Ir para conteúdo
Entre para seguir isso  
bug

Empreendedorismo

Publicações recomendadas

Conheço quem faça algum dinheiro com print-on-demand no Etsy. Sempre gera menos lixo que esses negócios de chinesices.

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de antifa, há 38 minutos:

Conheço quem faça algum dinheiro com print-on-demand no Etsy. Sempre gera menos lixo que esses negócios de chinesices.

O empreendorismo deste género quer lá saber se os ténis são feitos por crianças que são escravizadas. Por populações que perdem o rio de água potável devido às fábricas desses ténis.

Capitalismo, puro e duro.

O average Joe que quer fazer um negócio está a cagar para o meio ambiente, porque não é algo que aprendeu a monetizar, ideias boas para monetizar e criar rendimentos, são aquelas que toda a gente faz.

Não se inova, não se cria soluções para problemas existentes, criam-se itens de uso supérfluo, que geram consumismo que gera dinheiro.

Ou serviços iguais aos que existem mas com desconto, pq os profissionais são de desconto também.

Podia continuar o dia todo

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de Jan Oblak, há 2 horas:

Desde já muito obrigado a todos pelo feedback de cada um.

De facto ainda estou numa fase embrionária e por isso mesmo é que estou aqui a tirar duvidas convosco de forma a perceber se já alguém passou pelo mesmo processo que estou a passar. Continuo igualmente a navegar pela internet para prever futuros erros que possa cometer antes mesmo que eles existam. 
Por estes motivos e mais alguns, a ideia que tenho na cabeça não é fixa e é adaptável consoante os inputs que vou recebendo. 

Quanto à questão do site, é algo que eu desejo, no entanto o capital inicial que tenho disponível não é muito elevado. Por esta razão, queria fazer as primeiras encomendas e vender as mesmas e aplicar esse lucro em novas encomendas e num site (que à semelhança do que vocês têm dito, também considero ser uma fonte mais forte de credibilidade do que mais uma página nas redes sociais). O shopify é, curiosamente, o candidato mais forte quando se tratar de criar o site. 

Nice! 

E como fazes para vender? É através das redes sociais, tens site próprio ou é o passa palavra? Compras grandes quantidades? Alguma vez tiveste problemas com a alfândega?

Olx, nunca tive problemas com a alfandega mas também  não mando vir bulk. Mando vir tipo 10 e vou vendendo, às vezes vendo mais rápido, outras mais lento mas vai saindo.
 

Compartilhar este post


Link para o post

Pessoal, alguém aqui já teve alguma experiência com Marketing de Afiliados? (peço desculpa se este não for o tópico correto para colocar esta questão, mas não mesmo onde postar)

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de Pickle Rick, Em 28/01/2021 at 19:34:

Olx, nunca tive problemas com a alfandega mas também  não mando vir bulk. Mando vir tipo 10 e vou vendendo, às vezes vendo mais rápido, outras mais lento mas vai saindo.
 

Uma boa opção é vender pelo KuantoKusta, mas tens uma comissão. Acredito que a comissão compense o facto do teu preço estar ali colado a lojas muito mais reputadas e ser 'seguro' na mesma.

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de Jan Oblak, há 22 horas:

Pessoal, alguém aqui já teve alguma experiência com Marketing de Afiliados? (peço desculpa se este não for o tópico correto para colocar esta questão, mas não mesmo onde postar)

É um mercado de volume. Ou seja, para resultar tens de ter uma enorme tração. Estás a bater a todas as capelinhas dos negócios digitais. Se depois falares em blogs já os correste quase todos. O conselho do Burkina resume bem o busilis da coisa. São mercados ultra batidos e salvo se tiveres algo que te consiga colocar numa posição de vantagem, só vais queimar dinheiro e tempo. Há tanta coisa interessante que ainda não está completamente saturada. 

Atenção que isto não significa que os mercados maduros (em sentido lato) não possam ser interessantes para construir negócios. Mas parece-me que estás à procura nos negócios errados, sinceramente. 

O que o Elliot referiu também é interessante. E há por ai tantos outros nichos interessantes.

  • Concordo! 1

Compartilhar este post


Link para o post

Fiz essa questão porque vi uma MasterClass que o Paulo Faustino fez no Youtube para vender um novo produto que está a lançar e realmente achei interessante. 

