprias conclusões.

 

O último jogo do mês de Janeiro era a contar para a Taça do Rei. O Valencia vinha à nossa casa em desvantagem, pois tínhamos empatado fora, mas mesmo assim conseguiram salvar a situação. Maicon fez o primeiro da noite na sequência de um livro indirecto, mas logo de seguida Nilmar voltou a colocar o jogo na estaca zero. Até ao minuto 54 não houve mais lances de perigo, só a partir daí é que começaram a surgir, e foi nesse mesmo minuto que Rossi nos colocou na frente da eliminatória após um passe fantástico de Ancelotti. Já estava eu todo contente porque estava a conseguir anular a ofensiva dos forasteiros quando o árbitro marcou uma grande penalidade contra nós, fiquei desolado. Roberto Soldado não se deu ao luxo de falhar e o nosso percurso na Taça do Rei ficava por aqui.

 

Villarreal C.F.: Classificação - Liga BBVA

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Anexos: Perfil - Pjanic; Daniel Carriço; Rodrigo, Málaga x Villarreal, Mallorca x Villarreal, Racing x Villarreal

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Não foi positivo mas também não foi mau. Um pouco de inconsistência deveras mas subiste mais um pouco na classificação e creio que já estás em lugar europeu mas quero, no mínimo, o 5º lugar. Estiveste muito bem no mercado, o Pjanic espero que conquiste já um lugar no 11. :prayer: E Suárez vai ser amor a partir de Julho :heart:

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Inconsistência é a palavra de ordem, sabes bem. :mrgreen: O Pjanic é titular sim senhora! :grin:

 

Obrigado, fama! Vou actualizar dentro de alguns momentos.

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Villarreal C.F.

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Não estava a contar com mais este desaire. Marcámos primeiro por intermédio de Gonzalo Rodríguez, mas ainda no primeiro tempo o Sporting conseguiu alcançar a igualdade. Nós estávamos a jogar melhor, isso nem se colocava em causa, mas eles voltaram a marcar na sequência de outra bola parada. O nosso guarda-redes é bom entre os postes, o problema é quando sai aos cruzamentos. Voltou a ficar mal na fotografia, mas nada de grave. O Caicedo marcou o golo da vitória da equipa de Gijón.

 

Que jogo de treta em San Sebastián. Parecia que não queriam jogar. A Real Sociedad jogou melhor no primeiro tempo e foi nos primeiros 45' que se colocou em vantagem por uma diferença de dois golos, enquanto que nós jogámos melhor na segunda parte e foi nessa altura que chegámos à igualdade. Sinceramente não me deu gozo nenhum ver este encontro, só estava desejando que terminasse. Ainda recebi a triste notícia de que Pekhart se tinha lesionado e ficaria de fora nos próximos dois meses. Só volta no último mês de competição.

 

Já não é a primeira nem a segunda vez que sou apontado como substituto do Fabio Capello no Manchester United. Sou sincero, dos clubes que sou fã, se me aparecer alguma proposta não tenho quaisquer problemas em aceitar. Esteja a 3 pontos de ser campeão ou na final de uma competição europeia. Benfica, Manchester United e Real Madrid têm prioridade em relação a todos os outros.

 

Não comento este jogo. Fui mais uma vítima do furacão Real Madrid, tirem as vossas próprias conclusões pelas estatísticas.

 

Já estava na hora de colocar um ponto final nesta série negra que atravessávamos. Já eram 7 jogos sem vencer, e o Numancia era o adversário ideal para "dar a volta". Quando o Carriço foi expulso temi o pior, valeu-me a capacidade de improvisação. Meti o Bottinelli em campo em detrimento de Santi Cazorla, e fiz os alas descerem para médio-centro, assim como desci Rossi para número 10. Bem, este último não se podia ter safado melhor. Fez um jogo de se lhe tirar o chapéu. Marcou três golos e foi ele que originou o golo do Nilmar. Ao início parecia que não era desta mas depois a nossa dupla de avançados mostrou que com eles em forma tudo se tornava mais fácil.

 

Recebi um relatório deste jogador: Mariano Schmidt, um argentino de apenas 16 anos que já joga pelos sub-21 do seu país. Parece que tem futuro, mas o meu adjunto diz que ele não parece ser muito inteligente a jogar. Um dos aspectos positivos que ele refere é a sua consistência, agora isto pode ser bom ou mau depende de como for abordada a questão. Que acham?

Já agora aproveito para dizer que estou farto de ver pedidos para melhorar contratos a jogadores da equipa B e C, a primeira coisa que faço quando eles fazem isto é dispensá-los. Fica logo tudo resolvido.

 

O Betis é um adversário directo na luta pelo 5º lugar, e se queríamos encurtar a desvantagem que temos para eles era obrigatório vencer. No primeiro tempo Nilmar e Rossi deram-nos uma vantagem boa que nos colocava numa posição bastante confortável. Ainda assim, na entrada para a segunda parte não deixei de ser cauteloso. O clube de Sevilha podia, a qualquer momento, empatar o jogo. Birsa ainda nos deu mais tranquilidade quando, naquele que foi o momento alto da noite, rematou à entrada da área para o fundo das redes de Goitia. Cerca de 10' Momo ainda reduziu para a equipa da casa, mas ficavam por ali. Quando se deu o apito final confirmei que ambas as equipas desperdiçaram imenso, ao todo foram 11 oportunidades claras de golo.

 

Horrível. É a palavra que melhor se enquadra neste jogo. Ninguém fez nada. Foram todos a pensar que o Hércules era uma presa fácil mas enganaram-se. Defenderam muitíssimo bem e nós mostrámos imensas dificuldades ao tentar abrir um buraco naquela defesa. Quando meti a equipa toda a pressionar lá à frente íamos sofrendo, e de imediato baixei as linhas novamente. Só tive pena do Gonzalo Rodríguez e do Rossi, que foram os únicos a mostrar que o empate não chegava.

 

Fizemos uma primeira parte muito boa diante do Barça, saímos para o intervalo com o resultado fixado em 1-1 o que deixava tudo em aberto para o segundo tempo. Villa e Nilmar marcaram nos primeiros 45'. Na segunda parte o Barcelona caiu em cima de nós com toda a força. Mostraram muito mais futebol, mas o resultado não se justifica. Lukaku, Galeano e Dani Alves estabeleceram o resultado final de 1-4.

 

Não compactuo com estas situações. A equipa desta vez não jogou mal, mas podia ter feito muito mais. Ancelotti foi expulso ao minuto 51 e a partir daí o nosso futebol apagou-se. Já descemos ao 10º lugar, espero que a equipa tome consciência de tudo o que se tem passado e que, no dia 31, quando defrontarmos o Málaga seja não para ganhar mas sim para humilhar!

 

Villarreal C.F.: Classificação - Liga BBVA

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Anexo: Villarreal x Real Madrid

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Mês mau na minha opinião.

Devias ter feito muito mas muito mais frente ao Sporting e Almería porque de resto, está tudo normal.

 

Vê lá se melhoras isso pois estás numa posição pouco aceitável para a tua equipa.

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Um mês mais ou menos, mais descaído para o menos, facilitas-te muito em casa nos jogos com o Sporting e com o Hércules.

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Mês fraquinho...ainda tinha esperanças que fosses a uma competição europeia mas assim vai ser difícil. Também temos de ver os aspectos positivos e relembrar que pegaste na equipa no 18º lugar.

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Raios parta, parece que este FM não quer nada contigo... Pqp... -.- Algo se deve passar na táctica que utilizas... Tem que se voltar ao papel para desenhar uma nova... :mrgreen: Vamos lá recuperar.

 

Não desgostei do tal puto de 16 anos mas também não é um gajo que me encha os olhos e diga que vai dar cartas.

 

"Já agora aproveito para dizer que estou farto de ver pedidos para melhorar contratos a jogadores da equipa B e C, a primeira coisa que faço quando eles fazem isto é dispensá-los."

 

Creio que dá para colocar o adjunto a tomar essas decisões.

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Mês mau na minha opinião.Devias ter feito muito mas muito mais frente ao Sporting e Almería porque de resto, está tudo normal.Vê lá se melhoras isso pois estás numa posição pouco aceitável para a tua equipa.

