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Major Tom

[TV] Séries III

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Já alguém viu The Terror? Vi o primeiro ep e até parece ser bacano

Ontem, o meu tio falou-me super bem da série. Fiquei curioso.

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MEU DEUS!

 

A 2ª Temporada do Money Heist foi a melhor coisinha que vi na vida. QUE FINAL! JAZUS!!!!! :prayer: :prayer: :prayer: :prayer: :prayer:

Editado por infinito

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Ep.1 *****

 

 

 

"You can read minds, but you can't read my heart"

 

No primeiro episódio desta série a distopia não está na relação do humano com a tecnologia, mas na relação dos humanos com os (sobre)humanos adulterados pela ciência, através de experiências, criando uma espécie de mutantes, conhecidos como teeps, com o poder da telepatia. Um novo mundo em ruínas onde os mutantes têm a capacidade de ler aquilo que temos de mais livre - a nossa mente e os nossos pensamentos. O mundo dividiu-se e desorganizou-se.

 

Destaque para a direcção de arte que consigui inserir um universo distópico num ambiente noir europeu dos anos 70 (como fã de Melville achei óptimo), e claro, com um toque da já tradicional influencia de Blade Runner.

 

O episódio é curto de mais para o que prometeu. Havia aqui imenso potencial para uma série mas ficou resumido em 50 minutos. Espero mesmo que mais alguém tenha ficado com água na boca e pense seriamente em fazer disto uma série. Vejam e digam-me, se isto fosse o final de uma série, não era o melhor final de sempre?

 

O final é bom e emotivo e resulta tudo na ideia de que por muitas voltas que o mundo dê e o humano se transforme, será sempre sobre o amor, mas "We have to trust each other. Or what hope is there?".

 

 

 

Ep.2 *****

 

 

 

"Some places want to change, and some places don't want to change."

 

Daqui a 3 séculos, a humanidade expandiu-se pelos universos, descobriu-lhes todos os cantos, conquistou-lhes as galáxias, povoou-lhes os mundos. A terra ficou para trás, extinguiram-se os paraísos idílicos dos campos verdes, do mar azul, das nuvens no céu, do céu estrelado. O universo serve agora para passeio turístico.

 

É nesta ficção cientifica onde o mistério e o desconhecido perderam a magia e tornaram-se em sítios turísticos, onde o espanto pelas coisas se tornou plástico e pitoresco, que encontramos estas personagens (de hoje? de há 300 anos? De sempre, talvez) à procura do que se deixou para trás com a excitação dos novos mundos - a vida - os pequenos momentos.

 

Há alguém que os recebeu (ou viveu?) e quer ir procurá-los. Procurar essa magia, a magia daquilo que não sabemos descrever, que não sabemos pôr em palavras. A magia desses sítios onde se diz que não devemos voltar se já lá fomos felizes porque nunca será o mesmo.

 

Mas há um desejo de voltar àqueles pequenos momentos por que vale a pena viver, os pequenos momentos que vamos sempre viver. Que ficaram suspensos no tempo. Voltar aos momentos fragmentados que ficaram invisivelmente guardados em nós, que nos correm nas veias, aos micro momentos que ficaram colados debaixo da nossa pele e nos arrepiam. Aos momentos que descrevemos com um brilho no olhar, com um sorriso no rosto, com uma aperto no peito. Voltar àquilo que mesmo 300 anos depois ainda lembramos, que mesmo passados 300 anos gostaríamos de reviver vezes e vezes sem conta mesmo que lá não possamos voltar. Porque se vivêssemos 300 anos e viajássemos pelas galáxias, não era isso que levaríamos connosco? Essas memórias, esses momentos?

 

Mas quem são estes personagens? Nunca saberemos. Nem é importante, isto é sobre nós, ainda.

 

É uma lição sobre a vida, sobre o que é realmente importante, e claro, sobre esse tudo que é o amor.

 

Este post tem o alto patrocínio de Pedro Chagas Freitas.

 

Ep.3 *****

 

 

"So, the answer to life's problems is to stop living in reality?"

 

O que é que vivemos? O que a nossa vida realmente é ou a que poderia ter sido?

 

Dizem que a vida está cheia de possibilidades e ela segue consoante as escolhas que fazemos, conscientes ou não. Pelo caminho fazemos essas escolhas, tomamos decisões, acertamos, cometemos erros. Tudo isto fica connosco para sempre, define a nossa vida, quem nós somos. E há coisas que não controlamos, das quais não podemos fugir e com as quais temos que viver. Fomos nós que as criámos.

