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Guest Dpitz

Tópico da Política e Economia

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Não é bem assim Desc. Estamos com taxas de mortalidade infantil, neo e perinatal das mais baixas do mundo... ainda. Estes valores são dos mínimos possíveis, como calcularão a partir de um determinado momento atinge-se um plateau porque há sempre situações em que é impossível (ou quase) actuar.

 

http://www.pordata.pt/Portugal/Taxa+bruta+de+mortalidade+e+taxa+de+mortalidade+infantil-528

 

http://www.pordata.pt/Portugal/Taxa+de+mortalidade+perinatal+e+neonatal-529

 

Mas tenho muito receio da regressão que este tipo de políticas de cortes a torto e a direito podem significar. Não pelos números, mas pelas pessoas que são traduzidas pelos números.

 

Não tinha presente os valores de 2013. Estava só a raciocinar a partir da evolução entre 2010 e 2012. Não havia subida da taxa de mortalidade infantil em 2 anos consecutivos desde... que há dados. Como se pode confirmar pelo link da Pordata que colocaste que tem os dados desde 1960. Em termos de tendência é preocupante. Felizmente invertemos a série em 2013.

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Não é bom e pode já ser um indicador de que as coisas já estiveram melhores reflectido nos dados, mas creio que a tal situação de plateau atingida é talvez mais ajustada para explicar a situação.

 

Estamos a falar de valores óptimos em termos absolutos, top5-10 mundial e em que eventuais mortes "sazonais" (acidentes, situações que se sucedam no mesmo período sem relação directa com a prestação de cuidados de saúde e sem nexo de causalidade ou sequência...) são logo um factor que influencia directamente os números... não sei se me estou a fazer entender.

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Estás perfeitamente. E concordo contigo. Principalmente tendo em consideração a descida de 2013.

 

Aliás, é por causa desses eventuais efeitos pontuais que o INE também calcula a taxa numa base quinquenal. Aplicando essa análise verifica-se que a taxa não tem subido nos últimos 2/3 anos. Estagnou nos 3.2 por mil.

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De acordo com o Eurostat, 1/3 do jovens portugueses entre os 20-24 anos é pobre.

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De acordo com o Eurostat, 1/3 do jovens portugueses entre os 20-24 anos é pobre.

 

São dados preocupantes. Portugal á tem uma tendência estrutural para ser um País altamente desigual e por isso com elevada pobreza e isso é algo que acaba por afeta a economia a médio longo prazo porquem embora a desigualdade seja necessária para os mercados funcionarem, a elevada desigualdade prejudica a economia.

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Números da pobreza a crescer entre os jovens

Eurostat revela um aumento de 22% para 30% numa década na população entre 20 e 24 anos. Especialistas dizem que os números são dramáticos mas nada surpreendentes

 

Cerca de 30 % dos jovens portugueses entre os 20 e os 24 anos estão em risco de pobreza, revelam dados recentes do Eurostat. Os especialistas dizem que os números "são dramáticos, mas nada surpreendentes".

 

A estatística é recente e revela que 29,8% dos jovens portugueses entre os 20 e os 24 anos estão em risco de pobreza. A tendência acompanha a média da União Europeia, uma vez que a taxa é de 31,8%. Uma outra estatística do Eurostat, publicada na mesma altura, indica que, em Portugal, 31,3% dos jovens entre os 15 e os 34 anos, que não estão a estudar, estão desempregados. Aqui afastamo-nos claramente da UE, cuja média está nos 20.4%.

 

@JN.pt

 

Aqui estão os dados completos.

Editado por Vaart

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Mogwai e Franz Ferdinand vai participar num festival de apoio à independência da Escócia. As últimas sondagens dão 47% dos eleitores a favor da independência. Esta percentagem tem vindo a aumentar paulatinamente, nos últimos tempos.

 

A sério? Há uns tempos as sondagens davam quase 80% para o Não...

Quando é o referendo?

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BREAKING NEWS: Portugal avança para emissão de dívida a 15 anos

 

@Diário Económico

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Rui Moreira afasta envio para o Ministério Público do fundo BES para o Aleixo

 

Rui Moreira relativiza auditoria interna ao fundo especial que mandou realizar. Ex-membros do júri que seleccionaram o BES como gestor do fundo mostram surpresa com as declarações do autarca.

 

As desconfianças do presidente da Câmara do Porto ao Invesurb - Fundo Especial de Investimento Imobiliário, lançado por Rui Rio para gerir o processo do bairro do Aleixo, surpreenderam alguns elementos do júri do concurso que seleccionou o Banco Espírito Santos (BES) - único concorrente à criação daquele fundo -, que está a ser alvo de uma auditoria.

