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Guest Dpitz

Tópico da Política e Economia

Publicações recomendadas

anda com problemas a arranjar pila?

 

:mrgreen:

coitada até é boa moça

 

A Catarina Furtado merece ganhar todo o dinheiro do Mundo :heart: que senhora!

 

Bem verdade :heart: uma senhora.

E btw, a última vez que a vi na TV ainda não tinha envelhecido. Mete impressão.

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Evolução da balança de pagamentos.

 

Alguns dirão que o Euro acentuou as desigualdades entre Estados mais ricos e mais pobres.

 

O que acham?

Editado por ascom

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Acho que preciso de saber o que está no representado no eixo dos yy para poder opinar.

 

Quando investes num negócio que é teu, dado que é dinheiro público e a empresa é pública, investes numa expetativa de vir a dar algum retorno. Não investes porque te apetece enterrar dinheiro.

Nada do que acabaste de dizer está relacionado com a (não) auto-sustentabilidade da RTP.

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Guest Dpitz

- Milícias de Lugansk fazem primeiro ataque aéreo a posições do exército ucraniano. Aparentemente os rebeldes conseguiram forçar um piloto da Força Aérea Ucraniana a aterrar um jacto Sukhoi Su-25 em território rebelde em Julho de 2014, tendo sido usado agora para atacar uma coluna de reforços ucranianos que se dirigia para Donetsk.

 

Antifa, Cra (ou outro user que costume estar bem informado sobre isto), confirmam esta informação?

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Encontrado mandado de detenção em nome da presidente Kirchner, na casa do procurador

 

Documento de 26 páginas continha rascunhos dos mandados de detenção de Kirchner, presidente da Argentina, e do ministro dos Negócios Estrangeiros. Estavam no lixo de Alberto Nisman, encontrado morto.

 

Foi encontrado um rascunho de um mandado de detenção em nome da presidente da Argentina, Cristina Fernández de Kirchner, na casa do procurador Alberto Nisman, que foi descoberto morto em casa, a 18 de janeiro, com marcas de um tiro na cabeça e uma pistola ao lado. No documento de 26 páginas, o procurador acusa Kirchner de tentar proteger as autoridades iranianas da responsabilidade que detinham num atentado à bomba a um centro judaico, em 1994, avança o The New York Times.

 

O documento – que também continha um rascunho do mandado de detenção em nome do ministro dos Negócios Estrangeiros argentino Héctor Timerman – foi encontrado no lixo, no apartamento onde Nisman morava. O procurador estava a investigar o envolvimento de Kirchner e Timerman num “acordo secreto com o Irão” sobre o atentado à bomba que matou 85 pessoas, mas as acusações foram negadas repetidamente por ambos.

 

A notícia foi avançada pelo jornal Clarín no domingo, mas Viviana Fein, responsável pela investigação da morte de Alberto Nisman confirmou a informação. O artigo explicava que os mandados de detenção tinham sido preparados em junho de 2014, seis meses antes de as acusações à presidente da Argentina terem sido tornadas públicas.

 

O procurador argentino morreu na véspera do dia em que iria revelar detalhes sobre as acusações que detinha contra Kirchner. O analista política Sergio Berensztein explicou que se Nisman tivesse emitido os mandados de detenção teria provocado “uma crise sem precedentes na Argentina”.

 

A morte do procurador ainda está a ser investigada, pelo que não se sabe se se terá tratado de um suicídio ou assassinato. A presidente da Argentina defende que a morte é parte de um plano de conspiração contra o seu governo.

 

Entretanto, o jornalista Damián Pachter, que foi o primeiro a revelar a história de Alberto Nisman, fugiu da Argentina no sábado por “temer pela sua segurança”, avançando que está a ser “perseguido” pelas “forças de segurança” do governo argentino.

 

@Observador.pt

 

BCE resiste a aprovar plano transitório de Tsipras

 

O Banco Central Europeu não está com vontade de aprovar a solução transitória de Tsipras para resolver o financiamento de curto prazo, quando terminar o resgate no final deste mês.

 

o dia em que Alexis Tsipras fala com a Comissão Europeia e o ministro das Finanças grego fala com Mario Draghi, é o próprio Banco Central Europeu a pôr travões às pretensões gregas. O Financial Times avança esta quarta-feira que o BCE vai resistir a aprovar o plano grego para resolver o primeiro problema de financiamento da Grécia, quando terminar oficialmente o segundo resgate, já no final deste mês.

 

Diz o jornal, que a instituição liderada pelo italiano Mario Draghi vai “jogar duro” e dificultar os planos do novo governo grego de emitir dez mil milhões de euros em bilhetes do tesouro, para fazer face às dificuldades de financiamento dos próximos três meses. Tudo, enquanto gregos e autoridades europeias negoceiam uma solução mais duradoura, que pode ser um terceiro programa de assistência ou um programa cautelar. Alexis Tsipras tem mantido a intenção de dispensar a troika (neste caso, o FMI) da equação, dizendo que a prioridade é uma solução com os parceiros europeus.

 

Esta é apenas a primeira parte do problema que a nova equipa de Atenas tem para resolver. Yanis Varoufakis, ministro das finanças grego, vai primeiro negociar esta proposta de curto-prazo como financiamento-ponte para não ficar sem dinheiro nos próximos meses. Foi o próprio ministro grego que disse esperar por uma solução para a dívida grega até maio, mas até lá precisa de dinheiro, o que fica dificultado se o BCE não autorizar o aumento do teto de emissão de bilhetes de tesouro. Se isso acontecer, lembra o jornal, é a primeira vez desde 2010 que a Grécia fica sem financiamento de emergência.

 

Uma recusa do BCE será também um tiro no otimismo que levou a que ontem a bolsa de Atenas tenha subido quase 12,5% e os juros da dívida tenham descido para menos de 10%. Uma situação que aconteceu depois da suavização do discurso do novo primeiro-ministro grego.

 

Alexis Tsipras e Varoufakis vão continuar o périplo europeu. Esta terça-feira Tsipras reúne-se com Jean-Claude Juncker, presidente da Comissão Europeia, e Varoufakis com Mario Draghi.

 

Ontem, Tsipras reuniu-se com Matteo Renzi, primeiro-ministro italiano e assumiu estar aberto a ouvir “alternativas” desde que tenham como prioridade o crescimento económico.

 

@Observador.pt

 

Sócrates à SIC: “O meu horizonte financeiro era compatível com o meu nível de despesas”

 

Sócrates volta a quebrar o silêncio. Reitera que o dinheiro vindo do amigo foi um empréstimo. E admite ter ajudado empresas a entrar em Angola, mas muito depois de deixar de ser primeiro-ministro.

 

O recado foi dado entre as dez respostas que concedeu por escrito à SIC: “afinal onde estão as famosas provas ou os fortes indícios dos crimes que me imputam?”, interroga José Sócrates. Suspeito de corrupção, fraude fiscal e branqueamento de capitais, o ex-primeiro-ministro reiterou que os valores recebidos pelo seu amigo e empresário Santos Silva não passaram de um empréstimo numa fase mais complicada da sua vida, e que pretende pagar. Relativamente ao facto de poder levar uma vida em Paris acima das suas possibilidades, o ex-governante é perentório: chama-lhe “mesquinhez” e recusa-se a alimentar o que chama de “julgamento moral”.

