Su1 Publicado 20 Outubro 2012 O problema é interpretares tudo como um ataque. Foi uma boa piada, não por seres tu, mas pela situação que estava a ser discutida. Não vejo isso como mal intencionado. Compartilhar este post Link para o post
Carson Wentz Publicado 20 Outubro 2012 O problema é que tu estás a ir do 8 ao 80. Se antes eras efectivamente vítima de muita estupidez, agora estás-te a fazer de vítima quando a estupidez não é assim tanta. E pode ter sido do timing, mas vires dizer para "deixarem" de ser palhacinhos, depois daquela piada (que efectivamente teve piada e, como disse o Bêb... Moderador Offisde, não me pareceu de todo mal intencionada) parece falta de poder de encaixe puro e duro, que pensava que era coisa que a) tu tinhas e b) já te mandaram tanta boca despropositada que não percebo a reacção a esta, sinceramente. Também pode não ter sido em relação à piada em si e ser uma reacção a outros posts. O problema é que os únicos que vejo que poderiam ser mais susceptíveis disso seriam somente os do 13. Tendo em conta que te referiste a palhacinhos, das duas uma, ou me escapou alguma coisa, ou não queres "chamar os bois pelos nomes." Either way, isto não é, de todo, coisa só deste tópico. Compartilhar este post Link para o post
andriy pereplyotkin Publicado 20 Outubro 2012 Comparaste Erasmus a emigração. Claro que levas bocas. Se houver alguma coisa que aches que ultrapassou o nível reportas e a situação é analisada, não precisas de lavar a roupa suja em público, que não te leva a lado nenhum. E acabando os assuntos, claro que as saudades são diferentes em função da situação. Em Erasmus de certeza que tinhas saudades e pensavas "daqui a uns meses volto, agora vou ver se aproveito esta m*rda!" e ias-te divertir. Tinhas uns dias piores e uns dias melhores. Mas sabias que ias voltar. Já no caso de uma pessoa que se veja obrigada a sair do país para subsistir, então nunca vai poder ter essa certeza. Achas mesmo que é igual? Compartilhar este post Link para o post
Ghelthon Publicado 20 Outubro 2012 Não, comparei as saudades, nem sequer falei de situações. Saudades são saudades, podem é ser diferentes consoante a duração da ausência, mas lá está, nem falei disso. Agora claro, há situações-limite em que as saudades ganham uma nova dimensão. Mas neste caso, que é o que se estava a discutir, não me parece que ele vá ter grandes dificuldades para voltar, seja pelo que vai ganhar, seja pela curta distância que o separa de casa. Compartilhar este post Link para o post
Carson Wentz Publicado 20 Outubro 2012 Com ou sem visibilidade, Kiko, mereces o :prayer: :lol: Compartilhar este post Link para o post
John Bonifácio Publicado 20 Outubro 2012 O problema é que os únicos que vejo que poderiam ser mais susceptíveis disso seriam somente os do 13. E isso é um problema porquê? Por ser eu, é? Que coisa, sempre a implicar comigo, pá! Compartilhar este post Link para o post
Vimaranes1922 Publicado 20 Outubro 2012 Comparaste Erasmus a emigração. Claro que levas bocas. Se houver alguma coisa que aches que ultrapassou o nível reportas e a situação é analisada, não precisas de lavar a roupa suja em público, que não te leva a lado nenhum. E acabando os assuntos, claro que as saudades são diferentes em função da situação. Em Erasmus de certeza que tinhas saudades e pensavas "daqui a uns meses volto, agora vou ver se aproveito esta m*rda!" e ias-te divertir. Tinhas uns dias piores e uns dias melhores. Mas sabias que ias voltar. Já no caso de uma pessoa que se veja obrigada a sair do país para subsistir, então nunca vai poder ter essa certeza. Achas mesmo que é igual? Parece-me que ficou tudo dito. Compartilhar este post Link para o post
Carson Wentz Publicado 20 Outubro 2012 (editado) E isso é um problema porquê? Por ser eu, é? Que coisa, sempre a implicar comigo, pá! Porque ele falou no plural. A menos que ele ache que tens dupla personalidade. Duvido. Com esse nick, quanto muito, tens dois pés esquerdos! :mrgreen: CARAAAAAAAAAAAAALHO, ia reputar o post do perep e dei + no do Gélso. Fuck my life! :( Editado 20 Outubro 2012 por Mesquita Compartilhar este post Link para o post
