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Notícias e Resultados do Ciclismo Internacional II

Publicações recomendadas

Camisola de campeão Pt em CR do Rui Costa.

Um dos poucos que não usou a camisola da equipa numa época inteira

 

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Estive a ver a starlist da prova do Dubai e aparecia a Banco BIC -Carmim, não sabia que eles iam lá. :o

 

Quanto à etapa de hoje, fácil para o Kittel.

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Degenkolb venceu a 1ª etapa da Volta ao Mediterrâneo:

1 John Degenkolb (Ger) Team Giant-Shimano 5:34:01

2 Danilo Napolitano (Ita) Wanty - Groupe Gobert

3 Sonny Colbrelli (Ita) Bardiani CSF

4 Manuel Belletti (Ita) Androni Giocattoli

5 Benjamin Giraud (Fra) La Pomme Marseille

6 Cyril Gautier (Fra) Team Europcar

7 Mirko Selvaggi (Ita) Wanty - Groupe Gobert

8 Luis Leon Sanchez Gil (Spa) Caja Rural - Seguros RGA

9 Baptiste Plackaert (Bel) Roubaix Lille Metropole

10 Anthony Delaplace (Fra) Bretagne - Seche Environnement

 

 

 

Na Volta ao Quatar, vitória para Greipel na etapa 5 e Terpstra mantém a liderança.

Etapa:

1 André Greipel (Ger) Lotto Belisol 3:48:53

2 Aidis Kruopis (Ltu) Orica GreenEdge

3 Théo Bos (Ned) Belkin-Pro Cycling Team

4 Daniele Bennati (Ita) Tinkoff-Saxo

5 Matteo Pelucchi (Swi) IAM Cycling

6 Jurgen Roelandts (Bel) Lotto Belisol

7 Sam Bennett (Irl) Team NetApp - Endura

8 Tom Boonen (Bel) Omega Pharma - Quick-Step Cycling Team

9 Niki Terpstra (Ned) Omega Pharma - Quick-Step Cycling Team

10 Elia Viviani (Ita) Cannondale

 

Geral:

1 Niki Terpstra (Ned) Omega Pharma - Quick-Step Cycling Team 13:08:31

2 Tom Boonen (Bel) Omega Pharma - Quick-Step Cycling Team 0:00:17

3 Jurgen Roelandts (Bel) Lotto Belisol 0:00:20

4 Ian Stannard (GBr) Team Sky 0:00:37

5 Michael Morkov (Den) Tinkoff-Saxo 0:00:48

6 Marcel Sieberg (Ger) Lotto Belisol 0:00:56

7 Guillaume Van Keirsbulck (Bel) Omega Pharma - Quick-Step Cycling Team 0:00:57

8 Stijn Vandenbergh (Bel) Omega Pharma - Quick-Step Cycling Team 0:01:05

9 Andrew Fenn (GBr) Omega Pharma - Quick-Step Cycling Team 0:01:18

10 André Greipel (Ger) Lotto Belisol 0:01:23

 

 

Ontem em Maiorca, no Troféu Muro - Port D'Alcudia, mais uma vitória para a OPQS:

1 Gianni Meersman (Bel) Omega Pharma - QuickStep 3:50:07

2 Francisco José Ventoso (Spa) Movistar Team

3 Ben Swift (GBr) Team Sky

4 Sacha Modolo (Ita) Lampre-Merida

5 Francesco Gavazzi (Ita) Astana Pro Team

6 Edvald Boasson Hagen (Nor) Team Sky

7 Michael Albasini (Swi) Orica Greenedge

8 Sergei Chernetski (Rus) Team Katusha

9 Alexandre Pichot (Fra) Team Europcar

10 Fabian Wegmann (Ger) Garmin Sharp

18 Rui Costa (Por) Lampre-Merida 0:00:09

34 Tiago Machado (Por) Team Netapp - Endura 0:03:01

42 Andre Cardoso (Por) Garmin Sharp

109 José Mendes (Por) Team Netapp - Endura 0:16:01

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Marco Pantani, o último grande trepador

Cumpre-se hoje uma década sobre a morte de um dos grandes ícones do ciclismo italiano e mundial.

