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Alexandre Lobo

Fuga de informação revela conteúdo do exame de Português

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Alunos do 12º ano de Guimarães e Fafe souberam, antes do exame de Português, que ia sair o Canto VI de “Os Lusíadas”. Segundo o Correio da Manhã, os estudantes terão recebido a informação por sms.

 

O Gabinete de Avaliação Educacional (GAVE) do Ministério da Educação recebeu uma denúncia anónima sobre a fuga de informação e a Inspeção-Geral da Educação e Ciência (IGEC) já está a averiguar o caso.

 

De acordo com o Correio da Manhã, esta não é a primeira vez que Guimarães é palco de polémica em torno dos exames nacionais.

 

Em 2000, mais de 900 alunos das escolas Francisco de Holanda e Martins Sarmento apresentaram atestados médicos para justificar faltas nas provas globais. As provas foram repetidas e o ME acusou 251 alunos e médicos. Já em 2011, a IGEC detetou mais de 25 irregularidades, tendo uma delas envolvido um professor.

 

 

 

http://noticias.sapo.pt/nacional/artigo/fuga-de-informacao-revela-conteu_4063.html

 

 

 

Mal eles sabem que na mensagem, vinha "A Mensagem" de Fernando Pessoa e não o Canto VI de Os Lusíadas.

Editado por Alexandre Lobo

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Era esse meninos terem o exame anulado e terem que o fazer em Julho, os outros que não souberam de nada deviam de receber 5 pontos de compensação.

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Em algumas escolas é prática comum, isso e saber as notas antes de elas saírem.

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Exames anulados e assunto resolvido. :mrgreen:

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Uma colega minha contou-me que no Ribadouro, há uns anos, os professores escreviam as respostas no quadro :lol:

Era de todos os alunos receberem a cotação do grupo em que saiu Lusíadas :mrgreen:

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No meu tempo não havia nada disto!

 

No meu acontecia aquilo que disse em cima.

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Só espero é que nao sobre para aqueles de que nada sabiam ( meu caso)

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Na última aula de português do meu 12º ano, o prof. disse: "Eu, se fosse a vocês, concentrava-me em X e Y (já não me recordo quais). Desconfio que é isso que vai sair.

 

Confirmou-se.

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Em algumas escolas é prática comum, isso e saber as notas antes de elas saírem.

Também já aconteceu saber-se os resultados do concurso de acesso ao ensino superior antes de eles saírem. :-

 

No meu ano, a minha professora disse que, como fazia X anos da publicação do Memorial do Convento, ela tinha 95% de certeza que era isso que ia sair. Cheguei lá e levamos com Lusíadas. :(

Editado por Ghelthon

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Na última aula de português do meu 12º ano, o prof. disse: "Eu, se fosse a vocês, concentrava-me em X e Y (já não me recordo quais). Desconfio que é isso que vai sair.

 

Confirmou-se.

 

Isso também aconteceu comigo. A Prof tinha uma ideia do que poderia sair por causa do que tinha saído nos anos anteriores.

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Isto já não me espanta. Afinal Guimarães é a capital da cultura 2012, por isso eles são mais 'cultos' , têm informações mais privilegiadas . Mas enfim, é uma pouca vergonha.

Exame anulado, problem solucionado .

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Guest Dpitz

Um dos maiores cancros do ensino português, os exames.

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que idiotice do pior. Aqui em Barcelos tbm andou a circular uma informação completamente errada do que acabou por sair.

Não me façam é repetir a m*rda do exame

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Um dos maiores cancros do ensino português, os exames.

 

Em que medida Dpitz?

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Em que medida Dpitz?

Não sei se é isso que ele quer dizer, mas é ridículo um aluno andar 3 anos a esforçar-se para depois ter uma prova de 2 ou 3 horas que vale mais do que um ano inteiro.

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Uma colega minha contou-me que no Ribadouro, há uns anos, os professores escreviam as respostas no quadro :lol:

Era de todos os alunos receberem a cotação do grupo em que saiu Lusíadas :mrgreen:

 

eu andei no ribadouro e nunca nenhum professor escreveu para mim ou colegas meus as respostas no quadro, mas disseram-nos que muito provavelmente iria sair entre este ou aquele canto dos Lusíadas

Editado por ZeeSpecialThree

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Em que medida Dpitz?

 

A resposta dele não sei, mas aqui vai a minha.

 

Na vida não vais ser testado em exames. Vais ser testado todos os dias na tua capacidade de lidar com problemas, na tua capacidade de pesquisa, resolução e resistência mental.

 

Um exame prepara-te para um momento de 90 minutos ou whatever. Marras, escreves e esqueces.