--

Anyway, não sei se algum de vocês já passou por isto, mas estou numa fase em que trabalhar das 9 às 18 não me chega. Talve por sempre ter sido trabalhador estudante e agora sem aulas parece que tenho muito mais tempo. E deve ser por sentir que tenho muito mais tempo que sinto que sou menos produtivo. Por isso é que tenho vindo a pensar sempre em soluções extra laborais que me possam trazer retorno financeiro. Daí os meus ultimos posts neste tópico. Não estou à procura de dinheiro fácil, mas vejo tanta gente a fazer dinheiro (que por pouco que seja, acaba sempre por ser um rendimento exta) a vender coisas ridículas, sem nenhuma preparação, sem diferenciação nenhuma... E penso, porque não fazer o mesmo? Comprar barato para vender mais caro. Com mais preparação, com mais diferenciação para criar valor ao cliente e ser o escolhido no meio de tantos no mercado.

Depois vejo malta que cria, que faz muitas vezes o que os outros já fazem, mas dá uma cara diferente àquilo que faz. Sabe vender, sabe posicionar-se. E tem resultados. Como é que em mercados saturados, quem aparece ainda consegue fazer sucesso? 

Será que a diferença que se prende aqui é realmente o 'fazer'? O fazer, o errar, o aprender e adaptar. Mas então porquê que vivemos numa sociedade que nos oprime, que deita as nossas ideias abaixo antes mesmo de termos a possibilidade de errarmos e aprendermos sozinhos? 

Enfim, espero que não interpretem mal este desabafo, porque trata-se disso mesmo, um desabafo.

Estes devaneios também já vos passaram pela cabeça? Gostava que partilhassem um bocadinho de vocês, do vosso processo, da vossa aprendizagem, etc.

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de Jan Oblak, há 14 horas:

Fiz essa questão porque vi uma MasterClass que o Paulo Faustino fez no Youtube para vender um novo produto que está a lançar e realmente achei interessante. 

--

Anyway, não sei se algum de vocês já passou por isto, mas estou numa fase em que trabalhar das 9 às 18 não me chega. Talve por sempre ter sido trabalhador estudante e agora sem aulas parece que tenho muito mais tempo. E deve ser por sentir que tenho muito mais tempo que sinto que sou menos produtivo. Por isso é que tenho vindo a pensar sempre em soluções extra laborais que me possam trazer retorno financeiro. Daí os meus ultimos posts neste tópico. Não estou à procura de dinheiro fácil, mas vejo tanta gente a fazer dinheiro (que por pouco que seja, acaba sempre por ser um rendimento exta) a vender coisas ridículas, sem nenhuma preparação, sem diferenciação nenhuma... E penso, porque não fazer o mesmo? Comprar barato para vender mais caro. Com mais preparação, com mais diferenciação para criar valor ao cliente e ser o escolhido no meio de tantos no mercado.

Depois vejo malta que cria, que faz muitas vezes o que os outros já fazem, mas dá uma cara diferente àquilo que faz. Sabe vender, sabe posicionar-se. E tem resultados. Como é que em mercados saturados, quem aparece ainda consegue fazer sucesso? 

Será que a diferença que se prende aqui é realmente o 'fazer'? O fazer, o errar, o aprender e adaptar. Mas então porquê que vivemos numa sociedade que nos oprime, que deita as nossas ideias abaixo antes mesmo de termos a possibilidade de errarmos e aprendermos sozinhos? 

Enfim, espero que não interpretem mal este desabafo, porque trata-se disso mesmo, um desabafo.

Estes devaneios também já vos passaram pela cabeça? Gostava que partilhassem um bocadinho de vocês, do vosso processo, da vossa aprendizagem, etc.

Tocaste em pontos que são interessantes e que certamente vão dar espaço a uma troca de ideias igualmente interessante. 

Há mil motivos para sentires que um 9 to 5 já não te chega. Pode estar relacionado com o facto de sentires que tens demasiado tempo livre, de achares que o teu trabalho não é remunerado de forma justa e adequada, de não te reveres na tua chefia direta, nos valores da tua empresa, no desejo de viveres um estilo de vida diferente, you name it. Os motivos são tantos que eu desconfio que esse teu sentimento não será apenas devido ao facto de já não teres o tempo ocupado com as tuas tarefas de estudante e trabalhador, e de agora só teres a de trabalhador.

