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Guest Dpitz

Tópico da Política e Economia

Publicações recomendadas

Guest Dpitz

Esta é muito boa.

 

A Ucrânia admitiu finalmente esta semana que as suas reservas de ouro desapareceram.

Em Fevereiro deste ano a Ucrânia tinha cerca de 42,3 toneladas de ouro nos seus cofres, reservas essas que tinham vindo a ser acumuladas nos últimos anos. Ora, para entendermos o que aconteceu temos de recuar a Março, altura em que sucedeu algo estranho, estavamos no auge dos protestos de Maidan e o presidente tinha acabado de fugir do país, nessa altura no aeroporto de Kiev aconteceu algo que foi amplamente partilhado na internet mas ignorado pelos media, um dos relatos do sucedido é este:

"Tonight, around at 2:00 am, an unregistered transport plane took off took off from Boryspil airport. According to Boryspil staff, prior to the plane’s appearance, four trucks and two cargo minibuses arrived at the airport all with their license plates missing. Fifteen people in black uniforms, masks and body armor stepped out, some armed with machine guns. These people loaded the plane with more than forty heavy boxes.

After this, several mysterious men arrived and also entered the plane. The loading was carried out in a hurry. After unloading, the plateless cars immediately left the runway, and the plane took off on an emergency basis.

Airport officials who saw this mysterious “special operation” immediately notified the administration of the airport, which however strongly advised them “not to meddle in other people’s business.”

Later, the editors were called by one of the senior officials of the former Ministry of Income and Fees, who reported that, according to him, tonight on the orders of one of the “new leaders” of Ukraine, all the gold reserves of the Ukraine were taken to the United States."

Na altura isto foi relatado por várias pessoas practicamente em directo no twitter, e era até possivel seguir o avião "mistério" no site do flightradar, que de facto se dirigiu para Nova York.

Ora, o que aparentemente aconteceu aqui foi um confisco das reservas de ouro da Ucrânia pela Reserva Federal de NY. Na altura falou-se até que seria para salvaguardar esse ouro no meio dos tempos complicados que o país atravessava. Ora, a verdade é que até hoje esse ouro não foi devolvido, e pior, pelos vistos não há sequer registos oficiais disso ter acontecido e a NY Fed nunca comentou o sucedido.

Foi no inicio da semana que então a nova chefe do Banco Central Ucrâniano se pronunciou pela primeira vez sobre o assunto dizendo:

no cofre do banco central quase não resta nenhum ouro. Existe uma pequena percentagem mas é apenas 1% das reservas

 

Esta situação não é pelos vistos única, já que as reservas de ouro da Alemanha se encontram tambem em NY nos cofres nas profundezas do número 33 de Liberty Street, ouro esse que a Alemanha já tentou repatriar e não conseguiu. Especulando, pode-se pensar que o ouro Ucraniano foi o pagamento pela benção e seguramente participação Americana na mudança de regime.

 

fonte: http://etfdailynews.com/2014/11/19/ukraine-admits-its-gold-is-gone-there-is-almost-no-gold-left-in-the-central-bank-vault/2/

mas não faltam mais por aí

esqueceste te de referir que a Alemanha já tentou reaver algum do ouro que tem lá nos EUA e que eles dizem sempre que não é seguro enviar as quantidades que eles pedem.

mas depois enviaram uma quantidade muito maior da Ucrânia para N. Iorque num só voo.

 

edit.

presidente da Ucrânia num discurso no dia 13:

"Nós teremos nossos empregos. Eles [os habitantes do Donbass] não terão. Nós teremos nossas pensões. Eles não terão. Nós cuidaremos das crianças, do povo e dos aposentados. Eles não. Nossas crianças irão para escolas e infantários. As suas esconder-se-ão em buracos nas caves (por causa das nossas bombas). Porque eles não são capazes de fazer qualquer coisa. Isto é exactamente [o modo] como venceremos esta guerra [isto é, vamos torná-los famintos e aterrorizá-los até que se submetam].
Editado por Dpitz

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Morreu a Duquesa de Alba (88 anos) - SIC Notícias

 

Carlos Costa tranquilizou Governo sobre o GES a 7 de julho

 

Em carta de resposta a Maria Luís Albuquerque, Carlos Costa dizia que a situação do BES era "robusta". Faltavam três semanas para o banco ser alvo de resolução.

