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Guest Dpitz

Tópico da Política e Economia

Publicações recomendadas

Desaparecer, não desaparecem, porque o Paulo Portas tem lábia suficiente para recuperar alguma reputação. Porém, vão perder bastante eleitorado, basta ver que eles devem ver fugir, especialmente nas legislativas, algum do seu anterior eleitorado preferencial - pensionistas e forças de segurança.

rato como é desaparece de cena se perderem as eleições, quando as coisas correrem mal para o PS volta a aparecer. 2005-2007 outra vez.

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É que o Portas é um tipo matreiro com estas m*rda. Em 1999 tinha a coligação com o Marcelo pronta e depois passou-se e mandou a coligação com os porcos.

 

Mas quanto à questão levantada pelo Antifa, é importante mas acho que o CDS não vai ficar irrelevante enquanto la tiver o Portas mas isso pode acontecer com alguém sem a lábia do POrtas.

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A Avianca, detida pelo Efromovich, anunciou que encomendou 100 A320 à Airbus.

 

Pode ser um sinal de interesse na TAP. De facto, não é de todo normal uma companhia da América do Sul comprar tantos Airbus, fabricante favorito da TAP.

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f*da-se esse prof da FEP, ai jesus... Metam aí a foto dele por favor que eu quero-o reconhecer se algum dia me cruzar com ele na rua.

 

que bad boy que tu és...

 

 

É que o Portas é um tipo matreiro com estas m*rda. Em 1999 tinha a coligação com o Marcelo pronta e depois passou-se e mandou a coligação com os porcos.

 

Mas quanto à questão levantada pelo Antifa, é importante mas acho que o CDS não vai ficar irrelevante enquanto la tiver o Portas mas isso pode acontecer com alguém sem a lábia do POrtas.

 

alguma vez o CDS deixa de ter relevancia em Portugal? PCP, PS, PSD e CDS vão ser o espectro politico por muitos e longos anos, sendo que da mesma forma que o PCP faz falta para algumas questões (nem que seja para nos rirmos do Bernardino) o CDS faz exctamente a mesma função a direita. Nas proximas eleições o CDS volta a ter os 9% da praxe

 

acabar acaba esse BE/Livre ou como diabo aquilo se chama, ficam todos abaixo dos 2,5% e ninguem tem lugar na assembleia...e ainda bem que esses é que não fazem lá falta nenhuma.

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Um dos poucos problemas do CDS é, quando sair o PP, haver uma guerra de sucessão entre os seus delfins (Nuno Melo, João Almeida...).

 

Eu também quero ver como o CDS se vai aguentar após duas campanhas eleitorais sem propaganda própria, legislativas e presidenciais. Com um bocado de sorte e caso apareça alguma força de direita alternativa (Marinho Pinto?) ainda desaparecem ou voltam a ser o partido do taxi.

vendo bem são 3 se contares com as europeias.

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Claro que a data do lançamento da biografia não é inocente. O que eu sei é que o Paulo Portas que fazia e acontecia e era 'matreiro' e sei lá mais o quê está há dois anos emprateleirado e continua a engolir sapos.

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Toda a gente sabe que Passos e Portas não são os melhores amigos.

Agora não alcanço a necessidade desta biografia sair assim, a meses das eleições, com estas informações "secretas", correndo-se o risco de rebentar com uma coligação oficializada à duas semanas. Ou o Passos é um narcisista de primeira, e em primeiro lugar está a vontade de cavar a sepultura ao Portas, ou então o timing para isto é terrível, e mal escolhido.

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As eleições no UK, pelo que tenho visto das sondagens, vão ser interessantes.

 

A um dia das eleições no Reino Unido, as últimas sondagens dão ainda um empate técnico entre conservadores e trabalhistas - e são cada vez claras sobre as dificuldades em formar um governo maioritário.

 

@360º - Observador

 

Carlos Alexandre diz que pode estar a ser espiado por organização secreta

 

O juiz foi chamado à Relação para responder a uma denúncia anónima por violação do segredo de justiça. As informações privilegiadas que chegaram à PGR levam Carlos Alexandre a suspeitar de espionagem.

 

O juiz Carlos Alexandre disse à procuradora do Tribunal da Relação de Lisboa que pode estar a ser vítima de espionagem por parte de uma organização secreta. Em causa, está uma carta anónima que chegou à Procuradoria-Geral da República onde eram reveladas informações privilegiadas envolvendo, entre outras coisas, o círculo mais próximo do ‘superjuiz’.

