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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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a média já escarrapachou o acórdão do MP que não é abonatória à mãe, se houvesse essa atenuante eles falariam. É que a acusação diz que ela escondeu a gravidez para matar a criança, se houvesse a possibilidade da amenorreia era uma atenuante.

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Citação de Lebohang, há 1 hora:

João Cotrim Figueiredo confirma candidatura à liderança do Iniciativa Liberal

Previsível.

Veremos se tem a capacidade para mobilizar o partido publicamente depois da saída do CGP, parecendo que não a nível de "buzz" já estão a ficar muito para trás do LIVRE e do Chega.

É bom sinal estarem a perder esse "buzz".

 

O ruido do Chega e do Livre vêm das barbaridades que os seus líderes dizem, é melhor para o IL manter-se afastado disso, para poder ser considerados um partido "sério".

Editado por Slade

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Citação de Lebohang, há 1 hora:

João Cotrim Figueiredo confirma candidatura à liderança do Iniciativa Liberal

Previsível.

Veremos se tem a capacidade para mobilizar o partido publicamente depois da saída do CGP, parecendo que não a nível de "buzz" já estão a ficar muito para trás do LIVRE e do Chega.

Eu acho que sempre esteve delineado ser assim. E daqui em diante passam do partido dos putos para o partido dos boys.

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Citação de Mayday, há 9 horas:

Eu acho que sempre esteve delineado ser assim. E daqui em diante passam do partido dos putos para o partido dos boys.

Por acaso vai ser curioso ver a evolução deles, o Cotrim parecendo que não é uma figura do Estado (irónico num partido liberal) pois foi Presidente do Turismo de Portugal e Administrador da Holding do BCP. Não me parece ser o tipo de pessoa que vai fazer uma campanha agressiva via redes sociais e outdoors como o CGP

Citação de Slade, há 9 horas:

É bom sinal estarem a perder esse "buzz".

O ruido do Chega e do Livre vêm das barbaridades que os seus líderes dizem, é melhor para o IL manter-se afastado disso, para poder ser considerados um partido "sério".

Não é bom, entraram três partidos novos e só se falam em dois. Não é à toa que a IL está nos 0.8 nas sondagens e os outros dois com 2.5.

Pode ser explicado por não terem neste momento liderança mas mesmo assim...

Aquilo que pode ser bom para a IL é que não tem ninguém a competir com eles no Parlamento, se ganharem notoriedade sobem.

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Sobre a questão do bebé, ao menos a mãe não abortou. Aguardo pela solidariedade da direita cristã. 

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How FedEx Cut Its Tax Bill to $0

The company, like much of corporate America, has not made good on its promised investment surge from President Trump’s 2017 tax cuts.

 

As for capital investments, the company spent less in the 2018 fiscal year than it had projected in December 2017, before the tax law passed. It spent even less in 2019. Much of its savings have gone to reward shareholders: FedEx spent more than $2 billion on stock buybacks and dividend increases in the 2019 fiscal year, up from $1.6 billion in 2018, and more than double the amount the company spent on buybacks and dividends in fiscal year 2017.

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A ideia da lei era não pagar impostos para permitir que as empresas aplicassem o dinheiro na criação de mais emprego e melhorassem as condições dos trabalhadores. Foi o que elas fizeram? Não. Distribuíram pelos accionistas.

Surpreendidos? Claro que não.

Editado por Mayday

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Citação de Mayday, há 31 minutos:

A ideia da lei era não pagar impostos para permitir que as empresas aplicassem o dinheiro na criação de mais emprego e melhorassem as condições dos trabalhadores. Foi o que elas fizeram? Não. Distribuíram pelos accionistas.

Surpreendidos? Claro que não.

Isso so surpreende quem nao percebe boi de economia...

Se em vez disso fizessem que despesas na melhoria das condicoes de trabalho e/ou em R&D fossem 100% dedutiveis seria outra historia...mas mesmo assim arranjava-se logo uns esquemas de overbilling 

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Citação de Burkina2008, há 22 minutos:

Isso so surpreende quem nao percebe boi de economia...

Se em vez disso fizessem que despesas na melhoria das condicoes de trabalho e/ou em R&D fossem 100% dedutiveis seria outra historia...mas mesmo assim arranjava-se logo uns esquemas de overbilling 

O objectivo sempre foi o que acabou por acontecer. Não queriam pagar impostos e deixaram de pagar, pronto.

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Citação de Cannonball, há 11 horas:

ouvir a história em primeira mão contada pelo puto.