 

“Com base nos impactos já quantificados pela instituição [o BES], em termos da sua posição de liquidez e de capital, bem como na análise preliminar do Banco de Portugal sobre o plano de contingência apresentado, verifica-se que o grupo BES terá capacidade para acomodar os efeitos negativos decorrentes de um cenário de reestruturação ou de insolvência do ramo não-financeiro do GES [Grupo Espírito Santo], sem colocar em causa a continuidade das suas atividades”. Esta foi a resposta de Carlos Costa, a 13 de julho, a tranquilizar a ministra das Finanças sobre as notícias em torno do Grupo Espírito Santo e dos riscos para o banco.

 

Na carta, o Banco de Portugal já admitia que o plano de reestruturação do GES poderia não ser aprovado, caso em que o grupo poderia ser obrigado a declarar insolvência. Aí, era necessário ativar o plano de contingência no banco, de forma a proteger a instituição da falência do grupo. Carlos Costa estava convencido de que esse plano seria suficiente e garantiu que o banco “assegurará, em caso de incumprimento da ESI ou da Rioforte, o reembolso da dívida colocada em clientes não institucionais que a tenham subscrito através do BES ou de uma das suas participadas”.

 

As declarações de Carlos Costa constam de uma carta de 7 de julho, em resposta a uma missiva enviada por Maria Luís Albuquerque a 13 de junho, em que a ministra pedia para que o Banco de Portugal disponibilizasse ao Ministério das Finanças “toda a informação relevante de que este careça para devidamente exercer as suas responsabilidades enquanto garante último da estabilidade financeira do sistema bancário nacional”.

 

A ministra das Finanças dizia a Carlos Costa ter sido “contactada por diversos responsáveis no grupo e no Banco” que a haviam alertado “para eventuais riscos para a estabilidade financeira”. “Alguns dos potenciais factos geradores desses riscos têm vindo a ser noticiados publicamente”, dizia Maria Luís Albuquerque, salientando que “não obstante, V. Exa tem asseverado, nos nossos múltiplos contactos, que o Banco de Portugal identificou e conteve os riscos derivados da atividade não-bancária na atividade bancária do grupo BES”.

 

Carlos Costa, na resposta emitida cerca de três semanas depois, dizia: “tenho procurado manter o Ministério das Finanças, naturalmente dentro dos limites que o dever de segredo em matéria de supervisão me obriga”. O governador do Banco de Portugal acreditava que graças ao aumento de capital e à almofada entretanto criada seria suficiente para conter os danos. Além disso, a reestruturação da administração do BES.

 

A carta enviada pelo governador do Banco de Portugal a Maria Luís Albuquerque incluía, em anexo, um conjunto de perguntas frequentes, intitulado FAQ (sigla de “frequently asked questions”) em que explicava quais as competências da autoridade de supervisão sobre empresas do Grupo Espírito Santo. Na resposta a uma das questões, doze no total, Carlos Costa referia: “a situação de solvabilidade do BES é robusta”. Três semanas depois, o banco foi objeto da resolução e separado entre Novo Banco, que concentrou os ativos de boa qualidade, e o “banco mau”, que ficou com os negócios tóxicos.

 

@Observador.pt

 

Investigação às ações. CMVM pediu lista de todas as pessoas que participaram na resolução do BES

 

Supervisor da bolsa pediu ao gabinete da ministra das Finanças informação sobre todas as pessoas envolvidas na resolução do BES. A CMVM investiga indícios de crime de mercado na negociação de ações.

 

A Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) pediu à ministra das Finanças colaboração na investigação que procura apurar se houve abuso de mercado nas transações de ações e outros instrumentos financeiros que antecederam o anúncio da resolução do Banco Espírito Santo (BES). Em causa está o eventual acesso a informação sobre o que iria acontecer ao BES antes da generalidade dos investidores.