htc Publicado 20 Outubro 2012 (editado) Um par de asneiras. O que os cidadãos portugueses elegem é a Assembleia da República, não o Governo. Esse é constituído depois. E o que está legitimado pelas eleições é o programa proposto pelo partido vencedor. Neste caso, seria uma mescla do programa proposto pelo PSD e pelo CDS. Não é isso que se está a verificar. Várias partes dos programas estão a ser quebradas, apenas para dar um exemplo, enquanto foram usadas as bandeiras da redução de despesas do estado em alternativa à tentativa de aumento de receita por via dos impostos, é o oposto que se está a dar agora. A prioridade está a ser o aumento de receita e não a redução de despesa. Isso não foi legitimado nas eleições. E o PR, precisamente porque não é (ou não devia ser) uma jarra na mesa para decoração, devia agir face a este tipo de quebra com a população. É um grande problema em Portugal. Temos dois partidos de treta constantemente a trocar de posição de poder que não cumprem com o que prometem. E ainda assim acham-se legitimados. Acham que as eleições legitimam quatro anos de governação contra os programas propostos. As pessoas votam em partidos que apresentam X propostas, os partidos chegam ao poder e fazem Y e depois, quando o povo se manifesta, isso não faz sentido porque o governo foi legitimado em eleições. Afinal, que m*rda de democracia é esta? Queres debater a legitimidade governamental tendo em conta não estarem a cumprir o programa? Consegues-me dizer algum caso em que tenha existido um cumprimento pleno do programa eleitoral? Seja em que situação for isso nunca acontece, não é pela tendência de mentir nem pela vontade de enganar, por vezes é necessário recorrer-se a medidas que não são de todo eleitoralistas. E sim, sei perfeitamente que as eleições são para a Assembleia da República e a constituição do Governo passa pelas mãos do Presidente da República, assim que os partidos mais votados para a Assembleia são chamados para formar Governo e é aceite pelo Presidente da República estão legitimados para agir dentro do constitucionalmente e legalmente permitido. Podes falar de falsas promessas e tudo o que quiseres, essas ideias utópicas de esquerda que são só os de direita que não cumprem o que prometem repugna-me. É mais areia para os olhos, serve para dar algum espírito rebelde aos adolescentes que se acham activistas políticos porque fumam erva. Poupa-me esses moralismos democráticos. Não há nem pode haver tendo em conta tudo o que já se passou no passado culpa seja ela do PS, PSD, ou seja de quem for, outro tipo de medidas para combater a crise. Mas também te digo não me oporia a cortarem 100 mil cargos públicos, aí não haveria aumento dos impostos, mas queria ver o que se dizia de um tal tão pedido corte das despesas públicas... E se queres que te diga estaríamos numa bela alhada se sempre que não se cumprissem os programas eleitorais o PR dissolvesse a Assembleia da República, os que tanto protestam por melhores condições de vida estariam todos contentes com um Portugal bem mais democrático mas ainda mais pobre. Editado 20 Outubro 2012 por htc Compartilhar este post Link para o post
Ghelthon Publicado 20 Outubro 2012 CARAAAAAAAAAAAAALHO, ia reputar o post do perep e dei + no do Gélso. Fuck my life! :( Sub-consciente a falar. :- Compartilhar este post Link para o post
Carson Wentz Publicado 20 Outubro 2012 Sub-consciente a falar. :- Sendo relativo a ti, quando muito seria o inconsciente... Compartilhar este post Link para o post
Ghelthon Publicado 20 Outubro 2012 Sendo relativo a ti, quando muito seria o inconsciente... Whatever suits you. 8) Compartilhar este post Link para o post
Erwin Publicado 20 Outubro 2012 Sendo relativo a ti, quando muito seria o inconsciente... :lol: Compartilhar este post Link para o post
Carson Wentz Publicado 20 Outubro 2012 Vês, é assim tão difícil levar as coisas na boa, meu morcãozola barçatard? :mrgreen: agora vou-me retirar, deixar o spam e esperar pela resposta do perep. Compartilhar este post Link para o post
Ghelthon Publicado 20 Outubro 2012 Mas eu a ti desculpo-te tudo, sabes bem. :heart: Compartilhar este post Link para o post
