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Sporting - Futebol

Publicações recomendadas

As boas ideias são para ser copiadas e melhoradas, pouco me interessa se foi o Benfica ou o Cucujães os primeiros a fazerem.

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Vem fazer os minutos do aquilani que é de cristal

Nope. Médio-ala.

 

Não percebi a ideia. De todo. Não que ele seja mau jogador, mas é mesmo uma contratação à Jesus. E eu não gosto das contratações do Jesus, regra geral. Se queria um médio-ala já habituado ao campeonato, que tal fazer regressar um que está em Moreira de Cónegos e que até é nosso? É que esse, por sinal, é actualmente mais jogador que o Bruno César...em praticamente tudo.

 

E isto vale também para o Marvin. É para prevenir uma possível saída do Jefferson? Tudo bem. Vai-se buscar o Afonso então. Superior no momento, com maior potencial e com o bónus de ser da nossa formação. E com sorte, ainda saía mais barato.

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Eu gosto do Zeegelaar, só que já temos 2 laterais esquerdos. A não ser que o Jonathan seja para emprestar em Janeiro, visto que o Jefferson é o titular.

 

Nope. Médio-ala.

 

Não percebi a ideia. De todo. Não que ele seja mau jogador, mas é mesmo uma contratação à Jesus. E eu não gosto das contratações do Jesus, regra geral. Se queria um médio-ala já habituado ao campeonato, que tal fazer regressar um que está em Moreira de Cónegos e que até é nosso? É que esse, por sinal, é actualmente mais jogador que o Bruno César...em praticamente tudo.

 

E isto vale também para o Marvin. É para prevenir uma possível saída do Jefferson? Tudo bem. Vai-se buscar o Afonso então. Superior no momento, com maior potencial e com o bónus de ser da nossa formação. E com sorte, ainda saía mais barato.

Poeira estás mesmo a ver o JJ olhar para o Afonso com aquele tamanho? :mrgreen: Lateral assim o gajo não gosta nada.

 

Em relação ao Medeiros, parece-me que já não conta para os nossos lados. É pena, mas duvido que venha a ser aposta.

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A ideia deve ser emprestar o Jonathan, sim. O que ainda faz menos sentido. Se os jogadores são para jogar no Sporting, neste modelo de jogo, com este treinador, convinha trabalhá-los...por cá. Não emprestá-los, e deixá-los entregues à sua própria sorte. É que depois, temos o azar de acontecer um caso Chaby, e lá se vai um talento. E o Sporting não está em posição de desperdiçar talentos.

 

Poeira estás mesmo a ver o JJ olhar para o Afonso com aquele tamanho? :mrgreen: Lateral assim o gajo não gosta nada.

 

Em relação ao Medeiros, parece-me que já não conta para os nossos lados. É pena, mas duvido que venha a ser aposta.

Não. E no mesmo sentido, aposto que só gosta do Marvin porque é um cavalo de corrida com 1,86m. Vintage Jesus.

 

Cada vez mais confirmo uma ideia que já tinha dele no Benfica: adoro o modelo de jogo que defende, odeio as suas escolhas para o executar.

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A ideia deve ser emprestar o Jonathan, sim. O que ainda faz menos sentido. Se os jogadores são para jogar no Sporting, neste modelo de jogo, com este treinador, convinha trabalhá-los...por cá. Não emprestá-los, e deixá-los entregues à sua própria sorte. É que depois, temos o azar de acontecer um caso Chaby, e lá se vai um talento. E o Sporting não está em posição de desperdiçar talentos.

 

 

Não. E no mesmo sentido, aposto que só gosta do Marvin porque é um cavalo de corrida com 1,86m. Vintage Jesus.

 

Cada vez mais confirmo uma ideia que já tinha dele no Benfica: adoro o modelo de jogo que defende, odeio as suas escolhas para o executar.

Pá o JJ quer gajos cavalões, não há cá gajos sem intensidade. E a estampa fisica por norma também é um dos requisitos, o que não é novidade. Eu sempre tive muita esperança no Jonathan, e emprestá-lo ...acho que podia fazer o resto da época e ir rodando com o Jefferson. Agora este holandês tem sido uma agradável surpresa, ás tantas ainda vai lutar pelo 11 com facilidade.

 

É uma pena jogadores como o Chaby ficarem pelo caminho, mas acho dificil conseguirem uma oportunidade num futuro próximo.

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Esqueci-me de perguntar, conto assistência do Montero no golo do Slimani contra o Arouca?

