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Guest Dpitz

Tópico da Política e Economia

Publicações recomendadas

Vuk, vê se isso não está n'A Prova dos Factos que coloquei acima.

 

PS: Hans, podes explicar porque é que, na tua opinião, as ideias económicas do PS não funcionam? :)

Editado por Vaart

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O problema é que perguntas pertinentes não tiveram lugar. Faz algum sentido os últimos minutos do debate serem sobre se o AC vai visitar o Sócrates ou sobre o que o PC acha do processo do Miguel Macedo?

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O problema é que perguntas pertinentes não tiveram lugar. Faz algum sentido os últimos minutos do debate serem sobre se o AC vai visitar o Sócrates ou sobre o que o PC acha do processo do Miguel Macedo?

 

E algumas questões relevantes, como a educação, nem sequer foram ventiladas.

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Obrigado Vaart, deu para esclarecer uma ou outra coisa de facto. Para além disso, encontrei também algumas contas simplificadas no site do PS, no Estudo sobre o Impacto Financeiro das medidas.

Um Keynesianismo aproximado, acima de tudo é uma abordagem diferente ao crescimento económico face à da coligação, uma que me agrada mais porque coloca mais o foco na reação natural dos indivíduos ao aumento do rendimento disponível do que no livre-arbítrio das empresas e empresários e na crença de que estes é que levarão, no médio prazo, ao aumento desse mesmo rendimento disponível das famílias.

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Vuk, vê se isso não está n'A Prova dos Factos que coloquei acima.

 

PS: Hans, podes explicar porque é que, na tua opinião, as ideias económicas do PS não funcionam? :)

1 - porque se baseiam em cenários macroeconómicos demasiado optimistas. Aliás, com o estouro da China, de Angola e do Brasil eu arrisco-me a dizer que já serão impossíveis de alcançar;

2 - porque se baseiam demasiado no crescimento da economia, não como fim, mas como meio. O PS propõe-se aumentar a despesa significativamente, ao mesmo tempo que corta nos impostos. A solução para o desequilíbrio é o crescimento económico. Mas, e se corre mal? Daqui a 10 anos temos cá mais uma troika.

3 - não vejo nada de especial relativamente ao aumento da riqueza produzida. O crescimento sem sustentação torna-se uma bolha. Se as coisas funcionassem como o PS diz, o Cavaco Silva tinha sido o melhor governante da história da humanidade.

4 - a ideia do PS da SS, que eu espero que já tenha abandonado, de baixar as taxas de desconto por contraponto de uma diminuição das reformas no futuro é assustadora.

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4 - a ideia do PS da SS, que eu espero que já tenha abandonado, de baixar as taxas de desconto por contraponto de uma diminuição das reformas no futuro é assustadora.

Que diferenças vês para a do PSD, de criar um limite ao desconto público obrigatório para a SS, dessa maneira reduzindo também o valor das reformas futuras? É verdade que, na do PSD, passa a haver 3 opções para o valor remanescente (manter no público, aplicar num fundo de capitalização privado ou simplesmente keep the money), mas em termos concretos acabará por resultar no mesmo em grande parte dos casos, e a proposta da coligação abre algo - o começo da privatização da Seg. Social - que será muito difícil alguma vez voltar a recuperar.

 

Não sou grande fã de nenhuma delas enquanto proposta única, mas não vejo que a do PS seja mais assustadora do que a outra, até porque uma é temporária e a outra permanente.

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Livro: como um hacker deu a liderança do PSD a Menezes

Ainda assim, “se não fosse um ato de pirataria informática, a vitória teria sido impossível: um hacker foi pago para descodificar o alogritmo que gerava os códigos do multibanco para pagar as quotas a milhares de militantes“ (...)

"Eu e umas seis pessoas chegámos ao Restelo entre a meia-noite e a uma da manhã para pagar as quotas em vários multibancos. Quando lá chegámos, estava tudo ocupado por um grupo de outra concelhia a pagar. Andávamos em Lisboa à procura de multibancos livres. Estava tudo ao mesmo“

 

Próximo filme dos Wachowskis.

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Que diferenças vês para a do PSD, de criar um limite ao desconto público obrigatório para a SS, dessa maneira reduzindo também o valor das reformas futuras? É verdade que, na do PSD, passa a haver 3 opções para o valor remanescente (manter no público, aplicar num fundo de capitalização privado ou simplesmente keep the money), mas em termos concretos acabará por resultar no mesmo em grande parte dos casos, e a proposta da coligação abre algo - o começo da privatização da Seg. Social - que será muito difícil alguma vez voltar a recuperar.

