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famaboys

Ataque químico na Síria?

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A oposição síria acusa as forças do Governo de terem realizado um ataque com armas químicas. O Governo desmente, mas algumas organizações humanitárias confirmam o ataque com gás sarin contra civis. Centenas de pessoas poderão ter morrido nos arredores de Damasco.

 

@ SIC Notícias

 

Vídeo POTENCIALMENTE CHOCANTE

 

http://sicnoticias.sapo.pt/mundo/2013/08/21/divulgadas-imagens-de-alegado-massacre-com-armas-quimicas-na-siria

Editado por famaboys

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"O jantar está pronto, fritei uns rissóis e não rebentaram (...) não me cheira" Esta publicidade neste vídeo fez-me esboçar um sorriso, vou para o inferno.

 

vendo o vídeo perde-se logo o sorriso. é um bilhete só de ida para Haia com essa gente toda...

Editado por Red Prince

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A Síria não tem nada que interesse aos EUA para estes lá irem "instalar" a paz ?

 

A Síria até há pouco tempo era um potencial detentor de armas químicas e biológicas. Agora com isto tudo já se sabe que eles têm. O Egipto também se dizia que tinha. O Irão também.

 

Também quase toda aquela malta naquela zona está armada até aos dentes, haver menos ou mais um para os EUA é quase a mesma coisa. :mrgreen:

Editado por Lebohang

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O Ministro da Informação sírio já veio a terreiro desmentir esta situação.

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A Síria não tem nada que interesse aos EUA para estes lá irem "instalar" a paz ?

os EUA e a NATO estão a apoiar os rebeldes Sírios. Antes havia um embargo de armas para a Síria mas foi aprovada a concessão de armas ao rebeldes, onde se incluem grupos com ligações à Al Qaeda, e o embargo ao governo. Houve uma altura onde os rebeldes começaram a tomar cidades e o que se falava é que andavam a ter apoio táctico de militares dos EUA mas depois começaram a perder as cidades tomadas e surgiu logo o rumor que a Rússia e China andavam lá metidos.

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O Ministro da Informação sírio já veio a terreiro desmentir esta situação.

 

07-minister.jpg

 

:mrgreen:

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A Síria até há pouco tempo era um potencial detentor de armas químicas e biológicas. Agora com isto tudo já se sabe que eles têm. O Egipto também se dizia que tinha. O Irão também.

 

Também quase toda aquela malta naquela zona está armada até aos dentes, haver menos ou mais um para os EUA é quase a mesma coisa. :mrgreen:

 

os EUA e a NATO estão a apoiar os rebeldes Sírios. Antes havia um embargo de armas para a Síria mas foi aprovada a concessão de armas ao rebeldes, onde se incluem grupos com ligações à Al Qaeda, e o embargo ao governo. Houve uma altura onde os rebeldes começaram a tomar cidades e o que se falava é que andavam a ter apoio táctico de militares dos EUA mas depois começaram a perder as cidades tomadas e surgiu logo o rumor que a Rússia e China andavam lá metidos.

 

:lol: Acreditam mesmo nisso?

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tantas crianças :(

 

btw,

Os compostos organofosforados agem sobre o sistema muscular por meio de uma competição com um importante neurotransmissor, a substância Acetilcolina, envolvida tanto no sistema nervoso central quanto no sistema nervoso periférico, pois sua liberação nas ramificações do axônio contribuem para a contração e relaxamento musculares. A Acetilcolina é degradada pela enzima Acetilcolinesterase, fazendo com que a contração e relaxamento dos músculos sejam interrompidos.

 

Os sinais da intoxicação incluem: fortes contrações musculares, salivação abundante, diminuição da frequência cardíaca, sudorese, náuseas, vômitos, cegueira temporária ou permanente e paralisia; pode ocasionar ação também no sistema nervoso central, que resulta em convulsões, com alto índice de mortalidade. A contaminação faz com que haja uma insuficiência para realização de funções básicas, como a respiração e o controle dos batimentos cardíacos, já que os músculos são severamente afetados.

 

dass

Editado por vidz

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E lá vêm estes intelectuais de esquina discutir a política por detrás dos ataques à integridade e aos direitos humanos.

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EUA dizem que ataque químico na Síria é "indesmentível" e não ficará impune

 

Os Estados Unidos sabem que Bashar al-Assad usou armas químicas contra “os mais vulneráveis”, disse esta segunda-feira o secretário de Estado norte-americano, John Kerry. Isso “é inegável” e “indesculpável” – “uma obscenidade moral” que devia “abalar a consciência do mundo” e que não pode ficar “sem consequências”.

