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Guest Dpitz

Tópico da Política e Economia

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A PWC está pior que estragada porque o BES era deles e agora o Novo Banco já não vai ser.

 

Ando a pensar em abrir conta na Caixa Agricola, estou um bocado farto do Santander

 

Tendo em conta o sistema financeiro de momento, é uma opção segura. Isto claro, suponho eu que seja devido a isso que pretendes mudar. Porque é basicamente esse o ponto forte do banco. Se pretendes algo relativamente a produtos para investir ou derivados, já não aconselho.

Editado por paladino77

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P, vamos lá a ver. Todo o dinheiro que tiveres num banco, desde que esteja depositado em Portugal (e não em sucursais do banco no estrangeiro), sob a forma de depósitos à ordem ou a prazo, está garantido pelo Estado até 100.000€. Portanto, para a tua filhota, não deverás ter qualquer receio.

 

Quanto à tua senhora, todo o guito que ela tiver metido para ser mutualista, se o banco rebentar, deve estar perdido. No entanto, creio que os depósitos a prazo e à ordem estão garantidos na mesma.

 

A PWC está pior que estragada porque o BES era deles e agora o Novo Banco já não vai ser.

 

Ando a pensar em abrir conta na Caixa Agricola, estou um bocado farto do Santander

Então quem vai ser?

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P, vamos lá a ver. Todo o dinheiro que tiveres num banco, desde que esteja depositado em Portugal (e não em sucursais do banco no estrangeiro), sob a forma de depósitos à ordem ou a prazo, está garantido pelo Estado até 100.000€. Portanto, para a tua filhota, não deverás ter qualquer receio.

 

Quanto à tua senhora, todo o guito que ela tiver metido para ser mutualista, se o banco rebentar, deve estar perdido. No entanto, creio que os depósitos a prazo e à ordem estão garantidos na mesma.

 

 

Então quem vai ser?

é isto. Vou pensar no assunto, mas em principio salto fora.

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Então quem vai ser?

 

Isso já não sei :compinchas:

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http://visao.sapo.pt/guterres-adivinha-quem-voltou=f793504

 

8)

 

Burkina, que dizes?

 

Os comunistas do tasco votariam no Guterres numa 2ª volta?

 

Visto que o presidente em Portugal tem sobretudo uma figura de "corta-fitas-discursos-de-Natal", serve...no entanto eu gostava mais de ver lá o Ferro Rodrigues, mas o Guterres é mais "elegivel"

 

Claro que os comunistas vão votar nele numa segunda volta justificando-se como sendo "o menor de dois males" e que votando em branco ainda é pior do que votar no Guterres...mas deve existir algum ainda que pensa que o Carvalhas, Honorio ou outro dinossauro do tempo da APU tem capacidade para passar a barreira do 7%

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O Ferro é um tipo decente e competente mas não tem pujança suficiente para derrotar o Marcelo ou o Rio.

 

O Guterres que apanha os tipos mais de esquerda e vai até aqueles mais católicos.

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Claro que os comunistas vão votar nele numa segunda volta justificando-se como sendo "o menor de dois males" e que votando em branco ainda é pior do que votar no Guterres...mas deve existir algum ainda que pensa que o Carvalhas, Honorio ou outro dinossauro do tempo da APU tem capacidade para passar a barreira do 7%

lol

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O problema do Ferro Rodrigues, além das polémicas que o envolveram ou tentaram envolver, é uma falta gritante de carisma. Enquadra-se, perfeitamente, no papel de Presidente da República corta-fitas, porém é necessário alguém mais interventivo e com mais competência para o cargo.

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O problema do Ferro Rodrigues é que tem cara de pedófilo e pode dar as voltas que quiser que na política de eleições já não faz nada.

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Desmistificando: a classe médica também é precária

Neste momento, muitos são os médicos que garantem os Bancos de Urgências sem direito ao período mínimo de descanso de 11 horas entre o normal horário de 8 horas e a entrada no banco

 

Texto de Carla Prino • 20/08/2014 - 17:23

 

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O Serviço Nacional de Saúde tem sido alvo dos mais variados ataques pela equipa ministerial que insiste em mercantilizar a medicina e os doentes, usando os profissionais de saúde como arma de arremesso político para o efeito. Quando faltam mais de 500 médicos de família em Portugal e se investe três milhões de euros num sistema de “software” de prescrição médica [PEM, também designado de “programa para enlouquecer médicos”], que dificulta mais do que facilita o trabalho dos médicos, o que dizer das condições de trabalho da classe médica em Portugal?