Comigo foi uma vontade de charting my own path. Aquela ideia de procurar um estilo de vida novo. Senti-me limitado pois tinha um curso superior que não me permitia, achava eu na altura, encontrar espaço para essa nova vida. Li centenas de "9 life lessons”, “7 ways to” or “3 reasons why” posts que glorificavam self-validated ‘entrepreneurs’ e ‘hustlers.’ E depois entendi que cada um de nós é diferente, com skillsets diferentes, backgrounds diferentes, etc.

Claro que isso é sempre mais dificil executar do que pensar. E percebo o que dizes quando te queixas que a sociedade nos oprime e deita as nossas ideias abaixo. A verdade é que aqui também é sempre tudo preto ou branco: ou acham que és louco por trocar o certo pelo incerto, por tentares procurar oportunidades em setores menos tradicionais ou então acham que és um wannabe do bater punho. Infelizmente esse estigma continua a existir e muitas vezes perpetuado pelo comportamento de meia-dúzia. 

O melhor que tens a fazer aí, como em tantas outras situações da vida, é seguires o teu caminho e não dares demasiada importância aquilo que a sociedade acha. Se tu sentires que podes ter sucesso como youtuber e vender cursos de produtividade, agile, etc., é a sociedade que te vai tentar ridicularizar e desmotivar-te? Não deixes. 

Eu quando decidi dar o meu primeiro passo estava algo receoso em contar aos meus pais, namorada e amigos próximos. E realmente, quem nos quer bem, e quem nos conhece, surpreende sempre pela positiva. A força que todos me deram e a forma atenta e interessada com que ouviram o meu plano é dos momentos mais marcants da minha vida. A reação, o apoio, a força, tudo incrível (só a minha mãe ficou sempre mais nervosa 😀). Esta é a sociedade que conta. E se mesmo assim quiseres ir por tua conta e risco, é suficiente. 

Claro que locais como este e outros são importantes para as pessoas partilharem ideias. Mas não é por eu dizer que os blogs estão saturados que tu deves deixar de acreditar no plano que tens em mente.

Outra coisa fundamental, na minha ótica, é fazer. Passei demasiado tempo a pensar em fazer. E só quando comecei a fazer é que percebi que já deveria ter começado há mais tempo. Há coisas que vão correr muito bem, há tantas outras que vão correr muito mal. Há coisas que vão sair da forma como idealizaste e outras que não. Mas isso faz parte. Há projetos que tu pensas que serão a tua vida e que rapidamente vão desaparecendo e serviram para tu ganhares mais calo e experiência para o teu próximo projeto. Mas no final do dia todas estas experiências seriam impossíveis se não tivesses feito e tivesses largado o conforto de pensar em fazer.

Isto não é um conselho para a vida ser YOLO sem nexo. Desde que não envolva endividares-te ou gastares o que te faz falta, podes e deves tentar tudo até encontrares o teu El Dourado. 

--

Algumas notas soltas sobre o que disseste. Eu não acho que essas pessoas são escolhidas no meio de mercados saturados. Acho que essas pessoas é que escolhem (target) aquele cliente. Ele precisa daquilo e só te conheceu, sentiu-se obrigado a escolher-te porque a forma como organizas o teu pipe de vendas o colocou à tua frente. Isto é, tu não estás a concorrer na prateleira da loja com 10 marcas. Tu estás é a concorrer para seres a marca que consegue ser descoberta por aquela pessoa que tem aquela necessidade (SEO, Marketing, social media, cold email, etc. tudo veículos para te ajudar na tal venda).

Há muita gente que diz que faz dinheiro. Mas nem todos fazem. No fim do dia não sigas cegamente essas trends e tenta perceber como é que tu consegues gerar esse extra income. Não é por haver gajos a fazer dinheiro com cursos de produtividade que eu me vou interessar em tentar fazer dinheiro da mesma forma porque não teria jeito ou skills para isso. Cada caso é sempre um caso diferente.

