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Goku

Corpo de Deus e Todos os Santos eliminados durante cinco anos

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Eish, tanta coisa errada neste post, que até aleija.

Está bem. Tu tens razão, a esquerda é a solução para resolver todos os problemas. Já ficou provado em outros países que enquanto tivermos um bom sistema nacional de saúde (supostamente, visto que os habitantes locais têm de pagar extra para poderem ser atendidos na farmácia) o comunismo serve bem para resolver os problemas económicos.

 

Ou então podemos optar por sair da União Europeia e acabar com a tourada, não necessariamente na mesma ordem, mas na mesma lista de medidas do Bloco.

 

:fixe:

Editado por htc

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Guest fiasco

minha querida Bélgica sem governo :handclap:

e ainda há que não "censure" Socrates e PPC, mas compreendo perfeitamente, afinal de contas desde que acordam até que se vão deitar, só lêem e ouvem, que o unico caminho é o da austeridade e cortes. E os que dizem o contrario é porque é pessoal "da oposição" e convém não estar de acordo.

 

Isto andou aí pelos FB, e em traços gerais não foge muito da verdade.

 

 

A vingança do anarquista

22 de Setembro de 2011

http://ruitavares.net/textos/a-vinganca-do-anarquista/

 

Se as pessoas sentem que dão — trabalho, estudo, impostos — e não recebem nada em troca, o governo está a trabalhar para a sua deslegitimação.

 

Aqui há tempos havia um enigma. Como podiam os mercados deixar a Bélgica em paz quando este país tinha um défice considerável, uma dívida pública maior do que a portuguesa e, ainda por cima, estava sem governo? Entretanto os mercados abocanharam a Irlanda e Portugal, deixaram a Itália em apuros, ameaçaram a Espanha e mostram-se capazes de rebaixar a França. E continuaram a não incomodar a Bélgica. Porquê? Bem, — como explica John Lanchester num artigo da última London Review of Books — a economia belga é das que mais cresceu na zona euro nos últimos tempos, sete vezes mais do que a economia alemã. E isto apesar de estar há dezasseis meses sem governo.

 

Ou melhor, corrijam essa frase. Não é “apesar” de estar sem governo. É graças — note-se, graças — a estar sem governo. Sem governo, nos tempos que correm, significa sem austeridade. Não há ninguém para implementar cortes na Bélgica, pois o governo de gestão não o pode fazer. Logo, o orçamento de há dois anos continua a aplicar-se automaticamente, o que dá uma almofada de ar à economia belga. Sem o choque contracionário que tem atacado as nossas economias da austeridade, a economia belga cresce de forma mais saudável, e ajudará a diminuir o défice e a pagar a dívida.

 

A Bélgica tornou-se assim num inesperado caso de estudo para a teoria anarquista. Começou por provar que era possível um país desenvolvido sobreviver sem governo. Agora sugere que é possível viver melhor sem ele.

 

Isto é mais do que uma curiosidade.

 

Vejamos a coisa sob outro prisma. Há quanto tempo não se ouve um governo ocidental — europeu ou norte-americano — dar uma boa notícia? Se olharmos para os últimos dez anos, os governos têm servido essencialmente para duas coisas: dizer-nos que devemos ter medo do terrorismo, na primeira metade da década; e, na segunda, dizer-nos que vão cortar nos apoios sociais.

 

Isto não foi sempre assim. A seguir à IIa. Guerra Mundial o governo dos EUA abriu as portas da Universidade a centenas de milhares de soldados — além de ter feito o Plano Marshall na Europa onde, nos anos 60, os governos inventaram o modelo social europeu. Até os governos portugueses, a seguir ao 25 de abril, levaram a cabo um processo de expansão social e inclusão política inédita no país.

 

No nosso século XXI isto acabou. Enquanto o Brasil fez os programas “Bolsa-Família” e “Fome Zero”, e a China investe em ciência e nas universidades mais do que todo o orçamento da UE, os nossos governos competem para ver quem é mais austero, e nem sequer pensam em ter uma visão mobilizadora para oferecer às suas populações.

