Mayday Publicado 19 Agosto 2014 Uish (inb4 Pedro Henriques), não deve ser nada fácil, pelo que sei é um mundo complicado de entrar e ser reconhecido. É um bocadinho. A mim nem me tem corrido mal felizmente e tenho tido alguma sorte. Compartilhar este post Link para o post
Lokito Publicado 19 Agosto 2014 "Pôr a Pinheiro a apresentar um programa de televisão é o mesmo que pôr o Zé Cabra a cantar o "Barbeiro de Sevilha" no Teatro S .Carlos!" :mrgreen: Realmente a gaja a falar, parece o festival do apito !!! Compartilhar este post Link para o post
Evangelion Publicado 19 Agosto 2014 (editado) Entretanto na promo do SAL 0.45 Editado 19 Agosto 2014 por Evangelion Compartilhar este post Link para o post
Senhor Moina Publicado 19 Agosto 2014 (editado) Pelo que eu percebi o Espadinha recebeu outra carta... Mas o gajo nesta carta disse tudo. Era soltar o Manel Palito com um maçarico nos programas da tarde e da manhã da sic e ele queimar aquele lixo todo que anda para lá a dizer asneiras torto e a direito. Editado 19 Agosto 2014 por littlemaster Compartilhar este post Link para o post
Taj Publicado 19 Agosto 2014 oh mano, quem é o vitor espadinha? Compartilhar este post Link para o post
Petar Musa Publicado 19 Agosto 2014 oh mano, quem é o vitor espadinha? Compartilhar este post Link para o post
Taj Publicado 19 Agosto 2014 isto é hip hop puro com samples que eu juro ser crente isto é o futuro, passado e presente, todos ao mesmo tempo Compartilhar este post Link para o post
whatever Publicado 19 Agosto 2014 Não conhecia a verve literária do Espadinha, mas já sabia que era homem de recalcamentos: Foi em Junho que o conhecemos. Vítor Espadinha, 58 anos, um mito moderno acessível, conversador, directo, com cinco filhos e a mesma mulher há 14 anos. Há umas duas décadas, Espadinha era o homem de "Recordar é Viver". Foi quando a bombazine tinha outro peso na nossa vida, Zé Gato era o verdadeiro latin looser, Tozé Brito brilhava nas bôites com Paulo de Carvalho e o seu "Olá, Então Como Vais?" e o SG Gigante tinha mais pinta que Marlboro. Em vésperas de um ressurgimento em força, o ícone-Espadinha está cheio de projectos e consolida a fórmula tripla de um grande nome dos palcos: incorformado, artista e sedutor. Ora vejam. O INCONFORMADO 365 - O Vítor Espadinha vai regressar, não é? É verdade, estive a descansar uns tempos porque acho que um actor, um artista deve ter o seu timing e por isso decidi regressar agora. Em Julho vou fazer três espectáculos em Moçambique, vou matar saudades, rever aquilo que deixei há 35 anos. Vivi lá de 56 a 64, oito anos e tal, foi ali que eu comecei a minha vida. Vai me dar um gozo do caraças e por isso agarrei esta oportunidade com as duas mãos. Foi lá que eu fiz a tropa, estive preso dois anos no forte de Moçambique. 365 - Porquê? Porque eu sempre fui contra aquilo. Puseram-me lá obrigado e eu não matava ninguém. Mandavam-me formar pelotão e eu não formava nada e quando passava o brigadeiro para bater continência eu mandava-o prò crl. Eu sempre fui muitto inconformado com tudo, pode ser um defeito, mas não há nada a fazer. Isto parece um rebanho, andam todos uns atrás dos outros, por isso não me dou com o meio, não vou a festas e tento manter-me afastado. Vocês já alguma vez leram a "Caras"? Já viram o ridículo daquilo? Reparem nas legendas debaixo das fotografias: «D. António de Melo com a sua prima» e não sei o quê. Tem algum jeito? Eu não tenho nada a ver com aquilo. Olhem, vou contar-vos uma novidade. Noutro dia, há cerca de seis meses, porque precisava de um documento, decobri por coincidência que tenho um cadastro invejável como perseguido pela PIDE. Isto é uma coisa! Ando a ver se encontro aí algum jornalista, num jornal diário, uma coisa grande, para exibir os mandatos d ecaptura. Isto é uma coisa espantosa. 