 

Em mensagem enviada à chefe de gabinete de Maria Luís Albuquerque, a que o Observador teve acesso em documentação enviada à comissão de inquérito ao BES, foi pedida informação sobre as pessoas, incluindo entidades externas, como por exemplo consultores jurídicos ou financeiros, que participaram no processo de preparação e aprovação da resolução aplicada ao banco ou que “desses processos tomaram conhecimento, com indicação das datas em que se iniciou a intervenção dessas pessoas ou o seu conhecimento dos processos”, refere uma das mensagens enviada pelo Ministério das Finanças à comissão parlamentar de inquérito aos atos de gestão do BES.

 

A identificação das pessoas com acesso é um passo fundamental numa investigação de suspeitas de abuso de informação privilegiada. A CMVM está a investigar as transações com ações do banco, em particular nos últimos dois dias quando as cotações caíram 80%, em resultado de ordens de venda de grandes investidores. Na terça-feira, o presidente da CMVM revelou que o governador lhe telefonou no dia 1 de agosto pouco depois das três da tarde com ao receio de que pudesse haver fuga de informação em relação à solução para o banco que seria anunciada no fim de semana. As ações foram imediatamente suspensas.

 

A CMVM pede ainda a discrição do processo de notificação da resolução à Comissão Europeia com a identificação de todas as pessoas que tiveram ou intervenção ou conhecimento do mesmo. É ainda solicitada a indicação das datas em que a medida de resolução foi apresentada ao Ministério das Finanças e do governo, nas diversas fases, e as pessoas que tiveram conhecimento. O governador Carlos Costa admitiu no Parlamento que a solução para o banco começou a ser preparada no fim de semana antes do anúncio, a 3 de agosto. A resolução era já um dos cenários de contingência caso falhasse capitalização privada.

 

O regulador da bolsa pede igualmente uma descrição do processo de preparação e aprovação dos decretos-leis necessários à execução da resolução.

 

@Observador.pt

 

Operação Labirinto: Políticos e magistrados escutados a pedir favores

 

PJ ouviu durante quase um ano conversas do ex-diretor do SEF, Manuel Palos. Os pedidos pessoais envolviam a emissão de vistos e a renovação de passaportes, sem oferta de contrapartidas.

 

Fosse para agilizar a emissão de um visto gold ou para a renovação de um passaporte, durante quase um ano a PJ recolheu todo o tipo de pedidos feitos a Manuel Palos, o ex-diretor do SEF e arguido na Operação Labirinto.

 

As solicitações, ao que o DN apurou, tinham várias origens: há desde políticos a magistrados e outros altos quadros do Estado. A todos, segundo fonte judicial, Palos respondia "à portuguesa", isto é, agilizava. Durante o interrogatório, foi confrontado com um desses pedidos. Tratava-se de apressar vistos para dois investigadores da Fundação Champalimaud.

 

@DN.pt

 

Ex-diretor do SEF suspeito de favorecer vistos a cidadãos líbio

 

Manuel Palos terá favorecido a atribuição de vistos a cidadãos líbios, que vieram para Portugal para serem tratados no hospital de Guimarães.

 

O ex-diretor nacional do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), Manuel Jarmela Palos, está a ser investigado por alegadamente ter facilitado a atribuição de vistos a cidadãos líbios, avança a SIC no Jornal da Noite. Em causa estão cidadãos líbios que vieram para Portugal ao abrigo de um acordo entre o Hospital Privado de Guimarães e o Conselho Nacional de Transição da Líbia para o Tratamento de Feridos de Guerra.

 

O Ministério Público estará a investigar a atribuição destes vistos, bem como vistos dourados atribuídos a cidadãos chineses e que levaram à detenção de 11 pessoas na quinta-feira.

 

Em novembro de 2012, quando a SIC fez uma reportagem em Guimarães da qual emitiu uma parte esta quarta-feira, estavam 10 pacientes líbios naquele hospital e aguardava-se a chegada de mais 20. Estes cuidados de saúde só aconteceram graças ao protocolo celebrado entre o Hospital Privado de Guimarães e Conselho Nacional de Transição da Líbia para o Tratamento de Feridos de Guerra.

 

Agora, a atribuição de vistos de residência a esses cidadãos líbios também está sob a mira da justiça, sendo que o diretor-geral do SEF, Manuel Jarmela Palos, é suspeito de ter facilitado a atribuição de documentação.