Deste a resposta à tua pergunta sobre mercados saturados. Com a tal "nova cara". Diferente forma de vender, de posicionar no mercado, de produzir, de funcionar, de operar, etc. etc. É assim que podes ter sucesso em mercados saturados. Não nascemos todos para inventar a roda, às vezes basta otimizar um nicho ou um negócio para termos a nossa oportunidade.

 

  • Like 11
  • Concordo! 1

Compartilhar este post


Link para o post

@w0 dá um gosto do caraças ler o que tu escreves ❤ é verdade, que tal a empresa? Tudo a corresponder às expectativas? Esta pandemia deve ter lixado algumas expansões.

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de Fajo, há 22 horas:

@w0 dá um gosto do caraças ler o que tu escreves ❤ é verdade, que tal a empresa? Tudo a corresponder às expectativas? Esta pandemia deve ter lixado algumas expansões.

É um tema que adoro, que faz parte da minha vida, como tal vem sempre do coração, mas obrigado pela simpatia, como sempre!

Quanto à Field aconteceu tanta coisa que realmente é uma boa oportunidade para, também eu, voltar a parar e olhar um pouco para tudo o que foi acontecendo nos últimos 12-18 meses. 

O segredo do sucesso deste negócio é conseguir ver a curva do número de reservas subir em forma de hockey stickOu seja, estamos perante um fenómeno onde a faturação está em stagnant growth e, de um momento para o outro, no chamado ponto de inflexão, o crescimento dispara de forma exponencial. 

Nessa medida fomos apenas parcialmente bem sucedidos. Pouco antes do Covid fechar o país pela primeira vez tínhamos finalmente atingido o ponto de inflexão. Mas foi um fenómeno de curta duração, uma vez que rapidamente o país fechou, as reservas tiveram de ser todas canceladas e, mesmo nos primeiros desconfinamentos, as restrições eram mais que muitas. No total, o Covid teve um impacto direto largamente superior a 100 dias na nossa atividade. 

Mas, contrariamente ao Benfica, nem tudo é responsabilidade do Covid. Há que assumir que não chegámos a todos os nossos objetivos e que, em certa medida, tal se deveu a decisões que nós tomámos e que, infelizmente, acabaram por não ser as mais acertadas.

Contrariamente ao que achávamos, o nosso produto era (e em algumas coisas ainda é) demasiado complexo. Atribuímos demasiada importância a determinadas features que, infelizmente para nós, acabaram não ter um impacto esperado junto dos jogadores. Isso obrigou-nos a mudar a forma como nos posicionamos, tendo investido muito em trabalhar mais na ferramenta de gestão e menos na plataforma dos utilizadores. 

Esta mudança de estratégia obrigou a um período de adaptação. Estamos, já há uns valentes meses, mais orientados à vertente B2B, onde temos investido substancialmente os nossos recursos (financeiros e humanos) para melhorar a experiência dos gestores dos campos. Como a vida é feita destes ensinamentos, se soubesse aquilo que sei hoje, provavelmente tinha poupado largos milhares que foram investidos em marketing para chegar a potenciais novos jogadores. Neste momento é mais cost effective meter as fichas no business development e trazer mais parceiros (campos) que por arrasto trazem os jogadores.

Porém, não podemos deixar de olhar para a nossa fonte de rendimento, os jogadores. Para estes a grande novidade será (finalmente...) o lançamento de um sports tracking device que permite, seja indoor ou outdoor, agregar um conjunto de estatísticas individuais: n.º de kms percorridos, n.º de sprints, velocidade máxima, heatmap em campo, etc.

Este projeto demorou imenso tempo. Já teve para ser lançado há 18 meses, há 12, há 6, mas espero que desta vez seja mesmo lançado até final de Maio. Veremos! Foi um processo ultra desafiante que me permitiu crescer e aprender imenso. Entre mudanças no produto, na tecnologia, no hardware, no parceiro responsável pelo desenvolvimento do hardware, etc., todos estes factores contribuiram para que, sucessivamente, o projeto fosse sendo adiado. Inúmeros obstáculos e estamos próximos de ultrapassar o último. Muito sangue, suor e lágrimas durante dois anos.