 

Não sou grande fã de nenhuma delas enquanto proposta única, mas não vejo que a do PS seja mais assustadora do que a outra, até porque uma é temporária e a outra permanente.

Confesso-te que não estou por dentro da proposta do PSD, mas, a do PS afecta toda a gente. Toda. Desde o banqueiro à empregada de limpeza. Pelo contrário, a proposta do PSD, de limitar o desconto público, se for como estou a pensar, não vai afectar os mais pobres, porque não devem atingir esse limite. Aliás, esse limite até já aconteceu. Até há bem pouco tempo, titulares de órgãos sociais, só descontavam no máximo sobre 14 vezes os SMN. Foi este governo que acabou com isso.

 

E quanto ao facto da SS ser privatizada, eu sou contra, mas a verdade é que ela já é gerida como tal, há imensos anos. Aliás, a SS portuguesa é detentora de um dos maiores fundos de investimento soberanos do mundo. E nunca ouvi ninguém reclamar por isso.

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Visitante

Eu tenho sérias dúvidas que algum governo deixasse o país mais rico do que em 2011 durante este mandato, e achei que o debate começou mal para o AC logo aí, foi tipo as estatísticas do Marco Silva no Sporting.

 

E essas dúvidas são fundamentadas. Fosse quem fosse que pegasse no país na altura, a dívida aumentaria sempre (a não ser que se recusassem a pagar, como diziam alguns), o desemprego aumentaria sempre, o PIB baixaria sempre, os números de emigração aumentariam sempre, o número de pessoas abaixo do limiar da pobreza aumentaria sempre, etc. Podemos discutir se as políticas da troika foram adequadas ou não agora, se foi correcto ir "além da troika", se é correcto manter o cinto apertado, etc. A verdade é que havia duas alternativas: chamar a troika, aceitar condições razoáveis e pedir o empréstimo e sofrer as consequências; sair do euro, não pagar a dívida, e destruir o país por completo e mandar ainda mais pessoas para a miséria. É com pena que vejo o quão podre está a política neste país. Em vez de se discutirem os programas, que de facto, sinalizam o caminho que cada um quer para o país neste momento de recuperação, discutem-se balelas como quem chamou a troika, declarações do PPC quando ele na altura nem sequer acreditava que ia estar a disputar as eleições por esta altura e distribuir culpas pelo facto de estarmos pior do que em 2011. É tudo à base de ataques pessoais e discussões sem interesse, porque o povinho não é inteligente o suficiente para se informar e procurar fundamentar o seu voto, e prefere agir por vingança ou, pelo menos, meter à boca aquilo que lhes dão para engolir. Tudo podre.

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E essas dúvidas são fundamentadas. Fosse quem fosse que pegasse no país na altura, a dívida aumentaria sempre (a não ser que se recusassem a pagar, como diziam alguns), o desemprego aumentaria sempre, o PIB baixaria sempre, os números de emigração aumentariam sempre, o número de pessoas abaixo do limiar da pobreza aumentaria sempre, etc. Podemos discutir se as políticas da troika foram adequadas ou não agora, se foi correcto ir "além da troika", se é correcto manter o cinto apertado, etc. A verdade é que havia duas alternativas: chamar a troika, aceitar condições razoáveis e pedir o empréstimo e sofrer as consequências; sair do euro, não pagar a dívida, e destruir o país por completo e mandar ainda mais pessoas para a miséria. É com pena que vejo o quão podre está a política neste país. Em vez de se discutirem os programas, que de facto, sinalizam o caminho que cada um quer para o país neste momento de recuperação, discutem-se balelas como quem chamou a troika, declarações do PPC quando ele na altura nem sequer acreditava que ia estar a disputar as eleições por esta altura e distribuir culpas pelo facto de estarmos pior do que em 2011. É tudo à base de ataques pessoais e discussões sem interesse, porque o povinho não é inteligente o suficiente para se informar e procurar fundamentar o seu voto, e prefere agir por vingança ou, pelo menos, meter à boca aquilo que lhes dão para engolir. Tudo podre.

Se analisarmos os dados à António Costa, o Cavaco teria sido um grande PM, lol.

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Elliot, mas tu ainda tens algumas esperanças relativamente aos nossos atores políticos?