Obrigado pelo comentário anterior, também. Numa posição pouco aceitável? Então aconselho-te a andares duas páginas para trás que vês em que lugar estava o Villarreal quando cá cheguei. :grin:

 

Um mês mais ou menos, mais descaído para o menos, facilitas-te muito em casa nos jogos com o Sporting e com o Hércules.

True, jogos em casa são para ganhar e nós falhámos nesse aspecto.

 

Mês fraquinho...ainda tinha esperanças que fosses a uma competição europeia mas assim vai ser difícil. Também temos de ver os aspectos positivos e relembrar que pegaste na equipa no 18º lugar.

Dificilmente conseguimos. O 7º lugar (que dá acesso às eliminatórias de qualificação para a Liga Europa) não vai ser fácil de conquistar. Foi o Atlético de Madrid a vencer a Taça do Rei, portanto o 7º lugar chega.

 

Raios parta, parece que este FM não quer nada contigo... Pqp... -.- Algo se deve passar na táctica que utilizas... Tem que se voltar ao papel para desenhar uma nova... :mrgreen: Vamos lá recuperar.Não desgostei do tal puto de 16 anos mas também não é um gajo que me encha os olhos e diga que vai dar cartas."Já agora aproveito para dizer que estou farto de ver pedidos para melhorar contratos a jogadores da equipa B e C, a primeira coisa que faço quando eles fazem isto é dispensá-los."Creio que dá para colocar o adjunto a tomar essas decisões.

Não quer mesmo. :mrgreen: Pois, e tinhas razão. Foi isso que fiz e as coisas correram um pouco melhor.

Eu sei que dá para fazer isso, mas dá-me gozo dispensá-los. 8) :mrgreen:

 

Bem, pessoal, vou agora para o Algarve. Ainda tentei terminar a época para colocar aqui hoje de manhã mas foi-me impossível. Quando voltar, lá para terça-feira, actualizo isto.

 

Obrigado aos quatro! :compinchas:

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Villarreal C.F.

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Fizemos um jogo muito bom, o Málaga é que aproveitou as únicas oportunidades que teve. Ao intervalo estávamos a vencer por 1-0, com um golo apontado por Giuseppe Rossi. Rapidamente, e já após o intervalo, os donos da casa deram a volta ao jogo. Num espaço de 20' já eles ganhavam 3-1 e eu fiquei furioso. Isto não cabe na cabeça de ninguém. Jeffren ainda saltou do banco para reduzir a desvantagem, o que nos deu alguma força para continuar a jogar, mas o resultado não se ia modificar mais até o árbitro apitar para o fim.

 

Por incrível que pareça agora jogámos bem. O 3º classificado da BBVA veio ao El Madrigal para voltar para Madrid com o rabo entre as pernas. Rodríguez marcou na sequência de um livre indirecto e o golo de Mariga nasceu de um pontapé de canto. Apesar de ter sido apenas de bola parada, em bola corrida o Atlético também não cheirava. Fizeram 6 remates em todo o jogo enquanto nós fizemos 21. Gostei desta exibição, espero que seja para manter a qualidade.

 

Jogo fantástico da nossa parte! Coincidência ou não, para este jogo fiz algumas alterações tácticas e passámos a jogar em 4-4-2 losango. Correu muito bem, pois ao intervalo já vencíamos por três bolas de diferença. O Athletic Bilbao nunca se conseguiu mostrar durante toda a partida devido à nossa superioridade. Mostrámos bom futebol num jogo em que Sebastian Larsson fez levantar todo o estádio!

 

Desde quando é que podemos permitir isto? Jogámos muito melhor que o Deportivo, até fomos nós a abrir o activo, eles apenas aproveitaram as bolas paradas. Assim que Colotto empatou o jogo aos 54' passei a jogar com 3 avançados e a equipa partiu-se ao meio.

 

Mais uma vez fomos prejudicados devido à má organização defensiva nos pontapés de canto. Já não é o primeiro nem o segundo golo que sofremos assim nos últimos tempos. Rossi ainda estabeleceu a igualdade na primeira parte, mas nunca mais apareceu. Mais dois pontos perdidos estupidamente.

 

Entrámos mal no jogo frente ao Albacete, eles cedo pressionaram e a nossa defesa ia-se desmoronando. Graças a Deus que se orientaram e fizeram um resto de jogo razoável, nunca comprometendo. Sofri muito ao longo destes 90', pois não esperava que fosse tão complicado marcar ao último classificado da BBVA. O 1-0 apareceu aos 87' por Cazorla, após um fantástico cruzamento de Jérémy Morel, e o segundo veio de uma jogada individual de Pekhart. Regressou à competição diante do Deportivo e, ao 3º jogo, já marcou.

 

Mas que jogo no Nuevo Mestalla! Impróprio para cardíacos! Os presentes assistiram a uma grande noite de futebol! Todo o jogo foi bem disputado, com ambas as equipas a aproveitar todas as oportunidades que tinham para criar perigo. Tudo começou quando, aos 15', Cristian Ancelotti marcava o seu primeiro golo na liga. Ainda o jovem italiano festejava e já Soldado estava na baliza contrária a igualar a partida. Foi uma grande falta de atenção de todos os jogadores. Ainda não tinham passado 10' e já os adeptos do Valencia festejavam novamente... um desentendimento entre Diego López e Dueñas deu em golo para os da casa. Mas, perto do intervalo, um furacão ganhou força. Pjanic estabeleceu novamente a igualdade um minuto antes do descanso e, já depois do início da segunda parte voltou a fazer balançar as redes! Ainda nos vimos reduzidos a dez elementos durante 16', em fui obrigado a jogar com um libero. Aproveito para dizer também que nos foram anulados dois golos, um deles mal.

 

Senti um enorme alívio quando o jogo terminou no El Madrigal. Apesar do resultado ditar o que se passou em campo, o Sevilla criou sempre muita pressão sobre nós. O momento chave acabou por ser a lesão de Jesús Navas aos 18', que deixou a equipa visitante muito debilitada no corredor direito. Nilmar inaugurou o marcador, mas Mouhamadou Dabo ainda estabeleceu o empate aos 37'. Após o golo sofrido saltámos de imediato para cima do adversário e o esperado aconteceu, o golo do Pjanic que nos colocou novamente na liderança. No segundo tempo as coisas saíram com alguma naturalidade, Mariga e Rossi aumentaram a contenda e isso deixou os Rojiblancos de rastos. Foi muito importante vencer um adversário directo.

 

Com a derrota do Betis no terreno do Hércules e o empate do Almería no Bernabéu, este podia ser o jogo que nos dava a qualificação para a Liga Europa na próxima época. Entrámos bem, com um fantástico golo do Rossi logo a abrir, mas depois a nossa qualidade exibicional foi baixando. No fim do primeiro tempo já estávamos a sofrer um pouco devido às investidas do Espanyol, mas o descalabro só se deu na segunda metade do encontro. Sergio García marcou um golaço à entrada da área após um mau alívio de cabeça de Daniel Carriço e, já aos 67', Eriksen colocou a bola no canto inferior esquerdo da baliza de Diego López. Ainda é possível alcançar um lugar europeu, mas era preciso muita sorte.

 

Na última jornada do campeonato o Almería recebe o último classificado Numancia, o Betis recebe o Getafe, o Sevilla vai ao terreno do Valencia e o Sporting desloca-se a Bilbao. Se o Sevilla perder e o Betis e Sporting não ganharem, consigo ir à Europa.

 

Vencemos, e vencemos bem! O Mallorca levou com o furacão Villarreal! Apesar da vitória ter sido pela margem mínima, se fosse por três ou quatro bolas de diferença não teria sido abuso. Cristian Ancelotti, um jogador com o qual não vou poder contar na próxima época com muita pena minha, marcou o golo que nos deu o acesso à Europa. Agora, perguntam vocês como é que isto aconteceu. Pois bem, apesar do Almería ter ganho 3-0 ao Numancia, o Bilbao humilhou o Sporting no Nuevo San Mamés, o Sevilla perdeu na casa do Valencia por 2-1 e o Betis empatou em casa com o Getafe (2-2). Ficámos em igualdade pontual com o Betis e o Sevilla, com o confronto directo a determinar a posição de cada um de nós.

