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Guest Dpitz

Tópico da Política e Economia

Publicações recomendadas

Inacreditável. Deviam pedir a cabeça deste gajo.

 

E agora, eleições e a direita volta ao poder lá na Grécia?

E subida ainda maior da Aurora Dourada.

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Merkel diz que países do euro devem estar preparados para ceder soberania

 

"Temos de estar preparados para aceitar que a Europa tem a palavra final em certas áreas", defendeu a chanceler.

 

A chanceler alemã, Angela Merkel, disse nesta segunda-feira que os membros da zona do euro devem estar preparados para ceder o controlo de certos aspectos de política a instituições europeias, caso o bloco queira realmente superar a sua crise de dívida e recuperar os investidores estrangeiros.

 

Num encontro promovido pelo Deutsche Bank, em Berlim, ao lado do primeiro-ministro polaco, Donald Tusk, Merkel aproveitou para defender as posições que tem assumido face à crise contra quem a critica de dar demasiada ênfase à austeridade, ao dizer que a Europa deve encontrar um caminho que conduza tanto ao crescimento como a finanças sólidas.

 

Estas declarações surgem dois meses antes da reunião dos líderes europeus que irá acontecer em Bruxelas para discutir o caminho em direcção à chamada "união fiscal".

 

As expectativas são baixas, em parte porque um abrandamento da crise tem reduzido a pressão sobre os líderes europeus para que seja dado um grande salto no caminho da integração, mas também devido às diferenças entre a Alemanha e os seus parceiros, concretamente França, em relação aos próximos passos.

 

"Parece que conseguimos encontrar soluções comuns quando estamos a olhar para o abismo", disse Merkel.

 

"Mas assim que a pressão diminui, todos dizem que querem seguir seu próprio caminho."

 

"Temos de estar preparados para aceitar que a Europa tem a palavra final em certas áreas. Caso contrário, não seremos capazes de continuar a construir a Europa", acrescentou a chanceler.

 

Tusk disse que seria "perigoso" que outros países da Europa sintam que a Alemanha está a tentar impor o seu próprio modelo económico ao resto dos países. Mas Merkel negou, dizendo que a Europa é feita de culturas diferentes e economias com forças diferentes. A chave, acrescentou, é a Europa orientar-se para promover as melhores práticas.

 

Isso significa que a Alemanha aceite um mercado único para os serviços, um mercado de trabalho comum e sistemas de Segurança Social mais compatíveis, para que os europeus se possam movimentar de um Estado para outro sem se preocupar com as suas pensões.

 

“Não precisamos de abdicar de práticas nacionais, mas devemos ser compatíveis”, disse Merkel. “Da forma como está agora, é um caos.”

 

“Precisamos de estar prontos para romper com o passado e dar o passo em frente. Eu estou pronta para o fazer”, concluiu.

http://www.publico.pt/economia/noticia/merkel-diz-que-paises-do-euro-devem-estar-preparados-para-ceder-soberania-1592142

Editado por Mayday

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Inacreditável. Deviam pedir a cabeça deste gajo.

 

E agora, eleições e a direita volta ao poder lá na Grécia?

 

O Syriza deve ganhar. As pessoas querem continuar no Euro, sabem que este caminho era inevitável, podem é sentir-se traídas com as reviravoltas do Syriza mas o Tsipras deve ganhar eleição, até porque, o problema da Nova Democracia e PASOK não é apenas terem estado no governo no cumprimento dos resgates, o problema é que são partidos estruturalmente corruptos que conduziram a Grécia aos resgates, o Syriza não é, para já, um partido com estes vícios.

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Bravo. O D.Sebastião grego conseguiu um acordo ainda pior do que o proposto há 8 meses.

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E subida ainda maior da Aurora Dourada.

 

A Aurora Dourada tem perdido votos de 2012 para cá.

E além disso não é o que dizem as últimas sondagens, mas também estou a ver pouca gente a admitir abertamente ser pro-nazi :funny:

 

Atenção, que isto foi realizado uns dias após o referendo... não é de hoje. Cá vão as últimas sondagens.

 

Sondagens

Editado por Ticampos

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Inacreditável. Deviam pedir a cabeça deste gajo.

 

E agora, eleições e a direita volta ao poder lá na Grécia?