 

Em parte, a culpa de eles se comportarem desta forma é "nossa", porque o povo português demite-se constantemente do seu papel enquanto cidadão político ativo. As pessoas, peço desculpa se ofender alguém, preocupam-se mais com as cores dos partidos do que com programas e propostas, ainda que estes aspetos raramente sejam cumpridos. Falta sentido crítico (e conhecimento) ao povo português para punir os nossos políticos, sendo que essa punição se faz nas urnas. Quem sabe, se isso vier a acontecer, eles passem a adotar uma postura diferente.

 

O debate da passada quarta-feira demonstrou isso mesmo, propostas poucas ou nenhumas, demagogia e ataques pessoais foram mais que muitos. Será que o povo português ficou esclarecido? Duvido!

 

Hans, que fundo investimento soberano é esse?

Editado por Vaart

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Visitante

Se analisarmos os dados à António Costa, o Cavaco teria sido um grande PM, lol.

 

Verdade, mas se as pessoas prestassem mais alguma atenção aos programas (mesmo que altamente optimistas) e menos a quezílias, a verdade é que toda a natureza das intervenções políticas dos partidos mudaria. O Costa, em vez de falar das pieguices e do que se lixem as eleições do PSD, visto que isso não capitalizaria votos, iria passar a falar mais dos números do programa da coligação. E o PPC, em vez de falar nas visitas ao Sócrates ou da dívida da CML, iria concentrar-se nesse tal optimismo do programa do PS. O grande problema da política portuguesa é mesmo esse, a meu ver. O foco nunca está virado para aquilo que mais interessa, e ninguém consegue perceber isso, também porque a imprensa não ajuda em nada à "educação do povo".

 

Elliot, mas tu ainda tens algumas esperanças relativamente aos nossos atores políticos?

 

Em parte, a culpa de eles se comportarem desta forma é "nossa", porque o povo português demite-se constantemente do seu papel enquanto cidadão político ativo. As pessoas, peço desculpa se ofender alguém, preocupam-se mais com as cores dos partidos do que com programas e propostas, ainda que estes aspetos raramente sejam cumpridos. Falta sentido crítico (e conhecimento) ao povo português para punir os nossos políticos, sendo que essa punição se faz nas urnas. Quem sabe, se isso vier a acontecer, eles passem a adotar uma postura diferente.

 

O debate da passada quarta-feira demonstrou isso mesmo, propostas poucas ou nenhumas, demagogia e ataques pessoais foram mais que muitos. Será que o povo português ficou esclarecido? Duvido!

 

Não tenho grandes esperanças, mas também não posso colocar a culpa toda no povo. Isto porque assim de cabeça, não me lembro de nenhum político de topo (aka secretários gerais) que se demarcasse deste tipo de intervenções e apenas se concentrasse naquilo que interessava. E, sem ter esse exemplo de referência, não posso dizer que se existissem alguns políticos assim, estes levariam a vantagem de capitalizarem os votos das pessoas graças a esse tipo de postura, percebes? Mas eu também sou relativamente novo, sei que o Guterres apesar de tudo era visto como honesto e preocupado com o futuro do país, independentemente de as suas ideias serem as melhores.

Editado por Visitante

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É um fundo em que a SS aplica o dinheiro dos nossos descontos, na tentativa de ganhar dinheiro com isso. Tem de tudo, depósitos a prazo, acções, obrigações, etc.

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É um fundo em que a SS aplica o dinheiro dos nossos descontos, na tentativa de ganhar dinheiro com isso. Tem de tudo, depósitos a prazo, acções, obrigações, etc.

 

Já tinha pensado nisso e perguntado porque é que isso não existia ainda. Seria uma espécie de fundo mais conservador e com prazos muito alargados, tipo universidades americanas, certo?

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Isto porque assim de cabeça, não me lembro de nenhum político de topo (aka secretários gerais) que se demarcasse deste tipo de intervenções e apenas se concentrasse naquilo que interessava.

 

Não te lembras porque nunca houve um minimamente credível ou que estivesse inserido numa estrutura partidária de "topo". Mas, caso tivesse existido, achas que ele ia manter essa postura muito tempo? Arrisco a dizer que não, uma vez que a sua popularidade ia começar a descer, fruto do contexto político em que Portugal está inserido e também devido a influências partidárias.

Editado por Vaart

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1 - porque se baseiam em cenários macroeconómicos demasiado optimistas. Aliás, com o estouro da China, de Angola e do Brasil eu arrisco-me a dizer que já serão impossíveis de alcançar;

nem com estoiro nem sem estoiro. Há uns 10 anos que o crescimento do PIB não deve passar dos 2,5 pontos percentuais e as previsões dele andam logo nos 3%. Depois perguntam-lhe como chega a esses valores e o Costa diz que confiança e que teve lá o painel de economistas a fazer as previsões.

