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Tópico da Política, Ambiente e Economia

Publicações recomendadas

Citação de Syn, há 3 horas:

E eu a dar-lhe conversa, devia ter visto os telejornais :4_joy:

Tal como disse por hora do almoço começaram a dar cobertura, mas até ao meio dia não estavam a noticiar, apenas no rodapé das manhãs noticiosas. O que escrevi originalmente foi há mais de 8 horas atrás, ainda não tinham havido telejornais da tarde.

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Citação de Ticampos, Em 21/04/2019 at 12:45:

As minhas previsões para as eleições espanholas:

Espanha 2019:

PSOE - 29.62%
PP - 19.54%
CIUDADANOS - 14.47%
PODEMOS - 13.44%
VOX - 9.48%

Espanha 2019 a dia 22:

PSOE - 27.74%
PP - 20.37%
CIUDADANOS - 14.63%
PODEMOS - 12.58%
VOX - 11.22%

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Sou da opinião que este "Chega" daquele mentecapto André Ventura é um perigo para a sociedade. Fiz um scroll rápido no feed deles, vi os posts, reli os comentários... É preciso ter cuidado. O boneco tem imensa media exposure junto de uma franja da população desinformada e está a saber explorar, populisticamente (se é que este adverbio de modo existe), essa falta de informação e capacidade de raciocínio para ter buzz. 

 

Nunca pensei que isto acontecesse, mas a verdade é que é preciso ter cuidado com este gajo. É perigoso.

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O nosso camarada @lookalike é responsável por uns mini-documentários/reportagens interessantes na TVI sobre partes menos faladas do 25 de Abril. Sai um por dia, no Jornal das 20h. Até agora há isto:

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Citação

André Ventura é perentório: "Não temos um cêntimo de financiamento externo, não temos um cêntimo dos EUA nem de outro país, nem direta nem indiretamente." É verdade que há "aproximação política" e "partilha de ideias" com partidos estrangeiros (como o espanhol Vox), mas garante: "Não há um cêntimo" vindo de fora. De onde vem então a previsão de 500 mil euros de receitas para a campanha da coligação Basta, encabeçada por si, a quinta mais alta e, excluindo a subvenção pública, a maior de todas? "Nós acreditamos na capacidade dos partidos e também na nossa enorme capacidade de angariação de fundos. É isso que vamos fazer."

 

Citação

O financiamento via "crowdfunding" saltou para as páginas dos jornais com a polémica greve cirúrgica dos enfermeiros e agora pode voltar com a campanha para as eleições europeias.

Em declarações ao Negócios, André Ventura, cabeça de lista da coligação Basta, admite que a sua candidatura está a estudar o assunto. "Pedi à nossa equipa legal para analisar a legalidade e a regulamentação do ‘crowdfunding’ em termos da participação política. Há aqui limites nos partidos que as outras instituições não têm e a existir um mecanismo de crowdfunding, que nós gostaríamos de fazer na internet, teria de ser muito fiscalizado e muito bem regulamentado." Mas Ventura mostra-se cauteloso: "Ainda não está decidido como é o que vamos fazer. Estou a aguardar pelo parecer para não cometer nenhuma ilegalidade que depois possa acarretar consequências à coligação."

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Nem sequer disfarçam.

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Começamos a notar um padrão no financiamento via crowdfunding.

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Citação de Mayday, há 17 minutos:

Começamos a notar um padrão no financiamento via crowdfunding.

Quem serão os "benfeitores solidários" [Partidos de Direita e Hospitais Privados] com a causa do Chega ao ponto de avançarem com umas centenas de milhares de euros pelo partido?

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A Ministra da Justiça veio dizer que está a pensar permitir telemóveis nas prisões. Depois do que se soube ontem em relação ao GALP-Gate, vê-se que este Governo está super empenhado em resolver as ilegalidades... tornando-as legais.

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Citação de Ghelthon, Em 23/04/2019 at 00:55:

O nosso camarada @lookalike é responsável por uns mini-documentários/reportagens interessantes na TVI sobre partes menos faladas do 25 de Abril. Sai um por dia, no Jornal das 20h. Até agora há isto:

E maior adepto do Rayo em Portugal.

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Detalhe curioso em relação aos atentados no Sri Lanka: os sete bombistas pertenciam a famílias ricas do país. Alguns deles com formação superior no Reino Unido. Não financiaram, fizeram-se explodir. 

O governo do Sri Lanka soube com 15 dias de antecedência da preparação do ataque, avisado por vários serviços secretos estrangeiros, e a Índia até alertou os serviços secretos daquele país 2h antes do ataque acontecer, mas o governo optou por não agir.

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Citação de Mayday, há 4 horas:

Detalhe curioso em relação aos atentados no Sri Lanka: os sete bombistas pertenciam a famílias ricas do país. Alguns deles com formação superior no Reino Unido. Não financiaram, fizeram-se explodir. 

O governo do Sri Lanka soube com 15 dias de antecedência da preparação do ataque, avisado por vários serviços secretos estrangeiros, e a Índia até alertou os serviços secretos daquele país 2h antes do ataque acontecer, mas o governo optou por não agir.

