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Tópico da Política, Ambiente e Economia

Publicações recomendadas

E o grande Sebastião Bugalho, que com 23 anos já pode ser considerado ex-jornalista, já tem lugar marcado na lista do CDS para as legislativas. Sabe-a toda.

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Citação de Mayday, Em 06/04/2019 at 00:32:

Isto dos primos e das tias e das esposas é muito giro, mas se descobrirmos quem dorme com quem e depois sobe de cargo aí é que se fecha a democracia de vez. (E se entrarem pelo lobby gay, vai ser um festival). É muito maior esse tipo de promiscuidade do que as relações familiares forçadas que a CS se esforça para descobrir. Se a oposição e a CS em conluio querem jogar este jogo, muito bem, mas depois não chorem, isto ajuda muito mais o CHEGA e os populistas do que a oposição. Mas quando não se é capaz de mais tem que se ir por aqui. Os partidos do governo a poucos meses das eleições estão a jogar cartas fortíssimas e o desespero da oposição dá neste resultado. 

O que é bastante evidente nesta matéria é que o nosso país é profundamente elitista e feudal e não é qualquer pessoa sem nome que joga este jogo de cadeiras. Há casos, claro, mas a maioria não tem tanto a ver com promiscuidade, mas sim com aquilo que é cliche mas é verdade: é a elite que nos governa. O país é pequeno, as classes não se misturam, o estatuto social é mais importante do que qualquer coisa e por isso é normal que se encontrem os mesmos apelidos neste mundo. 

"O problema é sistémico. Um amigo enviou-me há uns dias uma mensagem com uma citação de um artigo em que se falava dos políticos que andaram nos mesmos liceus e frequentam os mesmos restaurantes. Sem maldade, recordei-lhe que os seus filhos estão num colégio privado bastante bom. Quando forem mais velhos terão estudado na mesma escola e provavelmente irão aos mesmos restaurantes que a nova elite. Os miúdos são muito inteligentes, a escola ajudará mais um pouco e a boa rede de contactos dar-lhes-á, sem cunha, acesso a bons trabalhos. Porque eles serão as pessoas competentes que conhecem as pessoas certas. Melhor do que um miúdo inteligente da escola secundária de Nisa. A endogamia do poder, dentro e fora do Estado, resulta de uma elite pequena e de uma sociedade desigual. A melhor forma de a combater é uma excelente escola pública onde todos ponham os seus filhos, políticas urbanas que permitam que classes se misturem, transportes públicos magníficos que todos usem e uma distribuição de rendimentos mais justa. Mas é mais cómodo que este debate se fique pela política. Claro que não devemos aplicar os mesmos critérios éticos ao que tem um dono e ao que é de todos. Mas o Estado e a política repetem o que acontece fora deles."

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Em Espanha descobriu-se que a Policia falsificou e inventou provas - com a conivência do governo PP - para atacar o Podemos e ligá-los a financiamento Venezuelano. Uma pen do lider do Podemos terá sido roubada por alguém ligado a essa policia enquanto ele era deputado europeu. Essa pen conteria documentos que provariam a ligação do Podemos à Venezuela. Mas nunca nada foi publicado. Talvez por não terem encontrado o que queriam. Mais: Pablo Iglesias era vigiado por essa unidade da policia sem autorização, tinha a casa sobre videovigilância e a certa altura esta sistema terá sido hackeado e transmitido em stream. Só esta semana é que a policia deu por isso.

Eleicoes+Espanha+2019.JPG

Esta situação deve desbloquear o empate previsto pelas sondagens (PSOE+PODEMOS = 162 deputados e PP+CIUDADANOS+VOX = 162 deputados) que só encontrava possibilidade de maioria numa coligação PSOE + Ciudadanos.

Como é Espanha resta saber para que lado vai pender. 

