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Pinto da Costa defende partido para combater centralismo de Lisboa

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e o PDA? Esse partido que se uniu ao movimento partido do Norte e que diziam que andava perto de eleger um deputado nas eleições deste ano. Pena é que terem ficado com uns 9 ou 10 partidos à frente.

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Pinto da Costa, a conseguir separar um país e arranjar brigas fúteis entre regiões bastante bonitas e com tanto para oferecer desde os anos 80.

 

A sério que só ganham com essa m*rda os hooligans brutamontes que adoram andar a partir coisas e andar à porrada por causa de jogos da bola.´

 

O objectivo da política é a defesa dos ideais filosófico-políticos de cada partido, na preocupação com o povo, e em arranjar soluções e negociações para os problemas do país. Não se o crl do parlamento fica na capital ou não. Existem sedes dos principais partidos em TODAS as capitais de distritos, incluindo, se não principalmente, a cidade do Porto - os partidos políticos vulgam representar o país todo e não a cidade de Lisboa. Mas suponho que isto é óbvio.

1º - Não é o PdC que está a separar o país. A regionalização é defendida por várias entidades e vários partidos. E pode ser uma medida importante para uma melhor gestão de dinheiros públicos entre outras coisas. O país é pequeno, mas a mente das pessoas consegue ser mais e lá consegue impedir o desenvolvimento de várias regiões, que só conseguem crescer graças a investimentos privados.

 

2º - Em lado nenhum o viste a incitar a violência, por isso não percebo esse teu ponto de vista, quando falas em hooligans...

 

3º - Os partidos existem para isso em teoria, mas tal como disse o PdC, muitos dos seus representantes esquecem-se das raízes depois de assumirem determinados cargos, sejam deputados ou governantes. Qual é a diferença em eleger um deputado de uma lista no Distrito do Porto ou numa do distrito de Aveiro? Quando são eleitos não defendem a região pela qual são eleitos na assembleia, mas sim as ideias gerais do partido.

 

e o PDA? Esse partido que se uniu ao movimento partido do Norte e que diziam que andava perto de eleger um deputado nas eleições deste ano. Pena é que terem ficado com uns 9 ou 10 partidos à frente.

Felizmente assim foi... Porque isso de partido não tinha nada. Não passava de um movimento criado sem bases, sem ideias e o mais importante... sem competência!

Editado por DonSk

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Conheço alguma malta cá do Porto que adorava que Portugal fosse desde Coimbra até à Galiza lol.

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Conheço alguma malta cá do Porto que adorava que Portugal fosse desde Coimbra até à Galiza lol.

Partindo do ponto de vista que essas pessoas gostavam, de alguma forma, que o 'Norte' fosse independente, o 'Sul' continuaria a ser Portugal e aí seria criado outro país. Essa lógica ainda faz menos sentido que o costume.

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Conheço alguma malta cá do Porto que adorava que Portugal fosse desde Coimbra até à Galiza lol.

Tantos.. E nem é preciso ir ao Porto, em Coimbra também há muitos. :lol:

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Partindo do ponto de vista que essas pessoas gostavam, de alguma forma, que o 'Norte' fosse independente, o 'Sul' continuaria a ser Portugal e aí seria criado outro país. Essa lógica ainda faz menos sentido que o costume.

É mais ignorância que outra coisa. E até falo de Nacionalistas, que andam muitas vezes com camisolas com o Hino Nacional estampado. :lol: Faz todo o sentido.

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Tantos.. E nem é preciso ir ao Porto, em Coimbra também há muitos. :lol:

 

A sério?! O que reparei desde sempre em Coimbra foi que há as queixas, por vezes correctas, de que só o Porto e em Lisboa é que importam.

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Conheço alguma malta cá do Porto que adorava que Portugal fosse desde Coimbra até à Galiza lol.

 

Ao passar o Rio Douro já se está em Marrocos.:ideia:

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Conheço alguma malta cá do Porto que adorava que Portugal fosse desde Coimbra até à Galiza lol.

Coimbra?! Quem foi o tuolo? É completamente território mouro!

O sotaque chato continua e sempre que ouvem alguém com pronuncia do norte gozam.

A mística do norte não está minimamente presente por essas terras.