 

“Quanto aos movimentos financeiros alegadamente suspeitos, já explique o essencial que havia a explicar: o engenheiro Carlos Santos Silva fez-me empréstimos que sempre tencionei e tenciono pagar. Essa é a verdade e não constitui crime”, afirma.

 

Paralelamente aos “empréstimos” do amigo, que o Ministério Público suspeita serem pagamentos de valores recebidos por Sócrates enquanto primeiro-ministro e pagos através do empresário Santos Silva, Sócrates afirma ter vivido, também, com um empréstimo contraído na Caixa Geral de Depósitos. Que já liquidou.

 

“O facto de ter tido dificuldades de liquidez num certo período da minha vida não significa que não tivesse um horizonte financeiro, pessoal e familiar, compatível com o meu nível de despesas”, diz.

 

Ou seja, Sócrates sabia que vingaria depois de terminar o mestrado em Paris. E o “estilo de vida” que outros (e refere o jornal “Correio da Manhã” como exemplo) dizem “dispendioso”, não passa de uma “campanha” que afirma ter sido erguida contra si.

 

Aliás, Sócrates não poupa críticas a sistemáticas “violações do segredo de justiça” por parte do “Ministério Público”. Chama-lhe de “fugas seletivas” que já originaram um processo por violação de segredo de justiça. E diz que já pediu à procuradora-geral da República, Joana Marques Vidal, para ser ouvido em relação a isso. Lembra, também, que as escutas que têm vindo a público, entre elas com o diretor do Jornal de Notícias, Afonso Camões – que lhe deu conta de que estaria a ser investigado em maio do ano passado – são exemplos dessa “violação”.

 

O ex-governante, em prisão preventiva desde novembro de 2014, refere que as suas “intervenções sistemáticas” na comunicação social se devem a isso mesmo. “Face a reiterados crimes de violação do segredo de justiça, de teor sempre favorável ao Ministério Público acha que o que realmente perturba o inquérito é o exercício legítimo do direito de defesa de honra. Logo, a seguirmos esse raciocínio, a defesa do arguido é em si “perturbadora”, critica.

 

O perigo de perturbação de inquérito foi um dos fundamentos usados pelo juiz de instrução Carlos Alexandre quando aplicou a prisão preventiva a Sócrates. É também o que defende no parecer enviado à Direção Geral dos Serviços Prisionais – que decidiu proibir o ex-primeiro-ministro de dar entrevistas. O Observador tentou contactar vários números fixos dos Serviços Prisionais, os telemóveis do diretor geral, Rui Sá Gomes, e de uma assessora, mas não obteve resposta à questão: afinal, Sócrates pode ou não dar entrevistas?

 

Há um outro fundamento para a prisão preventiva que Sócrates volta a criticar: o perigo de fuga baseado no facto de ter adiado a viagem de regresso a Lisboa, de Paris. Sócrates diz que adiou porque teve uma reunião de última hora com o advogado, que se deslocou a Paris para falar com ele. A viagem ocorreu depois de a PSP ter passado a casa do seu filho a pente fino.

 

“Depois das buscas (…) não era preciso ser adivinho, nem ter informações privilegiadas, para calcular que havia um processo contra mim”, diz.

 

Recorde-se que, nos fundamentos enviados pelo juiz Carlos Alexandre ao Supremo Tribunal de Justiça, o perigo de fuga baseava-se, sim, numa viagem que Sócrates tinha para o Brasil – marcada para novembro ao serviço da Octapharma. E que o perigo de perturbação do inquérito se deveu ao facto de, no dia da sua detenção e no dia anterior, terem sido retirados “dispositivos informáticos” da sua casa. Este material terá sido devolvido já depois de, em interrogatório, o ex-governante ter sido confrontado com essa informação.

 

José Sócrates ajudou várias empresas a entrar em Angola

 

José Sócrates admite, ainda, ter telefonado para o vice-presidente angolano para que este recebesse os administradores do Grupo Lena. Fê-lo como fez com “outras empresas”, embora recuse ter favorecido esta ou as outras enquanto governante. “Acedi ao pedido por mera simpatia e fiz esse contacto com gosto, sem nenhum interesse que não fosse ajudar uma empresa portuguesa, como, aliás, fiz com outras”, explica José Sócrates quando confrontado se teria telefonado para Manuel Domingos Vicente em setembro de 2014.

 

“É verdade”, respondeu. E explicou que tal aconteceu na sequência de um almoço com o “amigo” Carlos Santos Silva e um dos administradores do Grupo Lena.

 

Na resposta anterior, Sócrates tinha deixado bem claro que só conhecera os administradores do Grupo Lena “no contexto de visitas de Estado” “uma meia dúzia de vezes sempre em encontros sociais” e que nunca lhe foi pedido “seja o que for”. O ex-primeiro-ministro sublinhou, ainda, que o projeto de construção de casas na Venezuela pelo Grupo Lena foi integrado num acordo entre Portugal e aquele país tal como aconteceu com muitas outras empresas. “Sem qualquer discriminação ou favorecimento”.

 

@Observador.pt

 

Há novas regras nas prisões. Sócrates já pode usar cachecol do Benfica

 

Despacho emitido no domingo pelo diretor-geral de Reinserção e Serviços Prisionais mudou algumas das regras do vestuário que os reclusos podem ter. Agora, são 50 peças sem limites individuais.

 

Desde domingo que as regras sobre o vestuário e calçado que os reclusos podem ter nas prisões mudaram, avança a Renascença. O processo de reavaliação das normas de gestão dos estabelecimentos prisionais deveria ter sido concluído em outubro, mas só no final de janeiro foi possível saber o que mudou. José Sócrates, preso preventivamente em Évora, já tinha feito três pedidos de alteração: para poder utilizar o cachecol do Benfica, botas de cano alto e dormir com um edredon. Apenas o primeiro pedido foi satisfeito, com as mudanças nas normas.

 

Depois do diretor-geral de Reinserção e Serviços Prisionais ter emitido o despacho com as novas regras, os reclusos podem ter consigo 50 peças de roupa, escolhidas por si, sejam cachecóis, camisas ou casacos. Antes, podiam ter apenas 41 e as categorias estavam pré definidas, bem como o número de peças.

 

Contudo, há algumas salvaguardas: a roupa dos reclusos não pode confundir-se com a utilizada pelas forças de segurança, não pode estar rasgada, ter capuz, adereços metálicos ou frases ofensivas. Quanto ao calçado, os reclusos podem ter agora quatro tipos, ao contrário dos cinco que constavam nas regras anteriores.

 

No que diz respeito à tecnologia, os reclusos podem ter cinco CD, cinco DVD e cinco videojogos. As cópias piratas não são permitidas e se quiserem ter uma televisão até 19 polegadas, não podem ter um rádio portátil, uma consola de videojogos ou uma ventoinha, por exemplo.