andriy pereplyotkin Publicado 20 Outubro 2012 Queres debater a legitimidade governamental tendo em conta não estarem a cumprir o programa? Consegues-me dizer algum caso em que tenha existido um cumprimento pleno do programa eleitoral? Seja em que situação for isso nunca acontece, não é pela tendência de mentir nem pela vontade de enganar, por vezes é necessário recorrer-se a medidas que não são de todo eleitoralistas. E sim, sei perfeitamente que as eleições são para a Assembleia da República e a constituição do Governo passa pelas mãos do Presidente da República, assim que os partidos mais votados para a Assembleia são chamados para formar Governo e é aceite pelo Presidente da República estão legitimados para agir dentro do constitucionalmente e legalmente permitido. Podes falar de falsas promessas e tudo o que quiseres, essas ideias utópicas de esquerda que são só os de direita que não cumprem o que prometem repugna-me. É mais areia para os olhos, serve para dar algum espírito rebelde aos adolescentes que se acham activistas políticos porque fumam erva. Poupa-me esses moralismos democráticos. Não há nem pode haver tendo em conta tudo o que já se passou no passado culpa seja ela do PS, PSD, ou seja de quem for, outro tipo de medidas para combater a crise. Mas também te digo não me oporia a cortarem 100 mil cargos públicos, aí não haveria aumento dos impostos, mas queria ver o que se dizia de um tal tão pedido corte das despesas públicas... Claro que a legitimidade governamental se tem que basear no cumprimento do programa. Isso é sequer discutível? Um partido apresenta-se a eleições com um programa populista. As pessoas votam. Ele sobe ao poder. Impõe medidas opostas. Qual é a legitimidade? As pessoas deviam saber que eles estavam a mentir? E novamente, claro que é pela tendência de mentir. O PSD já sabia que ia subir brutalmente os impostos e que não ia procurar cortar na despesa como previa. Tu tens vídeos do Coelho em campanha a dizer que não ia cortar no 13º mês! Tu achas que ele acreditava nisso? O populismo é uma forma básica de subir ao poder. E os políticos tendem muito mais facilmente a serem oportunistas do que burros. Ele pode querer o bem do país, mas isso não significa que não tenha mentido para lá chegar. E sabendo que o fazia. De resto, nem sequer te vou responder porque me limitei a apresentar factos e tu conseguiste ver naquilo um ataque de esquerda lol. Eu falei sobre o sistema democrático, nem sequer falei sobre a m*rda que o Governo está a fazer. Aí sim podias falar de um ataque de esquerda. E quanto ao bold, é bom ver que o PS já é visto como um partido de direita no teu radar político. Compartilhar este post Link para o post
John Bonifácio Publicado 20 Outubro 2012 Porque ele falou no plural. A menos que ele ache que tens dupla personalidade. Duvido. Com esse nick, quanto muito, tens dois pés esquerdos! :mrgreen: CARAAAAAAAAAAAAALHO, ia reputar o post do perep e dei + no do Gélso. Fuck my life! :( Posso ter dois pés esquerdos, mas não é como se não conseguisse ser o melhor do mundo, se quisesse!! Compartilhar este post Link para o post
matisptfan Publicado 21 Outubro 2012 Sobre este assunto há muito a dizer mas sobretudo há que ter cuidado com a que é que se dá aval. Enquanto representantes do país, eu vi já dois membros deste governo a dizerem com todas as letras "vão", sem que, como diz o rapaz, tenham sublinhado "mas regressem". O que a rapariga entrevistada diz também é extremamente importante e, tristemente, parece que quem governa não tem a sensibilidade para perceber isto: nós, os das bolsas, os da ação social, os que não compravam as mochilas mais caras nem tinham todos os livros logo no início do ano letivo, sentimo-nos -e somos, na prática, - um investimento, um ativo no qual se deposita confiança. De cada vez que oiço algum português a dizer que os seus impostos pagam a minha educação, não sinto rancor, nem pesar, nem me sinto alvo da descarga de uma frustração; alegro-me antes por saber que, pese embora a mágoa pela deficiente utilização de fundos, as pessoas sentem que é de sua responsabilidade (porque faz parte da responsabilidade social) pagar impostos que permitam que as gerações futuras sejam educadas, competentes e produtivas, para que, com a máxima brevidade possível, possam sair do agente de socialização que é a escola, entrem no mercado de trabalho e engrossem a lista daqueles que, preocupados com o futuro do seu país e munidos da tal responsabilidade social da qual alguns da nossa praça fazem usufruto maldito, dispensam fundos para continuar o ciclo. Sinto-me ávido de me demonstrar apto e contribuir para o meu país. Eu sou o resultado de um investimento e quero dar frutos. Quando, no entanto, os escolhos são tais que me vejo entregue a um marasmo tremendo, também pondero sair. Que fazer se acabar o curso e enviar centenas de currículos e cartas de apresentação às quais nem obtenho resposta? Que fazer quando ninguém está a contratar e, pior que tudo, muitos se vêm na obrigação de despedir? Até quando poderei adiar os meus sonhos, adiar a minha família, por-me em lista de espera em função do meu país? É nisto que, inconscientemente, não se pensa. Emigrar é muito mais que sair do ponto A para ir para o ponto B. E pior é quando não o fazemos de livre vontade ou com um peso na consciência. Principalmente o mesmo que partilho com a rapariga da reportagem: este "mar de gente" confiou em mim e agora vou voltar-lhes costas, dizer adeus, falhar. E não haverá remessas que esbatam a distância. Nem quem meça a minha saudade, como já li por aí. Compartilhar este post Link para o post