Foi uma choradeira

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Citação de Mayday, há 8 horas:

“...Argumentam que, quando os governos interferem nos mercados, os interesses políticos levam-nos a realizar investimentos insensatos, que resultam num crescimento mais lento. Por exemplo, um governo pode aumentar os impostos sobre as indústrias e usar o dinheiro para oferecer generosos subsídios de desemprego, que são populares juntos dos eleitores. Do ponto de vista de muitos homens de negócios, seria muito melhor que o governo deixasse o dinheiro com eles, pois assim seria utilizado, alegam, para abrir novas fábricas e contratar os desempregados “ 

 

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Citação de Sandes., há 14 horas:

podes colar o texto completo?

ola é o vosso assinante de jornais

Não foi fácil decidir avançar com uma acção legal contra a União Europeia, a instituição liberal e defensora dos direitos humanos, e arriscar a carreira, diz Omer Shatz, advogado e professor de Direito Internacional no instituto Sciences Po, em Paris, sobre o processo que interpôs, em Junho, junto com o advogado Juan Branco, no Tribunal Penal Internacional (TPI). Mas argumenta que o caso é sólido: há pessoas a morrer no Mediterrâneo devido a decisões políticas da União Europeia, diz. 

De onde surgiu a ideia deste processo?
Há cerca de dez anos que trabalho em questões de refugiados e migrações [em Israel] e também na Europa. Um dia, uma organização chamada Arquitectura Forense mostrou-me algum material [de naufrágios e mortes de refugiados no Mediterrâneo] e pediram-me para ver que tipo de acções legais é que se podia tomar com as provas que tinham. Aí, comecei uma investigação factual que levou dois ou três anos e uma investigação legal. 

Quais são exactamente as acusações?
Primeiro, crimes ou homicídio por omissão, porque no início a política foi abandonar a chamada “zona de buscas e salvamento” [onde Itália tinha uma operação, Mare Nostrum, e onde a União Europeia decretou que haveria uma missão muito mais pequena], que foi ocupada pelas ONG. Quando as ONG trouxeram as pessoas para a Europa – que era o que a UE queria evitar – evoluíram para o que no caso chamamos a segunda acusação, que é crime por procuração. Primeiro, a UE afastou as ONG – o que teve sucesso, em 2018 houve uma altura em que nenhuma ONG estava a efectuar operações de salvamento – e segundo, a transferência da responsabilidade para a chamada “guarda costeira líbia”, que não é mais de um consórcio de milícias.

 

O que acontece na Líbia?
A ideia é que para conter os fluxos a todos os custos, estas milícias interceptam civis que tentam fugir de um conflito armado e levam-nos para o que responsáveis alemães chamaram “campos de concentração”, casas de tortura, privadas ou públicas. Ninguém contesta que haja crimes a serem cometidos na Líbia, Emmanuel Macron e os políticos europeus admitem que há abusos de direitos humanos, os homens são torturados, as mulheres sistematicamente violadas, são sujeitos a trabalhos forçados, há assassínios para dar espaço para os que podem pagar…

A UE está a dar centenas de milhares de euros a estes traficantes para parar a migração. Mas estes também são os mesmos que organizam as partidas. Tenho uma vítima que foi interceptada pela chamada guarda costeira líbia, junto com a mulher grávida, e levada para um centro de detenção. Foi chantageado para dar dinheiro, e depois foi escoltado pelo mesmo barco da guarda costeira que o tinha interceptado – mas desta vez pagou às pessoas certas. 

Como está esta acção da Líbia ligada com a UE?
Quase 20.000 pessoas morreram nestes últimos cinco anos no Mediterrâneo – é talvez três vezes mais do que as pessoas que morreram no genocídio na Bósnia, em termos de gravidade é algo que não havia desde a II Guerra Mundial. Há 50 mil pessoas que foram interceptadas e levadas para estes centros na Líbia, e se em 2015 a guarda costeira líbia fazia uns 0,5% das intercepções ou salvamentos, hoje faz 80% ou 90%.

No nosso processo descrevemos como há um sistema – um barco está a afundar-se, e há um helicóptero português, um navio francês, drones a pairar. E ninguém faz nada. Só afastam os barcos das ONG e esperam que cheguem os barcos da guarda costeira líbia.

E se os barcos não chegarem, deixam-nos afogar-se?
Sim.

Mesmo com a lei marítima que obriga a salvar outros em apuros.
Sim. E isto é pensado, iniciado, orquestrado, gerido, indirectamente de muitos modos – a UE dá apoio estratégico, financia a guarda costeira, treina os seus agentes, mesmo alguns nas listas europeias de traficantes [que recebem para levar as pessoas em barcos para a Europa], dá ajuda para comprar material.