 

À lista do que é permitido acresce a aliança, o relógio, livros, publicações periódicas, material de escrita, publicações de conteúdo espiritual e religioso, alimentos, entre outros artigos considerados imprescindíveis. Fotografias ou outras imagens também são permitidas em “placards” próprios.

 

@Observador.pt

 

Rui Rio promete voltar se sentir “desejo muito grande das pessoas”

 

O ex-presidente da câmara do Porto lança farpas ao sistema político e promete regressar à vida política ativa se sentir "um desejo muito grande" das pessoas.

 

O ex-presidente da Câmara do Porto Rui Rio apontou “o enfraquecimento do poder político” como principal motivo para a situação do país e, numa conferência em Sintra, defendeu que só “uma reforma profunda” pode ultrapassar a atual crise. E deixou uma promessa para futuro: se se sentir “muito desejado” para regressar à política, não defraudará as pessoas.

 

“O ponto mais crítico, aquele que é preciso atalhar mais depressa, é justamente o enfraquecimento do poder político”, frisou terça-feira à noite o antigo deputado do PSD, enunciando também a necessidade de reformar o sistema judicial e de se acabar com “os julgamentos na praça pública”.

 

Rui Rio participou na conferência “E se nada se fizer, 41 anos depois?”, promovida na terça-feira à noite pelo movimento independente Sintrenses com Marco Almeida (SMA), no Hotel Tivoli Sintra.

 

O enfraquecimento do poder político levou a que os governantes portugueses tenham permitido, nos últimos três anos, no aumento dos impostos e cortes de salários e pensões por imposição dos “credores”, vincou o histórico social-democrata.

 

“Tirando a componente política, a justiça hoje, naquilo que é o dia-a-dia do cidadão, responde pior do que respondia antes do 25 de Abril”, criticou o social-democrata, dando como exemplo a dificuldade para cobrar qualquer dívida.

 

Uma vez que o sistema de justiça não tem demonstrado capacidade “para se autorreformar”, Rui Rio preconizou que, embora com respeito pela separação de poderes, deve existir “mais escrutínio e responsabilização” no setor judicial.

 

O antigo presidente da Câmara do Porto, durante três mandatos, defendeu a “reforma do sistema político”, quer na eleição para a Assembleia da República, quer “através da regionalização”, como condição essencial para a sobrevivência da democracia.

 

O anterior presidente da autarquia portuense, em resposta aos participantes que quiseram saber da sua disponibilidade para regressar á atividade política, nas próximas legislativas ou nas presidenciais, prometeu apenas que vai “estar atento” ao desejo das pessoas.

 

“Se eu sentir que realmente há um desejo muito grande das pessoas de eu poder voltar à vida pública, então provavelmente não irei defraudar as pessoas”, respondeu Rui Rio, acrescentando que se não sentir que existe “essa força” está bem na sua atual vida profissional e cívica.

 

No debate do ciclo “Sintra em Conferência”, promovido desde maio de 2014 pelo movimento SMA, estiveram também presentes os ex-presidentes das câmaras de Lisboa Carmona Rodrigues, de Mafra Ministro dos Santos e de Cascais António Capucho, todos eleitos pelo PSD.

 

O antigo dirigente social-democrata António Capucho, crítico da política de Pedro Passos Coelho e que foi expulso do PSD por ter liderado uma candidatura do movimento de Marco Almeida para a Assembleia Municipal de Sintra, onde é atualmente deputado, ironizou que os quatro “ex-autarcas” desempenharam funções em quatro câmaras que “somam quase 25% da população portuguesa”.

 

A propósito da resposta de Rui Rio quanto às condições para aceitar novos desafios, António Capucho notou que a quase totalidade dos presentes estaria na disposição de fazer o ex-autarca do Porto “pressentir” a necessidade de regressar à atividade política.

 

O vereador independente Marco Almeida, ex-vice-presidente da autarquia pelo PSD, salientou que o debate teve mais de uma centena de participantes porque “foi organizado por um movimento de cidadãos, onde cabem muitas sensibilidades ideológicas e onde cabem muitos daqueles que estão desprendidos com a vida política”, mas que querem participar.

 

@Observador.pt

 

Tenho estado a ler a biografia do Rui Rio e tenho-a achado interessante.

 

Varoufakis quer visitar Portugal "assim que possível"

 

O ministro das Finanças grego, Yanis Varoufakis, tem intenções de visitar Portugal "assim que for possível", confirmou ao Económico o seu assessor de imprensa.

 

O primeiro-ministro e o ministro das Finanças gregos estão desde o início da semana num périplo europeu para tentarem convencer os credores a renegociar a dívida, trocando-a por títulos com juros indexados ao crescimento económico da Grécia ou por obrigações perpétuas (sem data de vencimento definida) no caso do Banco Central Europeu (BCE).

 

Varoufakis ainda não encetou nenhum contacto oficial com o Governo português mas deverá fazê-lo brevemente, uma vez que Lisboa está entre a capitais europeias que o ministro grego quer visitar nas próximas semanas. Fonte oficial do gabinete de Passos Coelho confirmou que até ao final da manhã de hoje não houve qualquer tipo de contacto por parte do Governo de Atenas.

 

O assessor de Varoufakis acrescentou ainda que o ministro "atribuiu grande importância à relação entre os dois países, uma vez que a Grécia e Portugal estão no mesmo barco".

 

Sobre a reacção de Passos Coelho à vitória do Syriza, que considerou as ideias do partido de esquerda grego "um conto de crianças", o assessor de Varoufakis lembrou que "os contos de crianças trazem sempre esperança".

Também a eurodeputada do Bloco de Esquerda revelou esta manhã, em conversa com os jornalistas em Bruxelas, que a comitiva do novo governo grego lhe anunciou que está a preparar uma visita a Portugal.

 

Marisa Matias revelou ainda que a comitiva do Syriza entende que "Portugal e Espanha estão a ser os países mais duros" perante o novo executivo helénico e as suas expectativas de renegociação da dívida.

 

"Nas conversas que estamos a ter disseram-nos que os mais duros estão a ser Portugal e Espanha. Os países que mais deviam ser flexíveis no sentido de perceber que os seus povos estão a sofrer e, portanto, que têm também de fazer este caminho de pôr as pessoas à frente e não os interesses dos mercados financeiros".

 

As declarações da eurodeputada foram proferidas à margem da visita de Alexis Tsipras a Bruxelas. O primeiro-ministro grego foi recebido ao estilo de uma celebridade, com direito a passadeira vermelha à chegada ao Parlamento Europeu. Depois do encontro com os presidentes da Comissão Europeia e do Conselho Europeu, durante a manhã, o primeiro-ministro grego encontrou-se com o presidente do Parlamento, Martin Schulz, com quem manteve uma reunião que, garante, o deixou "optimista".