365 - Mas porque é que a PIDE o perseguiu? Lá está, porque eu sempre fui um inconformado com tudo e os gajos pensavam que eu era algum futuro líder de um partido. Eles têm cartas que eu enviava para a minha mãezinha quando estava em Londres, cartas que eu mandava para o pessoa da Sociedade Portuguesa de Autores, mandados de captura, mas não me encontravam. Sabia o teatro em que eu estava a trabalhar em Londres, sabiam tudo. É uma coisa espantosa. Eu tenho esses documentos comigo e se um dia vocês tiverem um colega vosso... - olhem, o "Jornal de Notícias", por exemplo, era uma coisa porreira para pegar nisto. 365 - E, como inconformado, como vê a actual situação política portuguesa? Eu, desde o 25 de Abril, execpetuando o PCP, por quem tinha uma grande admiração, acho que já votei em todos. Não tenho nenhum partido que se identifique comigo. Acho o PS e o PSD absolutamente iguais. O PCP já passou de m0oda. Não tenho nenhum partido. Votei Mário Soares porque gosoto dele e porque foi meu professor no Colégio Moderno. O ARTISTA 365 - Corre a notícia de que o Vítor Espadinha vai ter um novo programa na televisão. Como vai ser isso? Por enquanto não sei. Ando a pensar. Tenho algumas propostas mas também tenho muito medode voltar. Está tudo muito pimba. A RTP está muito amorfa, se bem que agora penso que há uma nova esperança com a TVI. Vamos lá ver que tipo de televião é que vão fazer. Eu, por mim, quero uma estação onde me deixem fazer uma coisa difrente num meio onde está tudo comprado pelas notas, com muito gays, muitos gays, muito dinheiro para pôr um lagarto em cima da cabeça. É muita areia para a minha camioneta. 365 - Quando é que foi a última vez que trabalhou na TV? Foi em 89, 90, era um programa que se chamava "para Variar", a quem as pessoas chamavam curiosamente "Roda o palco", porque eu passava a vida dizer «Roooodaaaa o paaalcoo» [risos], e rodava! 365 - Mas e o próximo programa? Vai ser à volta da música, do teatro, à volta de tudo. Embora eu tenha uma certa cultura, não sou muito de fazer coisas complicadas porque acho que as pessoas precisam é de se divertir. 365 - E o que anda a fazer mais? Neste momento estou a preparar um disco completamente difernte, embora com o meu estilo, mas completamente diferente. Uma música simplezinha porque o português é surdo. Só com originais e grandes poetas. 365 - Que poetas? Eu gosto muito do Tozé Brito e do Fanha. São vários. Estou a alinhar isto, tenho três canções e ainda me faltam algumas para a tingir as 12 que são precisas para o álbum, que está pronto lá para Stembro, Outubro. As letras já tenho todas, embora ainda não saiba qual vai ser a editora. Erntretanto, fui convidado para ir para o teatro nacional. Em princípio devo ir porque tenho muitas saudades do teatro. Toda a minha vida fui actor. Fiz o "Mostra-me a Tua Piscina" no Capitólio durante dois anos, estive em cena com uma comédia no Laurinda Alves também durante dois anos e quando fui contratado para o Casino Estoril por 15 dias, acabei por ficar cinco anos todas as noites a fazer a mesma coisa! Agora não, fazem-se peças para oito dias e eu não sou actor de oito dias. 365 - Voltemos algumas décadas atrás. Lá pelos anos 70 você foi durante muito tempo a verdadeira estrela do easylistenning português. «E recordar é viver...». Vê-se como um ícone daquela altura? Não, de maneira nenhuma. Eu