Se fores à Galiza acham piada aos nortenhos e sentem nos quase como irmãos da mesma pátria e o mesmo cá se sucede

 

 

 

O "Norte" de Miguel Esteves Cardoso‏, de novo

O Norte é mais Português que Portugal. As minhotas são as raparigas mais bonitas do País. O Minho é a nossa província mais estragada e continua a ser a mais bela. As festas da Nossa Senhora da Agonia são as maiores e mais impressionantes que já se viram.

 

Viana do Castelo é uma cidade clara. Não esconde nada. Não há uma Viana secreta. Não há outra Viana do lado de lá. Em Viana do Castelo está tudo à vista. A luz mostra tudo o que há para ver. É uma cidade verde-branca. Verde-rio e verde-mar, mas branca. Em Agosto até o verde mais escuro, que se vê nas árvores antigas do Monte de Santa Luzia, parece tornar-se branco ao olhar. Até o granito das casas.

 

Mais verdades.

No Norte a comida é melhor.

O vinho é melhor.

O serviço é melhor.

Os preços são mais baixos.

Não é difícil entrar ao calhas numa taberna, comer muito bem e pagar uma ninharia

Estas são as verdades do Norte de Portugal

 

Mas há uma verdade maior.

É que só o Norte existe. O Sul não existe.

As partes mais bonitas de Portugal, o Alentejo, os Açores, a Madeira, Lisboa, et cetera, existem sozinhas. O Sul é solto. Não se junta.

 

Não se diz que se é do Sul como se diz que se é do Norte.

No Norte dizem-se e orgulham-se de se dizer nortenhos. Quem é que se identifica como sulista?

No Norte, as pessoas falam mais no Norte do que todos os portugueses juntos falam de Portugal inteiro.

Os nortenhos não falam do Norte como se o Norte fosse um segundo país

 

Não haja enganos.

Não falam do Norte para separá-lo de Portugal.

Falam do Norte apenas para separá-lo do resto de Portugal.

 

Para um nortenho, há o Norte e há o Resto. É a soma de um e de outro que constitui Portugal.

Mas o Norte é onde Portugal começa.

Depois do Norte, Portugal limita-se a continuar, a correr por ali abaixo.

 

Deus nos livre, mas se se perdesse o resto do país e só ficasse o Norte, Portugal continuaria a existir. Como país inteiro. Pátria mesmo, por muito pequenina. No Norte.

 

Em contrapartida, sem o Norte, Portugal seria uma mera região da Europa.

Mais ou menos peninsular, ou insular.

 

É esta a verdade.

 

Lisboa é bonita e estranha mas é apenas uma cidade. O Alentejo é especial mas ibérico, a Madeira é encantadora mas inglesa e os Açores são um caso à parte. Em qualquer caso, os lisboetas não falam nem no Centro nem no Sul - falam em Lisboa. Os alentejanos nem sequer falam do Algarve - falam do Alentejo. As ilhas falam em si mesmas e naquela entidade incompreensível a que chamam, qual hipermercado de mil misturadas, Continente.

 

No Norte, Portugal tira de si a sua ideia e ganha corpo. Está muito estragado, mas é um estragado português, semi-arrependido, como quem não quer a coisa.

 

O Norte cheira a dinheiro e a alecrim.

 

O asseio não é asséptico - cheira a cunhas, a conhecimentos e a arranjinho. Tem esse defeito e essa verdade.

 

Em contrapartida, a conservação fantástica de (algum) Alentejo é impecável, porque os alentejanos são mais frios e conservadores (menos portugueses) nessas coisas.

 

O Norte é feminino.

 

O Minho é uma menina. Tem a doçura agreste, a timidez insolente da mulher portuguesa. Como um brinco doirado que luz numa orelha pequenina, o Norte dá nas vistas sem se dar por isso.

 

As raparigas do Norte têm belezas perigosas, olhos verdes-impossíveis, daqueles em que os versos, desde o dia em que nascem, se põem a escrever-se sozinhos.

Têm o ar de quem pertence a si própria. Andam de mãos nas ancas. Olham de frente. Pensam em tudo e dizem tudo o que pensam. Confiam, mas não dão confiança. Olho para as raparigas do meu país e acho-as bonitas e honradas, graciosas sem estarem para brincadeiras, bonitas sem serem belas, erguidas pelo nariz, seguras pelo queixo, aprumadas, mas sem vaidade. Acho-as verdadeiras. Acredito nelas. Gosto da vergonha delas, da maneira como coram quando se lhes fala e da maneira como podem puxar de um estalo ou de uma panela, quando se lhes falta ao respeito. Gosto das pequeninas, com o cabelo puxado atrás das orelhas, e das velhas, de carrapito perfeito, que têm os olhos endurecidos de quem passou a vida a cuidar dos outros. Gosto dos brincos, dos sapatos, das saias. Gosto das burguesas, vestidas à maneira, de braço enlaçado nos homens. Fazem-me todas medo, na maneira calada como conduzem as cerimónias e os maridos, mas gosto delas.