 

“Fiquei muito surpreendido com as declarações do presidente sobre as dúvidas que diz ter sobre o fundo do Aleixo, porque sempre estive disponível para prestar todos os esclarecimentos sobre o assunto”, declarou ontem ao PÚBLICO o ex-presidente da Sociedade de Reabilitação Urbana, Rui Quelhas, assegurando que acompanhou desde o início o processo que o considera “normal e transparente”,

 

“Estou totalmente disponível para explicar o que for preciso dentro da área que me estava confiada, se é que há alguma coisa para explicar”, reforça Rui Quelhas, convicto de que “todos os membros que integraram o júri do concurso estarão a mesma disponibilidade” para conversar com Rui Moreira.

 

Esta segunda-feira, pela primeira vez, o presidente comentou a polémica levantada a propósito da decisão que tomou, em Abril, de solicitar uma auditoria interna ao processo das torres do Aleixo e, ao Expresso, afirmou: “Tenho a certeza absoluta que o dr. Rui Rio faria o mesmo”.

 

O independente adianta que, “confrontado com uma situação em que, para o projecto poder progredir, seria necessário que a câmara fizesse um reforço da sua participação”, decide combinar “com Guilhermina Rego pedir uma auditoria para perceber o que se estava a passar e poder, assim, ter elementos para decidir”.

 

Ao fim da tarde, a autarquia torna público um comunicado sobre a auditoria onde informa não ter chegado ao conhecimento da presidência da Câmara do Porto "quaisquer factos que possam indiciar a necessidade do envio do que quer que seja ao Ministério Público ou qualquer informação acerca de eventuais irregularidades”.

 

“Este é um procedimento normal, tradicional e corrente num município que preza a boa gestão e a transparência, e tem como objectivo dotar o executivo de toda a informação necessária à sua tomada de decisão politica sobre o futuro do bairro do Aleixo e dos seus inquilinos, defendendo o interesse público”, acrescenta o texto, assinado pelo presidente, Rui Moreira, e pela vice-presidente, Guilhermina Rego.

 

O administrador da Universidade do Porto, antigo director municipal financeiro de Rui Rio, José Branco, mostra surpresa pelas reservas do actual presidente: "Toda a informação está disponível na câmara e se dúvidas houvesse nos estaríamos disponíveis para esclarecer”, disse. “O contrato de adjudicação para a constituição do fundo foi visado pelo Tribunal de Contas e depois de ter sido criado o fundo foi registado na CMVM [Comissão de Mercado de Valores Mobiliário]”, acrescenta o economista.

 

Ao PÚBLICO; o administrador da UP sublinha que “na altura, em 2010, a Câmara do Porto conseguiu encontrar uma solução para o bairro do Aleixo fazendo parte de um fundo especial de investimento imobiliário sem dispender um cêntimo e sem hipotecar as próximas gerações”.

 

José Branco afirma que perceberia se as preocupações de Rui Moreira decorressem dos problemas associados ao BES, mas frisa: “Não é isso que me parece". O administrador considera que por detrás disto podem estar questões políticas, mas sobre essas não quer falar.

 

O economista sublinha que, na altura em que ao município decidiu pela criação do fundo, “nada fazia prever” a crise imobiliária que veio a acontecer e que “põe em causa a continuidade do projecto, obrigando a um compasso de espera”. Neste contexto, afirma, “é evidente que o fundo se retrai um bocadinho e tenta adiar a solução”. E a decisão é uma decisão política.

 

O advogado Pinho da Costa, também membro do júri, afirma: “Fiquei completamente surpreendido". "Se Rui Moreira tem dúvidas devia chamar as pessoas em causa e pedir esclarecimentos”, afirma. “A proposta cumpria o que havia para cumprir e o concorrente [o BES] cumpria os requisitos exigidos”, acrescenta.

 

Foi neste clima de grande tensão que o vice-primeiro-ministro, Paulo Portas, esteve na Câmara do Porto. O também líder do CDS disse não haver “nenhum mal-estar com a Câmara do Porto” relativamente à crise política que se abriu entre Rui Moreira e Sampaio Pimentel, militante do CDS, a quem ameaçou tirar os pelouros.

 

@Publico.pt

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Guest Dpitz

O Marinho e Pinto, depois de ter deixado o Parlamento Europeu já disse que se ia candidatar às presidenciais, que queria ser primeiro-ministro e agora disse ao Observador que queria ser ministro da saúde :prayer:

 

Vamos lá ver uma coisa, o dinheiro significa a decisão racional e a decisão racional tem de se sobrepor sempre a os desejos ou necessidades individuais.