 

Ora, os governos não “oferecem” desenvolvimento às pessoas; os governos, no seu melhor, reorganizam e devolvem às pessoas a força que a sociedade já tem. Se as pessoas sentem que dão — trabalho, estudo, impostos — e não recebem nada em troca, o governo está a trabalhar para a sua deslegitimação.

 

No fim do século XIX, isto foi também assim. As pessoas viam que o governo só tinha para lhes dar repressão ou austeridade. E olhavam para a indústria, e viam que os seus patrões só tinham para lhes dar austeridade e repressão. Os patrões e o governo tinham para lhes dar a mesma coisa, pois eram basicamente as mesmas pessoas. Não por acaso, foi a época áurea do anarquismo, um movimento que era socialista (contra os patrões) e libertário (contra o governo).

 

Estamos hoje numa situação semelhante. Nenhum boa ideia sai dos nossos governos. E as pessoas começam a perguntar-se para que servem eles.

Editado por fiasco

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minha querida Bélgica sem governo :handclap:

 

 

Bélgica quê?

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Guest fiasco

"sem" :mrgreen:

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"sem" :mrgreen:

 

A Bélgica tem governo e mesmo quando teve aqueles meses valentes sem um "governo" havia quem governasse.

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Yep. Toda a população é perfeita menos os políticos. Só os ladrões e aldrabões é que vão para políticos.

Em Portugal deve ser quase isso, aliás basta ver a nossa situação.

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Está bem. Tu tens razão, a esquerda é a solução para resolver todos os problemas. Já ficou provado em outros países que enquanto tivermos um bom sistema nacional de saúde (supostamente, visto que os habitantes locais têm de pagar extra para poderem ser atendidos na farmácia) o comunismo serve bem para resolver os problemas económicos.

 

Ou então podemos optar por sair da União Europeia e acabar com a tourada, não necessariamente na mesma ordem, mas na mesma lista de medidas do Bloco.

 

:fixe:

 

Vocês têm uma pontaria do crl quando esgrimam argumentos comigo. :mrgreen:

 

1º: Eu não acho que a Esquerda seja A solução para todos os problemas. Acho, isso sim, que é a melhor solução para todos os problemas. Tenho a minha ideologia bem definida e defendo-a, mas não tenho problema nenhum em reconhecer que há outras formas de se conduzir um país e respectiva população ao progresso, prosperidade e qualidade de vida. Simplesmente entendo que o Socialismo, se bem aplicado, é o melhor caminho para atingir esses objectivos.

 

2º: Não sei porque raio referem sempre o comunismo quando falam comigo. É pelo avatar do Che? :mrgreen:

 

3º: Não percebi o contexto da última frase, porque nem sou a favor da saída da União Europeia e do Euro (e o Bloco também não é) e não sou a favor do fim das touradas. Além disso, não sou militante do Bloco nem tenciono ser. Concordo com muitas coisas que o Bloco defende e sou admirador de alguns dos membros do partido, mas penso e exponho as minhas opiniões e pontos de vista de foram independente. Não ando atrelado às posições do Bloco (ou de outros partidos) para fundamentar as minhas opiniões.

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2º: Não sei porque raio referem sempre o comunismo quando falam comigo. É pelo avatar do Che? :mrgreen:

És da margem sul? Comuna!

E já apanhei bocas destas, falo por experiência. :mrgreen:

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És da margem sul? Comuna!

E já apanhei bocas destas, falo por experiência. :mrgreen:

 

Por acaso eu ainda não. :mrgreen: Mas aqui, deve ser pelo avatar do Che, de certeza. :mrgreen:

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Por acaso eu ainda não. :mrgreen: Mas aqui, deve ser pelo avatar do Che, de certeza. :mrgreen:

Lembro-me especialmente de levar essa boca, de uma colega minha de Viseu. Eu respondi-lhe que apesar de não ser comuna, dava graças a deus ter nascido em terra de comunas ao invés de no Cavaquistão.

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Mas qual é a grande admiração? Se os feriados são religiosos é óbvio que qualquer alteração teria de ser negociada com a Igreja.

 

Quando se trata dos direitos dos trabalhadores toda a gente acha normal que o governo proceda a negociações com as Centrais Sindicais, mas quando se trata dos direitos dos católicos já é uma aberração que se negoceie com a Igreja...

