Sincèire Publicado 12 Setembro 2011 Nome: Giuseppe Meazza País: Itália Posição: Avançado Clubes: Inter (1927-40), Milan (40-42), Juventus (42-43), Varese (43-44), Atalanta (44-46), Inter (46-47) Internacionalizações/golos: 53/33 "Há um homem por detrás do estádio milanês: Giuseppe Meazza, o talentoso avançado que marcou os anos trinta do futebol italiano, afinal de contas os mais vitoriosos da história do calcio. Meazza, nascido em Milão e jogador dos dois principais clube da cidade, o Inter ( quase sempre ) e o Milan ( no final ), resumiu no seu futebol chavões associados à capital da elegância e da moda. Na meia-final do Mundial-1938 com o Brasil, quando se preparava para bater um penalti foi surpreendido com o rompimento do elástico dos calções. Como um galã jamais apanhado em falso, não travou a corrida e, com a mão a segurar os calções, conseguiu equilíbrio suficiente para rematar e marcar golo. Tudo na vida deve ser feito com estilo, eis um milanês. A pose de Meazza era altiva mesmo quando jogava futebol de rua com uma bola de trapos num dos bairros típicos da capital da Lombardia, o Porta Vittoria. Com 12 anos, a mãe deu-lhe permissão para atuar num clube amador e, aos 14, munido de umas chuteiras que lhe foram oferecidas por um admirador das suas iniciadas capacidades, apresentou-se ao Inter. Um treinador juvenil ainda em ascenção, Fulvio Bernardini, também se encantou com a classe do rapaz e alertou Arpad Weisz, técnico principal. Weisz percebeu que não havia exagero: aos 16 anos, Meazza tinha drible, uma qualidade de improviso e uma ousadia espantosos. Estava no ponto. Leopoldo Conti, um jogador da velha guarda do Inter, quando soube que o miúdo ia ser titular aos 16 anos gritou no balneário que o clube até já ia buscar jogadores ao Balilla ( uma espécie de Casa Pia ). Como nesse encontro o Inter ganhou à US Milanese com três golos do miúdo, Meazza tornou-se para sempre o "Balilla". E pronto: já tinha tudo, inclusive cognome, para se tornar numa lenda. Do Inter para a seleção, onde aos 19 anos conquistou de vez o coração dos italianos como estrela da vitória por 5-0 da squadra azzurra em Budapeste, documentada num relato radiofónico que parou o país. era só o início: seguiram-se os triunfos nos mundiais de 1934 e 1938, em que, como capitão, segurou a taça, depois de ter segurado os calções. Na fase decadente, passou pelos dois principais rivais do Inter, o Milan e a Juventus, feito inédito até então. Em 1980, ano seguinte à sua morte, San Siro tornou-se Giuseppe Meazza e hoje a sua memória continua viva, e com estilo, em Milão." Compartilhar este post Link para o post
Sincèire Publicado 12 Setembro 2011 Nome: Lionel Andrés Messi ( Leo Messi ) País: Argentina Posição: Avançado Clubes: Barcelona (04-?)* Internacionalizações/golos: 53/15 *em atividade "Cristiano Ronaldo pode ser produto tipo da nova geração mas Lionel Messi é o craque playstation, o reflexo na realidade daquilo que os miúdos fazem com joysticks e consolas. A forma como muda de velocidade e de direção com a bola nos pés parece concebida virtualmente. Mas não, ele é verdadeiro. Paradoxalmente, até é verdadeiro de mais: continua, mesmo sendo a mais cintilante estrela da atualidade, a comportar-se como um miúdo que não larga a bola, que a transporta debaixo do braço para a sala de aula, que é repreendido pela mãe porque está a jogar até altas horas em vez de jantar. Messi, neto de italianos de Ancona, é filho de um operário fabril e de uma mulher-a-dias. Começou aos 5 anos num clube treinado pelo pai e aos 8 foi para o Newell´s Old Boys, um dos principais clubes de Rosario, e logo despertou o interesse do River Plate. Nessa