 

Vamos a ver e o próximo alvo é a Universidade de Évora, a CMTV já adiantou quem é o suspeito e o motivo.

António Rolo Duarte é servido frango no churrasco, quando pediu coq au vin.

 

Editado por Catota

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Uma pequena ajuda pessoal. A política é um dos meus pontos fracos e gostava de saber mais umas coisinhas, para andar mais informado. Recomendam algo em concreto que possa ler/ver para melhorar esta "lacuna"?

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Citação de JorgeFerreira, há 18 minutos:

Uma pequena ajuda pessoal. A política é um dos meus pontos fracos e gostava de saber mais umas coisinhas, para andar mais informado. Recomendam algo em concreto que possa ler/ver para melhorar esta "lacuna"?

Lê sobre o neoliberalismo, consenso de Washington, e lê sobre o keynesianismo. 

Ficas a entender grande parte da política económica dos partidos de direita e esquerda respectivamente. 

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Isso não é demasiado complexo para introdução caro Che?

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Citação de Catota, há 18 minutos:

Isso não é demasiado complexo para introdução caro Che?

Não, é o essencial.

Complexo é reflectir sobre o porquê de após o consenso de Washington, os países que mais cresceram foram os países estalinistas que não subscreveram ao dito consenso. China, Vietnam, Laos, Camboja. 

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Citação de JorgeFerreira, há 5 horas:

Uma pequena ajuda pessoal. A política é um dos meus pontos fracos e gostava de saber mais umas coisinhas, para andar mais informado. Recomendam algo em concreto que possa ler/ver para melhorar esta "lacuna"?

É ir lendo notícias e artigos, acompanhando a atualidade. Teres alguma base história sobre o assunto dá jeito e é ires variando a fonte de informação: livros, artigos, notícias, podcasts, etc. etc. 

https://www.reddit.com/r/Geopolitics/wiki/index

Editado por Koper
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Residentes em Berlim lançam petição para expropriar imobiliárias e travar subida das rendas

https://expresso.pt/economia/2019-04-06-Residentes-em-Berlim-lancam-peticao-para-expropriar-imobiliarias-e-travar-subida-das-rendas#gs.7hg5rj

🤤

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https://www.jn.pt/nacional/interior/ps-e-psd-empatados-na-europa-10834027.html

 

O PS está à frente do PSD nas intenções de voto, mas a situação é de empate técnico. De acordo com uma sondagem da Pitagórica para o JN e a TSF, os socialistas teriam agora 30,3% e os sociais-democratas 28%. O Bloco destaca-se no terceiro lugar (11,3%), seguindo-se o CDS (7,6%) e a CDU (6,5%). Nenhum outro partido conseguiria eleger eurodeputados.

Quando falta exatamente um mês para as eleições europeias há, ainda, um número muito elevado de indecisos: um em cada quatro eleitores (26,2%) não está certo do seu voto. Suficiente para inverter várias contas, seja no campeonato dos grandes, seja na liga dos últimos. Nesta última, o único que se destaca é o PDR de Marinho e Pinto (1,7%), mas longe do feito de 2014, quando conseguiu 7,1% para o MPT e dois eurodeputados. Todos os restantes 11 partidos ou coligações marcam menos de 1%.

Quando se compara esta projeção com os resultados de há cinco anos, o PS e Pedro Marques estão em perda (menos um ponto percentual) e arriscam, até, perder um dos seus deputados. Um resultado que traz à memória a frase assassina de António Costa, no rescaldo das europeias de 2014: "Quem ganha por poucochinho é capaz de poucochinho". O partido concordou e trocou Seguro por Costa.

O PSD e Paulo Rangel, no entanto, não têm motivos para festejar: os seus atuais 28% seriam o pior resultado de sempre numas europeias (se tivermos apenas em conta as eleições a que concorreu isoladamente). Melhor, ainda assim, do que os 27,7% conseguidos em coligação com o CDS, em 2014. A Direita considerada em conjunto dá, aliás, um salto de oito pontos percentuais. Sensivelmente o resultado que conseguem, agora a solo, o CDS e Nuno Melo. Ou o equivalente ao resultado de há cinco anos de Marinho e Pinto.

ESQUERDA SEM ALTERAÇÕES

A soma dos três partidos mais à Esquerda mostra maior estabilidade: teriam, de acordo com a projeção da Pitagórica, os mesmos 48% de há cinco anos. O que não quer dizer que fique tudo na mesma. Há uma inversão de lugares entre BE e CDU. Os bloquistas e Marisa Matias cresceriam sete pontos e poderiam chegar aos três eurodeputados, repetindo os resultados de 2009 com o falecido Miguel Portas. Os comunistas e João Ferreira diminuiriam seis pontos e passariam de três para apenas um eleito, no que também seria o seu pior resultado de sempre em eleições europeias.