A questão é que um feriado é algo que afecta todo o país e é negociado com uma entidade que só representa uma % da nossa população. Enquanto os direitos dos trabalhadores afectam os trabalhadores e portanto, obviamente, são negociados com as entidades sindicais que os representam.

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O governo negoceia com as Centrais Sindicais os direitos dos trabalhadores, mas nem todos os trabalhadores são sindicalizados.

 

Isso faz com que eu, não sendo sindicalizado, possa recusar-me a cumprir o que foi acordado?

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Não mistures coisas... em que nos favorece a Concordata com o Vaticano? No século XXI, a religião influencia a nossa nossa soberania?

 

O texto da Concordata não é secreto e está disponível na net. E nem sequer é extenso. São apenas 33 artigos muito fáceis de ler.

 

Exemplos de situações em que a Concordata nos favorece:

 

1 - Garante a cooperação entre a Santa Sé e a República Portuguesa no âmbito de organizações internacionais de que ambas façam parte;

2 - Garante o sigilo religioso da confissão. Os padres recebem, na prática, um estatuto semelhante ao dos médicos, advogados e entidades bancárias;

3 - Os casamentos católicos são reconhecidos para efeitos civis, não dispensando, no entanto, o registo do respetivo assento no registo civil; e a este respeito a Santa Sé não proíbe o divórcio civil, ficando-se por uma recomendação aos cônjuges para não o requererem;

4 - A Igreja compromete-se a assegurar o acompanhamento espiritual às Forças Armadas, Forças de Segurança, Hospitais e Prisões desde que para tal seja solicitada. E o Estado compromete-se a permitir o livre exercício da assistência religiosa nesses estabelecimentos;

5 - A Igreja assegura a existência da disciplina de Educação Moral e Religiosa nos estabelecimentos de ensino não superior. Possibilitando a sua frequência a quem manifestar essa vontade (e só a esses) comprometendo-se a garantir conformidade com as orientações do sistema de ensino português;

6 - É garantida a plena equivalência e reconhecimento aos graus, título e diplomas obtidos nos estabelecimentos de ensino geridos pela Igreja, nomeadamente pela Universidade Católica (que tem a importância académica em Portugal que todos reconhecem);

7 - A concordata define as obrigações do Estado e da Igreja no que respeita à salvaguarda, valorização e fruição dos bens, móveis e imóveis, que integram o património cultural português;

8 - Define o Regime Fiscal a que a Igreja está sujeita. Isentando do pagamento de impostos o património religioso, donativos e resultados de coletas que tenham fins religiosos. Mas determinando a obrigação do seu pagamento relativamente a espaços e atividades que tenham fins comerciais ou visem o lucro. A versão de 2004 tem ainda a novidade de abrir a porta relativamente à cobrança de IRS em relação aos vencimentos dos padres. Este aspeto foi regulamentado em 2005 e desde essa altura os padres pagam impostos como qualquer outro contribuinte;

 

Como exemplo, acho que já chega.

 

 

Não me chateia muito a existência de tratados com o Vaticano, chateia-me é que o Vaticano imponha coisas sobre o nosso país. Como deverão se sentir os muçulmanos, jeovás, protestantes, anglicanos que cá vivem, são portugueses, sentem-se portugueses e vêm algo que não lhes diz nada a impor-lhes regras?

 

Devem sentir-se muito melhor que qualquer português a residir em alguns países muçulmanos. As mulheres só podem sair à rua de burka tendo que respeitar a cultura e as leis dos países onde residem. Aqui é igual só que, e isto é uma opinião pessoal, de forma menos violenta e garantindo o exercício das liberdades culturais e religiosas de cada um.

 

A questão é que um feriado é algo que afecta todo o país e é negociado com uma entidade que só representa uma % da nossa população. Enquanto os direitos dos trabalhadores afectam os trabalhadores e portanto, obviamente, são negociados com as entidades sindicais que os representam.

 

 

O governo negoceia com as Centrais Sindicais os direitos dos trabalhadores, mas nem todos os trabalhadores são sindicalizados.

 

Isso faz com que eu, não sendo sindicalizado, possa recusar-me a cumprir o que foi acordado?