faço as coisas apropriadas para o seu tempo. Apenas recordo que as pessoas depois do 25 de Abril ficaram sem coragem para as fazer. Antigamente, mesmo com a censura em cima, era muito difícil dar subentendidos em coisas assim. Deixaram acabar com o teatro de revista e a comédia de boulevard, o que para mim é um grande desgosto. Agora fazem-se peças e eu não as percebo. Outro dia fui ver uma a um teatro pequenino. Estava eu e mais dois, um deles a dormir. Sinceramente, eu não percebi nada do que eles estavam par ali a dizer. Falta-lhes, não sei... Este país é complicado, este país é complicado... 365 - Como é começou a sua carreira? Verdadeiramente, comecei como jornalista no jornal "A Tribuna", de Lourenço Marques, e no Rádio Clube Português. Depois fui para Inglaterra, onde estive 12 anos, e quando finalmente vim para Portugal o meu primeiro emprego foi no "Diário Popular", onde fazia uns artigos, umas críticas de cinema e ond eo meu patrão era o Pinto Balsemão. 365 - Ele nunca o convidou para a SIC? Não. O Pinto Balsemão deu as rédeas daquilo ao Rangel, acho que ele não se mete nestas coisas. 365 - Como chegou do jornalismo à música? Não, eu passei ao teatro. Quando vim para Lisboa, depois de já Ter feito teatro em Moçambique, estreei-me em 66 no Teatro Villaret com uma comédia ao lado da Eunice Muñoz, Rui de Carvalho, Rogério Paulo e João Perry. 365 - Grandes nomes. Sim, numa altura em que uma peça estava em cena durante um ano, dois, às vezes mais. O SEDUTOR 365 - O teatro ajudou-o a seduzir muitas mulheres? Mais ou menos. Não sou muito bom em contas, mas tenho muitos filhos. Vivi sempre a minha vida e não acredito que algum homem possa viver sem uma mulher. Eu acho que não, não sei... esta coisa de brincar com as pilinhas... também nunca percebi lá muito bem. 365 - Tem muitas fãs? Naquela altura, quando os discos estavam a bater, acredito que sim. Agora já não. 365 - Acha que está a perder o charme com a idade? Não, pelo contrário, estou cada vez melhor. Não sei o que é, sou como o vinho do Porto. Tenho 58 anos mas a mesma tesão dos mesu 20. É uma coisa incrível. Fumo, bebo e sou heterossexual. Tenho uma sáude do caraças e raramente fui a um médico. 365 - Nunca sentiu a dor de rejeição? Já, em miúdo. Apanhei uma grande lição com a minha primeira paixão. A mulher não podia comigo, olhava para mim como se eu fosse o gorila que está a trabalhar com o João Baião. Desde aí, nunca mais. Fiquei completamente vacinado. 365 - O que pensa do amor? Sinceramente... eu gosto é de f*der, porra! Vocês queriam mais franqueza do que isto? 365 - Já fez amor ao som das suas próprias músicas? Ao som das minhas não me lembro, mas já fiz com do Julio Iglesias, era uma música que se chamava "Hey": [cantando] «Hey, no vayas presumindo por aí...», e estavamos todos nús. 365 - Era ao Iglesias que você costumava ser comprado. Por esta ordem de ideias, alguma vez o acusaram de ter um filho ilegítimo? Já me apareceu uma mulher nos Açores, na ilha do Faial, a dizer que tinha um filho meu e até disseram isso na rádio. 365 - E era verdade? Não sei, como deveria Ter quatro ou cinco iguais a mim, parti do princípio que estava a mentir. 365 - Normalmente, elas confiam em si? Sim. Aliás, eu tenho mais amigas mulheres do que homens. No papel já me casei duas vezes, tive muitos ajuntamentos, todos de cinco, seis, sete anos. Com a mãe do meu filho mais novo já estou há 14. A verdade é que sou cem por cento quando gosto de uma mulher. 