 

@Observador.pt

Editado por Vaart

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Guest Dpitz

Londres, ontem:

 

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e a desculpa

o psd foi buscar a constituição, para justificar o fim deste corte.

é como a mariana mortágua do BE disse esta manhã, mas alguma vez isto deveria ser proposta e uma prioridade para o país?

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é como a mariana mortágua do BE disse esta manhã, mas alguma vez isto deveria ser proposta e uma prioridade para o país?

 

Obviamente que não, os senhores deputados esqueceram-se que têm de dar o exemplo. Pior que propôr a reposição é, no dia seguinte, remover a proposta. Ainda que seja uma decisão consciente e correta, demonstra a falta de coerência que reina em algumas daquelas cabeças.

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alguem aqui é advogado ou percebe de direito?

 

É que chegou uma carta a casa por causa de uma injuncao qqlr, uma divida por causa da meo pt, e eu nunca sequer estive envolvido com a meo.

 

Nao sei se tenho de recorrer a um advogado celeremente ou dirigir-me a uma loja da meo..

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alguem aqui é advogado ou percebe de direito?

 

É que chegou uma carta a casa por causa de uma injuncao qqlr, uma divida por causa da meo pt, e eu nunca sequer estive envolvido com a meo.

 

Nao sei se tenho de recorrer a um advogado celeremente ou dirigir-me a uma loja da meo..

 

dirige-te primeiro á loja. depois recorre a advogados.

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Guest Dpitz

Lira looks set for comeback

 

são vários os jornais e os comentadores políticos de Itália, Inglaterra e Alemanha a falar numa possível (e até "inevitável") saída da Itália da zona euro até ao Verão de 2015.

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Lira looks set for comeback

 

são vários os jornais e os comentadores políticos de Itália, Inglaterra e Alemanha a falar numa possível (e até "inevitável") saída da Itália da zona euro até ao Verão de 2015.

 

Nunca devíamos ter era entrado nesta m*rda, se a nossa economia já "era podre" então depois do Euro morremos.

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Confesso que não tenho acompanhado a realidade italiana. Por isso pergunto, essas notícias terão algum fundo de verdade ou não passam de especulação? Já agora, caso a Itália abandone mesmo o Euro, possivelmente, outros países ir-se-ão seguir, correto?

Editado por Vaart

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Guest Dpitz

Confesso que não tenho acompanhado a realidade italiana. Por isso pergunto, essas notícias terão algum fundo de verdade ou não passam de especulação? Já agora, caso a Itália abandone mesmo o Euro, possivelmente, outros países ir-se-ão seguir, correto?

Só ontem é que ouvi falar nisto também e fui fazer uma pesquisa aos jornais italianos. Aparentemente , e do pouco que percebo de economia, a Itália não tem perspectivas de crescimento a curto-prazo, a produtividade tem até baixado desde 2008 e a coisa está um pouco negra. Já no ano passado tinha havido a hipótese da saída do Euro da Itália, mas depois o governo pôs em marcha mais medidas de austeridade (que nada resolveram) e manteve-se fiel à zona euro.

 

Pelos comentários que li de alguns opinadores dos jornais italianos e ingleses, a saída poderá arrastar a França, que por sua vez poderá arrastar a Espanha (e Bélgica), que por sua vez poderá arrasta Portugal e Grécia.

 

É que a brincar a brincar, a Itália é a 3ª maior economia da zona euro

 

______

EDIT

Sobre as subvenções vitalícias, o PCP foi coerente. Em 2005 o António Filipe disse isto na sua intervenção sobre o tema:

 

"O PCP apresenta hoje um projecto de lei que visa pôr fim a um conjunto de privilégios injustificados de que beneficiam os titulares de cargos políticos, de altos cargos públicos e de administradores de diversas entidades nomeados por decisão de entidades públicas na qualidade de accionistas.

 

Não nos move qualquer atitude punitiva contra os titulares desses cargos nem qualquer atitude miserabilista ou antiparlamentar.