Por outro lado, os políticos falam sempre da necessidade de apanhar e punir os traficantes.
Sim, isso faz parte do discurso dual da União Europeia. No nosso processo respondem que o primeiro objectivo é salvar vidas. Então se é, não deixam as ONG trabalhar? E dizem que os campos têm de ser evacuados. Mas vocês é que produzem os recursos para eles – 80% a 90% das pessoas nos campos são pessoas interceptadas pela guarda costeira líbia. E não sou eu ou o Juan Branco a dizer isto. Se ler os relatórios da ONU, dos relatores da tortura, das execuções sumárias, a Human Rights Watch, a Amnistia Internacional… A própria UE retirou o seu pessoal na Líbia, porque não é seguro.

Legalmente, este caso apresenta muitos ângulos novos, é o primeiro contra a União Europeia, é a primeira vez que há um caso criminal e é muito sólido. Temos muitas provas, relatórios confidenciais, relatórios de ONG. Mas mesmo sem isso, ninguém nega os factos. Ninguém diz que não há crimes contra a humanidade na Líbia. O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados, a Organização Internacional das Migrações, etc, dizem que a Líbia não é segura, em 2012 um tribunal dizia que não era seguro. Até a Frontex [a agência responsável pelas fronteiras da UE] dizia que não podia haver pushbacks (levar os barcos a zonas patrulhadas por outros) para a Líbia.

Mas a UE é tão poderosa, e goza desta imagem da instituição mais liberal, que defende os direitos humanos… Para nós não foi fácil entrar com esta acção.

Quantas pessoas tem a equipa?
Somos uns poucos advogados internacionais mas só eu e o Juan Branco é que arriscámos o nosso futuro profissional.

E é difícil, tantas ONG são financiadas pela UE… a UE financia a Líbia para fazer o que está a fazer, e também o ACNUR para ir aos campos dar batatas às pessoas, paga à OIM e quando os detidos estão desesperados, sem comida, água, ou morrer de doenças facilmente tratáveis, eles assinam contratos para regresso voluntário aos países de origem, e pagam a institutos de direitos humanos para falar disso.

Quando o Estado é responsável, ninguém é responsável. Por isso decidimos ir para o TPI porque é o que permite acusar indivíduos.

O TPI já tem um caso contra a Líbia, o que está a acontecer nesse caso?
Sim, está a ir atrás dos pequenos traficantes. Mas nós queremos o Eichmann, o Milosevic, o Bashir. Chefes de Estado que são os arquitectos e neste contexto estão sentados em Bruxelas, Roma, Berlim, Paris.

No início eu não tinha a certeza, estava a ver as provas, e vimos caso da Jugoslávia... As pessoas foram julgadas por muito menos.

É a primeira vez desde a II Guerra Mundial que a Europa é responsável por mortes em massa e prisão em massa em campos de concentração... e diz se que é uma tragédia - não é uma tragédia, é um plano que está a ser executado.

Na fase de inquérito esperavam ver quem teria graus de responsabilidade: estamos a falar de chefes de Estado, comissários europeus?
Chefe do Frontex, chefes de Estado ou Governo, comissários, ministros, todos os responsáveis pela política estão no caso que apresentámos. E o que estamos a fazer agora é a segunda fase, é mapear os decisores, burocratas, assistentes, e que provas há para cada um.

Às vezes parece que este tipo de política genocida iria ter impunidade para sempre. Mas em 2013 houve dois naufrágios em Lampedusa, com algumas centenas de pessoas em cada caso, e agora em Itália processam o chefe da guarda costeira por adiar a ajuda, múltiplos casos de homicídio involuntário, morte por omissão. As coisas podem mudar.

Os responsáveis europeus disseram que acabar com a missão de salvamento iria servir de dissuasor para mais pessoas tentarem chegar. As mortes aumentaram três vezes.

Há uma operação marítima que não tem navios. Porque querem evitar lei marítima, usam drones e assim avisam apenas a guarda costeira líbia – antes usava-se um sistema de comunicação que chegava a todos os navios da zona, em canais públicos. Hoje não, só dão a localização aos líbios. Estão a passar a responsabilidade para a Líbia.

Escolher o TPI não é especialmente arriscado, sendo um tribunal que na sua história não tem muitas condenações?
O primeiro objectivo é responsabilizar os que planearam e os actores desta política.