 

Durante uma audição que demorou quatro horas e meia, o juiz terá sido desafiado pela procuradora que dirigia o inquérito a pronunciar-se sobre os presumíveis autores da carta anónima que desencadeou este processo. Nessa carta, dizia-se que Carlos Alexandre estaria a ser controlado por um jornalista da revista Sábado, depois de este ter desvendado factos comprometedores relacionados com os bens pessoais do juiz. De mãos e pés atados, o juiz teria passado informação confidencial sobre os processos judiciais em curso, como o dossier BES/GES e a Operação Marquês que envolve o antigo primeiro-ministro José Sócrates.

 

Ora, de acordo com o jornal Público, Carlos Alexandre não se escusou a responder às perguntas da magistrada e revelou as suspeitas sobre a existência da tal organização secreta. Isto porque, terá dito o juiz, só uma organização dessa natureza e com esses meios conseguiria ter acesso ao número do processo atribuído pela justiça à primeira denúncia ou à identidade dos presentes nos jantares de confraternização em que costuma participar em Mação.

 

Esta é a segunda vez em poucos meses que Carlos Alexandre é chamado à Relação de Lisboa para responder a uma denúncia anónima por violação do segredo de justiça. Esta carta, assinada por altura do Natal passado, surge na sequência de uma primeira carta anónima enviada também para os mesmos serviços judiciais. Nela, era denunciado o hábito de Carlos Alexandre de almoçar com jornalistas para revelar informações sobre os processos sob segredo de justiça, lembra o mesmo jornal.

 

Confrontado com esta e a mais recente denúncia, o juiz fez questão de revelar à magistrada responsável pelo inquérito todos os detalhes sobre as suas fontes de rendimento, os bens que tem em seu nome e quantos empréstimos contraiu para comprar habitação e apartamento de férias, avançam o Público e o jornal I, que noticiam datas diferentes para estas revelações. Carlos Alexandre disse ainda que nunca ficou refém de “qualquer congregação ou obediência”.

 

A responsável pelo inquérito arquivou a denúncia anónima por entender que ela podia ser encarada como uma vingança ou uma forma de pressão, tendo como “único fito” a desacreditação de de Carlos Alexandre.

 

@Observador.pt

 

Esta é a segunda denúncia contra o "super-juiz" Carlos Alexandre. Se voltarmos atrás no tempo, até Março, encontramos outra notícia interessante relativamente à mesma pessoa.

 

Envenenado cão do juiz Carlos Alexandre

 

Segundo a Sábado, as ameaças ao juiz Carlos Alexandre não param. Depois da pistola em cima da fotografia dos filhos e da tentativa de atropelamento da mulher, desta vez envenenaram-lhe o cão "Bart".

 

É encarada como mais uma ameaça a Carlos Alexandre, “Bart”, o cão do juiz, foi envenenado e acabou por morrer na semana passada.

 

As primeiras ameaças ao único juiz do Tribunal Central de Instrução Criminal (TCIC) que acumula os processos criminais mais mediáticos, surgiram em 2005. Nessa altura, invadiram-lhe a casa no concelho de Oeiras e uma pistola apareceu pousada em cima da fotografia dos filhos. Não levaram nada, apenas remexeram alguns papéis. Depois, foi a tentativa de atropelamento da mulher nas imediações do emprego. A partir dessa altura, Carlos Alexandre passou a ser acompanhado por seguranças pessoais da Polícia de Segurança Pública (PSP) e equacionou-se em dezembro de 2014, a extensão da proteção à família mais próxima, afirma o Público.

 

O episódio mais recente de ameaças ao responsável pelo caso Monte Branco, Vistos Gold, Operação Furacão ou Operação Marquês, foi o envenenamento de “Bart”, o cão que lhe tinha sido oferecido pelo procurador João Melo. O animal morreu envenenado com veneno de ratos que se suspeita tenha sido atirado para o quintal da casa de Carlos Alexandre misturado com um alimento, afirma a revista Sábado. Após ter sofrido durante algumas semanas, o animal acabou por morrer na semana passada.

 

@Observador.pt

 

“Acredito no Estado Social mas isso nunca significa ter acesso a tudo”

 

Leonor Beleza defende que é necessário encontrar os meios para tratar melhor as pessoas, mas, simultaneamente, não gastar mais dinheiro. Nem todos poderão ter acesso a tudo.