 

Tsipras continua sem usar gravata e a quebrar protocolos. Depois de apertar a mão a Schulz, e assim que entrou no Parlamento, o primeiro-ministro helénico deixou o alemão pendurado e foi a um dos corredores laterais abraçar alguns eurodeputados do Syriza e também Marisa Matias.

 

@Economico.sapo.pt

Editado por Vaart

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Evolução da balança de pagamentos.

 

Alguns dirão que o Euro acentuou as desigualdades entre Estados mais ricos e mais pobres.

 

O que acham?

 

Os países mais ricos, tendo uma moeda forte, têm dificuldade em exportar em tanta quantidade como fariam com uma moeda mais fraca. Como ter uma moeda fraca implica mais inflação nos países ricos, a moeda alemã, por exemplo, era fortíssima. Com a entrada de países de diferentes níveis de riqueza na mesma moeda, o euro ficou com um valor mais equilibrado, o que permite aos países mais ricos exportar mais (Alemanha é um caso flagrante) e aos países mais pobres, como Portugal, a ter mais dificuldades e a deixar de ser competitivo pelos preços, pois passa a ter uma moeda mais forte.

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Vale a pena sublinhar que esta tradição contrasta dramaticamente com a de muita da esquerda. E uma recordação talvez o ilustre melhor: quando em 2009 Alexis Tsipras visitou Lisboa e participou na manifestação do 25 de Abril na Avenida da Liberdade, apresentei-o a Jerónimo de Sousa, que estava a meu lado na primeira fila. Jerónimo cumprimentou-o com cordialidade, como seria de esperar. Mas o KKE pediu explicações ao CC do PCP, pouco tempo depois, por tal acto, considerado indigno. Essa esquerda grega tem a sua história.

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- Milícias de Lugansk fazem primeiro ataque aéreo a posições do exército ucraniano. Aparentemente os rebeldes conseguiram forçar um piloto da Força Aérea Ucraniana a aterrar um jacto Sukhoi Su-25 em território rebelde em Julho de 2014, tendo sido usado agora para atacar uma coluna de reforços ucranianos que se dirigia para Donetsk.

 

Antifa, Cra (ou outro user que costume estar bem informado sobre isto), confirmam esta informação?

Pelo que li, é mentira.

 

A OSCE reporta que há provas que indicam bombardeamento com bombas de fragmentação, tanto em Donetsk como em Luhansk.

 

http://www.osce.org/ukraine-smm/138906

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Guest Dpitz

bem me parecia

mas a informação que eles têm um jacto é verdadeira?

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bem me parecia

mas a informação que eles têm um jacto é verdadeira?

Os de Lugansk quase de certeza têm um avião, já houve fotos a serem publicadas e tudo. Agora se voa é que não sei.

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Novos desenvolvimentos muito complicados para a Grécia.

 

O Banco Central Europeu emitiu há pouco esta nota:

 

"O Conselho de Governadores do BCE decidiu levantar a tolerância que afecta os instrumentos de dívida emitidos ou garantidos por inteiro pela República Helénica"

ou seja:

 

BCE enfurece o jogo e fecha torneira à Grécia

 

Instituição liderada por Mario Draghi suspendeu a aceitação da dívida pública grega como colateral para financiar a banca grega.

 

O Banco Central Europeu (BCE) decidiu suspender a aceitação de dívida pública da Grécia como colateral para financiar a banca grega, apontando dúvidas sobre o compromisso do novo Executivo em Atenas para cumprir as reformas acordadas com a troika.

 

"O Conselho de Governadores do BCE decidiu levantar a tolerância que afecta os instrumentos de dívida emitidos ou garantidos por inteiro pela República Helénica", indica o banco central num comunicado divulgado ao início da noite. A decisão é "baseada no facto de que neste momento não é possível assumir uma conclusão com sucesso da avaliação do programa", explica o banco central, acrescentado que está "em linha com as regras actuais do Eurosistema".

 

Na prática, a decisão forçará a banca grega a procurar financiamento a taxas mais altas no banco central da Grécia, aumentando a pressão sobre o já fragilizado sistema financeiro do país (alvo de fuga massiva de depósitos em Janeiro). Desde 2010 que os bancos gregos podiam apresentar títulos de dívida pública grega - com rating em terreno "lixo" - como colateral para obtenção de liquidez.

 

O BCE tem poder para não dar permissão ao banco central grego para financiar os bancos do país ao abrigo da linha extraordinária de cedência de liquidez (a ELA) - tal decisão seria o fecho definitivo da torneira aos bancos da Grécia.

 

A decisão do BCE, que será revista quinzenalmente, surgiu horas depois do encontro entre o presidente Mario Draghi e o ministro das Finanças Yanis Varoufakis, em Frankfurt. Este é um primeiro passo do banco central, que faz parte da troika, para endurecer as negociações com Atenas.

 

http://economico.sapo.pt/noticias/bce-endurece-o-jogo-e-fecha-a-torneira-a-grecia_211448.html

 

Tambem no Observador: http://observador.pt/2015/02/04/bce-deixa-de-aceitar-divida-publica-grega-como-garantia-nos-emprestimos-aos-bancos/

 

Diz-se que a UE espera uma corrida aos bancos Gregos nos próximos dias...

E diz quem sabe que isto é um "game changer" e que ou o Syriza verga ou então há "Grexit" muito rapidamente..

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Por isso é que a gorda não estava nada preocupada. Podem tentar uma mudança à vontade que haverão sempre medidas que os obrigue a não avançar. Infelizmente.

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Fala-se que está a começar um êxodo em Donetsk, vi há pouco no programa informativo da RTP1.

 

Por outro lado, essa situação da Grécia parece-me algo preocupante, não sei se terá sido uma medida de retaliação, mas estou ansioso para ver o desfecho. Agora, o Tsipras é que me parece que vai ficar em maus lençóis, apresentou um conjunto de promessas e está a tentar cumpri-las, todavia está a encontrar demasiados entraves. Vamos ver como reagem os gregos.

 

PS: Acabei de ler a biografia do Rui Rio e recomendo, especialmente o último capítulo que é uma entrevista do autor (Mário Jorge Carvalho) ao biografado.

 

BCE deixa de aceitar dívida pública grega como garantia nos empréstimos aos bancos

 

Medida pode deixar bancos gregos com dificuldades em financiar operações e levar à venda apressada desta dívida. BCE manda bancos gregos pedirem ao Banco central da Grécia.

 

O Banco Central Europeu suspendeu hoje a dispensa das regras de rating mínimo no uso da dívida pública grega como garantia nos empréstimos do BCE à banca comercial, dizendo que “não é possível esperar-se nesta altura que a revisão do programa seja concluída com sucesso”. A decisão faz com que os bancos que têm dívida grega deixem de a poder dar como garantia ao BCE quando lhe pedem dinheiro emprestado. Falta de financiamento dos bancos gregos terá agora de ser compensada pelo Banco Central da Grécia. Ministério das Finanças da Grécia diz que a decisão coloca pressão no Eurogrupo.