 

 

 

Alguém que esteja realmente empenhado em integrar a profissão médica, para além de frequentar os seis anos de curso base, terá de passar pelo ano comum, após o qual esperam ainda mais quatro anos obrigatórios para adquirir a Especialidade, pelo menos. São 11 anos de estudos e de avaliações constantes, em que os últimos cinco anos se passam já — a tempo inteiro — em campo de batalha, onde todos os limites são testados à custa de governos que tanto têm investido na precarização da profissão. É de referir a forma dissimulada como este Governo tem vindo a construir o caminho para tornar a contratação médica dependente de vínculos precários, como a contratação via ETT's (trabalho temporário) ou o recurso a falsos recibos verdes. Usa a falta de verbas como justificação para desresponsabilizar-se e entregar médicos a entidades intermediárias que nada mais fazem do que sugar salários.

 

 

 

Em pleno cenário de crise um jovem médico, ainda a frequentar Especialidade, não ganhará mais de 1300 euros por mês. A este jovem cabe a responsabilidade de bem gerir as vidas que tenha em mãos, ao mesmo tempo em que assiste ao desmantelamento do SNS como o conhece: acentua-se a falta de material essencial para a prestação de cuidados básicos, juntamente com a falta de enfermeiros e auxiliares que o ajudem a concretizar a sua tarefa enquanto médico.

 

 

 

Em relação ao trabalho extraordinário, imaginemos uma linha de montagem fabril em funcionamento 24 sobre 24 horas: um operário fabril não pode permanecer mais de 8 horas num turno; correndo-se o risco, se assim acontecer, de o cansaço imputado ao trabalhador vir a prejudicá-lo ou influenciar o normal funcionamento da linha. Imaginemos o mesmo cenário, mas num serviço hospitalar em que o risco de vida do trabalhador abarca também o risco de vida dos utentes que se encontrem sobre a sua responsabilidade. Neste momento, muitos são os médicos que garantem os Bancos de Urgências sem direito ao período mínimo de descanso de 11 horas entre o normal horário de oito horas e a entrada no banco. Cansados e confrontados com a falta de pessoal técnico e de material, é nestas condições que lhes é exigido garantir a funcionalidade e eficácia dos serviços hospitalares.

 

 

 

A par desta grande responsabilidade, a classe médica ainda tem de aturar declarações desprovidas de conteúdo, como as de Paulo Macedo, que insiste em desvalorizar o descontentamento dos médicos, pois “muitas outras classes profissionais estão a trabalhar em condições difíceis, com rendimentos menores”. Queixem-se menos e trabalhem mais que isto está mal para todos!, diz o ex-banqueiro da Saúde Privada.

 

 

 

Em circunstâncias que põem em causa a sua própria saúde, a dos utentes e o próprio SNS, podemos realmente achar que a classe médica não é, também ela, precária e mal paga? Se assim se tratam profissionais de saúde, algo de muito grave se passa com em Portugal.

 

___

Ainda ontem uma amiga e colega de uma grande amiga minha, na zona de Coimbra teve um acidente brutal e está em coma, depois de sair de um banco de 24 horas...

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Guest Dpitz

Estão a esquecer-se do Marinho e Pinto

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Só se quiser perder a popularidade que adquiriu ao longo dos anos.

 

Ele não se esforçou para ganhar toda esta popularidade para ficar a arder. Ele nunca foi PM ou PR e sempre quis isso e é a última oportunidade dele.

 

O Marinho Pinto se se candidatar pode ser útil der indicação de voto aos seus eleitores na 2ª volta.

Editado por ascom

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Ele não se esforçou para ganhar toda esta popularidade para ficar a arder. Ele nunca foi PM ou PR e sempre quis isso e é a última oportunidade dele.

 

O Marinho Pinto se se candidatar pode ser útil der indicação de voto aos seus eleitores na 2ª volta.

 

 

yap o gajo perdeu todas as eleições em que participou...não ia tentar outra vez!

