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Benfica e FC Porto apostam em Luís Duque para a presidência da Liga

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Vamos então agora recordar como isto efetivamente aconteceu (sem ocultar dados relevantes). Vou citar as tuas partes que estão corretas e que são coerentes na história "real".

 

«Houve quem aparecesse a elogiar declarações do Rui Santos. Isso teve como resultado óbvio ter aparecido quem dissesse: "Ai agora o que o Rui Santos diz já é válido?"

O seguimento poderia ter sido: "Sim, mudei de opinião." E estava tudo certo.»

 

De facto, este poderia ter sido o argumento da pessoa que elogiou as declarações do Rui Santos e que mudou de opinião. O engraçado é que... esse FOI o argumento: «A minha opinião sobre o Rui Santos mudou bastante desde que ele mudou bastante.» Isto que agora acabei de citar é precisamente parte do primeiro comentário que a pessoa que colocou o vídeo aqui fez depois de... colocar o vídeo.

 

«O mal não é mudar de opinião. O mal é argumentar com a mudança de opinião apenas depois de não haver alternativa.»

 

Concordo plenamente. E é por isso que quem colocou o vídeo está de consciência mais do que tranquila porque basta rever os comentários feitos neste tópico para perceber que não foi isso que foi feito. A menos que fosse esperado que a pessoa que colocou o vídeo, ao fazê-lo, avisasse desde logo "Sim, eu mudei de opinião sobre o Rui Santos!", quando isso era algo aparentemente irrelevante e que, para além disso, a referida pessoa já tinha dado a entender algumas vezes neste fórum ao longo dos últimos 20 meses, não sei o que poderia ou deveria ter sido feito de diferente.

 

O seguimento de que falas (o pedido de apresentação de provas) foi protagonizado por uma pessoa diferente daquela que aqui colocou o vídeo. Estar a misturar ações e reações, bem como palavras soltas, todas elas pertencentes a pessoas diferentes, não só é reprovável em termos morais como é propositadamente feito com a tentativa de dar uma ideia diferente da realidade.

 

Eu sei que a culpa é minha. Por ter esperança na humanidade e pensar que ainda é possível ter discussões honestas com a maioria das pessoas. Já tenho experiência suficiente para saber que isso é muito difícil quando se trata de determinados assuntos e de determinadas pessoas.

 

Mas como não sou pessoa para me esconder, vamos a isso:

 

A pessoa que colocou o dito vídeo acrescentou o seguinte comentário: Como quase sempre, bastante incisivo e acertado.

 

Tu podes até dizer que esta é uma frase óbvia por parte de alguém que mudou recentemente de opinião sobre o visado. No meu entendimento não é! A utilização da expressão "quase sempre" indicia exatamente o contrário. Sendo o visado o Rui Santos são raras as pessoas neste fórum que poderiam escrever essa frase sem se sujeitar a considerações como as que se seguiram. Eu e pouco mais. E estou à vontade para dizê-lo dada a história de confrontos e discussões que por aqui tive ao longo dos anos.

 

Depois veio a corroboração: Muito bom esse comentário do Rui Santos.

 

E logo de seguida o óbvio seguimento: Mas agora o Rui Santos já sabe falar ? e Parece que sim, ainda me lembro quando era "um destabilizador que só sabe falar mal do Sporting" :lol:

Agora já é credível e um sabe-tudo.

 

Depois veio o pedido de quotes, apareceram os ditos quotes, e só depois, com a incoerência desmascarada, é que surgiu aquele que qualificas como o "primeiro comentário da pessoa que colocou o vídeo".

 

Ou seja, enquadra-se nas situações em que "O mal é argumentar com a mudança de opinião apenas depois de não haver alternativa". Quanto às quais, curiosamente, até concordas comigo.

 

Não sei quem é que está a tentar dar uma ideia diferente da realidade. Mas não me parece que seja eu...

Editado por Descartes

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Eu sei que a culpa é minha. Por ter esperança na humanidade e pensar que ainda é possível ter discussões honestas com a maioria das pessoas. Já tenho experiência suficiente para saber que isso é muito difícil quando se trata de determinados assuntos e de determinadas pessoas.

 

Mas como não sou pessoa para me esconder, vamos a isso:

 

A pessoa que colocou o dito vídeo acrescentou o seguinte comentário: Como quase sempre, bastante incisivo e acertado.

 

Tu podes até dizer que esta é uma frase óbvia por parte de alguém que mudou recentemente de opinião sobre o visado. No meu entendimento não é! A utilização da expressão "quase sempre" indicia exatamente o contrário. Sendo o visado o Rui Santos são raras as pessoas neste fórum que poderiam escrever essa frase sem se sujeitar a considerações como as que se seguiram. Eu e pouco mais. E estou à vontade para dizê-lo dada a história de confrontos e discussões que por aqui tive ao longo dos anos.

