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Tragédia em Paços de Ferreira: Jogador tomba inanimado em campo

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Tragédia em Paços de Ferreira: Jogador tomba inanimado em campo

 

O jogo Águias de Eiriz-Baltar, integrado na Série 2 da 1.ª Divisão da A. F. Porto, terminou em tragédia. Quando estavam decorridos 20 minutos, Jardel, avançado da equipa de Paços de Ferreira, sofreu uma paragem cardiorrespiratória e caiu inanimado em campo.

 

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Momentos de grande tensão que relegaram o jogo para segundo plano

 

Empresário na área do mobiliário, o atleta, de 35 anos, foi prontamente assistido pelas equipas médicas dos dois clubes e, posteriormente, pelos bombeiros e pelo INEM. De seguida, foi transportado para o Hospital São João, no Porto, onde se encontrava em coma e a lutar pela vida, na unidade de Cuidados Intensivos. O prognóstico é muito reservado e, segundo o corpo clínico que acompanha o caso, as próximas 24/48 horas serão determinantes.

 

No momento em que caiu inanimado, Emanuel Soares, nome que consta no bilhete de identidade de "Jardel", foi auxiliado por um jogador do Baltar que, tirando a bandeirinha da mão do árbitro assistente, impediu que o adversário enrolasse a língua. Momentos de grande tensão que relegaram o jogo para segundo plano. Mais tarde, a equipa de arbitragem deu o encontro por concluído, por não estarem reunidas as condições para prosseguir.

 

Natural de Sobrosa, Paredes, "Jardel" esteve sem jogar dois anos, devido a problemas de saúde. Contudo, a paixão pelo futebol fez com que nunca desistisse de voltar a competir. Recuperou e, há meio ano, realizou uma extensa bateria de exames médicos sob observação de um cardiologista. Conseguido o aval clínico, o avançado aceitou o convite do Águias de Eiriz para regressar ao futebol, cotando-se como um jogador de grande importância na formação orientada por José Manuel.

 

Pai de uma filha de sete anos e dois gémeos de três meses, Jardel é elogiado por amigos e companheiros de equipa, que o consideram um exemplo dentro e fora de campo.

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Ele já tinha estado afastado do futebol por problemas de saúde (2 anos), será que, aquando do seu regresso, foi alvo de todos os exames possíveis e imagináveis para eliminar situações de risco?

Editado por Vaart

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Ele já tinha estado afastado do futebol por problemas de saúde (2 anos), será que, aquando do seu regresso, foi alvo de todos os exames possíveis e imagináveis para eliminar situações de risco?

Pelos vistos sim, só voltou com "autorização" médica.

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Gel, isso é que eu coloco em causa. Eu, quando pratiquei basket, e foram vários anos, tinha que, antes de começar cada época, ir ao médico para obter uma autorização para a prática da modalidade. E o que me faziam (o médico e o assistente) era, basicamente, medir-me, pesar-me, perguntar-me se via bem, etc.

 

Nunca me pediram um exame, nada. O problema foi quando, a meio de um jogo, senti umas pontadas fortes no peito e tive que ir para o banco. A dor, eventualmente, acabou por passar. Mas, pelo sim, pelo não, fui fazer exames e viram que eu tinha uma arritmia. Nada de grave, como é óbvio, mas se fosse algo mais grave, eu tinha autorização médica e, por sinal, estava tudo bem.

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Os médicos do fórum que digam com conhecimento de causa, mas um jornal como o JN escrever "foi auxiliado por um jogador do Baltar que, tirando a bandeirinha da mão do árbitro assistente, impediu que o adversário enrolasse a língua" não é uma aberração e um incentivo a uma prática errada e perigosa neste tipo de situações?

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Gel, isso é que eu coloco em causa. Eu, quando pratiquei basket, e foram vários anos, tinha que, antes de começar cada época, ir ao médico para obter uma autorização para a prática da modalidade. E o que me faziam (o médico e o assistente) era, basicamente, medir-me, pesar-me, perguntar-me se via bem, etc.

 

Nunca me pediram um exame, nada. O problema foi quando, a meio de um jogo, senti umas pontadas fortes no peito e tive que ir para o banco. A dor, eventualmente, acabou por passar. Mas, pelo sim, pelo não, fui fazer exames e viram que eu tinha uma arritmia. Nada de grave, como é óbvio, mas se fosse algo mais grave, eu tinha autorização médica e, por sinal, estava tudo bem.