A direita vai mandar um para queimar...

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Carga fiscal insustentável.

Solução, aumento do IVA. E ao contrário do que as tv´s agora noticiam, esta manhã, o Passos não desmentiu essa possibilidade.

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Guest Dpitz

Carga fiscal insustentável.

Solução, aumento do IVA. E ao contrário do que as tv´s agora noticiam, esta manhã, o Passos não desmentiu essa possibilidade.

IVA a 24% é de loucos

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Houve uma altura, há algum tempo atrás, que se pensou em colocar o IVA a 25%, creio que também foi devido a um chumbo do Tribunal Constitucional.

 

Mas, o Governo faz-me lembrar aquelas pessoas que não têm muitos conhecimentos sobre uma área e que devido a isso aplicam sempre a mesma solução, há derrapagem nas contas dos Ministérios, avançou ontem o Marques Mendes, e houve o chumbo do Tribunal Constitucional, todavia quem vai pagar essa fatura são os contribuintes. Porque é que o Ministério das Finanças não aplica uma política financeira mais apertada para as despesas dos Ministérios? Isso sim faria sentido.

Editado por Vaart

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Já a 23% ou melhor a 23,25% o é, quanto mais a 24%.

Agora o que me intriga é o Marques Mendes lançar esta questão assim, do nada. Ele tem as suas fontes, é certo, e todos o que acompanham apercebem-se disso. Agora, ou isto é a mais pura das verdades, e realmente dentro das Finanças existe a intenção de um novo aumento de carga fiscal, ou por outro ângulo, lançou-se uma verdadeira bomba para que o Governo saia bem nesta situação, passando a ideia de que tudo fez para não aumentar mais impostos, cortando na despesa, gorduras, como lhe queiram chamar. Ao que parece existe Conselho de Ministros Extraordinário na Terça. É aguardar, com toda a atenção.

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As pessoas não fazem ideia de como um dos melhores SNS está a ser desmontado em pedaços. Isto é gravíssimo.

 

Quando os médicos fazem greve contra este assassinato do SNS, levam com as reclamações dos idiotas que não fazem ideia do que se passa e que, se os médicos (pelo menos a maioria) estão em luta, é não só pelos seus direitos mas muito também por todos nós. Mas Portugal é mesmo assim, há o estigma da profissão médica ser "superior" ou seja lá o que isso for, e então há que mandar abaixo os sacanas dos médicos...

 

No fundo, se calhar até é bem feita.

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Tu estando em Coimbra já deves saber bem como especialmente aqui há um endeusamento ao Senhor Doutor tal como há o aproveitamento disso por parte de alguma corja que tem essa profissão (ver Sanfil). Mas é como no resto, no final dificilmente será essa malta que vai pagar pelos seus actos.

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Olha que Coimbra, comparativamente ao Minho ou aqui à Beira Interior, até é onde se vê menos endeusamento. Que é mau, gosto muito mais de uma relação de igual para igual, sempre com a confiança do doente em quem está a tratá-lo. Mas sim, claro, aproveitamento também vês em todo o lado, na Sanfil (apesar de ter excelentes profissionais, atenção), aqui também há uns privados que aproveitam a pseudo-fama que têm e por aí fora.

 

É preciso é as pessoas perceberem que quem as trata por cá são dos melhores do MUNDO, que os países nórdicos, França, Alemanha, RU vêm cá buscar recém-formados por 4, 5 mil por mês, e que devem ter um bocadinho de confiança e ouvir as reclamações que fazem, porque a maioria se manifesta mesmo pelo bem geral.

 

Esta política de suposta contenção de custos que se baseia em fechar tudo quanto é instituição de saúde em tudo quanto é sítio só serve para fazer proliferar os privados. O SNS já estava bom, conjugando redes viárias de transportes de doentes e serviços prestados do ponto de vista demográfico. Talvez faltasse mais um hospital público em Lisboa para escoar o Amadora Sintra. Paulo Macedo dinamitou (ou acabou de dinamitar) totalmente o SNS... e quem lucra com isto são os privados.

 

Além de tudo o resto que está mal na saúde, a começar com a política de formação, desde os números clausus exageradíssimos até a esta fantochada de alterar a prova nacional de seriação e o regime de internato...

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