 

Na Fundação Champalimaud respira-se esperança. É ali, encostada às margens do Tejo, que alguns dos melhores cérebros do mundo estão de olhos postos no desconhecido. Trabalham com bravura para conhecer melhor o cérebro, tratar melhor as doenças. Curar o cancro, um dia. E há esperança. As portas da Fundação estão abertas para todos, mas nem todos os que precisam podem entrar. Um dia pode ser diferente. Mas isso depende do Governo, diz Leonor Beleza. A presidente da Fundação deu uma entrevista ao Económico na qual defende que é necessário "encontrar meios de tratar melhor as pessoas e de não gastar mais dinheiro".

 

Quando é que a Fundação Champalimaud vai abrir portas a todos os doentes?

A Fundação tem as portas todas abertas. O problema não é do nosso lado. Recebemos muitos doentes vindos de muitos lados, quer de fora, quer de dentro do país. Do nosso ponto de vista nada está fechado a coisíssima nenhuma, excepto a nossa capacidade de tratar as pessoas, que é grande, mas que tem o seu limite.

 

O que trava então o acordo-chapéu entre a Fundação Champalimaud e o Governo, para a Fundação receber utentes do Serviço Nacional de Saúde?

Há muitas pessoas que têm esse acesso, e há outras para quem isso é mais complicado, por causa dos custos envolvidos. O tratamento do cancro implica custos elevados. A questão que me coloca é do acesso das pessoas que primariamente se dirigem a outros hospitais do Serviço Nacional de Saúde. Essa é uma questão que está do lado do Ministério da Saúde. Não está do nosso lado. As coisas podem, um dia, ser de outra maneira. A única coisa que para nós é muito importante é que só aconteça por concurso público. Transparência completa. Mas não vivemos com nenhuma espécie de pressão em torno disso. Nenhuma. Quem decide como as coisas acontecem não somos nós.

 

À parte das questões políticas, não acha que todas as pessoas que têm cancro, poderiam ter acesso a melhores tratamentos, se esta parceria - entre a Fundação e o Governo - se concretizasse?

Não tenho de fazer esse julgamento. Não comparo nós com os outros. Aqui fazemos o melhor que podemos e tentamos fazer ao nível do melhor do mundo. A nossa missão é fazer o melhor possível. Mas não é à Fundação Champalimaud, que é uma entidade privada, que cabe tomar medidas de política da saúde. Isso há certamente quem resolva e saiba resolver bem. Da nossa parte há abertura. Mas isso só poderá, eventualmente, acontecer se for por concurso público. Não aceitamos que seja de outra maneira.

 

A radioterapia de sessão única - tratamento de vanguarda para o cancro disponível na Fundação não é indicado para todos os doentes. É possível que um dia todas as pessoas com cancro, que precisem deste tratamento, tenham acesso?

Acredito, profundamente, em sociedades que colocam ao serviço das pessoas doentes, muitos dos seus meios. Sou das pessoas que acreditam na expressão Estado Social. E acho que um país civilizado se caracteriza por entender que há um direito das pessoas, de uma maneira razoável, a ter acesso aos melhores cuidados de saúde. Isto não vai nunca significar ter acesso a tudo. Porque não vai ser possível que as sociedades modernas distribuam, por todos, tudo o que é teoricamente possível para permitir às pessoas viver mais um dia. Isso não é possível. Se em vez de administrar trinta vezes um tratamento, passar a administrá-lo uma vez só, repare no que isso pode significar do ponto de vista dos custos.

 

Implica menos custos...

Custa menos, evidentemente. O que é preciso são os equipamentos necessários e as pessoas necessárias. As máquinas são caras e os técnicos muito bons. Não existem por todo o lado, mas temos capacidade para ter isso. Os resultados ao nível do tratamento podem ser muitíssimo melhores, e ao nível dos custos, é menos caro. Temos de ser capazes de encontrar meios de tratar melhor as pessoas e de não gastar mais dinheiro. Provavelmente não vai haver mais dinheiro para gastar. Investir em inovação é extremamente rentável do ponto de vista de conciliar, tratar melhor as pessoas e gastar menos dinheiro. Se passarmos para o nível humano, que obviamente tem de ser ponderado, o tratamento é infinitamente mais cómodo. E os cientistas dizem-me que do ponto de vista biológico, o efeito do tratamento da radioterapia de dose única é bastante diferente do convencional, e que, a prazo, provavelmente, é mais eficaz do ponto de vista do aparecimento e disseminação de metástases.