 

Villarreal C.F.: Classificação - Liga BBVA

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Anexos: Villarreal x Athletic, Valencia x Villarreal,

, Relatório - Hulk - Perfil

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Quando cheguei ao clube, na décima jornada, ocupavam um vergonhoso 18º lugar tendo em conta a grandeza do Villarreal. Tinham apenas conquistado 9 pontos em 10 jogos, em que tinham vencido 2 e empatado 3. Quando chegámos ao fim da jornada 38, tínhamos 57 pontos e vencido 16 e empatado 9 desses jogos, tendo o resto sido derrotas. Não foi um brilharete, mas ainda conseguimos chegar aos lugares europeus. Na ponta final do campeonato precisámos de alterar o esquema táctico pois aquele que tinha inicialmente delineado não estava a dar resultado, e aí as coisas surgiram com mais naturalidade. A equipa mostrava um bom futebol e a cada jornada pontos eram somados à nossa conta, fora raras excepções.

 

 

Os jogadores tiveram um papel importantíssimo, como não poderia deixar de ser. O nosso totalista, Diego López, fez uma temporada de encher o olho com exibições fantásticas que nos valeram jogos por inúmeras ocasiões. A defesa era normalmente composta por Raitala, Gonzalo Rodríguez, Dueñas/Carriço e Ángel. Em casos pontuais Capdevilla era titular, assim como Bottinelli. O Gonzalo foi claramente o melhor jogador deste sector, nunca comprometendo defensivamente e por vezes marcando golos na sequência de bolas paradas. Sebastian Larsson, que faz todo o corredor direito foi utilizado muitas vezes também, mas mais à frente. A primeira barreira defensiva era liderada por Cristian Ancelotti, um trinco puro que está emprestado pelo Inter. Não o vou conseguir segurar porque não tem nenhuma cláusula de compra e o preço que pedem deve ser muito elevado.

Agora vamos por partes. Quando cheguei, optei por jogar com dois extremos que eram Jeffren e Cazorla, mas posteriormente numa fase mais avançada da época tive de passar a jogar com dois médio-centro, e as opções foram Mariga e Larsson. Os quatro fizeram uma época boa, talvez com a excepção de Mariga que esteve sempre em grande plano. O Birsa também alinhou em alguns jogos, e sempre que jogava fazia-o bem. O número 10 da equipa, até Janeiro, foi Cani. Não jogava mal, mas já não tinha idade para jogar de 5 em 5 dias. Pjanic foi apontado como sucessor do espanhol e foi mesmo ele que contratei. A adaptação não foi fácil, mas no meio de Março já espalhava magia em solo espanhol. A dupla atacante era formada por Rossi e Nilmar, com Tomas Pekhart sempre à espreita. Fizeram os três uma época de encher o olho, dadas as suas diferentes funções. O primeiro fez 21 golos, o segundo 14, e por fim, Pekhart fez balançar as redes em 10 ocasiões. O espanhol Rodrigo, que tinha chegado em Janeiro juntamente com Carriço, não conseguiu marcar.

 

O jogador com mais jogos feitos foi Diego López (44), com mais golos foi Giuseppe Rossi (21), com mais assistências foi Cazorla (9), mais vezes escolhido como homem do jogo foi Rossi (5) e melhor classificação média foi McDonald Mariga (7.17).

 

Como vos disse numa outra actualização, o Manchester United estava interessado em mim e eu não recusaria qualquer proposta de um dos meus clubes de coração (Benfica, Real Madrid e Man Utd), estivesse no dia antes de uma final europeia ou acabado de chegar a um outro clube. Quando Fabio Capello foi despedido surgiram rumores, e eu afirmei publicamente que estava interessado em treinar o clube inglês. Passaram-se alguns dias e eis que na imprensa surge uma notícia com o seguinte título: "Treinador do Villarreal a caminho de Old Trafford?" O presidente deles parecia estar a instantes de me contactar para assumir o lugar que, agora, estava vago. A proposta só apareceu no dia seguinte. David Gill ofereceu-me um contrato que durava cinco anos em que ia receber, no total €16,500,000. Mensalmente vou auferir €275 mil. €54M foi o que ele me deu para reforçar o plantel, e uma diferença de 2M para salários relativamente ao que o clube gastava actualmente.

 

O Man Utd é um clube que dispensa quaisquer apresentações, e que já no decorrer do save foi campeão da EPL em 2010/2011 e 2011/2012. Esta época o Man City levou a melhor e a direcção não gostou. Os melhores jogadores do plantel são Vidic, Nani e Wayne Rooney.

Editado por Tikz™

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Fizeste uma grande recuperação no Villarreal onde os salvas-te da despromoção e com alguma sorte conseguiste o apuramento para a Liga Europa mesmo no fim da época , pena a mudança de sistema táctico não ter surgido mais cedo e podias ter acabado ali no 5º lugar o que acaba sempre por ser um pouco melhor que o 6º . É pena que deixes o clube , pois para nova temporada tinhas tudo para brilhar na Liga Espanhola , mas aceita-se e tua decisão pois o Manchester United é sempre um clube tentador .

 

Apesar de não ser grande fã do United , desejo-te sorte .

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Já não vinha cá há tanto! :blink:

A volta que isto deu...

Depois do final estranho com o Pinhalnovense, partiste para Matosinhos mas a aventura foi terminada devido à tua ambição e a equipa até estava a jogar bem :facepalm:

O Rostov contratou-te, mas não devias levar isso como um elogio, afinal são os piores :mrgreen:

E contigo? Ficaram ainda pior! Conseguiste sair da zona de despromoção, mas lá voltaste e decidiste meter o rabinho entre as pernas e fugir :calduco:

Mas como é que tu, a fazer trabalhos horríveis, consegues ter o FCP e o Villarreal atrás de ti? :blink:

A tua chegada a Villarreal coincidiu com o teu regresso aos bons resultados e o submarino lá subiu para onde deve estar.

O apuramento para a Europa saiu como se fosse o Euromilhões, mas só consegue quem luta e o Villarreal lutou para tal :compinchas:

Agora que foste para o Manchester United, lá vão voltar os maus resultados...

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Fizeste uma recuperação impressionante, quando chegaste ao Villareal lembro-me de perguntar como é que um clube destes e com este plantel estava em 18º e tu provaste que o problema era de liderança. Com um bom treinador e uma mudança táctica conseguiste chegar aos lugares europeus, parabéns :handclap:

 

Agora em Manchester não tenho duvidas que com a hipótese de começar uma época desde o zero vais levar os red devils à glória!

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Fizeste uma grande recuperação no Villarreal onde os salvas-te da despromoção e com alguma sorte conseguiste o apuramento para a Liga Europa mesmo no fim da época , pena a mudança de sistema táctico não ter surgido mais cedo e podias ter acabado ali no 5º lugar o que acaba sempre por ser um pouco melhor que o 6º . É pena que deixes o clube , pois para nova temporada tinhas tudo para brilhar na Liga Espanhola , mas aceita-se e tua decisão pois o Manchester United é sempre um clube tentador .Apesar de não ser grande fã do United , desejo-te sorte .

Foi com imensa pena que deixei o Villarreal, tinha um enorme desafio na época que se seguia. Já tinha confirmado dois reforços (Hulk e Suárez) que me iam ajudar bastante lá à frente. Não tenho nada que o fazer, até porque vou mudar de clube, mas os objectivos que tinha para a época que se seguia era, no mínimo, conseguir um lugar na Liga dos Campeões na época seguinte à próxima, e ia apostar forte e feio na Liga Europa, porque tinha grande chance de a vencer. Obrigado!

 

Já não vinha cá há tanto! :blink: A volta que isto deu...Depois do final estranho com o Pinhalnovense, partiste para Matosinhos mas a aventura foi terminada devido à tua ambição e a equipa até estava a jogar bem :facepalm: O Rostov contratou-te, mas não devias levar isso como um elogio, afinal são os piores :mrgreen: E contigo? Ficaram ainda pior! Conseguiste sair da zona de despromoção, mas lá voltaste e decidiste meter o rabinho entre as pernas e fugir :calduco: Mas como é que tu, a fazer trabalhos horríveis, consegues ter o FCP e o Villarreal atrás de ti? :blink: A tua chegada a Villarreal coincidiu com o teu regresso aos bons resultados e o submarino lá subiu para onde deve estar.O apuramento para a Europa saiu como se fosse o Euromilhões, mas só consegue quem luta e o Villarreal lutou para tal :compinchas: Agora que foste para o Manchester United, lá vão voltar os maus resultados...