 

No mesmo dia em que o ministro das Finanças da Grécia, Yanis Varoufakis, se deslocou a Frankfurt para falar com Mario Draghi, o banco central tomou uma decisão que vai complicar e muito a vida da Grécia, em especial dos bancos gregos. A decisão foi tomada pelo conselho de governadores, ou seja, todos os governadores dos bancos centrais, mais os seis membros da comissão executiva, onde se incluem Mario Draghi e Vítor Constâncio.

 

Com os constrangimentos nos mercados de financiamento, os bancos ficaram muito dependentes do BCE para conseguirem liquidez para financiar as suas operações. Os bancos nos países resgatados ficaram numa situação particularmente dedicada porque o BCE só aceita dívida pública que tenha um rating mínimo num determinado nível: acima de lixo. Se tivessem um dos seus ratings dados pela Moody’s, Standard & Poor’s, Fitch ou DBRS acima de lixo, bastava.

 

A crise levou a sérios cortes de rating e os pedidos de resgate financeiro não ajudaram nesse sentido, mas o BCE acabou por avançar com uma dispensa para os países sob resgate. Enquanto estivessem sob um programa de resgate, essa dívida continuava a poder ser utilizada pelos bancos, mesmo que o rating fosse inferior ao permitido, como colateral nas operações de cedências de liquidez conduzidas semanalmente.

 

Agora, o BCE mudou de ideias em relação à Grécia e num comunicado publicado hoje, diz que retirou esse ‘waiver’ em toda a dívida emitida ou garantida pela Grécia e diz que está só a cumprir as regras do Eurossistema.

 

“A suspensão está em linha com as regras existentes no Eurossistema, uma vez que não é possível esperar-se nesta altura que a revisão do programa seja concluída com sucesso”, diz o comunicado.

 

Ainda assim, garante, o estatuto de contraparte não foi retirado aos bancos gregos. Ou seja, os bancos gregos ainda podem pedir dinheiro emprestado ao BCE, mas só se apresentarem outras garantias que não sejam dívida pública grega ou dívida garantida pelo Estado grego.

 

Segundo BCE, esta regra entra em vigor no dia 11 de fevereiro, na próxima semana quarta-feira, altura em que vence o empréstimo atual (que é feito a uma semana).

 

O Ministério das Finanças da Grécia já reagiu, em comunicado, argumentando que “esta decisão coloca pressão no Eurogrupo para concluir rapidamente um novo acordo entre a Grécia e os seus parceiros que beneficie as duas partes”.

 

O Ministério liderado por Yanis Varoufakis diz que a decisão “não reflete qualquer desenvolvimento negativo no setor financeiro do país” e que surge após “dois dias de estabilização substancial”, e que a banca grega tem capital suficiente e está protegida de eventuais perturbações e escassez de liquidez através dos empréstimos de emergência do banco central grego.

 

”O Governo alarga todos os dias o leque de consultas com os seus parceiros e instituições a que pertence, permanece inabalável no seu objetivo de avançar com um programa de salvação social que honre o voto do povo grego e no desenho de uma política europeia que termine finalmente a atual auto-alimentada crise da economia social grega”, diz o comunicado.

 

O corte desta dívida não traz obrigatoriamente uma crise na banca grega, uma vez que o sistema bancário grego não está excessivamente exposto à dívida do seu país. De acordo com o Banco Central da Grécia, os bancos gregos têm 21 mil milhões de euros de dívida grega. Além disso, a dívida pública grega estava a ser usada como colateral nos empréstimos do BCE mas com um desconto considerável: o haircut aplicado chegava aos 40%.

 

Todos os outros ativos que os bancos gregos usavam continuam a ser igualmente válidos. O restante terá de ser financiado pelo Banco Central da Grécia e é isso mesmo que diz a instituição liderada por Mario Draghi: as necessidades extra que venham a ser detetadas nos bancos gregos podem ser cobertas através de empréstimos de emergência do Banco Central da Grécia, desde que cumpram as regras do Eurossistema.

 

Ou seja, o Banco Central da Grécia pode emprestar por si dinheiro aos bancos, mas o BCE pode opor-se caso a injeção de dinheiro no sistema com esse empréstimo possa colocar em causa as metas da inflação. Isto não quer dizer que o BCE tenha de dar autorização prévia. O BCE tem de ser informado, e, se decidir não se opor, a operação avança normalmente.

 

O Banco da Grécia exigirá, também, ativos como garantia aos empréstimos que der aos bancos mas não está limitado pelas regras do BCE. É este banco central que define os ativos que aceita e o haircut que lhes aplica.

 

No entanto, esta decisão pode trazer problemas aos Estado grego, não só porque passa uma mensagem de falta de confiança do BCE no futuro próximo da economia grega e que não continuará a apoiar a Grécia independentemente do programa de resgate avançar ou não, como pode levar ainda a uma venda generalizada da dívida pública grega. Com os investidores sem sequer poderem usar esta dívida como colateral e numa altura em que o futuro da dívida grega está em causa, a probabilidade de correrem para o mercado para venderem a preço de saldo é maior, o que faria com que os juros aumentassem substancialmente no mercado secundário, deixando a Grécia cada vez mais afastado dos mercados de financiamento, isto apesar do custo para servir a sua dívida até ser relativamente baixo.

 

O comunicado do BCE na íntegra:

 

Eligibility of Greek bonds used as collateral in Eurosystem monetary policy operations

 

ECB’s Governing Council lifts current waiver of minimum credit rating requirements for marketable instruments issued or guaranteed by the Hellenic Republic.

Suspension is in line with existing Eurosystem rules, since it is currently not possible to assume a successful conclusion of the programme review.

Suspension has no impact on counterparty status of Greek financial institutions

Liquidity needs of affected Eurosystem counterparties can be satisfied by the relevant national central bank, in line with Eurosystem rules

The Governing Council of the European Central Bank (ECB) today decided to lift the waiver affecting marketable debt instruments issued or fully guaranteed by the Hellenic Republic. The waiver allowed these instruments to be used in Eurosystem monetary policy operations despite the fact that they did not fulfil minimum credit rating requirements. The Governing Council decision is based on the fact that it is currently not possible to assume a successful conclusion of the programme review and is in line with existing Eurosystem rules.

 

This decision does not bear consequences for the counterparty status of Greek financial institutions in monetary policy operations. Liquidity needs of Eurosystem counterparties, for counterparties that do not have sufficient alternative collateral, can be satisfied by the relevant national central bank, by means of emergency liquidity assistance (ELA) within the existing Eurosystem rules.

 

The instruments in question will cease to be eligible as collateral as of the maturity of the current main refinancing operation (11 February 2015).

 

Esta não é a primeira vez que o BCE toma esta decisão. Em fevereiro de 2012, quando a Grécia estava a negociar com os credores privados a reestruturação da sua dívida e com os parceiros europeus e o FMI um segundo resgate, o BCE anunciou a suspensão desta dispensa. O resultado foi um aumento drástico do financiamento dado pelo Banco Central da Grécia aos bancos, precisamente através deste mecanismo que permite empréstimos de emergência (Emergency Liquidity Assistance ou ELA) a bancos com problemas de liquidez, desde que não tenham problemas de solvência.