 

É um tratamento revolucionário...

A radioterapia é tradicional e convencionalmente administrada em dezenas de doses. Mas hoje é possível, através dos meios sofisticados de imagem, saber com segurança que o tratamento que é aplicado é dirigido ao local do corpo onde é necessário: onde está o tumor ou as metástases. Através dessa tecnologia, é possível concentrar meios e administrar doses muitíssimo mais elevadas, em muito menos vezes. No limite, numa só vez. O tratamento leva escassíssimos minutos e a pessoa sai pelo seu pé sem ninguém lhe ter cortado o corpo.

 

@Economico.sapo.pt

 

Governador deve continuar? Presidente da comissão BES acha que sim

 

Em entrevista à Renascença, Fernando Negrão avança uma possível explicação para ainda não terem sido instaurados inquéritos-crime no caso BES.

 

O mandato do governador do Banco de Portugal, Carlos Costa, deve ser renovado, defende o presidente da comissão de inquérito parlamentar ao caso BES, Fernando Negrão, em entrevista ao programa “Terça à Noite” da Renascença.

 

Em vésperas de levar o relatório final da comissão a plenário para o debate final, Fernando Negrão defende que Carlos Costa deve manter-se no cargo até estarem encerrados todos os processos relacionados com o caso BES.

 

“O Dr. Carlos Costa acompanhou todo o processo desde o início. Ele está empenhado, como nós sabemos, no que diz respeito à venda do Novo Banco, portanto acho que deve acompanhar este processo até ao fim."

 

Sobre as consequências judiciais da comissão de inquérito ao caso BES, Fernando Negrão admite que tem conversado “uma vez ou outra” com a procurador-geral da República, Joana Marques Vidal, a dar conta do andamento dos trabalhos.

 

O deputado do PSD reconhece que Portugal tem “um problema grave de lentidão na justiça”, mas tem uma possível explicação para o facto de ainda não haver inquéritos-crime no caso BES.

 

"O que eu diria é que o Ministério Público, eventualmente, estará a aguardar que a comissão de inquérito termine. Estará à espera dos resultados das contra-ordenações e então a parte criminal poderá avançar. Esta pode ser a estratégia do Ministério Público e é a única explicação para os inquéritos-crime ainda não terem avançado como todos os portugueses estarão à espera."

 

Neste entrevista à Renascença, Fernando Negrão diz que os trabalhos da comissão emperraram nas ligações deste caso a Angola.

 

"Ficámos ali com um problema no que diz respeito ao BESA, que foi uma peça importante em toda esta questão e não foi possível chegar a conclusões."

 

O deputado social-democrata manifesta, no entanto, esperança numa articulação judiciária entre o Ministério Público português e o Ministério Público angolano, já que no que respeita à comissão de inquérito "de Angola não tivemos respostas da parte das autoridades oficiais".

 

@RR.sapo.pt

 

CDS irritado com Passos Coelho, mas coligação é irrevogável

 

Há duas versões do "verão frio de 2013": Passos diz que recebeu a demissão de Portas por sms e às 15.00; o CDS que foi de manhã e por carta. O "fogo amigo" vindo do timoneiro da coligação irritou o CDS.

 

O "fogo amigo" vindo do timoneiro da coligação irritou o CDS. Em declarações numa biografia autorizada - lançada ontem em Lisboa - Passos Coelho reavivou o fantasma da "crise do irrevogável", revelando que o líder do CDS Paulo Portas lhe comunicou a demissão por sms no verão de 2013. Na resposta, o CDS desmentiu, oficialmente, o primeiro-ministro. Apesar disso a coligação está no terreno (ver texto secundário) e é mesmo "irrevogável".

 

Há duas versões do "verão frio de 2013" - como é lembrado no livro - nos parceiros de coligação: Passos diz que recebeu a demissão por sms e às 15.00; o CDS que foi de manhã e por carta. O gabinete de imprensa centrista emitiu ontem uma nota oficial a dizer que "o pedido de demissão do então ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros aconteceu na manhã de 2 de julho de 2013, e foi naturalmente formalizado por carta".