És um desleixado! :| O final estranho com o Pinhalnovense deu-se porque eu tinha-me despegado um pouco do save, e para o continuar era o que tinha de fazer. Já não tinha "química" com o CDP, mas quero voltar lá um dia para levar até ao fim aquilo que deixei a meio. No Leixões as coisas estavam-nos a correr muito bem, mas infelizmente aquilo deu para o torto. :mrgreen:

O Rostov era uma m*rda! :lol: Só aceitei ir para lá para meter alguma coisa no currículo e que me abrisse portas para outros sítios. Sinceramente também não sei. :lol: O FCP ainda se compreendia, o trabalho que fiz em Portugal não foi mau. Subir de divisão com o CDP e deixar o Leixões à porta da Liga Sagres num espaço de dois anos não é para qualquer um. Quanto ao Villarreal, só pode ter sido um tiro no escuro por parte do presidente. Mas diga-se desde já que foi um tiro certeiro. 8) No Manchester United as coisas vão correr bem, tenho a certeza. Espero humilhar os teus Spurs. 8)

Grande abraço, dude! Temos de meter a conversa em dia um dia destes no msn. :grin:

 

Fizeste uma recuperação impressionante, quando chegaste ao Villareal lembro-me de perguntar como é que um clube destes e com este plantel estava em 18º e tu provaste que o problema era de liderança. Com um bom treinador e uma mudança táctica conseguiste chegar aos lugares europeus, parabéns :handclap: Agora em Manchester não tenho duvidas que com a hipótese de começar uma época desde o zero vais levar os red devils à glória!

Bem, os reforços de Janeiro também ajudaram um pouco à festa, nomeadamente o Carriço e o Pjanic. :grin: O treinador é de Classe Mundial, apesar de ainda não ter lá isso a dizer no perfil eu sei que é. 8) :mrgreen: Obrigado pela confiança! :fixe:

 

Obrigado aos três! :compinchas:

 

Já tenho aqui a actualização quase pronta, mas vou deixá-la para amanhã para ultimar alguns detalhes.

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Quando cheguei a Manchester tinha como principal objectivo renovar certas posições no plantel que já se notavam algo enfraquecidas, tanto pela qualidade das alternativas existentes como pela idade de alguns jogadores. Falando primeiro das saídas, ao todo, conseguimos amealhar cerca de €52M. Um valor alto, que se equipara ao orçamento que nos foi dado inicialmente. A venda que nos deu mais lucro foi a de Antonio Valencia para o Werder Bremen (€14.5M), depois saíram mais alguns jogadores que renderem entre os €4.5M e os €7M. Néstor Ortigoza, Berbatov, Lloyd Kelly, Anders Lindegaard, Christián Benítez e Patrice Evra, por ordem crescente do valor de venda. Lourenço Pires e Bébé foram emprestados para ganhar maturidade, enquanto que Fábio, irmão de Rafael (que será certamente titular), vai para Espanha para não perder uma época. Sem que eu nada conseguisse fazer saiu o mítico Rio Ferdinand, que acabou por assinar pelo Rangers.

 

No sentido inverso apareceram oito caras novas. Uma delas que veio do Rangers, Steven Davis, já tinha sido contratado pela direcção antes da minha chegada. A primeira coisa que reparei quando cá cheguei foi que tinha de contratar um guarda-redes que me desse segurança a longo-prazo. Não importava o seu valor, desde que fosse bem investido. René Adler ganhou a corrida ao seu compatriota Manuer Neuer porque o último não sabia falar inglês. Pode parecer uma razão um pouco descabida, mas levariam alguns meses até que ele se adaptasse à língua e, no capítulo da comunicação entre ele e a equipa iam haver alguns (muitos) problemas. Mário Viegas e Kieran Gibbs vieram no mesmo saco, tendo o segundo chegado a Manchester porque já me deu provas de que é bom jogador num outro save. O primeiro, pelo preço que foi considero uma excelente contratação. É dado pela imprensa como o novo Paulo Futre. Oriundos do nosso campeonato foram contratados três jogadores, Junior Stanislas que veio do Wolves a troco de €11M, Phil Jones que nos chegou do Blackburn a troco de €17.5M e Robbie Keane do Tottenham por €575 mil euros. Este trio vai desempenhar papéis completamente diferentes. O primeiro, para já, vai rodar no onze inicial com Nani e Vargas, para ver como se comporta. O Phil veio como alternativa aos titulares. É certo que foi por um preço algo elevado, mas o factor preponderante para a sua contratação foi a nacionalidade. Não me parece que o Smalling vá conseguir consolidar um lugar na equipa e para isso comecei desde já a tratar desse assunto. O Robbie vem para ocupar o lugar de 4º avançado deixado pelo Benítez. A contratação mais sonante, foi, sem dúvida alguma, a de Cristian Ancelotti. O jovem italiano que treinei já no Villarreal veio emprestado pelo Inter a troco de €1.1M e com uma cláusula de compra fixada nos €25M. É um preço aceitável dada a qualidade do jogador em questão.

 

Quanto à pré-época, bem, eu não a realizei. Encarrego o adjunto de fazer isso todas as épocas, deixando a seu cargo toda a componente táctica e técnica do jogo. Perdemos com o Galatasaray e empatámos com o Fenerbahçe, o resto foram só vitórias inclusive uma diante do Real Madrid.

 

Liga dos Campeões: Sorteio - Fase de Grupos

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A minha primeira reacção ao ver o meu grupo foi que pior era complicado. Talvez o PSV/Zenit no terceiro pote em vez do AZ e estava num grupo infernal. Aliás, estou. O Lyon vai ser um osso duro de roer, assim como o Celtic na Escócia. O AZ é o mais acessível mas não deixa de ser complicado. Vou deixar aqui as minhas previsões de quem passa à próxima fase da competição: Man Utd (obviamente) e Lyon; Man City e Saint-Etienne; Bayern e At. Madrid; Real e Benfica; Arsenal e Palermo; Barça e Hamburgo; Valencia e Wolfsburgo; Shakhtar e Fenerbahçe.

 

Anexos: Perfil - Davis, Adler, Mário Viegas, Gibbs, Stanislas, Phil Jones, Keane, Cristian Ancelotti | Transferências | Plantel 2013/2014

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Man Utd

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O meu primeiro jogo ao serviço dos Red Devils era diante do Reading, no Madejski Stadium. A imprensa previa um jogo difícil para os visitantes, mas ao longo dos 90' fomos nós que mostrámos uma maior superioridade em relação ao adversário. Rooney abriu o activo após um erro do guarda-redes Loach, e Vertonghen aumentou a vantagem após um canto no lado direito batido por Vargas para o primeiro poste. Não foi uma exibição de encher o olho, mas foi o suficiente.

 

Brilhante. Agora sim, fizemos uma exibição fantástica. Quer dizer, o Chicharito fez! Então não é que o rapaz me marcou cinco golos num jogo? Impressionante para um jogador que não fez a pré-época connosco, já que esteve ao serviço da sua selecção na Gold Cup onde foi o melhor marcador com 10 golos. Sinceramente já estava a achar demais, e o que já esperava aconteceu mesmo: o golo sofrido. Sempre que faço um bom jogo e a minha equipa está por cima do adversário acontece isto. Vou deixar-vos em anexo o golo que mais gostei deste jogo. Uma imagem vale mais do que mil palavras.

 

Não gostei da atitude da equipa em Anfield. Simplesmente não conseguíamos rematar enquadrado com a baliza, ia todo para fora. O Liverpool, nesse capítulo, foi um pouco superior a nós e até nos criou certas dificuldades em alguns momentos do encontro. O ponto crítico foi, talvez, o remate do Torres ao poste que me deixou sem fôlego. Nos instantes que se seguiram respirei de alívio. Podíamos ter feito mais, assim como o L'pool o poderia ter feito.