Porém, o nosso esforço já foi recompensado. Fomos um dos projetos escolhidos e que receberam apoio da European Space Agency. Algo que nos deixa cheios de orgulho e que veio validar aquilo que tínhamos idealizado e que estamos a construir. Não vamos revolucionar nada, pois este tipo de produtos já existe no mercado. Estamos a otimiza-lo, a torna-lo mais eficiente e, acima de tudo, a acabar com algumas barreiras (preço) de entrada no mercado. Os atuais produtos estão muito centrados em satisfazer as necessidades das equipas de topo das principais ligas, da NBA, NFL, etc. Mas, na nossa ótica, isso é apenas a ponta do icebergue. Nós pretendemos que o nosso dispositivo possa chegar ao futebol de amigos, às divisões secundárias, às camadas jovens, ao futsal, andebol, basquetebol, h. patins, etc. 

Julgo que esse produto poderá ser responsável por contribuir para mais um ponto de inflexão nos próximos meses, pois ao alugares um campo connosco, podes também alugar (por um preço inferior a 1€/hora) um dispositivo que te dá essas estatísticas todas. 

Com relação ao projeto de internacionalização, ainda antes do Covid entendemos que seria um salto maior que a perna. Preferimos afinar a estratégia em Portugal (conforme explicado uns parágrafos acima), depois veio o Covid, e estamos agora a preparar a estratégia de expansão para o pós-Covid. O objetivo é chegar ao fim do ano e estar presente em 3 mercados (Portugal + 2). 

Hoje em dia fomos crescendo. Sempre soubemos que seria possível adaptar o nosso software a novas realidades e assim o temos feito. A nossa carteira de clientes externos tem aumentado substancialmente, com projetos para escritórios de advogados, indústria (no norte especialmente) e um cliente internacional. Essa área do negócio tem crescido tanto que resolvemos criar uma "digital agency" que servirá de chapéu a projetos internos (ex. Field) e a venda de software para terceiros, digital services no geral, branding, etc. Isso tem-nos permitido continuar a crescer e contratar mais pessoas. 

Com todos estes projetos a acontecer, mudamos a estrutura da empresa. Eu fiz um step down nas lides diárias da Field, passando a ter um lugar no board e a assumir um papel consultivo. Mantenho-me na direção estratégica, mas deixei de ter funções no dia-a-dia. Nomeámos uma General Manager (que era a nossa diretora de operações) e isso libertou-me para um novo projeto que será realizado no âmbito deste tal chapéu. 

Uma vez mais não estamos a inventar nada. Olhámos para o mercado rent-a-car e carsharing e percebemos que, do ponto de vista de negócio e de operações, seria possível introduzir determinadas alterações que nos dessem espaço para entrarmos nesta área de negócio. Conseguimos em pre-seed um investimento perto de 1M, de um grupo de empresários do norte, e queremos em seed levantar mais $5M. O investimento em pre-seed permite-nos lançar operações em Nova Iorque com 50 carros. Uma gota ínfima num enorme oceano de 15M.

Temos vindo a ter boa tração com as construtoras de automóveis, mas também com algumas rent-a-cars que olham para nós como um parceiro ou talvez veículo de negócio virado para uma população diferente.

Sem entrar ainda em muitos detalhes, porque ainda há muita coisa a mexer, a nossa estratégia será, inicialmente, 100% B2B (o custo de tentar fazer barulho em NYC no mercado de B2C era elevadíssimo) virada ao conceito de (i) car as a benefit (para as empresas darem aos seus trabalhadores), (ii) car as service (para facilitar as deslocações de business, etc.) e (iii) car as a courtesy (onde as empresas usam este serviço para dar a parceiros/clientes estrangeiros). 

Estamos a negociar o domínio .com as we speak, esperando que tudo corre bem, talvez fique fechado no próximo mês. Ficamos com o .to para a brincadeiro do .to/NewYork .to/Lisbon, etc. A landing page está a sofrer bastantes alterações, aquela foi para "desenrascar" numa fase onde precisávamos de alguma coisa para mostrar aos nossos investidores iniciais e onde fizemos um conjunto de surveys em NYC sobre o serviço.