 

Na mesma nota - conhecida uma hora após o lançamento do livro - o CDS acrescenta que Paulo Portas "não falou com a autora do livro, pelo que admite que a mesma tenha incorrido num lapso a que não atribui importância". Já antes, o incómodo do CDS tinha sido transmitido por dirigentes centristas.

 

"Tiro nos pés", "deslealdade", "vingativo", "não se percebe a utilidade". Estas são algumas das expressões mais utilizadas pelos dirigentes do CDS em declarações ao DN (todas em off, pois Portas - embora na Colômbia - aconselhou prudência às hostes) perante o conteúdo das declarações de Passos, no livro Somos o Que Escolhemos Ser, autoria de Sofia Aureliano, assessora do grupo parlamentar do PSD.

 

Mais demolidor só mesmo o on do "vice" do CDS Diogo Feio que disse ao Económico que "era bom também que o livro dissesse de que forma o primeiro-ministro informou Paulo Portas sobre o nome da nova ministra das Finanças". E deixou ainda escapar um: "Tudo isto começou com um sms..." Uma alusão ao facto de Portas se ter limitado a responder na mesma moeda a Passos por este o ter informado da escolha da nova ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque, também por sms.

 

Recuemos, literalmente, a esse capítulo ("Verão de 2013: a grande crise") e às polémicas palavras de Passos. "Fui almoçar e quando ia a caminho da comissão permanente, às 15.00, recebi uma sms do Dr. Paulo Portas a dizer que tinha refletido muito e que se ia demitir."

 

Passos sugere ainda que foi forçado a manter Portas, pelo que simbolizava politicamente: "Não havendo certeza sobre se Paulo Portas ficaria ou não à frente do CDS, era importante que a solução que encontrássemos o incluísse, porque eu não queria que a liderança do CDS estivesse ausente do governo."

 

Foi isto que irritou o CDS . Um dirigente nacional do CDS disse ao DN que, "no limite, até pode ser negativo é para o próprio Passos Coelho. Parece que está a dar um tiro nos pés. Pode haver quem pergunte: então foi coligar-se com alguém de quem pensa tudo aquilo?"

 

Um outro dirigente nacional do inner circle de Paulo Portas comentou a situação ao DN, dizendo que "Passos quis contar a sua versão, talvez um dia o CDS conte a sua". Ainda assim estes dirigentes consideram que a coligação "está imparável", que "não haverá leitura política", "nem causa perturbação".

 

Uma outra fonte da direção centrista disse ao DN que "entre os dirigentes do CDS ninguém percebe a utilidade de desenterrar a questão do irrevogável, sobretudo numa altura em que o líder do PS faz asneira atrás de asneira".

 

A mesma fonte diz que as declarações de Passos "são vistas como deslealdade e uma aparente necessidade de ajustar contas em público com o líder do CDS". Uma outra fonte centrista deixa no ar a ameaça: "A seu tempo, a outra versão não deixará de ser contada." Como disse um vice-presidente centrista e é subscrito pelos dirigentes ouvidos pelo DN, "a coligação deixou de ser assunto só de duas pessoas [Passos e Portas], não depende do estado de espírito de um ou de outro."

 

O PSD defendeu-se. Na apresentação do livro, a vice-presidente Teresa Leal Coelho - quando questionada pelos jornalistas sobre o "incómodo" do CDS - desculpou-se: "Não li o livro nem vi as notícias, mas uma coisa é certa: a coligação está forte e determinada em vencer as próximas eleições legislativas."

 

O assunto esteve tão na ordem do dia que, durante a visita de Estado à Noruega, até Cavaco Silva comentou, remetendo a sua versão dos factos para quando sair de Belém no próximo ano: "Só escreverei as minhas memórias depois de 9 de março de 2016."

 

E o chefe de Estado é visado por Passos que revela que Cavaco não admitia mexidas no governo sem um "entendimento" que envolvesse o PS de Seguro. Ou seja: condenado ao fracasso. A autora vai mais longe e diz que "Cavaco Silva deixou o governo em banho-maria durante os 20 dias de estéril negociação com o PS, cujo desfecho era, desde o início, absolutamente previsível".

 

@DN.pt

Editado por Vaart

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Estou curioso para ver se o SNP limpa tudo na Escócia. O Não no referendo pode ter sido a melhor coisa que lhes aconteceu.