 

O WBA é um clube por norma que, por muito que lhes custe assegurar a manutenção, dá sempre uma carga de trabalhos aos seus adversários. Abrimos o marcador logo aos 7', com um remate potentíssimo de Rooney a ir ao encontro da barra e no ressalto a bater nas costas de Carson que a colocou dentro da sua própria baliza. Apenas alguns minutos depois já Vidic tinha aumentado a vantagem na sequência de um pontapé de canto. Tomámos conta da partida, excepto em alguns casos que, se não fosse Adler, poderíamos ter sofrido e comprometido o resultado final. Javi Hernández colocou um ponto final no jogo quando, aos 56', rematou para o fundo da baliza de Scott Carson para fazer o 3-0.

 

Na primeira jornada da Liga dos Campeões o Olympique Lyonnais vinha jogar em Old Trafford. Tenho como objectivo vencer todos os jogos em casa a contar para esta competição, portanto eles não me podiam falhar. Senti o mundo cair a meus pés em, pelo menos, três ocasiões. Nem imaginam o quanto estou grato por ter garantido a contratação de um guarda-redes daquela qualidade. A ponta final do jogo foi emocionante, com o Lyon a criar várias oportunidades de golo que poderiam ter sentenciado o resultado. Valeu-nos a fraca pontaria de Briand. O único golo do encontro foi marcado pelo sérvio Nemanja Vidic.

 

Estou sem palavras. É impressionante como nós estivemos sempre instalados no meio-campo do Birmingham e o jogo fica empatado 1-1. Eles nunca criaram qualquer perigo, tanto para a nossa defesa como para Adler, mas conseguiram marcar um golo no momento certo. Mounier respondeu ao golo de Rooney e voltou tudo à estaca zero. Para ajudar à festa, ainda o Chicharito teve a infelicidade de acertar por 4, sim quatro, vezes no poste da baliza adversária. Que azia.

 

Vitória fácil diante do Preston num jogo em que dos habituais titulares só Rafael jogou. Dei oportunidade aos mais novos e estes fizeram o que lhes competia. Não gostei foi do golo que sofremos, uma enorme desatenção do Evans valeu à equipa da casa uma lufada de motivação para correr ainda atrás do resultado. Só descansei quando coloquei em campo o Nani e o Davis.

 

Mas que jogo no Craven Cottage! Qualquer uma das equipas podia ter vencido o jogo que não seria injusto, mas o empate acabou por ser o resultado mais adequado. Os dois primeiros golos, um para cada lado, foram muito semelhantes pois ambos nasceram na sequência de um pontapé de canto. O Wayne ainda nos colocou em vantagem antes do intervalo, mas já no segundo tempo um erro de Adler valeu-lhes, novamente, o empate. Chris Baird protagonizou o momento da noite ao, à entrada da área, rematar ao canto superior esquerdo da nossa baliza. Era impossível para qualquer guarda-redes defender isto. Apenas 3' depois Federico Macheda voltou a colocar o jogo em ponto morto. Isto é futebol, isto é EPL!

 

Um golo madrugador de Macheda colocou-nos em vantagem logo no início. Parecendo que não, isto dá uma grande ajuda psicologicamente. Fizemos o suficiente para gerir o resultado, apesar de por vezes o Celtic fazer umas investidas matreiras. O Adler voltou a estar mal num lance em que saiu da baliza só porque sim, felizmente não houve consequências. Só tranquilizá-mos à passagem do minuto 81, altura em que Chicharito fez um passe fantástico a isolar Juan Manuel Vargas que não desperdiçou a oportunidade.

 

Man Utd: Classificação - Primeira Liga

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Man Utd: Classificação - Liga dos Campeões @ Grupo A

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Anexos: Man Utd x Hull, Liverpool x Man Utd, Man Utd x Birmingham, Fulham x Man Utd |

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Man Utd

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O Tottenham, com esta vitória, ascendeu ao primeiro lugar no campeonato. No primeiro tempo os Spurs dominaram completamente, nós não conseguíamos sequer sair a jogar. Estava um pouco irritado com esta situação e pedi à equipa que desse a volta a isto. Eles responderam, com Rooney a inaugurar o marcador aos 56'. A vantagem durou pouco, pois aos 59' Defoe igualou novamente a partida. Na sequência de um canto Vidic colocou-nos novamente a vencer. Era um pouco injusto, dado o que os nossos adversários estavam a fazer/jogar. Nós apenas aproveitámos as oportunidades que tivemos, enquanto que eles além das ocasiões que tiveram acertaram no poste da baliza de Adler por duas vezes. Defoe acabou por bisar e, já em cima do apito final Steven Fletcher confirmou a reviravolta no White Hart Lane. A primeira derrota da época.

 

No regresso às vitórias fizemos uma exibição de se lhe tirar o chapéu. Colectivamente fomos fantásticos e individualmente o Nani conseguiu destacar-se dos restantes companheiros. Não só pela bola que acertou em cheio na trave como pelo belíssimo golo e assistência que fez. O Newcastle podia ter reduzido a desvantagem por volta dos 50', altura em que Xisco falhou frente a Adler. Um aspecto negativo: a expulsão de Mário Viegas, que tinha acabado de entrar para render Anderson. Pouco tempo depois de estar em campo ia com a bola no meio-campo e um jogador adversário tirou-lha, ele sem hipóteses de a reaver resolveu atirar-se para cima do pobre rapaz. Vermelho directo bem mostrado. Macheda e Vidic foram os autores dos outros golos. Espero que o jovem italiano aproveite a lesão de 3 semanas que o Chicharito contraiu.

 

Com uma equipa "mista", em que jogaram jogadores que não o fazem habitualmente, conseguimos sair do DSB Stadion com um empate. O nosso extremo-direito não merecia isto, fez um jogo brilhante! Aliás, até foi ele que marcou o nosso golo quando o relógio ainda nem marcava 1'. Na sequência de uma bola parada o AZ empatou e nós não conseguimos mais criar perigo, só esporadicamente. Daqui a três dias temos um jogo para o campeonato e lá não podemos vacilar, é melhor assim.

 

O nosso adversário desta tarde era o Bolton. Eles durante todo o jogo conseguiram-se fechar muitíssimo bem no seu meio-campo, nunca comprometendo defensivamente e, ofensivamente, a não deitar fora quaisquer oportunidades de criar perigo que tiveram. O Man Utd só acordou depois do intervalo, altura em que Federico Macheda abriu a contagem. A partir daí começámos a jogar mais no meio-campo adversário e o segundo golo, o de Kieran Gibbs, apareceu com naturalidade já em tempo de descontos.

 

A jogar para a Taça jogámos apenas com Rafael da equipa que é normalmente titular, tudo o resto era novo nestas andanças. O solitário golo de Robbie Keane antes do intervalo deu-nos a passagem à fase seguinte. Não entrei em campo para fazer o Q.P.R. passar por uma máquina trituradora, mas sim para jogar o que fosse necessário para ganhar. Felizmente não foi preciso muito e a condição física mantém-se em cima. O próximo jogo é muito importante.

 

Jogo idêntico ao que fizemos diante do Bolton. Mais uma vitória por 2-0 em terreno desconhecido que nos coloca na luta pelos primeiros lugares da tabela. Os golos também foram muito parecidos, ambos nasceram de um passe a rasgar do meio para a ala em que o receptor só teve que seguir em frente e rematar. Curioso, ou não, foi o facto de tanto Rooney como Vargas terem fintado o guarda-redes do Wolves antes de rematar para o fundo da baliza.

 

Estávamos a vencer bem até que decidimos deixar de jogar. O 2-0 era um resultado muito bom para a altura em que Macheda fez o segundo golo da noite (14'), e a equipa a partir do segundo quarto de hora do jogo mais valia nem ter estado em campo. Fizemos 19 remates durante os 90', mas 15 deles foram feitos até ao minuto 35 do primeiro tempo. O AZ aproveitou a nossa má conduta e conseguiu empatar já perto do apito final de Gagelmann. Estou indignado.

 

A bola não queria entrar. O B'burn fechou-se em copas na defesa (jogavam com seis elementos atrás da linha de meio-campo) e estava a ser muito difícil de penetrar aquela barreira. Eles jogavam no contra-ataque mas não criavam qualquer perigo à baliza de Adler, à excepção de um lance na segunda parte que foi com muita sorte que M'Bengué ainda conseguiu meter a bola fora. Quando finalmente marcámos foi uma alegria enorme. Detesto quando os adversários jogam assim, espero que lhes tenha doído.