 

São mulheres que possuem; são mulheres que pertencem. As mulheres do Norte deveriam mandar neste país. Têm o ar de que sabem o que estão a fazer. Em Viana, durante as festas, são as senhoras em toda a parte. Numa procissão, numa barraca de feira, numa taberna, são elas que decidem silenciosamente.

 

Trabalham três vezes mais que os homens e não lhes dão importância especial.

 

Só descomposturas, e mimos, e carinhos.

 

O Norte é a nossa verdade.

 

Ao princípio irritava-me que todos os nortenhos tivessem tanto orgulho no Norte, porque me parecia que o orgulho era aleatório. Gostavam do Norte só porque eram do Norte. Assim também eu. Ansiava por encontrar um nortenho que preferisse Coimbra ou o Algarve, da maneira que eu, lisboeta, prefiro o Norte. Afinal, Portugal é um caso muito sério e compete a cada português escolher, de cabeça fria e coração quente, os seus pedaços e pormenores.

Depois percebi.

 

Os nortenhos, antes de nascer, já escolheram. Já nascem escolhidos. Não escolhem a terra onde nascem, seja Ponte de Lima ou Amarante, e apesar de as defenderem acerrimamente, põem acima dessas terras a terra maior que é o "O Norte".

 

Defendem o "Norte" em Portugal como os Portugueses haviam de defender Portugal no mundo. Este sacrifício colectivo, em que cada um adia a sua pertença particular - o nome da sua terrinha - para poder pertencer a uma terra maior, é comovente.

 

No Porto, dizem que as pessoas de Viana são melhores do que as do Porto. Em Viana, dizem que as festas de Viana não são tão autênticas como as de Ponte de Lima. Em Ponte de Lima dizem que a vila de Amarante ainda é mais bonita.

O Norte não tem nome próprio. Se o tem não o diz. Quem sabe se é mais Minho ou Trás-os- Montes, se é litoral ou interior, português ou galego? Parece vago. Mas não é. Basta olhar para aquelas caras e para aquelas casas, para as árvores, para os muros, ouvir aquelas vozes, sentir aquelas mãos em cima de nós, com a terra a tremer de tanto tambor e o céu em fogo, para adivinhar.

 

O nome do Norte é Portugal. Portugal, como nome de terra, como nome de nós todos, é um nome do Norte. Não é só o nome do Porto. É a maneira que têm e dizer "Portugal" e "Portugueses". No Norte dizem-no a toda a hora, com a maior das naturalidades. Sem complexos e sem patrioteirismos. Como se fosse só um nome. Como "Norte". Como se fosse assim que chamassem uns pelos outros. Porque é que não é assim que nos chamamos todos?

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Se fores à Galiza acham piada aos nortenhos e sentem nos quase como irmãos da mesma pátria e o mesmo cá se sucede

exacto, agora pergunta a um galego qual deve ser a capital da região do norte e vê quantos te vão responder o porto.

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Se estás a criticar a centralização devias concordar com o que ele disse. E por acaso já passaste pelo Interior Norte?

_________________________

 

A mim quer-me parecer que se o autor do discurso não fosse quem foi não haveria tanta agressividade... :-

 

A mim quer-me parecer que se o autor do discurso não fosse quem foi nem sequer tinhas dito nada... :-

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Não faço ideia se isto está totalmente correcto, o BlackHawk é capaz de poder dar uma opinião, mas cá fica:

 

http://www.youtube.com/watch?v=MIdPW9XDi88

 

Já agora, a descrição:

 

Vídeo sobre o património cultural comum entre o Norte de Portugal e a Galiza.

 

O mesmo NÃO suporta nenhum movimento separatista ou de anexação.

 

Apoia sim a regionalização do território Português para que todas (e não só o Norte) possam afirmar livremente as suas origens e cultura que são muito diferentes entre si ao contrário do que querem fazer crer.

 

Portugal é a soma de várias regiões e vários povos e não uma entidade definida que sempre existiu.

 

Apenas se defende com este vídeo uma consciencialização da cultura Galaica e da origem, herança e história destas duas regiões que foram una durante milénios.