 

Não pretendemos atingir a existência desses cargos nem ferir a honorabilidade de nenhum dos seus titulares, mas reiteramos a nossa posição de sempre contra privilégios injustificados que os portugueses, muito justificadamente, não entendem nem aceitam.

 

Assim, o projecto de lei do PCP propõe a eliminação das subvenções vitalícias e dos subsídios de reintegração de que beneficiam os titulares de diversos cargos políticos. Foi a nossa posição de sempre. Sempre contestámos e sempre votámos contra a existência desses regimes especiais, que, aliás, têm contribuído objectivamente para a má imagem dos titulares de cargos políticos, e principalmente dos Deputados, aos olhos dos portugueses."

 

e foi apresentada uma proposta de alteração esta semana

PARTIDO COMUNISTA PORTUGUÊS

Grupo Parlamentar

Proposta de Lei nº254/XII/4ª

Aprova o Orçamento do Estado para 2015

 

Proposta de Alteração

CAPÍTULO

III

Disposições relativas a trabalhadores do setor público, aquisição de serviços, proteção social e aposentação ou reforma

 

SECÇÃO VI

Proteção social e aposentação ou reforma

Artigo 7

9.º

Subvenções mensais vitalícias

1 – Fica revogado o pagamento das subvenções mensais vitalícias atribuídas a ex-titulares de cargos políticos e das respetivas subvenções de sobrevivência.

 

2 – Na eventualidade da aplicação do número anterior gerar situações que comprometam a subsistência ou provoquem a insolvência dos respectivos beneficiários, devem estes efeitos ser apreciados pela Caixa Geral de Aposentações com vista à sua resolução, nos termos legalmente estabelecidos e mediante procedimento a definir pelo Ministério das Finanças no prazo de 60 dias após a publicação da presente lei.

 

3 – O disposto nos números anteriores abrange todas as subvenções mensais vitalícias e respetivas subvenções de sobrevivência, independentemente do cargo político considerado na sua atribuição.»

Assembleia da República, 13 de novembro de 2014

 

Os Deputados

 

Paulo Sá

Miguel Tiago

João Oliveira

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A moção da Catarina Martins e João Semedo venceu por 8 votos a moção do Pedro Filipe Soares mas houve empate na Mesa Nacional. Será esta a decidir a nova liderança do partido.

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O Pedro Filipe Soares bem que pode enfiar a viola no saco e ir assentar tijolo, porque se nem com o apoio do Louçã e do Rosas lá vai então realmente não está lá a fazer nada.

 

EDIT: :partyman:

Editado por whatever

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O Pedro Filipe Soares bem que pode enfiar a viola no saco e ir assentar tijolo, porque se nem com o apoio do Louçã e do Rosas lá vai então realmente não está lá a fazer nada.

 

Apoio do Louçã e do Rosas? Pelo contrário, Fusão, os 2 foram bastante críticos da criação da moção dele.

 

“Não houve nunca na história do BE erro maior, nestes 15 anos, que a irresponsabilidade da divisão da direcção”.

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Apoio do Louçã e do Rosas? Pelo contrário, Fusão, os 2 foram bastante críticos da criação da moção dele.

 

“Não houve nunca na história do BE erro maior, nestes 15 anos, que a irresponsabilidade da divisão da direcção”.

Esquece o que escrevi, não posso falar de coisas sérias depois de almoço. :lol:

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Aquela m*rda está a ferro e fogo. Quando o Semedo chamou os novos membros da mesa para se juntarem a ele, estava a cumprimentar quem subia ao palco e o Pedro Filipe Soares e o Fazenda cagaram de alto nele.

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Em Espanha, o plantel e equipa técnica do Rayo Vallecano anunciaram que irão pagar, de forma vitalicia, a renda de casa de uma senhora de 85 anos, Carmen Martínez Ayuso, despejada há uns dias de sua casa, onde vivia há 50 anos, no bairro de Vallecas.

 

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http://www.sport.es/es/noticias/liga-bbva/plantilla-del-rayo-hara-cargo-del-alquiler-carmen-anciana-deshauciada-vallecas-3711349

 

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Editado por antifa

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Guest Dpitz

Não tem copas, não tem ligas, não tem champions, mas assim se vê a grandeza de um clube :heart:

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