altura, foi-lhe diagnosticado um problema de crescimento, cujo tratamento custaria cerca de setecentos euros mensais. O River afastou-se. O Barcelona aproximou-se por Carlos Rexach, adjunto do clube, que já tinha ouvido falar do prodígio e prontificou-se a pagar a terapia hormonal. A família Messi viajou com Lionel para a Catalunha. Em 2003, com 16 anos, estreou-se num particular na inauguração do Estádio do Dragão. Frank Rijkaard, o treinador, lançou-o aos 17 anos na Liga espanhola, e aos 18 já era quase titular, estatuto que assumiu em definitivo, e até hoje, aos 19. Nessa idade completou um hat-trick no clássico com o Real Madrid e começou a justificar as primeiras comparações com Maradona - marcou um golo com o pé esquerdo e outro com a mão ao estilos dos de El Pibe a Inglaterra, em 1986, o ano antes de Messi nascer. De então para cá, ganhou duas ligas dos Campeões ( antes dele o Barça tinha apenas uma ), quatro títulos espanhóis e foi eleito duas vezes o melhor do mundo pela FIFA, numa interminável soma de troféus, golos e exibições geniais. Nascido em 1987, ainda é cedo para perceber o que vale no contexto da história do jogo mas parece estar destinado a concorrer com os maiores. Falta-lhe um título mundial pela Argentina - depois das eliminações em 2006 e 2010 pela Alemanha nos quartos-de-final. Para o consagrar no terreno que Pelé ou Maradona pisaram." http://www.youtube.com/watch?v=zLRiM2F60lk Compartilhar este post Link para o post
André Sousa Publicado 12 Setembro 2011 Melhor de sempre. O resto são peanuts. Compartilhar este post Link para o post
Elvis Publicado 12 Setembro 2011 O CR apareceu primeiro, ou seja, é o melhor do mundo 8-) Compartilhar este post Link para o post
Sincèire Publicado 12 Setembro 2011 O CR apareceu primeiro, ou seja, é o melhor do mundo 8-) :mrgreen: Compartilhar este post Link para o post
FabioK Publicado 12 Setembro 2011 Melhor de sempre. O resto são peanuts. Compartilhar este post Link para o post
nopla Publicado 13 Setembro 2011 Sir Stanley Matthews :prayer: Compartilhar este post Link para o post
Refutador Publicado 13 Setembro 2011 Se não fosse o Xavi e o Iniesta...eheheh Desde o Zidane que não via um jogador assim. E já tive a oportunidade de ver muitos grandes jogadores. Compartilhar este post Link para o post
Sincèire Publicado 14 Setembro 2011 Nome: Albert Roger Mooh Miller ( Roger Milla ) País: Camarões Posição: Ponta-de-lança Clubes: Léopards Douala (1970-74), Tonnerre Yaoundé (74-77), Valenciennes (77-79), Mónaco (79-80), Bastia (80-84), Saint-Étienne (84-86), Montpellier (86-89), Saint-Pierroise (89-90), Tonnerre Yaoundé (90-94), Purwakarta (94-96) Internacionalizações/golos: 102/28 "Roger Milla ou George Weah? Qual deles foi o melhor jogador africano de sempre? Ou devíamos juntar a esta lista Just Fontaine, nascido em Marrocos? Ou o moçambicano Eusébio? Ou Zidane, cem por cento de sangue argelino? E Pelé, Didi, Djalma Santos, Cubillas, Andrade e tantos outros sul-americanos geniais com ascendência africana? O continente negro rima com futebol, já se sabe, é um cliché. E com dança, alegria, caos, improviso. Milla tinha isso tudo: aos 13 anos, quando apareceu como um diamante por lapidar, e aos 45, quando, delapidadíssimo se retirou. Há jogadores que se destacam nos clubes e depois não correspondem na seleção - e há Milla, um caso oposto. Em1982, apareceu no Mundial espanhol incluído numa surpreendente seleção dos Camarões que começava em N´Kono e acabava nele, passando por Kunde e por Abega. Os Leões Indomáveis entusiasmaram, não perderam com ninguém, nem com a Itália, futura campeã do mundo, mas foram eliminados na primeira fase. Em