 

Depois veio a corroboração: Muito bom esse comentário do Rui Santos.

 

E logo de seguida o óbvio seguimento: Mas agora o Rui Santos já sabe falar ? e Parece que sim, ainda me lembro quando era "um destabilizador que só sabe falar mal do Sporting" :lol:

Agora já é credível e um sabe-tudo.

 

Depois veio o pedido de quotes, apareceram os ditos quotes, e só depois, com a incoerência desmascarada, é que surgiu aquele que qualificas como o "primeiro comentário da pessoa que colocou o vídeo".

 

Ou seja, enquadra-se nas situações em que "O mal é argumentar com a mudança de opinião apenas depois de não haver alternativa". Quanto às quais, curiosamente, até concordas comigo.

 

Não sei quem é que está a tentar dar uma ideia diferente da realidade. Mas não me parece que seja eu...

A tua frase inicial é uma à qual não vou dar resposta, intencionalmente. Acho que os motivos são óbvios.

 

«Tu podes até dizer que esta é uma frase óbvia por parte de alguém que mudou recentemente de opinião sobre o visado.»

Sim, digo.

 

«Depois veio o pedido de quotes, apareceram os ditos quotes, e só depois, com a incoerência desmascarada, é que surgiu aquele que qualificas como o "primeiro comentário da pessoa que colocou o vídeo".

Ou seja, enquadra-se nas situações em que "O mal é argumentar com a mudança de opinião apenas depois de não haver alternativa". Quanto às quais, curiosamente, até concordas comigo.

Não sei quem é que está a tentar dar uma ideia diferente da realidade. Mas não me parece que seja eu...»

 

Tendo em conta o que acabei de dizer, não houve incoerência nenhuma a meu ver. E só aí cai por terra toda a tua linha de argumentação. Ou melhor, não cai mas fica patente a noção de que não é um facto mas sim simplesmente uma opinião. A de que fui incoerente. Não fui.

 

Não se enquadra nesse conjunto de situações, por motivos óbvios. E se andar por aqui cada vez menos vezes (algo que já acontece há mais de 1 ano, depois de até ter havido 6 meses em que simplesmente não meti cá os pés) é um crime ao ponto de ser acusado de apenas ter dado um argumento "depois de não haver alternativa", quando obviamente não vim cá até ter efetivamente respondido, então não tenho muito a fazer...

 

Eu concordo contigo quando dizes que é errado apenas "argumentar com a mudança de opinião depois de não haver alternativa". Não foi, contudo, isso que aqui aconteceu.

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«Tu podes até dizer que esta é uma frase óbvia por parte de alguém que mudou recentemente de opinião sobre o visado.»

Sim, digo.

 

Nada mais é relevante nesta história. Apenas isto.

 

[O indivíduo x], como quase sempre, bastante incisivo e acertado. é, na tua opinião, uma afirmação adequada por parte de alguém que mudou recentemente de opinião sobre o tal indivíduo x.

 

Perante isto o que é que se pode dizer? Vai estudar? Volta para a escola? Vai aprender a ler? Não vale a pena porque eu sei perfeitamente que tu não precisas de nada disso. Estás apenas a teimar para não perder a face. E para isso falta-me tempo e paciência. :wink:

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Nada mais é relevante nesta história. Apenas isto.

 

[O indivíduo x], como quase sempre, bastante incisivo e acertado. é, na tua opinião, uma afirmação adequada por parte de alguém que mudou recentemente de opinião sobre o tal indivíduo x.

 

Perante isto o que é que se pode dizer? Vai estudar? Volta para a escola? Vai aprender a ler? Não vale a pena porque eu sei perfeitamente que tu não precisas de nada disso. Estás apenas a teimar para não perder a face. E para isso falta-me tempo e paciência. :wink:

É curioso que, no meu post anterior, eu hesitei entre optar por uma abordagem longa (como aquela pela qual acabei por optar) ou uma mais curta, na qual tencionava alegar precisamente aquilo que agora disseste: que nada aqui é mais relevante do que essa parte.

 

Engraçado é teres dito, sobre essa mesma parte, o seguinte, há uns minutos atrás: «Tu podes até dizer que esta é uma frase óbvia por parte de alguém que mudou recentemente de opinião sobre o visado. No meu entendimento não é!» Ou seja, conferes legitimidade à possibilidade de que eu ache que x é óbvio num determinado contexto, ainda que no teu entendimento não o seja. Quando eu refiro que "acho que x é óbvio num determinado contexto", dizes-me que estou a teimar para não perder a face. A conclusão é qual? A de que é impossível "ganhar" contigo? A de que não dá para ter razão pois dás a volta a qualquer situação de uma forma mais conveniente à tua linha de argumentação?

