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Undertaker

Homens devem poder recusar paternidade

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Sou idiota ? Deves viver no mundo da fantasia....

Eu conheço casos de gajos que foram lixados pelas namoradas e agora para toda a vida têm de pagar todos os meses....e ela vive como uma rainha agora e outras que tiveram de casar....

 

E sim um filho é uma responsabilidade e além disso é preciso de maturidade para dar o próximo passo !!!!

O "idiota" não era para ti, era para o senhor da notícia.

 

Quanto a isso de "gajos que foram lixados pelas namoradas", é a vida. Que eu saiba, para fazer um filho são precisos 2. Lixado ou não, tem de arcar com as consequências.

 

Praticamente é isto que eu queria dizer.....

 

Mas como já ouvi: "A justiça é feita em nome das vítimas, a justiça é feita pela sociedade e em nome dos valores da sociedade"

Não, não é.

 

EDIT: E já agora, porque é que estás a ver a questão apenas pelo lado dos homens que "são lixados"? Porque é que não pensas nas mulheres que, depois de engravidarem, são abandonadas pelos companheiros e depois têm de se virar sozinhas? Hoje em dia isto não acontece devido à legislação atual, mas passaria novamente a acontecer caso a lei fosse revogada.

Editado por Ghelthon

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Quanto a isso de "gajos que foram lixados pelas namoradas", é a vida. Que eu saiba, para fazer um filho são precisos 2. Lixado ou não, tem de arcar com as consequências.

É esse o argumento de quem defende isto. :mrgreen:

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Sinceramente, concordo. Num caso de gravidez em que o homem quer que a mulher aborte mas ela não, ele tem sempre que assumir a paternidade porque o miúdo vem ao mundo. Num caso onde o homem quer que o filho nasça mas o mulher quer o aborto, ela fá-lo e pronto, fim de discussão.

Para não se voltarem aos filhos incógnitos, eu defenderia nestes casos que a criança só adoptasse o nome da mãe embora o homem tivesse sempre que aparecer identificado como pai da criança. Porém, quaisquer regalias como pensões alimentares, direito a dupla nacionalidade, etc. não existiriam.

 

 

EDIT: E é sempre fácil falar que são precisos 2 para fazer um filho, etc. Acho que não estão a dar novidade nenhuma a ninguém. A questão é que não existe igualdade de géneros aqui e dizer que "é a vida" nunca foi solução.

Editado por Diogo Santos

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Sinceramente, concordo. Num caso de gravidez em que o homem quer que a mulher aborte mas ela não, ele tem sempre que assumir a paternidade porque o miúdo vem ao mundo. Num caso onde o homem quer que o filho nasça mas o mulher quer o aborto, ela fá-lo e pronto, fim de discussão.

Para não se voltarem aos filhos incógnitos, eu defenderia nestes casos que a criança só adoptasse o nome da mãe embora o homem tivesse sempre que aparecer identificado como pai da criança. Porém, quaisquer regalias como pensões alimentares, direito a dupla nacionalidade, etc. não existiriam.

 

 

EDIT: E é sempre fácil falar que são precisos 2 para fazer um filho, etc. Acho que não estão a dar novidade nenhuma a ninguém. A questão é que não existe igualdade de géneros aqui e dizer que "é a vida" nunca foi solução.

Mas estás a pegar na questão pelo prisma errado. A questão que tu levantas (e muito bem) em relação ao aborto faz todo o sentido, mas o que está mal é a lei do aborto, não a da paternidade. Descontando o facto de eu ser contra o aborto, exceto nos casos previstos pela antiga lei (mas essa discussão não é para aqui chamada), acho que o aborto apenas deveria ser possível por vontade expressa quer da mãe, quer do pai.

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Isso só pioraria a situação. Se o aborto necessitasse o consentimento de ambos, para além de toda a burocracia, haveriam inúmeros casos em que uma mulher seria "forçada" a ter o filho, independentemente da sua vontade e condições. O que levaria também a um crescimento dos abortos realizados ilegalmente.

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Isto levanta dois problemas...

 

1. Pais incógnitos como disseste e de não quererem assumir o filho...

 

2. Há muitas mulheres que .... por vezes "prendem" o homem assim...

 

 

 

Mas claro ..... há virtudes e defeitos

 

Só mesmo quem não tem filhos é que pensa que um filho pode prender alguem.