Esses inquéritos tiveram números incríveis e a entidade que fez este estudo de mercado para nós disse-nos que o nível de aceitação era incrivelmente superior ao que estavam à espera (há sempre que ler estas opiniões com algum cuidado, mas ainda assim deixou-nos animados). E eu já deveria estar em NYC desde Janeiro, mas Covid..Portanto agora é esperar e viajar para lá tão breve quanto possível.

TL, DR: Muita coisa aconteceu. Continuo a achar que a Field vai disparar assim que estas 2-3 coisas que estão para entrar ficarem concluídas e o processo de internacionalização avançar. Estou satisfeito com os números do que conseguimos até agora, mas sinto que poderia ter feito muito mais. Porém algumas decisões foram ao lado. Aprendemos com elas e agora estou pronto a dar um novo rummo a um novo projeto, sem deixar de tratar a Field como o meu primeiro filho do qual gostarei sempre e estarei para sempre ligado a ele (só não estou com o trabalho/decisões do dia-a-dia da empresa, permanecendo como o principal estratega da mesma)

Editado por w0
  • Like 21

Compartilhar este post


Link para o post

@w0 muitos parabéns pelos teus projetos! Trabalho em Turismo há vários anos, e sem duvida a Rummo é um projeto que me parece para vencer!

Btw, se quiseres expandir para Espanha, mais concretamente para ilhas Canárias, dá o toque. penso que aqui será um negócio com uma aceitação gigante!!

Boa sorte e não pares!!

 

  

Compartilhar este post


Link para o post

Engraçado, não conhecia esse projeto Field e confesso que já tinha tido essa ideia ha uns 2 anos para criação de uma App. Exatamente o mesmo conceito (que incluía a vertente de pessoas encontrarem parceiros para jogar, não sei se essa permite). É a tal diferença entre o pensar e fazer.

Editado por NIkeL
  • Concordo! 1

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de cartz, há 11 horas:

@w0 muitos parabéns pelos teus projetos! Trabalho em Turismo há vários anos, e sem duvida a Rummo é um projeto que me parece para vencer!

Btw, se quiseres expandir para Espanha, mais concretamente para ilhas Canárias, dá o toque. penso que aqui será um negócio com uma aceitação gigante!!

Boa sorte e não pares!!

 

  

Já agora @cartz como é que está a área da hotelaria por aí? Imagino que a passar um grande mau bocado hoje em dia...trabalho em receção hoteleira e sempre tive vontade de arriscar as Canárias/Ibiza/Maiorca...

  • Like 1

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de BisDost, Em 17/02/2021 at 22:00:

Já agora @cartz como é que está a área da hotelaria por aí? Imagino que a passar um grande mau bocado hoje em dia...trabalho em receção hoteleira e sempre tive vontade de arriscar as Canárias/Ibiza/Maiorca...

Eu trabalho actualmente como assistente de direção em Portugal, mas a minha companheira de vida é canária e tenho bons contactos na ilha. 

Para teres uma ideia, no inicio de 2020 tinha um projeto de uma surf house para iniciar em Las Palmas, já com garantias das duas maiores escolas de surf (operam maioritariamente com packs de surfari) que me enchiam o estaminé all year! Canárias é um espetáculo pois consegue ter 2/3 'verões' por ano, e o turismo de ondas bomba o ano inteiro..Como deves calcular o projeto voltou à gaveta até ver como os mercados turísticos vão reagir a isto do covid. Neste momento estou a especializar-me em Marketing Digital de forma a poder 'atacar' outros setores e novos conceitos e formas de ver o turismo.

Agora a coisa está feia por lá.. trabalham muito com o mercado nórdico e centro Europa, sendo que estão praticamente parados esses dois. Estive lá em Janeiro durante 2 semanas e o que mais se via era turismo peninsular, ou seja, espanhóis sem aquele poder de compra louco e gastador de um alemão ou norueguês.. os hotéis e restauração estão a sofrer.. muito lay-off e muito encerramento de pequenos negócios..

Para mim, Gran Canária é um ilha espetacular para viver, pessoas afáveis, clima fenomenal, e em condições normais, oferta de emprego em turismo que nunca mais acaba!! O Sul da ilha é recheado de turismo (as famosas dunas de Maspalomas), aí há muitos portugueses e o trabalho em hotéis é tanto que há sempre falta de mão de obra de qualidade.. A ideia será em máximo 5 anos estar totalmente estabelecido por lá. 