 

E Tanaka a ser o homem do jogo contra o Skënderbeu :mrgreen:

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Pá o JJ quer gajos cavalões, não há cá gajos sem intensidade. E a estampa fisica por norma também é um dos requisitos, o que não é novidade. Eu sempre tive muita esperança no Jonathan, e emprestá-lo ...acho que podia fazer o resto da época e ir rodando com o Jefferson. Agora este holandês tem sido uma agradável surpresa, ás tantas ainda vai lutar pelo 11 com facilidade.

 

É uma pena jogadores como o Chaby ficarem pelo caminho, mas acho dificil conseguirem uma oportunidade num futuro próximo.

O Jonathan até tem é intensidade a mais. E o mesmo quase que vale para o Afonso, que também é um jogador muito intenso. Há espaço para tudo. Nem todos têm de ser acima da média em termos físicos, mesmo no modelo de jogo dele. 2/3, tudo bem. Mais que isso é apenas teimosia dele. A equipa ganhava muito mais, neste modelo de jogo, se essa valorização da capacidade física desse lugar à valorização da capacidade de decisão, por exemplo. Com a qualidade e quantidade de linhas de passe que o modelo proporciona, e com a qualidade com que atacamos constantemente pelos três corredores, ter mais jogadores com essa capacidade tornar-nos-ia numa equipa muito mais objectiva e perigosa.

 

E bastariam apenas duas mudanças, fulcrais: a posição 8, e a posição "9,5".

 

Esqueci-me de perguntar, conto assistência do Montero no golo do Slimani contra o Arouca?

 

E Tanaka a ser o homem do jogo contra o Skënderbeu :mrgreen:

Eu não contava, mas eu nisso vou sempre pela intencionalidade.

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O Jonathan até tem é intensidade a mais. E o mesmo quase que vale para o Afonso, que também é um jogador muito intenso. Há espaço para tudo. Nem todos têm de ser acima da média em termos físicos, mesmo no modelo de jogo dele. 2/3, tudo bem. Mais que isso é apenas teimosia dele. A equipa ganhava muito mais, neste modelo de jogo, se essa valorização da capacidade física desse lugar à valorização da capacidade de decisão, por exemplo. Com a qualidade e quantidade de linhas de passe que o modelo proporciona, e com a qualidade com que atacamos constantemente pelos três corredores, ter mais jogadores com essa capacidade tornar-nos-ia numa equipa muito mais objectiva e perigosa.

 

E bastariam apenas duas mudanças, fulcrais: a posição 8, e a posição "9,5".

 

 

Eu não contava, mas eu nisso vou sempre pela intencionalidade.

 

O problema é que isso(decisão), ele acha que muda. Acha que consegue mudar o perfil de decisão de um jogador, daí não dar tanta importância a isso e mais a aspetos físicos e técnicos(mais até os físicos, que nem Jesus consegue acrescentar cms a um jogador :mrgreen: ). O que é completamente errado, na minha opinião, mas é a perspetiva dele.

 

Eu, sinceramente, acho que ele é um bocadinho retrógrado a analisar jogadores. O modelo de jogo dele é moderníssimo e, a meu ver, de grande qualidade; mas a visão dele do jogador não o é. Já que aprendeu em muitos aspetos da escola alemã, como se percebe pelos seus princípios de jogo, podia também aprender em termos de escolhas e do que se deve valorizar num jogador.

Editado por AndreSCP7

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Boa campanha. Mérito para os pioneiros em Portugal... já com a TV foi a mesma coisa. Nada contra. Mas é sinal que valorizam as nossas ideias.

 

:handclap: :handclap: :handclap: :handclap: :handclap: :handclap: :handclap: :handclap: :handclap: :handclap:

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O problema é que isso(decisão), ele acha que muda. Acha que consegue mudar o perfil de decisão de um jogador, daí não dar tanta importância a isso e mais a aspetos físicos e técnicos(mais até os físicos, que nem Jesus consegue acrescentar cms a um jogador :mrgreen: ). O que é completamente errado, na minha opinião, mas é a perspetiva dele.

 

Eu, sinceramente, acho que ele é um bocadinho retrógrado a analisar jogadores. O modelo de jogo dele é moderníssimo e, a meu ver, de grande qualidade; mas a visão dele do jogador não o é. Já que aprendeu em muitos aspetos da escola de alemã, como se percebe pelos seus princípios de jogo, podia também aprender em termos de escolhas e do que se deve valorizar num jogador.