 

Numa declaração aos jornalistas, Kerry lembrou que os inspectores da ONU só estão no terreno para recolherem provas adicionais e que a sua investigação “não vai determinar quem usou” as armas químicas que mataram centenas de sírios.

 

“O nosso entendimento sobre o que aconteceu está fundamentado em factos”, disse, descrevendo como “cínicas” as tentativas do regime de Assad “para encobrir” os seus actos. “O nosso sentido básico de humanidade fica ofendido, não só por este crime cobarde mas também pela cínica tentativa de o encobrir.”

Quem argumentar que este ataque não aconteceu “precisa de pôr a mão na consciência e de rever os seus padrões morais”, defendeu o chefe da diplomacia de Barack Obama.

 

As imagens dos ataques, fotografias tiradas por fotojornalistas e activistas, vídeos divulgados por médicos e opositores, são “reais e convincentes”, não são “artificiais nem fabricadas”, afirmou.

 

“Voltei a ver os vídeos, os vídeos que qualquer pessoa pode ser nos media sociais. É muito difícil expressar em palavras o sofrimento humano…”, disse Kerry. “Como pai, não posso tirar estas imagens da cabeça, um pai a segurar a cabeça do seu filho morto, a gemer.. famílias inteiras mortas na suas camas, sem um pingo de sangue.”

 

Kerry disse ter passado os últimos dias em contacto com aliados, mas também com responsáveis de países menos próximos. Os ataques de quarta-feira da semana passada não deixaram ninguém indiferente. A convicção de que um crime destes não pode ficar impune “é partilhada mesmo por países que concordam em muito pouco”.

 

Cinco dias depois do ataque com armas químicas contra várias localidades dos arredores de Damasco, Kerry lembrou que já passaram quatro dias desde que fez um raro telefonema ao ministro dos Negócios Estrangeiros sírio, Walid Muallem, pedindo-lhe acesso “imediato” dos inspectores aos locais atingidos. Um acesso que só foi autorizado no domingo e concretizado nesta segunda-feira.

 

Por tudo isto, assegurou Kerry, o Presidente Obama “tomará em breve uma decisão informada”. “Nada hoje é mais sério” do que a situação na Síria, sublinhou.

 

Antes da intervenção de Kerry, já se sabia que norte-americanos, britânicos, franceses e turcos tinham conversado e chegado a um entendimento para agir. Obama disse há um ano que o uso de armas químicas era a “linha vermelha” que Assad não podia cruzar sem sofrer consequências e os ataques da semana passada tiveram uma dimensão demasiado grande para que essas palavras pudessem passar em branco.

 

Russos e iranianos repetiram ao longo do dia que qualquer tipo de intervenção militar externa na Síria “terá consequências devastadoras”. Numa entrevista ao jornal russo Izvestiya, Assad descreveu as acusações de que atacou a população síria com armas químicas como “um insulto ao senso comum”. Se atacarem a Síria, diz Assad, “os Estados Unidos vão fracassar como fracassaram em todas as guerras que começaram nos últimos anos, a começar pelo Vietname”.

 

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Não é que esteja a favor de este ataque quimico, mas estes grupos extremistas arabes que a NATO e a UE andam a apoiar, são mais uns anti-ocidente que vão fazer daquilo uma ditadura islamica...

 

Como no Egipto, sempre é melhor um Sadat ou um Mubarak onde aquilo é democracia musculada, do que estes regimes islâmicos (aka: ditaduras religiosas).

 

Os EUA também só se metem nestas, primeiro Bosnia e Kosovo a apoiarem a KLA e companhia (amigos da Al-qaeda) e agora estes artistas...

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Guest Dpitz

"Engraçado" o timing desta notícia.

 

E já agora, há uns dois meses, também houve uma procuradora do Tribunal Penal Internacional da ONU que alertou para o facto de os rebeldes sírios andarem a utilizar gás sarin contra os apoiantes do regime. Mas claro que isso já não foi tão noticiado como isto.

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Um ataque para punir Assad, forçar o regime a negociar e avisar Teerão

Uma operação cirúrgica para mostrar a sírios e iranianos que os EUA falam a sério quando impõem "linhas vermelhas" pode não mudar o curso da guerra. Um guião para o que se desenha.

 

 

Os cenários estão preparados e já há alguns porta-aviões no lugar. Barack Obama já terá decidido que vai dar a ordem, mas não necessariamente qual das opções escolherá.

 

Os riscos de agir não desapareceram - o Presidente recordou sexta-feira que os Estados Unidos "não podem resolver o que é um complexo problema sectário na Síria". Mas, de repente, os riscos de não intervir parecem maiores. O uso de armas químicas em grande escala vem somar-se ao envolvimento do Irão (e do Hezbollah) na guerra. "Pela primeira vez, em mais de dois anos, a urgência não se sente só na Síria, chegou a Washington, Londres e Paris", escreve na Foreign Policy Gayle Tzemach Lemmon.