Eu sei, eu joguei futebol federado nas camadas jovens e nunca fui ao médico, o clube arranjava sempre atestados para toda a gente. É triste, mas é verdade.

 

Os médicos do fórum que digam com conhecimento de causa, mas um jornal como o JN escrever "foi auxiliado por um jogador do Baltar que, tirando a bandeirinha da mão do árbitro assistente, impediu que o adversário enrolasse a língua" não é uma aberração e um incentivo a uma prática errada e perigosa neste tipo de situações?

Não tenho a certeza, mas acho que já li que não se deve fazer isso.

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Sem certezas Vaart, mas a possível comparticipação desses exames completos seria de quem? Tua, ou do clube?

Em ambos os casos, seria bastante dispendioso fazer todos esses exames, por mais que sejam necessários. E atenção que eu sou a favor de que os façam, mas a insustentabilidade do sistema de saúde e desportivo amador e semi-profissional fala mais alto.

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Já houve uma discussão há alguns meses no forum sobre isso e de facto ir lá com os dedos é uma má opção.

Ler isto sem o contexto do tópico é engraçado.

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Sem certezas Vaart, mas a possível comparticipação desses exames completos seria de quem? Tua, ou do clube?Em ambos os casos, seria bastante dispendioso fazer todos esses exames, por mais que sejam necessários. E atenção que eu sou a favor de que os façam, mas a insustentabilidade do sistema de saúde e desportivo amador e semi-profissional fala mais alto.

 

O exame físico, necessário para obter a autorização médica, era da responsabilidade do clube.

 

Posteriormente, o exame que fiz foi às minhas expensas, neste caso dos meus pais.

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Já houve uma discussão há alguns meses no forum sobre isso e de facto ir lá com os dedos é uma má opção.

 

Depende de como o fazes, se for eu a fazer até se contorcem.

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O exame físico, necessário para obter a autorização médica, era da responsabilidade do clube.

 

Posteriormente, o exame que fiz foi às minhas expensas, neste caso dos meus pais.

 

Confirmo. Do pouco tempo que joguei basket, pagava x pela inscrição e mais um tanto se quisesse logo o atestado. Na altura, optei por fazer exames numa clínica.

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Os médicos do fórum que digam com conhecimento de causa, mas um jornal como o JN escrever "foi auxiliado por um jogador do Baltar que, tirando a bandeirinha da mão do árbitro assistente, impediu que o adversário enrolasse a língua" não é uma aberração e um incentivo a uma prática errada e perigosa neste tipo de situações?

 

Já não é recomendado colocar a mão na boca neste tipo de situação. O que se deve fazer é, colocar o gajo na posição lateral de segurança e esperar pela ambulância.

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Eu sei, eu joguei futebol federado nas camadas jovens e nunca fui ao médico, o clube arranjava sempre atestados para toda a gente. É triste, mas é verdade.

 

 

Não tenho a certeza, mas acho que já li que não se deve fazer isso.

 

Eu também joguei federado nas camadas jovens e sempre fiz exames, recolha de sangue, aquela cena do coração e um raio-x aos pulmões. Por acaso aqui (Penafiel) têm sempre atenção a isso.

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O homem tinha sido afastado algum tempo por problemas cardíacos, mas era amigo do treinador que lhe pediu para o ajudar e infelizmente deu nisto. O jogo para a semana com o Ermesinde está em causa.

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Se assim for é uma irresponsabilidade das duas partes, do jogador, e do treinador, caso soubesse da situação.

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Fez "exames" antes de voltar a jogar.

 

É o prato do dia na distrital. É por isso que sempre fiz os exames médicos à revelia do clube onde jogava, directamente no Centro de Medicina Desportiva. Antes da equipa ou do jogo está a minha saúde.

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As pessoas brincam com a vida por causa da paixão de jogar à bola. Depois acontecem este tipo de coisas...

 

É muito complicado falar sem saber o que se passou de facto, mas se já tinha passado 2 anos afastado, deduzindo que por problemas cardíacos devido ao enquadramento do texto, era um risco que corria e devia sabê-lo.