E efectivamente muda. Mas o problema é esse. Entre o ponto em que se orienta o jogador para tomar determinadas decisões dentro do modelo, e o ponto em que se condiciona o jogador para tomar essas decisões independentemente do contexto do lance, porque é o que o modelo pede (o Honoris tem um exemplo gritante disto no blog dele, que é o Valencia do NES), existe apenas uma linha muito ténue. E a maior parte dos jogadores, mesmo a este nível, não têm a capacidade e o discernimento para conseguir encontrar o ponto de equilíbrio entre as duas coisas.

 

Fazer ver ao jogador que, no modelo em que joga e em determinado contexto, tem as opções x, y e z, é bom. Condicionar o jogador a ir sempre pelas opções x, y e z, é mau. Porque às vezes o jogador, num determinado lance, consegue descobrir uma opção que o treinador não descortinou, mas que acaba por ser uma melhor opção do que x, y ou z. É essa liberdade que também é preciso dar num modelo destes, e que também é preciso que os jogadores tenham. Se ele insiste até à exaustão naquelas opções e condiciona os jogadores a irem sempre por aquele caminho, é óbvio que depois tem de se queixar de falta de criatividade individual, como já o fez. Porque para a criatividade aparecer, é preciso liberdade criativa.

 

Só tinha a ganhar, e ainda vai a tempo de aprender. Ninguém é velho demais para aprender no futebol, por mais anos ou experiência que tenha. Diz-se muito agora que, no "futebol moderno", a capacidade física é uma característica importantíssima, e que deve estar sempre bem presente, pois é um factor que pode ser determinante. Acredito que o Jesus acredita piamente nisto. Mas eu aqui discordo dele, e de muito boa gente com nome no futebol. Eu acho que essa noção do "futebol moderno" já se banalizou. Já toda a gente reconhece isso. E portanto, como treinador de classe mundial que é, eu acho que o Jesus devia olhar para a frente, para o próximo passo. E o próximo passo, como já algumas equipas provaram e estão a provar, é precisamente essa valorização da inteligência do jogador. Do ter 11 jogadores em campo que, no fundo, também são 11 "treinadores". Que percebem o modelo em que se inserem, e como o devem executar, mas que também percebem quando o contexto do jogo exige algo diferente do modelo em que estão inseridos, e que sabem como executar nesses momentos.

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Se conseguirmos reaver o que pagamos pelo Jonathan é bom.

 

Já vai no terceiro treinador e evoluiu muito pouco.

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Se conseguirmos reaver o que pagamos pelo Jonathan é bom.

 

Já vai no terceiro treinador e evoluiu muito pouco.

 

Ele só veio na época do Marco Silva. Com o Jardim, o lateral esquerdo suplente era o Piris.

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eish o bosingwa

Ele rescindiu esta semana com o Trabzonspor

 

Está todo "podre" já depois de tanta lesão

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e agora o Boizé tá na calha, segundo um jornal desportivo :lol:

Santa Casa da Misericórdia.

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E efectivamente muda. Mas o problema é esse. Entre o ponto em que se orienta o jogador para tomar determinadas decisões dentro do modelo, e o ponto em que se condiciona o jogador para tomar essas decisões independentemente do contexto do lance, porque é o que o modelo pede (o Honoris tem um exemplo gritante disto no blog dele, que é o Valencia do NES), existe apenas uma linha muito ténue. E a maior parte dos jogadores, mesmo a este nível, não têm a capacidade e o discernimento para conseguir encontrar o ponto de equilíbrio entre as duas coisas.

 

Fazer ver ao jogador que, no modelo em que joga e em determinado contexto, tem as opções x, y e z, é bom. Condicionar o jogador a ir sempre pelas opções x, y e z, é mau. Porque às vezes o jogador, num determinado lance, consegue descobrir uma opção que o treinador não descortinou, mas que acaba por ser uma melhor opção do que x, y ou z. É essa liberdade que também é preciso dar num modelo destes, e que também é preciso que os jogadores tenham. Se ele insiste até à exaustão naquelas opções e condiciona os jogadores a irem sempre por aquele caminho, é óbvio que depois tem de se queixar de falta de criatividade individual, como já o fez. Porque para a criatividade aparecer, é preciso liberdade criativa.

