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Guest Dpitz

Tópico da Política e Economia

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O programa de assistência proposto pela Grécia tem a duração de 3 anos e pode chegar a 70 mil milhões.

O presidente da reserva federal, o jack lew deu razão à Grécia e ao FMI quanto à reestruturação da dívida.

Tspras esteve hoje no parlmento europeu e foi muito criticado pelo Verholfstat e tipos do PPE e foi muito apoiado pela Le Pen e Farage.

O BCE vai mante o cap de ajuda banco gregos no limite de 89 mil milhões.

 

Ontem o Vitorino que é um tipo bem informado porque está no meio disse que na europa está 16-2 contra a Grécia sendo os 2 a França e a Itália.

Editado por ascom

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Estou a ver que tudo isto foi para nada, vao chegar a acordo e continuar tudo na mesma, vamos continuar a ter uma europa dividida, vamos continuar a pagar dividas aos ricos para sempre, vamos continuar com uma politica monetaria completamente sem sentido para mais de metade dos paises que a adopta, vamos continuar com o oposto total do que deveria ser a EU, enfim...

 

Estava na esperanca que a Grecia tivesse tomates de sair para ver se isso sigificaria o inicio do fim da fachada que e a EU mas afinal parece que vai continuar tudo igual

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Ontem o Vitorino que é um tipo bem informado porque está no meio disse que na europa está 16-2 contra a Grécia sendo os 2 a França e a Itália.

Na Europa, porque fora há um aliado de peso, os EUA.

 

US Treasury Secretary Lew, for the first time, says Europe must restructure Greek debt because it's not sustainable.

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O problema com a reestruturação não é a Grécia em concreto mas sim o facto de uma reestrutuação grega implicar uma reestruturação da dívida portuguesa, irlandesa, espanhola e italiana, pelo menos, como já referiu o Sigmar Gabriel.

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Para um leigo, qual o problema da reestruturação de todas essas dívidas?

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Para um leigo, qual o problema da reestruturação de todas essas dívidas?

É um free pass para a rambóia. A partir daqui, nunca mais ninguém paga o que deve a ninguém.

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Para um leigo, qual o problema da reestruturação de todas essas dívidas?

Da grega, o maior problema era este

 

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% do Pib de ajuda á Grécia da parte dos paises "credores"

Reestruturar podia implicar perdas deste valor, nos juros ou até na totalidade, estás a ver algum governo aceitar mandar 3 ou 4% do Pib pela janela para dar (mais uma) maozinha á Grécia?

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É um free pass para a rambóia. A partir daqui, nunca mais ninguém paga o que deve a ninguém.

 

 

Da grega, o maior problema era este% do Pib de ajuda á Grécia da parte dos paises "credores" Reestruturar podia implicar perdas deste valor, nos juros ou até na totalidade, estás a ver algum governo aceitar mandar 3 ou 4% do Pib pela janela para dar (mais uma) maozinha á Grécia?

 

Estou a ver. Então, quais seriam as (possíveis) soluções alternativas?

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Estou a ver. Então, quais seriam as (possíveis) soluções alternativas?

Million dollar question.

 

 

 

 

Um dado curioso que ouvi no outro dia, nao consigo confirmar a veracidade:, as Financas na Grecia nao tem sistema informatizado de impostos e até, 2011 nao existia registo predial informatizado para cobrança de impostos... é possivel que isto seja verdade? Porra, era o passo 1 de qq plano de resgate. era uma ramboia daquelas.

Editado por P_KOR

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Reestruturação da dívida tem um duplo sentido. Existe um tipo de reestruturação que todos os Países, no geral, fazem inclusive Portugal e que consiste numa gestão normal da dívida pública que são alargamento dos prazos de pagamento e reciclagem da dívida(comprar dívida mais barata para substituir dívida mais cara). A questão é que a Grécia quer fazer uma gestão da dívida pública anormal que consiste não só naquilo que tem sido feito mas também em cortes de dívida(eu devo-te 10 e passo-te a dever 7).

 

A Grécia já fez este tipo de reestruturação da dívida mais agressiva em 2012 mas foi dívida privada e consistiu basicamente nos investidores em dívida grega receberem um papelinho em casa a der que a Grécia só ia pagar 1/3 da dívida ou o que era, agora eles querem fazer isso dívida pública mas isso vai ser muito muito muito difícil de aceitar por parte dos eleitores da Alemanha, França, Holanda, Finlândia.