Fala-se que uma das opções caso se confirme uma revolta dentro do Syriza é a formação de um governo de unidade nacional, com metade do Syriza e metade Nova Democracia e To Potami, sem Tsipras como líder, que sirva apenas para assinar este acordo. Depois dessa assinatura haveriam novas eleições, no Outono provavelmente.

De qualquer forma isto passa facilmente no Parlamento mesmo que metade dos deputados do Syriza votem contra ou se abstenham.

Agora que é um golpe gigante é. Este acordo é precisamente o oposto do programa de governo que o partido apresentou nas eleições e vem contra a vontade de 61% da população.

 

Outra coisa, saiu hoje uma entrevista com o Varoufakis onde ele explica qual era o seu plano e como o Tsipras perdeu confiança nele na noite do referendo e decidiu recuar. Já hoje disse também que este acordo é um golpe de estado.

Aconselho MESMO a lerem: http://www.newstatesman.com/world-affairs/2015/07/exclusive-yanis-varoufakis-opens-about-his-five-month-battle-save-greece

 

“That very night the government decided that the will of the people, this resounding ‘No’, should not be what energised the energetic approach [his plan]. Instead it should lead to major concessions to the other side: the meeting of the council of political leaders, with our Prime Minister accepting the premise that whatever happens, whatever the other side does, we will never respond in any way that challenges them. And essentially that means folding. … You cease to negotiate.”

 

E as medidas que ele tomaria:

http://www.newstatesman.com/world-affairs/2015/07/yanis-varoufakis-full-transcript-our-battle-save-greece (full transcript)

 

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Editado por antifa

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Ou seja, estes camaradas eram muito bons antes das eleições, iam dar cabo da troika, mas depois baixaram-se como os outros.

 

 

Entenda-se que eu não disse aquilo como "boca" para quem defende o Syriza aqui, era mais um desabafo pelo facto de eles dizerem uma coisa e depois fazerem outra. Ou seja, como todos.

 

 

:biggrin:

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Antifa, Quantos deputados precisam de se revoltar para que haja convocação de novas eleições para outubro?

Editado por ascom

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Quantos deputados precisam de se revoltar para que haja convocação de novas eleições para outubro?

PASOK + ND + Potami = 106 diputados a favor de acuerdo con UE.

 

Tsipras necesita 43 diputados (de 162) entre Syriza y ANEL para pasarlo.

 

Da coligação toda só são precisos 43 deputados votarem a favor (e prevê-se que votem bastantes mais). Este seria um dos casos em que existiram de certeza novas eleições.

Mas mesmo em circunstâncias normais e com uma maioria de deputados do Syriza a votar a favor não sei se não irá haver eleições na mesma, já houve ministros em funções e até a presidente do Parlamento a anunciar que iam votar contra, daí que haja claramente roturas internas e desvios aos programa de governo que os elegeu que são suficientes para que haja essa necessidade.

 

edit.

 

Já agora, essa entrevista do Varoufakis tem uma parte muito importante sobre o caracter pouco democrático do órgão que de facto governa a UE, o Eurogrupo:

 

HL: What is the greatest problem with the general way the Eurogroup functions?

 

YV: [To exemplify…] There was a moment when the President of the Eurogroup decided to move against us and effectively shut us out, and made it known that Greece was essentially on its way out of the Eurozone. … There is a convention that communiqués must be unanimous, and the President can’t just convene a meeting of the Eurozone and exclude a member state. And he said, “Oh I’m sure I can do that.” So I asked for a legal opinion. It created a bit of a kerfuffle. For about 5-10 minutes the meeting stopped, clerks, officials were talking to one another, on their phone, and eventually some official, some legal expert addressed me, and said the following words, that “Well, the Eurogroup does not exist in law, there is no treaty which has convened this group.”

 

So what we have is a non-existent group that has the greatest power to determine the lives of Europeans. It’s not answerable to anyone, given it doesn’t exist in law; no minutes are kept; and it’s confidential. So no citizen ever knows what is said within. … These are decisions of almost life and death, and no member has to answer to anybody.

Editado por antifa

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Que as leis vão passar não tenho dúvida, a questão é se um número de deputados do Syriza se revolta incluindo nomes de peso, isso não será suficiente para o tsipras perder confiança e convocar novas eleições.