França, no entanto, aonde chegou aos 25 anos já consagrado no país natal e no continente ( melhor jogador africano de 1977 ), falhou consecutivamente no Valenciennes, no Mónaco e no Bastia, facto que o foi deixando frustrado e incomodado. "Julgaram-me pelas aparências", lamentou-se. Só quando assinou pelo Saint-Étienne e depois passou para o Montpellier se tornou numa estrela completa: na seleção e em França. Fez, aos 36 anos, um jogo de despedida a que compareceram cerca de 150 mil fanáticos e retirou-se para jogar nas ilhas Reunião meio a brincar, meio a sério. E esta história devia acabar aqui. Mas, de repente, toca o telefone. É Paul Biya, presidente dos Camarões, a pedir pessoalmente ao ídolo que jogue no Mundial-90, em Itália. Ele aceitou e marcou quatro golos na prova, todos festejados com uma dança junto à bandeirola de canto - a makossa - que virou fenómeno global, na medida do possível no início dos anos noventa. O golo mais famoso após roubar a bola ao imprudente Higuita nos oitavos-de-final com a Colômbia. Com 42 anos ainda foi ao Mundial americano, em 1994, fazer um golo que o transformou no mais velho goleador da história dos mundiais. Respondendo à pergunta no início, Milla foi eleito o jogador africano do século XX pela Confederação Africana de Futebol." http://www.youtube.com/watch?v=3qw825-HCSM Compartilhar este post Link para o post
SAS_Robben Publicado 14 Setembro 2011 Milla :prayer: Para alem dele e do Weah tb há o Hossam Hassan como grande jogador africano. Compartilhar este post Link para o post
Sincèire Publicado 14 Setembro 2011 Milla :prayer: Para alem dele e do Weah tb há o Hossam Hassan como grande jogador africano. Hossam Hassan era uma máquina de fazer golos :prayer: Compartilhar este post Link para o post
Sincèire Publicado 14 Setembro 2011 Nome: Luis Felipe Monti País: Argentina / Itália Posição: Médio-defensivo Clubes: Huracán (1921), Boca Juniors (22), San Lorenzo (22-30), Juventus (30-39) Internacionalizações/golos: Argentina, 16/5, Itália, 16/1 "Batalhas, ameaças de morte, violência, ferimentos. O próximo texto não é recomendável a pessoas sensíveis: é sobre Luisito Monti, o primeiro de uma longa dinastia de duros do futebol, um jogador com formação na América do Sul, onde o jogo foi, é e continuará a ser vivido no limite, e pós-graduação no calcio nos anos trinta, estava a bola no topo da agenda de Mussolini. Monti, o anti-herói baixo, musculado, agressivo e resistente, foi também o único jogador a participar em duas finais de mundiais por países diferentes. A história de Monti começa na Argentina, Perdão, começa em Itália, onde os pais nasceram. Só depois vem a Argentina, Buenos Aires e o Huracán. Aos 20 anos, no modesto clube dos subúrbios, é imediatamente campeão. Pelo San Lorenzo, arquirrival do Huracán, junta mais três títulos nacionais ao currículo. Em 1927 conquista a Copa América e em 1928 é medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Amesterdão ao perder na final para o Uruguai de Andrade. Dois anos depois, as duas seleções voltam a encontrar-se, desta vez na ansiada final do primeiro Mundial, em Montevideu. Apesar da defesa, Monti era o principal jogador argentino - até ao jogo decisivo, marcou dois golos, entre os quais o primeiro da história da alviceleste na competição, e provocou umas quantas lesões graves nos rivais... Chegou o dia: 85 mil uruguaios e 15 mil argentinos em ebulição. O árbitro belga Langenus só aceita dirigir a partida se lhe garantirem um plano de fuga para o barco. Monti, na manhã do encontro, recebe por baixo da porta do hotel um envelope: "Se ganhas, morres tu ou a tua mãe". Não se sabe se a carta partiu de