Gentle Giant Publicado 21 Outubro 2012 Deve ter sido uma alínea do contrato de Erasmus que não li. Num vais trabalhar no duro, poupar dinheiro, a fazer trabalhos que muitas vezes não farias aqui porque lá pagam o triplo. Sonhas voltar para casa... mas não sabes quando. Não sabes se é daqui a 1 ano se é daqui a 10. Noutro vais comer gajas estrangeiras, apanhar bebedeiras, pedir que te enviem mais dinheiro e fazer de conta que se estuda. Sim, é igual. Compartilhar este post Link para o post
Ghelthon Publicado 21 Outubro 2012 Num vais trabalhar no duro, poupar dinheiro, a fazer trabalhos que muitas vezes não farias aqui porque lá pagam o triplo. Sonhas voltar para casa... mas não sabes quando. Não sabes se é daqui a 1 ano se é daqui a 10. Noutro vais comer gajas estrangeiras, apanhar bebedeiras, pedir que te enviem mais dinheiro e fazer de conta que se estuda. Sim, é igual. Como não me apetece voltar a escrever, lê isto. Compartilhar este post Link para o post
o Pai já vai Publicado 21 Outubro 2012 Num vais trabalhar no duro, poupar dinheiro, a fazer trabalhos que muitas vezes não farias aqui porque lá pagam o triplo. Sonhas voltar para casa... mas não sabes quando. Não sabes se é daqui a 1 ano se é daqui a 10. Noutro vais comer gajas estrangeiras, apanhar bebedeiras, pedir que te enviem mais dinheiro e fazer de conta que se estuda. Sim, é igual. Bela maneira de generalizares a coisa: pegas no positivo de uma coisa e comparas com o negativo da outra! :fixe: Compartilhar este post Link para o post
John Bonifácio Publicado 21 Outubro 2012 O PJV também fez Erasmus... :lol: Compartilhar este post Link para o post
Peplin Publicado 21 Outubro 2012 Ó Ghelthon, já disseram tudo neste tópico (tudo mesmo e de várias formas) e tu continuas a disparar ao lado. Claro que a saudade é diferente estando em Erasmus ou estando emigrado. Talvez não conseguias perceber a diferença porque nunca emigraste, nunca estiveste longe da tua família por tempo indeterminado e sem certeza de regresso... agora, com tudo o que já aqui escreveram, é difícil compreender como é que não consegues encaixar a coisa. Compartilhar este post Link para o post
Gentle Giant Publicado 21 Outubro 2012 (editado) Bela maneira de generalizares a coisa: pegas no positivo de uma coisa e comparas com o negativo da outra! :fixe: Quando uma coisa tem 100 coisas positivas e a outra tem 100 negativas é fácil. Como não me apetece voltar a escrever, lê isto. Essa resposta não justifica a comparação que andaste a fazer. Editado 21 Outubro 2012 por Gentle Giant Compartilhar este post Link para o post
Boo Riquelme Publicado 21 Outubro 2012 De uma vez por todas: eu já estive 4 meses seguidos fora de Portugal, e sei perfeitamente o que custa aguentar as saudades. :lol: Ele saiu de Portugal por 4 meses em Erasmus. Foi à lusófona e pediu equivalência para ser emigrante. genial :lol: Ainda bem que ele não se calou quando pediram :lol: :lol: Não tenho culpa que as pessoas não saibam discutir. Eu até me ando a esforçar para tentar manter conversas decentes e com nível (se a minha opinião nelas é certa ou errada é irrelevante para o caso), sem partir para a parvoíce ou para as bocas fáceis. Mas mesmo que eu explique as minhas opiniões 1000 vezes, acaba sempre no mesmo. Por mim é na boa, consciência limpinha. Neste caso, mantenho a minha opinião. Nisto das saudades, continuo a dizer que não acho que as saudades sejam diferentes em função da situação, mas tudo bem. Fazer piadas é melhor que discutir. :) A tua opinião, normalmente, é disparatada. Não condeno isso. Podias era ouvir mais os outros e tentares-te informar de outra maneira. É que a tua teimosia é alimentada por argumentos completamente irreais - que fazem com que se perceba claramente que vives num mundo completamente idílico e que tens uma visão muito ingénua e atabalhoada da realidade. E é por isso é que és gozado, porque, no fundo, és tu que não sabes discutir. Compartilhar este post Link para o post