 

se nasceres em Lisboa, serias tipo "João Colinas".

se nasceres em Setúbal, serias tipo "João Sal".

se nasceres no Algarve, serias "João Areias".

 

No algarver seria mais John Sand.

 

Quanto ao tema da tese é interessante, porque se considerarmos que temos deveres então tem que se considerar que também temos direitos. E se uma jovem de 16 anos tem capacidade de decidir se deve ou não abortar, a bem da igualdade de direitos tanto reclamada pelas mulheres, então os jovens com mais de 16 anos deveriam ter o direito de decidir ser pai ou não.

 

Se por um lado uma gravidez não acontece apenas com uma pessoa, um "descuido" não pode ser responsabilidade de um unico individuo.

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se nasceres em Lisboa, serias tipo "João Colinas".

se nasceres em Setúbal, serias tipo "João Sal".

se nasceres no Algarve, serias "João Areias".

 

 

Se nascem no Porto será João Invictus ou João Tripas? E na Serra da Estrela podem ser João Neves? Hehe

 

E já agora, se isso fosse avante, o homem não queria ser pai e ganhava. Vinham buscar a mulher à força e obriga-la a abortar ou deixavam-na ter o filho e no registo o pai aparecia como "error"?

E têm mesmo que ser João?

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Sinceramente, concordo. Num caso de gravidez em que o homem quer que a mulher aborte mas ela não, ele tem sempre que assumir a paternidade porque o miúdo vem ao mundo. Num caso onde o homem quer que o filho nasça mas o mulher quer o aborto, ela fá-lo e pronto, fim de discussão.

Para não se voltarem aos filhos incógnitos, eu defenderia nestes casos que a criança só adoptasse o nome da mãe embora o homem tivesse sempre que aparecer identificado como pai da criança. Porém, quaisquer regalias como pensões alimentares, direito a dupla nacionalidade, etc. não existiriam.

 

 

EDIT: E é sempre fácil falar que são precisos 2 para fazer um filho, etc. Acho que não estão a dar novidade nenhuma a ninguém. A questão é que não existe igualdade de géneros aqui e dizer que "é a vida" nunca foi solução.

 

 

Subscrevo.

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Xii, é só oficiais do bom senso. Que nunca sejam encavados por uma gaja! É só humanitários :lol:

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Primeiro a escolha não é assim tão livre, já que o aborto feito em determinadas circunstâncias continua a ser crime. E já que falas de direitos, então e as crianças não têm direito a conhecer os seus progenitores? O direito de cada pessoa conhecer a sua identidade genética é muito mais fundamental que esse direito a não reconhecer a paternidade de alguém.

 

Incrível como esta proposta surgiu no âmbito de um mestrado sobre Direitos Humanos :lol:.

 

A escolha da mulher é livre até não sei quantas semanas ela simplesmente tem de dizer que quer abortar e aborta. E eu nem estava a falar tanto no prisma de não queres o filho, estava a falar quando tu queres e ela não quer é sempre a vontade da mulher, foi sempre por ai que eu me bati.

 

Hoje disseram-me(não sei se é verdade) que o aborto no hospital é feito por intermédio de uma pílula que a mulher leva para casa e toma, alguém sabe se é mesmo assim?

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E têm mesmo que ser João?

é em homenagem ao João, segundo de seu nome, de cabelo negro.

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Xii, é só oficiais do bom senso. Que nunca sejam encavados por uma gaja! É só humanitários :lol:

 

Concordo....

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Se eu percebi bem, não muda muito. Entre ter um pai que nunca vimos e só sabemos o nome ou não saber o nome, qual é a diferença ? Se ele não se quiser revelar, não é por não ser incógnito que passa a ser pai.

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? Não percebi.

A ideia do gajo é exactamente que o filho não é só responsabilidade de uma pessoa, e como tal não deve ser apenas uma pessoa a decidir o futuro "do projecto".

 

Então para onde vai a igualdade de géneros?

Again, that's the point.

 

Quanto ao tema da tese é interessante, porque se considerarmos que temos deveres então tem que se considerar que também temos direitos. E se uma jovem de 16 anos tem capacidade de decidir se deve ou não abortar, a bem da igualdade de direitos tanto reclamada pelas mulheres, então os jovens com mais de 16 anos deveriam ter o direito de decidir ser pai ou não.

