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Dom Pérignon

Depois de Ben Ali, toca a Mubarak deixar o poder

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Guest Dpitz

Eu percebo a ideia.

Eu também não dava aos comunas, depois ainda gastavam no Avante e como eu não posso ir era grande m*rda desperdiçar assim o ouro :|

Não podes pq? :o

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Não podes pq? :o

Nunca ninguém quer vir comigo.

Todos os anos proponho e ou o pessoal do Partido, regra geral, diz que está a ajudar lá na organização e então não me pode dar atenção.

Ou então os que não são do partido têm nojo de comunas :|

 

Fico:

forever+alone+face.png

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Guest Dpitz

Vais com os camaradas do CMPT :p Eu este ano devo ir para lá para a organização, deve ser brutal :heart: Mas há aí malta que vai só para curtir :)

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Vais com os camaradas do CMPT :p Eu este ano devo ir para lá para a organização, deve ser brutal :heart: Mas há aí malta que vai só para curtir :)

Se houver um bom grupo eu vou.

Tou desde os 15 anos a tentar ir.

Mas é complicado, corta-se tudo no fim :(

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Guest Dpitz

Se houver um bom grupo eu vou.

Tou desde os 15 anos a tentar ir.

Mas é complicado, corta-se tudo no fim :(

No ano passado ainda chegaram a ir uns bons quantos users, é uma questão de se combinar. Lá mais para a frente alguém deve abrir o tópico da festa do povo :mrgreen:

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No ano passado ainda chegaram a ir uns bons quantos users, é uma questão de se combinar. Lá mais para a frente alguém deve abrir o tópico da festa do povo :mrgreen:

Sou Burguês, não posso ir então :( :mrgreen:

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O exército selou a capital do Bahrain, depois de a polícia ter tentado estancar as manifestações que pediam a mudança do regime.

 

As tensões neste pequeno reino do Golfo Pérsico chegaram ao rubro às três da madrugada (meia-noite em Lisboa), quando a polícia de choque irrompeu na praça principal da cidade, rebaptizada pelos manifestantes de "Praça dos Mártires", e atacou os milhares de pessoas que se encontravam acampados no local, a exigir que o regime adopte um sistema verdadeiramente constitucional e dê mais liberdades ao povo.

 

Segundo responsáveis médicos no local, pelo menos três manifestantes perderam a vida e 95 ficaram feridos durante o assalto, enquanto a polícia diz ter efectuado dúzias de detenções.

 

"Eles estão a matar-nos!", gritou um protestante aos jornalistas da Reuters, na altura em que as forças de segurança começaram a entrar na praça, onde também estavam presentes mulheres e crianças. As autoridades derrubaram as tendas dos manifestantes e atiraram gás lacrimogéneo contra a multidão.

 

O local encontra-se agora selado por arame farpado e carros da polícia. Vários carros de apoio ao regime estão a atravessar as ruas, agitando a bandeira nacional, e apelando à população para que se lhes junte em apoio ao monarca.

 

Segundo o general Tarek al-Hassan, porta-voz do ministério do Interior, os militares "vão tomar todas as medidas preventivas para garantir a segurança e a ordem públicas".

 

Manifestantes resistem

 

A força da repressão oficial parece no entanto estar a ter um efeito contrário ao pretendido entre os oponentes ao regime, tendo o maior partido da oposição classificado o assalto ao acampamento como um "ataque selvagem e injustificado contra um agrupamento pacífico", estando neste momento a estudar o abandono em permanência do parlamento, enquanto mais manifestantes se estão a juntar no hospital onde as vítimas estão a ser tratadas, uns gritando slogans como "Morte aos al-Khalifa!", e outros doando sangue. Pelo menos um imã apelou aos manifestantes para que não desistam da luta, porque "um regime que ataca o seu próprio povo não tem legitimidade".

 

Os manifestantes têm estado a imitar as revoltas populares que ameaçaram as ditaduras do Egipto e da Tunísia e pretendem forçar a monarquia sunita a ceder o seu controlo sob todos os postos do governo, bem como o fim da discriminação religiosa no país.

 

País estratégico

 

O Reino do Bahrain é um local considerado como estratégico na região, não só por ser a base principal da Quinta Frota Naval dos Estados Unidos, mas também porque é um país onde 70% da população segue a vertente xiita da religião muçulmana, enquanto a Casa Real e as elites do país são adeptas da corrente sunita.

 

Por esta razão, o exército do país é composto maioritariamente por elementos de outros países, principalmente do Paquistão, que recebem cidadania e tratamento preferencial, criando ressentimento por parte dos xiitas. Embora nominalmente uma monarquia constitucional, o Rei al-Khalifa não segue frequentemente os preceitos da lei básica do país, enquanto que o governo do primeiro-ministro al-Khalifa, tio do monarca, que lidera o executivo do país desde 1971 sem nunca ter sido eleito.