 

Por último, sabendo eu perfeitamente da minha própria opinião antiga sobre o Rui Santos e do número de vezes que a expressei neste fórum, o que ganharia em tentar dar a ideia de que tive sempre a mesma opinião sobre o indivíduo (ou pelo menos em tentar ocultar a verdade de que mudei de opinião, ainda para mais quando isso foi algo que já aqui fiz inúmeras vezes sobre outras pessoas)? Ou me subestimas imenso por pensar que seria inocente a esse ponto (e isto até passaria o alcance da mera inocência, seria só desonestidade inútil, porque se há alguém que não vê mal em mudar de opinião e reconhecê-lo sou eu) - o que é válido mas que eu lamento - ou então estás simplesmente a querer manter-te fiel ao teu argumento inicial mesmo tendo já percebido que não estavas correto.

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É curioso que, no meu post anterior, eu hesitei entre optar por uma abordagem longa (como aquela pela qual acabei por optar) ou uma mais curta, na qual tencionava alegar precisamente aquilo que agora disseste: que nada aqui é mais relevante do que essa parte.

 

Engraçado é teres dito, sobre essa mesma parte, o seguinte, há uns minutos atrás: «Tu podes até dizer que esta é uma frase óbvia por parte de alguém que mudou recentemente de opinião sobre o visado. No meu entendimento não é!» Ou seja, conferes legitimidade à possibilidade de que eu ache que x é óbvio num determinado contexto, ainda que no teu entendimento não o seja. Quando eu refiro que "acho que x é óbvio num determinado contexto", dizes-me que estou a teimar para não perder a face. A conclusão é qual? A de que é impossível "ganhar" contigo? A de que não dá para ter razão pois dás a volta a qualquer situação de uma forma mais conveniente à tua linha de argumentação?

 

Por último, sabendo eu perfeitamente da minha própria opinião antiga sobre o Rui Santos e do número de vezes que a expressei neste fórum, o que ganharia em tentar dar a ideia de que tive sempre a mesma opinião sobre o indivíduo (ou pelo menos em tentar ocultar a verdade de que mudei de opinião, ainda para mais quando isso foi algo que já aqui fiz inúmeras vezes sobre outras pessoas)? Ou me subestimas imenso por pensar que seria inocente a esse ponto (e isto até passaria o alcance da mera inocência, seria só desonestidade inútil, porque se há alguém que não vê mal em mudar de opinião e reconhecê-lo sou eu) - o que é válido mas que eu lamento - ou então estás simplesmente a querer manter-te fiel ao teu argumento inicial mesmo tendo já percebido que não estavas correto.

 

Tu podes dizer o que te apeteça. Eu não tenho condições de te impedir. Podes dizer que o céu é amarelo, que o Benfica joga normalmente de cor-de-laranja, que o Primeiro Ministro português é o Herman José, o que quiseres... Podes dizê-lo à vontade não implicando que isso corresponda à verdade.

 

O que está em causa na frase que escreveste é uma questão de português. De semântica. Do significado das palavras. Podes dizer que "amarelo" é "azul" as vezes que te apetecer que não é por isso que as pessoas passarão a designar por "amarelo" algo que tem a cor azul. Aqui é o mesmo. Podes teimar à vontade mas quando dizes "quase sempre" não estás a enviar a mensagem de "ultimamente" ou "recentemente". Podes ter pensado assim. Podes ter cometido um equívoco ao escrever. Não podes é continuar a dizer que o amarelo é azul.

 

E isto não é uma questão de opinião. Da minha razão ou da tua. É, como já referi, português.

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Tu podes dizer o que te apeteça. Eu não tenho condições de te impedir. Podes dizer que o céu é amarelo, que o Benfica joga normalmente de cor-de-laranja, que o Primeiro Ministro português é o Herman José, o que quiseres... Podes dizê-lo à vontade não implicando que isso corresponda à verdade.

 

O que está em causa na frase que escreveste é uma questão de português. De semântica. Do significado das palavras. Podes dizer que "amarelo" é "azul" as vezes que te apetecer que não é por isso que as pessoas passarão a designar por "amarelo" algo que tem a cor azul. Aqui é o mesmo. Podes teimar à vontade mas quando dizes "quase sempre" não estás a enviar a mensagem de "ultimamente" ou "recentemente". Podes ter pensado assim. Podes ter cometido um equívoco ao escrever. Não podes é continuar a dizer que o amarelo é azul.

 

E isto não é uma questão de opinião. Da minha razão ou da tua. É, como já referi, português.