 

Se por um lado uma gravidez não acontece apenas com uma pessoa, um "descuido" não pode ser responsabilidade de um unico individuo.

É por tudo isto que apesar de não concordar inteiramente, acho uma discussão interessante,

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Guest fiasco

Desculpem ser radical mas se não sabem onde o metem, não o metam.

Há que perceber quais as responsabilidades de dar umas.

 

Oh SAS, não é ser radical, é estar a tratar o assunto com uma leviandade que não se percebe.

Se o homem não pode obrigar a mulher a ter um bebé, achas que o inverso seria justo?

Não sei se és pró-vida ou não, parto do principio que serás, e aí a tua opinião, fará um pouco mais de sentido.

 

E não são poucas as que entalam gajos assim, eu conheço dois lol.

E eram namoradas de 1/2 anos.

"ah e tal, tomo a pílula"

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Desculpem ser radical mas se não sabem onde o metem, não o metam.

Há que perceber quais as responsabilidades de dar umas.

 

Isso é ter mente fechada. Quando dás uma com responsabilidade pode haver um acidente. A mulher acaba por ter meios para interromper a gravidez e o homem não tem o mesmo tipo de igualdade. É aqui que se centra a questão: igualdade de direitos.

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A ideia do gajo é exactamente que o filho não é só responsabilidade de uma pessoa, e como tal não deve ser apenas uma pessoa a decidir o futuro "do projecto".

E que igualdade haveria sem a paternidade obrigatória em que a mulher, sendo contra o aborto, tinha de criar o filho sozinha?

 

Se eu percebi bem, não muda muito. Entre ter um pai que nunca vimos e só sabemos o nome ou não saber o nome, qual é a diferença ? Se ele não se quiser revelar, não é por não ser incógnito que passa a ser pai.

Mas a questão é bem mais abrangente que um simples nome. É a obrigação do pai ajudar a sustentar um filho que é seu.

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E que igualdade haveria sem a paternidade obrigatória em que a mulher, sendo contra o aborto, tinha de criar o filho sozinha?

A mãe teve a chance de decidir se queria ser mãe. Assim o pai também teria.

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Oh SAS, não é ser radical, é estar a tratar o assunto com uma leviandade que não se percebe.

Se o homem não pode obrigar a mulher a ter um bebé, achas que o inverso seria justo?

Não sei se és pró-vida ou não, parto do principio que serás, e aí a tua opinião, fará um pouco mais de sentido.

 

E não são poucas as que entalam gajos assim, eu conheço dois lol.

E eram namoradas de 1/2 anos.

"ah e tal, tomo a pílula"

 

Isso é ter mente fechada. Quando dás uma com responsabilidade pode haver um acidente. A mulher acaba por ter meios para interromper a gravidez e o homem não tem o mesmo tipo de igualdade. É aqui que se centra a questão: igualdade de direitos.

 

Eu não acho justo é fazer parte do acto que gera uma criança e depois não aceitar a mesma porque aconteceu um acidente ou se meteu no buraco errado.

Saber que existe uma criança por ai que era tb minha e rejeitar a assumir para mim é fugir das responsabilidades. Uma fuga que só me leva a pensar em vergonha e no que isso pode afectar uma criança que não tem a menor culpa de nada.

Portanto, não me cabe na cabeça não assumir a paternidade. Vai contra a minha forma de ser e mesmo contra os meus simples instintos.

 

PS: Votei a favor da despenalização do aborto e sou um grande defensor da mesma causa.

Editado por SAS_Operative

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E que igualdade haveria sem a paternidade obrigatória em que a mulher, sendo contra o aborto, tinha de criar o filho sozinha?

 

Mas a questão é bem mais abrangente que um simples nome. É a obrigação do pai ajudar a sustentar um filho que é seu.

Claro que existe igualdade: se a mãe é contra o aborto, é porque acha que tem condições para criar a criança. Se o pai não fosse da mesma opinião e o deixasse claro, a mãe tem de decidir se realmente poderá dar condições à criança por si só. No prisma de igualdade, faz todo o sentido.

 

E SAS, da maneira que falas, dás a entender que é suposto toda a raça humana se manter virgem até ao momento em que tenham condições (mentais, financeiras e de estabilidade) para criar um filho, correcto? (estou mesmo a perguntar)

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