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DanielDesario

Médico absolvido de violação porque não foi muito violento

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A mulher do Sr. Dr. Juiz agora é que deve estar com medo de andar na rua...

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Notícia mais completa:

 

O Tribunal da Relação do Porto considerou que o psiquiatra João Villas Boas não cometeu o crime de violação contra uma paciente sua, grávida de 34 semanas, pois os actos não foram suficientemente violentos, apesar de este forçar a vítima a ter sexo com base em empurrões e puxões de cabelo.O tribunal deu como provado os factos, que têm início com a vítima a começar a chorar na consulta e com o médico a pedir para esta se deitar na marquesa. O psiquiatra começou então «a massajar-lhe o tórax e os seios e a roçar partes do seu corpo no corpo» da paciente, como se pode ler no acórdão.

 

A mulher, que estava grávida e numa situação de fragilidade psicológica, levantou-se e sentou-se no sofá, tendo o médico começado a escrever uma receita. Quando voltou, aproximou-se da paciente, «exibiu-lhe o seu pénis erecto e meteu-lho na boca», agarrando-lhe os cabelos e puxando a cabeça para trás, enquanto dizia: «estou muito excitado» e «vamos, querida, vamos».

 

A mulher tentou fugir, mas o médico «agarrou-a, virou-a de costas, empurrou-a na direcção do sofá fazendo-a debruçar-se sobre o mesmo, baixou-lhe as calças (de grávida) e introduziu o pénis erecto na vagina, até ejacular».

 

Para o colectivo de juízes, o arguido não cometeu o crime de violação, porque este implica colocar «a vítima na impossibilidade de resistir para a constranger à prática da cópula». Diz o acórdão que para que tal acontecesse era preciso que «a situação de impossibilidade de resistência tivesse sido criada pelo arguido, não relevando, para a verificação deste requisito, o facto de a ofendida apresentar uma personalidade fragilizada».

 

O colectivo de juizes considera que o «empurrão» sofrido pela vítima por acção física do arguido não constitui «um acto de violência que atente gravemente contra a liberdade da vontade da ofendida» e, por isso, «impõe-se a absolvição do arguido, na medida em que a matéria de facto provada não preenche os elementos objectivos do tipo do crime de violação».

 

Mas um dos três juízes, José Manuel Papão, não concorda com a absolvição e juntou ao acórdão uma declaração de voto em que considera «que a capacidade de resistência da assistente estava acrescidamente diminuída por estar praticamente no último mês de gravidez, período em que se aconselha à mulher que na prática de relações sexuais observe o maior cuidado para evitar o risco da precipitação do trabalho de parto».

http://sol.sapo.pt/i...ontent_id=19026

 

Se quiserem ler o acórdão: http://www.dgsi.pt/j...b4?OpenDocument

Editado por whatever

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nah...isto não pode ser verdade. isto é mentira. não dá mesmo para acreditar, sorry, não dá, isto é a gozar, they be trollin'.

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A ser verdade, não há anda a dizer/fazer a não ser :facepalm:

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Ler o acordão é que está quieto, mais vale confiar nos jornalistas

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E quem é que redige o acórdão? E qual é o problema deste?

Editado por Dan

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Dei uma leitura geral no acordão e, como é óbvio, a resolução não faz sentido na mesma.

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Dei uma leitura geral no acordão e, como é óbvio, a resolução não faz sentido na mesma.

 

Neste país já é de esperar tal coisa, seja qual for o processo.

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Fotos do gajo.

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Menos de uma semana está na m*rda.

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O homem não é propriamente um zé-ninguém. O acórdão invalida a condenação de cinco anos de pena suspensa, porque identificou diferenças nas declarações da mulher e porque segundo a lei para ser considerada violação tem de haver violência física e como a mulher não foi agredida, anteriormente, amarrada ou ameaçada com uma arma não consideram como um caso de violação, brilhante!

Basta dizer que a mulher para além de grávida de oito meses e meio estava doente.

Editado por whatever

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Falar é sempre fácil mas se eu fosse o marido da tal senhora grávida... ia f*der o gajo, ah pois ia...

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Falar é sempre fácil mas se eu fosse o marido da tal senhora grávida... ia f*der o gajo, ah pois ia...

 

se fosse o marido resolvia o problema com chumbo e ia ser meigo claro.

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se fosse o marido resolvia o problema com chumbo e ia ser meigo claro.

 

Se for tiros dados dedo a dedo, será que o Juiz absolve?:p

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Fotos do gajo.

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Menos de uma semana está na m*rda.

 

Pesquisei o nome dele e calhou-me um gajo do Porto a estudar medicina, apesar de tudo parecia-me muito jovem :S

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