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O Carlos Alexandre pode não ter ficado refém da maçonaria mas agora parece estar a braços com 'eles'.

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O Carlos Alexandre pode não ter ficado refém da maçonaria mas agora parece estar a braços com 'eles'.

 

Podes explicar? ;)

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Citação do jornal "Correio da Manhã" online

150px-Correiomanhalogo.png

Universidade demarca-se de professor racista

Faculdade demarca-se das declarações de Pedro Cosme Vieira, que escreveu ser necessário um país para a "pretalhada".

Os comentários racistas de um professor da Faculdade de Economia do Porto (FEP) no seu blogue pessoal estão a criar polémica. A FEP e a Universidade, apesar de garantirem nada ter a ver com as declarações do docente, vão analisar a conduta do professor, e a Procuradoria-Geral da República pondera abrir um inquérito (ver caixa).

Pedro Cosme Vieira, que escreveu comentários como ser preciso "construir um país com 50 milhões de habitantes algures dentro de Portugal para receber a pretalhada desse mundo fora", admite ao CM que é racista, mas que está a ser atacado no emprego, porque ninguém se interessa pelas suas opiniões. O blogue ‘Económico-Financeiro’ foi criado em 2010, mas só recentemente é que saiu do ‘anonimato’ depois de o docente ter sido citado por um deputado do PSD e por Francisco Louçã. "Existe um combate político em Portugal em torno das propostas irrealistas do António Costa para a governação do nosso país e eu tenho, ao longo dos últimos cinco anos e não só na semana passada, alertado os meus leitores para as incoerências desses programas que dizem ser possível poupar gastando mais, reduzir as despesas aumentando os gastos, aumentar a receita fiscal baixando os impostos", explica.

Num texto recente assume ser racista. "Sou racista como todas as outras pessoas e por isso é que ainda não vi manifestações a pedir que os refugiados que dão à costa em Itália venham para Portugal", adianta ao CM, desvalorizando as próprias opiniões. "Quantas pessoas pensarão que a solução para a sida é lavar a coisa com lixívia?" Segundo o Código Penal, difamar ou injuriar pessoas por causa da sua raça ou cor de pele é punível com pena de prisão até cinco anos.



As declarações deste senhor professor são totalmente execráveis. Editado por Vaart

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"Sou racista como todas as outras pessoas e por isso é que ainda não vi manifestações a pedir que os refugiados que dão à costa em Itália venham para Portugal"

 

Excelente argumento.

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O tipo é doido varrido. Tem, claramente, vários parafusos a menos. Um gajo que vai para as aulas fazer pinos e movimentos de karaté em vez de ensinar não é normal. Mas está a ser entalado à força toda por frases fora do contexto.

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Estou curioso para ver se o SNP limpa tudo na Escócia. O Não no referendo pode ter sido a melhor coisa que lhes aconteceu.

 

Isto.

 

se nenhum dos outros dois consegue maioria, que e o cenário mais provável, o SNP vai ter um importância como nunca teve no Parlamento. Acho que isto podera levar a independência da Escocia em 2017.

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Podes explicar? ;)

"Carlos Alexandre disse ainda que nunca ficou refém de “qualquer congregação ou obediência”

 

Com certeza que não se está a referir ao sindicato dos juízes ou com os amigos da paróquia de Mação onde, pelos vistos, costuma almoçar. Da mesma forma que quando se fala em "organização secreta" parece-me bastante óbvio que está a falar da organização menos secreta do mundo.

 

 

Em relação ao sr. prof., é isto que acontece quando se acha que se pode dizer tudo o que se pensa.

Editado por whatever

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Já apanhei :)

 

PS: Fusão, ele é de Mação, daí aquela referência.

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O tipo é doido varrido. Tem, claramente, vários parafusos a menos. Um gajo que vai para as aulas fazer pinos e movimentos de karaté em vez de ensinar não é normal. Mas está a ser entalado à força toda por frases fora do contexto.

 

Convenhamos que ele também não está a fazer muito para dar a volta a isso...

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Vejam é a página de FB dele :mrgreen:.

 

Não sei se estás a falar da mesma, mas quando por lá andava, aquilo havia uma página de gozo feita por alunos. Mas com ele nunca se sabe :mrgreen:

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Não sei se é uma página de gozo, pesquisei e apareceu-me aquele resultado.

 

Não faço ideia se é mesmo dele ou não.

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