 

De notar também que os exames médicos são falíveis e há falsos negativos, se repetirem uma prova de esforço 100 vezes por aí umas 80 estão aptos a competir e outras 20 não. Depois passa por jogar com probabilidades, passa por pressões para passar o atestado.

 

O médico também tem uma responsabilidade enorme, não se devem passar atestados em caso de dúvida, o atleta assina um termo de responsabilidade e pronto. São poucas as doenças que se "curam" neste âmbito, menos ainda as que afastam um gajo da competição durante 2 anos.

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Gel, isso é que eu coloco em causa. Eu, quando pratiquei basket, e foram vários anos, tinha que, antes de começar cada época, ir ao médico para obter uma autorização para a prática da modalidade. E o que me faziam (o médico e o assistente) era, basicamente, medir-me, pesar-me, perguntar-me se via bem, etc.

 

Nunca me pediram um exame, nada. O problema foi quando, a meio de um jogo, senti umas pontadas fortes no peito e tive que ir para o banco. A dor, eventualmente, acabou por passar. Mas, pelo sim, pelo não, fui fazer exames e viram que eu tinha uma arritmia. Nada de grave, como é óbvio, mas se fosse algo mais grave, eu tinha autorização médica e, por sinal, estava tudo bem.

 

Até à uns anos atrás também era assim. Agora, o meu clube já faz exames 'reais' com ECG incluido. Não parece importante, mas já houve atletas que tiveram de realizar exames complementares para certificar que podiam jogar Sem problemas.

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As pessoas brincam com a vida por causa da paixão de jogar à bola. Depois acontecem este tipo de coisas...

 

É muito complicado falar sem saber o que se passou de facto, mas se já tinha passado 2 anos afastado, deduzindo que por problemas cardíacos devido ao enquadramento do texto, era um risco que corria e devia sabê-lo.

 

De notar também que os exames médicos são falíveis e há falsos negativos, se repetirem uma prova de esforço 100 vezes por aí umas 80 estão aptos a competir e outras 20 não. Depois passa por jogar com probabilidades, passa por pressões para passar o atestado.

 

O médico também tem uma responsabilidade enorme, não se devem passar atestados em caso de dúvida, o atleta assina um termo de responsabilidade e pronto. São poucas as doenças que se "curam" neste âmbito, menos ainda as que afastam um gajo da competição durante 2 anos.

Salvo erro, foste tu que não pudeste avançar com a tua proposta original para a tese por falta de "aceitação" das instituições desportivas, certo?

 

Não sei se a tua proposta envolvia clubes a nível distrital, mas lá, a forma como 90% deles procedem é muito simples: há um médico amigo de um qualquer director ou do presidente do clube, que vai ao clube fazer os exames como quem conta gado, e que no final aprova toda a gente, sem excepção e a olhar para os resultados de olhos fechados (quando olham).

 

Depois dão-se situações destas. Tive dois colegas que tombaram assim em campo. Felizmente, o pior que aconteceu foi um deles ir de ambulância para o hospital, mas já consciente.

 

É ridículo. Mas o pior é que toda a gente se está a c*gar para o assunto. Até ao dia em que morre alguém. Aí, aperta-se durante um par de épocas, e depois volta ao mesmo.

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A minha era com um clube da 1a Liga mas por outros motivos, relacionados com empresários e a vontade deles de esconder lesões e valorizar passes. É óbvio que seria um estudo anónimo, mas tinham medo de leaks :lol:

 

Eu sei como funciona, joguei federado futsal dois anos e nem foi preciso médico, bastou lá ir um enfermeiro e alguém aprovou depois de cruz só baseado nos exames...

 

Mas acho que não foi o que se passou aqui, tendo em conta o histórico do gajo.

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Fez "exames" antes de voltar a jogar.

 

É o prato do dia na distrital. É por isso que sempre fiz os exames médicos à revelia do clube onde jogava, directamente no Centro de Medicina Desportiva. Antes da equipa ou do jogo está a minha saúde.

x2

Era para ter jogado contra este moço na pré-época mas fiquei doente e não pude comparecer, a culpa disto está exatamente em o treinador moer o juízo ao moço para que ele "ajudasse"...agora é o crl.

Editado por BartoloSerenity

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