Quanto ás baleares (Ibiza, Maiorca, Minorca), não tenho muito conhecimento. Apenas sei que é mais sazonal, ou seja, tem invernos rigorosos e com indices de procura muito baixo. Conheço gente que já por lá trabalhou e foi sempre com contratos sazonais.. acho que para conseguires um contrato sem termo, ou para 12 meses, não é fácil. Mas nada que não seja normal neste mundo dos hotéis 🙂

 

Boa sorte com esse processo, e se algum dia fores para Gran Canária avisa e bebemos uma 'Tropical' e damos uma surfada se gostares de ondas também!!

 

 

Compartilhar este post


Link para o post

@cartz não queres fazer aí um roteiro turistico das ilhas no topico do turismo? O ano passado por acaso estava decidido a ir a Tenerife no Outono, até pensei arranjar por lá uma carrinha ou caravana para mais facilmente explorar partes diferentes da ilha, dar uma surfada no norte, uns mergulhos a sul, ir à montanha, etc. Mas também gostava de  conhecer alguma das ilhas mais pequenas.

Editado por antifa
  • Like 1
  • Concordo! 2

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de antifa, há 2 horas:

@cartz não queres fazer aí um roteiro turistico das ilhas no topico do turismo? O ano passado por acaso estava decidido a ir a Tenerife no Outono, até pensei arranjar por lá uma carrinha ou caravana para mais facilmente explorar partes diferentes da ilha, dar uma surfada no norte, uns mergulhos a sul, ir à montanha, etc. Mas também gostava de  conhecer alguma das ilhas mais pequenas.

Na próxima semana tentarei fazer um roteiro pelo menos de Gran Canária que é a que mais conheço, it's like home! Já estive en Tenerife e Lanzarote também.. destas duas, Lanzarote é brutal.. muito bonita e diferente.. Fiquei a perceber o porquê do Saramago ter ficado por lá.

Este ano já planeamos ir visitar outra.. estamos indecisos entre Fuerteventura e La Palma.

Se gostas de surf, tens dir para Gran Canária! ondas brutais, embora muito fundo de pedra. Tens vários picos para varios níveis, e o ambiente de surf é gigante. É o Hawai dos espanhóis a nivel de surf. 

Depois tens montanha bonita no centro da ilha.. Tejeda, Roque Nublo, toda essa zona.. A sul tens a zona mais turistas, grandes areais, muitos hotéis e o clima espetacular onde deve chover meia dúzia de dias por ano.

Mas na próxima semana tentarei fazer algo mais em 'condições' para o tópico das viagens 🙂

Compartilhar este post


Link para o post

Obrigado pelo feedback Cartz. Quando isto da pandemia passar a ver se começo a pesquisar. Onde aconselhas pesquisar emprego para a Gran Canária?

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de BisDost, há 6 minutos:

Obrigado pelo feedback Cartz. Quando isto da pandemia passar a ver se começo a pesquisar. Onde aconselhas pesquisar emprego para a Gran Canária?

Linkedin. Vai começando a fazer a tua network com malta que trabalha por lá nas grandes cadeiras (Meliã, Rio, etc), principalmente com diretores, chefes de departamento e comercais. depois fica atento as ofertas LinkedIn para lá.. Quando isto normalizar vão contratar em força seguramente. Outra forma é prepares candidaturas expontâneas e mandares para esses diretores via LinkedIn assim que tiveres preparado para dar o salto para lá.

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de cartz, há 1 hora:

Linkedin. Vai começando a fazer a tua network com malta que trabalha por lá nas grandes cadeiras (Meliã, Rio, etc), principalmente com diretores, chefes de departamento e comercais. depois fica atento as ofertas LinkedIn para lá.. Quando isto normalizar vão contratar em força seguramente. Outra forma é prepares candidaturas expontâneas e mandares para esses diretores via LinkedIn assim que tiveres preparado para dar o salto para lá.

Obrigado. Já agora, como é o custo de vida por ai? principalmente em termos de casa.

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de BisDost, há 37 minutos:

Obrigado. Já agora, como é o custo de vida por ai? principalmente em termos de casa.