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Citação de Mayday, há 11 minutos:

Em Espanha descobriu-se que a Policia falsificou e inventou provas - com a conivência do governo PP - para atacar o Podemos e ligá-los a financiamento Venezuelano. Uma pen do lider do Podemos terá sido roubada por alguém ligado a essa policia enquanto ele era deputado europeu. Essa pen conteria documentos que provariam a ligação do Podemos à Venezuela. Mas nunca nada foi publicado. Talvez por não terem encontrado o que queriam. Mais: Pablo Iglesias era vigiado por essa unidade da policia sem autorização, tinha a casa sobre videovigilância e a certa altura esta sistema terá sido hackeado e transmitido em stream. Só esta semana é que a policia deu por isso.

Eleicoes+Espanha+2019.JPG

Esta situação deve desbloquear o empate previsto pelas sondagens (PSOE+PODEMOS = 162 deputados e PP+CIUDADANOS+VOX = 162 deputados) que só encontrava possibilidade de maioria numa coligação PSOE + Ciudadanos.

Como é Espanha resta saber para que lado vai pender. 

Podemos vir a ter outra eleição porque existe uma grande probabilidade de o parlamento não conseguir formar um governo. Na maior parte das sondagens, a direita não consegue maioria mas o PSOE + Podemos + PNV também não. O PSOE pode voltar a pedir a confiança parlamentar dos partidos nacionalistas de direita e esquerda do País Basco(neste caso o EH BILDU, porque acredito que o PNV não levante grandes problemas a uma solução deste tipo) e Catalunya. Ora uma solução deste tipo, eu acho que é impensável de tão instável que é.

O PSOE quer à força toda fazer uma coligação com o Ciudadanos mas o Ciudadanos a cada semana que passa diz que não quer nada com o PSOE e não vão ajudar um governo do Sanchez.

Portanto, acredito que possam existir outras eleições aí uns 6 meses depois destas.

Em todo o caso, é importante realçar que o PSOE tem vindo a ganhar vantagem nas últimas semanas, se fizerem uma boa campanha, podem ganhar e formar governo com o Podemos.

Editado por ascom

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Citação de Che, Em 29/03/2019 at 15:08:

Idealmente existe um hard brexit e um governo Labour. Porque a agenda do Labour não pode ser executada dentro da estrutura da UE. Expropriações, conversões de empresas em cooperativas, etc.

Ideal para quem

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Citação de Rui Cardoso, Agora:

Ideal para quem

nao leves o che a sério

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Citação de Rui Cardoso, há 27 minutos:

Ideal para quem

Para os trabalhadores. Sabes que o sistema ferroviário não pode ser nacionalizado por causa de normas europeias? 

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Citação de Che, há 59 minutos:

Para os trabalhadores. Sabes que o sistema ferroviário não pode ser nacionalizado por causa de normas europeias? 

Se houver novo referendo podem usar essa nos autocarros 

 

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A um mês das eleições Europeias os 27 aceitaram prorrogar o Brexit até 31 de Outubro permitindo que um país que pretende sair da UE participe nas eleições. A renuncia dos deputados britânicos depois do Brexit vai obrigar a novas eleições para o PE, colocando assim também em causa a presidência Comissão Europeia e basicamente o nosso voto nas eleições de Maio vai ter pouquíssima relevância tendo em conta que 6 meses depois vai ser preciso reorganizar o que decidimos. 

Se não fosse pelo dinheiro que nos fazem chegar e do qual estamos reféns já poucos acreditavam nesta ideia de UE.

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Citação de Mayday, há 34 minutos:

A renuncia dos deputados britânicos depois do Brexit vai obrigar a novas eleições para o PE

Lol, isto vai mesmo acontecer?

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Citação de Ghelthon, há 3 horas:

Lol, isto vai mesmo acontecer?

São o Sousa Cintra lá do burgo. Estão só a aguentar os cavalos para depois vir alguém que se responsabilize loles

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Citação de Ghelthon, há 5 horas:

Lol, isto vai mesmo acontecer?