O problema da tua visão do dinheiro é que o dinheiro é um bem finito! Sendo um bem finito gastando x numa maternidade do interior teremos de retirar x de algum lado. E se (exemplo ficticio), o melhoramento de uma maternidade em Lx que serve 50000 partos por ano custa o mesmo que manter uma maternidade do interior a custar esses mesmo x, obvio que a opção tera que ser pelo melhoramento da maternidade em Lisboa

 

Alem disso tocaste num ponto muito interessante, sim é verdade que as pessoas no interior obviamente tambem pagam impostos como todos os outros, só que mais de 50% da população vive na Grande Lx e grande Porto e perto de 70% da receita fiscal do estado advem destes dois sitios. O distrito de Beja todo paga menos impostos do que a freguesia de Sta. Maria dos Olivais em Lisboa, mas recebe muito mais dinheiro estatal (logo o teu ponto não é valido uma vez que o interior recebe muito pais em termos proporcionais do que os grandes polos urbanos

 

Em relação a desertificação, as pessoas saíram de lá quando ainda existiam escolas e centros de saude, porque é que alguma vez voltariam lá se voltarem a existir? O problema é o emprego e nesses polos não existe emprego e não cabe ao estado mendigar para que as empresas lá se instalem, porque mesmo essas querem estar perto do cliente (existem excepções que confirmam a regra) e o cliente esta nos grandes polos e alem do mais estar num sitio desses acarreta inumeros custos normalmente muito dificilmente suportados pelas empresas.

Eu sei que o dinheiro é finito e que não podemos andar a imprimir dinheiro a torto e a direito como outros países. O problema é tu achares que eu atribuiria as mesmas verbas para a saúde que este governo atribui e que ia buscar dinheiro onde este Governo vai. Mas já sei o que vai sair daí, tb...

 

Os impostos são iguais para todos, para o bem e para o mal, seja em Lisboa ou em Moura. O que há é uma maior quantidade de impostos "pagos em Lisboa" do que "pagos em Beja". Mas isto é um país ou é Lisboa e Porto? É que mesmo na tua perspectiva, Lisboa e Porto conseguem sempre ter melhores condições que Beja, por exemplo...

 

Então, na tua perspectiva, não se faz nada para combater a desertificação? É um problema mundial, as pessoas sairam porque não havia trabalho (o que tb é verdade, e houve causas para isso...), não é o Estado que tem de mendigar trabalho... deixe-se aquilo morrer então. Sempre se pode poupar uns trocos dos impostos para Lisboa.

 

Mas mendigar dinheiro para outras coisas (privadas), o Estado já pode :-

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Dpitz, como sabes não partilho da visão merceeira do Burkina, mas a desertificação é um não problema, aliás, eu até lhe chamava um problema-ficção.

É a ordem natural das coisas e apesar de isso não ser desculpa para se abandonar populações idosas e isoladas, o que é abjecto, não faz sentido estar a enterrar dinheiro contra o movimento inexorável da populações.

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Guest Dpitz

És capaz de ter razão.

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não faz sentido estar a enterrar dinheiro contra o movimento inexorável da populações.

 

O que se pode fazer, para evitar a desertificação, é criar uma espécie de estímulo para quem for viver para essas zonas ou para quem queira criar centros industriais, que levarão à contratação de pessoas.

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A dura realidade vai regressar em 2016

A "troika" vai antecipar o regresso a Portugal para avaliar a preparação do Orçamento de Estado para 2015, e percebe-se porquê.

 

Aliás, tendo em conta os números do segundo Rectificativo, a ‘troika' já deve é estar arrependida de se ter ido embora tão cedo.

 

Seria injusto não reconhecer o esforço do Governo nos primeiros três anos para reprimir a despesa corrente, à custa de medidas transversais de corte de salários e pensões, especialmente tendo em conta o ponto de partida. O Governo tentou genuinamente ir além da ‘troika', e para esta avaliação não são chamadas as demagogias políticas. Mas na verdade, chegaremos ao final de 2014 com uma volta de quase 360º. Sim, estamos quase no mesmo sítio do ponto de vista orçamental e económico, apesar dos sacrifícios feitos.

 

Vamos por partes: o programa da ‘troika' não era um plano estratégico de desenvolvimento do País, era um plano de emergência que foi cumprido, mais numas áreas do que noutras, para regressarmos aos mercados. E serviu os seus propósitos fundamentais, fez-se a desvalorização interna de preços e salários, o desemprego e a recessão. Com isso, a balança externa passou a ser excedentária, depois de défices insustentáveis da ordem dos 10% do Produto Interno Bruto (PIB). Até agora, porque o défice público vai ficar nos 4%, mas à custa de mais receita fiscal, e a receita fiscal subiu à custa de mais economia familiar (leia-se consumo). O corte de despesa e as exportações perderam o peso que tinham até agora.