 

O BCE viria a aceitar novamente a dívida pública grega e a dívida garantida pelo Estado grego como colateral, a 08 de março. A 20 de julho o BCE voltou a deixar de aceitar a dívida grega como colateral, mas desta vez só no final do ano é que viria a levantar a suspensão.

 

O comunicado do BCE a 28 de fevereiro de 2012:

 

Eligibility of Greek bonds used as collateral in Eurosystem monetary policy operations

 

The Governing Council of the European Central Bank (ECB) has decided to temporarily suspend the eligibility of marketable debt instruments issued or fully guaranteed by the Hellenic Republic for use as collateral in Eurosystem monetary policy operations. This decision takes into account the rating of the Hellenic Republic as a result of the launch of the private sector involvement offer.

 

At the same time, the Governing Council decided that the liquidity needs of affected Eurosystem counterparties can be satisfied by the relevant national central banks, in line with relevant Eurosystem arrangements (emergency liquidity assistance).

 

Marketable debt instruments issued or fully guaranteed by the Hellenic Republic will become in principle eligible upon activation of the collateral enhancement scheme agreed by the Heads of State or Government of the euro area on 21 July 2011, and confirmed on 26 October 2011, together with a number of other measures aimed at assisting Greece in its adjustment programme. This is expected to take place by mid-March 2012.

 

@Observador.pt

 

Tsipras diplomático em Bruxelas, alertas continuam nos bastidores (como aconteceu)

 

Varoufakis teve uma "troca de ideias proveitosa" com Draghi. Em Bruxelas Tsipras garantiu que respeita as "regras europeias". Mas há alertas sobre a situação financeira de Atenas. Veja como foi o dia.

 

O ministro das Finanças da Grécia esteve reunido com o presidente do Banco Central Europeu (BCE), Mario Draghi, num encontro decisivo em que Yanis Varoufakis terá pedido autorização ao banco central para viabilizar um plano de financiamento de curto prazo. No final do encontro, Varoufakis disse, apenas, que teve uma “troca de ideias proveitosa” com Mario Draghi e que saiu da reunião “encorajado”. Ao mesmo tempo, Alexis Tsipras encontrou-se com Jean-Claude Juncker e Martin Schulz, e desse encontro saíram apenas declarações que mostram um grande otimismo de que será possível chegar a um acordo em breve.

 

O plano de Yanis Varoufakis passaria por levar o Tesouro grego a emitir mais dívida de curto prazo, que seriam os bancos gregos a absorver e, depois, os bancos levariam esses títulos até Frankfurt para obter nova liquidez. Para isso, contudo, Varoufakis precisa que o BCE aumente o limite máximo da dívida de curto prazo grega que pode ser usada como colateral no BCE. Algo que o Financial Times já indicou, na noite de terça-feira, que o BCE não irá aceitar. Varoufakis não disse se Draghi aceitou este plano.

 

No final do dia, porém, voltaram a sair notícias em vários órgãos de comunicação prestigiados, com dirigentes europeus a alertar para o pouco tempo que Atenas tem para resolver os problemas financeiros. Sem acordo com o BCE e recusando a extensão do programa de assistência, o Governo grego pode ficar sem financiamento a curto prazo – para mais depois de uma emissão de curto prazo esta manhã que não foi fácil.

 

Esta quinta-feira Varoufakis reúne-se com o ministro das Finanças alemão, num encontro que promete tensão.

 

@Observador.pt

 

Joe Biden não acredita em “solução militar” para a crise na Ucrânia

 

O vice-presidente norte-americano Joe Biden disse em entrevista a um jornal alemão que acredita que não há uma "solução militar" para a crise na Ucrânia, apesar da armas enviadas pelos Estados Unidos.

 

O vice-presidente norte-americano Joe Biden disse em entrevista a um jornal alemão que acredita que não há uma “solução militar” para a crise na Ucrânia, numa altura em que o país espera carregamentos de armas enviadas pelos Estados Unidos.

 

“Nós dissemos, logo após o seu início, que não haveria solução militar para esta crise”, declarou Joe Biden, em entrevista ao diário Süddeutsche Zeitung (SZ), acrescentando que os Estados Unidos “não têm qualquer interesse numa escalada militar” e que insistem para que aconteça o contrário.

 

O vice-presidente dos EUA clarificou que o país pode limitar-se a fornecer “uma ajuda dentro do domínio da segurança”.

 

De acordo com o jornal, que transcreve a entrevista em discurso indireto, isso poderá significar que os Estados Unidos não farão mais do que aquilo que fizeram até agora, fornecendo coletes à prova de bala, equipamento médico e aparelhos de visão noturna, por exemplo.

 

No entanto, na audição no Senado norte-americano para nomeação como chefe do Pentágono, Ashton Carter afirmou que os Estados Unidos devem fornecer armas à Ucrânia para combater os separatistas pró-russos.

 

Washington tem dito que ainda não decidiu se envia ou não armas para o país do leste europeu em crise com a Rússia para ajudar as forças ucranianas que combatem os separatistas pró-russos, mas o ministro da Defesa indigitado foi muito frontal, declarando perante o Senado sentir-se “muito inclinado a seguir nessa direção”, porque acredita que os Estados Unidos devem ajudar os ucranianos ” a defender-se”.

 

A Casa Branca já veio, no entanto, frisar que uma decisão sobre o envio das armas cabe, em última análise, ao comandante-em-chefe das Forças Armadas, ou seja, ao presidente norte-americano Barack Obama.

 

Biden deverá encontrar-se no sábado com o presidente da Ucrânia, e a chanceler alemã Angela Merkel, à margem da conferência internacional sobre segurança, em Munique, sul da Alemanha.

 

O secretário de Estado norte-americano John Kerry é esperado hoje em Kiev, onde deverá encontrar-se com o presidente ucraniano Porochenko, assim como com o primeiro-ministro Arseni Iatseniouk.

 

Numa outra entrevista, a outro jornal alemão — o diário Die Welt — a ser publicada hoje, o presidente Porochenko apela aos membros da NATO a enviar armas para a Ucrânia para que se possam “defender do agressor”.

 

Numa deslocação na terça-feira à cidade de Kharkiv, limítrofe à zona de conflitos na Ucrânia, Porochenko afirmou não ter “qualquer dúvida” sobre um envio de armas para a Ucrânia pelos Estados Unidos para combater os separatistas pró-russos.

 

A Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE), que também está envolvida nas conversações de paz, juntamente com a Rússia, referiu que os negociadores dos rebeldes pró-russos “não estão ainda preparados para discutir a implementação de um cessar-fogo e a retirada das armas pesadas”.

 

O Ocidente, especialmente os Estados Unidos e a União Europeia, impuseram sanções à Rússia por estar, alegadamente, a ajudar os rebeldes, com armas e tropas, no leste da Ucrânia, sobretudo em Donetsk e Lugansk. A Rússia nega todas as acusações.