 

Mas e quando a vida é assombrada pelo terror do que não controlamos? O que fazer?

 

Aqui não há recriações. É o mundo normal. O que conhecemos e sabemos retratar. O mundo que vivemos. A vida de rotinas - a família, o trabalho. E depois, no final do dia, a intimidade, o que fica dentro de portas, e os bocados do nosso eu verdadeiro que deixamos dentro de casa sempre que iniciamos a nossa rotina e assumimos as nossas personagens. É aqui que conhecemos o terror. É nesse estado, nessa turbulência entre a personagem rotineira e a realidade retida entre portas - entre a resignação da vida que temos e a tempestade interior das (não) possibilidades, que descobrimos um sitio novo. Um sitio onde podemos depositar o que nos pesa e com isso inventar uma nova realidade, viver uma outra possibilidade. Um sitio que arranja o que trazemos estragado. Mas que sitio é este? Existe realmente? É aquele destino de fuga para onde muitos fogem quando não aguentam o fardo da vida que criaram? Ou existe apenas dentro de nós, no nosso intimo?

 

Não podemos fugir da realidade, não podemos viver no que poderia ter sido. Não podemos arranjar pela via da fuga, da negação, o que se estragou. Mas podemos remendá-lo por via da força do amor.

 

Mais uma vez, o amor triunfa. É o balsamo para as vidas aterrorizadas.

 

Ep.4 *****

 

 

 

“What does being normal mean? I wanna find out.”

 

Entramos num universo Huxleyano, num mundo novo nada admirável. Não conhecemos este mundo, a ficção cientifica instalou-se nele, mas reconhecemos o que somos. Embora não seja fácil entender este mundo. É-nos apresentado de forma muito acelerada e breve, pouco clara. Percebemos que a biogenética ganhou preponderância no mundo e modifica humanóides (?) conhecidos como Jacks and Jills, mas também seres metade porcos metade humanos. Porquê? Não sabemos. O mundo parece ter sido desertificado e os humanos, bem como a natureza, ficaram estéreis. A atmosfera parece tóxica e mata tudo o que nasce. O mundo está em erosão. Os humanos normais vivem de forma segura junto dos precipícios ruinosos. Uma simbologia que marca todo o episódio.

 

Neste mundo que não conhecemos, ser normal é a norma e traz a felicidade dos sorrisos plásticos, e ser diferente é ser-se inferior. Quando um dos personagens começa a mostrar tendência para uma fuga à normatividade, mostrando-nos os seus planos somos logo avisados: “Disonest lives are sad lives”. A normalidade consiste nessa ideia conformista bem enraizada da estabilidade, como a família, o trabalho, a casa, a rotina, as normas sociais.

 

Os personagens cumprem, mas sonham com mais. Sonham com o desconhecido. No entanto, o conformismo e a estabilidade lembram-nos sempre que os sonhos são isso mesmo, sonhos. O ideal é essa normalidade, essa estabilidade, o conforto e a segurança e, neste mundo, procurar o contrário é crime. Mas lá no fundo existe esse desejo de fuga à normatividade, a aventura do Carpe Diem, a procura do sonho, essa viagem, a necessidade de se sentirem vivos. Não é por acaso que a femme fatal é vendedora de seguros de vida. Não oferece, no entanto, a protecção inserida nessa ideia social conformista normativa, mas o contrário: o desafio, a aventura, o risco.

 

Os personagens são seduzidos e aceitam o seguro de vida, seja porque sabem que têm de partir ou porque já estão em queda livre e vão atrás dessa femme fatal. E tal como o mundo também as suas vidas começam a ruir.

 

Se no final não forem capazes, resta a importância de estar vivo ainda que submerso, e poder desfrutar das pequenas coisas e dos pequenos prazeres que muitas vezes nos fazem sentir vivos e são momentos de fuga, de alheamento da realidade.

 

Somos nós ali e ao mesmo tempo aqui? Representados lá dentro do ecrã e à frente dele a rirmo-nos de nós prórpios no final?

 

É sobre a importância de estarmos e de nos sentirmos vivos.

 

Sentimos uma brisa a Utopia ou não fosse o realizador deste episódio Marc Munden. Também Tati, os Choen e por vezes Tarantino marcam a cinematografia deste episódio.

 

Pode conter alguns spoilers.