Não cometi equívoco algum ao escrever. Quanto muito, poderei ter omitido uma parte por ela ser relativamente irrelevante. Creio que a ninguém faria diferença se eu tivesse escrito "como quase sempre tem estado nos últimos 20 meses", em vez daquilo que efetivamente escrevi. A ideia era exatamente a mesma. Dizer "Esteve bem, como quase sempre" não dá (ou pelo menos não deveria dar) a ideia de que a minha opinião é a de que ele esteve bem em tudo o que disse desde que nasceu. Não defini qualquer horizonte temporal, nem senti necessidade de o fazer porque era uma opinião que supostamente não deveria originar qualquer controvérsia. Chateia-te por isso, estás no teu direito. Contudo, não me digas que errei numa questão de português porque não o fiz e, modéstia à parte (e sem qualquer espécie de arrogância ou espírito confrontador), é raro isso acontecer.

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Não cometi equívoco algum ao escrever. Quanto muito, poderei ter omitido uma parte por ela ser relativamente irrelevante. Creio que a ninguém faria diferença se eu tivesse escrito "como quase sempre tem estado nos últimos 20 meses", em vez daquilo que efetivamente escrevi. A ideia era exatamente a mesma. Dizer "Esteve bem, como quase sempre" não dá (ou pelo menos não deveria dar) a ideia de que a minha opinião é a de que ele esteve bem em tudo o que disse desde que nasceu. Não defini qualquer horizonte temporal, nem senti necessidade de o fazer porque era uma opinião que supostamente não deveria originar qualquer controvérsia. Chateia-te por isso, estás no teu direito. Contudo, não me digas que errei numa questão de português porque não o fiz e, modéstia à parte (e sem qualquer espécie de arrogância ou espírito confrontador), é raro isso acontecer.

 

Já percebi que não vale a pena insistir com a tua teimosia. Queres continuar a dizer que o azul é amarelo. Pois continua...

 

Mas fica ciente que essa parte não é irrelevante. E faria toda a diferença. Porque para quem lê passaria imediatamente a ideia que a tua opinião tinha mudado. Ao não definires qualquer horizonte temporal deste a ideia de que "sempre" é "sempre". Não desde que ele nasceu, mas desde que ele se tornou uma figura pública sobre quem se comenta. Ou seja, há coisa de 30 anos.

 

Nunca na vida se poderá dizer que o Herman José esteve patético como quase sempre a pensar apenas nos últimos 2 anos; nem que os Xutos e Pontapés estiveram brilhantes como quase sempre a pensar no último ano e meio. As palavras valem o que valem. Não valem o que nos faz jeito que valham.

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Não se pode dizer porque os Xutos nunca estiveram brilhantes.

 

Haja alguém. :prayer:

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Citação do jornal "A Bola" online

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Luís Duque renuncia ao salário como presidente da Liga

«Não venho à procura de emprego.»

Com estas palavras Luís Duque anunciou, na sua tomada de posse como presidente da Liga de Clubes, que renunciou ao salário definido pelos estatutos do organismo.

Em atualização

19:30 - 27-10-2014

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Mas ele já foi eleiteo? Pensava que ainda era candidato. :lol:

Foi o único que se candidatou.As eleições foram hoje,Huguinho

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Foi o único que se candidatou.As eleições foram hoje,Huguinho

 

Não sabia nada disso. Lá para a semana deve sair a notícia aqui nos Açores. :mrgreen:

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Quando li nos jornais online "Duque anuncia primeira medida como Presidente da Liga", pensei que estivesse relacionado com refeições buffet gratuitas na sede.

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Luís Duque: "A minha primeira decisão é renunciar ao salário a que tinha direito como presidente da liga"

 

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Luís Duque: "Preferia estar a comprar sprays para ajudar os árbitros do que estar a sentar-me com eles para resolver os planos de pagamento"

 

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Luís Duque: "Vamos iniciar de imediato a revisão estatutária da liga para que o novo modelo esteja a funcionar em pleno em 2015/16"

 

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Luís Duque recebeu 246 mil euros no Sporting na temporada 2011/2012

 

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Luís Duque recebeu 102 500 euros quando cessou funções de administrador no Sporting. E ainda teria a receber, em Julho e 2013, 205 mil

Editado por depina

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Mas até faz sentido que tenha deixado de querer mamar, tudo o que é demais enjoa. Já bastou o que mamou no Sporting.

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Prometeram pagar-lhe antes em refeições no Frango da Guia.

 

Para o que ele deve comer, são precisos uns 10 pratos para encher a barriga do gordo. É que aqueles frangos são uns pintos...

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De acordo com os relatórios e contas, o Sporting só em salários gastou com Luís Duque mais de 300 mil euros, sem contar com demais despesas e erros de gestão lesivos para o Clube.

 

Pela sua saída, Godinho Lopes acordou pagar a Luís Duque uma indemnização de 307 mil e 500 euros, mais as despesas com o processo no "Caso João Pinto".

Agora teve um súbito aparecimento de algo chamado "consciência". Lindo. :lol:

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