 

O Everton no Goodison Park não costuma ser uma presa fácil, e isso confirmou-se hoje contra nós. A primeira parte foi muito bem disputada, com alguns lances perigosos para ambas as partes, mas foi na segunda metade do encontro que conseguimos dar a volta por cima. Viemos do intervalo com novo ânimo, e isso valeu ao Vargas um grande golo de livre directo. Uma vitória suficiente para um Man Utd em claro sub-rendimento.

 

Recebemos a triste notícia de que o Rooney ia falhar os próximos jogos. O avançado inglês fracturou um pulso e vai ficar de fora durante aproximadamente um mês. Vai falhar o resto dos jogos da Champions League, Man City fora, Chelsea em casa, e espero que já esteja apto para jogar diante do Arsenal no dia 22 de Dezembro.

 

Após a lesão o Chicharito ainda não tinha marcado, mas no segundo jogo a titular faz questão de dizer que está cá e é opção. Aos 30'' rematou à entrada da área para o fundo da baliza do Aston Villa. Não gosto de começar a ganhar muito cedo, porque não sei o que me espera do outro lado, mas ainda assim aguentámos bem. Ambas as equipas fizeram um bom jogo, mas nós saímos por cima. Já perto do fim Nani foi confirmar a vitória ao roubar a bola a Welbeck e a colocá-la na baliza adversária. Estou curioso para ver como se porta a dupla Macheda - Chicharito...

 

Após os dois empates com o AZ, estava com receio de ir ao Stade de Gerland defrontar o Lyon. Se em casa já não tinha sido fácil, então aqui... Bem, temia o pior. Mas, na verdade, a equipa portou-se muito bem. Um jogo enorme de Javier Hernández valeu-nos a qualificação. Esteve nos três golos, tendo um deles pressionado de tal forma o defesa que este colocou a bola na própria baliza. É engraçado ver que, até agora, os dois pontos conquistados do AZ foram contra nós e em casa do Lyon vencemos por 3-0.

 

O Man City queria ganhar mas nós também, contudo em campo só deu Manchester... City. Na primeira parte eles jogaram tanto, mas tanto. Aos 20' fui obrigado a baixar as linhas e jogar com dois trincos porque eles estava com o Milner, Ganso, Alexis Sánchez, Marcelo e Tevez à frente da linha de meio-campo. 65% de posse de bola e um monte de remates contra, foi assim que fomos para o intervalo. Pensei que, se ainda não tinha sofrido, também não tinha que temer o adversário. Voltei ao "normal", e no primeiro lance de perigo da segunda parte Chicharito marcou. Eu, sentado na cadeira em frente ao computador, estava eufórico. Não baixei as guardas e assim continuámos até à expulsão de Vidic, ao minuto 85. Foram os 8 minutos (contando com os descontos) mais longos num jogo. Passei a jogar com sete homens atrás do meio-campo, com o Vertonghen a servir de libero. Assustei-me, e muito. O Tevez ainda marcou mas o golo foi anulado, e em cima do apito final o Yaya Touré acertou em cheio no poste direito da baliza de Adler. Foi um alívio quando terminou.

 

Como eu até gosto de jogos equilibrados e a Taça da Liga não é algo que me desperte muito interesse, resolvi levar a segunda linha para o jogo com o Fulham. Entrei em campo com o seguinte onze: Kameni; Carrick, Smalling, Evans e Gibbs; Davis, Anderson, Fleck e Mário Viegas; Robbie Keane e Macheda. Jogámos muito bem e o resultado é a prova disso. No primeiro tempo foi o avançado contratado ao Tottenham que fez a festa, e na segunda metade do encontro Mário Viegas e Macheda brilharam. O primeiro marcou um grande golo, ao fazer um chapéu ao guardião adversário. O Robbie lesionou-se e vai parar 4 semanas. Tenho apenas Macheda, Welbeck (veio da equipa de reservas há 2 meses) e Chicharito disponíveis para dois lugares.

 

O jogo diante do Man City ainda estava bem presente na nossa memória, e optei por jogar da forma como melhor estive diante do meu rival de Manchester contra o meu rival de Londres. A verdade é que o Chelsea voltou para casa com um cabaz. Chicharito bisou no primeiro tempo colocando-nos em clara vantagem no marcador. Ramires e Dzeko ainda criaram algum perigo no início da segunda parte, mas a expulsão de Ashley Cole foi a gota de água. Os blues desapareceram e nós tomámos conta do jogo. Macheda e Fletcher também entraram na lista de marcadores desta partida que ficará na memória. Não só ganhámos uma vantagem de três pontos para eles, como passámos a ter a melhor defesa do campeonato... que pertencia ao Chelsea!

 

Jogámos muito frente a um Celtic que jogou pouco. Os golos não apareceram e infelizmente isso ditou mais um empate. O Anderson, tal como o Phil Jones, fizeram um grande jogo, mas o melhor da noite foi Vidic.

 

Man Utd: Classificação - Primeira Liga

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Man Utd: Classificação - Liga dos Campeões @ Grupo A

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Anexos: Man Utd x Blackburn, Everton x Man Utd, Olympique Lyonnais x Man Utd, Man City x Man Utd, Man Utd x Chelsea

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Estás a empatar contra equipa teoricamente inferiores, que se passa?

No entanto, ganhas a equipas do teu nível (tirando o Tottenham).

Grande goleada contra o teu arqui-rival. Parabéns :handclap:

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Surpreendeste-me com aquele mau inicio de campeonato, empates com o Birmingham e o Fulham não são resultados para o Manchester. Depois a partir de Outubro parece que voltaste a entrar nos eixos e só perdeste um jogo para o campeonato.

 

Estás em 2º atrás dum surpreendente Tottenham mas não acredito que eles se consigam aguentar na liderança muito tempo. Quando eles quebrarem é a tua oportunidade.

 

Na Champions também tiveste alguns empates surpreendentes mas passas-te em 1º que é o que importa.

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Estás a empatar contra equipa teoricamente inferiores, que se passa?No entanto, ganhas a equipas do teu nível (tirando o Tottenham).Grande goleada contra o teu arqui-rival. Parabéns :handclap:

O normal, a equipa também tem direito a quebrar. :mrgreen: Sinto muitas dificuldades fora de casa, não sei até que ponto isso pode vir a condicionar tudo o resto. Obrigado! :fixe:

 

Surpreendeste-me com aquele mau inicio de campeonato, empates com o Birmingham e o Fulham não são resultados para o Manchester. Depois a partir de Outubro parece que voltaste a entrar nos eixos e só perdeste um jogo para o campeonato.Estás em 2º atrás dum surpreendente Tottenham mas não acredito que eles se consigam aguentar na liderança muito tempo. Quando eles quebrarem é a tua oportunidade.Na Champions também tiveste alguns empates surpreendentes mas passas-te em 1º que é o que importa.

Pois, não foste o único a ficar surpreendido. :x Agora que embalámos, estou para ver quando vamos parar. Obrigado! :compinchas:

 

Vou actualizar daqui a pouco. Peço desculpa por actualizar apenas semanalmente, mas o tempo não me permite que seja de outra forma. A escola está a acabar, a partir daí será diferente.

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Man Utd

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Não foi uma partida do outro Mundo, mas ainda assim ambas as partes cumpriram com aquilo que se quer no futebol. Apesar da nossa exibição não ter ido além do razoável, houve um jogador em particular que esteve muito bem ao marcar dois golos. Refiro-me ao Stanislas, extremo-direito da equipa. Três minutos depois do jovem inglês ter feito o segundo da noite, Guidetti reduziu a desvantagem para o Wigan e ainda lhes dava alguma esperança. Felizmente o Adler estava atento e não cometeu nenhum erro nos lances a que foi chamado.

 

Man Utd e Arsenal eram as duas equipas que melhores resultados tinham obtido nos últimos jogos para a EPL, o Arsenal vinha duma série de cinco vitórias consecutivas, e nós somámos a décima! Foi um jogo complicadíssimo em Old Trafford, que apenas foi decidido devido a um erro do guarda-redes romeno que estava na baliza dos Gunners. Nemanja Vidic saltou mais alto antecipando-se a Ciprian. Não só passámos o Tottenham na tabela classificativa (devido ao empate caseiro dos Spurs diante do Man City), como Wayne Rooney voltou à competição tendo feito os 4' finais do encontro.