 

Acções como o Eixo-Atlantico, a candidatura a Património Mundial da Unesco do património imaterial Portu-Galego, a primeira Euro-Região etc. são demonstrações inequívocas da aproximação entre estas 2 regiões irmãs.

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Portugal é a soma de várias regiões e vários povos e não uma entidade definida que sempre existiu.

 

assim como 5 mil países por aí fora.

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assim como 5 mil países por aí fora.

 

Bela lógica, que contribuição.

 

"Portugal é um país com muitos pobres."

"assim como 5 mil países por aí fora."

 

ah, então pronto, está tudo bem.

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estás mesmo a querer comparar isso?

 

só na Europa tens vários países com divisões internas. Itália, Grécia, Bélgica...países com diversas culturas e que mesmo assim são países, tal e qual como Portugal.

 

MAS YA, POBRES E TAL. não percebo a ligação mas ok. ok.

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Não podes tirar uma frase dali e fazer um comentário ignorando o contexto. O autor vinha afirmando que existem culturas e origens de "povos" portugueses que são ignoradas. Que a História de Portugal que nos contam na escolinha não é necessariamente a que está (mais) correcta. Ora, isso, a ser verdade, está mal e devia ser mudado.

 

Foi nesse contexto que eu comentei o teu post. Não é por isso acontecer noutros países que não devíamos tentar mudar e esclarecer o nosso passado.

 

Se fosse só por haver divisões internas, eu não tinha feito aquele comentário.

Editado por UnReal

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Não conheço em pormenor a história da Galiza e do norte de Portugal, isto porque o tempo dedicado no meu curso à história de Roma é ridiculamente curto. No entanto, tirei alguns apontamentos ao vídeo: quando referem os castros da Galiza, há que ter em conta que eles não eram algo exclusivo dos Galaecios, por exemplo em Coimbra há fortes possibilidades de ter havido um castro celta e já não somos propriamente uma zona de influência galega; não sei até que ponto podem afirmar que Portugal não devia derivar da Lusitânia mas sim da Galaecia, até porque não há dados concretos sobre a extensão da influência destes povos sobre o actual Portugal; a imagem que mostra a Galiza como única área não conquistada pelos mouros está errada, não foi a Galiza mas sim as Astúrias quem serviu de refúgio aos cristãos.

 

Embora o vídeo esteja bastante bom no global, acho que chega a uma conclusão errada. Tenta passar a ideia que Portugal, sua cultura e origem é apenas galega. Isso não é verdade, como o provam os imensos traços da cultura árabe, espanhola, romana e germânica que temos. Somos uma amálgama de culturas e povos, não apenas galegos.

 

Uma curiosidade, sabiam que o nosso Afonso I, o primeiro rei deste cantinho, podia muito bem ter sido o primeiro rei da Galiza? O seu pai, conde D. Henrique, podia muito bem ter ficado com a Galiza, mas como D. Raimundo não estava a dar conta da guerra com os mouros a sul, Afonso VI deu-lhe antes a zona sul da Galiza, o nosso Condado Portucalense.

 

Que a História de Portugal que nos contam na escolinha não é necessariamente a que está (mais) correcta.

 

Alguns assuntos não são ensinados da forma mais correcta, outros são ensinados de forma totalmente incorrecta. É o ensino (ou falta dele) que temos.

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Um dia quero saber tanto como tu. :carinhoso:

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o ensino é a viciação de pensamentos retrógrados mais repercussões do ensino salazarista. nada a fazer,

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Nesse tema da Galiza acho que se confunde bastante três coisas, uma é a cultura primitiva castrense de raiz celta que tinha uma área de influência mais ou menos definida mas apenas puramente cultural. Outra é o territorio Romano da Gallaecia, esse sim já um territorio administrativo e ainda outra é o reino Suevo fundado nesse mesmo local.

Muitas vezes, especialmente em certos circulos nacionalistas, fala-se de tudo isto como sendo apenas uma só coisa, um mítico reino celta, quando na realidade ao longo da historia foi uma área com influências culturais diversas.

 

Quanto ao ensino da história, como diz o pica, sofre ainda sobre certos aspectos da mitificação criada durante o Estado Novo.

Editado por antifa

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Guest Vladimir Ilitch

Um dia quero saber tanto como tu. :carinhoso:

x2 é a única coisa que "invejo" das pessoas, é verdade...

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