 

Ep.5 *****

 

 

“One of these worlds is a fantasy drawn from your own mind.”

 

A viver as sequelas psicológicas de um acontecimento traumático que atormenta a vida da primeira personagem que nos é apresentada, é-lhe proposta a possibilidade de, através de um programa tecnológico de Realidade Virtual, tirar umas férias de si própria, sendo levada para outra realidade (no passado) e viver uma outra vida deixando o seu corpo e mente a descansar no mundo real. Mas e se o mundo real já for uma realidade virtual?

 

A segunda personagem na tentativa de continuar a viver uma vida que lhe é impedida de viver, refugia-se no seu subconsciente e cria – através do mesmo programa de realidade virtual – mas num mundo futuristico, uma nova vida na qual se refugia. Ali encontra quase tudo o que perdeu, embora uma constante sensação de deja-vús e amnésias o coloque desconfortável.

 

Desconfortável está também o espectador, pois é perdidos nesta Twilight Zone que o intricado enredo deste episódio nos coloca. Duas realidades – passado e futuro - mas uma delas não existe, é virtual.

 

A mesma personagem, portanto, vive entre os dois mundos: o real e o virtual.

 

Não sabemos qual dos personagens é virtual e qual deles é real. Não sabemos quem é que está a fugir da realidade. Quem está a viver a vida de quem?

 

Percebemos que o subconsciente pode estar a pregar uma partida a um deles e talvez por isso ao longo do episódio os deja-vús nos parecam a nós semelhanças.

 

Qual das realidades é a realidade, a que nós vivemos ou a que nós sempre imaginamos?

 

O ambiente varia entre o futurismo sci-fi e o ambiente de série de acção de sábado à tarde. Talvez o episódio menos bem conseguido, até agora. Mais uma vez o episódio é demasiado curto para o que se propõe e os plot holes são remendados com explicações breves e rápidas. Tal como acontece em quase todos os primeiros cinco episódios.

 

No final há dois finais, mas não conclusivos, permanecendo a dúvida que nos acompanhou ao longo do episódio. Decidimos nós.

 

 

Pode conter alguns spoilers.

 

Ep.6 *****

 

 

 

"Is he human? If sacrifice, kindness and love is not ultimate test of what makes someone human, then what is?"

 

Expectativa em alta para um casting que tem nomes tão sonantes. A escolha destes nomes fazia prever que o episódio ia subir a fasquia.

 

O ambiente deste episódio, puramente sci-fi, podia muito bem ser um spin off do universo star trek. Mas este emsemble huis clos é apenas um pretexto para um breve e atalhado psico drama. A certa altura achamos mesmo que vamos entrar num universo kubrickiano, mas tudo se precipita e corre para o desfecho.

 

As reservas de oxigénio estão a atingir o limite. Na nave e na relação das personagens. É estas a metáfora. Para reporem os níveis de oxigénio e repor a normalidade a bordo da nave é preciso invadir um outro planeta e iniciar uma batalha pela conquistas de oxigénio. Mas as coisas não correm bem e a batalha acaba ganha pelas moléculas extraterrestre habitantes desse planeta. E quando tudo se julgava perdido, há um regresso inesperado. Em vários sentidos.

 

Esse regresso repõe o oxigénio da relação, mas corta ainda mais o ar da nave que se vai tornando irrespirável colocando-o em estado de emergência.

 

A confiança é posta à prova. Reescreve-se o código moral e a justiça é posta a funcionar pelo bem comum.

 

O que é que nos torna humanos, afinal? É a forma que define? O amor não reside na forma daquele que amamos mas daquilo que ele nos dá, do que é invisível aos olhos.

 

Actores mal aproveitados. O pior episódio até agora.

 

 

Pode conter alguns spoilers.

 

 

:excl:

Não acho que faça spoilers, mas ainda assim deixo escondido para o facto de quererem ver os episódios sem saberem do que se trata. Uma vez que são episódios soltos, com histórias diferentes e posso estar a resumir demasiado uma história que se esgota em 50 minutos.

Editado por Mayday

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Ando a levar cada nó com The Killing. :lol:

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a 3ª temporada de mr robot vai melhorando?

 

não curti o final da 2ª e não curti mesmo nada o 1º ep da 3ª

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a 3ª temporada de mr robot vai melhorando?

 

não curti o final da 2ª e não curti mesmo nada o 1º ep da 3ª

Quando vires o twist da season 3 cai-te a c*na.