 

O Sunderland, em casa, só tinha ainda escorregado em duas ocasiões. Não esperava um jogo fácil, ainda para mais com Owen Hargreaves a segurar o nosso criativo e com o Bent lá à frente. Para surgir o golo foi necessário fazer sair do banco Rooney, que após longa paragem voltou aos golos. Os outros dois apareceram naturalmente devido à nossa forte investida no ataque, ainda assim foi um defesa que os marcou. Foram muito idênticos, pois nasceram ambos de um pontapé de canto cobrado por Viegas no lado esquerdo. O português colocava a bola no segundo poste onde estava Vidic, e o sérvio enviava a bola para o primeiro poste onde aparecia Jonny Evans. No final da partida vi que o Chelsea e o Tottenham tinham empatado 2-2, excelente.

 

O Stoke não é uma equipa forte, a posição que ocupam na tabela é prova disso, e o que aconteceu durante todo o jogo também serve para o provar. Então não é que o primeiro remate deles foi feito apenas ao minuto 89? Fletcher começou logo a tratar do assunto à passagem do segundo minuto do primeiro tempo, e Vidic aumentou a vantagem logo 10' depois. No segundo tempo estava tudo na mesma, com o Stoke a limitar-se a ver-nos jogar. Vidic voltou a marcar e Macheda fechou a contagem.

 

Ainda bem que não permitimos que o Reading se aproximasse da nossa baliza muita vez, porque das três vezes que a bola foi enquadrada com a baliza de Adler criaram sempre perigo. O ponto mais importante do jogo foi a defesa de uma grande penalidade por parte do gigante alemão, que na altura, caso fosse concretizado, fazia o 1-1. A partir daí deixámos de ver a equipa visitante e começou apenas a dar Manchester. Gibson, Ancelotti, Vargas, Mário Viegas e Rooney foram os autores dos golos da noite, tendo o primeiro marcado por duas vezes. Vou-vos dizer uma coisa, mas fica só entre nós. Na primeira metade da época não inscrevi o Gibson, agora, dia 1 de Janeiro inscrevi-o em detrimento de um jogador das reservas, e no primeiro jogo que ele faz para a Liga bisou.

 

No mesmo dia em que Gibson foi inscrito, Stefano Trombetta estreou-se na equipa principal. O jovem avançado chegou de Roma a troco de €3M. Não me parece que tenha sido uma verba alta tendo em conta a qualidade que o jogador parece demonstrar. Ou muito me engano, ou estão perante o melhor avançado do Mundo dentro de algumas épocas. Estive também perto de garantir a contratação de um jovem alemão do Werder Bremen, tinha apenas 16 anos. Não chegou a assinar e o principal factor para isso acontecer foi no perfil dele constar que era um jogador semelhante a Antonio Valencia (seu colega de equipa no Bremen), portanto à última da hora abortei o negócio.

 

O Leyton Orient era um alvo fácil para este Man Utd, portanto optei por ir a jogo com os jogadores que normalmente são suplentes e/ou reservas. O único que costuma ser titular e entrou de início foi Chicharito, mas foi precisamente o seu companheiro de ataque a destacar-se. O italiano Macheda bisou num espaço de 10', colocando-nos assim numa situação bastante vantajosa. No segundo tempo fiz entrar Stanislas, Vertonghen e Carrick, e o primeiro aumentou a contagem. Fácil.

 

Com o jogo diante do Liverpool a aproximar-se cada vez mais, voltei a utilizar os jogadores que não costumam jogar, deixando no banco jogadores como Chicharito, Rafael e Vidic, por exemplo. Foi uma partida muito esquisita. O Hull, em três remates que fez ao alvo, marcou três golos. Já nós que fizemos 20 apenas conseguimos transformar em golo 5. Ao intervalo estávamos empatados e fiz entrar três jogadores. Foi totalmente diferente. Marcámos três golos, dois de Hernández. Kamel Ghilas reduziu para 3-5 já para lá do minuto 90.

 

Desde o empate com o Liverpool na primeira volta que temos conseguido uma excelente série de resultados frente aos "grandes", tendo saído com a vitória em todos eles. A saga era para continuar, e Rooney de grande penalidade colocou-nos a vencer ainda na primeira parte. Estava a ser um bom jogo de futebol, digno de um Man Utd x Liverpool. Javier Hernández e Rooney, já no segundo tempo, aumentaram a vantagem para 3-0. Fiquei bastante aliviado, era um jogo difícil. Raúl Meireles ainda reduziu a desvantagem (considero o golo do Meireles em vez do Pacheco porque a bola apenas ressaltou no último).

 

Uma vitória nesta 1ª mão da Taça podia colocar-nos praticamente na final. Entrámos a todo o gás, com Chicharito a acertar no poste logo à passagem do segundo 19. O Chelsea não jogou melhor que nós, que é o que as estatísticas dão a entender, nada disso. Eles rematavam bastante de meia distância, felizmente falhavam porque o Sneijder não estava nas melhores condições. Uma das coisas que pedi à equipa no início do encontro foi que entrasse duro sobre o holandês. Sabia que, caso ele não estivesse a 100%, ia-nos facilitar muito mais as coisas. Assim foi. Javi "Chicha" Hernández bisou, na altura Bruno Alves fez o 2-1 e, já em cima do minuto 90 Rooney fechou a contagem. Veremos como corre em Old Trafford.

 

No terreno do WBA optei por voltar a não utilizar a melhor equipa devido ao cansaço acumulado dos jogadores e desta vez não correu bem. Apesar de termos feito um bom jogo, Ishmael Miller marcou o solitário golo que deu os três pontos à sua equipa e que colocava um ponto final na nossa sequência de vitórias. Alguns jogadores estavam nervosos, outros jogaram fora da sua posição de origem. Foram vários os factores que nos condicionaram e a derrota encaixa bem aqui.

 

Em apenas dois jogos o Man City conseguiu apanhar-nos no topo da classificação, apenas um mísero ponto separa as duas equipas. Mais uma vez não conseguimos sair vitoriosos, o Birmingham marcou cedo por intermédio de Collison, e apesar de nós termos estabelecido novamente a igualdade ainda no primeiro tempo, não conseguimos mais marcar até ao término da partida. Não tivemos sorte, vimos dois golos serem-nos anulados.

 

Desde o início do mês que tenho vindo a negociar o passe do Balotelli com o Man City, e se tudo corresse como esperado o extremo italiano chegaria a Old Trafford a troco de €5.75M, a receber cerca de 400 mil euros mensais (após muito tempo em negociações, pois inicialmente ele queria €750 mil). Já estava tudo tratado com o clube e com o empresário do jogador, mas o rapaz não quis assinar porque não queria ir para um clube rival. Resumindo e concluindo, ficou no City para continuar na equipa de reservas. É bem!

Tinha de contratar um extremo esquerdo porque o Vargas não é nenhum super-homem, e porque tenho utilizado o Viegas imensas vezes devido à lesão do Nani que ainda se vai prolongar por mais um mês. Enquanto negociava com o Balotelli andava a ver outros jogadores e devido ao que aconteceu a minha opção recaiu sobre Angel Di María. No Real Madrid não estava a ser muito utilizado esta temporada, o que facilitou o negócio. Se é para gastar, então que se gasta em alguém com qualidade. Custou cerca de €32.5M e tenho a certeza absoluta de que vai provar que vale cada cêntimo que demos por ele.

 

Impressionante como empatamos e perdemos jogos que não cabe na cabeça de ninguém e depois voltamos a golear o Chelsea pela segunda vez esta temporada. Tudo começou quando, aos sete minutos, Bruno Alves foi expulso devido a uma dura entrada sobre Anderson. Começámos a ganhar balanço e, aos 12', Chicharito fez o primeiro da noite. A partir daí tudo se tornou mais fácil, o Chelsea desapareceu e nós dominámos o jogo. Vidic aumentou a vantagem perto do intervalo. Já no segundo tempo o estreante Angel Di María e o italiano Macheda também marcaram. No total, a eliminatória ficou em 7-1. Na final vamos encontrar o Wolves, que eliminou o Liverpool com um total de 4-1.