 

DE

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achas curioso? eu cá não acho. A Arábia mexe mundos.

 

ps: eish...vírgulas...o que são? ...

 

Pois, exactamente. Não digo que seja por questões políticas, mas hoje em dia o jornalismo ocidental tem de lidar com demasiados constrangimentos de ordem financeira para se dar ao luxo de poder investigar exactamente o que se passa dentro de uma sociedade enclausurada como a saudita. Os media regurgitam o que diz a Reuters e a Reuters não tem meios para ter correspondentes em todo o lado, e já é uma agência que lida com os mesma lógica tecnocrata que os outros meios informativos.

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Líbia: Mais de 100 mortos nas manifestações pelo fim do governo de Muammar Kadafi - Human Rights Watch

 

Cairo, 20 fev (Lusa) -- Pelo menos 104 pessoas morreram na Líbia desde o início das manifestações pró-democracia, na terça-feira, segundo a Human Rihgts Watch (HRW), citando fontes hospitalares e outras testemunhas no local.

 

A agência Ria Novosti avança com um número de 200 mortos durante as manifestações.

 

Desde terça-feira, estão a decorrer na Líbia várias manifestações pró-democracia e pelo fim do regime de 40 anos do presidente Muammar Kadafi.

 

Este texto da agência Lusa foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

_____________________________________________________

 

 

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Movimento "do 20 de Fevereiro"

Manifestações pacíficas em Casablanca e Rabat

 

20.02.2011 - 12:21 Por PÚBLICO

 

Alguns milhares de marroquinos estão hoje a manifestar-se em Casablanca e Rabat a favor de reformas políticas e de uma limitação dos poderes do rei. Ao fim da manhã não havia informação de qualquer incidente.

 

Em Casablanca, a principal cidade do país, gritou-se “Liberdade, Dignidade, Justiça”, segundo um jornalista da AFP. Cartazes diziam: “O rei deve reinar e não governar” ou “O povo quer uma nova Constituição”. Organizações de esquerda pediam “menos poderes para a monarquia”.

 

Brahim e Hassan, dois dos jovens que se manifestam em Casablanca, explicaram o que os move: “Não temos nada contra o rei, mas queremos mais justiça e trabalho”, disseram à agência.

 

Em Rabat, a capital, mais de duas mil pessoas – quatro mil segundo os organizadores – gritaram: “O povo quer mudar”.

 

Os protestos do movimento “do 20 de Fevereiro”, um apelo a manifestações pacíficas lançada no Facebook , teve a adesão de milhares de simpatizantes, mas ontem Rachid Antid, um dos seus principais dinamizadores, e outros signatários demarcaram-se do protesto invocando divergências ideológicas com uma formação islamista e grupos de esquerda.

 

Marrocos foi até agora poupado à vaga de constestação que levou ao derrube dos regimes na Tunísia e no Egipto e que nos últimos dias se tem feito sentir sobretudo no Bahrein e na Líbia.

Editado por Harmonium

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Não há palavras...

 

Daqui por um bocado também estão a dizer esta atitude é compreensível.

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Guest Dpitz

Eles estavam claramente a pedi-las... Esta gente pá, com a mania que já pode refilar... Enfim

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A questão da Líbia é um pouco mais complexa que a dos vizinhos. É um país bastante rico com muitos interesses estrangeiros, especialmente à volta da questão do petróleo, e onde a população tem um nível de vida bastante alto comparado com os outros países da região.

A revolta tambem tem sido a mais violenta até agora, diz-se que a 2ª cidade do país já caiu devido aos manifestantes estarem armados.

Editado por antifa

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Avião C-130 aterra "dentro de três ou quatro horas" em Tripoli para retirar portugueses

 

O Governo português disponibilizou um C-130 para retirar os portugueses da Líbia, que deve aterrar em Tripoli dentro de “três ou quatro horas”, disse hoje à Agência Lusa o secretário de Estado das Comunidades, António Braga.

 

“A operação de repatriamento está a ser desenvolvida na Líbia. Dada as dificuldades dos voos comerciais em fazerem o repatriamento, o Governo disponibilizou um C-130 que dentro de três ou quatro horas está em Tripoli”, disse António Braga.

 

O governante indicou que, além dos portugueses, o avião da Força Aérea Portuguesa vai retirar também cidadãos da União Europeia do país.

 

O secretário de Estado não precisou quantas pessoas vão regressar no C-130, afirmando apenas que a operação está a ser “coordenada pela embaixada de Portugal na Líbia por instruções do Ministério dos Negócios Estrangeiros”.

 

Fonte: Destak

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