 

 

 

Dia 14 de fevereiro de 2004. Desaparecido do radar familiar há vários dias, Marco Pantani é encontrado morto num quarto de hotel em Rimini. As primeiras suspeitas confirmam-se. O ídolo do ciclismo italiano sucumbiu, finalmente, à espiral de drogas e à depressão que herdou do consumo de substâncias dopantes. Suicídio ou overdose? Provavelmente, nunca saberemos. A autópsia decretou edema cerebral e falência cardíaca, os jornais foram unânimes em culpar o doping pela cocaína e, em última instância, pela tragédia.

 

Com apenas 34 anos, depois de uma carreira de luz e sombra, Marco Pantani confirmava a entrada na galeria dos mitos do ciclismo, uma entrada que tinha garantido dez anos antes, na sua estreia entre os grandes. Uma década mediou da ascensão à queda daquele que é, ainda hoje, o último autêntico trepador da era moderna. “Se eu era o carpinteiro, Pantani era o artista”, disse ontem Lance Armstrong.

 

Dono de um carisma e personalidades únicos, “Il Pirata” representa os anos do ciclismo que a União Ciclista Internacional (UCI) escolheu apagar dos palmarés, aqueles de que não se fala. A cocaína foi apenas o último dos episódios de uma carreira tirada de um guião de cinema. Adolescente problemático, o jovem Marco, filho de uma modesta família dona de um quiosque de gelados e panquecas no resort italiano de Cesenatico, encontrou no ciclismo e na escalada de montanhas a sua libertação.

 

“Não concedo que alguém me possa ultrapassar. Vejo o vazio nas minhas costas. Quero habituar-me, dia após dia, à solidão. Quando ataco, quero destruir psicologicamente os meus adversários. Os outros devem sujeitar-se a perseguir-me. Tanto que, enquanto não os deixo para trás, não fico tranquilo”.

 

Foi sempre assim, mesmo no início. Depois de se estrear com um segundo lugar na Volta a Itália de 1994, rumou ao Tour para fazer a diferença. Viviam-se os anos do ciclismo mecânico, do “robot” Miguel Indurain. Mas Pantani, com a sua figura esguia - 57 quilos distribuídos por 1,72 metros -, a sua cabeça rapada e brinco na orelha, estava disposto a deixar a sua marca. Na 17.ª etapa, depois de ter ponderado o abandono devido a lesão, o italiano de 24 anos espanta o meio velocipédico com a sua subida final.

 

Ciclista romântico, dos ataques quixotescos e imponderados, acaba a Volta a França em terceiro lugar e sobe ao pódio como melhor jovem. A Itália, órfã de um ídolo à altura de Fausto Coppi, vê naquele jovem o seu futuro. As coincidências não são meras coincidências: os dois correm numa bicicleta Bianchi, os dois são (re)conhecidos azarados. Em 1995, é abalroado por um carro, mas consegue ganhar duas etapas no Tour e a medalha de bronze nos Mundiais. Nesse outono, é atropelado por um jeep na Milão-Turim. Resultado? Uma perna partida, um osso calcificado que o impede de pedalar durante sete meses.

 

No regresso à competição, mostra por que o apelidam de excêntrico, usando uma peruca loura, que completa a aura criada pela escrita de poemas, pintura de quadros, o uso de um lenço que salientava as suas orelhas – daí o apelido Elefantino, o equivalente italiano de Dumbo - e uma estranha persistência em falar na terceira pessoa.

 

Perdida grande parte da época de 1996, Pantani inicia a temporada seguinte com renovada esperança e nova equipa, a Mercantone Uno, mas uma queda envolvendo um gato preto no Giro de 1997 condiciona a sua prestação. Nada que não seja recuperável a tempo do Tour. Ganha duas etapas, estabelece o recorde de rapidez na ascensão ao Alpe D’Huez – e ganha uma curva com o seu nome – e sobe ao pódio como terceiro classificado, atrás de Jan Ullrich e Richard Virenque.

 

Os indícios de que estava prestes a fazer história multiplicavam-se. Ganha o Giro de 1998 e chega a um Tour convulso pelo caso Festina – o primeiro grande caso de doping generalizado no ciclismo – como um dos grandes favoritos. Apresenta-se como o rosto do descontentamento do pelotão na greve feita pelos ciclistas em protesto contra a suspeita de doping generalizado, sobrevive aos abandonos para, no meio do caos, tornar-se no último autor de uma “dobradinha” nas duas principais provas do calendário velocipédico internacional.