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Guest Dpitz
"Isto não é um golpe [de Estado]. É uma total, absoluta e incondicional rendição. É a derrota mais indigna de um governo europeu de esquerda desde a guerra. A total incapacidade para defender-se minimamente dos ataques incessantes da troika tem sido patética. É uma dura mas necessária lição: o europeísmo, e mais particularmente o "europeísmo de esquerda", leva à tragédia. Se a Grécia e a Europa querem ter um futuro terão de libertar-se das cadeias do euro e da UE".

 

Kouvelakis, membro do Comité Central do Syriza

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Eu até tinha alguma esperança que o Syriza viesse abanar com as políticas da Europa, mas afinal de contas veio a ser mais do mesmo.

Agora os PODEMOS e afins também devem começar a perder alguma da credibilidade que têm.

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Visitante

 

 

Li o artigo todo, bem como o Q&A. Good stuff, antifa :fixe:

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btw pessoal da Economia, expliquem lá bem o que são IOU's se faz favor e como foi a experiência quando a Califórnia as emitiu.

São títulos de divida emitidos como moeda alternativa? São apenas papeis com um valor virtual de uma moeda definida previamente? No futuro seriam trocados por moeda "a sério" ou serve apenas como dinheiro do monopólio?

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Quem se ressente fortemente com isto é o Podemos de certeza. Golpe duríssimo na Grécia. Cada vez mais odeio aquela ditadorazeca nojenta. Caráter abaixo de cão.

 

Tsipras vacilou, quem se salvou em termos de imagem pública foi o Varoufakis, e bem. O Tsipras teve medo, claramente, e a própria "demissão" do Varoufakis foi logo um ponto indicador disso mesmo, dias antes deste acordo terrível.

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Guest Dpitz

Quem se ressente fortemente com isto é o Podemos de certeza. Golpe duríssimo na Grécia. Cada vez mais odeio aquela ditadorazeca nojenta. Caráter abaixo de cão.

 

Tsipras vacilou, quem se salvou em termos de imagem pública foi o Varoufakis, e bem. O Tsipras teve medo, claramente, e a própria "demissão" do Varoufakis foi logo um ponto indicador disso mesmo, dias antes deste acordo terrível.

btw, o Varoufakis já veio a praça pública dizer que não se sentiu apoiado pelo Tsipras e que foi uma das causas para a demissão

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Se o que o Varoufakis diz é verdade... meu deus.

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Guest Dpitz
NOTA DO GABINETE DE IMPRENSA DO PCP, LISBOA

Sobre as decisões anunciadas pela Cimeira do Euro sobre a Grécia

13 Julho 2015

 

1. Face às decisões da Cimeira do Euro visando o início das negociações de um novo «memorando» para a Grécia, o PCP reafirma a sua condenação do processo de chantagem, de desestabilização e de asfixia financeira promovido pela União Europeia e o FMI visando impor ao povo grego a continuação do endividamento, da exploração, do empobrecimento e da submissão.

 

Um processo de ingerência e chantagem que não deixando de tirar partido de incoerências, contradições e cedências do Governo grego, e tendo tido contornos ainda mais graves nos últimos dias, revela a natureza política e objectivos do processo de integração capitalista na Europa e a profunda crise com que se debate. Um processo que evidencia que a União Europeia da solidariedade e da coesão não existe.

 

2. O PCP condena a actuação do Governo português e do Presidente da República de alinhamento com as imposições da União Europeia e do seu directório de potências. Uma actuação que, contando com a cumplicidade do PS, põe em causa o interesse nacional, e denuncia o objectivo de prosseguimento, em Portugal, da política de exploração, de empobrecimento e de submissão do País aos ditames do grande capital, da União Europeia e do FMI.

 

3. Independentemente de ulteriores análises e desenvolvimentos, as decisões agora anunciadas são profundamente contrárias às aspirações e interesses dos trabalhadores e do povo grego e à vontade de mudança de política expressa nas eleições de 25 de Janeiro e no referendo de 5 de Julho, representando a continuação e aprofundamento do caminho que levou a Grécia à actual situação de catástrofe social e económica e de delapidação dos seus recursos, património e riquezas, e que a mantém amarrada aos constrangimentos e condicionalismos do “Mecanismo de Estabilização Europeia”, do Euro, do Tratado Orçamental, da Governação Económica e do FMI.