uruguaios ou de agentes de Mussolini que queriam vê-lo desmoralizado para promover a sua fuga para Itália, naturalizá-lo e fortalecer a squadra azzurra no Mundial-34, em casa. O certo é que o duro fraquejou, o Uruguai ganhou 4-2 e a Juventus ofereceu-lhe um contrato milionário logo a seguir. Aterrou em Itália com pesa o mais - durante dois meses fez treino militar e perdeu 13 quilos - ganhou quatro títulos e tornou-se, de facto, internacional italiano. No Mundial que Mussolini exigiu que a Itália ganhasse foi mesmo campeão, enriquecendo o seu largo palmarés. Ficou célebre uma marcação impiedosa ( um eufemismo ) ao astro Sindelar na meia-final com a Áustria. Como campeões do mundo, os italianos participaram meses depois na batalha de Highbury, um célebre jogo com os ingleses que terminou com expulsões, olhos à Belenenses, ferimentos, pernas partidas. Uma delas, de Monti, logo aos três minutos. Desta vez não fraquejou: jogaria mesmo assim, mais cinco anos ( até aos 38 )), atento à bola e a tudo o que mexesse por lá perto." Compartilhar este post Link para o post
Scirea Publicado 14 Setembro 2011 Credo, pelo texto fiquei com medo do homem.. :medinho: Compartilhar este post Link para o post
Sincèire Publicado 14 Setembro 2011 Nome: Robert Frederick Chelsea Moore ( Bobby Moore ) País: Inglaterra Posição: Defesa-central Clubes: West Ham (1958-74), Fulham (74-77), San Antonio Thunder (76), Seattle Sounders (78), Herning Fremad (78) Internacionalizações/golos: 108/2 "Bobby Moore, capitão inglês em noventa jogos, o melhor defesa que Pelé defrontou, o modelo em quem Franz Beckenbauer se inspirou, o homem que, segundo o mestre escocês Jock Stein, devia ser proibido de jogar porque adivinhava tudo o que se passava no relvado com vinte minutos de antecedência, o braço-direito mais confiável de sempre, para o selecionador inglês no Mundial de 1966, Alf Ramsey. Moore foi um jogador perfeito, gentleman típico, seguido pelos companheiros, admirado pelos rivais. E foi também uma estrela: enquanto jogador-símbolo da geração que ganhou em 66, era aplaudido pelos fãs do seu West Ham mas também de toda a ilha em sinal de consideração. E foi ainda um jogador polémico: envolvido em excessos ( esporádicos ) de álcool e até num roubo e mais tarde num rapto. Nasceu em Londres, foi para o West Ham, o clube da zona leste da cidade, contradizendo o nome, cumpriu todo o percurso juvenil até aos seniores e à estreia aos 17 anos no lugar do titular Malcolm Allison ( mais tarde treinador campeão no Sporting ), a braços com uma tuberculose. A suavidade com que desarmava, baseada numa capacidade de antecipação e posicionamento notáveis, fez com que desse nas vistas. Chegou à seleção nas vésperas do Mundial-62 mas criou um impacte tão grande que não saiu da equipa durante toda a prova. Após o torneio e com apenas 12 internacionalizações, Moore usou a braçadeira pela primeira vez - manteve-a até se retirar em 1973. Antes, ganhou, ao lado de Bobby Charlton e de Geoff Hurst, companheiro no West Ham, o único Mundial inglês, em 66. Por isso chegou ao México-1970 consagrado em Inglaterra e no mundo. No jogo com o Brasil em que Banks fez a defesa do século, Moore protagonizou um desarme sobre Jairzinho que se tornou histórico. Esteve para não acontecer: nas vésperas da competição foi detido por quatro dias na Colômbia, onde os ingleses estagiavam, por suposto, e não provado, roubo de uma pulseira numa joalharia. No final da prova, teve de pagar um resgate de cerca de 15 mil euros porque a mulher fora vítima de um rapto. O lado negro da fama atacava Moore, um dos ícones british dos anos sessenta ( lado a lado com os Beattles ), um dos jogadores mais amados e venerados do seu tempo. O mesmo Bobby Moore que morreu cedo de mais, aos 51 anos, deixando a Inglaterra orfã do eterno capitão." http://www.youtube.com/watch?v=B0aGk9UF8y4 Compartilhar este post Link para o post