 

A Grécia se quiser cortes de dívida tem duas soluções: Ou consegue o acordo dos credores para um corte de dívida de 30% que tem de passar por todos os parlamentos nacionais da UE, ou deixa de pagar unilateralmente a dívida que é o que deve acontecer caso saia do euro.

 

Ambas me parecem difíceis mas acho que a Grécia tem de resolver os problemas internos primeiro(ter um sistema fiscal mais eficaz, menos economia paralela,menos burocracia, eventualmente menos estado) e assim recuperar credibilidade para ir reestruturando a dívida. Porque não pagar simplesmente a dívida não resolve os problemas todos e até pode criar alguns e aliás isso é evidente com a falta de resultados na reestruturação da dívida grega em 2012...

Editado por ascom

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É um free pass para a rambóia. A partir daqui, nunca mais ninguém paga o que deve a ninguém.

 

Não necessariamente, tem é que se ser mais apertado na vigilância às contas públicas. E por vigilância, não é andar a inscrever tectos máximos de défices estruturais na Constituição, é fazer cumprir mais rigorosamente os critérios de Maastricht. Vejamos, quantos países estão acima do limite de 60 % de dívida pública? E quantos tiveram, ao longo dos últimos 15 anos, défices acima de 3 %? O que lhes aconteceu? Pois...

 

Mas antes disto tudo ainda há muito para se fazer ao nível das economias domésticas, porque também não é justo falarmos de valores de défices e dívida quando os países da zona Euro não têm as mesmas condições para os fazer cumprir.

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Million dollar question.

 

 

 

 

Um dado curioso que ouvi no outro dia, nao consigo confirmar a veracidade:, as Financas na Grecia nao tem sistema informatizado de impostos e até, 2011 nao existia registo predial informatizado para cobrança de impostos... é possivel que isto seja verdade? Porra, era o passo 1 de qq plano de resgate. era uma ramboia daquelas.

 

Que anjinho, ó P. :mrgreen: Vou-me repetir mas acho que todas as pessoas com um mínimo de inteligência já chegaram à conclusão que os planos de resgate tiveram como único objectivo punir os países incumpridores e garantir que no mínimo tempo possível tinham as contas em dia, desse lá por onde desse. Nunca houve qualquer preocupação em chegar cá ou à Grécia e apresentar medidas de fundo que ajudassem a melhorar os pontos fracos das economias em dificuldades. E obviamente que com isto nem sequer conto com as aterradoras medidas na legislação laboral, por exemplo.

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Que anjinho, ó P. :mrgreen: Vou-me repetir mas acho que todas as pessoas com um mínimo de inteligência já chegaram à conclusão que os planos de resgate tiveram como único objectivo punir os países incumpridores e garantir que no mínimo tempo possível tinham as contas em dia, desse lá por onde desse. Nunca houve qualquer preocupação em chegar cá ou à Grécia e apresentar medidas de fundo que ajudassem a melhorar os pontos fracos das economias em dificuldades. E obviamente que com isto nem sequer conto com as aterradoras medidas na legislação laboral, por exemplo.

 

 

Isso não é assim, o programa de ajustamento tinha muitos erros e o Grego ainda mais, mas não é verdade que no memorando não estejam medidas com vista a combater e eliminar deficiências no funcionamento do estado e economia. Algumas medidas foram aplicadas, outras não, mas que estavam no memorando de 2011, estavam. Por exemplo, mais e melhor regulação no sistema financeiro e bancário(por exemplo a contratação de mais especialistas e supervisores, intensificação de inspeções de dados para avaliar a solvabilidade dos bancos, a divulgação de empréstimos em incumprimento é melhorada), reforço da legislação que regula o Fundo de Garantia de depósitos para proteger depositantes, a criação do fundo de resolução através do qual o BES foi salvo(bem diferente da situação do BPN), alteração da legislação do Tribunal de contas paa reforçar a fiscalização para evitar atos de corrupção ou desperdício de dinheiro etc etc etc Não tenho tempo para pôr mais medidas importantes.