 

O Governo vai chegar ao final de 2014 e vai cumprir as metas nominais, mas não exactamente da forma que desejaria, com a composição certa. E é por isso que a ‘troika' quer vir mais cedo. E é também por isso que a agência de rating Moody's diz, nesta edição do Diário Económico, que o próximo ano será mais difícil. Agora, perante a incapacidade de cortar estruturalmente na despesa e a incapacidade dos juízes do Tribunal Constitucional de (TC) de perceberem o contexto de algumas das medidas estruturais que ficaram pelo caminho, perdeu-se a vontade.

 

As eleições dentro de um ano justificam o resto, e o resto não vai ser bonito. A ilusão de que os funcionários públicos serão beneficiados pela recuperação total do corte de salários e que os pensionistas actuais vão ser poupados a uma qualquer contribuição é isso mesmo, uma ilusão pueril e veremos se não será uma mentira eleitoral.

 

A exigência de redução do défice público no próximo ano para 2,5% estará necessariamente sob pressão, porque os partidos querem ganhar eleições. Os que estão no Governo, mas também o PS, como se percebe dos planos que António José Seguro apresenta e dos compromissos que António Costa não assume. Em 2016, regressaremos à dura realidade.

 

@Economico.sapo.pt

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Começou a construção da maior obra do Mundo. O gasoduto Força da Sibéria, que ligará a Russia à China.

 

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As consequências disto poderão ser gigantes.

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Guest Dpitz

O que se pode fazer, para evitar a desertificação, é criar uma espécie de estímulo para quem for viver para essas zonas ou para quem queira criar centros industriais, que levarão à contratação de pessoas.

Não sei se me fiz entender na minha argumentação, mas era algo desse género a que me referia nos posts anteriores.

 

Que tipo de consequências estamos a falar?

A Rússia irá depender muito menos do ocidente (principalmente da Europa) que lhe compra uma quantidade enorme de gás - nem sei se não será a Europa quem compra a maior fatia do gás russo actualmente. Com isto, a Rússia pode ter mais margem de manobra para lidar com certas pressões e ameaças e o ocidente poderá ter de baixar um bocadinho a bola.

 

Já para não falar que reforça os laços de cooperação entre a Rússia e a China num período em que há um ataque cerrado do Ocidente (EUA-UE) à Rússia e a quem se lhes opõe.

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Não sei se me fiz entender na minha argumentação, mas era algo desse género a que me referia nos posts anteriores.

 

 

A Rússia irá depender muito menos do ocidente (principalmente da Europa) que lhe compra uma quantidade enorme de gás - nem sei se não será a Europa quem compra a maior fatia do gás russo actualmente. Com isto, a Rússia pode ter mais margem de manobra para lidar com certas pressões e ameaças e o ocidente poderá ter de baixar um bocadinho a bola.

 

Já para não falar que reforça os laços de cooperação entre a Rússia e a China num período em que há um ataque cerrado do Ocidente (EUA-UE) à Rússia e a quem se lhes opõe.

 

Sinceramente acho que em termos de pressões quem sofre mais é a UE que pode ficar sem gás e isso tem sido bem jogado pela Rússia, daí a Europa passar a importar boa parte do Gás aos EUA.

 

http://www.publico.pt/politica/noticia/js-importa-o-gato-gordo-da-suica-1613440

 

Btw, essa proposta já é do fim do ano passado mas acho que vai ao parlamento. Eu sou da JS e não concordo, acho que não é eficaz para combater a desigualdade. Com uma proposta dessas tinhamos dois cenários: Ou se aumentavam os salários mais baixos o que me parece pouco provável porque a despesa com trabalhadores ia subir muito(nas grandes empresas eram salários de imensos trabalhadores que se tinham de ajustar a esta proporção) ou então ajustar os salários dos gestores de topo a essa proporção que sairia mais barato provavelmente mas aí iríamos assistir a um enorme êxodo de bons gestores(que naturalmente queriam ganhar mais fora do País) e com isso perdia-se competência no setor empresarial português e já para não falar no facto de o setor de Luxo ter uma quebra considerável de receitas e isso apesar de tudo ainda cria emprego.

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Guest Dpitz

Sinceramente acho que em termos de pressões quem sofre mais é a UE que pode ficar sem gás e isso tem sido bem jogado pela Rússia, daí a Europa passar a importar boa parte do Gás aos EUA.

referia-me às pressões que a UE e os EUA fazem com as ameaças de sanções económicas.

mas sim, também é bem visto.

 

Estamos é a ver o Ocidente e o Oriente a ficarem cada vez mais afastados um do outro, vamos ver no que dá...

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