 

Eu não poderia dizer melhor. :wink:

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Sim, fala o estudante universitário que já deve ter sofrido tanto com a crise do país, entre a cerveja das noitadas e os almoços na cantina.

 

E o que tem a ver o que eu disse com eu achar que os portugueses têm tiradas brilhantes quando falam de política? Ouve um opinião pública, metade são insultos a todos os governantes outra metade é a dizer para os matar que não percebem nada disto.

Depois de pedires respeito pelos políticos, acho que devias olhar bem para o que disseste. Não existem tabelas que te digam a quanto respeito equivale a idade e o estatuto de alguém. Tem tanta legitimidade ele de criticar como tu de defender.

 

Está bem. Tu tens razão, a esquerda é a solução para resolver todos os problemas. Já ficou provado em outros países que enquanto tivermos um bom sistema nacional de saúde (supostamente, visto que os habitantes locais têm de pagar extra para poderem ser atendidos na farmácia) o comunismo serve bem para resolver os problemas económicos.

 

Ou então podemos optar por sair da União Europeia e acabar com a tourada, não necessariamente na mesma ordem, mas na mesma lista de medidas do Bloco.

 

:fixe:

O BE não é um partido comunista. BRONCA!

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Tá bonito isto tá... :mrgreen:

Editado por Gaberlunzie

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Vocês têm uma pontaria do crl quando esgrimam argumentos comigo. :mrgreen:

 

1º: Eu não acho que a Esquerda seja A solução para todos os problemas. Acho, isso sim, que é a melhor solução para todos os problemas. Tenho a minha ideologia bem definida e defendo-a, mas não tenho problema nenhum em reconhecer que há outras formas de se conduzir um país e respectiva população ao progresso, prosperidade e qualidade de vida. Simplesmente entendo que o Socialismo, se bem aplicado, é o melhor caminho para atingir esses objectivos.

 

2º: Não sei porque raio referem sempre o comunismo quando falam comigo. É pelo avatar do Che? :mrgreen:

 

3º: Não percebi o contexto da última frase, porque nem sou a favor da saída da União Europeia e do Euro (e o Bloco também não é) e não sou a favor do fim das touradas. Além disso, não sou militante do Bloco nem tenciono ser. Concordo com muitas coisas que o Bloco defende e sou admirador de alguns dos membros do partido, mas penso e exponho as minhas opiniões e pontos de vista de foram independente. Não ando atrelado às posições do Bloco (ou de outros partidos) para fundamentar as minhas opiniões.

1º: Não concordo. Acho que a esquerda tem ideias interessantes tal como todo o tipo de ideologias políticas mas não me parece ser a solução para os problemas que o país enfrenta. É a minha visão das coisas, admito que possa estar errado mas também não concordo como a esquerda fala deste Governo e de outros com uma necessidade constantes de partir para o insulto das pessoas em vez das ideologias.

 

2º. Talvez. Presumi que fosses de esquerda pelo que já tinha lido e até porque o teu post foi contrário ao meu.

 

3º. O Bloco de Esquerda é o nicho de socialistas que não quer ser comunista nem socialista. São os restos do PS e do PCP, o que não impede que existam grandes nomes da política portuguesa por lá como é o caso do Francisco Louçã, que como tu saberás tem o curso de Economia, o que lhe dá alguma autoridade para falar dos assuntos económicos. E isso admito perfeitamente, agora o Bloco faz uns devaneios bastante estranhos em termos de ideologia política defendo quando lhes apetece algumas minorias porque é a "moda".

 

perep, não percebi a segunda parte do teu post. Relativamente à primeira parte, posso de facto ter errado na minha abordagem, mas quando se parte para o insulto de pessoas e não das ideologias acho um pouco falta de bom senso.

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1º: Não concordo. Acho que a esquerda tem ideias interessantes tal como todo o tipo de ideologias políticas mas não me parece ser a solução para os problemas que o país enfrenta. É a minha visão das coisas, admito que possa estar errado mas também não concordo como a esquerda fala deste Governo e de outros com uma necessidade constantes de partir para o insulto das pessoas em vez das ideologias.