 

Os combates no leste da Ucrânia, desde abril, já provocaram a morte de mais de 5.100 pessoas.

 

@Observador.pt

 

Juízes admitem que Soares tenha cometido crime com "ameaça" a Carlos Alexandre

 

"Carlos Alexandre que se cuide", escreveu Mário Soares no DN. Poderá estar em causa um crime de coacção a um titular de um órgão de soberania, mas a associação de juízes remete a eventual instauração de um inquérito para o "entendimento" da PGR.

 

A Associação Sindical dos Juízes Portugueses (ASJP) lamentou nesta quarta-feira as declarações do ex-Presidente da República Mário Soares sobre o juiz Carlos Alexandre, considerando que se tratou de uma “ameaça” ao magistrado que ordenou a prisão preventiva de José Sócrates. “Os juízes portugueses não podem silenciar a ameaça hoje [terça-feira] proferida ao juiz Carlos Alexandre”, diz a associação num comunicado enviado nesta quarta-feira.

 

“O juiz Carlos Alexandre que se cuide”, escreveu Mário Soares num artigo de opinião publicado na terça-feira do Diário de Notícias. Questionado pelo PÚBLICO, o presidente da ASJP, Mouraz Lopes, admite que, “como é lógico e evidente lendo a lei”, as declarações de Soares poderão eventualmente configurar um crime de coacção sobre um titular de um órgão de soberania.

 

No artigo, Soares fala da prisão preventiva aplicada a Sócrates e questiona os motivos da detenção do ex-primeiro-ministro, criticando as decisões do juiz de instrução criminal.

 

Mouraz Lopes, que sublinha não ser a primeira vez que Mário Soares “profere declarações lamentáveis” no âmbito deste caso, remete, porém, a questão para o “entendimento da Procuradoria-Geral da República (PGR)”, já que “o crime é de natureza pública”, ou seja, não depende de queixa, podendo o Ministério Público instaurar um inquérito-crime logo que tenha conhecimento da situação. O PÚBLICO aguarda respostas da PGR e do ex-presidente da República, a quem enviou perguntas através da Fundação Mário Soares.

 

O Código Penal prevê quanto ao crime de coacção sobre um titular de um órgão de soberania uma pena de prisão de um a oito anos para quem “por violência ou ameaça de violência impedir ou constranger o livre exercício das funções de um órgão de soberania”. Já o crime de coacção sobre funcionário do Estado é público, enquanto o crime de ameaça depende de queixa. O PÚBLICO sabe que o juiz Carlos Alexandre não vai apresentar participação.

 

Em comunicado, a ASJP recorda que “os juízes são titulares de órgãos de soberania” e que “no exercício da sua função garantem os direitos de todos os cidadãos”. Mouraz Lopes sublinha também que “não há hipótese de dupla interpretação das palavras [de Soares] e o que “o que ali está [no artigo de opinião] é uma ameaça”.

 

"[A opinião da ASJP está] em consonância com a posição de Carlos Alexandre, com quem falámos”, explica Mouraz Lopes, acrescentando que a associação “não costuma comentar comentários, mas que desta vez foi ultrapassado o limite do razoável” em declarações feitas por “alguém que tem especiais responsabilidades como ex-Presidente da República e actual conselheiro de Estado”.

 

No comunicado, a ASJP recorda que “Portugal é um Estado de direito” e que “no Estado de direito os juízes cumprem a lei e apenas a lei”.

 

Os juízes “não estão nem nunca estiveram acima da lei. Ao longo de 41 de democracia demonstraram-no diariamente”, alegam ainda os juízes, recordando que “é no respeito do exercício e do funcionamento das instituições que está o limite entre o Estado de direito e o totalitarismo”.

 

Sócrates está em prisão preventiva há mais de dois meses no âmbito de um processo em que está indiciado por fraude fiscal qualificada, corrupção e branqueamento de capitais.

 

@Publico.pt

 

Portugal recuperou um em cada dez empregos perdidos

 

Entre a crise financeira de 2008 e 2013, Portugal perdeu 687 mil postos de trabalho. Embora o ano passado tenha trazido 70 mil empregos, essa recuperação do mercado de trabalho representa apenas 10% da destruição dos anos anteriores.

 

O mercado de trabalho português está a recuperar. Embora o emprego tenha sofrido um revés no último trimestre do ano, os valores globais de 2014 estão bem acima do ano anterior.

 

@JornaldeNegocios.pt

 

Moreira Rato acreditou que o BES podia ser salvo até ao fim

 

João Moreira Rato diz que saíram do banco seis mil milhões de euros até à aplicação da medida de resolução. A gestão trabalhou numa solução privada, até 1 de agosto, mas não houve tempo para testar.

 

João Moreira Rato adianta que o Banco de Portugal não consultou a administração do Banco Espírito Santo (BES) antes de aplicar a medida de resolução. O então administrador financeiro assegura que a hipótese de resolução nunca foi discutida. A recapitalização pública seria uma possibilidade de apoio de último recurso. Na audição da comissão de inquérito ao BES, Moreira Rato quantificou ainda a saída de depósitos do banco: cerca de seis mil milhões até à medida de resolução, dia 1 de agosto. E quando deixou de acreditar que o BES poderia ser salvo? A 1 de agosto, quando foi informado da resolução.

 

A gestão do banco acreditou e trabalhou até ao fim no cenário de recapitalização privada que nunca chegou a ser testada, realça em resposta a perguntas da comissão parlamentar de inquérito aos atos de gestão do BES e do GES. Moreira Rato admite que uma solução privada demoraria três meses a concretizar, exigiria uma assembleia geral e due diligence por parte dos investidores. O gestor lembra que outros bancos sobreviveram algum tempo sem cumprir os rácios de capital e sem o estatuto de contraparte.

 

Sobre a recompra das obrigações do BES realizada nas últimas semanas do banco e que só pararam por ordem do Banco de Portugal, e que provocaram centenas de milhões de euros de perdas ao banco, Moreira Rato diz que essas recompras foram feitas porque a área comercial invocava a necessidade de manter confiança dos clientes, a quem foi criada a expetativa de recompra. E quem foi responsável pela montagem do esquema das obrigações? Moreira Rato remete para a reunião da comissão executiva em que Isabel Almeida remete para o seu superior hierárquico (Morais Pires).

 

Moreira Rato trocou a presidência do IGCP (Agência para a Gestão da Tesouraria e Dívida Pública) pela administração do Banco Espírito Santo (BES), porque lhe pareceu um desafio profissional que permitiria à sua família continuar em Portugal, depois de cumprido o seu mandato no IGCP.

 

O gestor, que assumiu funções de administrador financeiro do BES na gestão liderada por Vítor Bento, está esta quarta-feira na comissão parlamentar de inquérito aos atos de gestão do BES e do GES.

 

@Observador.pt

Editado por Vaart

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No Parlamento Grego está a decorrer a cerimónia de tomada de posse. Pela primeira vez na história, uma maioria dos deputados 135/300 prefere fazer o juramento civil e não o religioso.