Alexandre Picoto, da Pitagórica, alerta, no entanto, para a possibilidade de haver uma sub-representação de eleitores comunistas nesta sondagem. "É conhecida a dificuldade em identificar em sondagens os eleitores da CDU e também os do CDS-PP", explica, acrescentando que também se questionou os entrevistados sobre o seu voto nas últimas legislativas e que "a CDU aparece com resultados mais baixos do que aqueles que efetivamente teve", o que "pode indiciar uma ligeira distorção amostral".

SOCIALISTAS ENVELHECIDOS

Os dois maiores partidos estão empatados - a margem de erro da sondagem é de 4% -, mas há diferenças significativas. O PSD destaca-se entre os eleitores dos 25 aos 34 anos, conseguindo mais oito pontos do que o PS (21,2% frente a 12,9% das intenções diretas de voto, sem redistribuição de indecisos). Estes, no entanto, marcam mais 13 pontos na faixa dos 55 aos 64 anos (27,2% frente a 13,6%). Por classes sociais, há um pequeno desequilíbrio a favor do PSD entre os mais ricos (três pontos de vantagem) e uma liderança nítida do PS entre os mais pobres (13 pontos).

Relativamente aos outros partidos, o CDS destaca-se entre o eleitorado mais jovem (18 aos 24 anos), conseguindo 9,1%, mais do que em qualquer outra faixa etária. O Bloco é mais popular entre as mulheres do que entre os homens (cinco pontos de diferença), enquanto os restantes partidos são sempre mais masculinos. A CDU vai buscar a sua força aos eleitores entre 35 e 44 anos (7,5%).

TESTE

E afinal quando são as eleições?

Os portugueses são adeptos da União Europeia (89% votaria a favor num referendo) e do euro (79%), mas isso não é sinónimo de conhecimento. Se as quatro perguntas que fizemos sobre a Europa fossem um teste, 83% teriam reprovado. Com a agravante de 71% não saberem qual a data das eleições europeias e 14% terem apontado uma data errada. Talvez uma parte da explicação para este último dado esteja no facto de 50% das pessoas reconhecerem que o seu voto é feito em função de questões nacionais. Apenas uma minoria de 31% está preocupada com as questões europeias na hora de depositar o boletim de voto. Os mais europeístas são os eleitores mais novos e os do PSD.

NOTORIEDADE

Eurodeputados que poucos conhecem

Mais de metade dos portugueses (55%) não saberiam nomear nenhum dos 21 eurodeputados portugueses. É uma das conclusões da sondagem da Pitagórica para o JN e a TSF. Entre os que conseguem superar o desinteresse, destacam-se Paulo Rangel, do PSD (nomeado por 29% dos inquiridos), Marisa Matias, do BE (22%), e Nuno Melo (14%), que nestas eleições voltam a ser cabeças de lista. Outro repetente, João Ferreira, da CDU, é quase um ilustre desconhecido (4%). Atente-se no caso do PS: Ana Gomes, a única eurodeputada com algum reconhecimento (17%), ficou de fora.

PREOCUPAÇÕES

Estabilidade, economia e refugiados

Estabilidade e economia (20%). É a principal preocupação que assoma à cabeça dos portugueses quando se fala da União Europeia. No caso do eleitorado do PSD e CDS (27%) e da CDU (29%), este tema tem ainda maior importância. Na lista de preocupações lusas seguem-se os refugiados (17%), com especial incidência entre os jovens dos 18 aos 24 anos (28%) e os eleitores do BE (20%). A falta de união entre os 28 países fica em terceiro lugar no geral (15%), mas preocupam um pouco mais os eleitores com mais de 64 anos (21%), os do PS (18%) e os da CDU (29%).

OPINIÕES

Muçulmanos com quotas para entrar

Há temas europeus sobre os quais os portugueses têm opiniões quase unânimes. Talvez por força da amargura da bancarrota e da intervenção da troika, concordam com a necessidade de reduzir a dívida pública (90%) e cumprir as metas do défice (80%). Boas contas que até o eleitorado da CDU, o menos entusiasta, subscreve (86% e 68%). Dois terços dos inquiridos estão também a favor da criação de um exército europeu (64%). Destaque ainda para a maioria (56%) que quer impor quotas aos imigrantes muçulmanos. Um apoio que só não faz o pleno partidário (com os socialistas a serem os mais entusiastas) porque os eleitores da CDU se dividem (43% a favor, 43% contra)

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Votem CDU que eles dão os salários ao PCP e depois há alto cartaz no Avante!

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É assustador a quantidade de malta que não sabe o dia das eleições, nem o presidente da comissão Europeia. Também achei curioso que os maiores problemas são o Terrorismo e o Criminalidade, apesar de não termos problemas com nenhum dos dois em Portugal.

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Citação de Syn, há 26 minutos:

É assustador a quantidade de malta que não sabe o dia das eleições, nem o presidente da comissão Europeia. Também achei curioso que os maiores problemas são o Terrorismo e o Criminalidade, apesar de não termos problemas com nenhum dos dois em Portugal.

Nem eu sabia o dia, tive que ir consultar, apenas sabia que era em finais de Maio. 😄

Editado por Ticampos

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Essas sondagens não estão certamente a ter em conta os novos pequenos partidos.

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