 

Na vida real tens um trabalho, pedem-te uma tarefa, tens de pesquisar, aprender como fazer, resolver problemas. Tens de ter a capacidade de lidar com volume de trabalho grande, tens de ter capacidade de repetir esse trabalho até à exaustão e, ao mesmo tempo, ter a capacidade de ontem para amanha ter de fazer outra coisa.

 

Claro que há linhas de trabalho importantes onde os conhecimentos têm de ser decorados. Não espero que um médico tenha de a meio de uma operação abrir um livro para saber o que fazer. Esses têm obrigatoriamente de saber tudo de cabeça. Como estes deve haver mais onde a técnica do decorar e compreender é mais importante.

 

 

Agora para o mundo real? Os exames são inúteis. Em vez de prepararem os alunos para serem capazes de trabalhar sozinhos, preparam-nos para falhar.

 

Basta lembrar-me do meu primeiro trabalho como assistente editorial. O coordenador do serviço editorial pede-me para em 3 dias compilar tudo o que temos sobre uma figura histórica que nunca na vida tinha estudado? Servia-me de algo ter estudado páginas e páginas de manuais? Não, teria sido melhor que me tivessem ensinado a pesquisar, reunir, tratar informação e saber o que estou a ler. Felizmente aprendi estas coisas sozinho, mas a maioria dos alunos tá fixado na cena de ter a nota no exame e depois cagar no que se aprendeu.

 

Há disciplinas onde não sei se os exames são positivos. Eu não tive matemática a partir do 10º ano, não sei até que ponto em matemática ou física, ou química os exames serão importantes, mas garanto que nas ciências humanas são quase inúteis e não preparam ninguém para o mundo real.

Editado por Gentle Giant

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Estudantes do Secundário pedem fim dos exames nacionais

 

Alunos consideram que provas promovem a «desigualdade» e impedem os alunos «de concluir os seus estudos»

 

Um movimento estudantil reivindicou' date=' esta segunda-feira, na Direção Regional de Educação do Norte (DREN), o fim dos exames nacionais, considerando que estes promovem a «desigualdade» e impedem os alunos «de concluir os seus estudos».

 

Numa carta aberta, entregue à DREN e endereçada ao primeiro-ministro e ao ministro da Educação e da Ciência, o movimento estudantil considerou que os exames nacionais são não só «uma forma de afastar muitos estudantes do ensino superior e também impedir outros tantos de concluir os seus estudos» como ainda põem «em desigualdade de acesso todos aqueles que têm dificuldades financeiras».

 

«Não queremos a facilitação de nada, só queremos a igualdade», disse aos jornalistas a aluna do 12.º ano Catarina Albuquerque, no dia que marca o início da primeira fase dos exames nacionais, prova que entrou em vigor em 1996 e desde aí é debatida pelos estudantes do Secundário.

 

Da manifestação fez também parte um «foto-protesto», que consistiu na colagem de cerca de cento e vinte cartazes, num muro em frente às instalações da DREN, com fotografias e a identificação de alunos de escolas de todo o país, que deram assim «a cara contra os exames».

 

«As pessoas estão muito ligadas à questão digital e tecnológica, achámos que era uma boa ideia partilhar as fotos uns dos outros para darmos a cara, porque nós não somos só números, somos pessoas», sustentou Catarina Albuquerque.

 

A estudante garantiu que não é uma questão de «facilitismo», mas sim de justiça, o que se traduziria numa «avaliação contínua desde o 10.º ano», na qual os alunos podem progredir e «dar o seu melhor», ao contrário do que acontece nos exames nacionais, com um peso de 30 por cento na nota final, nos quais muitos «falham» por razões como stresse ou pressão.

 

«Achamos que avaliação pontual deve ter dificuldades e deve colocar desafios aos estudantes, mas não deve ser ao final de três anos, a avaliar esses três anos também, o que nos mete sob pressão e não tem em conta a participação nas aulas, que é fundamental», afirmou.

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Editado por Badjoras Undersnight

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Uma colega minha contou-me que no Ribadouro, há uns anos, os professores escreviam as respostas no quadro :lol:

Era de todos os alunos receberem a cotação do grupo em que saiu Lusíadas :mrgreen:

Foi no meu 12º ano, em 2005.

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Como é que um exame que é igual para todos promove a desigualdade?

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True , também circulou uma informação aqui por Braga , soube depois do exame .

 

Segundo as sms que circularam , estavam certos quanto ao canto VI dos Lusíadas e , ainda na I parte , no exercício B , sabiam que iria sair Memorial do Convento .

 

Enfim , na sala onde eu fiquei houve pessoal quase a festejar quando viu o texto , pois tinha estudade bem esse canto :facepalm:

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