O segundo objectivo é fazer parar esta política, porque neste momento continua a haver barcos em algum lado a afundar-se, mulheres a serem violadas, pessoas com fome. O TPI é muito politizado. E sim, desde que foi criado há 20 anos, conseguiu apenas quatro condenações. Pense na quantidade de dinheiro... E os condenados são todos africanos. A única vez que tentou fazer algo no Afeganistão que poderia ser contra os Estados Unidos, declarou que não era no melhor interesse da justiça. E agora ir contra a UE, que é o principal financiador do TPI…

O vosso processo pode beneficiar desta acusação de que o TPI só julga africanos?
Devia! Se não abrir pelo menos uma investigação… não estamos à espera que Salvini, Macron, vão amanhã todos para a prisão. O nosso pedido é modesto: investigue-se. Vai haver um tribunal que vai julgar estes crimes, levou seis anos para julgar Lampedusa, e há jurisdição universal em alguns tribunais na Alemanha, em Espanha e outros países, e estamos a considerar isso como próximo passo.

Os actores-chave não dizem que não sabem. Jean Claude Junker, presidente da Comissão Europeia, já disse que acabar com o Mare Nostrum foi um erro trágico que custou vidas humanas. Erro quer dizer que se é responsável. Isso é mais do que suficiente para se investigar.

Fala-se de si como um advogado activista, concorda com esta descrição?
Sim e não. No fundo somos advogados, a lei é o veículo, temos as provas, temos um caso sólido – e fomos conservadores porque saberíamos que seríamos atacados. Mas este caso não tem a ver com fronteiras abertas ou o que seja, a tua posição sobre fronteiras não interessa, não tem a ver com políticas ou soberania de cada Estado, não é uma questão política. É uma questão dos limites do que a lei internacional põe à política. Numa prisão não se deixa as pessoas morrer à fome. No mar não se deixa as pessoas afogar-se.

Na questão dos refugiados pode-se argumentar que há muitas outras violações da lei: campos de refugiados onde não há comida, repatriamentos para países seguros que inclui o Afeganistão…?
Por isso contactei o Juan Branco, somos amigos e conheci-o em Yale mas sobretudo porque ele tinha trabalho sobre o TPI. Se formos pensar em direitos humanos, qual é a decisão judicial mais importante? Foi em 2010, quando o Tribunal europeu de direitos humanos proibiu a guarda costeira italiana de fazer pushbacks para a Líbia, porque não era seguro. Argumentou que assim que se salva, tem de se levar para segurança, iniciar processo de asilo, etc. Esta foi a decisão mais avançada e progressista em termos de direitos humanos. Quais foram as consequências? A UE disse: se o regaste quer dizer isto, não vamos fazer simplesmente os salvamentos. Cheguei à conclusão que estas acções são inúteis. Acabámos muito pior, com 50 mil pessoas nos campos nos últimos três anos.

Mesmo quando a lei de direitos humanos resulta, ela falha. Por isso fomos pela via do TPI.

Tem também visitado alguns Parlamentos para falar do processo.
É uma parte que serve para pressão política e para registo nos arquivos dos parlamentos, estivemos no Bundestag, no Parlamento Europeu, no espanhol...

O modo como se olha para esta questão pode mudar, vai demorar, mas somos em geral muito maus a prever o futuro. Quando começámos diziam que éramos malucos, e agora já ninguém nos diz, em privado, que somos malucos. Talvez em cinco ou dez anos. E também há a História, e é importante deixar isto registado: a História também é um juiz. 

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Os policias saem à rua na Quinta-Feira, dia 21. Acerca disso, a cmTVI ontem entrevistou o presidente do Sindicato Unificado de Policias (sindicato sem nenhuma representação) que foi candidato pelo... CHEGA. É também um grande profissional e exemplo de homem:

Aposentação compulsiva para líder de sindicato da PSP que faltou 83 dias

Agente Peixoto Rodrigues, já arguido numa fraude com passes, foi punido por quase três meses seguidos de faltas injustificadas.

Foi lá, resumidamente, falar pelo CHEGA na qualidade de dirigente sindical das forças de segurança, mas fala em 70 mil policias na rua. 

Muito estilo, ainda assim:

https://tvi24.iol.pt/videos/sociedade/sindicato-dos-policias-nos-ja-nao-acreditamos-naquilo-que-nos-e-proposto/5dd2ffb30b70e0dccba69074

Já agora, a estratégia está a ser bastante parecida à dos camionista, aquela famosa greve. 

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Citação de Mayday, há 3 horas:

Foi lá, resumidamente, falar pelo CHEGA na qualidade de dirigente sindical das forças de segurança, mas fala em 70 mil policias na rua. 

Muito estilo, ainda assim:

https://tvi24.iol.pt/videos/sociedade/sindicato-dos-policias-nos-ja-nao-acreditamos-naquilo-que-nos-e-proposto/5dd2ffb30b70e0dccba69074

Já agora, a estratégia está a ser bastante parecida à dos camionista, aquela famosa greve. 

Se o Maniche pudesse ter um filho do Goucha era assim.

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