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Quando vires o twist da season 3 cai-te a c*na.

se for como o "twist" da season 2...

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Pois é, depois da 2ª temporada de The Killing alguém decidiu enganar os espectadores. A 3ª e 4ª temporadas são uma experiência gananciosa e autista. Enganar o espectador faz parte, mas assim, não. Aquilo não é para nós. Péssimo mesmo.

Editado por Mayday

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O título de Everything Sucks é já um resumo breve da série. Vejam se quiserem o arrepio nostálgico dos 90's, fora isso é uma sucessão de clichés.

 

Eu não sei se a série O Mecanismo é uma encomenda para legitimar o que está a acontecer no Brasil ou não, mas o timing de estrear agora é uma coincidência do diabo. Por isso, só vou ver a série daqui a uns valentes anos.

Editado por Mayday

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Pois é, depois da 2ª temporada de The Killing alguém decidiu enganar os espectadores. A 3ª e 4ª temporadas são uma experiência gananciosa e autista. Enganar o espectador faz parte, mas assim, não. Aquilo não é para nós. Péssimo mesmo.

Told ya.

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O título de Everything Sucks é já um resumo breve da série. Vejam se quiserem o arrepio nostálgico dos 90's, fora isso é uma sucessão de clichés.

 

Eu não sei se a série O Mecanismo é uma encomenda para legitimar o que está a acontecer no Brasil ou não, mas o timing de estrear agora é uma coincidência do diabo. Por isso, só vou ver a série daqui a uns valentes anos.

 

E já foi cancelada

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Não sei como só nesta segunda parte da série me apercebi que a Casa de Papel usa várias vezes o OST do The Dark Knight :lol:

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Supernatural, episódio desta semana.

 

 

Então o gajo entra casualmente no Inferno, casualmente é deixado sozinho na sala do trono onde está preso um arcanjo, casualmente abre a cela e tira de lá o arcanjo, casualmente sai por ali fora, pela porta principal, e casualmente foge do Inferno e volta à Terra.

 

Haja suspension of disbelief.

 

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Ia começar eu a ver The Killing e depois vejo isto :lol:

Eu já escrevi aqui bastante sobre a série, e bem. As duas primeiras temporadas são do melhor que já se fez deste género. Vale bem a pena. E em termos de plot (embora não tão boas como as primeiras e muito mais óbvias) as temporadas seguintes funcionam. Vêm preencher um plot hole e é quase como um character development. Depois deixa muito a desejar, se comparadas com as duas primeiras temporadas.

 

Mas não é aí que reside o problema (eu vivia bem com um character development mais prolongado), para mim é sim na forma como se construíram as temporadas.

 

Eu vou deixar em spoiler para quem quiser saber o que penso. É sobre a 3ª e 4ª temporada.

 

 

Uma vez que já tinha dito que 13 episódios era demais para cada temporada, quando vi que a terceira temporada só tinha 10 episódios achei que tinham tomado uma boa decisão. Só que não. Na prática a segunda temporada tem 12 episódios, só que dois deles estão embutidos no primeiro e último episódios, como que divididos em duas partes cada, tendo os episódios (primeiro e último) 1h30, cada. Uma rasteira passada ao espectador.

 

Pior: descobrimos depois que na verdade a quarta temporada é a continuação da terceira porque esta não tem um final óbvio. Imagino quem teve que esperar pela quarta temporada :lol: Ou seja, a terceira temporada tem na verdade 18 episódios.

 

Não sei para que é que se fez isto assim, sinceramente. Serviu apenas enfraquecer a série e para enganar o espectador, e muito provavelmente foi uma atitude gananciosa de quem não queria abdicar da série.

 

Editado por Mayday

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Neste momento estou a ver a nova temporada de American Crime Story. Depois de 2 eps posso afirmar que o Ricky Martin não tem jeito para a representação. As cenas mais dramáticas e emocionais parecem tão forçadas que dói.

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Boas qual o melhor sítio pra ver séries a 1080p?

 

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Imagino a cara dos gajos da Netflix quando viram os primeiros episódios de The OA.

 

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Imagino a cara dos gajos da Netflix quando viram os primeiros episódios de The OA.

 

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Ando com curiosidade para ver isso. Pela autoria da Britt Marling e porque tem lá a Sharon Van Etten também.

Que tal? Diz-me a tua opinião

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Não vi até ao fim, não te sei dizer se no geral é bom ou mau. Os 3 primeiros episódios são uma autêntica seca, quase que dá para rir.

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