 

Agora num jogo a contar para a Taça de Inglaterra onde defrontámos o Notts County, optei por utilizar a equipa de reservas. No primeiro tempo eles tiveram tanta, mas tanta sorte... Acertámos no poste em cinco vezes, duas delas na mesma jogada! Frimpong colocou a equipa de Nottingham a vencer, e ao intervalo dei um valente puxão de orelhas aos meus pupilos. Welbeck e Viegas trataram imediatamente de nos colocar a vencer, com o recém-entrado Phil Jones a carimbar o passaporte para a fase seguinte da competição.

 

Não sei que dizer. Estou irritadíssimo. Isto fora de casa tem sido um relaxamento total. Espero que melhore, situações destas não são toleradas aqui. Mais um empate, na casa do Bolton, por 2-2. Rooney e Chicharito marcaram para nós.

 

Em casa o nível de dificuldade do adversário diminui significativamente, está aos olhos de todos. Apesar do Fulham ter marcado, na altura o 2-1, pouco ou nada fez durante toda a partida. Rooney e a nossa dupla de centrais, Vidic - Jones, estabeleceram o resultado final. Vargas esteve em grande plano ao fazer duas assistências e a iniciar a jogada que deu origem ao outro golo.

 

Jogámos muito! O Tottenham ainda tentou aguentar o empate, mas nós fomos muito mais fortes. Ao intervalo o resultado era 0-0, fiz questão de dizer ao Ancelotti para ter calma a jogar, que não havia pressão nenhuma sobre ele, e dizer ao Rooney que ele podia fazer a diferença esta noite. Bem, é caso para dizer que a palestra ao intervalo deu resultado. O Wayne inaugurou o marcador aos 72' com uma grande assistência do Cristian A., e poucos minutos depois foi o inglês que entregou a bola a Macheda para este confirmar a vitória. O Man City perdeu em casa do Sunderland 2-0.

 

Man Utd: Classificação - Primeira Liga

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Man Utd: Sorteio - Liga dos Campeões @ Oitavos-de-Final

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Anexos: Man Utd x Arsenal, Man Utd x Reading, Man Utd x Liverpool, Chelsea x Man Utd, Man Utd x Chelsea, Man Utd x Tottenham

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Man Utd

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Vitória fácil diante de um adversário acessível, o Newcastle. Durante os 90' o público viu quem mandava, viu quem dominava e viu quem marcou. Manchester United, isso mesmo. Wayne Rooney marcou os dois golos da noite, um aos 37' e outro aos 73'. Tenho a destacar também a exibição notável do Vargas, que apesar de ter passado para lateral-esquerdo para o Di María jogar a extremo não baixou o rendimento.

 

A quinta eliminatória da Taça de Inglaterra era diante do Queens Park Rangers. Não pensava que ia ser assim, porque sinceramente esperava um jogo um pouco complicado. Federico Macheda bisou, logo de seguida Nani também bisou e, quase em cima do apito para o intervalo Rooney também fez balançar as redes. A nível colectivo estava a ser um grande jogo, e a nível individual ainda melhor. Jonny Evans foi o autor do sexto e último golo. Na próxima eliminatória jogamos com o Arsenal, em Old Trafford.

 

Não esperava um jogo tão bom da parte do Saint-Etienne. Jogaram bem e até tiveram oportunidades que podiam ter sido concretizadas em golo, não fosse o nosso gigante alemão entre os postes. Contava ganhar aqui para em casa não ter tanto trabalho, pois a segunda mão dos oitavos é logo a seguir à partida da Taça frente ao Arsenal.

 

A Taça da Liga pouco ou nada me diz, mas fiquei extremamente desiludido por a não ter conseguido ganhar. Se há finais são para ser ganhas. A equipa estava partida, não jogava em conjunto e quando criava perigo era por intermédio de Nani ou Di María. Nem o Wayne estava inspirado. O Wolves conquistou a sua terceira Carling Cup com um golo de Matt Jarvis à passagem do minuto 15.

 

O jogo não começou da melhor forma para nós. M'Bengué fez um auto-golo e a equipa até voltar a organizar-se levou algum tempo. No fundo a culpa nem foi do francês, porque foi Anderson que chutou contra as costas dele. Ainda no primeiro tempo Mário Viegas estabeleceu a igualdade, e o resto só ia acontecer nos segundos 45'. A nossa dupla de centrais voltou a marcar, um golo cada, e Chicharito que tinha entrado para o lugar de Macheda também foi a tempo de festejar. Não podemos perder pontos, o Man City está coladíssimo.

 

Eu não percebo esta equipa, mas ainda bem que assim é senão isto não tinha piada nenhuma. Em 19 remates apenas conseguimos enquadrar dois com a baliza do romeno do Arsenal. Um deu golo, logo aos 9', com Rooney a ser o culpado disso. Os Gunners nunca foram capazes de nos assustar, nem por uma única vez. Quando reparei que eles colocaram o van Persie em campo tratei imediatamente de dar instruções claras ao Vidic que não o podia largar, e já sem Nasri e com o holandês marcado eles não conseguiam fazer nada. Vencemos, e vencemos bem.

 

Seguiu-se então a segunda mão dos oitavos de final da Liga dos Campeões. Fizemos um bom jogo e não deixámos o Saint-Etienne progredir no terreno, fazendo-os sempre rematar de muito longe. Nós também nos deparámos com esse problema, pois a equipa francesa defendia muito alto. No fim isso não se revelou um problema, visto que Junior Stanislas colocou-nos na próxima fase da competição.

Calhou-nos o Manchester City na rifa para os quartos de final. É a equipa que mais temo a nível interno, têm um conjunto de jogadores fantástico. Como se não bastasse estarmos bastante próximos na EPL, agora também os vamos defrontar na UCL. Isto promete! Ah, e ainda há a possibilidade de nos encontrarmos na final da FA Cup.

 

Jogo horrível, não só nós jogámos mal como o Aston Villa também mas nós conseguimos ainda ser piores. Agbonlahor fez os dois golos, sentenciando assim o jogo. Não sei como é que este Aston Villa, mesmo apesar desta fraca exibição, está no meio da tabela. Têm no plantel jogadores como Afellay, Rodwell, Young, Lavezzi, e o carrasco que nos marcou por duas vezes.

 

Não só pelo sentimento de vingança que tive, como também pela importância do jogo em questão. Quando Junior Stanislas, na última jogada do jogo conseguiu marcar eu saltei da cadeira a gritar golo. Fiquei felicíssimo! Os visitantes não tinham feito nada, repito nada. Foi totalmente justo.

 

A partir de agora todos os jogos para a Liga são considerados como finais, todos eles muito importantes, mas este tinha um gosto especial. O Man City, que nos tinha passado na classificação devido aos nossos deslizes, vinha a Old Trafford com uma vantagem de apenas um ponto, ou seja, se nós vencessemos passaríamos novamente para o primeiro posto. Somos indiscutivelmente a melhor equipa a jogar em casa, assim como o City. Que pena eles terem de jogar fora... Sem Rooney para contar a história do jogo devido à expulsão no jogo com o Aston Villa que lhe valeu (ainda) mais dois jogos de suspensão, era Macheda quem tinha de mostrar serviço. O italiano inaugurou o marcador na cobrança de uma grande penalidade que foi sofrida por Vidic após Marcelo lhe saltar para cima. O melhor jogador, na minha opinião claro, desta época na EPL é o Tevez. O homem, com o golo que nos marcou, já leva 27 na liga, e no total são 40. Os citizens vieram do intervalo diferentes, com mais vontade de agarrar no jogo, a nossa sorte foi ter um Adler inspirado a defender as redes. O nosso segundo golo apareceu a um quarto de hora do término do encontro, por intermédio de Chicharito com assistência de Macheda. Continua tudo em aberto no campeonato.

 

Só por curiosidade, Mário Viegas ganhou o prémio de Jovem Jogador do Mês, que desd Janeiro tem sido só para jogadores nossos. Phil Jones em Janeiro, Ancelotti em Fevereiro, e agora o Viegas em Março. O segundo já ficou no pódio em 6 ocasiões, mas só ganhou uma.

 

Man Utd: Classificação - Primeira Liga

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Man Utd: Sorteio - Liga dos Campeões @ Quartos-de-Final

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Anexos: Man Utd x Arsenal, Man Utd x AS Saint-Etienne, Man Utd x Man City, Plantel - Man City

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Eish, tenho o pressentimento que tudo pode correr mal. Era muito mau perderes a Liga e a UCL para o City, BOA SORTE!

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