 

O PCP regista que, perante a dimensão e natureza de dívidas insustentáveis, sejam as próprias instituições da UE a ter de admitir a possibilidade de alterar prazos e juros. Mas o PCP salienta e reafirma que a renegociação da dívida deve ser concretizada em favor dos trabalhadores e do povo e integrada numa política de crescimento económico, resposta a direitos sociais e desenvolvimento soberano e não a favor dos credores e usada como moeda de troca para mais exploração e empobrecimento.

 

4. O que o processo relativo à Grécia demonstra e o método e conclusões da Cimeira do Euro comprovam é que uma política verdadeiramente comprometida com os valores da justiça e progresso social, do desenvolvimento soberano e da democracia, exige a ruptura com os constrangimentos e condicionalismos do Euro e da UEM, ditados pelos interesses do grande capital financeiro e do directório de potências da União Europeia e profundamente atentatórios da soberania.

 

Um processo que demonstra não a inevitabilidade de uma postura de submissão perante as imposições e chantagens da União Europeia, mas sim a necessidade da resistência e da luta pela ruptura com políticas assentes nas desigualdades e no retrocesso económico e social.

 

5. O PCP expressa a sua solidariedade aos trabalhadores e ao povo grego e à sua luta contra as políticas de exploração, empobrecimento e submissão que lhe são impostas pela União Europeia e o FMI e por sucessivos governos ao serviço do grande capital.

 

6. A evolução da situação na União Europeia e o processo em torno da Grécia comprovam a validade e justeza da análise e das propostas do PCP, nomeadamente quanto à urgência de uma renegociação da dívida portuguesa nos seus prazos, montantes e juros (agora reconhecida por muitos como inevitável) e quanto à necessidade do estudo e preparação para a libertação do País da submissão ao Euro, de modo a resistir a processos de chantagem e a garantir a soberania monetária, orçamental e económica.

 

Em Portugal, só uma política patriótica e de esquerda pode assegurar o desenvolvimento e o progresso económico e social e romper com o caminho de declínio e de abdicação nacional que PS, PSD e CDS querem continuar. É esse caminho de afirmação soberana, sustentado na vontade, intervenção e força do povo português, que o PCP está determinado a trilhar assumindo todas as responsabilidades que o povo lhe entenda atribuir.

 

O PCP, confiando na força do povo português, e dos demais povos da Europa, tem a profunda convicção de que será possível construir uma Europa de cooperação entre Estados soberanos e iguais em direitos, de progresso, liberdade e de paz, assente nos valores da solidariedade, da justiça social, da democracia e do respeito mútuo.

Editado por Dpitz

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Greve geral da função pública na Grécia na quarta-feira, dia da votação das novas medidas no parlamento.

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btw pessoal da Economia, expliquem lá bem o que são IOU's se faz favor e como foi a experiência quando a Califórnia as emitiu.

São títulos de divida emitidos como moeda alternativa? São apenas papeis com um valor virtual de uma moeda definida previamente? No futuro seriam trocados por moeda "a sério" ou serve apenas como dinheiro do monopólio?

 

Daquilo que sei, e posso estar enganado, são notas de dívida em que fica contratualizado o valor e o(s) respectivo(s) credor(es), mas pode não ter (por norma não tem) qualquer prazo de reembolso e não garante sequer que o reembolso é feito em moeda.

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Já agora, olhar para os nulos é engraçado, 5,5%

O KKE nas ultimas eleições teve 5,4%

Estes gajos não brincam com a disciplina de voto.

 

yap são completos acéfalos...

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Fala-se que uma das opções caso se confirme uma revolta dentro do Syriza é a formação de um governo de unidade nacional...

 

"Fala-se", "Diz-se"...

E referires a fonte da informação, ou essas coisas que publicas diariamente são de algum forum obscuro?

 

 

Quase tão mau como "Acordo só foi possivel depois de Cassete Carvalhas ter telefonado a Merkel a dar o seu aval"

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Pode parecer estranho para alguns mas como acérrimo defensor do ideal Europeu e como (um grande parvo que acredita em sonhos) federalista, isto hoje foi o maior golpe que tive nos meus ideais políticos, sociais, morais e humanos.

 

O sonho de uma Europa unida, primeira defensora do humanismo e capaz de liderar o mundo através do exemplo se não morreu hoje, pelo menos anda já a jogar xadrez com a Morte.

 

Maldita da m*rda da hora que Alemanha, França, Itália e Inglaterra ficaram entregues a tão medíocres lideres.

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