 

A opção mais provável, avança o jornal Washington Post citando "altos responsáveis da Administração", passa por "um ataque militar limitado no âmbito e na duração", pensado para funcionar "como punição pelo uso de armas químicas pela Síria e como dissuasor, evitando que os Estados Unidos se envolvam mais profundamente na guerra civil do país".

 

O que Obama está a considerar, resume o New York Times, é "uma lista de acções para "travar e minar" a capacidade de Assad lançar armas químicas".

 

Limitar riscos e custos, baixar as expectativas em relação aos objectivos, parece ser a mensagem. Já se sabia que o envio de soldados para o terreno não se colocava; Washington e Londres garantem que provocar uma mudança de regime também não está em discussão.

 

Para os EUA - e ao contrário do que aconteceu na Líbia, desta vez os primeiros disparos serão norte-americanos - três factores vão determinar o calendário desse ataque: as provas da culpabilidade de Assad na morte de centenas de sírios têm de ser reunidas; as consultas com os aliados e com o Congresso terão de ser concluídas, e é preciso determinar uma justificação à luz da lei internacional.

 

As provas

 

Ninguém nega que foram usadas armas químicas contra várias localidades nos arredores de Damasco. Organizações internacionais confirmaram que gases tóxicos afectaram 3600 pessoas (Médicos Sem Fronteiras), matando centenas.

 

Norte-americanos, britânicos, franceses, turcos e a Liga Árabe, todos já disseram que é o regime de Bashar al-Assad que está por trás dos ataques. O seu arsenal químico é real e significativo - nem o regime o esconde - e grandes quantidades destes agentes estão numa forma militarizada, prontos a serem usados em bombas lançadas de aviões ou ogivas colocadas em mísseis.

 

Como é que se sabe que foi Assad a usá-los? A resposta pode ser mais simples do que parece: todos os serviços secretos activos na região vigiam de perto essas armas, que permanecem sob controlo do Governo. O regime, ao contrário dos rebeldes, tem os meios para as lançar. Saber é diferente de provar, o escrutínio será grande e reunir provas suficientes talvez demore uns dias. Os inspectores da ONU continuam hoje as suas visitas aos locais atingidos, mas como sublinhou o secretário de Estado norte-americano, John Kerry, a investigação vai permitir saber o que foi usado - não quem usou.

 

A legalidade

 

Britânicos e turcos já disseram que terá de ser encontrada uma solução à margem do Conselho de Segurança, onde se sabe que a Rússia (e provavelmente a China) usará o seu direito de veto. Na Líbia, russos e chineses abstiveram-se, abrindo caminho à autorização da ONU para uma intervenção que, no papel, visava proteger Bengasi e, na prática, serviu para derrubar Muammar Khadafi.

 

A Administração Obama está à procura de precedentes no Kosovo de 1999, quando Bill Clinton usou o apoio da NATO e a necessidade de proteger um grande número de civis para lançar ataques contra a Sérvia. Entretanto, a ONU aprovou a "responsabilidade para proteger" (François Hollande admite que pode ser usada na Síria). Foi esta norma que serviu como justificação para a operação na Líbia.

 

Cada vez mais peritos em conflitos e lei internacional estão convencidos que será invocada a violação da Convenção das Armas Químicas por parte de Assad. A Síria não é signatária, mas isso não será um obstáculo. "Quando um princípio é geralmente aceite, torna-se parte do que chamamos lei consuetudinária internacional, que vincula tanto os estados como um tratado", diz ao Guardian Mark Reiff, perito em ética dos conflitos. Se em causa, como parece, estiver um cenário de "retaliação", David Bosco, da Universidade Americana de Washington, defende que a "doutrina permite que uma parte viole a lei internacional em resposta à clara violação da lei internacional cometida pela outra parte".

 

Operação cirúrgica

 

Um "ataque punitivo", escreve Bosco no blogue Multilateralist da revista Foreign Policy, "não implica um compromisso para derrotar o regime [de Assad], não sugere um desejo de apoiar os opositores, não compromete os governos ocidentais com o fim de todos os abusos no conflito sírio nem com a reconstrução do Estado pós-conflito". O tal ataque muito limitado descrito pelo Washington Post, que reduz os riscos e os custos para os envolvidos, pode ser também mais fácil de justificar do ponto de vista da lei, sustenta Bosco. "A mensagem para o regime é simples, directa e limitada, se usas estas armas terríveis pagas um preço". "Esta norma internacional não pode ser violada sem consequências", disse Kerry na segunda-feira. "Penso que deve ser cirúrgico. Deve ser uma resposta ao que aconteceu com os químicos", defendeu à NBC Bob Corker, o mais importante republicano no Comité de Relações Externas do Senado.