O custo de vida é mais barato do que por exemplo Porto ou Lisboa. Tens de ter em conta que tem um IVA mais baixo..

Relativamente a casas, se quiseres morar na linha da praia um T2 andará a volta dos 900~1000€.. nas zonas mais fora da praia o preço varia consoante a zona, mas arranjas cenas na ordem dos 700, 800€..

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de cartz, há 1 hora:

O custo de vida é mais barato do que por exemplo Porto ou Lisboa. Tens de ter em conta que tem um IVA mais baixo..

Relativamente a casas, se quiseres morar na linha da praia um T2 andará a volta dos 900~1000€.. nas zonas mais fora da praia o preço varia consoante a zona, mas arranjas cenas na ordem dos 700, 800€..

Obrigado pelas indicações. Acabando a pandemia e tenho mesmo de arriscar a sorte por esses lados.

  • Concordo! 1

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de BisDost, há 1 hora:

Obrigado pelas indicações. Acabando a pandemia e tenho mesmo de arriscar a sorte por esses lados.

Eu só não saí na altura porque tive uma progressão rápida numa cadeia muito solida.. se não há muito que ja tinha bazado. Há 2 anos recebi uma proposta para ir para Punta Cana... mas a Maria, impediu isso e justificadamente ficamos.

Se queres fazer CV rápido e ganhar bem procura por aqueles lados também..

  • Like 1

Compartilhar este post


Link para o post

Bem rapaziada, com estes tempos de pandemia muitos negócios e investimentos foram ao ar. O mercado de trabalho alterou-se, e no futuro creio mesmo que vai haver uma mudança de paradigma relativamente à abertura de novos negócios. 

Falo disto para perceber um pouco a vossa visão dos próximos anos relativamente às áreas que vão crescer, quais as surpresas que podem aparecer, etc. Assim de cabeça vejo malta a deixar de abrir tantos restaurantes, ou investir menos em hotéis (vertente do turismo deve baixar).

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de Lebohang, Em 12/05/2020 at 11:20:

Basicamente entregas os valores das vendas dos Jogos Sociais (EuroMilhões, Placard, etc) que vendeste durante a semana na semana seguinte. Ou seja, vendes 1.000 € na semana X logo entregas esse valor na semana X+1.

A questão aqui é que esse valor a pagar não é idêntico ao que recebes pois há umas percentagens que se deduzem (daí o lucro). Por exemplo, há alguns anos 2% dos prémios pagos era dedutível nesse valor (agora já não sei se aplica). Há também outras taxas noutros jogos, creio que no EuroMilhões é de 5%, Totoloto 7% e Lotaria 12,5%.

Ora aí está um negócio que falo há muitos anos que era capaz de avançar. O problema é que se crias algo de raiz podes não ter aval da Santa casa; se vais comprar alguma casa estabelecida é um valor exorbitante.

Compartilhar este post


Link para o post
Citação de Fajo, há 4 horas:

Bem rapaziada, com estes tempos de pandemia muitos negócios e investimentos foram ao ar. O mercado de trabalho alterou-se, e no futuro creio mesmo que vai haver uma mudança de paradigma relativamente à abertura de novos negócios. 

Falo disto para perceber um pouco a vossa visão dos próximos anos relativamente às áreas que vão crescer, quais as surpresas que podem aparecer, etc. Assim de cabeça vejo malta a deixar de abrir tantos restaurantes, ou investir menos em hotéis (vertente do turismo deve baixar).

Fajo, Hotéis e Restaurantes agora já não abrem.. só fecham! Isto vai ser uma razia total nos próximos anos 8/10 anos. 
 

Falo por experiência no setor. Felizmente, já consegui mudar de setor. Junho é o meu ultimo mês como hoteleiro, em Portugal pelo menos.

Compartilhar este post


Link para o post

Crie uma conta ou entre para comentar

Você precisa de ser membro desta comunidade para poder comentar

Criar uma conta

Registe-se na nossa comunidade. É fácil!

Criar nova conta

Entrar

Já tem uma conta? Faça o login.

Autentique-se agora
Entre para seguir isso  

  • Todo o Mundial 2026 no CMPT
  • Outros membros neste tópico

    Nenhum utilizador registado está a visualizar esta página.

×
×
  • Criar Novo...