SAS_Robben Publicado 14 Setembro 2011 (editado) "My captain, my leader, my right-hand man. He was the spirit and the heartbeat of the team. A cool, calculating footballer I could trust with my life. He was the supreme professional, the best I ever worked with. Without him England would never have won the World Cup." - Sir Alf Ramsey "Immaculate footballer. Imperial defender. Immortal hero of 1966. First Englishman to raise the World Cup aloft. Favourite son of London's East End. Finest legend of West Ham United. National Treasure. Master of Wembley. Lord of the game. Captain extraordinary. Gentleman of all time." Inscription on the Bobby Moore Sculpture "Bobby Moore was the best defender in the history of the game" - Franz Beckenbauer "Bobby Moore was a real gentleman and a true friend." - Franz Beckenbauer "He was my friend as well as the greatest defender I ever played against. The world has lost one of its greatest football players and an honourable gentleman." - Pele Tenho uma enorme admiração por estes jogadores britânicos :prayer: btw, o Monti é o segundo jogador desta lista que não conhecia. Editado 14 Setembro 2011 por SAS_Operative Compartilhar este post Link para o post
Victarion Publicado 14 Setembro 2011 Milla :prayer: Para alem dele e do Weah tb há o Hossam Hassan como grande jogador africano. man, esse Hassan tá errado e tu sabes disso 8) o Meazza mandava um estilo, jasus. Todo pão! mas era um gajo do crl, pelo que li. a inscrição do Moore é muito bonita. ps: sobre o que falaram do Bayern: o Sagnol era m*rda, sobrevalorizado e um canalhinha. Compartilhar este post Link para o post
Sincèire Publicado 14 Setembro 2011 man, esse Hassan tá errado e tu sabes disso 8) o Meazza mandava um estilo, jasus. Todo pão! mas era um gajo do crl, pelo que li. a inscrição do Moore é muito bonita. ps: sobre o que falaram do Bayern: o Sagnol era m*rda, sobrevalorizado e um canalhinha. :lol: SAS, até me arrepiei com isso. Moore =D> Compartilhar este post Link para o post
SAS_Robben Publicado 14 Setembro 2011 ps: sobre o que falaram do Bayern: o Sagnol era m*rda, sobrevalorizado e um canalhinha. Lololololololololol Willy :heart: Compartilhar este post Link para o post
Victarion Publicado 14 Setembro 2011 (editado) Lololololololololol Willy :heart: sabes que é verdade, TIRA ZIE PALLEN! Editado 14 Setembro 2011 por Feng Wei Compartilhar este post Link para o post
SAS_Robben Publicado 14 Setembro 2011 É isso e o Trezenguet não valer nada Compartilhar este post Link para o post
Victarion Publicado 14 Setembro 2011 É isso e o Trezenguet não valer nada eu nunca disso isso, inventa menos. Compartilhar este post Link para o post
Ibrahimovic_9 Publicado 14 Setembro 2011 Roger Milla :prayer: 42 anos quando marcou no Mundial. E todos sabemos que levou o filho mais novo com ele quando se foi registar. Compartilhar este post Link para o post
Eden Hazard Publicado 14 Setembro 2011 Não vai aparecer mais nenhum português, certo? É isso e o Trezenguet não valer nada Ele disse que é overrated, o que é diferente. Compartilhar este post Link para o post
FabioK Publicado 14 Setembro 2011 Não vai aparecer mais nenhum português, certo? Sinceramente, espantaria-me se o Baía aqui não estiver Compartilhar este post Link para o post
Eden Hazard Publicado 14 Setembro 2011 Ainda estou com esperanças de ver o Rui Costa, apesar de serem muito poucas. :( Compartilhar este post Link para o post