 

Só tinha a ganhar, e ainda vai a tempo de aprender. Ninguém é velho demais para aprender no futebol, por mais anos ou experiência que tenha. Diz-se muito agora que, no "futebol moderno", a capacidade física é uma característica importantíssima, e que deve estar sempre bem presente, pois é um factor que pode ser determinante. Acredito que o Jesus acredita piamente nisto. Mas eu aqui discordo dele, e de muito boa gente com nome no futebol. Eu acho que essa noção do "futebol moderno" já se banalizou. Já toda a gente reconhece isso. E portanto, como treinador de classe mundial que é, eu acho que o Jesus devia olhar para a frente, para o próximo passo. E o próximo passo, como já algumas equipas provaram e estão a provar, é precisamente essa valorização da inteligência do jogador. Do ter 11 jogadores em campo que, no fundo, também são 11 "treinadores". Que percebem o modelo em que se inserem, e como o devem executar, mas que também percebem quando o contexto do jogo exige algo diferente do modelo em que estão inseridos, e que sabem como executar nesses momentos.

 

Sim, o JJ também sofre um bocado disso. Não tanto como o NES, nem de perto, que esse deve sonhar com um 11 de Capéis; mas o JJ também padroniza um bocado o processo ofensivo. Até por isso eu acho que precisa de jogadores que dêem coisas diferentes, e é quando os tem que as equipas dele jogam melhor(Jonas, Aimar e Saviola, por exemplo).

 

Eu gostava imenso que ele desse esse próximo passo, mas duvido imenso(para não dizer outra coisa) que o faça. É demasiado teimoso para tal. Ele é isto, para o bem(e o bem é a maioria, obviamente, porque ele é um ótimo treinador) e para o mal. É até por isso que eu digo, se calhar não aqui, que embora ele seja o melhor treinador que temos desde que me lembro(e se calhar bem mais para trás ainda), no meu projeto de Sporting o JJ nunca seria o treinador. Porque o meu projeto de Sporting(ou seja, o que eu faria se lá estivesse e tivesse poder para tal) consistiria essencialmente na aposta num certo perfil de jogador que é exatamente o que é mais ostracizado pelo JJ.

Editado por AndreSCP7

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Relativamente ao post do Poeira, acho que um dos melhores exemplos de um treinador que dá essa liberdade é o Nuno Dias. Há uns anos fui palestra organizada pelo Sporting, com todo o staff técnico, e fiquei deslumbrado. Todo o treino com bola é focado na tomada de decisão, não há um único exercício que não obrigue um jogador a tomar decisões (como seria o caso de um passe e recepção simples, por exemplo). E depois a escolha da equipa é feita consoante um sistema de pontos atribuídos tendo em conta as decisões tomadas pelos jogadores em cada situação.

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Sim, o JJ também sofre um bocado disso. Não tanto como o NES, nem de perto, que esse deve sonhar com um 11 de Capéis; mas o JJ também padroniza um bocado o processo ofensivo. Até por isso eu acho que precisa de jogadores que dêem coisas diferentes, e é quando os tem que as equipas dele jogam melhor(Jonas, Aimar e Saviola, por exemplo).

 

Eu gostava imenso que ele desse esse próximo passo, mas duvido imenso(para não dizer outra coisa) que o faça. É demasiado teimoso para tal. Ele é isto, para o bem(e o bem é a maioria, obviamente, porque ele é um ótimo treinador) e para o mal. É até por isso que eu digo, se calhar não aqui, que embora ele seja o melhor treinador que temos desde que me lembro(e se calhar bem mais para trás ainda), no meu projeto de Sporting o JJ nunca seria o treinador. Porque o meu projeto de Sporting(ou seja, o que eu faria se lá estivesse e tivesse poder para tal) consistiria essencialmente na aposta num certo perfil de jogador que é exatamente o que é mais ostracizado pelo JJ.

Ele aqui também os tem. Problema: não os quer usar.

 

Relativamente ao post do Poeira, acho que um dos melhores exemplos de um treinador que dá essa liberdade é o Nuno Dias. Há uns anos fui palestra organizada pelo Sporting, com todo o staff técnico, e fiquei deslumbrado. Todo o treino com bola é focado na tomada de decisão, não há um único exercício que não obrigue um jogador a tomar decisões (como seria o caso de um passe e recepção simples, por exemplo). E depois a escolha da equipa é feita consoante um sistema de pontos atribuídos tendo em conta as decisões tomadas pelos jogadores em cada situação.

Não sabia disso. Mas acredito. O Sporting do 1º ano dele dava gosto de ver jogar futsal.

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