 

2º. Talvez. Presumi que fosses de esquerda pelo que já tinha lido e até porque o teu post foi contrário ao meu.

 

3º. O Bloco de Esquerda é o nicho de socialistas que não quer ser comunista nem socialista. São os restos do PS e do PCP, o que não impede que existam grandes nomes da política portuguesa por lá como é o caso do Francisco Louçã, que como tu saberás tem o curso de Economia, o que lhe dá alguma autoridade para falar dos assuntos económicos. E isso admito perfeitamente, agora o Bloco faz uns devaneios bastante estranhos em termos de ideologia política defendo quando lhes apetece algumas minorias porque é a "moda".

 

perep, não percebi a segunda parte do teu post. Relativamente à primeira parte, posso de facto ter errado na minha abordagem, mas quando se parte para o insulto de pessoas e não das ideologias acho um pouco falta de bom senso.

 

Se tu concordas ou não é lá contigo. Não era para concordares.

 

E sou de esquerda. Mas ser de esquerda =/= ser comunista.

 

Hein? É um nicho de socialistas que não querem ser socialistas? Então querem ser o quê? Podias informar-te melhor de onde vêm boa parte dos membros do Bloco, porque a maioria nem são restos do PS nem do PCP. Devaneios? Eu cá chamo convicções. E modas seguem as pessoas. Aquilo que o Bloco defende hoje, defende desde a sua fundação. Não se lembraram ontem de defender o casamento homossexual ou a legalização das drogas leves por desporto ou moda. Até têm mais a perder do que a ganhar, tendo em conta a sociedade retrógrada que ainda temos.

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Pep, eu concordo com quase tudo o que tens dito, tal como discordo de quase tudo o que tem dito o htc. Mas definir a sociedade que temos como retrógrada por manifestar grandes reservas ao "caminho progressista apontado pelo Bloco" é um bocadinho demais... Conservadora aceito, retrógrada não me parece...

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Sim, admito que posso ter exagerado na escolha da palavra. Talvez conservadora se adapte melhor, ainda que em muitas zonas (principalmente rurais) retrógrada não caia mal.

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Trabalho mais nesses feriados que nos restantes dias vizinhos, portanto, obrigado.

És padre? :mrgreen:

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O governo negoceia com as Centrais Sindicais os direitos dos trabalhadores, mas nem todos os trabalhadores são sindicalizados.

 

Isso faz com que eu, não sendo sindicalizado, possa recusar-me a cumprir o que foi acordado?

Continuo a achar duas situações completamente diferentes. Não és sindicalizado, mas és um trabalhador e o sindicato existe para defender os direitos dos trabalhadores.

Enquanto eu não sou religioso, a igreja não zela pelos meus interesses e no entanto tem poder de decisão nalguns pontos que afectam a minha vida.

Acho que a concordata faz sentido excepto no ponto dos feriados e no ponto da isenção fiscal(a menos que seja para fins de solidariedade social).

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Guest fiasco

Se tu concordas ou não é lá contigo. Não era para concordares.

 

E sou de esquerda. Mas ser de esquerda =/= ser comunista.

 

Hein? É um nicho de socialistas que não querem ser socialistas? Então querem ser o quê? Podias informar-te melhor de onde vêm boa parte dos membros do Bloco, porque a maioria nem são restos do PS nem do PCP. Devaneios? Eu cá chamo convicções. E modas seguem as pessoas. Aquilo que o Bloco defende hoje, defende desde a sua fundação. Não se lembraram ontem de defender o casamento homossexual ou a legalização das drogas leves por desporto ou moda. Até têm mais a perder do que a ganhar, tendo em conta a sociedade retrógrada que ainda temos.

 

E o Louçã (apesar dos seus defeitos) não é apenas um "economista" com curso, até à bem pouco tempo (e não sei se ainda), era o Economista que tinha os seus livros traduzidos em mais línguas. Não era o economista de esquina, contabilista do café do Quim Padeiro.

Miguel Portas, Louça, Fernando Rosas são além de políticos, profissionais de topo nas suas áreas. Depois temos a deusa Joana Amaral Dias que pouco me interesse se é competente ou não, não a queria para falar. :mrgreen:

Editado por fiasco

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