365 - Liga muito à sua imagem? Não, nada, não ligo nenhuma. Eu tenho 120 fatos em casa, do programa de televisão onde todos os dias me davam um, e nunca os vesti. A imagem, a aparência, não ligo nada a isso, mas dou importância à imagem artística, isso sim. Não repito duas coisas iguais, tenho muito cudidado com o que faço, há programas de televisão onde não vou, recuso-me a aparecer na televisão com um bicha ao meu lado e um macaco atrás de mim. Porra, isso era uma vergonha do caraças. 365 - Quais são os seus artistas favoritos? Franceses, essencialmente. Sou fã incondicional da música francesa, gosto de Charles Aznavour, Jacques Brel, Leo Ferré. Gosto dessa gente toda desde miúdo. 365 - O que é que ainda não fez na vida? Gostava de cantar em espanhol. Ando à procura de um poeta. Um gajo que escreva poemas a sério, tem que ser um daqueles craques que saiba mesmo o que está a fazer. Música não tenho problema, porque tenho quem ma faça. 365 - A sua máxima? Quantos mais bichas, melhor... http://www.revista365.com/entrevistas/txt_espadinha.htm Compartilhar este post Link para o post
FMplayerslayer Publicado 19 Agosto 2014 Provavelmente digo eu que já tive o prazer de lidar com ele, a SIC aceitou a ideia desde que fosse outra pessoa a assumir o controlo do projeto, vulgo Julia Pinheiro :grin: Compartilhar este post Link para o post
kewl Publicado 19 Agosto 2014 Não sei quem é esse Marques mas só pelo que disse da Júlia Pinheiro já merece todo o crédito. Compartilhar este post Link para o post
Chandler Publicado 20 Agosto 2014 Achei que a carta ia terminar com: A cidade está deserta, E alguém escreveu o teu nome em toda a parte: Nas casas, nos carros, nas pontes, nas ruas. Em todo o lado essa palavra Repetida ao expoente da loucura! Ora amarga! ora doce! Pra nos lembrar que o amor é uma doença, Quando nele julgamos ver a nossa cura! És incrível. :lol: Compartilhar este post Link para o post
Chandler Publicado 20 Agosto 2014 Mayday, como foi gravar aquela cena na cadeia com o preto? Doeu muito? Compartilhar este post Link para o post
Ego Sum Publicado 20 Agosto 2014 365 - O que pensa do amor?Sinceramente... eu gosto é de f*der, porra! Vocês queriam mais franqueza do que isto? :lol: Compartilhar este post Link para o post
Ghelthon Publicado 20 Agosto 2014 Boa pergunta Ghelthon.. :mrgreen: Obrigado pela resposta evasiva. Compartilhar este post Link para o post
Vaart10 Publicado 20 Agosto 2014 "Directora de Gestão e Desenvolvimento das Chamadas de Valor Acrescentado, a Pinheiro"Isto é tão verdade no geral, mas onde eu notei mais foi no Vale Tudo. Dava para ver que o próprio Manzarra já estava saturado de estar sempre a dizer para ligarem para aquele número.Tendo em conta que ele referiu copiarem a Ellen Degeneres, não sei como é que ele se esqueceu de referir a grande bodega que foram os Globos de Ouro e a grande bosta de apresentadora que é a Barbara Guimarães. De há uns tempos para cá esse tipo de situações já têm um regulamento. Salvo erro, só podem publicitar o concurso cinco vezes por hora. Compartilhar este post Link para o post
PRFA47 Publicado 20 Agosto 2014 No sábado o Fernando Mendes fartou-se de publicitar o T3 para arrendar onde ele fez o especial do Preço Certo :lol: Compartilhar este post Link para o post
Puto Perdiz Publicado 20 Agosto 2014 :mrgreen: Obrigado pela resposta evasiva. já sabes que ele é preto. Não há muitos actores/figurantes pretos na TV portuguesa. Compartilhar este post Link para o post
Sumudica by Night Publicado 20 Agosto 2014 É o gajo do Preço Certo. Compartilhar este post Link para o post
Detlef Publicado 20 Agosto 2014 É um dos pretos trolhas do prédio do vasco. Compartilhar este post Link para o post