 

Entretanto o Governo Grego sobre a medida do BCE veio dizer que é uma medida unilateral que põe pressão em todos os lados e não apenas do lado Grego. Ou seja, agora a bola está no campo dos politicos e os governos Europeus ainda podem aceitar os termos propostos pela Grécia.

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Bruxelas revê em alta o crescimento de Portugal para 2015: 1.6%

Comissão Europeia prevê que défice português, em 2015, será de 3.2%.

Editado por Vaart

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Guest Dpitz

Os de Lugansk quase de certeza têm um avião, já houve fotos a serem publicadas e tudo. Agora se voa é que não sei.

Não devem ter pilotos/condições para o fazer voar...pq ter um avião/F.A. faz toda a diferença numa guerra :mrgreen:

 

 

Btw, a Grécia já avisou a UE e os EUA que não quer sair da NATO.

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Não devem ter pilotos/condições para o fazer voar...pq ter um avião/F.A. faz toda a diferença numa guerra :mrgreen:

 

 

Btw, a Grécia já avisou a UE e os EUA que não quer sair da NATO.

Pilotos arranjavam de certeza, nem que fossem Sérvios. Até o Khadaffi tinha pilotos veteranos dos Balcãs. E Russos também não iam faltar. Duvido é que mesmo que tenham um avião em condições arrisquem voar, os sistemas anti-aéreos do exército Ucrâniano ainda devem estar a funcionar e para além disso podia ser visto como uma escalada do conflicto que fizesse com que os EUA finalmente, pelo menos a nivel oficial, dessem armas aos Ucrânianos.

Quem quase já não tem força aérea também são os próprios Ucrânianos porque no inicio do conflito aquilo foi uma razia...

 

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Bookmaker Paddy Power has cut its odds on Greece leaving the euro in the next three years.

 

It is now offering 3/1 on Grexit , down from 4/1. The odds on Greece holding another general election in 2015 have been also cut from 11/4 to 9/4.

 

A spokesperson for Paddy Power said:

 

“The Greeks haven’t been this cornered since the battle of Thermopylae and further pressure from the ECB could lead to Syriza backtracking on their commitment to keep Greece in the Eurozone.”

Editado por antifa

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Uma nota sobre o desemprego:

 

Inatividade pesa cada vez mais na descida do desemprego

 

Oficialmente, há duas formas de sair do desemprego: ou arranjando trabalho ou passando a um estado de inatividade, como voltar a estudar, passar à reforma, abraçar tarefas "domésticas".

 

Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), durante 2014, a redução do desemprego deveu-se, em muito, à passagem de desempregados para um estado de inatividade e não tanto a um fulgor crescente na contratação. Em média, em 2013, transitaram 14,4%; em 2014, 16,1% dos desempregados saíram dessa situação ao fim de um trimestre, abandonando simplesmente a população ativa.

 

Aliás, a percentagem de pessoas que saiu do desemprego para uma situação de emprego - embora seja naturalmente mais importante do que a cadência da inatividade - caiu entre o terceiro e o quarto trimestre. E já tinha acontecido o mesmo no período imediatamente anterior, o que sinaliza menor capacidade do mercado de trabalho em absorver quem não têm emprego.

 

A rarefação do crédito, a falta de novos investimentos e a condição de subcapacidade em que se encontram muitas empresas (problemas repetidamente apontados pelo FMI e por Bruxelas) explicam o que está a acontecer. As perspetivas de contratação para os próximos três meses também são negativas, dizem os inquéritos aos empresários.

 

Como desceu o desemprego no último trimestre

 

Assim, mostra o INE, no quarto trimestre, saíram mais de 111 mil pessoas do desemprego para o grupo dos inativos (16,2% dos desempregados no trimestre precedente), um movimento que foi crucial para que o desemprego total não fosse pior do que o registado.

 

No último trimestre do ano, o mercado de trabalho absorveu 20% dos que estavam desempregados no terceiro trimestre, cerca de 137,8 mil pessoas. Nos dois trimestres precedentes, as percentagens foram 20,9% e 20,8%, respetivamente.

 

Os restantes desempregados (63,7% ficaram na mesma situação em que estavam no trimestre anterior (terceiro).

 

Desemprego total e jovem sobem

 

Entre o terceiro e o último trimestre, o desemprego total subiu de 688,9 mil para 698,3 mil casos , tendo a respetiva taxa piorado de 13,1% para 13,5%. A taxa de desemprego jovem aumentou de 32,2% para 34%.

 

Relativamente ao desemprego total, o INE reparou que "o acréscimo trimestral verificado no quarto trimestre de 2014 contraria o período de seis trimestres consecutivos de taxas de variação trimestral negativas da população desempregada". Na taxa propriamente dita aconteceu o mesmo: foi interrompido um ciclo de ano e meio de recuperação.

 

"Números que dão esperança e confiança"

 

O ministro do Emprego, Pedro Mota Soares, optou ontem por destacar a descida anual do desemprego - "fechámos o ano passado com uma taxa de desemprego muito abaixo da do início do ano", "cerca de 130 mil pessoas saíram da situação de desemprego, o que é um facto assinalável". E referiu que a descida "é muito importante para dar esperança e confiança a quem está nesta posição".

 

Mas, Portugal ainda tem 534 mil pessoas que estão, na prática, sem emprego e nas margens do mercado de trabalho. No quarto trimestre de 2014, os números são: 251,7 mil pessoas em subemprego, 24,6 mil inativos à procura de emprego, mas não disponíveis, e 257,7 mil inativos disponíveis, mas que não procuram emprego. Se contassem para o desemprego oficial, a taxa seria 23,8%.

 

Subempregados

 

A subida mais expressiva acontece no subemprego, o grupo de pessoas que, estando a trabalhar a tempo parcial, dizem que desejam ou precisam de trabalhar mais horas. Um trabalho em part time tem uma duração média de quatro horas diárias.

 

Tratam-se pois de pessoas que terão um horário muito curto e uma remuneração em conformidade.

 

No quarto trimestre esse contingente de quase desempregados aumentou 8% (mais 19,6 mil), para 251,7 mil casos. Em termos homólogos a situação é pouco melhor, encolhendo 2,9%.

 

Ambos os segmentos de inativos também caíram em termos homólogos, o que indica uma melhoria do panorama deste desemprego sombra.

Mas com um ritmo de criação de emprego de apenas 0,5% na economia como um todo (variação homóloga no quarto trimestre de 2014), a referida melhoria -- apesar de refletir alguma da retoma fraca do emprego -- terá mais a ver com outros fatores, como a passagem à reforma, pessoas que voltaram a estudar e com a emigração.

 

@DinheiroVivo.pt

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Tweet de há 2 anos atrás:

 

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hell no! ups...

 

Editado por Ego Sum

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O Krugman, nobel da Economia em 2008, defende as medidas da Grécia, dizendo que estas deviam até ser mais radicais ainda, estando a Alemanha e FMI's a ser o lado errado da questão.

 

Artigo interessante dele, recomendo a leitura.

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