 

Mais uma vez, admito que o Programa de ajustamento teve erros, mas houve coisas que melhoraram o funcionamento do Estado!

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Hoje começo a acreditar num declínio progressivo e definitivo da União Europeia e da Europa, o tempo dos europeus já passou, estivemos no ápice no século XIX, desde aí foi sempre a decair até hoje (as guerras mundiais não ajudaram) e penso que o sentido seja para a continuação do declínio (acho que isso é visível).

Somos um continente pequeno, quando comparado com os restantes, com poucos recursos naturais (já quase todos explorados ao longo de milhares de anos) e acho que a nossa mais valia seja mesmo a história e a cultura, no fundo a Europa já é de tempos passados como a maior super-potência mundial no seu conjunto.

O problema também abrange outras áreas, a população encontra-se cada vez mais envelhecida na Europa, há fuga de capital humano da Europa (emigração) e no fundo há muitas divisões internas e externas no seio da Europa.

O problema base da Europa não é principalmente do sistema económico globalizado e capitalista ( pelo menos na minha ideia apesar deste necessitar de uma maior atenção à componente social e de uma remodelação ), que é o melhor dos piores na atualidade, mas dos fatores já antes referidos, se o problema fosse do capitalismo por si só, os outros países capitalistas do Mundo não teriam recuperado de inúmeras crises económicas (como o crash da bolsa de Wall Street), onde já se vaticinava o fim do capitalismo, por outro lado as alternativas não foram eficazes e eficientes, como também os países que se isolaram viram-se atrasados em décadas em relação aos outros povos (basta reparar num exemplo histórico, o caso da China e do Japão, quando o primeiro, muito mais avançado, fechou as portas ao exterior ocidental, e o Japão que depois de um período isolacionista, fez exatamente o oposto, modernizando-se e evoluindo muito mais que a China até à 2ª Guerra Mundial.

Concluo com a tese inicial, e Europa está perdida, não vejo futuro a isto!

Editado por Ticampos

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Hoje começo a acreditar num declínio progressivo e definitivo da União Europeia e da Europa, o tempo dos europeus já passou, estivemos no ápice no século XIX, desde aí foi sempre a decair até hoje (as guerras mundiais não ajudaram) e penso que o sentido seja para a continuação do declínio (acho que isso é visível).

Somos um continente pequeno, quando comparado com os restantes, com poucos recursos naturais (já quase todos explorados ao longo de milhares de anos) e acho que a nossa mais valia seja mesmo a história e a cultura, no fundo a Europa já é de tempos passados como a maior super-potência mundial no seu conjunto.

O problema também abrange outras áreas, a população encontra-se cada vez mais envelhecida na Europa, há fuga de capital humano da Europa (emigração) e no fundo há muitas divisões internas e externas no seio da Europa.

O problema base da Europa não é principalmente do sistema económico globalizado e capitalista ( pelo menos na minha ideia apesar deste necessitar de uma maior atenção à componente social e de uma remodelação ), que é o melhor dos piores na atualidade, mas dos fatores já antes referidos, se o problema fosse do capitalismo por si só, os outros países capitalistas do Mundo não teriam recuperado de inúmeras crises económicas (como o crash da bolsa de Wall Street), onde já se vaticinava o fim do capitalismo, por outro lado as alternativas não foram eficazes e eficientes, como também os países que se isolaram viram-se atrasados em décadas em relação aos outros povos (basta reparar num exemplo histórico, o caso da China e do Japão, quando o primeiro, muito mais avançado, fechou as portas ao exterior ocidental, e o Japão que depois de um período isolacionista, fez exatamente o oposto, modernizando-se e evoluindo muito mais que a China até à 2ª Guerra Mundial.

Concluo com a tese inicial, e Europa está perdida, não vejo futuro a isto!

 

Compreendo o que dizes mas estás a ver a coisa de uma forma demasiado simplista.

A Europa é um "paraiso" no mundo, é de longe o agrupamento de paises onde melhor se vive e embora em relação a algumas outras naçoes a diferença seja menor que há meio seculo atrás, continuamos a ser e seremos pelo menos nas proximas decadas o sitio onde existe a materia prima mais importante de todas: "Know-How"

 

Socialmente não existem melhores sistemas do que na UE (em igual patamar colocaria apenas o Canada). A Europa foi e sempre o inicio das correntes politicas, aqui se fundou o estado-social, o capitalismo e até mesmo o comunismo. Nunca tivemos materias primas em tão grande numero como outras regiões, mas tivemos sempre o "capital" deste lado.