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Não te lembras porque nunca houve um minimamente credível ou que estivesse inserido numa estrutura partidária de "topo". Mas, caso tivesse existido, achas que ele ia manter essa postura muito tempo? Arrisco a dizer que não, uma vez que a sua popularidade ia começar a descer, fruto do contexto político em que Portugal está inserido e também devido a influências partidárias.

 

Ou então seria visto como alguém com pouco arcaboiço, uma espécie de José António Seguro. Ainda tentou passar a ser o animal feroz, mas já não foi a tempo :biggrin:

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Aquela afirmação dele que o "crescimento surge com a confiança, aspeto que gerou um conflito entre Governo e Tribunal Constitucional". :lol:

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Hans, a diferença é que ninguém se importa muito com isso (se for um fundo bastante conservador acima de tudo) porque existe a garantia do Estado por detrás em todos os momentos. Não é propriamente uma privatização, embora entenda a analogia.

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Pessoal, para todos os que estudam/trabalham longe do local de recenseamento, para evitar a deslocação em fim-de-semana de eleições, consultem este site :)

Desconhecia por completo e, em 24h, a CM do meu município mandou a papelada toda para a minha Faculdade em Lisboa e vou votar antecipadamente e sem custos no final da próxima semana!

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Já tinha pensado nisso e perguntado porque é que isso não existia ainda. Seria uma espécie de fundo mais conservador e com prazos muito alargados, tipo universidades americanas, certo?

qqr coisa assim. deve ter neste momento uns 10 mil M€. e todos os anos o governo coloca lá mais umas centenas de M€ que somam à capitalização anual. Mas convém dizer 2 coisas importantes: em caso de falência da SS os 10 mil M só dão para uns meses, e além disso o estado nunca colocou na SS as contribuições dos funcionários públicos (TSU) mas obriga os privados a fazê-lo a 27% do salário.

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Mas o Passos não tem ninguém que o prepare para os debates?

 

Incrivelmente na defensiva, encurralado, a ser dominado pela Catarina Martins :facepalm:

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A prova dos factos: Passos criou em dois anos mais emprego do que Sócrates em seis?

 

A frase

 

"Nós construímos mais emprego em dois anos do que os nossos adversários conseguiram em seis"

 

Pedro Passos Coelho no jantar-comício da coligação Portugal à Frente, 10.09.2015

 

O contexto

 

O debate em torno do mercado de trabalho tem sido um dos pontos quentes da pré-campanha e promete continuar a sê-lo até às eleições. Nas suas declarações, o Governo tem destacado sobretudo as melhorias registadas nos últimos dois anos, tentando fazer esquecer o que se passou entre 2011 e 2013, altura em que o desemprego atingiu os números mais elevados de sempre e a população empregada caiu para níveis inferiores aos 4,5 milhões de pessoas. Já a oposição tem olhado para os últimos quatro anos e preferido alargar o conceito de desempregado a outras situações que não são consideradas nas estatísticas oficiais.

 

Os factos

 

Olhando para a evolução mensal do emprego, apurada pelo Instituto Nacional de Estatística, conclui-se que entre Junho de 2013 e Junho de 2015 (o último mês para o qual existem dados definitivos) a população empregada aumentou em 153,9 mil pessoas, ou seja, nos últimos dois anos houve um aumento do emprego.

 

Contudo, a legislatura de Pedro Passos Coelho começou dois anos antes e o saldo dos quatro anos do Governo PSD-CDS/PP é negativo. Em Junho de 2015 havia menos 203,4 mil pessoas empregadas do que em Junho de 2011.

 

Enquanto José Sócrates esteve no poder e numa fase inicial até houve criação de emprego, mas no final dos seis anos de governação o saldo era negativo: em Junho de 2011 havia menos 168,6 mil postos de trabalho do que em Junho de 2005.

 

Em resumo

 

Passos Coelho usa os números de acordo com o que lhe é mais favorável. É verdade que nos últimos dois anos a população empregada aumentou e foram criados 153,9 mil empregos, enquanto no final dos seis anos de governo socialista o saldo era negativo e havia menos 168,6 mil pessoas empregadas.

 

Mas se compararmos o saldo no final da legislatura de Sócrates com o final da legislatura de Passos Coelho, o actual Governo sai a perder. Sócrates deixou o poder com um saldo negativo de 168,6 mil empregos e Passos com menos 203,4 mil pessoas empregadas.

Editado por Mayday

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