 

Os alvos

 

Tanto o Post como o New York Times escrevem que os alvos mais prováveis deste ataque cirúrgico não são os locais onde estão armazenadas as armas químicas, muitos e dispersos (Damasco, Palmira, Goms, Alepo, Latakia, Masyat...). Em vez disso, explicaram ao Times responsáveis do Pentágono, os alvos serão as unidades militares que estarão por trás dos ataques químicos, os mísseis e a artilharia que serviu para os lançar e os quartéis que supervisionaram a operação. Os alvos iniciais estão a ser escolhidos a partir de uma lista de menos de 50.

 

Em Istambul, o líder da Coligação Nacional Síria, Ahmad Jarba, entregou ontem aos enviados dos "Amigos da Síria", uma lista de dez propostas de alvo, incluindo o Aeroporto Militar de Mezze, nos subúrbios ocidentais de Damasco, a base de Qutaifa (usada para lançamento de mísseis), no norte da capital, e o complexo que abriga a 4ª Divisão Mecanizada, a unidade de elite lidera por Maher al-Assad, irmão de Bashar, e formada quase só por alauitas (o ramo do xiismo da família no poder). A oposição responsabiliza a 155ª brigada desta divisão pelo ataque em Ghutta.

 

Mais ataques limitados

 

Uma primeira vaga de ataques deverá ser seguida por uma pausa para avaliar os danos infligidos e a resposta do regime. A Síria tem defesas anti-aéreas respeitáveis, pelo que os alvos dos ataques terão de ser inspeccionados por satélites ou por aparelhos de vigilância aérea.

 

Enfraquecer o regime sem o derrubar é o objectivo dos que, dentro da Administração, defendem várias vagas de ataques e não apenas um "ataque punitivo" que não duraria mais de dois dias. Neste caso, os ataques visariam mais capacidades militares (Força Aérea) e unidades das Shabiha, a temida milícia do regime, acusada de abusos dos direitos humanos, e até palácios presidenciais.

 

Os meios

 

Em qualquer das opções em cima da mesa, os ataques seriam lançados a partir de navios de guerra norte-americanos ou de aviões que não entrariam no espaço aéreo sírio. Neste momento, os EUA têm quatro contratorpedeiros (USS Mahan, USS Barry, USS Gravely, USS Ramage) que transportam mísseis de cruzeiro no Mediterrâneo - entre eles, levam mísseis 430 Tomahawks com um alcance de até 2400 quilómetros.

 

O porta-aviões USS Harry S Truman deixou o Mediterrâneo no dia 18 e está no Mar Vermelho. A Força Aérea dos EUA também pode recorrer aos bombardeiros B-2 estacionados no Missouri, que podem atacar alvos no Médio Oriente com apenas uma paragem para reabastecer, e ainda a vários a F-16 espalhados em bases da região (na Jordânia, por exemplo).

 

Os britânicos mantêm um submarino de ataque no Mediterrâneo, enquanto o porta-aviões francês Charles de Gaulle está de novo operacional, e a três dias de distância da Síria. Os franceses também têm aviões Rafale e Mirage nos Emirados Árabes Unidos.

 

As bases dos EUA na Turquia (Incirlik e Esmirna) e a base da Força Aérea britânica em Chipre (Akrotiri) são os pontos de lançamento mais prováveis para uma ofensiva.

 

Os objectivos

 

Num cenário mais restrito, o objectivo será impedir Assad de voltar a usar armas químicas contra os sírios. Alguns na Casa Branca defendem que é inútil lançar uma intervenção se esta não visar dobrar o regime ao ponto de o convencer a negociar (deixando cair Assad).

 

Ao mesmo tempo, uma acção serviria para assinalar aos iranianos (e às suas ambições nucleares) que as "linhas vermelhas" traçadas em Washington são para levar a sério. "Se alegados ataques [com armas de destruição maciça] são permitidos até em grande escala, a credibilidade de Washington vai sofrer", escreve Gayle Tzemach Lemmon, do think tank Council on Foreign Relations.

 

Ontem, a oposição fez saber que recebeu um aviso em duas partes: o ataque vai acontecer daqui a dias; preparem-se para negociar a paz e entrar num governo de transição logo depois. "Se a Rússia acreditar que pode ser evitado um vazio de poder, vai mostrar mais interesse em conversar sobre a paz", diz a analista do Council. "Como a Casa Branca repetiu na segunda-feira, o conflito só vai acabar com uma solução política."

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