 

Não sei exactamente que outros paises pensas que vão estar a frente da Europa, mas pensa que a China não vai crescer a 8% ao ano para sempre e que aumento da capacidade intelectual das pessoas vai também causar com que se começe a reevidicar melhores condições de trabalho, higiene, ambiente. E que nós hoje conhecemos uma China que parece unida mas que também não passa de um conjunto de regiões com dicotomias gigantescas. Existe um atraso estrural gigante nesses paises.

 

Os BRICS também são a mesma coisa. Vamos a qualquer um desses paises e alem de não existir um verdadeiro estado social, por cada pessoa rica existem dezenas de pobres. São sociedades com problemas de violencia e um fosso gigante entre ricos e pobres.

 

Em relação a fuga de pessoas da Europa...é mesmo o contrario, a Europa é o continente mais densamente povoado. Basta dizer que a Alemanha é do tamanho de alguns estados americanos e no entanto tem 32% da população americana e é o pais do mundo com maior exportação per capita...

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Posso estar errado, mas antes das duas Guerras Mundiais, a coesão europeia era nenhuma, havia simplesmente relações normais entre países e alguns tratados, nada que não se passe noutros continentes ;)

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Posso estar errado, mas antes das duas Guerras Mundiais, a coesão europeia era nenhuma, havia simplesmente relações normais entre países e alguns tratados, nada que não se passe noutros continentes ;)

Antes da primeira guerra mundial, o mundo estava extremamente globalizado para os meios tecnológicos de outrora.

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Guest Dpitz

Não havia coesão na europa nem há actualmente...

e convém não esquecer que a "europa" não é só a UE

 

edit. e já dentro da UE não há coesão, quanto mais na Europa.

Editado por Dpitz

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Isso não é assim, o programa de ajustamento tinha muitos erros e o Grego ainda mais, mas não é verdade que no memorando não estejam medidas com vista a combater e eliminar deficiências no funcionamento do estado e economia. Algumas medidas foram aplicadas, outras não, mas que estavam no memorando de 2011, estavam. Por exemplo, mais e melhor regulação no sistema financeiro e bancário(por exemplo a contratação de mais especialistas e supervisores, intensificação de inspeções de dados para avaliar a solvabilidade dos bancos, a divulgação de empréstimos em incumprimento é melhorada), reforço da legislação que regula o Fundo de Garantia de depósitos para proteger depositantes, a criação do fundo de resolução através do qual o BES foi salvo(bem diferente da situação do BPN), alteração da legislação do Tribunal de contas paa reforçar a fiscalização para evitar atos de corrupção ou desperdício de dinheiro etc etc etc Não tenho tempo para pôr mais medidas importantes.

 

Mais uma vez, admito que o Programa de ajustamento teve erros, mas houve coisas que melhoraram o funcionamento do Estado!

 

Eu falo de medidas de fundo, transversais a toda a economia. Isso são medidas avulso que podem ser importantes num ou noutro aspecto mas representam uma gota naquilo em que tem que se melhorar.

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Não necessariamente, tem é que se ser mais apertado na vigilância às contas públicas. E por vigilância, não é andar a inscrever tectos máximos de défices estruturais na Constituição, é fazer cumprir mais rigorosamente os critérios de Maastricht. Vejamos, quantos países estão acima do limite de 60 % de dívida pública? E quantos tiveram, ao longo dos últimos 15 anos, défices acima de 3 %? O que lhes aconteceu? Pois...

 

Mas antes disto tudo ainda há muito para se fazer ao nível das economias domésticas, porque também não é justo falarmos de valores de défices e dívida quando os países da zona Euro não têm as mesmas condições para os fazer cumprir.

E acima de tudo, não martelar as contas públicas, também dá jeito.

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Tusk junta-se à Lagarde na necessidade de uma reestruturação da dívida. Fala-se num plano de austeridade de12 mil milhões. Cada vz mais um acordo parece óbvio.

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Guest Dpitz

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:mrgreen: :mrgreen:

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