 

Depois da dupla vitória em Itália e em França, o que poderia mais fazer “Il Pirata”? As expectativas eram altas, a queda foi maior. Quando liderava por mais de cinco minutos em relação ao segundo classificado, depois de ter conquistado quatro etapas, uma análise ao sangue revelou um hematócrito de 52 por cento, superior ao limite estabelecido pela UCI e um dos indicadores do recurso à EPO. A organização não teve em conta as explicações de Pantani e expulsou-o da corrida.

 

Tinha aí início a descida ao inferno do italiano, que nunca mais fez um resultado digno de registo. Submerso numa profunda depressão começou a consumir cocaína. Só por uma vez, no Giro de 2003, voltaria a assemelhar-se ao campeão que era, concluindo a prova em 14.º. Nesses anos, somou sucessivos abandonos, desaires, e um episódio com uma seringa de insulina, encontrada no seu quarto durante a “corsa rosa” de 2001. A federação italiana condenou-o a oito meses de suspensão, pena anulada posteriormente por falta de provas. A sua associação com o doping não mais parou de salpicar as páginas dos jornais até à sua morte – e mesmo depois dela. Pantani morreu sozinho, como gostava de correr, e tornou-se o maior exemplo dos anos mais negros e decadentes do ciclismo moderno.

 

 

@Publico.pt

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O Péraud ganhou a chegada ao alto na última etapa do Tour Mediterranéen, mas a Geral foi para o Cummings. 2º lugar para o Peraud e terceiro para o Zoidl. A surpresa foi o Sepulveda que terminou em 4º.

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Começa amanhã o Tour de Oman (startlist). Estou curioso para ver se os Schlecks vão lá para o bronze ou se vão andar com a restante malta de GC (Froome, Purito, Nibali, Pinot, Pozzovivo, Kreuziger, Gesink, Uran, Konig, etc)

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Greipel vence ao sprint a 1ª etapa no Omã, batendo o Leigh Howard (Orica), Nicola Ruffoni ( Bardiani) e Bouhanni (Fdj).

Amanhã, para lá do Algarve, também começa a Volta a Andaluzia (startlist).

Editado por wolfking

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Citação do jornal "A Bola" online

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Kristof Goddaert morre atropelado durante um treino

O ciclista Kristof Goddaert, de 27 anos, faleceu esta tarde vítima de um atropelamento, na cidade de Amberes, na Bélgica. O corredor, da IMA Cycling, estava em pleno treino quando caiu da bicicleta e foi colhido por um autocarro, sucumbindo face à gravidade dos ferimentos.

Goddaert entrou recentemente na Volta ao Qatar. «Perdemos Kristof Goddaert, um profissional exemplar e um homem de qualidade», lamentou o presidente do clube suíço, Michel Thétaz.


Que treta :| Editado por ricardo.martins

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Vitória de Valverde por 7 segundos, no prólogo da Volta a Andalucia. Absolutamente incrivel.

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A Sky colocou 4 ciclistas no top-10 da etapa. #TTT

No Omã, Alex Kristoff venceu a 2ª etapa, batendo ao sprint Leigh Howard e Tom Boonen. Leigh Howard é o novo líder.

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O Froome já ganha em Oman, ganhou a etapa rainha em Green Mountain e está em 1º com 26 segundos de vantagem.

 

Entretanto em França roubaram as bikes da Sky.

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Em Oman, o Froome confirmou a vitória, com o Greipel a triunfar na última etapa, mas as surpresas dos sprints foram o Ruffoni e o Sam Bennett. Na Geral:

1º Christopher Froome

2º Tejay van Garderen

3º Rigoberto Urán

4º Joaquin Rodriguez

5º Robert Gesink

6º Domenico Pozzovivo

7º Sergio Henao

8º Roman Kreuziger

9º Johann Tschopp

10º Daniel Moreno

 

O Andy Schleck esteve em grande a terminar a 20 minutos do Froome. Cada vez com a forma mais apurada.