Há duas outras hipóteses: os deputados mantêm-se em funções votando apenas naquilo que ficar consagrado no acordo UK-UE ou não vão sequer a votos.

A primeira tem um problema: é que eles terão que votar o orçamento europeu e eleger a comissão caso concorram às eleições. E isso não pode esperar até Outubro. A UE não pode entregar poder a quem depois vai abandonar o barco. Uma vez que é quase certo que sairão da UE e passarão a ser "concorrentes" deste organismo é lógico dar-lhes poder para votar um orçamento e eleger a comissão?

A segunda opção era sensata, mas depende muito do acordo que for aprovado, tanto pode ser um no deal com algumas alíneas como um sai mas não sai. Se for o primeiro, ok, mas e se for o segundo? O que fica o UK a fazer e com que intenções?

Por lei o UK está obrigado a participar nas eleições e por falta de legitimidade de funções de um parlamento e da comissão eleitos a 28, a saírem, tem que haver novas eleições para decidir com os 27 que ficam. 

Seja lá o que for é um precedente muito grave e mais um tiro na democracia. 

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A distribuição de deputados sem o UK já foi aprovada, por isso quando o UK sair, se sair, é aplicada essa distribuição e repescam-se os deputados. Vamos imaginar que x pais elege 50 deputados e sem o uk elege 53. Neste caso, quando o UK sair, vão buscar-se 3 deputados a esse país de acordo com o resultado das eleições de Maio.

 

Editado por ascom

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Citação de ascom, há 3 minutos:

A distribuição de deputados sem o UK já foi aprovada, por isso quando o UK sair, se sair, é aplicada essa distribuição e repescam-se os deputados. Vamos imaginar que x pais elege 50 deputados e sem o uk elege 53. Neste caso, quando o UK sair, vão buscar-se 3 deputados a esse país de acordo com o resultado das eleições de Maio.

 

Pá, essa ideia é ainda pior. 

 Como é que se recalcula entre os países que partidos é que elegeriam deputados caso não houvesse UK? 

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Citação de ascom, há 1 hora:

Já foi recalculado o ano passado.

https://en.wikipedia.org/wiki/2019_European_Parliament_election#Apportionment_of_seats

Em relação aos comissários, não está confirmado, mas pelo que li o UK não vai ter direito a comissário, para já. Se sempre decidirem ficar, depois colocam outro comissário.

 

Mas isso é na eventualidade de o UK sair antes de 1 Julho, a tomada de posse dos novos deputados. Essa distribuição - como é dito no texto que acompanha a tabela - é pensada já antecipando a saída de 31 de Março, antes de eleições.

Isso era uma solução para um cenário. O cenário mudou.

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Citação de Mayday, há 1 hora:

Mas isso é na eventualidade de o UK sair antes de 1 Julho, a tomada de posse dos novos deputados. Essa distribuição - como é dito no texto que acompanha a tabela - é pensada já antecipando a saída de 31 de Março, antes de eleições.

Isso era uma solução para um cenário. O cenário mudou.

Sim mas não existe nenhum inconveniente a que se aplique esta solução. É que o problema acaba por ser o mesmo, a saída é que pode ser numa data diferente. Eles tomam posse e se saírem uns meses depois os deputados renunciam e outros tomam o lugar deles. É que não vejo forma de resolver esta situação. Não sendo membros não podem estar no parlamento, nem que a relação com a União Europeia fosse grande.

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Pensei que era notícia do Inimigo Público...

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Citação de What, Em 13/04/2019 at 10:49:

Pensei que era notícia do Inimigo Público...

Já agora relacionado com isto que vergonha o Público, neste fim-de-semana meteram praticamente todas as notícias a pagar, mesmo aquelas que não estão assinaladas com o logo do Público dourado (excelente escolha já agora).

Diga-se de passagem que só ia lá por causa dos artigos de opinião, do Planisférico e dos Jogos com História mas agora que meteram tudo a pagar (incluindo estas três rubricas) é da maneira que não volto a visitar o site.

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