 

Na Vuelta a Andalucia, vitórias do Valverde nas 3 primeiras etapas, com Ciolek a triunfar na 4ª e o jovem Hofland a triunfar na 5ª etapa. Em termos de Geral:

1º Alejandro Valverde

2º Richie Porte

3º Luis Leon Sanchez

4º Ion Izagirre

5º Tanel Kangert

6º Bauke Mollema

7º Thomas Degand

8º Daniel Navarro

9º Michele Scarponi

10º Luis Angel Mate Mardones

 

O Fábio Silvestre ainda deu um ar da sua graça na 4ª etapa ao incluir-se na fuga e a ter forças mesmo assim para fechar no 8º posto a etapa. Hoje foi 13º.

 

No Tour du Haut Var, prova francesa de 2 etapas, vitória do Betancur no primeiro dia e do Amael Moinard no 2º dia. Na Geral:

1º Carlos Betancur

2º Samuel Dumoulin

3º Amael Moinard

4º Armindo Fonseca

5º Cadel Evans

6º Mikael Cherel

7º Cyril Gautier

8º Emilien Viennet

9º Jérome Pineau

10º Andrey Amador

 

O português Domingos Gonçalves ainda terminou na 24ª posição na 1ª etapa, mas quebrou na 2ª etapa e terminou na 43ª posição da Geral.

 

No Trofeo Laigueglia, mais uma vitória para a Lampre que está em grande. Desta feita foi Jose Serpa a vencer.

1º Jose Serpa

2º Patrik Sinkewitz

3º Andrea Pasqualon

4º Sonny Colbrelli

5º Diego Ulissi

6º Davide Villella

7º Matteo Montaguti

8º Marco Marcato

9º Matteo Rabottini

10º Franco Pellizotti

 

Achei que era giro fazer aqui um mini balanço destes últimos dias. Temos agora o Tour de Langkawi, o início do pavé e uma série de clássicas italianas. Está a começar a aquecer. :compinchas:

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Antecipaste-te que eu vinha agora fazer esse mesmo resumo. :mrgreen:

Parece que o Betancur venceu a primeira etapa "ao sprint", pois estava a lançar o Samuel Dumoulin e ao ver que ia lançado continuou a sprintar, batendo o Degenkolb.

 

O Tour de Langkawi já tem starlist. Deve ser um confronto interessante entre Guardini e Theo Bos nos sprints.

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Antecipaste-te que eu vinha agora fazer esse mesmo resumo. :mrgreen:

Parece que o Betancur venceu a primeira etapa "ao sprint", pois estava a lançar o Samuel Dumoulin e ao ver que ia lançado continuou a sprintar, batendo o Degenkolb.

 

O Tour de Langkawi já tem starlist. Deve ser um confronto interessante entre Guardini e Theo Bos nos sprints.

O Kruopis também é capaz de se meter nessa luta. Atenção ao Yannick Martinez, que tem andado bem, para mim é candidato a surpreender-nos ao longo da época nos sprints. Para a Geral, tendo em conta que isto é sempre algo estranho para os gajos europeus, meto o Dyachenko, o Esteban Chavez, o Weening e o Fabio Duarte como maiores candidatos. O Duarte se tiver feito finalmente uma pré-época em condições, domina isto a brincar.

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Nova vitória para o Valverde, agora na Vuelta Ciclista a Murcia, batendo o Tiago Machado!

 

1. Alejandro Valverde (Movistar) 5h06:53

2. Tiago Machado (Netapp Endura) a 3"

3. Davide Rebellin (CCC Polstat) a 3"

4. Luis Ángel Maté (Cofidis) a 5"

5. José Joaquín Rojas (Movistar) a 7"

6. José Mendes (Netapp Endura) a 9"

7. David Arroyo (Caja Rural) a 9"

8. Miguel Minguez (Euskadi) a 9"

9. Dani Navarro (Cofidis) a 14"

10. Pablo Lechuga (Euskadi) a 17"

11. Sergio Sousa (Efapel) a 17"

12. Víctor Martín (Burgos) a 19"

13. Yohann Bagot (Cofidis) a 21"

14. Iker Camaño (Netapp Endura) a 22"

15. Bruno Silva (Efapel) a 22"

 

Top15 recheado de portugueses

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